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A FelicidadeA Felicidade
não énão é
Deste MundoDeste Mundo
O que se entende por felicidade?O que se entende por felicidade?
Se a felicidade não é deste mundo, devemosSe a felicidade não é deste mundo, devemos
esperar o desencarne para usufruí-la?esperar o desencarne para usufruí-la?
Não é possível desfrutá-la já?Não é possível desfrutá-la já?
Como proceder para buscar a paz deComo proceder para buscar a paz de
espírito?espírito?
A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo -- IntroduçãoIntrodução
Do latimDo latim felicitasfelicitas que vem deque vem de FelixFelix, ditoso,, ditoso,
afortunado, feliz.afortunado, feliz.
Num sentido amplo é a ausência de todo o mal, e,Num sentido amplo é a ausência de todo o mal, e,
vivência plena do bem.vivência plena do bem.
Em geral, um estado de satisfação devido à própriaEm geral, um estado de satisfação devido à própria
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difere da de beatitude a qual é o ideal de umadifere da de beatitude a qual é o ideal de uma
satisfação independente da relação do homem com osatisfação independente da relação do homem com o
mundo e por isso limitada à esfera contemplativa oumundo e por isso limitada à esfera contemplativa ou
religiosa.religiosa.
FelicidadeFelicidade
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inúmeras arquibancadas, ocupadas por outras tantasinúmeras arquibancadas, ocupadas por outras tantas
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AA felicidadefelicidade centra-se na aquisição dos bens maiscentra-se na aquisição dos bens mais
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no temor a Iahweh, que equivale à atitude religiosano temor a Iahweh, que equivale à atitude religiosa
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AA felicidadefelicidade está nas bem-aventuranças prometidasestá nas bem-aventuranças prometidas
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bem é a aspiração que todo ser humanobem é a aspiração que todo ser humano
procura através de seus esforços e trabalhos.procura através de seus esforços e trabalhos.
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A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo
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ConclusãoConclusão
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Paulo, Mestre Jou, 1970.Paulo, Mestre Jou, 1970.
 ÁVILA, F. B. de S.J. Pequena Enciclopédia de ÁVILA, F. B. de S.J. Pequena Enciclopédia de
Moral e Civismo. Rio de Janeiro: M.E.C., 1967.Moral e Civismo. Rio de Janeiro: M.E.C., 1967.
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Oração Para Os Estudos São Tomás De Aquino
Oração Para Os Estudos São Tomás De AquinoOração Para Os Estudos São Tomás De Aquino
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A felicidade não é desse mundo!

  • 1. A FelicidadeA Felicidade não énão é Deste MundoDeste Mundo
  • 2. O que se entende por felicidade?O que se entende por felicidade? Se a felicidade não é deste mundo, devemosSe a felicidade não é deste mundo, devemos esperar o desencarne para usufruí-la?esperar o desencarne para usufruí-la? Não é possível desfrutá-la já?Não é possível desfrutá-la já? Como proceder para buscar a paz deComo proceder para buscar a paz de espírito?espírito? A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo -- IntroduçãoIntrodução
  • 3. Do latimDo latim felicitasfelicitas que vem deque vem de FelixFelix, ditoso,, ditoso, afortunado, feliz.afortunado, feliz. Num sentido amplo é a ausência de todo o mal, e,Num sentido amplo é a ausência de todo o mal, e, vivência plena do bem.vivência plena do bem. Em geral, um estado de satisfação devido à própriaEm geral, um estado de satisfação devido à própria situação do mundo.situação do mundo. Por essa relação com a situação, a noção de felicidadePor essa relação com a situação, a noção de felicidade difere da de beatitude a qual é o ideal de umadifere da de beatitude a qual é o ideal de uma satisfação independente da relação do homem com osatisfação independente da relação do homem com o mundo e por isso limitada à esfera contemplativa oumundo e por isso limitada à esfera contemplativa ou religiosa.religiosa. FelicidadeFelicidade
  • 4. Planeta Terra.Planeta Terra. (...) Cada mundo é um vasto anfiteatro composto de(...) Cada mundo é um vasto anfiteatro composto de inúmeras arquibancadas, ocupadas por outras tantasinúmeras arquibancadas, ocupadas por outras tantas séries de seres mais ou menos perfeitos.séries de seres mais ou menos perfeitos. E, por sua vez, cada mundo não é mais do que umaE, por sua vez, cada mundo não é mais do que uma arquibancada desse anfiteatro imenso, infinito, quearquibancada desse anfiteatro imenso, infinito, que se chama Universo.se chama Universo. Nesses mundos, nascem, vivem, morrem seres que,Nesses mundos, nascem, vivem, morrem seres que, pela sua relativa perfeição, correspondem à estânciapela sua relativa perfeição, correspondem à estância mais ou menos feliz que lhes é destinadamais ou menos feliz que lhes é destinada. (Equipe da FEB, 1995). (Equipe da FEB, 1995) MundoMundo
  • 5. Sócrates, Platão e AristótelesSócrates, Platão e Aristóteles Para Sócrates o "conhece-te a ti mesmo" é a chavePara Sócrates o "conhece-te a ti mesmo" é a chave para a conquista dapara a conquista da felicidadefelicidade.. Para Platão a noção dePara Platão a noção de felicidadefelicidade é relativa àé relativa à situação do homem no mundo, e aos deveres quesituação do homem no mundo, e aos deveres que aqui lhe cabem.aqui lhe cabem. Para Aristóteles aPara Aristóteles a felicidadefelicidade é mais acessível aoé mais acessível ao sábio que mais facilmente basta a si mesmo, massábio que mais facilmente basta a si mesmo, mas é aquilo que, na realidade, devem tender todosé aquilo que, na realidade, devem tender todos os homens da cidade.os homens da cidade. A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo Felicidade no TempoFelicidade no Tempo
  • 6. Velho TestamentoVelho Testamento AA felicidadefelicidade centra-se na aquisição dos bens maiscentra-se na aquisição dos bens mais elementares como comer, beber e viver em família eelementares como comer, beber e viver em família e no temor a Iahweh, que equivale à atitude religiosano temor a Iahweh, que equivale à atitude religiosa do homem.do homem. Na Dimensão do Novo TestamentoNa Dimensão do Novo Testamento AA felicidadefelicidade está nas bem-aventuranças prometidasestá nas bem-aventuranças prometidas por Jesus.por Jesus. A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo Felicidade no TempoFelicidade no Tempo
  • 7. Bem Procurado por todos os ViventesBem Procurado por todos os Viventes A ausência de todo o mal e fruição de todo oA ausência de todo o mal e fruição de todo o bem é a aspiração que todo ser humanobem é a aspiração que todo ser humano procura através de seus esforços e trabalhos.procura através de seus esforços e trabalhos. Ela é o polo oculto que magnetiza oEla é o polo oculto que magnetiza o dinamismo humano.dinamismo humano. A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo O Problema da FelicidadeO Problema da Felicidade
  • 8. Toda ação humana, mesmo os gestos maisToda ação humana, mesmo os gestos mais simples, são atravessados por essesimples, são atravessados por esse magnetismo.magnetismo. Se este cessasse, o homem perderia o sentidoSe este cessasse, o homem perderia o sentido de viver e seria prostrado pelo tédio.de viver e seria prostrado pelo tédio. Assim, todo o homem tem na vida momentosAssim, todo o homem tem na vida momentos de felicidade e gostaria que esses momentosde felicidade e gostaria que esses momentos nunca mais acabassem.nunca mais acabassem. A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo O Problema da FelicidadeO Problema da Felicidade
  • 9. Os Caminhos ProcuradosOs Caminhos Procurados Uns imaginam encontrá-la na posse das riquezas,Uns imaginam encontrá-la na posse das riquezas, porque supõem que com o dinheiro tudo seporque supõem que com o dinheiro tudo se compra e que acompra e que a felicidadefelicidade é uma mercadoria comoé uma mercadoria como tantas outras.tantas outras. Outros procuram encontrá-la nos prazeresOutros procuram encontrá-la nos prazeres sexuais, nas diversões, nos passeios.sexuais, nas diversões, nos passeios. Outros ainda na glutonaria.Outros ainda na glutonaria. Há também os que anseiam pelo prestígio,Há também os que anseiam pelo prestígio, enovelando-se nas lutas pelo poder.enovelando-se nas lutas pelo poder. A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo O Problema da FelicidadeO Problema da Felicidade
  • 10. O Paradoxo da Felicidade Paradoxo: ela é sempre desejada e nunca realizável Depois de lutar para conseguir um bem que almejava, o indivíduo já não está tão vigoroso para desfrutá-lo. No âmago deste paradoxo há algo positivo, ou seja, o começo de uma reflexão sobre o destino transcendental , meta-histórico do homem. É a partir daí que o homem começa a pensar numa vida futura, num mundo cheio de bem-aventuranças, de beatitudes. (Pequena Enciclopédia de Moral e Civismo) A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo O Problema da FelicidadeO Problema da Felicidade
  • 11. • Mundo de Provas e Expiações Vivemos num mundo de provas e expiações em que o mal ainda predomina sobre o bem. Por mais que busquemos a felicidade, nunca a encontraremos, pois ela não é deste mundo. Ela pertence a um mundo mais evoluído em que as ações voltadas para a fraternidade universal são a regra. De qualquer forma, devemos fazer esforços para evoluir, a fim de atingir a condição de habitar mundos melhores. Por enquanto, somos obrigados a conviver com toda a sorte de dificuldades. A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo Situação do Planeta TerraSituação do Planeta Terra
  • 12. • Necessário e SupérfluoNecessário e Supérfluo Via de regra, confundimos o necessário com oVia de regra, confundimos o necessário com o supérfluo.supérfluo. À necessidade de sobrevivência sobrepujamos osÀ necessidade de sobrevivência sobrepujamos os aspectos psicológicos.aspectos psicológicos. Os grandes mestres da humanidade ensinam-nos queOs grandes mestres da humanidade ensinam-nos que o homem cósmico terá sempre o que necessita, maso homem cósmico terá sempre o que necessita, mas nem sempre o que deseja.nem sempre o que deseja. Faltando-nos o supérfluo, lembremo-nos da fraseFaltando-nos o supérfluo, lembremo-nos da frase consoladora do evangelho: "Tendo sustento e com oconsoladora do evangelho: "Tendo sustento e com o que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes".que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes". A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo Situação do Planeta TerraSituação do Planeta Terra
  • 13. Tanto o Rico Quanto o Pobre SofremTanto o Rico Quanto o Pobre Sofrem Não há criatura na Terra que não tenha o seu quinhão deNão há criatura na Terra que não tenha o seu quinhão de sofrimento.sofrimento. Deduz-se daí que tanto o rico como os pobres sofrem.Deduz-se daí que tanto o rico como os pobres sofrem. O Espiritismo, doutrina que esclarece sobre a reencarnação e aO Espiritismo, doutrina que esclarece sobre a reencarnação e a pluralidade das existências, oferece-nos subsídios para apluralidade das existências, oferece-nos subsídios para a compreensão da vida e dos seus diversos relacionamentos.compreensão da vida e dos seus diversos relacionamentos. Por que o pobre inveja o rico? Sabe ele que a prova da riquezaPor que o pobre inveja o rico? Sabe ele que a prova da riqueza é mais difícil, para o Espírito, do que a prova da pobreza? Seé mais difícil, para o Espírito, do que a prova da pobreza? Se tivesse consciência dessa verdade, com certeza seria maistivesse consciência dessa verdade, com certeza seria mais resignado.resignado. A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo Situação do Planeta TerraSituação do Planeta Terra
  • 14. • Felicidade e Infelicidade RelativasFelicidade e Infelicidade Relativas Fontes de infelicidade: Perda de entes queridos,Fontes de infelicidade: Perda de entes queridos, mortes prematuras, antipatias, ingratidão e doençasmortes prematuras, antipatias, ingratidão e doenças várias.várias. Dentre elas, a ingratidão assume papel significante.Dentre elas, a ingratidão assume papel significante. Como enfrentá-la?Como enfrentá-la? Lembrando-nos de que a ingratidão é filha doLembrando-nos de que a ingratidão é filha do egoísmo e o egoísta encontrará mais tarde coraçõesegoísmo e o egoísta encontrará mais tarde corações insensíveis como ele próprio o foi.insensíveis como ele próprio o foi. Além do mais, a ingratidão é uma prova paraAlém do mais, a ingratidão é uma prova para persistência na prática do bem.persistência na prática do bem. A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo Despojar-se do Homem VelhoDespojar-se do Homem Velho
  • 15. • Boa ConsciênciaBoa Consciência "O que dá mais valor ao homem é um"O que dá mais valor ao homem é um juízo sereno e uma firme capacidade dejuízo sereno e uma firme capacidade de trabalho".trabalho". Juízo sereno é sinônimo de pureza deJuízo sereno é sinônimo de pureza de consciência.consciência. Tendo esta em plenitude, não importaTendo esta em plenitude, não importa onde estivermos, estaremos sempreonde estivermos, estaremos sempre usufruindo a felicidade relativa de queusufruindo a felicidade relativa de que somos merecedores.somos merecedores. A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo Despojar-se do Homem VelhoDespojar-se do Homem Velho
  • 16. • A máxima do Eclesiastes, "AA máxima do Eclesiastes, "A felicidade não é deste mundo", podefelicidade não é deste mundo", pode ser entendida de duas maneiras:ser entendida de duas maneiras: • 1) que há outros mundos mais1) que há outros mundos mais evoluídos do que o Planeta Terra,evoluídos do que o Planeta Terra, onde a felicidade é mais plena;onde a felicidade é mais plena; • 2) que a felicidade não estando no2) que a felicidade não estando no mundo material, pode ser encontradamundo material, pode ser encontrada no mundo interior, comono mundo interior, como consequência do dever retamenteconsequência do dever retamente cumprido.cumprido. A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo ConclusãoConclusão
  • 17. • ABBAGNANO, N. Dicionário de Filosofia. SãoABBAGNANO, N. Dicionário de Filosofia. São Paulo, Mestre Jou, 1970.Paulo, Mestre Jou, 1970.  ÁVILA, F. B. de S.J. Pequena Enciclopédia de ÁVILA, F. B. de S.J. Pequena Enciclopédia de Moral e Civismo. Rio de Janeiro: M.E.C., 1967.Moral e Civismo. Rio de Janeiro: M.E.C., 1967.  IDÍGORAS, J. L., Padre, S. j. Vocabulário IDÍGORAS, J. L., Padre, S. j. Vocabulário Teológico para a América Latina. São Paulo,Teológico para a América Latina. São Paulo, Edições Paulinas, 1983.Edições Paulinas, 1983.  KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 39. ed. São Paulo: IDE, 1984.39. ed. São Paulo: IDE, 1984.  KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. 8. ed. São KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. 8. ed. São Paulo: Feesp, 1995.Paulo: Feesp, 1995. • Texto em HTMLTexto em HTML • http://www.sergiobiagigregorio.com.br/palestra/felihttp://www.sergiobiagigregorio.com.br/palestra/feli cidade-nao-deste-mundo.htmcidade-nao-deste-mundo.htm A Felicidade não é Deste MundoA Felicidade não é Deste Mundo Bibliografia ConsultadaBibliografia Consultada