A crônica descreve como o pai organiza um batizado fictício para a boneca de uma menina órfã acolhida pela família, a fim de consolá-la. O complicador é o choro da criança com saudades do pai falecido, e o clímax é quando o boneco recebe um "batizado" completo com direito a padrinhos, comilança e renúncia ao demônio. No final, a menina para de chorar, espantada com a cena.