Provas e Funções
Setor Fisioterapia Ortopédica
ISCMSP
Fundamentos de Tecnicas de
Avaliação Musculoesqueletica, 2000
Propedêutica Ortopédica
Tornozelo e Pé
Diagnostico Clínico
Diagnostico Fisioterapêutico
Queixa Principal
HMA / HMP
Caracteres da Dor (manifestação tecidual)
Inspeção
Palpação
Movimentação Passiva
Movimentação ativa
Goniometria
Testes de Função Musculares
Testes Especiais
Testes Funcionais / Av. Postural
Marcha
Manual de Goniometria, 2003
Goniometria
Determinar a presença ou não de disfunção;
Estabelecer um diagnóstico;
Estabelecer os objetivos do tratamento;
Direcionar a fabricação de órtese;
Avaliar a melhora ou recuperação funcional;
Modificar o tratamento;
Realizar pesquisas que envolvam a
recuperação de limitações articulares
Dorsiflexão
Ocorre no plano sagital entre as extremidades
distais da tíbia e da fíbula e a superfície articular
do tálus;
Amplitude articular: 0°-20°
Flexão plantar
Ocorre no plano sagital entre a tíbia e fíbula distal
e a superfície superior do tálus;
Amplitude articular: 0°-45°
Supinação Mediotársica-
Subtalar (Inversão)
Ocorre entre o tálus e o calcâneo, o tálus e o
navicular e o calcâneo e o cubóide. O movimento
ocorre nos planos transversal, sagital e frontal
Amplitude articular: 0°-40°
Pronação Mediotársica-
Subtalar (Eversão)
Ocorre entre o tálus e o calcâneo, o tálus e o
navicular e o calcâneo e o cubóide. O movimento
ocorre nos planos transversal, sagital e frontal.
Amplitude articular: 0°-20°
Musculos Provas e Funções,1995
Testes de Funções
Musculares
Parte integrante do exame físico, fornecendo
informações úteis no diagnóstico diferencial,
prognóstico e tratamento de patologias
musculoesqueléticas e neuromusculares;
A avaliação da força muscular manual deve
ocorrer quando forem descartadas outras
limitações articulares ou musculares
(encurtamentos) impedindo ou dificultando o
movimento.
Gastrocnêmio e Plantar
Paciente: Em pé. O paciente pode estabilizar-se com
uma mão sobre a mesa, porém não deve depositar
peso nenhum nessa mão.
Prova: O paciente eleva-se sobre os artelhos,
empurrando o peso do corpo diretamente para cima.
Resistência: Peso do corpo.
Encurtamento: O uso constante se sapato de salto
alto pelas mulheres tende a desenvolver um
encurtamento dos mm gastrocnêmio e sóleo
Sóleo
Paciente: DV com o joelho fletido a 90° ou mais.
Fixação: O examinador sustenta a perna
proximalmente ao tornozelo.
Prova: Flexão plantar sem inversão ou eversão do
antepé.
Pressão: Contra o calcâneo puxando o calcanhar em
sentido caudal.
Fraqueza: Predispõe ao pé cavo, incapacidade de
elevar-se sobre os artelhos.
Contratura: Posição eqüina do pé tanto em
sustentação de peso quanto em não sustentação.
Fibular Longo e Curto
Paciente: DD com o membro medialmente rodado ou
dec lateral (sobre o lado oposto).
Fixação: O examinador sustenta a perna acima da
art. do tornozelo.
Prova: Eversão do pé e flexão plantar.
Pressão: Contra a borda lateral e planta do pé, na
direção da inversão e dorsiflexão.
Fraqueza: Diminui a força de eversão e flexão
plantar. Possibilita uma posição vara do pé e diminui
a capacidade de elevar-se sobre os artelhos. A
estabilidade lateral do tornozelo está diminuída.
Contratura: Eversão ou valgo do pé.
Tibial Posterior
Paciente: DD com o membro rotação lateral.
Fixação: O examinador sustenta a perna acima da
art. do tornozelo.
Prova: Inversão do pé com flexão plantar.
Pressão: Contra o lado medial e superfície plantar do
pé, na direção da dorsiflexão da art. do tornozelo e
eversão do pé.
Fraqueza: Diminui a capacidade de inverter o pé e
fletir plantarmente. Resulta em pronação do pé e
sustentação diminuída do arco longitudinal.
Contratura: Posição eqüino vara quando sem
sustentação de peso e uma posição supinada do
calcanhar com antepé varo quando com sustentação
de peso.
Tibial Anterior
Paciente: DD ou sentado (com o joelho fletido se
houver alguma retração do gastrocnêmio.
Fixação: O examinador sustenta a perna
imediatamente acima da art. do tornozelo.
Prova: Dorsiflexão da art. do tornozelo e inversão do
pé, sem extensão do hálux.
Pressão: Contra o lado medial, da superfície dorsal
do pé. Na direção da flexão plantar da art. do
tornozelo e eversão do pé.
Fraqueza: Reduz a capacidade de dorsifletir a art. do
tornozelo e permite uma tendência a eversão do pé.
Isso pode ser observado sob forma de queda parcial
do pé em tendência a pronação.
Contratura: Dorsiflexão da art. do tornozelo com
inversão do pé, isto é, posição calcâneo vara do pé.
Extensor Longo e Curto do Hálux
Paciente: DD ou sentado.
Fixação: O examinador estabiliza o pé em leve flexão
plantar.
Prova: Extensão das art. MTTF e ITF do hálux.
Pressão: Contra a superfície dorsal das falanges distal
e proximal do hálux, na direção da flexão.
Fraqueza: Diminui a capacidade de estender o hálux
e possibilita uma posição de flexão. A capacidade de
dorsifletir a art. do tornozelo está diminuída.
Contratura: Extensão do hálux, com a cabeça do 1°
MTT sendo levada para baixo.
Fibular Anterior
Paciente: DD ou sentado.
Fixação: O examinador sustenta a perna acima da
art. do tornozelo.
Prova: Dorsiflexão da art. do tornozelo, com eversão
do pé.
Pressão: Contra o lado lateral, superfície dorsal do pé
na direção da flexão plantar e inversão.
Fraqueza: Diminui a capacidade de everter o pé e
dorsifletir a art. do tornozelo.
Contratura: Dorsiflexão da art. do tornozelo e
eversão do pé.
Extensores Longo e Curto dos
Dedos
Paciente: DD ou sentado.
Fixação: O examinador estabiliza o pé em leve flexão
plantar.
Pressão: Contra a superfície dorsal dos artelhos na
direção da flexão.
Fraqueza: Tendência a queda do pé e antepé em
varo. Diminui a capacidade de dorsifletir a art do
tornozelo e everter o pá. Em muitas vezes casos de
pé chato há uma acompanhante fraqueza dos
extensores dos artelhos.
Contratura Hiperextensão das art. MTTF.
Lumbricais e Interósseos
Paciente: DD ou sentado.
Fixação:O examinador estabiliza a região
mediotársica e mantém uma posição neutra de pé e
tornozelo.
Prova: Flexão das articulações MTTF do 2°-5° dedos,
com um esforço para evitar flexão das ITF.
Pressão: Contra a superfície plantar das falanges dos
4 artelhos laterais.
Fraqueza: A sustentação muscular do arco
transversal fica diminuída.
Contratura:Contra a superfície plantar das falanges
distais do 4 artelhos na direção da extensão
Flexor Longo dos Dedos e
Quadrado Plantar (Flexor
acessório)
Paciente: DD ou sentado.
Fixação: O examinador estabiliza os MTT e mantém
uma posição neutra do pé e tornozelo.
Prova: Flexão das articulações ITFD distais do 2°-5°
dedos. O flexor dos dedos é auxiliado pelo quadrado
plantar.
Pressão: Contra a superfície plantar das falanges
distais dos 4 artelhos na direção da extensão.
Fraqueza: Diminui a capacidade de inverter o pé e
flexionar plantarmente o tornozelo. Na sustentação
do peso, a fraqueza permite uma tendência no
sentido da pronação do pé e hiperextensão das art.
ITF distais dos 4 artelhos.
Contratura: Deformidade em flexão das falanges
distais, com restrição da dorsiflexão e eversão do pé.
Flexor Longo do Hálux
Paciente: DD e sentado.
Fixação: O examinador estabiliza a articulação MTTF
em posição neutra e mantém a art do tornozelo
aproximadamente a meio caminho entre a flexão
dorsal e a flexão plantar.
Prova: Flexão da articulação ITF do hálux.
Pressão: Contra a superfície plantar da falange distal
na direção da extensão.
Fraqueza: Resulta em tendência no sentido da
hiperextensão da articulação ITF. Diminui a força de
inversão do pé e flexão plantar do tornozelo. Na
sustentação do peso, permite uma tendência a
pronação do pé.
Contratura: Deformidade em martelo do hálux.
Flexor Curto dos Dedos
Paciente: DD ou sentado.
Fixação: O examinador estabiliza as falanges
proximais e mantém uma posição neutra do pé e
tornozelo. Se o gastrocnêmio e o sóleo estiverem
paralisados, o examinador precisa estabilizar o
calcâneo, que é o osso de origem, durante a prova.
Prova: Flexão das articulações ITF proximais do 2°-5°
dedos.
Pressão: Contra a superfície plantar da falange
intermediária doa 4 artelhos, na direção da extensão.
Fraqueza: Sustentação muscular dos arcos
longitudinal e transversal está reduzida.
Contratura: Restrição da extensão dos artelhos. As
falanges intermédias se flexionam, e há uma
tendência a pé cavo se o gastrocnêmio e sóleo foram
fracos.
Flexor Curto do Hálux
Paciente: DD ou sentado
Fixação: O examinador estabiliza o pé proximalmente
à articulação MTTF e mantém uma posição neutra do
pé e tornozelo. (A flexão plantar do pé pode causar
restrição do movimento de prova pela tensão dos
mm extensores longos oponentes)
Prova: Flexão da art. MTTF do hálux.
Pressão: Contra a superfície plantar da falange
proximal, na direção da extensão.
Fraqueza: Permite a posição de dedo em martelo do
hálux. Reduz a estabilidade do arco longitudinal.
Contratura: A falange proximal é mantida em flexão.
Adutor do Hálux
Contratura: Deformidade em add do
hálux. (Hálux valgo).
Abdutor do Hálux
Paciente: DD ou sentado
Fixação: O examinador segura o calcanhar
firmemente
Prova: Se possível, abdução do hálux a partir da linha
axial do pé. Isso é difícil para o indivíduo médio, e a
ação pode ser demonstrada fazendo-se o paciente
puxar o antepé em add contra pressão pelo
examinador.
Fraqueza: Possibilita o antepé valgo, hálux valgo e
deslocamento medial navicular.
Contratura: Puxa o pé para antepé varo com hálux
abd.
Avaliação Musculoesqueletica, 2002
Testes Especiais
Gaveta Anterior
• Diagnosticar Ruptura
do lig. Talofibular
anterior
• Aumento da
mobilidade anterior
• HMA: correlação com
entorse em inversão
Gaveta Posterior
• Diagnosticar Ruptura do
lig. Talofibular posterior
•
• Aumento da mobilidade
posterior
• Traumas (entorses)
graves
Sterss em Eversão
• Diagnosticar Ruptura
dos ligg. Deltóideos
• Aumento da mobilidade
para eversão
• Entorse em eversão
Stress em Inversão
• Diagnosticar Ruptura dos
ligg. Talofibular anterior
(fl.plantar) e calcâneo fibular
(posição neutra)
• Aumento da mobilidade
para inversão
• Entorse em inversão
Tinel do Tarso
• Diagnosticar Síndrome do
Túnel do tarso
• Sinal de parestesia
• Síndrome do túnel do
tarso
Thompson
• Diagnosticar Ruptura do
Tendão Calcâneo
• Não realiza flexão plantar ativa
• Síndrome da Pedrada / Lesão
total do tendão calcâneo
Homan
• Diagnosticar TVP ou
empastamento região
posterior da perna
• Sinal positivo : DOR
• Edema / Vermelhidão local
/ Veias colaterais aparentes
Pé Plano Rígido x Flexível
• Verificar o arco plantar
• Diferenciar pé plano rígido
de Flexível
Linha FEIS
Plano
Cavo
Referência Bibliográfica
Marques AP. Ângulos articulares dos membros inferiores.
In: Manual de Goniometria. 2 ed. São Paulo: Manole; 2003.
p.41-47.
Magee DJ. Perna, Tornozelo e Pé In: Magee, DJ, editor.
Disfunção Musculoesqueléticas. 3 ed. São Paulo: Manole;
2002. p.621-695.
Palmer, LM.; Epler, ME. Tornozelo e Pé: In: Palmer, LM.;
Epler, ME. Fundamentos das Técnicas de Avaliação
Musculoesquelética. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2000. p.302-336.
Hoppenfeld, S. Exame do Pé e Tornozelo. Propedêutica
Ortopédica. Coluna e Extremidades. Rio de Janeiro:
Atheneu, 1987 pp. 207-247.
Kendall, F.P.; McCreary,E.K.; et al. Músculos Provas e
Funções. 4ºed. São Paulo: Manole; 1995. p.191-206.

7501371-Provas-e-Funcoes tornozelo e pé.ppt

  • 1.
    Provas e Funções SetorFisioterapia Ortopédica ISCMSP
  • 2.
    Fundamentos de Tecnicasde Avaliação Musculoesqueletica, 2000 Propedêutica Ortopédica Tornozelo e Pé Diagnostico Clínico Diagnostico Fisioterapêutico Queixa Principal HMA / HMP Caracteres da Dor (manifestação tecidual) Inspeção Palpação
  • 3.
    Movimentação Passiva Movimentação ativa Goniometria Testesde Função Musculares Testes Especiais Testes Funcionais / Av. Postural Marcha
  • 4.
    Manual de Goniometria,2003 Goniometria Determinar a presença ou não de disfunção; Estabelecer um diagnóstico; Estabelecer os objetivos do tratamento; Direcionar a fabricação de órtese; Avaliar a melhora ou recuperação funcional; Modificar o tratamento; Realizar pesquisas que envolvam a recuperação de limitações articulares
  • 5.
    Dorsiflexão Ocorre no planosagital entre as extremidades distais da tíbia e da fíbula e a superfície articular do tálus; Amplitude articular: 0°-20°
  • 6.
    Flexão plantar Ocorre noplano sagital entre a tíbia e fíbula distal e a superfície superior do tálus; Amplitude articular: 0°-45°
  • 7.
    Supinação Mediotársica- Subtalar (Inversão) Ocorreentre o tálus e o calcâneo, o tálus e o navicular e o calcâneo e o cubóide. O movimento ocorre nos planos transversal, sagital e frontal Amplitude articular: 0°-40°
  • 8.
    Pronação Mediotársica- Subtalar (Eversão) Ocorreentre o tálus e o calcâneo, o tálus e o navicular e o calcâneo e o cubóide. O movimento ocorre nos planos transversal, sagital e frontal. Amplitude articular: 0°-20°
  • 9.
    Musculos Provas eFunções,1995 Testes de Funções Musculares Parte integrante do exame físico, fornecendo informações úteis no diagnóstico diferencial, prognóstico e tratamento de patologias musculoesqueléticas e neuromusculares; A avaliação da força muscular manual deve ocorrer quando forem descartadas outras limitações articulares ou musculares (encurtamentos) impedindo ou dificultando o movimento.
  • 10.
    Gastrocnêmio e Plantar Paciente:Em pé. O paciente pode estabilizar-se com uma mão sobre a mesa, porém não deve depositar peso nenhum nessa mão. Prova: O paciente eleva-se sobre os artelhos, empurrando o peso do corpo diretamente para cima. Resistência: Peso do corpo. Encurtamento: O uso constante se sapato de salto alto pelas mulheres tende a desenvolver um encurtamento dos mm gastrocnêmio e sóleo
  • 11.
    Sóleo Paciente: DV como joelho fletido a 90° ou mais. Fixação: O examinador sustenta a perna proximalmente ao tornozelo. Prova: Flexão plantar sem inversão ou eversão do antepé. Pressão: Contra o calcâneo puxando o calcanhar em sentido caudal. Fraqueza: Predispõe ao pé cavo, incapacidade de elevar-se sobre os artelhos. Contratura: Posição eqüina do pé tanto em sustentação de peso quanto em não sustentação.
  • 12.
    Fibular Longo eCurto Paciente: DD com o membro medialmente rodado ou dec lateral (sobre o lado oposto). Fixação: O examinador sustenta a perna acima da art. do tornozelo. Prova: Eversão do pé e flexão plantar. Pressão: Contra a borda lateral e planta do pé, na direção da inversão e dorsiflexão. Fraqueza: Diminui a força de eversão e flexão plantar. Possibilita uma posição vara do pé e diminui a capacidade de elevar-se sobre os artelhos. A estabilidade lateral do tornozelo está diminuída. Contratura: Eversão ou valgo do pé.
  • 13.
    Tibial Posterior Paciente: DDcom o membro rotação lateral. Fixação: O examinador sustenta a perna acima da art. do tornozelo. Prova: Inversão do pé com flexão plantar. Pressão: Contra o lado medial e superfície plantar do pé, na direção da dorsiflexão da art. do tornozelo e eversão do pé. Fraqueza: Diminui a capacidade de inverter o pé e fletir plantarmente. Resulta em pronação do pé e sustentação diminuída do arco longitudinal. Contratura: Posição eqüino vara quando sem sustentação de peso e uma posição supinada do calcanhar com antepé varo quando com sustentação de peso.
  • 14.
    Tibial Anterior Paciente: DDou sentado (com o joelho fletido se houver alguma retração do gastrocnêmio. Fixação: O examinador sustenta a perna imediatamente acima da art. do tornozelo. Prova: Dorsiflexão da art. do tornozelo e inversão do pé, sem extensão do hálux. Pressão: Contra o lado medial, da superfície dorsal do pé. Na direção da flexão plantar da art. do tornozelo e eversão do pé. Fraqueza: Reduz a capacidade de dorsifletir a art. do tornozelo e permite uma tendência a eversão do pé. Isso pode ser observado sob forma de queda parcial do pé em tendência a pronação. Contratura: Dorsiflexão da art. do tornozelo com inversão do pé, isto é, posição calcâneo vara do pé.
  • 15.
    Extensor Longo eCurto do Hálux Paciente: DD ou sentado. Fixação: O examinador estabiliza o pé em leve flexão plantar. Prova: Extensão das art. MTTF e ITF do hálux. Pressão: Contra a superfície dorsal das falanges distal e proximal do hálux, na direção da flexão. Fraqueza: Diminui a capacidade de estender o hálux e possibilita uma posição de flexão. A capacidade de dorsifletir a art. do tornozelo está diminuída. Contratura: Extensão do hálux, com a cabeça do 1° MTT sendo levada para baixo.
  • 16.
    Fibular Anterior Paciente: DDou sentado. Fixação: O examinador sustenta a perna acima da art. do tornozelo. Prova: Dorsiflexão da art. do tornozelo, com eversão do pé. Pressão: Contra o lado lateral, superfície dorsal do pé na direção da flexão plantar e inversão. Fraqueza: Diminui a capacidade de everter o pé e dorsifletir a art. do tornozelo. Contratura: Dorsiflexão da art. do tornozelo e eversão do pé.
  • 17.
    Extensores Longo eCurto dos Dedos Paciente: DD ou sentado. Fixação: O examinador estabiliza o pé em leve flexão plantar. Pressão: Contra a superfície dorsal dos artelhos na direção da flexão. Fraqueza: Tendência a queda do pé e antepé em varo. Diminui a capacidade de dorsifletir a art do tornozelo e everter o pá. Em muitas vezes casos de pé chato há uma acompanhante fraqueza dos extensores dos artelhos. Contratura Hiperextensão das art. MTTF.
  • 18.
    Lumbricais e Interósseos Paciente:DD ou sentado. Fixação:O examinador estabiliza a região mediotársica e mantém uma posição neutra de pé e tornozelo. Prova: Flexão das articulações MTTF do 2°-5° dedos, com um esforço para evitar flexão das ITF. Pressão: Contra a superfície plantar das falanges dos 4 artelhos laterais. Fraqueza: A sustentação muscular do arco transversal fica diminuída. Contratura:Contra a superfície plantar das falanges distais do 4 artelhos na direção da extensão
  • 19.
    Flexor Longo dosDedos e Quadrado Plantar (Flexor acessório) Paciente: DD ou sentado. Fixação: O examinador estabiliza os MTT e mantém uma posição neutra do pé e tornozelo. Prova: Flexão das articulações ITFD distais do 2°-5° dedos. O flexor dos dedos é auxiliado pelo quadrado plantar. Pressão: Contra a superfície plantar das falanges distais dos 4 artelhos na direção da extensão. Fraqueza: Diminui a capacidade de inverter o pé e flexionar plantarmente o tornozelo. Na sustentação do peso, a fraqueza permite uma tendência no sentido da pronação do pé e hiperextensão das art. ITF distais dos 4 artelhos. Contratura: Deformidade em flexão das falanges distais, com restrição da dorsiflexão e eversão do pé.
  • 20.
    Flexor Longo doHálux Paciente: DD e sentado. Fixação: O examinador estabiliza a articulação MTTF em posição neutra e mantém a art do tornozelo aproximadamente a meio caminho entre a flexão dorsal e a flexão plantar. Prova: Flexão da articulação ITF do hálux. Pressão: Contra a superfície plantar da falange distal na direção da extensão. Fraqueza: Resulta em tendência no sentido da hiperextensão da articulação ITF. Diminui a força de inversão do pé e flexão plantar do tornozelo. Na sustentação do peso, permite uma tendência a pronação do pé. Contratura: Deformidade em martelo do hálux.
  • 21.
    Flexor Curto dosDedos Paciente: DD ou sentado. Fixação: O examinador estabiliza as falanges proximais e mantém uma posição neutra do pé e tornozelo. Se o gastrocnêmio e o sóleo estiverem paralisados, o examinador precisa estabilizar o calcâneo, que é o osso de origem, durante a prova. Prova: Flexão das articulações ITF proximais do 2°-5° dedos. Pressão: Contra a superfície plantar da falange intermediária doa 4 artelhos, na direção da extensão. Fraqueza: Sustentação muscular dos arcos longitudinal e transversal está reduzida. Contratura: Restrição da extensão dos artelhos. As falanges intermédias se flexionam, e há uma tendência a pé cavo se o gastrocnêmio e sóleo foram fracos.
  • 22.
    Flexor Curto doHálux Paciente: DD ou sentado Fixação: O examinador estabiliza o pé proximalmente à articulação MTTF e mantém uma posição neutra do pé e tornozelo. (A flexão plantar do pé pode causar restrição do movimento de prova pela tensão dos mm extensores longos oponentes) Prova: Flexão da art. MTTF do hálux. Pressão: Contra a superfície plantar da falange proximal, na direção da extensão. Fraqueza: Permite a posição de dedo em martelo do hálux. Reduz a estabilidade do arco longitudinal. Contratura: A falange proximal é mantida em flexão.
  • 23.
    Adutor do Hálux Contratura:Deformidade em add do hálux. (Hálux valgo).
  • 24.
    Abdutor do Hálux Paciente:DD ou sentado Fixação: O examinador segura o calcanhar firmemente Prova: Se possível, abdução do hálux a partir da linha axial do pé. Isso é difícil para o indivíduo médio, e a ação pode ser demonstrada fazendo-se o paciente puxar o antepé em add contra pressão pelo examinador. Fraqueza: Possibilita o antepé valgo, hálux valgo e deslocamento medial navicular. Contratura: Puxa o pé para antepé varo com hálux abd.
  • 25.
  • 26.
    Gaveta Anterior • DiagnosticarRuptura do lig. Talofibular anterior • Aumento da mobilidade anterior • HMA: correlação com entorse em inversão
  • 27.
    Gaveta Posterior • DiagnosticarRuptura do lig. Talofibular posterior • • Aumento da mobilidade posterior • Traumas (entorses) graves
  • 28.
    Sterss em Eversão •Diagnosticar Ruptura dos ligg. Deltóideos • Aumento da mobilidade para eversão • Entorse em eversão
  • 29.
    Stress em Inversão •Diagnosticar Ruptura dos ligg. Talofibular anterior (fl.plantar) e calcâneo fibular (posição neutra) • Aumento da mobilidade para inversão • Entorse em inversão
  • 30.
    Tinel do Tarso •Diagnosticar Síndrome do Túnel do tarso • Sinal de parestesia • Síndrome do túnel do tarso
  • 31.
    Thompson • Diagnosticar Rupturado Tendão Calcâneo • Não realiza flexão plantar ativa • Síndrome da Pedrada / Lesão total do tendão calcâneo
  • 32.
    Homan • Diagnosticar TVPou empastamento região posterior da perna • Sinal positivo : DOR • Edema / Vermelhidão local / Veias colaterais aparentes
  • 33.
    Pé Plano Rígidox Flexível • Verificar o arco plantar • Diferenciar pé plano rígido de Flexível
  • 34.
  • 35.
    Referência Bibliográfica Marques AP.Ângulos articulares dos membros inferiores. In: Manual de Goniometria. 2 ed. São Paulo: Manole; 2003. p.41-47. Magee DJ. Perna, Tornozelo e Pé In: Magee, DJ, editor. Disfunção Musculoesqueléticas. 3 ed. São Paulo: Manole; 2002. p.621-695. Palmer, LM.; Epler, ME. Tornozelo e Pé: In: Palmer, LM.; Epler, ME. Fundamentos das Técnicas de Avaliação Musculoesquelética. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. p.302-336. Hoppenfeld, S. Exame do Pé e Tornozelo. Propedêutica Ortopédica. Coluna e Extremidades. Rio de Janeiro: Atheneu, 1987 pp. 207-247. Kendall, F.P.; McCreary,E.K.; et al. Músculos Provas e Funções. 4ºed. São Paulo: Manole; 1995. p.191-206.