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A influência da espiritualidade e
religiosidade no processo de
tratamento dos pacientes
Oncológicos
Autores:
Dápine Neves da Silva
Laura Rocha França
Rogério Gonçalves
Introdução
Câncer, nome genérico de uma série de doenças
distintas com uma multiplicidade de causas e formas de
tratamento e prognósticos. Tendo um universo simbólico
que permeia o processo de construção social, uma vez que
sua vivência e experiência não se esgotam na dimensão
natural ou biológica do fenômeno. Onde historicamente, é
visto como uma doença que leva fatalmente à morte e,
apesar dos avanços na medicina, ainda carrega o estigma de
ser uma doença fatal.
ROGÉRIO
Nesse sentido, a experiência da
enfermidade crônica pode ser apreendida de
diversas maneiras: nas percepções e
estratégias de convivência; no processo de
perda do self, promovido pelas mudanças na
autoimagem e no corpo; na ruptura
biográfica; nas experiências estigmatizantes;
e, também, no âmbito da construção de
identidade coletiva da doença crônica
(Canesqui, 2007).
ROGÉRIO
No caso específico da doença oncológica,
há a chama “ruptura biográfica”, processo
pelo qual as estruturas da vida cotidiana, seus
significados e seus saberes passam por
rupturas, o que faz, com que o paciente
busque diferentes recursos para enfrentar
uma nova situação.
ROGÉRIO
Entre as estratégias de enfrentamento
utilizadas pelos pacientes ao longo do
processo de adoecimento está a
espiritualidade e a religiosidade.
LAURA
A prática religiosa permite ao paciente
fazer uma reinterpretação da experiência da
doença, onde ele modifica a maneira de
perceber a doença, as terapias religiosas
curam ao impor ordem sobre a experiência
caótica do sofredor e daqueles diretamente
responsáveis por ele.
LAURA
Minayo (1998) chama atenção para este aspecto ao
formular que o fenômeno religioso cumpre o papel de facilitar
às pessoas a compreensão do inexplicável e a aceitação do
que nunca fora imaginado, em caso de situações limites,
como podemos verificar no caso do câncer. Ondea autora
recorre a Berger (1996) para assinalar que “toda ordem
sagrada é uma reafirmação contra o caos [e que em] sua
ótica, o ser humano, através da religião, é levado a aceitar o
sofrimento e até a morte, na medida em que possa ter um
significado convincente para os momentos cruciais da vida”.
LAURA
É evidente que a prática religiosa possui caráter curativo
no tratamento do câncer, e que os pacientes oncológicos
consideram o recurso religioso como uma “prática terapêutica
de cura”, identificada com “outras formas de tratamento” e
crucial para o sucesso no tratamento convencional e
superação da doença.
LAURA
Assim como relatado na fala de um paciente que afirma:
“A religião trouxe muitas coisas. Ela me ajudou a enfrentar a
doença, me ajudou muito. Ela me deu tranqüilidade pra
enfrentar tudo isso, fosse o que fosse. E se preparando para o
que der e vier!” (relato retirado de um artigo).
LAURA
Espiritualidade
A espiritualidade tem recebido vários
conceitos através da historia, para McGrath
(2009), a “espiritualidade é a prática real da fé
religiosa de uma pessoa – o que a pessoa faz
com o que crê”.
DÁPINE
Pode-se considerar Florence Nightingale como
precursora da espiritualidade na enfermagem porque
já no inicio do século passado, incentivava a
necessidade da prática da espiritualidade junto ao ser
humano doente, considerando-o como um ser
integral: biológico, social, psicológico e espiritual.
Florence Nightinngale ponderava imprescindível a
dedicação do enfermeiro aos cuidados integrais ao
individuo. O centro das ações da enfermagem, para
ela deveria ser de forma holística, ou seja integral
(PEDRÃO, 2007).
DÁPINE
O trabalho do enfermeiro, conforme
Guerreiro (2009), denota grande relevância
uma vez que o enfermeiro é o principal
responsável pelo cuidado do paciente, sendo
imprescindível que o mesmo esteja preparado
para contribuir com o tratamento do paciente
oncológico oferecendo-lhe juntamente com os
demais cuidados biológicos, sociais,
psicológicos a assistência espiritual como
forma de tratamento coadjuvante.
DÁPINE
Os questionamentos sobre Espiritualidade
têm aumentado nos últimos anos, a busca por
sentido na vida, tem aproximado os homens
de Deus e da fé, tornando a espiritualidade
uma forte aliada no enfrentamento de
doenças, especialmente, as terminais como o
câncer. Uma das formas de enfrentamento da
doença e da morte, está diretamente ligada a
força da espiritualidade e a religião (TRENTINI
(2005).
DÁPINE
Koening (2012) assegura que uma oração
breve dita por um profissional de saúde pode
ser muito significativa ao paciente e
representar uma das mais poderosas
intervenções psicossociais feitas por um
profissional de saúde, visto que um dos
motivos pelos quais os profissionais de saúde
devem conversar com os pacientes sobre suas
necessidades espirituais é que a religião
influencia a capacidade do paciente de
enfrentar a doença. Onde segundo, White
(2004), a oração é a respiração da alma.
DÁPINE
• Com a descoberta de um diagnóstico de câncer, os pacientes
buscam de estratégias de enfrentamento da enfermidade e
acabam por buscar uma relação com Deus, tendo por
finalidade manter as esperanças no tratamento e na cura.
• A forte ligação entre o câncer e a
religiosidade/espiritualidade, necessita de maior atenção por
parte dos profissionais da enfermagem, bem como dos
profissionais de saúde, visto que os pacientes oncológicos
devem ser vistos em sua complenitude, em seus aspectos
físicos, emocionais e espirituais. Onde estes pacientes
encontram na religiosidade/espiritualidade conforto para suas
inseguranças e tristezas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS:
DÁPINE
Deste modo, faz-se necessário refletir sobre
á necessidade de se considerar os aspectos da
religiosidade e da espiritualidade na atenção
integral ao paciente dispensada pela equipe de
saúde, bem como de compreender o papel
desses aspectos no processo de enfrentamento
da doença, pois dentre as necessidades que os
doentes apresentam as relacionadas à
religiosidade/espiritualidade adquirem o
sentido de segurança, força, conforto e
confiança.
DÁPINE
“Vencer o câncer é mais do que vencer
uma doença; é assumir a coragem de
encarar a vida como ela é, com suas
mazelas, conflitos e plenitude; mais do
que vencer a doença, é preciso vencer a si
mesmo e essa é uma das sensações mais
gratificantes.”
CORTEZ, E.A. Religiosidade e Espiritualidade no ensino de enfermagem: contribuição da
gestão participativa para a integralidade do cuidado. Tese (Doutorado em Enfermagem) –
Escola de Enfermagem Anna Nery, Universidade 43 Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro,
2009. Disponível em: <http://teses2.ufrj.br/Teses/EEAN_D/ElaineAntunesCortez.pdf>. Acesso
em: 27 dez.2013.
GUERREIRO, G.A; ZAGO, M.M.F.; SAWADA, N. O.; PINTO, M. H.. Ainfo: Relação entre
Espiritualidade e câncer: perspectiva do paciente. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672011000100008 Acesso
em 18 de janeiro de 2014.
SPADACIO, C.; BARROS, N.F: Terapêuticas convencionais e não convencionais no tratamento
do câncer: os sentidos das práticas religiosas. Comunicação saúde educação v.13, n.30, p.45-
52, jul./set. 2009.
ZACARIAS, D.E.B; SILVA, L.C. Sentidos da religiosidade e espiritualidade na vivência do
paciente oncológico. Anais V CIPSI - Congresso Internacional de Psicologia. Universidade
Estadual de Maringá ISSN 1679-558X
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS:
Dápine Neves da Silva
dapine.silva@bol.com.br
Laura Rocha Franca
rocha_franca@hotmail.com
Rogério Gonçalves
sdrogeriobombeiros@hotmail.com
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A influência da espiritualidade e religiosidade no processo de tratamento de pacientes oncologicos

  • 1. A influência da espiritualidade e religiosidade no processo de tratamento dos pacientes Oncológicos Autores: Dápine Neves da Silva Laura Rocha França Rogério Gonçalves
  • 2. Introdução Câncer, nome genérico de uma série de doenças distintas com uma multiplicidade de causas e formas de tratamento e prognósticos. Tendo um universo simbólico que permeia o processo de construção social, uma vez que sua vivência e experiência não se esgotam na dimensão natural ou biológica do fenômeno. Onde historicamente, é visto como uma doença que leva fatalmente à morte e, apesar dos avanços na medicina, ainda carrega o estigma de ser uma doença fatal. ROGÉRIO
  • 3. Nesse sentido, a experiência da enfermidade crônica pode ser apreendida de diversas maneiras: nas percepções e estratégias de convivência; no processo de perda do self, promovido pelas mudanças na autoimagem e no corpo; na ruptura biográfica; nas experiências estigmatizantes; e, também, no âmbito da construção de identidade coletiva da doença crônica (Canesqui, 2007). ROGÉRIO
  • 4. No caso específico da doença oncológica, há a chama “ruptura biográfica”, processo pelo qual as estruturas da vida cotidiana, seus significados e seus saberes passam por rupturas, o que faz, com que o paciente busque diferentes recursos para enfrentar uma nova situação. ROGÉRIO
  • 5. Entre as estratégias de enfrentamento utilizadas pelos pacientes ao longo do processo de adoecimento está a espiritualidade e a religiosidade. LAURA
  • 6. A prática religiosa permite ao paciente fazer uma reinterpretação da experiência da doença, onde ele modifica a maneira de perceber a doença, as terapias religiosas curam ao impor ordem sobre a experiência caótica do sofredor e daqueles diretamente responsáveis por ele. LAURA
  • 7. Minayo (1998) chama atenção para este aspecto ao formular que o fenômeno religioso cumpre o papel de facilitar às pessoas a compreensão do inexplicável e a aceitação do que nunca fora imaginado, em caso de situações limites, como podemos verificar no caso do câncer. Ondea autora recorre a Berger (1996) para assinalar que “toda ordem sagrada é uma reafirmação contra o caos [e que em] sua ótica, o ser humano, através da religião, é levado a aceitar o sofrimento e até a morte, na medida em que possa ter um significado convincente para os momentos cruciais da vida”. LAURA
  • 8. É evidente que a prática religiosa possui caráter curativo no tratamento do câncer, e que os pacientes oncológicos consideram o recurso religioso como uma “prática terapêutica de cura”, identificada com “outras formas de tratamento” e crucial para o sucesso no tratamento convencional e superação da doença. LAURA
  • 9. Assim como relatado na fala de um paciente que afirma: “A religião trouxe muitas coisas. Ela me ajudou a enfrentar a doença, me ajudou muito. Ela me deu tranqüilidade pra enfrentar tudo isso, fosse o que fosse. E se preparando para o que der e vier!” (relato retirado de um artigo). LAURA
  • 10. Espiritualidade A espiritualidade tem recebido vários conceitos através da historia, para McGrath (2009), a “espiritualidade é a prática real da fé religiosa de uma pessoa – o que a pessoa faz com o que crê”. DÁPINE
  • 11. Pode-se considerar Florence Nightingale como precursora da espiritualidade na enfermagem porque já no inicio do século passado, incentivava a necessidade da prática da espiritualidade junto ao ser humano doente, considerando-o como um ser integral: biológico, social, psicológico e espiritual. Florence Nightinngale ponderava imprescindível a dedicação do enfermeiro aos cuidados integrais ao individuo. O centro das ações da enfermagem, para ela deveria ser de forma holística, ou seja integral (PEDRÃO, 2007). DÁPINE
  • 12. O trabalho do enfermeiro, conforme Guerreiro (2009), denota grande relevância uma vez que o enfermeiro é o principal responsável pelo cuidado do paciente, sendo imprescindível que o mesmo esteja preparado para contribuir com o tratamento do paciente oncológico oferecendo-lhe juntamente com os demais cuidados biológicos, sociais, psicológicos a assistência espiritual como forma de tratamento coadjuvante. DÁPINE
  • 13. Os questionamentos sobre Espiritualidade têm aumentado nos últimos anos, a busca por sentido na vida, tem aproximado os homens de Deus e da fé, tornando a espiritualidade uma forte aliada no enfrentamento de doenças, especialmente, as terminais como o câncer. Uma das formas de enfrentamento da doença e da morte, está diretamente ligada a força da espiritualidade e a religião (TRENTINI (2005). DÁPINE
  • 14. Koening (2012) assegura que uma oração breve dita por um profissional de saúde pode ser muito significativa ao paciente e representar uma das mais poderosas intervenções psicossociais feitas por um profissional de saúde, visto que um dos motivos pelos quais os profissionais de saúde devem conversar com os pacientes sobre suas necessidades espirituais é que a religião influencia a capacidade do paciente de enfrentar a doença. Onde segundo, White (2004), a oração é a respiração da alma. DÁPINE
  • 15. • Com a descoberta de um diagnóstico de câncer, os pacientes buscam de estratégias de enfrentamento da enfermidade e acabam por buscar uma relação com Deus, tendo por finalidade manter as esperanças no tratamento e na cura. • A forte ligação entre o câncer e a religiosidade/espiritualidade, necessita de maior atenção por parte dos profissionais da enfermagem, bem como dos profissionais de saúde, visto que os pacientes oncológicos devem ser vistos em sua complenitude, em seus aspectos físicos, emocionais e espirituais. Onde estes pacientes encontram na religiosidade/espiritualidade conforto para suas inseguranças e tristezas. CONSIDERAÇÕES FINAIS: DÁPINE
  • 16. Deste modo, faz-se necessário refletir sobre á necessidade de se considerar os aspectos da religiosidade e da espiritualidade na atenção integral ao paciente dispensada pela equipe de saúde, bem como de compreender o papel desses aspectos no processo de enfrentamento da doença, pois dentre as necessidades que os doentes apresentam as relacionadas à religiosidade/espiritualidade adquirem o sentido de segurança, força, conforto e confiança. DÁPINE
  • 17.
  • 18. “Vencer o câncer é mais do que vencer uma doença; é assumir a coragem de encarar a vida como ela é, com suas mazelas, conflitos e plenitude; mais do que vencer a doença, é preciso vencer a si mesmo e essa é uma das sensações mais gratificantes.”
  • 19. CORTEZ, E.A. Religiosidade e Espiritualidade no ensino de enfermagem: contribuição da gestão participativa para a integralidade do cuidado. Tese (Doutorado em Enfermagem) – Escola de Enfermagem Anna Nery, Universidade 43 Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2009. Disponível em: <http://teses2.ufrj.br/Teses/EEAN_D/ElaineAntunesCortez.pdf>. Acesso em: 27 dez.2013. GUERREIRO, G.A; ZAGO, M.M.F.; SAWADA, N. O.; PINTO, M. H.. Ainfo: Relação entre Espiritualidade e câncer: perspectiva do paciente. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672011000100008 Acesso em 18 de janeiro de 2014. SPADACIO, C.; BARROS, N.F: Terapêuticas convencionais e não convencionais no tratamento do câncer: os sentidos das práticas religiosas. Comunicação saúde educação v.13, n.30, p.45- 52, jul./set. 2009. ZACARIAS, D.E.B; SILVA, L.C. Sentidos da religiosidade e espiritualidade na vivência do paciente oncológico. Anais V CIPSI - Congresso Internacional de Psicologia. Universidade Estadual de Maringá ISSN 1679-558X REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS:
  • 20. Dápine Neves da Silva dapine.silva@bol.com.br Laura Rocha Franca rocha_franca@hotmail.com Rogério Gonçalves sdrogeriobombeiros@hotmail.com OBRIGADA!