PARA UMA FUNDAMENTAÇÃO E MELHORIA DAS
PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA:
PROJETOS DE INTERVENÇÃO NOS DOMÍNIOS DO
ENSINO E DA AVALIAÇÃO
SESSÃO
SÍNCRONA
03 DE JULHO DE 2021
Formadora
Maria Júlia Ribeiro
Formandas
Ana Cristina Oliveira
Ana Lúcia Mota
Rosalina Simão Nunes
Projeto de Intervenção
LINHAS ORIENTADORAS
“(…) a elaboração do Projeto de
Intervenção não pode deixar de
estar fortemente
associada à análise e à discussão
dos textos que foram distribuídos
assim como outros que sejam
consideradas credíveis." (p.6)
3
- Domingos Fernandes -
SESSÃO SÍNCRONA
03 de julho de 2021
INTRODUÇÃO
4
“Assim, é fundamental que o projeto tenha um propósito claro e
deliberado que resulte de uma discussão e de uma reflexão que
permitam que seja compreendido e assumido por TODOS.”
pág. 6
“…um processo mobilizador e integrador de conhecimentos que
perspetive a sua utilização para se resolverem problemas que a
avaliação pedagógica pode ajudar a solucionar…”
Como é que se faz um projeto que
possa ser entendido e aceite por
TODOS os outros professores que não
fizeram a formação?
O PROJETO SERÁ O MELHOR PENSAMENTO QUE O GRUPO É CAPAZ DE PRODUZIR
QUESTÃO
5
pág. 7
“o Projeto de Intervenção deve ser conceitualizado simultaneamente como um
processo e como um produto. Ambos fundamentais para que possa ser um
elemento fundamental no processo de formação dos professores e também
um produto que possa ser utilizado para melhorar as práticas de avaliação
pedagógica e de ensino desses mesmos professores.”
Produto a ser usado como referência para melhorar as práticas de
avaliação pedagógica e de ensino no nosso Agrupamento.
Processo
O projeto permitiu-nos desenvolver aprendizagens? SIM
Utilização de processos diversificados
de recolha de informação, de
estratégias conducentes à participação
dos alunos nos processos de avaliação
e de propostas de trabalho
pág. 11
Descrição possível para o que se pode considerar um Projeto de
Intervenção desejável:
Utilização primordial da
avaliação formativa
Utilização de avaliações
sumativas (com e sem
propósitos classificatórios)
Conjuntodecritériosde
avaliaçãopassíveldeser
utilizadonumadiversidadede
anosdeescolaridadee
disciplinas.
Distinção entre avaliação e classificação
Cheklist
7
pág. 16
“Outra ideia mais ou menos comum mas que, na verdade, é de real importância, prende-se com a
necessidade da formação estar intimamente relacionada com as reais necessidades e interesses
dos formandos. No caso particular do Projeto MAIA, esse desígnio estará, em princípio, assegurado
uma vez que os formandos são essencialmente voluntários e partilharão um interesse comum pela
avaliação pedagógica. Dito de outra forma, todos os formandos, à partida, parecem partilhar um
genuíno interesse em melhorar as suas práticas de avaliação pedagógica que é concomitante
com o seu interesse em melhorar as suas práticas de ensino.”
“…seuspropósitossãoeminentementeTRANSDICIPLINARES…”
“…os formandos são essencialmente voluntários…”
pág. 18
8
três professoras de português
Portanto…
sem “mandato”
QUESTÃO?
De que forma poderemos contribuir, depois desta
formação, para que no nosso agrupamento a conceção
de um sistema de avaliação ou a definição de critérios de
avaliação seja otimizada no sentido de melhorar as
aprendizagens dos nossos alunos?
9
10
PARA UMA FUNDAMENTAÇÃO E MELHORIA DAS
PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA:
PROJETOS DE INTERVENÇÃO NOS DOMÍNIOS DO
ENSINO E DA AVALIAÇÃO
▪ Folha # - Para a Conceção e
Elaboração do Projeto de
Intervenção no Âmbito do
Projeto MAIA – Domingos
Fernandes
Formadora
Maria Júlia Ribeiro
Referências bibliográficas
18:25:17

4_PI_ Contextualização_03_julho_2021.pdf

  • 1.
    PARA UMA FUNDAMENTAÇÃOE MELHORIA DAS PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA: PROJETOS DE INTERVENÇÃO NOS DOMÍNIOS DO ENSINO E DA AVALIAÇÃO SESSÃO SÍNCRONA 03 DE JULHO DE 2021 Formadora Maria Júlia Ribeiro Formandas Ana Cristina Oliveira Ana Lúcia Mota Rosalina Simão Nunes
  • 2.
  • 3.
    “(…) a elaboraçãodo Projeto de Intervenção não pode deixar de estar fortemente associada à análise e à discussão dos textos que foram distribuídos assim como outros que sejam consideradas credíveis." (p.6) 3 - Domingos Fernandes - SESSÃO SÍNCRONA 03 de julho de 2021 INTRODUÇÃO
  • 4.
    4 “Assim, é fundamentalque o projeto tenha um propósito claro e deliberado que resulte de uma discussão e de uma reflexão que permitam que seja compreendido e assumido por TODOS.” pág. 6 “…um processo mobilizador e integrador de conhecimentos que perspetive a sua utilização para se resolverem problemas que a avaliação pedagógica pode ajudar a solucionar…” Como é que se faz um projeto que possa ser entendido e aceite por TODOS os outros professores que não fizeram a formação? O PROJETO SERÁ O MELHOR PENSAMENTO QUE O GRUPO É CAPAZ DE PRODUZIR QUESTÃO
  • 5.
    5 pág. 7 “o Projetode Intervenção deve ser conceitualizado simultaneamente como um processo e como um produto. Ambos fundamentais para que possa ser um elemento fundamental no processo de formação dos professores e também um produto que possa ser utilizado para melhorar as práticas de avaliação pedagógica e de ensino desses mesmos professores.” Produto a ser usado como referência para melhorar as práticas de avaliação pedagógica e de ensino no nosso Agrupamento. Processo O projeto permitiu-nos desenvolver aprendizagens? SIM
  • 6.
    Utilização de processosdiversificados de recolha de informação, de estratégias conducentes à participação dos alunos nos processos de avaliação e de propostas de trabalho pág. 11 Descrição possível para o que se pode considerar um Projeto de Intervenção desejável: Utilização primordial da avaliação formativa Utilização de avaliações sumativas (com e sem propósitos classificatórios) Conjuntodecritériosde avaliaçãopassíveldeser utilizadonumadiversidadede anosdeescolaridadee disciplinas. Distinção entre avaliação e classificação Cheklist
  • 7.
    7 pág. 16 “Outra ideiamais ou menos comum mas que, na verdade, é de real importância, prende-se com a necessidade da formação estar intimamente relacionada com as reais necessidades e interesses dos formandos. No caso particular do Projeto MAIA, esse desígnio estará, em princípio, assegurado uma vez que os formandos são essencialmente voluntários e partilharão um interesse comum pela avaliação pedagógica. Dito de outra forma, todos os formandos, à partida, parecem partilhar um genuíno interesse em melhorar as suas práticas de avaliação pedagógica que é concomitante com o seu interesse em melhorar as suas práticas de ensino.” “…seuspropósitossãoeminentementeTRANSDICIPLINARES…” “…os formandos são essencialmente voluntários…” pág. 18
  • 8.
    8 três professoras deportuguês Portanto… sem “mandato” QUESTÃO? De que forma poderemos contribuir, depois desta formação, para que no nosso agrupamento a conceção de um sistema de avaliação ou a definição de critérios de avaliação seja otimizada no sentido de melhorar as aprendizagens dos nossos alunos?
  • 9.
  • 10.
  • 11.
    PARA UMA FUNDAMENTAÇÃOE MELHORIA DAS PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA: PROJETOS DE INTERVENÇÃO NOS DOMÍNIOS DO ENSINO E DA AVALIAÇÃO ▪ Folha # - Para a Conceção e Elaboração do Projeto de Intervenção no Âmbito do Projeto MAIA – Domingos Fernandes Formadora Maria Júlia Ribeiro Referências bibliográficas 18:25:17