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MATERIAL DE APOIO PARA O PROFESSOR
TRABALHAR COM ALUNOS COM TRANSTORNO E
DÉFICIT DE ATENÇÃO/HIPERATIVIDADE -
TDA/H
Secretaria Municipal de Educação de Luziânia, Divisão de
atendimento a Necessidades Educacionais Especiais, Núcleo de
Avaliação Diagnóstica – NAD, janeiro de 2010.
DNNúcleo de Avaliação
Diagnóstica
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Divisão de Atendimento a Necessidades Educacionais Especiais
Rua Manoel Carvalho Rezende c/ Rua João Paulo Quadra A
S/Nº Centro – Fone: 3906-3485
E-mail: departamento_educacao_especial@luziania.go.gov.br
Luziânia - Goiás.
Senhor Secretário de
Administração,
Solicitamos as
providências necessárias à
aquisição do material abaixo
especificado, indispensável ao
funcionamento desta Secretaria de
Educação: Para as Escolas
Municipais.
ITEM QUANTIDADE ESPECIFICAÇÃO
Luziânia,26 de junho de 2002.
SUGESTÕES PARA ENSINAR A TODOS OS ALUNOS DA CLASSE
Convença-se que todos os seus alunos sabem alguma coisa e que todos
podem aprender, cada um de acordo com seu jeito e com seu tempo próprios;Tenha
altas expectativas em relação a todos os seus alunos, pois eles só aprenderão se
você acreditar que isso é possível;Renuncie à idéia de que somente você tem algo a
ensinar na classe e acredite que seu aluno também tem seu próprio saber;Dê
oportunidades para o aluno aprender a partir do que sabe e chegar até onde é
capaz de progredir. Afinal, os alunos aprendem mais quando tiram suas dúvidas,
superam incertezas e satisfazem curiosidade; Promova o diálogo entre os alunos e
suas diferentes características étnicas, religiosas, de gênero, de condição
física;Faça com que todos interajam e construam ativamente conceitos, valores,
atitudes, em vez de priorizar o ensino expositivo em sua sala de aula.
Fonte:PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO, O Acesso de
Pessoas com Deficiência às Classes e Escolas Comuns da Rede Regular de Ensino
TDAH – O QUE É?
É um problema do funcionamento de certas áreas do cérebro que comandam
o comportamento inibitório, (freio), a capacidade de executar tarefas de
planejamento, a memória de trabalho, (entre outras funções), determinando que o
indivíduo apresente sintomas de desatenção, agitação, (hiperatividade), e
impulsividade.
É a condição crônica de saúde de maior prevalência em crianças em idade
escolar
É o distúrbio neurocomportamental mais comum na infância
Não é um transtorno de conduta moral e sim um transtorno neurobiológico
COMO ENSINAR UMA CRIANÇA COM TDA/H?
Educar é uma tarefa que exige muita paciência, dedicação, afeto e
treinamento. A educação de uma criança com TDA/H pode exigir uma tolerância
redobrada e muita atenção, uma vez que é um processo onde é necessário, além de
passar o conhecimento, estabelecer incansavelmente regras e limites.
É importante que o educador conheça o universo do TDA/H e suas
implicações. Reconheça os seus próprios limites para lidar com o problema e não
tenha constrangimento em pedir ajuda quando necessária.
Um trabalho eficaz de educação para crianças com TDA/H deve ser
multidisciplinar, ou seja, é preciso que todos (pai, mãe, tios, irmãos, avós,
empregada, etc) sejam conhecedores da situação e estejam unidos nesta tarefa. Na
escola, toda a equipe de profissionais deve estar envolvida para dar o suporte
necessário, estabelecendo um contato estreito e regular com a família.
CARACTERÍSTICAS - QUANDO ESTAR ATENTO E PROCURAR AJUDA DE
UMA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR
Pré-escolar(3 a 5 anos)
 Parece “movido a motor”
 Dificuldade em completar tarefas do dia-a-dia
 Diminuição e/ou agitação do sono
 Curiosidade excessiva
 Dificuldades familiares (ex.: obter/manter babás)
 Brincadeiras destrutivas
 Necessidade constante de atenção familiar
 Atraso no desenvolvimento motor ou na linguagem
 Birras excessivas (mais graves e freqüentes)
 Intolerantes à frustração (principalmente os meninos)
Campbell SB, of al J Am Acad Child Psychiatry, 1984
Greenhill LL J Clin Psychiatry, 1998
Escolar (6 a12 anos)
 Facilmente distraído
 Dificuldade em manter a atenção
 Deveres de casa desorganizados, incompletos, apresentando erros por
descuido
 Responde antes de terminar a pergunta
 Interrompe ou se intrometer na conversa ou brincadeira
 Freqüentemente fora do lugar em sala de aula, age como o “bobo da turma”
“Imaturidade”
Adolescentes (13 a 18 anos)
 A agitação psicomotora tende a diminuir
 Pode apresentar sensação de inquietude interna
 Trabalhos da escola desorganizados e dificuldades para seguir instruções;
não consegue estudar sozinho
 Comportamentos de risco
 Dificuldade em lidar com figuras de autoridade
 Baixa auto-estima
 Poucos relacionamentos sociais
 Labilidade afetiva *
* A Labilidade emocional ou Instabilidade Afetiva é um estado especial em que
se produz a mudança rápida e imotivada do humor ou estado de ânimo,
sempre acompanhada de extraordinária intensidade afetiva.
PERFIL ACADÊMICO COMUM DA PESSOA COM TDAH
Leitura:
 Fluência média, identificação das palavras;
 Compreensão desigual;
 Perde-se na leitura freqüentemente;
 Precisa ler oralmente, não consegue ler silenciosamente;
 Esquece o que lê;
 Tem baixo desempenho em trechos longos;
 Desempenho médio em trechos curtos;
 Evita ler.
Linguagem escrita:
 Idéias criativas;
 Problemas de planejamento e organização;
 Não consegue começar;
 Caligrafia imatura;
 Fraco em ortografia;
 Velocidade lenta;
 Produção mínima.
 Mecânica fraca (letra maiúscula/pontuação).
Matemática:
 Altamente inconsistente;
 Erros por desatenção;
 Conceitos matemáticos médio/forte;
 Execução lenta com lápis/papel;
 Lembrança fraca de fatos.
 Alinhamento numérico fraco.
Habilidades de estudo/organizado:
 Perde coisas freqüentemente;
 Fraco em anotações;
 Esquece matérias e tarefas;
 Fraco em priorizações e planejamentos;
 Má administração de tempo;
 Tarefas incompletas.
 Precisa de esclarecimentos e lembretes freqüentes.
TALVEZ NÓS PRECISAMOS MODIFICAR
 Materiais;
 Métodos;
 Ritmo;
 Ambiente;
 Tarefas;
 Exigências de tarefas;
 Notas;
 Testes / Avaliação;
 Reforço;
 Entrada de idéias / Rendimento;
 Grau de participação;
 Tempo distribuído;
 Tamanho / Quantidade.
SETE ELEMENTOS CHAVE PARA O SUCESSO DO TRABALHO
COM A PESSOA COM TDAH
1º Conseguindo e mantendo atenção:
 Uso de novidades e objetos;
 Técnicas eficazes de questionamento;
 Uso de organizadores gráficos;
 Sinais auditivos;
 Uso de retro-projetores (para uma melhor visualização);
 Respostas escritas associadas com atividades auditivas.
2º Administração na sala de aula:
 Clareza na comunicação e expectativas;
 Uso de monitores;
 Regras e conseqüências expostas;
 Uso de controle por proximidade;
 Alunos repetem instruções;
 Sinais, elogios e reforço para períodos de transição;
 Revisão de regras e auto-monitor em situação de grupo.
3º Aprendizado participativo e oportunidades de respostas:
 Aprendizado cooperativo: (uso de parceiros; - membros do grupo tem papéis
determinados;- responsabilidade e auto monitoria.)
 Resposta em grupo (quadro de giz).
4º Organização e habilidades de estudo:
 Uso de programas e expectativas da escola;
 Uso de cadernos e calendários de tarefa;
 Tarefas esclarecidas e expostas;
 Sistema de estudo entre parceiros (por tutor).
5º Instrução multisensorial e acomodação para estilos de aprendizado:
 Uso de melodia e ritmo;
 Apresente instrução visualmente / auditivamente;
 Ambiente físico adequado ao trabalho dos alunos;
 Ofereça escolhas de onde trabalhar;
 Intervalo para alongamento e exercícios.
6º Modificação na produção escrita:
 Testes orais e transcrição escrita;
 Rubricar trabalhos / tarefas menores;
 Uso de opções de papel (ex.: computador ou folha milimetradas).
7º Práticas de colaboração
 Equipes de estudo (equipes de consulta);
 Ênfase em parcerias com os pais;
 Ensinar em equipe para facilitar a instrução e a disciplina;
 Uso de monitores de idades diferentes;
O QUE MANTER EM MENTE COM ALUNOS QUE SÃO UM DESAFIO
 Planeje uma resposta e evite “reagir”;
 Elogie, encoraje gratifique o desenvolvimento da melhora;
 Mude o que você pode controlar... Você mesmo (atitude, linguagem do corpo,
voz, estratégia / técnicas, expectativas, foco);
 Seja firme, justo e estável;
 Permaneça calmo;
 Evite bater de frente (medir forças).
ESTRATÉGIAS PARA ATRAIR A ATENÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS
 Faça uma pergunta interessante e especulativa, mostre uma figura, conte uma
pequena estória ou leia um poema relacionado para gerar discussão e
interesse para a próxima lição.
 Tente um pouco de brincadeira ou tolice, drama (use objetos e estórias) para
conseguir a atenção e estimular interesse.
 Mistério. Traga um objeto relevante à lição em uma caixa, sacola ou fronha.
Isto é uma maneira excelente de gerar especulação e pode levar a criança a
ótimas discussões e atividades escritas.
 Mostre animação e entusiasmo sobre a próxima lição.
 Diminua o tempo que o professor fala. Faça o máximo de esforço para
aumentar mais as respostas dos alunos (dizendo ou fazendo alguma coisa
com a informação que está sendo ensinada).
 O uso de parceiros (duplas) é talvez o método mais eficaz de maximizar o
envolvimento do aluno. O formato, de parceiros assegura que todos estejam
envolvidos ativamente não apenas alguns. “Vire-se para seu vizinho/parceiro
e...” Os formatos de parceiros são ideais, para previsão, compartilhar idéias,
esclarecer instrução, resumir informações / treinar / praticar (vocabulários,
ortografia, operações matemáticas), compartilhar atividades escritas.
Exemplos: “Junte-se a seu colega e dividam suas idéias sobre...”. Depois de
dar um tempo para as duplas responderem, peça voluntários para
compartilhar com a turma toda. “Quem gostaria partilhar o que você e seu
parceiro pensam sobre...”
 Formule as lições usando um ritmo animado e uma variedade de técnicas de
questionamento que envolvam a classe toda, parceiros e respostas
individuais.
 Antes de pedir uma resposta oral, faça uma pergunta e peça que os alunos
anotem primeiro o que eles acharem que seja correto. Depois peça que
voluntários respondem oralmente.
 Permita que os alunos usem quadros brancos individuais durante a lição, é
motivador e ajuda a manter a atenção. Se usado corretamente, é também
eficaz para checar a compreensão dos alunos e determinar quem precisa de
reforço.
 Varie a maneira que você chama o aluno. Por exemplo, “Todos que estão
usando brinco, levantem-se esta pergunta é para vocês”. (Alunos deste grupo
podem responder ou ter a opção de passar.
 Utilize cartões de resposta já preparados para os alunos praticar áreas de
conteúdo com uma ferramenta de uso individual. Estes cartões podem ser
subdivididos em aproximadamente 3-5 categorias, com respostas escritas
naquelas seções (ponto final, interrogação, exclamação). Quando o professor
faz a pergunta (lê uma frase), o aluno coloca um pregador de roupa na
resposta correta (neste exemplo qual a pontuação é necessária na fase lida);
leques de respostas são outra opção (um leque é feito com vários cartões de
resposta com um furo e segurado por uma argola).
Quando feito uma pergunta os alunos escolhem o cartão que melhor
responde a pergunta.
 Faça uso freqüente de respostas em grupo ou ao mesmo tempo quando há
uma única resposta curta. Quando estiver explicando, pare com freqüência e
peça aos alunos para voltar atrás e repetir uma ou duas palavras.
 Use folhas de resumo que são resumos parciais enquanto você explica a lição
ou dá uma palestra, os alunos preenchem as palavras que estão faltando
baseado em o que você está dizendo ou escrevendo no quadro.
 Uma técnica de instruções direta e outros métodos de questionamento que
permitam oportunidade de grande participação (E.: respostas em unissario,
resposta em dupla).
 Use a estrutura apropriada para cooperação em grupos de aprendizagem (ex.:
designação de papéis, tempo limitado, responsabilidade). Não é apenas
trabalho em grupo, alunos com TDAH (e muitos outros) não funcionam bem
sem as estruturas e expectativas claramente definidas.
 Sinalize alunos através da audição: toque de campainha ou sino, bata palmas,
toque um acorde de piano / violão, use um sinal verbal.
 Use sinais visuais: pisque as luzes, levante as mãos indicando que os alunos
levantem as mãos e fechem a boca até que todos estiverem quietos e atentos.
 Sinalize claramente: “todo mundo”... Pronto...”
 Cor é muito efetivo para chamar atenção. Use pincéis coloridos no quadro
branco e para transparência no retro-projetor.
 Contato com os olhos. Os alunos devem estar virados para você quando você
está falando, especialmente quando instruções estão sendo dadas. Se os
alunos estiverem sentados em grupos, peça aqueles que não estão
diretamente voltados para você que virem suas cadeiras e corpos quando
sinalizados a fazer isso projete sua voz e certifique-se estar sendo ouvida
claramente por todos. Esteja consciente de outros barulhos na sala de aula.
 Chame o aluno para perto de você para explicação direta.
 Posicione todos os alunos para que possam ver o quadro. Sempre permita
que os alunos reposicionem suas carteiras e sinalizem para você se a visão
estiver bloqueada.
 Use recursos visuais. Escreva palavras chave ou figuras no quadro enquanto
estiver explicando. Use figuras, diagramas, gestos, demonstrações e materiais
de alto interesse.
 Ilustre, ilustre, ilustre: não importa se você não desenha bem durante suas
explicações. Dê a você mesmo e aos alunos permissão e encorajamento para
desenhar, mesmo que não tenha talento. Desenhos não precisam ser
sofisticados e exatos. Aliás, geralmente quanto mais tolo melhor.
 Aponte para o material escrito que você quer enfocar com um apontador ou
laser. Nota: retro projetores estão entre as melhores ferramentas para prender
a atenção na sala de aula. No retro projetor o professor pode modelar
facilmente e destacar informações importantes. Transparências podem ser
preparadas com antecedência, poupando tempo. As transparências podem
ser parcialmente cobertas, bloqueando qualquer estímulo visual que possa
distrair.
 Bloqueie material. Cubra ou retire do campo visual aquilo que você não quer
que os alunos foquem, removendo as distrações do quadro ou tela.
 Ande pela sala – mantendo sua visibilidade.
 Esteja bem preparado e evite atrasos nas explicações.
 Ensine tematicamente quando possível – permitindo integração de idéias /
conceitos e conexões.
 Use técnica de nível mais elevado para perguntas. Faça perguntas abertas,
que requerem raciocínio e estimulam pensamentos abertos, que requerem
raciocínio e estimulam pensamentos críticos e discussão.
ESTRATÉGIAS E SUPORTES PARA LIDAR COM PROBLEMAS SOCIAIS E
EMOCIONAIS
 Tente variar a organização de assentos para proporcionar uma situação em
que o aluno sinta-se confortável.
 Dê ao aluno responsabilidade na sala de aula / escola.
 Reduza o número de tarefa ou modifique para possibilitar um maior índice de
sucesso nos alunos.
 Tente identificar o que está causando estresse e frustração ao aluno.
 Reduza tarefas com papel / lápis e permita outros meios de produção.
 Amplie o tempo para completar a tarefa.
 Use instruções curtas acompanhadas por demonstração ou exemplo visual.
 Use um cronômetro para determinar o tempo a ser gasto em uma tarefa
específica.
 Forneça atividades que o aluno possa ter sucesso (academicamente e
socialmente).
 Envolva os alunos em atividades de monitoria com crianças menores.
 Arranje mensagens para o aluno levar outras salas de aula ou para
secretarias.
 Descubra o interesse dos alunos e proporcione atividades que correspondam
a esses interesses.
 Tendem envolver os alunos em atividades extracurriculares.
 Chame atenção para as potencialidades dos alunos e demonstre os talentos
dele /dela, suas ilhas de competência.
 Dê responsabilidades ao aluno de ser um assistente do professor, monitor,
modelo, líder do grupo, etc.
 Converse com professores, funcionários de apoio, orientadores, assistente
sociais sobre esta criança.
 Aumente a comunicação com os pais.
 Aumente as oportunidades de encontrar com o aluno individualmente e
estabelecer um relacionamento de apoio.
 Dê a esta criança um monitor que possa lhe dar suporte e ser tolerante.
 Ensine habilidades sociais apropriadas, estratégias de lidar com situações e
resolver problemas.
 Ensine habilidades sociais apropriadas, estratégias de lidar com situações.
 Forme pares de alunos com monitores de séries mais avançadas ou um
amigo especial, entre a equipe.
 Aumente significativamente as interações positivas, freqüência de elogios e
feedback.
ENCORAJAMENTO E APRECIAÇÃO
 Eu aprecio o esforço que você usou nesta tarefa.
 Continue pensando nessas boas idéias.
 Esse B+
reflete seu esforço. Você deve estar orgulhoso de si mesmo.
 Marcos, eu percebi que você estava bem preparado para a aula de hoje.
Realmente ajudou você ter arrumado sua carteira e em ordem o seu caderno.
 Eu gosto da maneira que você lidou com aquele problema.
 Você deve sentir-se bem em ver o progresso que você está fazendo. Seu
esforço está sendo compensado.
 É isso mesmo... continue praticando e logo você saberá tudo.
 Aposto que você se dedicou muito nesta questão.
 Eu percebi que os alunos da mesa 2 realmente se ajudaram e trabalharam
como equipe. Meus parabéns.
 Leane, você seguiu as instruções rapidamente. Eu aprecio sua cooperação.
 Eu percebi que você realmente se dedicou a melhorar sua caligrafia. Posso
ver uma melhora na sua letra.
 Eu agradeço a maneira que você ajudou a Mariana com o que ela perdeu
ontem por ter faltado a aula. Você realmente é um companheiro responsável.
 Olha que melhora ! realmente mostra que você se dedicou com tempo e
esforço.
 Eu estou confiante que você fará uma boa escolha.
 Você consegue fazer isto !
 Você está ficando melhor em...
 Essa é difícil. Mas eu tenho certeza que você pode entender.
 João, você está mostrando um grande auto-controle esta manhã. Você se
lembrou de levantar a mão quando quer falar e está respeitando o espaço dos
outros alunos.
Vanda Rambaldi
Psicóloga
Autora Consultada: Sandra Rief
Greenhill LL J Clin Psychiatry, 1998
 Para introduzir um comentário novo, deve-se utilizar materiais didáticos variados
em termos de cores, formas e tamanhos para que a criança possa manuseá-los.
 Para a realização do “para casa”, o ambiente deve ter o mínimo de estímulos que
possam desviar sua atenção. Evite objetos cortantes ou que possam se quebrar
facilmente. Quebrar ou estragar objetos é muito comum entre as pessoas com
TDA/H, e eles tendem se sentir culpados ao fazê-lo, experimentando angústia e
estresse após a ocorrência do fato.
 Para estabelecer um bom vínculo, olhe nos olhos e ouça o que o aluno tem a
dizer; isto inclui seus objetivos, suas expectativas e medos.
 Considerando que o planejamento é uma tarefa muito complicada para o aluno,
auxilie-o pré-estabelecendo regras, objetivos, tempos e limites. Estes últimos
devem ser colocados de maneira firme, porém sem o intuito de punir.
 Repita várias vezes às regras de forma clara e objetiva, sem um tom de cobrança.
 Peça-o para repetir o que entendeu sobre o que acabou de ouvir.
 Evite pressioná-lo com relação ao tempo com frases do tipo: “Ande rápido, seu
tempo está se esgotando” ou “Acelere e pare de fazer hora”.
 Monitorize o tempo de forma que sempre fiquem alguns minutos a mais para
qualquer imprevisto. Sinalize sempre quando estiver faltando alguns minutos para
acabar a tarefa proposta.
 Dê intervalos de 5 minutos a cada 40 minutos de trabalho para que o aluno possa
movimentar-se, beber água, ir ao banheiro, etc.
 Avise sobre possíveis mudanças com antecedência, para que ele se prepare e
ajude-o a monitorar os imprevistos, pois estes são vividos com muito sofrimento
pelo aluno.
 Acompanhe a execução das tarefas, que devem ser realizadas por etapas e em
passos pequenos. O conteúdo deve ser introduzido em pequenas quantidades,
para ser lido e trabalhado.
 O uso de marcadores de texto, gráficos, mapas, figuras, jogos, músicas, listas de
lembretes e softwares interativos têm um papel importante no processo de
aprendizagem do aluno com TDA/H.
 Frequentemente, elogie os avanços no processo de aprendizagem, encorajando-o
a continuar e reforçando positivamente com pequenos “brindes” ou “surpresinhas
 Estimule a participação do aluno em tarefas variadas, pedindo que faça pequenos
favores como dar um recado ou buscar um objeto em outro lugar. Depois, estimule
perguntas que facilitam a auto-observação do tipo: “o que acabei de fazer ?” ou “o
que fiz hoje de legal ?” ou ainda peça para descrever uma cena, recontar histórias,
relatar o que fez em um final de semana.
 Sempre que possível, use o lúdico e a novidade. “Contar segredos no pé do
ouvido” sempre aguça a curiosidade e garante a atenção do aluno.
 Para que haja uma boa memorização, use dicas, macetes, lembretes, despertador
e músicas cujas letras referem-se ao tema da aprendizagem.
 Quando perceber o aluno se dispensando, aproxime-se dele, toque-o nos ombros,
olhe-o nos olhos, altere seu tom de voz variando entre o grave e o agudo, mude
sua expressão facial e gestos.
 Evite corrigir a falta de atenção do aluno em voz alta diante de outras pessoas,
pois ele poderá se sentir humilhado e reagir de forma mais distante ou mesmo
agressiva.
 Na sala de aula, o aluno deve senta-se próximo à professora, para que esta possa
destinar-se a atenção necessária sem causar-lhe constrangimento ou despertar
ciúmes no restante da turma.
 Evite colocar o aluno perto de janelas ou portas, pois ele pode ser facilmente
distraído por estímulos externos.
 Incentivos e reforços positivos do tipo: uma piscadinha, um tapinha nas costas ou
um sinal de “jóia” com a mão, são sempre bem vindos e aumentam a motivação
para continuar as atividades.
 Incentive-o a praticar esportes individuais ou coletivos para que entre em contato
com novas regras, gaste bastante energia e possa se integrar com outras pessoas.
É IMPORTANTE LEMBRAR que pessoas com TDA/H são normalmente pessoas muito
criativas e inteligentes. Quando cuidados por pessoas capacitadas, certamente se
tornarão indivíduos mais realizados e felizes.
(FONTE: Distraído e a 1000 por hora, de Simone Sena e Orestes Neto)
FONTE: http://maisqueumsegundofeliz.blogspot.com/2009/07/sugestoes-para-
ensinar-todos-os-alunos.html

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  • 1. MATERIAL DE APOIO PARA O PROFESSOR TRABALHAR COM ALUNOS COM TRANSTORNO E DÉFICIT DE ATENÇÃO/HIPERATIVIDADE - TDA/H Secretaria Municipal de Educação de Luziânia, Divisão de atendimento a Necessidades Educacionais Especiais, Núcleo de Avaliação Diagnóstica – NAD, janeiro de 2010. DNNúcleo de Avaliação Diagnóstica SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Divisão de Atendimento a Necessidades Educacionais Especiais Rua Manoel Carvalho Rezende c/ Rua João Paulo Quadra A S/Nº Centro – Fone: 3906-3485 E-mail: departamento_educacao_especial@luziania.go.gov.br Luziânia - Goiás. Senhor Secretário de Administração, Solicitamos as providências necessárias à aquisição do material abaixo especificado, indispensável ao funcionamento desta Secretaria de Educação: Para as Escolas Municipais. ITEM QUANTIDADE ESPECIFICAÇÃO Luziânia,26 de junho de 2002.
  • 2. SUGESTÕES PARA ENSINAR A TODOS OS ALUNOS DA CLASSE Convença-se que todos os seus alunos sabem alguma coisa e que todos podem aprender, cada um de acordo com seu jeito e com seu tempo próprios;Tenha altas expectativas em relação a todos os seus alunos, pois eles só aprenderão se você acreditar que isso é possível;Renuncie à idéia de que somente você tem algo a ensinar na classe e acredite que seu aluno também tem seu próprio saber;Dê oportunidades para o aluno aprender a partir do que sabe e chegar até onde é capaz de progredir. Afinal, os alunos aprendem mais quando tiram suas dúvidas, superam incertezas e satisfazem curiosidade; Promova o diálogo entre os alunos e suas diferentes características étnicas, religiosas, de gênero, de condição física;Faça com que todos interajam e construam ativamente conceitos, valores, atitudes, em vez de priorizar o ensino expositivo em sua sala de aula. Fonte:PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO, O Acesso de Pessoas com Deficiência às Classes e Escolas Comuns da Rede Regular de Ensino TDAH – O QUE É? É um problema do funcionamento de certas áreas do cérebro que comandam o comportamento inibitório, (freio), a capacidade de executar tarefas de planejamento, a memória de trabalho, (entre outras funções), determinando que o indivíduo apresente sintomas de desatenção, agitação, (hiperatividade), e impulsividade. É a condição crônica de saúde de maior prevalência em crianças em idade escolar É o distúrbio neurocomportamental mais comum na infância Não é um transtorno de conduta moral e sim um transtorno neurobiológico COMO ENSINAR UMA CRIANÇA COM TDA/H? Educar é uma tarefa que exige muita paciência, dedicação, afeto e treinamento. A educação de uma criança com TDA/H pode exigir uma tolerância redobrada e muita atenção, uma vez que é um processo onde é necessário, além de passar o conhecimento, estabelecer incansavelmente regras e limites. É importante que o educador conheça o universo do TDA/H e suas implicações. Reconheça os seus próprios limites para lidar com o problema e não tenha constrangimento em pedir ajuda quando necessária. Um trabalho eficaz de educação para crianças com TDA/H deve ser multidisciplinar, ou seja, é preciso que todos (pai, mãe, tios, irmãos, avós, empregada, etc) sejam conhecedores da situação e estejam unidos nesta tarefa. Na escola, toda a equipe de profissionais deve estar envolvida para dar o suporte necessário, estabelecendo um contato estreito e regular com a família. CARACTERÍSTICAS - QUANDO ESTAR ATENTO E PROCURAR AJUDA DE UMA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR Pré-escolar(3 a 5 anos)  Parece “movido a motor”  Dificuldade em completar tarefas do dia-a-dia
  • 3.  Diminuição e/ou agitação do sono  Curiosidade excessiva  Dificuldades familiares (ex.: obter/manter babás)  Brincadeiras destrutivas  Necessidade constante de atenção familiar  Atraso no desenvolvimento motor ou na linguagem  Birras excessivas (mais graves e freqüentes)  Intolerantes à frustração (principalmente os meninos) Campbell SB, of al J Am Acad Child Psychiatry, 1984 Greenhill LL J Clin Psychiatry, 1998 Escolar (6 a12 anos)  Facilmente distraído  Dificuldade em manter a atenção  Deveres de casa desorganizados, incompletos, apresentando erros por descuido  Responde antes de terminar a pergunta  Interrompe ou se intrometer na conversa ou brincadeira  Freqüentemente fora do lugar em sala de aula, age como o “bobo da turma” “Imaturidade” Adolescentes (13 a 18 anos)  A agitação psicomotora tende a diminuir  Pode apresentar sensação de inquietude interna  Trabalhos da escola desorganizados e dificuldades para seguir instruções; não consegue estudar sozinho  Comportamentos de risco  Dificuldade em lidar com figuras de autoridade  Baixa auto-estima  Poucos relacionamentos sociais  Labilidade afetiva * * A Labilidade emocional ou Instabilidade Afetiva é um estado especial em que se produz a mudança rápida e imotivada do humor ou estado de ânimo, sempre acompanhada de extraordinária intensidade afetiva. PERFIL ACADÊMICO COMUM DA PESSOA COM TDAH Leitura:  Fluência média, identificação das palavras;  Compreensão desigual;  Perde-se na leitura freqüentemente;  Precisa ler oralmente, não consegue ler silenciosamente;  Esquece o que lê;  Tem baixo desempenho em trechos longos;  Desempenho médio em trechos curtos;  Evita ler. Linguagem escrita:  Idéias criativas;  Problemas de planejamento e organização;  Não consegue começar;
  • 4.  Caligrafia imatura;  Fraco em ortografia;  Velocidade lenta;  Produção mínima.  Mecânica fraca (letra maiúscula/pontuação). Matemática:  Altamente inconsistente;  Erros por desatenção;  Conceitos matemáticos médio/forte;  Execução lenta com lápis/papel;  Lembrança fraca de fatos.  Alinhamento numérico fraco. Habilidades de estudo/organizado:  Perde coisas freqüentemente;  Fraco em anotações;  Esquece matérias e tarefas;  Fraco em priorizações e planejamentos;  Má administração de tempo;  Tarefas incompletas.  Precisa de esclarecimentos e lembretes freqüentes. TALVEZ NÓS PRECISAMOS MODIFICAR  Materiais;  Métodos;  Ritmo;  Ambiente;  Tarefas;  Exigências de tarefas;  Notas;  Testes / Avaliação;  Reforço;  Entrada de idéias / Rendimento;  Grau de participação;  Tempo distribuído;  Tamanho / Quantidade. SETE ELEMENTOS CHAVE PARA O SUCESSO DO TRABALHO COM A PESSOA COM TDAH 1º Conseguindo e mantendo atenção:  Uso de novidades e objetos;  Técnicas eficazes de questionamento;  Uso de organizadores gráficos;  Sinais auditivos;  Uso de retro-projetores (para uma melhor visualização);  Respostas escritas associadas com atividades auditivas. 2º Administração na sala de aula:  Clareza na comunicação e expectativas;  Uso de monitores;  Regras e conseqüências expostas;
  • 5.  Uso de controle por proximidade;  Alunos repetem instruções;  Sinais, elogios e reforço para períodos de transição;  Revisão de regras e auto-monitor em situação de grupo. 3º Aprendizado participativo e oportunidades de respostas:  Aprendizado cooperativo: (uso de parceiros; - membros do grupo tem papéis determinados;- responsabilidade e auto monitoria.)  Resposta em grupo (quadro de giz). 4º Organização e habilidades de estudo:  Uso de programas e expectativas da escola;  Uso de cadernos e calendários de tarefa;  Tarefas esclarecidas e expostas;  Sistema de estudo entre parceiros (por tutor). 5º Instrução multisensorial e acomodação para estilos de aprendizado:  Uso de melodia e ritmo;  Apresente instrução visualmente / auditivamente;  Ambiente físico adequado ao trabalho dos alunos;  Ofereça escolhas de onde trabalhar;  Intervalo para alongamento e exercícios. 6º Modificação na produção escrita:  Testes orais e transcrição escrita;  Rubricar trabalhos / tarefas menores;  Uso de opções de papel (ex.: computador ou folha milimetradas). 7º Práticas de colaboração  Equipes de estudo (equipes de consulta);  Ênfase em parcerias com os pais;  Ensinar em equipe para facilitar a instrução e a disciplina;  Uso de monitores de idades diferentes; O QUE MANTER EM MENTE COM ALUNOS QUE SÃO UM DESAFIO  Planeje uma resposta e evite “reagir”;  Elogie, encoraje gratifique o desenvolvimento da melhora;  Mude o que você pode controlar... Você mesmo (atitude, linguagem do corpo, voz, estratégia / técnicas, expectativas, foco);  Seja firme, justo e estável;  Permaneça calmo;  Evite bater de frente (medir forças). ESTRATÉGIAS PARA ATRAIR A ATENÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS  Faça uma pergunta interessante e especulativa, mostre uma figura, conte uma pequena estória ou leia um poema relacionado para gerar discussão e interesse para a próxima lição.  Tente um pouco de brincadeira ou tolice, drama (use objetos e estórias) para conseguir a atenção e estimular interesse.  Mistério. Traga um objeto relevante à lição em uma caixa, sacola ou fronha. Isto é uma maneira excelente de gerar especulação e pode levar a criança a ótimas discussões e atividades escritas.  Mostre animação e entusiasmo sobre a próxima lição.
  • 6.  Diminua o tempo que o professor fala. Faça o máximo de esforço para aumentar mais as respostas dos alunos (dizendo ou fazendo alguma coisa com a informação que está sendo ensinada).  O uso de parceiros (duplas) é talvez o método mais eficaz de maximizar o envolvimento do aluno. O formato, de parceiros assegura que todos estejam envolvidos ativamente não apenas alguns. “Vire-se para seu vizinho/parceiro e...” Os formatos de parceiros são ideais, para previsão, compartilhar idéias, esclarecer instrução, resumir informações / treinar / praticar (vocabulários, ortografia, operações matemáticas), compartilhar atividades escritas. Exemplos: “Junte-se a seu colega e dividam suas idéias sobre...”. Depois de dar um tempo para as duplas responderem, peça voluntários para compartilhar com a turma toda. “Quem gostaria partilhar o que você e seu parceiro pensam sobre...”  Formule as lições usando um ritmo animado e uma variedade de técnicas de questionamento que envolvam a classe toda, parceiros e respostas individuais.  Antes de pedir uma resposta oral, faça uma pergunta e peça que os alunos anotem primeiro o que eles acharem que seja correto. Depois peça que voluntários respondem oralmente.  Permita que os alunos usem quadros brancos individuais durante a lição, é motivador e ajuda a manter a atenção. Se usado corretamente, é também eficaz para checar a compreensão dos alunos e determinar quem precisa de reforço.  Varie a maneira que você chama o aluno. Por exemplo, “Todos que estão usando brinco, levantem-se esta pergunta é para vocês”. (Alunos deste grupo podem responder ou ter a opção de passar.  Utilize cartões de resposta já preparados para os alunos praticar áreas de conteúdo com uma ferramenta de uso individual. Estes cartões podem ser subdivididos em aproximadamente 3-5 categorias, com respostas escritas naquelas seções (ponto final, interrogação, exclamação). Quando o professor faz a pergunta (lê uma frase), o aluno coloca um pregador de roupa na resposta correta (neste exemplo qual a pontuação é necessária na fase lida); leques de respostas são outra opção (um leque é feito com vários cartões de resposta com um furo e segurado por uma argola). Quando feito uma pergunta os alunos escolhem o cartão que melhor responde a pergunta.  Faça uso freqüente de respostas em grupo ou ao mesmo tempo quando há uma única resposta curta. Quando estiver explicando, pare com freqüência e peça aos alunos para voltar atrás e repetir uma ou duas palavras.  Use folhas de resumo que são resumos parciais enquanto você explica a lição ou dá uma palestra, os alunos preenchem as palavras que estão faltando baseado em o que você está dizendo ou escrevendo no quadro.  Uma técnica de instruções direta e outros métodos de questionamento que permitam oportunidade de grande participação (E.: respostas em unissario, resposta em dupla).  Use a estrutura apropriada para cooperação em grupos de aprendizagem (ex.: designação de papéis, tempo limitado, responsabilidade). Não é apenas trabalho em grupo, alunos com TDAH (e muitos outros) não funcionam bem sem as estruturas e expectativas claramente definidas.
  • 7.  Sinalize alunos através da audição: toque de campainha ou sino, bata palmas, toque um acorde de piano / violão, use um sinal verbal.  Use sinais visuais: pisque as luzes, levante as mãos indicando que os alunos levantem as mãos e fechem a boca até que todos estiverem quietos e atentos.  Sinalize claramente: “todo mundo”... Pronto...”  Cor é muito efetivo para chamar atenção. Use pincéis coloridos no quadro branco e para transparência no retro-projetor.  Contato com os olhos. Os alunos devem estar virados para você quando você está falando, especialmente quando instruções estão sendo dadas. Se os alunos estiverem sentados em grupos, peça aqueles que não estão diretamente voltados para você que virem suas cadeiras e corpos quando sinalizados a fazer isso projete sua voz e certifique-se estar sendo ouvida claramente por todos. Esteja consciente de outros barulhos na sala de aula.  Chame o aluno para perto de você para explicação direta.  Posicione todos os alunos para que possam ver o quadro. Sempre permita que os alunos reposicionem suas carteiras e sinalizem para você se a visão estiver bloqueada.  Use recursos visuais. Escreva palavras chave ou figuras no quadro enquanto estiver explicando. Use figuras, diagramas, gestos, demonstrações e materiais de alto interesse.  Ilustre, ilustre, ilustre: não importa se você não desenha bem durante suas explicações. Dê a você mesmo e aos alunos permissão e encorajamento para desenhar, mesmo que não tenha talento. Desenhos não precisam ser sofisticados e exatos. Aliás, geralmente quanto mais tolo melhor.  Aponte para o material escrito que você quer enfocar com um apontador ou laser. Nota: retro projetores estão entre as melhores ferramentas para prender a atenção na sala de aula. No retro projetor o professor pode modelar facilmente e destacar informações importantes. Transparências podem ser preparadas com antecedência, poupando tempo. As transparências podem ser parcialmente cobertas, bloqueando qualquer estímulo visual que possa distrair.  Bloqueie material. Cubra ou retire do campo visual aquilo que você não quer que os alunos foquem, removendo as distrações do quadro ou tela.  Ande pela sala – mantendo sua visibilidade.  Esteja bem preparado e evite atrasos nas explicações.  Ensine tematicamente quando possível – permitindo integração de idéias / conceitos e conexões.  Use técnica de nível mais elevado para perguntas. Faça perguntas abertas, que requerem raciocínio e estimulam pensamentos abertos, que requerem raciocínio e estimulam pensamentos críticos e discussão. ESTRATÉGIAS E SUPORTES PARA LIDAR COM PROBLEMAS SOCIAIS E EMOCIONAIS  Tente variar a organização de assentos para proporcionar uma situação em que o aluno sinta-se confortável.  Dê ao aluno responsabilidade na sala de aula / escola.  Reduza o número de tarefa ou modifique para possibilitar um maior índice de sucesso nos alunos.  Tente identificar o que está causando estresse e frustração ao aluno.
  • 8.  Reduza tarefas com papel / lápis e permita outros meios de produção.  Amplie o tempo para completar a tarefa.  Use instruções curtas acompanhadas por demonstração ou exemplo visual.  Use um cronômetro para determinar o tempo a ser gasto em uma tarefa específica.  Forneça atividades que o aluno possa ter sucesso (academicamente e socialmente).  Envolva os alunos em atividades de monitoria com crianças menores.  Arranje mensagens para o aluno levar outras salas de aula ou para secretarias.  Descubra o interesse dos alunos e proporcione atividades que correspondam a esses interesses.  Tendem envolver os alunos em atividades extracurriculares.  Chame atenção para as potencialidades dos alunos e demonstre os talentos dele /dela, suas ilhas de competência.  Dê responsabilidades ao aluno de ser um assistente do professor, monitor, modelo, líder do grupo, etc.  Converse com professores, funcionários de apoio, orientadores, assistente sociais sobre esta criança.  Aumente a comunicação com os pais.  Aumente as oportunidades de encontrar com o aluno individualmente e estabelecer um relacionamento de apoio.  Dê a esta criança um monitor que possa lhe dar suporte e ser tolerante.  Ensine habilidades sociais apropriadas, estratégias de lidar com situações e resolver problemas.  Ensine habilidades sociais apropriadas, estratégias de lidar com situações.  Forme pares de alunos com monitores de séries mais avançadas ou um amigo especial, entre a equipe.  Aumente significativamente as interações positivas, freqüência de elogios e feedback. ENCORAJAMENTO E APRECIAÇÃO  Eu aprecio o esforço que você usou nesta tarefa.  Continue pensando nessas boas idéias.  Esse B+ reflete seu esforço. Você deve estar orgulhoso de si mesmo.  Marcos, eu percebi que você estava bem preparado para a aula de hoje. Realmente ajudou você ter arrumado sua carteira e em ordem o seu caderno.  Eu gosto da maneira que você lidou com aquele problema.  Você deve sentir-se bem em ver o progresso que você está fazendo. Seu esforço está sendo compensado.  É isso mesmo... continue praticando e logo você saberá tudo.  Aposto que você se dedicou muito nesta questão.  Eu percebi que os alunos da mesa 2 realmente se ajudaram e trabalharam como equipe. Meus parabéns.  Leane, você seguiu as instruções rapidamente. Eu aprecio sua cooperação.  Eu percebi que você realmente se dedicou a melhorar sua caligrafia. Posso ver uma melhora na sua letra.  Eu agradeço a maneira que você ajudou a Mariana com o que ela perdeu ontem por ter faltado a aula. Você realmente é um companheiro responsável.
  • 9.  Olha que melhora ! realmente mostra que você se dedicou com tempo e esforço.  Eu estou confiante que você fará uma boa escolha.  Você consegue fazer isto !  Você está ficando melhor em...  Essa é difícil. Mas eu tenho certeza que você pode entender.  João, você está mostrando um grande auto-controle esta manhã. Você se lembrou de levantar a mão quando quer falar e está respeitando o espaço dos outros alunos. Vanda Rambaldi Psicóloga Autora Consultada: Sandra Rief Greenhill LL J Clin Psychiatry, 1998  Para introduzir um comentário novo, deve-se utilizar materiais didáticos variados em termos de cores, formas e tamanhos para que a criança possa manuseá-los.  Para a realização do “para casa”, o ambiente deve ter o mínimo de estímulos que possam desviar sua atenção. Evite objetos cortantes ou que possam se quebrar facilmente. Quebrar ou estragar objetos é muito comum entre as pessoas com TDA/H, e eles tendem se sentir culpados ao fazê-lo, experimentando angústia e estresse após a ocorrência do fato.  Para estabelecer um bom vínculo, olhe nos olhos e ouça o que o aluno tem a dizer; isto inclui seus objetivos, suas expectativas e medos.  Considerando que o planejamento é uma tarefa muito complicada para o aluno, auxilie-o pré-estabelecendo regras, objetivos, tempos e limites. Estes últimos devem ser colocados de maneira firme, porém sem o intuito de punir.  Repita várias vezes às regras de forma clara e objetiva, sem um tom de cobrança.  Peça-o para repetir o que entendeu sobre o que acabou de ouvir.  Evite pressioná-lo com relação ao tempo com frases do tipo: “Ande rápido, seu tempo está se esgotando” ou “Acelere e pare de fazer hora”.  Monitorize o tempo de forma que sempre fiquem alguns minutos a mais para qualquer imprevisto. Sinalize sempre quando estiver faltando alguns minutos para acabar a tarefa proposta.  Dê intervalos de 5 minutos a cada 40 minutos de trabalho para que o aluno possa movimentar-se, beber água, ir ao banheiro, etc.  Avise sobre possíveis mudanças com antecedência, para que ele se prepare e ajude-o a monitorar os imprevistos, pois estes são vividos com muito sofrimento pelo aluno.  Acompanhe a execução das tarefas, que devem ser realizadas por etapas e em passos pequenos. O conteúdo deve ser introduzido em pequenas quantidades, para ser lido e trabalhado.  O uso de marcadores de texto, gráficos, mapas, figuras, jogos, músicas, listas de lembretes e softwares interativos têm um papel importante no processo de aprendizagem do aluno com TDA/H.  Frequentemente, elogie os avanços no processo de aprendizagem, encorajando-o a continuar e reforçando positivamente com pequenos “brindes” ou “surpresinhas  Estimule a participação do aluno em tarefas variadas, pedindo que faça pequenos favores como dar um recado ou buscar um objeto em outro lugar. Depois, estimule perguntas que facilitam a auto-observação do tipo: “o que acabei de fazer ?” ou “o
  • 10. que fiz hoje de legal ?” ou ainda peça para descrever uma cena, recontar histórias, relatar o que fez em um final de semana.  Sempre que possível, use o lúdico e a novidade. “Contar segredos no pé do ouvido” sempre aguça a curiosidade e garante a atenção do aluno.  Para que haja uma boa memorização, use dicas, macetes, lembretes, despertador e músicas cujas letras referem-se ao tema da aprendizagem.  Quando perceber o aluno se dispensando, aproxime-se dele, toque-o nos ombros, olhe-o nos olhos, altere seu tom de voz variando entre o grave e o agudo, mude sua expressão facial e gestos.  Evite corrigir a falta de atenção do aluno em voz alta diante de outras pessoas, pois ele poderá se sentir humilhado e reagir de forma mais distante ou mesmo agressiva.  Na sala de aula, o aluno deve senta-se próximo à professora, para que esta possa destinar-se a atenção necessária sem causar-lhe constrangimento ou despertar ciúmes no restante da turma.  Evite colocar o aluno perto de janelas ou portas, pois ele pode ser facilmente distraído por estímulos externos.  Incentivos e reforços positivos do tipo: uma piscadinha, um tapinha nas costas ou um sinal de “jóia” com a mão, são sempre bem vindos e aumentam a motivação para continuar as atividades.  Incentive-o a praticar esportes individuais ou coletivos para que entre em contato com novas regras, gaste bastante energia e possa se integrar com outras pessoas. É IMPORTANTE LEMBRAR que pessoas com TDA/H são normalmente pessoas muito criativas e inteligentes. Quando cuidados por pessoas capacitadas, certamente se tornarão indivíduos mais realizados e felizes. (FONTE: Distraído e a 1000 por hora, de Simone Sena e Orestes Neto) FONTE: http://maisqueumsegundofeliz.blogspot.com/2009/07/sugestoes-para- ensinar-todos-os-alunos.html