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SIMULADO DE PORTUGUÊS 
1. (PROMOVER). Leia o texto abaixo. 
Turma do bem 
Tem gente que trabalha para preservar 
a natureza, os bichos e as plantas. 
Nos zoológicos, pesquisadores estudam 
o comportamento dos animais e procuram 
criar condições para ajudá-los. Há cientistas 
que acompanham bichos viajantes, outros 
que protegem aves e ninhos e há também os 
que incentivam a criação de ambientes 
naturais protegidos para garantir a vida de 
espécies ameaçadas de extinção. 
Existem ainda grupos de pessoas que 
fazem parte de organizações não-governamentais 
(ONGs), que não estão 
ligadas ao governo e não recebem dinheiro 
público, nem são empresas, pois não têm 
objetivo de conseguir lucro. Esses grupos 
agem em várias áreas, como a educação de 
crianças, o auxílio a pessoas doentes e a 
defesa da natureza. 
Disponível em: 
<http://recreionline.abril.com.br/fique_dentro/ 
ciencia 
/natureza/conteudo_144607.shtml>. 
De acordo com esse texto, as ONGs são 
A) escolas. 
B) grupos de cientistas do governo. 
C) organizações não-governamentais. 
D) zoológicos. 
2. Leia o quadro abaixo. 
BALEIA-AZUL HUMANOS 
De acordo com esse quadro, acima de 35 
metros é o 
A) peso do cérebro da baleia azul. 
B) peso do cérebro do homem. 
C) tamanho do corpo da baleia azul. 
D) tamanho do corpo do homem 
3. (AvaliaBH). Leia o texto abaixo: 
O Papagaio Especial 
O freguês entrou na loja de animais e 
disse ao vendedor: 
– Queria um papagaio que fosse 
especial. 
– Chegou na hora certa! Temos um 
bilíngue. Se levantar a patinha direita, ele fala 
Inglês. 
Se levantar a patinha esquerda, ele fala 
Francês. 
– E se eu levantar as duas patinhas? 
O papagaio respondeu: 
– Aí eu caio! 
Disponível em: 
<http://boaspiadas.blogspot.com/2007/07/pia 
da-infantil.html>. *Adaptado: Reforma 
Ortográfica. 
O título dessa história é O Papagaio 
Especial, porque o papagaio 
A) caía ao falar. 
B) era bilíngue. 
C) era engraçado. 
D) levantava as patinhas. 
4. (SAEPE). Leia o texto abaixo. 
O Desenhista 
A professora pegou Joãozinho na sala 
de aula desenhando caricaturas de seus 
amiguinhos. Tomou seu caderno e disse: 
– Vamos mostrar para a diretora e ver o 
que ela acha disso! 
Chegando na sala da diretora, após esta 
olhar com atenção para os desenhos, 
exclamou: 
– Muito bonito isso, não é, seu 
Joãozinho? 
Respondeu Joãozinho com a maior 
naturalidade do mundo: 
– Bonito e bem desenhado. Na verdade, 
eu sempre soube que era um grande artista, 
mas a modéstia me impedia de falar sobre o 
assunto. Mas agora, vindo da senhora, sei 
que é sincero, por isso fico muito contente! 
Site de dicas.uol.com.br, 19 de maio de 
2008. 
O que Joãozinho estava desenhando?
(A) A professora 
(B) Os amiguinhos 
(C) A diretora 
(D) Os artistas. 
5. (SAERO). Leia o texto abaixo. 
“Crucificado” pela gripe, porco é animal 
de estimação de famosos 
Ainda não há provas que o incriminem 
definitivamente pelo atual surto de gripe que 
atingiu 11 países. Mesmo assim, o porco já 
vem sendo julgado culpado por autoridades 
mundo afora, que determinam até a morte de 
criações inteiras. 
Na última segunda-feira (27), a OIE 
(Organização Mundial para a Saúde Animal) 
reiterou que ainda não foi comprovada a 
relação entre o vírus e os animais e pediu 
que a gripe suína seja denominada gripe da 
América do Norte. 
Mas, para algumas pessoas, pouco 
importa se a culpa é ou não do porco. Para 
elas, o animal não é um inimigo, e sim um 
companheiro para todas as horas. 
Disponível em: 
<http://www1.folha.uol.com.br/acessado>. 
Acesso em: 5 set. 2009. 
Leia novamente a frase. 
“Para elas, o animal não é um inimigo, e sim 
um companheiro para todas as horas.”. 
Nessa frase, a palavra elas refere-se 
A) a algumas pessoas. 
B) a criações inteiras. 
C) às autoridades. 
D) às horas. 
6. (SAERS). Leia o texto abaixo. 
O começo da humanidade 
Não existia gente no mundo, apenas um 
homem chamado Toba com sua mulher. 
Plantavam macaxeira, milho, batatas, 
banana, mamão. 
Fora a roça deles, tudo era natureza, 
sem plantação alguma. Eram só os dois, 
sozinhos. 
Nem sequer bichos havia; só a cutia e o 
nambu-relógio. 
Toba debulhava o milho e fazia 
montinhos. 
Um dia viu que a colheita estava 
desaparecendo. Imaginando que o ladrão 
podia ser a cutia, se não fosse a tanajura ou 
a saúva, fez uma tocaia para espreitá-la, bem 
de madrugada. 
Em vez de cutia, viu que era gente, 
debaixo da terra, que esticava a mão por um 
buraco para roubar seu milho. Toba 
conseguia ouvir conversas no subterrâneo, 
pessoas brigando para ver quem poria 
primeiro a mão para surrupiar o milho. 
A saída do mundo subterrâneo era um 
buraco tampado por uma rocha pesadíssima. 
Toba fez força e conseguiu levantá-la 
para as pessoas saírem; mas tinha que ficar 
segurando o peso imenso, apressando o 
povo enquanto sustentava a rocha. 
As pessoas foram saindo... 
MINDIN, Betty. O primeiro homem. São 
Paulo: Cosac & Naify, 2001. p. 13-6. Col. 
Mitos do Mundo. Fragmento. 
No trecho “... para roubar seu milho.” (ℓ. 9), a 
palavra destacada refere-se à palavra 
A) ladrão. 
B) cutia. 
C) gente. 
D) Toba. 
7. (SPAECE). Leia o texto abaixo 
responda: 
Disponível em: 
<http://www.revista.agulha.nom.br/jpaulo1.ht 
ml>. Acesso em: 5 jun. 2010. 
Nesse texto, a expressão “cabeça oca” quer 
dizer 
A) complicada. 
B) fácil de influenciar. 
C) pensa pouco. 
D) teimosa. 
Leia o texto abaixo 
No trecho “Um era novo, bonito, com ponta 
muito bem-feita. Mas o outro – coitadinho! – 
era triste de se ver. (...)”, a palavra em 
destaque refere-se ao 
(A) apontador. 
(B) lápis grandão.
(C) toquinho de lápis. 
(D) lápis vermelho. 
8. (Prova Brasil). Leia o texto abaixo. 
Leia o texto abaixo. 
No trecho “Sem contar o chapéu, com abas 
viradas para baixo, que virou mania em 
Paris”, a expressão virou mania significa que 
ele foi um objeto: 
A) desconhecido. 
B) proibido. 
C) famoso. 
D) criticado 
9. (SADEAM). Leia o texto abaixo: 
Palavras, palavrinhas, palavrões 
Era uma vez uma menina que gostava 
muito de palavras. Estava sempre querendo 
aprender palavras novas. Prestava atenção 
toda vez que ouvia uma diferente. Queria 
reparar como é que se usava para poder 
repetir depois. Para ela, todas eram 
interessantes: as pequenas, as médias e as 
grandes. As palavrinhas, as palavras e os 
palavrões. 
Só que os outros não achavam 
interessante. E, às vezes, nem ela mesma 
entendia. Ou entendia os outros. Às vezes 
ela ouvia alguém dizer umas palavras 
imensas e nem conseguia repetir direito. 
Como no dia em que um homem falou na 
rua: 
– Tem um paralelepípedo solto... 
Cuidado. 
PARALELEPÍPEDO? Mesmo com todo 
o cuidado, falando bem devagar, era difícil 
repetir. A 
língua dela se enrolava toda com um 
palavrão desse tamanho. 
MACHADO, Ana Maria. Palavras, 
palavrinhas, palavrões. 
Quinteto Editorial. 
Nesse texto, palavrão tem o sentido de 
A) xingamento. 
B) paralelepípedo. 
C) palavra grande. 
D) diferente. 
10. Leia o texto abaixo e responda à questão. 
O feitiço do sapo 
Eva Furmari 
Todo lugar sempre tem um doido. Piririca da 
Serra tem Zóio. Ele é um sujeito cheio de 
idéias, fica horas falando e anda pra cima e 
pra baixo, numa bicicleta pra lá de doida, que 
só falta voar. O povo da cidade conta mais 
de mil casos de Zóio, e acha que tudo 
acontece, coitado, por causa da sua sincera 
mania de fazer “boas ações”. Outro dia, Zóio 
estava passando em frente à casa de 
Carmela, quando a ouviu cantar uma bela e 
triste canção. Zóio parou e pensou: que 
pena, uma moça tão bonita, de voz tão doce, 
ficar assim triste e sem apetite de tanto 
esperar um príncipe encantado. Isto não era 
justo. Achou que poderia ajudar Carmela a 
realizar seu sonho e tinha certeza de que 
justamente ele era a pessoa certa para isso. 
Zóio se pós a imaginar como iria achar um 
príncipe para Carmela. Pensou muito par 
encontrar uma solução e finalmente teve uma 
grande idéia de jerico: foi até a beira do rio, 
pegou um sapo verde e colocou-o numa 
caixa bem na porta da cada dela. 
FURNARI, Eva. O feitiço do sapo. São Paulo: 
Editora Ática, 2006, p. 4 e 5. Fragmento 
A intenção de Zóio ao colocar um sapo na 
porta da casa de Carmela foi 
A) ajudá-la a encontrar um príncipe 
encantado. 
B) ajudá-la a cantar com voz mais doce 
ainda. 
C) encontrar alguém para cuidar do sapo 
que vivia no frio. 
D) fazer uma surpresa, dando-lhe um sapo 
de presente. 
11. (SAERJ). Leia o texto abaixo e 
responda:
Desejo de genro 
Sogrinha, eu gostaria muito que a 
senhora fosse uma estrela. 
— Quanta gentileza, genrinho. Mas por 
que você fala assim? 
— Porque a estrela mais próxima está a 
milhões e milhões de quilômetros da Terra. 
Calendário 2008 – Ed. Boa Nova 
Com. Livros Religiosos Ltda. - EPP 
O que dá um tom divertido a esse texto? 
(A) O genro comparar a distância das 
estrelas à distância que quer ter da 
sogra. 
(B) O genro chamar a sua sogra de 
“sogrinha” e querer que ela fosse uma 
estrela. 
(C) A gentileza do genro com a sua 
“sogrinha”, coisa rara de acontecer. 
(D) A existência de estrelas a milhões de 
quilômetros do planeta Terra 
12. Leia o texto e responda à questão. 
O ELEFANTE 
O Juquinha e outros dois garotos foram 
levados ao diretor do zoológico por causa de 
uma baita briga. 
O diretor começa o interrogatório: 
— Quem é você e por que está aqui? 
— Eu sou Juquinha e joguei amendoim 
nos elefantes. 
Então o diretor perguntou ao segundo: 
— Quem é você e por que está aqui? 
— Eu sou Joãozinho e joguei amendoim 
nos elefantes. 
Então o diretor perguntou ao terceiro 
menino, que estava todo machucado: 
Fonte: DOMENICO, Guca; SARRUMOR, 
Laert. O elefante. In: Um campeonato de 
piadas. São Paulo: Nova Alexandria, 1999. 
O texto é engraçado porque: 
A) Juquinha e seus amigos foram levados 
para o diretor do zoológico. 
B) os meninos jogaram amendoim no 
elefante. 
C) o terceiro menino tinha apelido de 
amendoim. 
D) o terceiro menino estava todo 
machucado. 
13. (SARESP-2011). Leia o texto abaixo. 
(www.turmadamonica.com.br) 
O efeito de humor desse texto está 
(A) na cara de bobo feita por Chico Bento. 
(B) na mania de grandeza do amigo de 
Chico Bento. 
(C) na pergunta feita pelo amigo de Chico 
Bento. 
(D) no duplo sentido do termo cabeças de 
gado. 
14. (SAERS). Leia o texto abaixo. 
Cozinheira de mão-cheia 
Minha irmã passou no vestibular aos 17 
anos e teve de se mudar para outra cidade. Foi 
sua primeira experiência de morar sozinha. 
Alugou um apartamento e dividiu-o com uma 
amiga da mesma idade que também tinha 
acabado de entrar para a faculdade. Muito 
dependente de minha mãe, eram constantes os 
telefonemas para perguntar as coisas mais 
diversas. Em uma dessas ligações, minha mãe 
voltou dando gargalhadas: minha irmã queria 
saber como se preparava um chá de farinha. 
– Chá de farinha? Perguntou espantada 
minha mãe. – Não se pode fazer chá com 
farinha! 
– Como não? Estamos com uma receita de 
panquecas que diz: “Cinco colheres de chá de 
farinha.” 
Gustavo Fernandes Emílio – Botucatu, SP 
Seleções Reader’s Digest. São Paulo: Abril, abr. 2009. p. 59. 
Pode-se compreender, nesse texto, que a moça 
A) não era experiente. 
B) não era criativa. 
C) parecia arrogante. 
D) parecia aplicada. 
15. (PROEB). Leia o texto abaixo.
Decidiu fugir de casa. No dia seguinte foi 
encontrado seco no carpete da sala. No aquário, 
ninguém parecia dar pela sua falta. 
Disponível em: <http://www.microcontos.com.br>. 
Quem fugiu de casa? 
A) A filha. 
B) A gata. 
C) O filho. 
D) O peixe. 
16.(SAEPE). Leia o texto abaixo. 
A LENDA DO DIAMANTE 
Antes, muito antes do ano de 1500, o Brasil 
chamava-se Pindorama e vivia à sombra de mil 
palmeiras. 
Foi nessa época que o índio Oiti, valente 
entre os mais valentes, se despediu de Potira, 
sua esposa, e desceu o rio para dar combate a 
uma tribo inimiga. 
Doze luas passaram-se sem que o moço 
guerreiro voltasse. 
E quando lhe veio a certeza de que não o 
veria mais, Potira, chorou de saudades. 
Suas lágrimas misturaram-se com a areia 
da praia, e Tupã transformou-as em diamantes. 
E aí está a origem dessa pedra preciosa. 
Proveio de lágrimas de amor. 
STARLING, Nair. Nossas Lendas. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 
1968. 
De acordo com esse texto, os indígenas 
marcavam o tempo por meio 
A) da areia. 
B) da lua. 
C) do diamante. 
D) do sol. 
17. (Prova Brasil). Leia o texto abaixo. 
No 3º quadrinho, a expressão do personagem e 
sua fala "AHHH!" indica que ele ficou: 
(A) acanhado. 
(B) aterrorizado. 
(C) decepcionado. 
(D) estressado. 
18. Leia o texto abaixo. 
http://www.google.com.br
A figura acima sinaliza que é necessário 
(A) fugir dos mosquitos. 
(B) aniquilar todos os insetos. 
(C) combater o mosquito da dengue. 
(D) desrespeitar as placas de trânsito. 
19. (professoraregianeuca.blogspot.com.br). Este 
cartaz da Campanha contra a Dengue foi 
colocado no pátio da escola. 
O balão do cartaz indica que o personagem 
(A) convoca os estudantes para contarem 
histórias sobre a dengue. 
(B) alerta para a necessidade de cuidar da 
água parada. 
(C) sugere como tratar as pessoas com 
dengue. 
(D) pede ajuda para o combate à dengue. 
20.(SEPR). Leia o texto abaixo: 
Fonte: QUINO. Joaquim. Toda Mafalda. São Paulo. Martins Fontes, 
ed. 6, 2003. 
A expressão de Mafalda, no último quadrinho, 
revela: 
A) Satisfação. 
B) Aborrecimento. 
C) Alegria. 
D) Realização . 
21. (SPAECE). Leia o texto abaixo e responda. 
A POMBA E A FORMIGA 
Uma pomba branca bebia água no riacho 
quando, de repente, ouviu uma vozinha muito 
fraca: 
– Socorro, socorro, estou me afogando! 
Era uma formiga, que a correnteza forte 
arrastava. 
A pomba branca ficou penalizada. 
“Coitadinha da formiga”, pensou. “Como poderei 
ajudá-la?” Arrancou com o bico uma graminha e 
a jogou na água. A formiga subiu no barco e 
alcançou a outra margem. 
Aliviada, a formiga queria agradecer a 
pomba, mas onde será que ela estava? 
Dias depois, a formiguinha andava pelo 
bosque quando viu um camponês descalço, 
armado de arco e flecha. O homem mirava 
alguma coisa no alto de um galho. Era 
justamente a pomba branca que, sem desconfiar 
de nada, dormia tão profundamente que até 
roncava. 
“Preciso avisá-la”, pensou a formiga, 
desesperada.
Nhec!!!... A formiguinha enterrou suas 
mandíbulas cortantes no pé descalço do 
camponês malvado. 
– Ai! Ai! Ai! Ui! Ui! Ui! – Gritou o homem, 
uivando de dor. E largou o arco e a flecha, que 
ficaram caídos na terra. 
Com o barulho, a pombinha acordou 
assustada. E mais que depressa tratou de voar 
para bem longe. O camponês foi embora, furioso, 
resmungando: 
– Que azar, pisei num espinho! Adeus, 
pomba assada... 
MORAL DA HISTÓRI A: “O bem que fazemos, 
um dia volta para nós.” 
VI EIR A, Isabel. Fabulinhas Famosas. São Paulo: Rideel, 2001. p. 
201. 
O narrador dessa história é 
A) a pomba. 
B) a formiga. 
C) um camponês. 
D) um observador. 
22.(AvaliaBH). Leia o texto abaixo: 
Mandioca 
Existem várias lendas que explicam a 
origem da mandioca, porém a mais conhecida é 
sobre Mani. Mani era uma linda indiazinha, neta 
de um grande cacique de uma tribo antiga. 
Desde que nasceu andava e falava. De 
repente, morreu sem ficar doente e sem sofrer. 
A indiazinha foi enterrada dentro da própria 
oca onde sempre morou e como era a tradição 
do seu povo. Todos os dias os índios da aldeia 
iam visitá-la e choravam sobre sua sepultura, até 
que nela surgiu uma planta desconhecida. Então, 
os índios resolveram cavar para ver que planta 
era aquela, tiraram-na da terra e ao examinar sua 
raiz viram que era marrom, por fora, e branquinha 
por dentro. 
Após cozinharem e provarem a raiz, 
entenderam que se tratava de um presente do 
Deus Tupã. A raiz de Mani veio para saciar a 
fome da tribo. Os índios deram o nome da raiz de 
Mani e como nasceu dentro de uma oca ficou 
Manioca, que hoje conhecemos como mandioca. 
Disponível em: <http://www.sohistoria.com.br/lendasemitos/br/>. 
Acesso em: 10 ago. 2011. 
Quem é a personagem principal dessa história? 
A) Deus Tupã. 
B) Mani. 
C) O cacique. 
D) Os índios.

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Simulado de português 5º ano spaece 2014

  • 1. SIMULADO DE PORTUGUÊS 1. (PROMOVER). Leia o texto abaixo. Turma do bem Tem gente que trabalha para preservar a natureza, os bichos e as plantas. Nos zoológicos, pesquisadores estudam o comportamento dos animais e procuram criar condições para ajudá-los. Há cientistas que acompanham bichos viajantes, outros que protegem aves e ninhos e há também os que incentivam a criação de ambientes naturais protegidos para garantir a vida de espécies ameaçadas de extinção. Existem ainda grupos de pessoas que fazem parte de organizações não-governamentais (ONGs), que não estão ligadas ao governo e não recebem dinheiro público, nem são empresas, pois não têm objetivo de conseguir lucro. Esses grupos agem em várias áreas, como a educação de crianças, o auxílio a pessoas doentes e a defesa da natureza. Disponível em: <http://recreionline.abril.com.br/fique_dentro/ ciencia /natureza/conteudo_144607.shtml>. De acordo com esse texto, as ONGs são A) escolas. B) grupos de cientistas do governo. C) organizações não-governamentais. D) zoológicos. 2. Leia o quadro abaixo. BALEIA-AZUL HUMANOS De acordo com esse quadro, acima de 35 metros é o A) peso do cérebro da baleia azul. B) peso do cérebro do homem. C) tamanho do corpo da baleia azul. D) tamanho do corpo do homem 3. (AvaliaBH). Leia o texto abaixo: O Papagaio Especial O freguês entrou na loja de animais e disse ao vendedor: – Queria um papagaio que fosse especial. – Chegou na hora certa! Temos um bilíngue. Se levantar a patinha direita, ele fala Inglês. Se levantar a patinha esquerda, ele fala Francês. – E se eu levantar as duas patinhas? O papagaio respondeu: – Aí eu caio! Disponível em: <http://boaspiadas.blogspot.com/2007/07/pia da-infantil.html>. *Adaptado: Reforma Ortográfica. O título dessa história é O Papagaio Especial, porque o papagaio A) caía ao falar. B) era bilíngue. C) era engraçado. D) levantava as patinhas. 4. (SAEPE). Leia o texto abaixo. O Desenhista A professora pegou Joãozinho na sala de aula desenhando caricaturas de seus amiguinhos. Tomou seu caderno e disse: – Vamos mostrar para a diretora e ver o que ela acha disso! Chegando na sala da diretora, após esta olhar com atenção para os desenhos, exclamou: – Muito bonito isso, não é, seu Joãozinho? Respondeu Joãozinho com a maior naturalidade do mundo: – Bonito e bem desenhado. Na verdade, eu sempre soube que era um grande artista, mas a modéstia me impedia de falar sobre o assunto. Mas agora, vindo da senhora, sei que é sincero, por isso fico muito contente! Site de dicas.uol.com.br, 19 de maio de 2008. O que Joãozinho estava desenhando?
  • 2. (A) A professora (B) Os amiguinhos (C) A diretora (D) Os artistas. 5. (SAERO). Leia o texto abaixo. “Crucificado” pela gripe, porco é animal de estimação de famosos Ainda não há provas que o incriminem definitivamente pelo atual surto de gripe que atingiu 11 países. Mesmo assim, o porco já vem sendo julgado culpado por autoridades mundo afora, que determinam até a morte de criações inteiras. Na última segunda-feira (27), a OIE (Organização Mundial para a Saúde Animal) reiterou que ainda não foi comprovada a relação entre o vírus e os animais e pediu que a gripe suína seja denominada gripe da América do Norte. Mas, para algumas pessoas, pouco importa se a culpa é ou não do porco. Para elas, o animal não é um inimigo, e sim um companheiro para todas as horas. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/acessado>. Acesso em: 5 set. 2009. Leia novamente a frase. “Para elas, o animal não é um inimigo, e sim um companheiro para todas as horas.”. Nessa frase, a palavra elas refere-se A) a algumas pessoas. B) a criações inteiras. C) às autoridades. D) às horas. 6. (SAERS). Leia o texto abaixo. O começo da humanidade Não existia gente no mundo, apenas um homem chamado Toba com sua mulher. Plantavam macaxeira, milho, batatas, banana, mamão. Fora a roça deles, tudo era natureza, sem plantação alguma. Eram só os dois, sozinhos. Nem sequer bichos havia; só a cutia e o nambu-relógio. Toba debulhava o milho e fazia montinhos. Um dia viu que a colheita estava desaparecendo. Imaginando que o ladrão podia ser a cutia, se não fosse a tanajura ou a saúva, fez uma tocaia para espreitá-la, bem de madrugada. Em vez de cutia, viu que era gente, debaixo da terra, que esticava a mão por um buraco para roubar seu milho. Toba conseguia ouvir conversas no subterrâneo, pessoas brigando para ver quem poria primeiro a mão para surrupiar o milho. A saída do mundo subterrâneo era um buraco tampado por uma rocha pesadíssima. Toba fez força e conseguiu levantá-la para as pessoas saírem; mas tinha que ficar segurando o peso imenso, apressando o povo enquanto sustentava a rocha. As pessoas foram saindo... MINDIN, Betty. O primeiro homem. São Paulo: Cosac & Naify, 2001. p. 13-6. Col. Mitos do Mundo. Fragmento. No trecho “... para roubar seu milho.” (ℓ. 9), a palavra destacada refere-se à palavra A) ladrão. B) cutia. C) gente. D) Toba. 7. (SPAECE). Leia o texto abaixo responda: Disponível em: <http://www.revista.agulha.nom.br/jpaulo1.ht ml>. Acesso em: 5 jun. 2010. Nesse texto, a expressão “cabeça oca” quer dizer A) complicada. B) fácil de influenciar. C) pensa pouco. D) teimosa. Leia o texto abaixo No trecho “Um era novo, bonito, com ponta muito bem-feita. Mas o outro – coitadinho! – era triste de se ver. (...)”, a palavra em destaque refere-se ao (A) apontador. (B) lápis grandão.
  • 3. (C) toquinho de lápis. (D) lápis vermelho. 8. (Prova Brasil). Leia o texto abaixo. Leia o texto abaixo. No trecho “Sem contar o chapéu, com abas viradas para baixo, que virou mania em Paris”, a expressão virou mania significa que ele foi um objeto: A) desconhecido. B) proibido. C) famoso. D) criticado 9. (SADEAM). Leia o texto abaixo: Palavras, palavrinhas, palavrões Era uma vez uma menina que gostava muito de palavras. Estava sempre querendo aprender palavras novas. Prestava atenção toda vez que ouvia uma diferente. Queria reparar como é que se usava para poder repetir depois. Para ela, todas eram interessantes: as pequenas, as médias e as grandes. As palavrinhas, as palavras e os palavrões. Só que os outros não achavam interessante. E, às vezes, nem ela mesma entendia. Ou entendia os outros. Às vezes ela ouvia alguém dizer umas palavras imensas e nem conseguia repetir direito. Como no dia em que um homem falou na rua: – Tem um paralelepípedo solto... Cuidado. PARALELEPÍPEDO? Mesmo com todo o cuidado, falando bem devagar, era difícil repetir. A língua dela se enrolava toda com um palavrão desse tamanho. MACHADO, Ana Maria. Palavras, palavrinhas, palavrões. Quinteto Editorial. Nesse texto, palavrão tem o sentido de A) xingamento. B) paralelepípedo. C) palavra grande. D) diferente. 10. Leia o texto abaixo e responda à questão. O feitiço do sapo Eva Furmari Todo lugar sempre tem um doido. Piririca da Serra tem Zóio. Ele é um sujeito cheio de idéias, fica horas falando e anda pra cima e pra baixo, numa bicicleta pra lá de doida, que só falta voar. O povo da cidade conta mais de mil casos de Zóio, e acha que tudo acontece, coitado, por causa da sua sincera mania de fazer “boas ações”. Outro dia, Zóio estava passando em frente à casa de Carmela, quando a ouviu cantar uma bela e triste canção. Zóio parou e pensou: que pena, uma moça tão bonita, de voz tão doce, ficar assim triste e sem apetite de tanto esperar um príncipe encantado. Isto não era justo. Achou que poderia ajudar Carmela a realizar seu sonho e tinha certeza de que justamente ele era a pessoa certa para isso. Zóio se pós a imaginar como iria achar um príncipe para Carmela. Pensou muito par encontrar uma solução e finalmente teve uma grande idéia de jerico: foi até a beira do rio, pegou um sapo verde e colocou-o numa caixa bem na porta da cada dela. FURNARI, Eva. O feitiço do sapo. São Paulo: Editora Ática, 2006, p. 4 e 5. Fragmento A intenção de Zóio ao colocar um sapo na porta da casa de Carmela foi A) ajudá-la a encontrar um príncipe encantado. B) ajudá-la a cantar com voz mais doce ainda. C) encontrar alguém para cuidar do sapo que vivia no frio. D) fazer uma surpresa, dando-lhe um sapo de presente. 11. (SAERJ). Leia o texto abaixo e responda:
  • 4. Desejo de genro Sogrinha, eu gostaria muito que a senhora fosse uma estrela. — Quanta gentileza, genrinho. Mas por que você fala assim? — Porque a estrela mais próxima está a milhões e milhões de quilômetros da Terra. Calendário 2008 – Ed. Boa Nova Com. Livros Religiosos Ltda. - EPP O que dá um tom divertido a esse texto? (A) O genro comparar a distância das estrelas à distância que quer ter da sogra. (B) O genro chamar a sua sogra de “sogrinha” e querer que ela fosse uma estrela. (C) A gentileza do genro com a sua “sogrinha”, coisa rara de acontecer. (D) A existência de estrelas a milhões de quilômetros do planeta Terra 12. Leia o texto e responda à questão. O ELEFANTE O Juquinha e outros dois garotos foram levados ao diretor do zoológico por causa de uma baita briga. O diretor começa o interrogatório: — Quem é você e por que está aqui? — Eu sou Juquinha e joguei amendoim nos elefantes. Então o diretor perguntou ao segundo: — Quem é você e por que está aqui? — Eu sou Joãozinho e joguei amendoim nos elefantes. Então o diretor perguntou ao terceiro menino, que estava todo machucado: Fonte: DOMENICO, Guca; SARRUMOR, Laert. O elefante. In: Um campeonato de piadas. São Paulo: Nova Alexandria, 1999. O texto é engraçado porque: A) Juquinha e seus amigos foram levados para o diretor do zoológico. B) os meninos jogaram amendoim no elefante. C) o terceiro menino tinha apelido de amendoim. D) o terceiro menino estava todo machucado. 13. (SARESP-2011). Leia o texto abaixo. (www.turmadamonica.com.br) O efeito de humor desse texto está (A) na cara de bobo feita por Chico Bento. (B) na mania de grandeza do amigo de Chico Bento. (C) na pergunta feita pelo amigo de Chico Bento. (D) no duplo sentido do termo cabeças de gado. 14. (SAERS). Leia o texto abaixo. Cozinheira de mão-cheia Minha irmã passou no vestibular aos 17 anos e teve de se mudar para outra cidade. Foi sua primeira experiência de morar sozinha. Alugou um apartamento e dividiu-o com uma amiga da mesma idade que também tinha acabado de entrar para a faculdade. Muito dependente de minha mãe, eram constantes os telefonemas para perguntar as coisas mais diversas. Em uma dessas ligações, minha mãe voltou dando gargalhadas: minha irmã queria saber como se preparava um chá de farinha. – Chá de farinha? Perguntou espantada minha mãe. – Não se pode fazer chá com farinha! – Como não? Estamos com uma receita de panquecas que diz: “Cinco colheres de chá de farinha.” Gustavo Fernandes Emílio – Botucatu, SP Seleções Reader’s Digest. São Paulo: Abril, abr. 2009. p. 59. Pode-se compreender, nesse texto, que a moça A) não era experiente. B) não era criativa. C) parecia arrogante. D) parecia aplicada. 15. (PROEB). Leia o texto abaixo.
  • 5. Decidiu fugir de casa. No dia seguinte foi encontrado seco no carpete da sala. No aquário, ninguém parecia dar pela sua falta. Disponível em: <http://www.microcontos.com.br>. Quem fugiu de casa? A) A filha. B) A gata. C) O filho. D) O peixe. 16.(SAEPE). Leia o texto abaixo. A LENDA DO DIAMANTE Antes, muito antes do ano de 1500, o Brasil chamava-se Pindorama e vivia à sombra de mil palmeiras. Foi nessa época que o índio Oiti, valente entre os mais valentes, se despediu de Potira, sua esposa, e desceu o rio para dar combate a uma tribo inimiga. Doze luas passaram-se sem que o moço guerreiro voltasse. E quando lhe veio a certeza de que não o veria mais, Potira, chorou de saudades. Suas lágrimas misturaram-se com a areia da praia, e Tupã transformou-as em diamantes. E aí está a origem dessa pedra preciosa. Proveio de lágrimas de amor. STARLING, Nair. Nossas Lendas. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1968. De acordo com esse texto, os indígenas marcavam o tempo por meio A) da areia. B) da lua. C) do diamante. D) do sol. 17. (Prova Brasil). Leia o texto abaixo. No 3º quadrinho, a expressão do personagem e sua fala "AHHH!" indica que ele ficou: (A) acanhado. (B) aterrorizado. (C) decepcionado. (D) estressado. 18. Leia o texto abaixo. http://www.google.com.br
  • 6. A figura acima sinaliza que é necessário (A) fugir dos mosquitos. (B) aniquilar todos os insetos. (C) combater o mosquito da dengue. (D) desrespeitar as placas de trânsito. 19. (professoraregianeuca.blogspot.com.br). Este cartaz da Campanha contra a Dengue foi colocado no pátio da escola. O balão do cartaz indica que o personagem (A) convoca os estudantes para contarem histórias sobre a dengue. (B) alerta para a necessidade de cuidar da água parada. (C) sugere como tratar as pessoas com dengue. (D) pede ajuda para o combate à dengue. 20.(SEPR). Leia o texto abaixo: Fonte: QUINO. Joaquim. Toda Mafalda. São Paulo. Martins Fontes, ed. 6, 2003. A expressão de Mafalda, no último quadrinho, revela: A) Satisfação. B) Aborrecimento. C) Alegria. D) Realização . 21. (SPAECE). Leia o texto abaixo e responda. A POMBA E A FORMIGA Uma pomba branca bebia água no riacho quando, de repente, ouviu uma vozinha muito fraca: – Socorro, socorro, estou me afogando! Era uma formiga, que a correnteza forte arrastava. A pomba branca ficou penalizada. “Coitadinha da formiga”, pensou. “Como poderei ajudá-la?” Arrancou com o bico uma graminha e a jogou na água. A formiga subiu no barco e alcançou a outra margem. Aliviada, a formiga queria agradecer a pomba, mas onde será que ela estava? Dias depois, a formiguinha andava pelo bosque quando viu um camponês descalço, armado de arco e flecha. O homem mirava alguma coisa no alto de um galho. Era justamente a pomba branca que, sem desconfiar de nada, dormia tão profundamente que até roncava. “Preciso avisá-la”, pensou a formiga, desesperada.
  • 7. Nhec!!!... A formiguinha enterrou suas mandíbulas cortantes no pé descalço do camponês malvado. – Ai! Ai! Ai! Ui! Ui! Ui! – Gritou o homem, uivando de dor. E largou o arco e a flecha, que ficaram caídos na terra. Com o barulho, a pombinha acordou assustada. E mais que depressa tratou de voar para bem longe. O camponês foi embora, furioso, resmungando: – Que azar, pisei num espinho! Adeus, pomba assada... MORAL DA HISTÓRI A: “O bem que fazemos, um dia volta para nós.” VI EIR A, Isabel. Fabulinhas Famosas. São Paulo: Rideel, 2001. p. 201. O narrador dessa história é A) a pomba. B) a formiga. C) um camponês. D) um observador. 22.(AvaliaBH). Leia o texto abaixo: Mandioca Existem várias lendas que explicam a origem da mandioca, porém a mais conhecida é sobre Mani. Mani era uma linda indiazinha, neta de um grande cacique de uma tribo antiga. Desde que nasceu andava e falava. De repente, morreu sem ficar doente e sem sofrer. A indiazinha foi enterrada dentro da própria oca onde sempre morou e como era a tradição do seu povo. Todos os dias os índios da aldeia iam visitá-la e choravam sobre sua sepultura, até que nela surgiu uma planta desconhecida. Então, os índios resolveram cavar para ver que planta era aquela, tiraram-na da terra e ao examinar sua raiz viram que era marrom, por fora, e branquinha por dentro. Após cozinharem e provarem a raiz, entenderam que se tratava de um presente do Deus Tupã. A raiz de Mani veio para saciar a fome da tribo. Os índios deram o nome da raiz de Mani e como nasceu dentro de uma oca ficou Manioca, que hoje conhecemos como mandioca. Disponível em: <http://www.sohistoria.com.br/lendasemitos/br/>. Acesso em: 10 ago. 2011. Quem é a personagem principal dessa história? A) Deus Tupã. B) Mani. C) O cacique. D) Os índios.