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CLÍNICA COGNITIVO COMPORTAMENTAL
CRENÇAS
Profa.
CURSO DE PSICOLOGIA
Profa. Ma. Maria de Jesus Siqueira de Almeida
Correa
CRENÇAS
(Paulo Vieira)
O que são crenças: é a programação mental que está aqui na sua cabeça,
você pode saber todas as línguas e todas as matérias mas se você não tiver
uma estrutura emocional adequada e forte, você não consegue processar toda
essa inteligência. O seu programa vai dizer se você vai ser bem sucedido
emocional ou não. Se você vai depender do marido ou outros ou se vai ser
independente financeira , de você vai ser uma boa mãe/pai ou não.
Segundo Beck (1997), As crenças são ideias ou esquemas que as pessoas
desenvolvem desde a infância sobre si mesmas, as outras pessoas e seus
mundos. As crenças são uma forma que a criança tem de extrair sentido do
seu ambiente. São entendimentos que são tão fundamentais e profundos que
as pessoas frequentemente não os questionam e os consideram
como verdades absolutas. Usualmente se valem dos ditos “sempre foi assim”
ou ”eu sempre fui assim”.
É o que os programas fazem conosco. E esses programas já foram
implantandos, por isso que você vive, para eu viver preciso de hormônios e
preciso de programas. Bem ou mal os nossos programas estão funcionando.
O nosso objetivo: refazer a parte dos nossos programas que não estão nos
ajudando. Pode ser a parte de relacionamento, profissional, ou financeiro. O
psicólogo vai reprogramar aquilo que precisa ser programado, ser refeito.
Crenças: é uma das ferramentas que precisa ser mudada. A crença é o
programa que a maioria trás consigo e fica impedido de vencer, impedido de
ter liberdade emocional, impedido de realizações. Essas crenças podem ser
através da comunicação verbal e não verbal.
As nossas comunicações não verbais mudam o nosso comportamento, porque
mudam os nossos Pensamento – sentimento – comportamento.
Ai está a matriz de geração de crenças, a chave, que processo neural é esse?
1º mudar a minha comunicação: se eu comunico tristeza, seu rosto
comunica tristeza automaticamente o meu cérebro identifica essa
comunicação e começa a produzir uma química de que? Tristeza.
Baixa no nível de serotonina, baixa a endorfina, aumenta o cortisol imediato,
é imediato. Mudou a postura, mudou a comunicação não verbal o cérebro se
adequa. Congruência.
Se eu comunico tristeza, olha p mim, o meu cérebro entende essa
comunicação e muda a química dele. As trilhas neurais que pensamentos iam
por aqui agora estão indo por outro aqui ativando outra área do cérebro,
produzindo uma química de tristeza.
“eu estava bem, mas comecei a chamar atenção e comuniquei uma química
de tristeza ai entro na segunda cadeia neural. Os pensamentos.
Então na hora que eu comunico coisas ruins, (droga, ah de novo não, ah eu to
cansado, ah não aguento mais) comuniquei coisas ruins, imediatamente a
ASSIM COMO TU PENSAS, TU ÉS.
E o que é pensamento? Apenas duas
coisas, imagens internas e imaginações
internas, dialogo interno.
química muda e eu começo a pensar pensamentos igual a minha comunicação
e o diálogo interno vai falar, ta certo vc não vai conseguir, de novo não,
desiste, vc está cansado, para, ele não confia em você, ele não te ama...
na hora que comunico coisas ruins a química muda e eu começo a pensar
pensamentos igual a minha comunicação. E o diálogo interno vai falar: não
vai dar certo, desiste, para, ele não confia em vc, ele não te ama, e começa a
comunicação interna, começa a imagem, tudo porque você não foi
responsável o suficiente para comandar a tua comunicação.
Pessoas que deixam que o ambiente e as circunstâncias comande a
comunicação, não controlam, não comandam a s suas vidas. Então
comuniquei tristeza, com motivo ou sem motivo eu comuniquei tristeza eu
passo a pensar um diálogo interno triste.
Eu comunicando tristeza eu penso imagem triste e um diálogo triste, os
pensamentos produz o que: sentimentos e começo a me sentir mal, pelo que
aconteceu? Não. Pelo que eu comuniquei que aconteceu.
O que me abala, me abaixa ou me levanta, não é o que acontece,
mas é o que eu comunico sobre o que acontece. Entenderam isso ou não.?
Eu não reajo ao que acontece eu reajo a como eu me comporto sobre o que
acontece.
Exemplo: bateu no carro e eu comunico, raiva, tristeza, droga quando eu
comunico isso, eu comunico tristeza..... o que quer que eu comunique isso
muda a maneira de eu pensar.
Vai vir raiva, dialogo interno vai ficar sem carro, carro vai para oficina, vou
gastar....e começa vir,.... começa vir....e começam a vir o diálogo, começa vir
as imagens e quando essas imagens veem do que não aconteceu eu começo
a sentir o que? Triste, arrasado, e isso interfere no meu comportamento, na
minha comunicação.
O que eu comunico produz a minha maneira de... pensar! Ta difícil a aminha
vida, ta um caos a minha vida la fora, ta uma droga la fora.
Como é que o vencedor comunica: vitória! E quando ele comunica vitória,
invés de vir um diálogo interno você não vai conseguir, você não vai vencer,
você é um derrotado.
Qdo ele comunicou vitória ele simplesmente mudou o que? A química, os
hormônios e neuros hormônios.
Quando ele comunica vitória ele produz testosterona, testosterona te tira da
cama, te tira do sofá e te leva para agir lá fora.
Quando você baixa o cortisol você tira o diálogo interno. Se eu comunico vitória
e penso de forma mais vitoriosa o pensamento produz o que? Sentimentos
E sentimentos produz CRENÇAS.
Estou te ensinando como mudas as suas crenças. A crença de derrota,
a crença de solidão, a crença da incapacidade, a crença do não
merecimento.
E toda CRENÇA ... é o que? Toda crença é um programa, se eu faço um
programa pra o ar condicionado 24º graus ele vai ficar naquela temperatura,
ele vai desligar.
Crença é programa, então todo sentimento crença e toda crença é
autorrealizável, aconteceu....
Então se é auto realizável fala comigo, aconteceu. De onde vem o resultado
bom, vem das minhas crenças, caminho inverso. Crenças boas ou ruins? Mas
as crenças vieram de onde? Dos sentimentos.
Ai vc diz mas eu não consigo controlar os meus sentimentos. Nem
precisa, não precisa controlar os seu sentimento para produzir boas crenças,
bons resultados. O que você precisa controlar? Mas eu não tenho controle
sobre os meus pensamentos, penso tantas coisas ruins. Na tem problemas.
Se você não consegue controlar os seus pensamentos e nem seus
sentimentos controla o que? A postura (imitar
Isso aqui é toda alegria? (vamos exemplificar agora no nosso gesto.... ).
Se vem um problema e eu me derroto eu comunico tristeza, eu entro na cadeia
decrescente. Se vem o problema e eu me detenho no problema eu choro o
problema, eu penso e sinto e vir outro problema ainda até que eu entro no
fundo do poço.Mas quando vem um problema e eu reajo com firmeza e me
pergunto o que tenho que aprender com esse problema que estou vivendo,
me revela Deus o que tenho que aprender com isso para me tornar uma
pessoa melhor. Não tem problema que não venha algo aprendizado escondido
do problema, mas as pessoas ao invés de querer aprender querem se
vitimizar, ao invés de celebrar o problema porque tem um momento de tornar
uma pessoa melhor, quem foi que cresceu diante do carnaval, agora quem foi
que cresceu diante de uma perda, de um problema? Das dificuldades que
passou na vida. E como é que olho para as dificuldades como meu maior
inimigo, se é ali que eu aprendo e me torno uma pessoa melhor? Se ali que o
meu caráter é aprimorado, ali que torno um pai melhor, uma mãe melhor, um
esposo melhor, uma esposa uma amigo melhor, um profissional melhor faz
sentido ou não faz.
TIPOS DE CRENÇAS
Existem alguns tipos crenças com as quais podemos nos deparar ao longo de
nossa existência. Veja quais são elas, a seguir:
Hereditárias:
São aquelas que representam tudo o que a pessoa escuta
dos pais e observa em seu sistema familiar. Falas como
“você não faz nada direito”, “você deixa tudo pela metade”,
“você nunca vai conseguir ninguém”, “seu irmão é muito
melhor”, permanecem registradas ao longo de toda a vida. A
mesma coisa acontece quando uma pessoa experiência
situações de traição, brigas por dinheiro, excesso ou
ausência de regras, relação com comida e injustiças.
Pessoais:
Essas crenças são criadas com base nas experiências
individuais de cada pessoa. Apesar de terem origem
hereditária, só se tornam verdade porque foram vividas. Por
exemplo, em casos nos quais uma pessoa é mandada
embora do emprego ou não passou no vestibular, podem
desenvolver a crença de incapacidade. Ou quando uma
pessoa tem seu relacionamento interrompido pelo
companheiro, é fácil acreditar que nunca alguém irá gostar
de você de verdade.
Sociais:
São aquelas impostas pela mídia ou pela sociedade.
Existem algumas crenças sociais que são muito comuns a
todos nós ou, pelo menos, a pessoas próximas a nós, como:
“o mundo é muito perigoso”, “só as pessoas ricas são felizes”,
“a sociedade só vai te aceitar se você for magro”, entre tantas
outras coisas.
A maioria das crenças estão relacionadas a: dinheiro, pessoas, oportunidades,
aprendizado, capacidades, identidade, situações, tempo, vida, passado,
presente, futuro.
Crenças intermediárias:
São os pressupostos subjacentes ou condicionais, ou seja, um conjunto de
regras, atitudes ou suposições. Podem ser mais facilmente identificadas
através de afirmações do tipo "se... então" ou "deveria".
Elas norteiam os comportamentos do sujeito, são muito imperativas e estão
diretamente ligadas as crenças centrais.
Crenças nucleares (centrais):
São formadas desde a infância, se solidificam e se fortalecem ao longo da
vida. Elas são o nível cognitivo mais profundo, consiste em ideias globais,
absolutistas e rígidas. Podem ser sobre a pessoa, os outros ou o mundo o
que forma a chamada tríade cognitiva. As crenças nucleares são ideias
enraizadas e cristalizadas as quais moldam o jeito de ser e agir das pessoas.
As crenças centrais podem ser divididas em:
1-Desamor: sentimento de que será rejeitado (sou indesejável, feio,
diferente, abandonado, defeituoso, não sou amado, não sou bom o suficiente
para ser amado etc.).
2-Desamparo: sentimentos relacionados a incompetência (sou incapaz,
inadequado, fraco, inferior, fracasso, vulnerável etc.).
3-Desvalor: sentimentos de não ter valor (sou sem valor, inaceitável, louco,
derrotado, mau, não mereço viver etc.).
Um exemplo de como funciona na prática:
Situação: Luana foi convidada para dar aula de inglês na sua antiga escola
de idiomas.
Pensamentos automáticos:
Desvalor: sentimentos de não ter valor (sou sem valor, inaceitável, louco,
derrotado, mau, não mereço viver etc.).
Um exemplo de como funciona na prática:
Situação: Luana foi convidada para dar aula de inglês na sua antiga escola
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Pensamentos automáticos:
“Isso será difícil demais! Eu não vou conseguir, é melhor dizer não.”
Emoções: medo e ansiedade.
Comportamento: agradeceu o convite e o rejeitou, alegando que estava sem
tempo.
Ao aprofundarmos um pouco, percebemos o real motivo dela ter negado a
oportunidade diante desta situação:
Pensamentos automáticos:
“Isso será difícil demais! Eles vão perceber que não sei nada. Eu não vou
conseguir, é melhor dizer não.”
Crenças intermediárias:
 “É péssimo não saber fazer as coisas.”
 “Eu deveria conseguir fazer tudo o que já aprendi.”
 “Se eu não sei fazer algo então não sou boa o suficiente.”
Crenças centrais:
 “Eu sou insuficiente.”
 “Eu sou incapaz.”
Após, a identificação junto ao paciente do seu funcionamento cognitivo, busca-
se modificar suas crenças.
Para isso, a TCC oferece ao profissional uma gama de técnicas para mudar a
visão distorcida do paciente para que ele consiga ter uma percepção mais
funcional ao:
• Perceber as vantagens e desvantagens da sua crença.
• Levantar evidências de que sua crença está distorcida.
• Verificar através de experimentos comportamentais como a crença não é
verdadeira.
• Colocar em perspectiva sua crença.
• Analisar as distorções na sua forma de pensar.
• Perceber como ele aplicaria as ideias rígidas com pessoas que ama.
• Elaborar cartões de enfrentamento para enfrentar situações em que a
crença irá aparecer.
• Entre outras estratégias para modificar crenças disfuncionais.
Por fim, o terapeuta da TCC consegue ter ferramentas suficientes para
colaborar com a mudança do sistema de crenças distorcidas do paciente, para
assim, permitir que o sujeito que sofre com a visão irreal de si, dos outros e do
mundo consiga fazer uma reestruturação cognitiva.
Quando o indivíduo modifica essa percepção, sua forma de se sentir e
se comportar muda para melhor! Proporciona a ela uma vida mais
realista,adaptativa e leve.
Referências:
Beck, J. Terapia Cognitiva: Teoria e prática. Artmed, Porto Alegre: 1997.
Callegaro, M.M. O novo inconsciente. Artmed, Porto Alegre: 2011.
Knapp, P. Terapia Cognitivo-Comportamental na prática psiquiátrica. Artmed,
Porto Alegre, 2004.
Young, J.; Klosko, J.; Weishaar, M. Terapia do Esquema. Guia de técnicas
cognitivo-comportamentais inovadoras. Artmed, Porto Alegre, 2008.
KNAPP, Paulo (Org.) Terapia Cognitivo-Comportamental na Prática
Psiquiátrica. Porto Alegre: Artes Médicas, 2004.
RANGÉ, B. et al. Psicoterapias cognitivo-comportamentais: um diálogo com a
psiquiatria. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 800p.
STEMBERG, Robert J., Psicologia Cognitiva. 5 Edição, Cengage Learning, São
Paulo, 2010.

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4o Aula Crenças Disfuncionais.pdf

  • 1. CLÍNICA COGNITIVO COMPORTAMENTAL CRENÇAS Profa. CURSO DE PSICOLOGIA Profa. Ma. Maria de Jesus Siqueira de Almeida Correa
  • 2. CRENÇAS (Paulo Vieira) O que são crenças: é a programação mental que está aqui na sua cabeça, você pode saber todas as línguas e todas as matérias mas se você não tiver uma estrutura emocional adequada e forte, você não consegue processar toda essa inteligência. O seu programa vai dizer se você vai ser bem sucedido emocional ou não. Se você vai depender do marido ou outros ou se vai ser independente financeira , de você vai ser uma boa mãe/pai ou não. Segundo Beck (1997), As crenças são ideias ou esquemas que as pessoas desenvolvem desde a infância sobre si mesmas, as outras pessoas e seus mundos. As crenças são uma forma que a criança tem de extrair sentido do seu ambiente. São entendimentos que são tão fundamentais e profundos que as pessoas frequentemente não os questionam e os consideram como verdades absolutas. Usualmente se valem dos ditos “sempre foi assim” ou ”eu sempre fui assim”. É o que os programas fazem conosco. E esses programas já foram implantandos, por isso que você vive, para eu viver preciso de hormônios e preciso de programas. Bem ou mal os nossos programas estão funcionando.
  • 3. O nosso objetivo: refazer a parte dos nossos programas que não estão nos ajudando. Pode ser a parte de relacionamento, profissional, ou financeiro. O psicólogo vai reprogramar aquilo que precisa ser programado, ser refeito. Crenças: é uma das ferramentas que precisa ser mudada. A crença é o programa que a maioria trás consigo e fica impedido de vencer, impedido de ter liberdade emocional, impedido de realizações. Essas crenças podem ser através da comunicação verbal e não verbal. As nossas comunicações não verbais mudam o nosso comportamento, porque mudam os nossos Pensamento – sentimento – comportamento. Ai está a matriz de geração de crenças, a chave, que processo neural é esse? 1º mudar a minha comunicação: se eu comunico tristeza, seu rosto comunica tristeza automaticamente o meu cérebro identifica essa comunicação e começa a produzir uma química de que? Tristeza. Baixa no nível de serotonina, baixa a endorfina, aumenta o cortisol imediato, é imediato. Mudou a postura, mudou a comunicação não verbal o cérebro se adequa. Congruência. Se eu comunico tristeza, olha p mim, o meu cérebro entende essa comunicação e muda a química dele. As trilhas neurais que pensamentos iam por aqui agora estão indo por outro aqui ativando outra área do cérebro, produzindo uma química de tristeza. “eu estava bem, mas comecei a chamar atenção e comuniquei uma química de tristeza ai entro na segunda cadeia neural. Os pensamentos. Então na hora que eu comunico coisas ruins, (droga, ah de novo não, ah eu to cansado, ah não aguento mais) comuniquei coisas ruins, imediatamente a ASSIM COMO TU PENSAS, TU ÉS. E o que é pensamento? Apenas duas coisas, imagens internas e imaginações internas, dialogo interno.
  • 4. química muda e eu começo a pensar pensamentos igual a minha comunicação e o diálogo interno vai falar, ta certo vc não vai conseguir, de novo não, desiste, vc está cansado, para, ele não confia em você, ele não te ama... na hora que comunico coisas ruins a química muda e eu começo a pensar pensamentos igual a minha comunicação. E o diálogo interno vai falar: não vai dar certo, desiste, para, ele não confia em vc, ele não te ama, e começa a comunicação interna, começa a imagem, tudo porque você não foi responsável o suficiente para comandar a tua comunicação. Pessoas que deixam que o ambiente e as circunstâncias comande a comunicação, não controlam, não comandam a s suas vidas. Então comuniquei tristeza, com motivo ou sem motivo eu comuniquei tristeza eu passo a pensar um diálogo interno triste. Eu comunicando tristeza eu penso imagem triste e um diálogo triste, os pensamentos produz o que: sentimentos e começo a me sentir mal, pelo que aconteceu? Não. Pelo que eu comuniquei que aconteceu. O que me abala, me abaixa ou me levanta, não é o que acontece, mas é o que eu comunico sobre o que acontece. Entenderam isso ou não.? Eu não reajo ao que acontece eu reajo a como eu me comporto sobre o que acontece. Exemplo: bateu no carro e eu comunico, raiva, tristeza, droga quando eu comunico isso, eu comunico tristeza..... o que quer que eu comunique isso muda a maneira de eu pensar. Vai vir raiva, dialogo interno vai ficar sem carro, carro vai para oficina, vou gastar....e começa vir,.... começa vir....e começam a vir o diálogo, começa vir as imagens e quando essas imagens veem do que não aconteceu eu começo a sentir o que? Triste, arrasado, e isso interfere no meu comportamento, na minha comunicação. O que eu comunico produz a minha maneira de... pensar! Ta difícil a aminha vida, ta um caos a minha vida la fora, ta uma droga la fora. Como é que o vencedor comunica: vitória! E quando ele comunica vitória, invés de vir um diálogo interno você não vai conseguir, você não vai vencer, você é um derrotado.
  • 5. Qdo ele comunicou vitória ele simplesmente mudou o que? A química, os hormônios e neuros hormônios. Quando ele comunica vitória ele produz testosterona, testosterona te tira da cama, te tira do sofá e te leva para agir lá fora. Quando você baixa o cortisol você tira o diálogo interno. Se eu comunico vitória e penso de forma mais vitoriosa o pensamento produz o que? Sentimentos E sentimentos produz CRENÇAS. Estou te ensinando como mudas as suas crenças. A crença de derrota, a crença de solidão, a crença da incapacidade, a crença do não merecimento. E toda CRENÇA ... é o que? Toda crença é um programa, se eu faço um programa pra o ar condicionado 24º graus ele vai ficar naquela temperatura, ele vai desligar. Crença é programa, então todo sentimento crença e toda crença é autorrealizável, aconteceu.... Então se é auto realizável fala comigo, aconteceu. De onde vem o resultado bom, vem das minhas crenças, caminho inverso. Crenças boas ou ruins? Mas as crenças vieram de onde? Dos sentimentos. Ai vc diz mas eu não consigo controlar os meus sentimentos. Nem precisa, não precisa controlar os seu sentimento para produzir boas crenças, bons resultados. O que você precisa controlar? Mas eu não tenho controle sobre os meus pensamentos, penso tantas coisas ruins. Na tem problemas. Se você não consegue controlar os seus pensamentos e nem seus sentimentos controla o que? A postura (imitar Isso aqui é toda alegria? (vamos exemplificar agora no nosso gesto.... ). Se vem um problema e eu me derroto eu comunico tristeza, eu entro na cadeia decrescente. Se vem o problema e eu me detenho no problema eu choro o problema, eu penso e sinto e vir outro problema ainda até que eu entro no fundo do poço.Mas quando vem um problema e eu reajo com firmeza e me pergunto o que tenho que aprender com esse problema que estou vivendo, me revela Deus o que tenho que aprender com isso para me tornar uma
  • 6. pessoa melhor. Não tem problema que não venha algo aprendizado escondido do problema, mas as pessoas ao invés de querer aprender querem se vitimizar, ao invés de celebrar o problema porque tem um momento de tornar uma pessoa melhor, quem foi que cresceu diante do carnaval, agora quem foi que cresceu diante de uma perda, de um problema? Das dificuldades que passou na vida. E como é que olho para as dificuldades como meu maior inimigo, se é ali que eu aprendo e me torno uma pessoa melhor? Se ali que o meu caráter é aprimorado, ali que torno um pai melhor, uma mãe melhor, um esposo melhor, uma esposa uma amigo melhor, um profissional melhor faz sentido ou não faz. TIPOS DE CRENÇAS Existem alguns tipos crenças com as quais podemos nos deparar ao longo de nossa existência. Veja quais são elas, a seguir: Hereditárias: São aquelas que representam tudo o que a pessoa escuta dos pais e observa em seu sistema familiar. Falas como “você não faz nada direito”, “você deixa tudo pela metade”, “você nunca vai conseguir ninguém”, “seu irmão é muito melhor”, permanecem registradas ao longo de toda a vida. A mesma coisa acontece quando uma pessoa experiência situações de traição, brigas por dinheiro, excesso ou ausência de regras, relação com comida e injustiças. Pessoais: Essas crenças são criadas com base nas experiências individuais de cada pessoa. Apesar de terem origem hereditária, só se tornam verdade porque foram vividas. Por exemplo, em casos nos quais uma pessoa é mandada embora do emprego ou não passou no vestibular, podem desenvolver a crença de incapacidade. Ou quando uma pessoa tem seu relacionamento interrompido pelo companheiro, é fácil acreditar que nunca alguém irá gostar de você de verdade.
  • 7. Sociais: São aquelas impostas pela mídia ou pela sociedade. Existem algumas crenças sociais que são muito comuns a todos nós ou, pelo menos, a pessoas próximas a nós, como: “o mundo é muito perigoso”, “só as pessoas ricas são felizes”, “a sociedade só vai te aceitar se você for magro”, entre tantas outras coisas. A maioria das crenças estão relacionadas a: dinheiro, pessoas, oportunidades, aprendizado, capacidades, identidade, situações, tempo, vida, passado, presente, futuro. Crenças intermediárias: São os pressupostos subjacentes ou condicionais, ou seja, um conjunto de regras, atitudes ou suposições. Podem ser mais facilmente identificadas através de afirmações do tipo "se... então" ou "deveria". Elas norteiam os comportamentos do sujeito, são muito imperativas e estão diretamente ligadas as crenças centrais. Crenças nucleares (centrais): São formadas desde a infância, se solidificam e se fortalecem ao longo da vida. Elas são o nível cognitivo mais profundo, consiste em ideias globais, absolutistas e rígidas. Podem ser sobre a pessoa, os outros ou o mundo o que forma a chamada tríade cognitiva. As crenças nucleares são ideias enraizadas e cristalizadas as quais moldam o jeito de ser e agir das pessoas. As crenças centrais podem ser divididas em: 1-Desamor: sentimento de que será rejeitado (sou indesejável, feio, diferente, abandonado, defeituoso, não sou amado, não sou bom o suficiente para ser amado etc.). 2-Desamparo: sentimentos relacionados a incompetência (sou incapaz, inadequado, fraco, inferior, fracasso, vulnerável etc.). 3-Desvalor: sentimentos de não ter valor (sou sem valor, inaceitável, louco, derrotado, mau, não mereço viver etc.). Um exemplo de como funciona na prática:
  • 8. Situação: Luana foi convidada para dar aula de inglês na sua antiga escola de idiomas. Pensamentos automáticos: Desvalor: sentimentos de não ter valor (sou sem valor, inaceitável, louco, derrotado, mau, não mereço viver etc.). Um exemplo de como funciona na prática: Situação: Luana foi convidada para dar aula de inglês na sua antiga escola de idiomas. Pensamentos automáticos: “Isso será difícil demais! Eu não vou conseguir, é melhor dizer não.” Emoções: medo e ansiedade. Comportamento: agradeceu o convite e o rejeitou, alegando que estava sem tempo. Ao aprofundarmos um pouco, percebemos o real motivo dela ter negado a oportunidade diante desta situação: Pensamentos automáticos: “Isso será difícil demais! Eles vão perceber que não sei nada. Eu não vou conseguir, é melhor dizer não.” Crenças intermediárias:  “É péssimo não saber fazer as coisas.”  “Eu deveria conseguir fazer tudo o que já aprendi.”  “Se eu não sei fazer algo então não sou boa o suficiente.” Crenças centrais:  “Eu sou insuficiente.”  “Eu sou incapaz.” Após, a identificação junto ao paciente do seu funcionamento cognitivo, busca- se modificar suas crenças.
  • 9. Para isso, a TCC oferece ao profissional uma gama de técnicas para mudar a visão distorcida do paciente para que ele consiga ter uma percepção mais funcional ao: • Perceber as vantagens e desvantagens da sua crença. • Levantar evidências de que sua crença está distorcida. • Verificar através de experimentos comportamentais como a crença não é verdadeira. • Colocar em perspectiva sua crença. • Analisar as distorções na sua forma de pensar. • Perceber como ele aplicaria as ideias rígidas com pessoas que ama. • Elaborar cartões de enfrentamento para enfrentar situações em que a crença irá aparecer. • Entre outras estratégias para modificar crenças disfuncionais. Por fim, o terapeuta da TCC consegue ter ferramentas suficientes para colaborar com a mudança do sistema de crenças distorcidas do paciente, para assim, permitir que o sujeito que sofre com a visão irreal de si, dos outros e do mundo consiga fazer uma reestruturação cognitiva. Quando o indivíduo modifica essa percepção, sua forma de se sentir e se comportar muda para melhor! Proporciona a ela uma vida mais realista,adaptativa e leve. Referências: Beck, J. Terapia Cognitiva: Teoria e prática. Artmed, Porto Alegre: 1997. Callegaro, M.M. O novo inconsciente. Artmed, Porto Alegre: 2011. Knapp, P. Terapia Cognitivo-Comportamental na prática psiquiátrica. Artmed, Porto Alegre, 2004. Young, J.; Klosko, J.; Weishaar, M. Terapia do Esquema. Guia de técnicas cognitivo-comportamentais inovadoras. Artmed, Porto Alegre, 2008. KNAPP, Paulo (Org.) Terapia Cognitivo-Comportamental na Prática Psiquiátrica. Porto Alegre: Artes Médicas, 2004.
  • 10. RANGÉ, B. et al. Psicoterapias cognitivo-comportamentais: um diálogo com a psiquiatria. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 800p. STEMBERG, Robert J., Psicologia Cognitiva. 5 Edição, Cengage Learning, São Paulo, 2010.