AAtendimentotendimento EEducacionalducacional EEspecializado -specializado - AEEAEE
Experiências de sucessoExperiências de sucesso
23/08/13 02:02 AM
“A escola como instituição de cultura há de propor:
Não uma receita, mas princípios;
Não um pátio, mas caminhos;
Não uma cerca, mas um horizonte;
Não uma norma, mas valores;
E, em vez de um regulamento, um compromisso.”
Raymundo Nonato Fernandes
GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
SUBSECRETARIA DE GESTÃO PEDAGÓGICA E INCLUSÃO EDUCACIONAL
DIRETORIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL
DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO DE CEILÂNDIA
COORDENAÇÃO INTERMEDIÁRIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
O QUE É O ATENDIMENTOO QUE É O ATENDIMENTO
EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – AEE ?EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – AEE ?
É um serviço da educação especial que [...]
identifica, elabora, e organiza recursos pedagógicos
e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para
a plena participação dos alunos, considerando suas
necessidades específicas (SEESP/MEC, 2008).
Objetivo::
Eliminar barreiras que dificultam o acesso e a
permanência dos educandos no ensino comum,
considerando suas necessidades específicas.
REGULAMENTAÇÃO LEGALREGULAMENTAÇÃO LEGAL
1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente
1990 – Declaração Mundial de Educação para Todos
1994 – Declaração de Salamanca
1994 – Política Nacional de Educação Especial
1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
2001 – Diretrizes Nacionais da Educação Especial na
Educação Básica – Resolução CNE/CEB nº 2/2001
1999 – Convenção de Guatemala
Constituição Federal 88
Art. 208. O dever do Estado com a educação será
efetivado mediante a garantia de:
III - Atendimento Educacional
Especializado
aos portadores “com” de deficiência,
preferencialmente na rede regular de
ensino;
REGULAMENTAÇÃO LEGAL
REGULAMENTAÇÃO LEGALREGULAMENTAÇÃO LEGAL
 Resolução CNE/CEB nº 4 de 2 de outubro
de 2009
Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento
Educacional Especializado na Educação Básica,
modalidade Educação Especial
Decreto 7.611 de 17 de novembro de
2011
Dispõe sobre a Educação Especial e o Atendimento
Educacional Especializado
Era bem
assim.....
Histórico no DF
Início: Serviço de atendimento aos estudantes
especiais (Polos de Atendimento).
 Poucas escolas: “por setor”;
 Professores itinerantes:
(Orientavam professores com alunos incluídos);
 Estudos de caso: (promoção / retenção);
 Atendimento aos pais;
 Reuniões: Professores e pais.
 Encaminhamentos: Área médica;
Distrito Federal - Histórico
 Elaboração de projetos: (Promover inclusão dentro
das escolas):
 Encaminhamentos: “estratégia de matricula”
 Palestras;
 Reuniões coletivas das escolas atendidas: (promover
e acompanhar o processo de inclusão dos alunos).
Distrito Federal - Histórico
 Implementar programas para: Atendimento de
Estudantes com Necessidades Educacionais
Especiais – ENEE.
 Significativos avanços: Aprendizagem e acesso à
série seguinte.
Trabalho é realizado por:
 Equipes Especializadas de Apoio à Aprendizagem -
EEAA
 Sala de Apoio à Aprendizagem - SAA (Pedagogos,
psicólogos e itinerante).
 AEE (Atendimento Educacional Especializado) das
Salas de Recursos SR
Distrito Federal: “Pioneiro”
Todas as escolas tiveram de ser transformadas em
ESCOLAS INCLUSIVAS;
Legislação preconizava que:
“ Todos os Estados tendo ou não condições físicas
nas escolas devem adequar no prazo de 10 anos, a
contar da data de promulgação da mesma,
transformando-se em inclusivas com todos os
serviços especializados necessários.”
Substituir os serviços ITINERANTES “caráter
provisório” por SALAS DE APOIO (nome utilizado
anteriormente) aos ENEE.
20082008
Público-alvoPúblico-alvo
Alunos com:
- Deficiência
Surdez, baixa audição
Cegueira, baixa visão
Surdocegueira
Deficiência Física
Deficiência Intelectual
- Transtornos Globais do Desenvolvimento
- Altas Habilidades/ Superdotação
A OFERTA DO AEEA OFERTA DO AEE
 Ofertado em todas as etapas e modalidades da
educação básica e do ensino superior e nas
modalidades: educação indígena, educação do
campo e quilombola e nos projetos pedagógicos
construídos com base nas diferenças
socioculturais desses grupos.
 constitui oferta obrigatória dos sistemas de
ensino, embora participar do AEE seja uma
decisão do aluno e/ou de seus pais/responsáveis.
Identificar, elaborar,
produzir e organizar
serviços, recursos
pedagógicos, de
acessibilidade e
estratégias
Plano AEE
Organizar o tipo e o
número de atendimen
aos alunos
Tecnologia
Assistiva - TA
Adequação
Produção de
materiais
Libras, Braille,
Sorobã,
Recursos ópticos
Atendimento
ao Auno na
SR
O QUE FAZ O ATENDIMENTO EDUCACIONALO QUE FAZ O ATENDIMENTO EDUCACIONAL
ESPECIALIZADO – AEE?ESPECIALIZADO – AEE?
1 -Apóia o desenvolvimento do aluno com:
Professora de AEE e os alunos
atendidos na SRM
Deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e
altas habilidades/superdotação;
Disponibiliza:
Ensino de linguagens e de códigos específicos de
comunicação e sinalização;
Aluno cego aprendendo a usar a
reglete para uso em sala de aula
comum
Alunos com surdez aprendendo a
linguagem de sinais
OfereceTecnologia Assistiva –TA;
Aluno utilizando caderno de comunicação
Aluno fazendo uso do computador
Faz adequações;
Produz materiais didáticos e pedagógicos tendo em
vista as necessidades específicas dos alunos;
Engrossador de lápis
Escrita Adaptada
Produção de material pedagógico
Articulação com as sala comumArticulação com as sala comum
Contação de
história
Excursão Biblioteca Pública: Setor Braille
Projetos Atividades em grupo
Aluno ensinando colegas a utilizarem a reglete
AEE e Sala de Recursos - SR
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
Especial na Educação Básica (CNE/CEB, 2001).
Serviço de natureza pedagógica, conduzido por
professor especializado, que:
Suplementa (Estudantes com altas habilidades /
superdotação) e
Complementa (Estudantes com deficiência e
TGD) as orientações curriculares desenvolvidas em
classes comuns em todas as etapas e modalidades
da Educação Básica.
Observações sobre SR:
 Não é reforço escolar;
 Atendimento: Complementa o trabalho do professor
regente;
 Objetivo: Garantir ao aluno ENEE o acesso ao
currículo;
 Eliminar barreiras para a plena participação dos
estudantes, considerando suas necessidades
específicas.
Observações sobre SR:
Atividades realizadas na SR diferenciam-se das
realizadas na classe comum. (não substitutivas à
escolarização).
SR: dispõe de recursos que por vezes não é
possível de serem utilizados pelo professor regente,
devido a várias questões como:
Nº de alunos;
Espaço físico;
Tempo;
Etc.
Desafio: SR busca: Maior participação e interesse
da família na vida escolar do educando;
Organização funcional das SR.
Sala de Recursos Generalistas
Sala de Recursos Específicas.
SR Generalistas:
Atendimento: Individualmente ou em grupos,
estudantes com:
Deficiência intelectual/mental, deficiência
física, deficiência múltipla e transtorno global
do desenvolvimento.
SR. Específicas
 SR para deficientes auditivos;
 SR para deficientes visuais;
 SR para estudantes com altas habilidades
/superdotação.
Professor da SR:
 Encaminhar junto aos professores regentes as
adequações curriculares;
 Preparar material específico para o uso dos
estudantes na sala comum e na SR.
Obs.: Para Planejar é preciso:
– Conhecer o aluno;
– Pensar em uma aprendizagem significativa;
– Valorizar as diferenças.
Proposta voltada a inclusão:
 Buscar condições de acessibilidade aos
estudantes para que permaneçam no
processo de ensino e de aprendizagem;
 Oferecer a inclusão aos ENEE e suas
famílias é:
Oportunizar a participação plena na
sociedade a qual fazem parte, de forma a
retirar qualquer dificuldade para o acesso
ao que se necessita.
95 escolas;
80 possuem SR. + 05 escolas rurais.
Total: 85 escolas
Obs.: Para ter SR no DF é necessário:
Mínimo 05 estudantes com deficiência / (TGD)
em EC e 08 nos CEF, CeD e CeM.
Obs.: Altas Habilidades, DA e DV são atendidos
em Unidades Específicas.
GRUPO 1 GRUPO 2 GRUPO 3 GRUPO 4 GRUPO 5
EC 15 Juvenilda
Márcia Valéria
EC 18 Lucimar
EC 19 Elaine Otone
EC 21 Alzira
Wesley
EC 22 Sandra
EC 24 Cleudia
Patrícia
EC 25 Regina
EC 36 Rilda Ramos
EC 39 Daniel
CEF 02 Anna Cláudia
Denise Almeida
CEF 04 Laeci Alves
Suelaine
CEF 07 Cássia Conceição
Myriam
CEF 19 Jovelino
Olavo
CEF 25 Isabel Cristina
Mirta Bruxel
CAIC BS
Maria
Aparecida
EC 12 Fábia
EC 43 Edshanty
EC 47 Stella
EC 59 Núbia
CEF 10 Flaviana
Sálvia
CEF 11 Neusa
Maria Lúcia
CEF 14 Sônia
Susie
CEF 18 Ana Rosa
Bel
CEF 33 Euda
CED 06 kátia
Wellington
CED 07 Cristina
Magda
CED 11 Elaine
Sonia Regina
CEM 12 Guedes
E.C 03 Helaine,
Regina Alexander
E.C 10 Núbia
E.C 16 Laudiene
Gisele
E.C 28 Laura
CEM 03 José Cordeiro
09 Escolas 05 Escolas 05 Escolas 09 Escolas 05 Escolas
GRUPOS DAS COORDENAÇÕESGRUPOS DAS COORDENAÇÕES
SETORIZADASSETORIZADAS
GRUPOS DAS COORDENAÇÕESGRUPOS DAS COORDENAÇÕES
SETORIZADASSETORIZADAS
“Era uma vez uma escola para
animais...”
“Conto da inclusão”
“Os professores tinham certeza
que possuíam um programa de
ensino inclusivo, porém, por
algum motivo, todos os animais
estavam indo mal.”
“O pato era a estrela da
classe de natação, porém,
não conseguia subir nas
árvores”
“O macaco era excelente subindo em
árvores, mas era reprovado na natação.”
“Os frangos se destacavam nos estudos
sobre os grãos, mas desorganizavam
tanto a aula de subir em árvores que
sempre acabavam na sala do diretor.”
““Os coelhos eram sensacionais nas corridas,Os coelhos eram sensacionais nas corridas,
mas precisavam de aulas particulares emmas precisavam de aulas particulares em
natação.”natação.”
“O mais triste de tudo era ver as tartarugas,
que, depois de vários exames e testes
foram diagnosticadas como tendo “atraso
de desenvolvimento”...
“De fato, foram enviadas para a classe
de educação especial numa distante toca
de esquilos.”
Moral da história....
“Incluir significa promover e
reconhecer o potencial inerente a
cada um em sua maior
expressão:
A diferença.”
(Lara Gonçalves)
Obrigado
Olavo Marques Ferreira
geoomf@gmail.com
• Contatos: CREC CEILANDIA
Telefones:
(61) 3901.5942 (61) 3901.3754 (61) 3901.3730
(61)3901.5942 (61) 3901.3759 Fax (61) 3901.3761
e-mail: creceilandia@gmail.com
assessoriacreceilandia@gmail.com
Coordenador: Nelson Moreira Sobrinho
Assessores: Rosana César de Arruda Fernandes
Bento Ramos de Sousa
Assessoria Técnica: Marise Jaqueline Lima Mariano
André Batista de Oliviera
Recepção: Dione Aparecida Alves Ozoni
Maria Judite Almeida Pereira
Zilda Figueiredo do Nascimento
http://www.creceilandia.org.br/
ensino.especial.drec@gmail.com
"Inclusão é o privilégio de conviver com
as diferenças" (Mantoan)
Coordenações Intermediárias do AEE, SEAA e SAA e Ensino
Especial
Islandy Matias
Jane de Melo
Luzinete Chagas
Fernanda Fantini
Patrícia Mendes
Regina Inácio
Rosineide de Freitas
Carlos Júnior
AEE de Ceilândia
SEAA e SAA de Ceilândia

Aee mostra 2013

  • 1.
    AAtendimentotendimento EEducacionalducacional EEspecializado-specializado - AEEAEE Experiências de sucessoExperiências de sucesso 23/08/13 02:02 AM
  • 2.
    “A escola comoinstituição de cultura há de propor: Não uma receita, mas princípios; Não um pátio, mas caminhos; Não uma cerca, mas um horizonte; Não uma norma, mas valores; E, em vez de um regulamento, um compromisso.” Raymundo Nonato Fernandes GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE GESTÃO PEDAGÓGICA E INCLUSÃO EDUCACIONAL DIRETORIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO DE CEILÂNDIA COORDENAÇÃO INTERMEDIÁRIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
  • 3.
    O QUE ÉO ATENDIMENTOO QUE É O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – AEE ?EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – AEE ? É um serviço da educação especial que [...] identifica, elabora, e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas (SEESP/MEC, 2008). Objetivo:: Eliminar barreiras que dificultam o acesso e a permanência dos educandos no ensino comum, considerando suas necessidades específicas.
  • 4.
    REGULAMENTAÇÃO LEGALREGULAMENTAÇÃO LEGAL 1990– Estatuto da Criança e do Adolescente 1990 – Declaração Mundial de Educação para Todos 1994 – Declaração de Salamanca 1994 – Política Nacional de Educação Especial 1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 2001 – Diretrizes Nacionais da Educação Especial na Educação Básica – Resolução CNE/CEB nº 2/2001 1999 – Convenção de Guatemala
  • 5.
    Constituição Federal 88 Art.208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: III - Atendimento Educacional Especializado aos portadores “com” de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino; REGULAMENTAÇÃO LEGAL
  • 6.
    REGULAMENTAÇÃO LEGALREGULAMENTAÇÃO LEGAL Resolução CNE/CEB nº 4 de 2 de outubro de 2009 Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial Decreto 7.611 de 17 de novembro de 2011 Dispõe sobre a Educação Especial e o Atendimento Educacional Especializado
  • 7.
  • 8.
    Início: Serviço deatendimento aos estudantes especiais (Polos de Atendimento).  Poucas escolas: “por setor”;  Professores itinerantes: (Orientavam professores com alunos incluídos);  Estudos de caso: (promoção / retenção);  Atendimento aos pais;  Reuniões: Professores e pais.  Encaminhamentos: Área médica; Distrito Federal - Histórico
  • 9.
     Elaboração deprojetos: (Promover inclusão dentro das escolas):  Encaminhamentos: “estratégia de matricula”  Palestras;  Reuniões coletivas das escolas atendidas: (promover e acompanhar o processo de inclusão dos alunos). Distrito Federal - Histórico
  • 10.
     Implementar programaspara: Atendimento de Estudantes com Necessidades Educacionais Especiais – ENEE.  Significativos avanços: Aprendizagem e acesso à série seguinte. Trabalho é realizado por:  Equipes Especializadas de Apoio à Aprendizagem - EEAA  Sala de Apoio à Aprendizagem - SAA (Pedagogos, psicólogos e itinerante).  AEE (Atendimento Educacional Especializado) das Salas de Recursos SR Distrito Federal: “Pioneiro”
  • 11.
    Todas as escolastiveram de ser transformadas em ESCOLAS INCLUSIVAS; Legislação preconizava que: “ Todos os Estados tendo ou não condições físicas nas escolas devem adequar no prazo de 10 anos, a contar da data de promulgação da mesma, transformando-se em inclusivas com todos os serviços especializados necessários.” Substituir os serviços ITINERANTES “caráter provisório” por SALAS DE APOIO (nome utilizado anteriormente) aos ENEE. 20082008
  • 12.
    Público-alvoPúblico-alvo Alunos com: - Deficiência Surdez,baixa audição Cegueira, baixa visão Surdocegueira Deficiência Física Deficiência Intelectual - Transtornos Globais do Desenvolvimento - Altas Habilidades/ Superdotação
  • 13.
    A OFERTA DOAEEA OFERTA DO AEE  Ofertado em todas as etapas e modalidades da educação básica e do ensino superior e nas modalidades: educação indígena, educação do campo e quilombola e nos projetos pedagógicos construídos com base nas diferenças socioculturais desses grupos.  constitui oferta obrigatória dos sistemas de ensino, embora participar do AEE seja uma decisão do aluno e/ou de seus pais/responsáveis.
  • 14.
    Identificar, elaborar, produzir eorganizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias Plano AEE Organizar o tipo e o número de atendimen aos alunos Tecnologia Assistiva - TA Adequação Produção de materiais Libras, Braille, Sorobã, Recursos ópticos Atendimento ao Auno na SR
  • 15.
    O QUE FAZO ATENDIMENTO EDUCACIONALO QUE FAZ O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – AEE?ESPECIALIZADO – AEE? 1 -Apóia o desenvolvimento do aluno com: Professora de AEE e os alunos atendidos na SRM Deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação;
  • 16.
    Disponibiliza: Ensino de linguagense de códigos específicos de comunicação e sinalização; Aluno cego aprendendo a usar a reglete para uso em sala de aula comum Alunos com surdez aprendendo a linguagem de sinais
  • 17.
    OfereceTecnologia Assistiva –TA; Alunoutilizando caderno de comunicação Aluno fazendo uso do computador
  • 18.
    Faz adequações; Produz materiaisdidáticos e pedagógicos tendo em vista as necessidades específicas dos alunos; Engrossador de lápis Escrita Adaptada Produção de material pedagógico
  • 19.
    Articulação com assala comumArticulação com as sala comum Contação de história Excursão Biblioteca Pública: Setor Braille Projetos Atividades em grupo Aluno ensinando colegas a utilizarem a reglete
  • 20.
    AEE e Salade Recursos - SR Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (CNE/CEB, 2001). Serviço de natureza pedagógica, conduzido por professor especializado, que: Suplementa (Estudantes com altas habilidades / superdotação) e Complementa (Estudantes com deficiência e TGD) as orientações curriculares desenvolvidas em classes comuns em todas as etapas e modalidades da Educação Básica.
  • 21.
    Observações sobre SR: Não é reforço escolar;  Atendimento: Complementa o trabalho do professor regente;  Objetivo: Garantir ao aluno ENEE o acesso ao currículo;  Eliminar barreiras para a plena participação dos estudantes, considerando suas necessidades específicas.
  • 22.
    Observações sobre SR: Atividadesrealizadas na SR diferenciam-se das realizadas na classe comum. (não substitutivas à escolarização). SR: dispõe de recursos que por vezes não é possível de serem utilizados pelo professor regente, devido a várias questões como: Nº de alunos; Espaço físico; Tempo; Etc. Desafio: SR busca: Maior participação e interesse da família na vida escolar do educando;
  • 23.
    Organização funcional dasSR. Sala de Recursos Generalistas Sala de Recursos Específicas. SR Generalistas: Atendimento: Individualmente ou em grupos, estudantes com: Deficiência intelectual/mental, deficiência física, deficiência múltipla e transtorno global do desenvolvimento.
  • 24.
    SR. Específicas  SRpara deficientes auditivos;  SR para deficientes visuais;  SR para estudantes com altas habilidades /superdotação.
  • 25.
    Professor da SR: Encaminhar junto aos professores regentes as adequações curriculares;  Preparar material específico para o uso dos estudantes na sala comum e na SR. Obs.: Para Planejar é preciso: – Conhecer o aluno; – Pensar em uma aprendizagem significativa; – Valorizar as diferenças.
  • 26.
    Proposta voltada ainclusão:  Buscar condições de acessibilidade aos estudantes para que permaneçam no processo de ensino e de aprendizagem;  Oferecer a inclusão aos ENEE e suas famílias é: Oportunizar a participação plena na sociedade a qual fazem parte, de forma a retirar qualquer dificuldade para o acesso ao que se necessita.
  • 27.
    95 escolas; 80 possuemSR. + 05 escolas rurais. Total: 85 escolas Obs.: Para ter SR no DF é necessário: Mínimo 05 estudantes com deficiência / (TGD) em EC e 08 nos CEF, CeD e CeM. Obs.: Altas Habilidades, DA e DV são atendidos em Unidades Específicas.
  • 29.
    GRUPO 1 GRUPO2 GRUPO 3 GRUPO 4 GRUPO 5 EC 15 Juvenilda Márcia Valéria EC 18 Lucimar EC 19 Elaine Otone EC 21 Alzira Wesley EC 22 Sandra EC 24 Cleudia Patrícia EC 25 Regina EC 36 Rilda Ramos EC 39 Daniel CEF 02 Anna Cláudia Denise Almeida CEF 04 Laeci Alves Suelaine CEF 07 Cássia Conceição Myriam CEF 19 Jovelino Olavo CEF 25 Isabel Cristina Mirta Bruxel CAIC BS Maria Aparecida EC 12 Fábia EC 43 Edshanty EC 47 Stella EC 59 Núbia CEF 10 Flaviana Sálvia CEF 11 Neusa Maria Lúcia CEF 14 Sônia Susie CEF 18 Ana Rosa Bel CEF 33 Euda CED 06 kátia Wellington CED 07 Cristina Magda CED 11 Elaine Sonia Regina CEM 12 Guedes E.C 03 Helaine, Regina Alexander E.C 10 Núbia E.C 16 Laudiene Gisele E.C 28 Laura CEM 03 José Cordeiro 09 Escolas 05 Escolas 05 Escolas 09 Escolas 05 Escolas GRUPOS DAS COORDENAÇÕESGRUPOS DAS COORDENAÇÕES SETORIZADASSETORIZADAS
  • 30.
    GRUPOS DAS COORDENAÇÕESGRUPOSDAS COORDENAÇÕES SETORIZADASSETORIZADAS
  • 31.
    “Era uma vezuma escola para animais...” “Conto da inclusão”
  • 32.
    “Os professores tinhamcerteza que possuíam um programa de ensino inclusivo, porém, por algum motivo, todos os animais estavam indo mal.”
  • 33.
    “O pato eraa estrela da classe de natação, porém, não conseguia subir nas árvores”
  • 34.
    “O macaco eraexcelente subindo em árvores, mas era reprovado na natação.”
  • 35.
    “Os frangos sedestacavam nos estudos sobre os grãos, mas desorganizavam tanto a aula de subir em árvores que sempre acabavam na sala do diretor.”
  • 36.
    ““Os coelhos eramsensacionais nas corridas,Os coelhos eram sensacionais nas corridas, mas precisavam de aulas particulares emmas precisavam de aulas particulares em natação.”natação.”
  • 37.
    “O mais tristede tudo era ver as tartarugas, que, depois de vários exames e testes foram diagnosticadas como tendo “atraso de desenvolvimento”...
  • 38.
    “De fato, foramenviadas para a classe de educação especial numa distante toca de esquilos.”
  • 39.
    Moral da história.... “Incluirsignifica promover e reconhecer o potencial inerente a cada um em sua maior expressão: A diferença.” (Lara Gonçalves)
  • 40.
  • 41.
    • Contatos: CRECCEILANDIA Telefones: (61) 3901.5942 (61) 3901.3754 (61) 3901.3730 (61)3901.5942 (61) 3901.3759 Fax (61) 3901.3761 e-mail: creceilandia@gmail.com assessoriacreceilandia@gmail.com Coordenador: Nelson Moreira Sobrinho Assessores: Rosana César de Arruda Fernandes Bento Ramos de Sousa Assessoria Técnica: Marise Jaqueline Lima Mariano André Batista de Oliviera Recepção: Dione Aparecida Alves Ozoni Maria Judite Almeida Pereira Zilda Figueiredo do Nascimento http://www.creceilandia.org.br/
  • 42.
    ensino.especial.drec@gmail.com "Inclusão é oprivilégio de conviver com as diferenças" (Mantoan) Coordenações Intermediárias do AEE, SEAA e SAA e Ensino Especial Islandy Matias Jane de Melo Luzinete Chagas Fernanda Fantini Patrícia Mendes Regina Inácio Rosineide de Freitas Carlos Júnior AEE de Ceilândia SEAA e SAA de Ceilândia