ENCONTRO
INCLUSIVO
Educação Especial na
perspectiva inclusiva
Equipe Educação Especial
O QUE É EDUCAÇÃO ESPECIAL
É uma modalidade de
ensino que perpassa todos
os níveis, etapas e
modalidades, realiza o
atendim...
O que é?
 Atendimento Educacional Especializado?
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acessibilidade e pedagógicos organiz...
Atendimento Educacional
Especializado
 Tem como função identificar,
elaborar e organizar recursos
pedagógicos e de
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PÚBLICO ALVO DA
EDUCAÇÃO ESPECIAL
 Alunos com deficiência física,
intelectual, visual, auditiva(surdez) e
transtorno do e...
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Visual, Auditiva, Surdez,
Paralisia Cerebral, TEA,
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ou
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 Saúde
 Segurança
 Trabalho
 Comunicação
 Autocuidado
 Determinação
 Vida no lar
 Adaptação social
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CAUSAS DA
DEFICIÊNCIAINTELECTUAL
 a) Hereditariedade (5%): Mutações gênicas, erros
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 b) Alterações pr...
CARACTERÍSTICAS DE DI
 Falta de concentração;
 entraves na comunicação e na interação;
 Menor capacidade para entender ...
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Qual é o termo que devo usar?
Deficiência Mental ou
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 O termo Deficiência Intelectual vem sendo
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DIDÁTICA PARA O ENSINO DE
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 Manter uma rotina diária de trabalhos;
 Utilizar cartazes de referencias e orientações:
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ADAPTAÇÃO CURRICULAR
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Adaptação curricular está fundamentada em
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COMO AVALIAR O ALUNO
COM DI
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sucesso, para avaliar os alunos, permitindo um
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  1. 1. ENCONTRO INCLUSIVO Educação Especial na perspectiva inclusiva Equipe Educação Especial
  2. 2. O QUE É EDUCAÇÃO ESPECIAL É uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional especializado, disponibiliza recursos e serviços e orienta quanto a sua utilização no processo de ensino e aprendizagem nas turmas comuns do ensino regular.
  3. 3. O que é?  Atendimento Educacional Especializado? Conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados de forma complementar ou sua suplementar à formação dos alunos no ensino regular.  Sala de Recursos Multifuncional? São ambientes dotados de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos e pedagógicos para a oferta do AEE.
  4. 4. Atendimento Educacional Especializado  Tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem barreiras para plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas.  As atividades desenvolvidas no AEE diferenciam-se das realizadas na sala de aula comum, NÃO sendo substitutivas à escolarização.
  5. 5. PÚBLICO ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL  Alunos com deficiência física, intelectual, visual, auditiva(surdez) e transtorno do espectro autista;  Alunos com Altas Habilidades/Superdotação.
  6. 6. FALE Que tem Com Que têm A deficiência (Física, Intelectual, Visual, Auditiva, Surdez, Paralisia Cerebral, TEA, AH,outros). Pessoa ou Pessoas QUE Enfrentam desafios físicos; Usam cadeiras de rodas; São cegos; São surdos; Pessoa ou Pessoas
  7. 7. NÃO FALE Não use expressões como “o deficiente” ou “Pessoas deficientes” ou Ditas “normais”
  8. 8. Deficiência Intelectual: o que é? Para o DSM-V (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 4º Ed. texto revisado) o diagnóstico de Deficiência Intelectual é embaso em três importantes critérios: Critério A: QI- Quoeficiente de Inteligência abaixo de 70; Critério B: Limitações significativas no funcionamento adaptativo em pelo menos duas das seguintes áreas de habilidades: comunicação, autocuidados, vida doméstica, habilidades sociais/interpessoais, uso de recursos comunitários, autossuficiência, habilidades acadêmicas, trabalho, lazer, saúde e segurança; Critério C: Ocorrer antes dos 18 anos. A DI pode ser definida como “funcionamento intelectual inferior à média”, levando-se em conta o QI (quociente intelectual) do indivíduo associado às limitações adaptativas empelo menos duas áreas das seguintes habilidades:
  9. 9.  Lazer  Saúde  Segurança  Trabalho  Comunicação  Autocuidado  Determinação  Vida no lar  Adaptação social  Funções acadêmicas  Uso de recursos da comunidade
  10. 10. CAUSAS DA DEFICIÊNCIAINTELECTUAL  a) Hereditariedade (5%): Mutações gênicas, erros inatos metabólicos;  b) Alterações precoces do desenvolvimento embrionário (aproximadamente 30%): alterações cromossômicas (ex: Síndrome de Down) ou dano pré-natal causado por toxinas (por ex., consumo materno de álcool, infecções como a Rubéola);  c) Problemas da gravidez e perinatais (aproximadamente 10%): desnutrição fetal, prematuridade, hipóxia, infecções virais, trauma encefálico, entre outras;  d) Condições médicas gerais adquiridas no início da infância (aproximadamente 5%): infecções, traumas e envenenamento (por ex., devido ao chumbo);  e) Influências ambientais e outros transtornos mentais (aproximadamente 15-20%): privação de afeto e cuidados (maus tratos) bem como a falta estimulação social, linguística e outras;  f) Transtorno Invasivo do Desenvolvimento Severo.
  11. 11. CARACTERÍSTICAS DE DI  Falta de concentração;  entraves na comunicação e na interação;  Menor capacidade para entender a lógica de funcionamento das línguas, por não compreender a representação escrita ou necessitar de um sistema de aprendizado diferente.
  12. 12. DIAGNÓSTICO  É feito pelo psicólogo, pois é o único profissional habilitado para utilizar os instrumentos psicológicos necessários para constatação do QI-Quoeficiente Intelectual do indivíduo através de vários instrumentos padronizados para este fim, entre eles estão: as Escalas Wechsler de Inteligência: WISC-III (6 a 16 anos) e WAIS – III (adulto), Stanford-Binet e Bateria Kaufman de Avaliação para Crianças que somados as informações da história de vida da pessoa e as condições atuais que vivencia.  Será diagnosticado com Deficiência Intelectual os indivíduos que apresentarem QI abaixo de 70 com déficits significativos no comportamento adaptativo. Não deve ser diagnosticada em indivíduos com um QI inferior a 70, se não existirem déficits ou prejuízos significativos no funcionamento adaptativo (DSM-IV), nesta situação é importante aprofundar a investigação a fim de verificar as variáveis que influenciaram no resultado.
  13. 13.  Apesar de o nível intelectual ser diagnosticado pelo psicólogo, é muito importante que a avaliação seja multiprofissional na qual a pessoa passará por vários profissionais: neurologistas, psiquiatras, fonoaudiólogos, psicopedagogos, entre outros, conforme a necessidade de cada caso, com uma comunicação clara e eficiente entre estes profissionais para que o diagnóstico seja o mais completo possível, assim como o prognóstico e formas de tratamento.  No trabalho com os Deficientes Intelectuais, o objetivo principal é estimular as áreas em que há dificuldades/limitações. Os principais profissionais envolvidos são educadores especiais, psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais. Os medicamentos são prescritos e utilizados quando a Deficiência Intelectual está associada a outras doenças como a epilepsia, transtornos, etc.
  14. 14. Qual é o termo que devo usar? Deficiência Mental ou Deficiência Intelectual? O indivíduo com Deficiência Intelectual recebeu inúmeras terminologias durante o processo histórico: oligofrênico; cretino; tonto; imbecil; idiota; débil profunda; criança subnormal; criança mentalmente anormal; mongolóide; criança atrasada; criança eterna; criança excepcional; retardada mental em nível dependente/custodial, treinável/adestrável ou educável; deficiente mental em nível leve, moderado, severo ou profundo (nível estabelecido pela Organização Mundial da Saúde, 1968); criança com déficit intelectual; criança com necessidades especiais; criança especial, etc., (SASSAKI, 2005).
  15. 15.  O termo Deficiência Intelectual vem sendo utilizado desde 1995 e sendo incorporado no mundo todo. Segundo Sassaki (2005), o termo intelectual é mais apropriado por referir-se ao funcionamento do intelecto especificamente e não ao funcionamento da mente como um todo e também consiste em podermos melhor distinguir entre deficiência mental e transtorno mental
  16. 16. INTERFACES ENTRE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E TRANSTORNO MENTAL  Ambos apresentam uma disfunção, ou seja, comprometimento do Sistema Nervoso Central -SNC.  É necessária uma avaliação criteriosa por profissionais especializados para diferenciar os quadros e definir condutas a serem adotadas, que vão caracterizar melhor a legislação e rede de recursos a ser acionada.  Segundo especialistas, o Transtorno Mental pode ocorrer em 20% ou até 30% dos casos de Deficiência Intelectual.
  17. 17. DIFERENÇAS ENTRE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E TRANSTORNO MENTAL  Idade do diagnóstico da Deficiência Intelectual vai até os 18 anos. No geral, no caso do Transtorno Mental não se tem uma idade estabelecida.  Outra diferença está no tipo de diagnóstico, o indivíduo com Transtorno Mental sem comorbidades não apresenta QI rebaixado quando adequadamente tratado. Outra diferença é a caracterização neuropsicobiológica do tipo de comprometimento (tipo de disfunção, de alteração neurológica,de padrão comportamental, etc.).  Comumente o Deficiente Intelectual apresenta quadro irreversível e exige terapias mais específicas para preservação, desenvolvimento das potencialidades existente.
  18. 18.  A principal diferença entre as duas classificações é que, na Deficiência Intelectual, há uma limitação no desenvolvimento das funções necessárias para compreender e interagir com o meio, enquanto no Transtorno Mental, essas funções existem, mas ficam comprometidas pelos fenômenos psíquicos aumentados ou anormais.  Saber diferenciar a Deficiência Intelectual do Transtorno Mental é um passo crucial para evitar equívocos que possam prejudicar a pessoa e seus familiares em seu diagnóstico, prognósticos e tratamento como também as consequências das mudanças psicológicas, financeiras e sociais advindas do falso diagnóstico.  Assim, a conduta profissional correta favorecerá o delineamento de intervenções que contribuam para comportamentos adaptativos mais adequados, promovendo mais qualidade de vida para a pessoa e seus familiares.
  19. 19. COMPREENDENDO O ALUNO COM DI Alunos com dificuldade de concentração precisam de espaço organizado, rotina, atividades lógicas e regras. Ele precisa desenvolver a habilidade de prestar atenção com estratégias diferenciadas para, depois, entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér Mantoan, doutora e docente em psicologia educacional.
  20. 20. DIDÁTICA PARA O ENSINO DE ALUNOSCOM DI Segundo Piaget, não existe uma diferença estrutural entre o desenvolvimento cognitivo de pessoas com ou sem deficiência. Portanto, para ele a única diferença das pessoas com deficiência intelectual para com as sem deficiência intelectual se observa através do ritmo da construção das estruturas mentais, ou seja, a pessoa com DI desenvolve-se mais lentamente e não consegue concluir o processo de construção das estruturas da inteligência.
  21. 21. Mantoan (1992) assinala que os indivíduos com deficiência intelectual configuram uma construção inacabada, tendo uma lentidão significativa no processo intelectual. Portanto cabe a escola proporcionar condições que possibilite o desenvolvimento das potencialidades, sem levar em conta as características da deficiência e sim o que ele possa estar desenvolvendo.
  22. 22.  Manter uma rotina diária de trabalhos;  Utilizar cartazes de referencias e orientações: calendário, presença, rotina, aniversário, alfabeto, números, etc.;  Propor trabalhos e atividades que possam auxiliar o desenvolvimento de habilidades adaptativas: sociais, de comunicação, cuidados pessoais, autonomia;  As atividades devem ser explicadas de forma lenta e tranquila, repetindo quantas vezes forem necessárias, (a repetição e rotina de aplicação das atividades, possui grande importância no desenvolvimento, compreensão e aprendizagem de alunos com deficiência intelectual. Exemplos de estratégias possíveis de serem desenvolvidas:
  23. 23. ADAPTAÇÃO CURRICULAR PARA ALUNOS COM DI Adaptação curricular está fundamentada em quatro critérios básicos: 1- O que o aluno deve aprender. 2- Como e quando aprender. 3- Que formas de organização do ensino são mais eficientes no processo de aprendizagem. 4- O que, como e quando avaliar o aluno.
  24. 24. COMO AVALIAR O ALUNO COM DI Vários instrumentos podem ser utilizados, com sucesso, para avaliar os alunos, permitindo um acompanhamento do seu percurso escolar e a evolução de suas competências e de seus conhecimentos. Um dos recursos que poderá auxiliar o professor a organizar a produção dos seus alunos e por isso avaliar com eficiência é utilizar um portfólio. A utilização do portfólio permite conhecer a produção individual dos alunos e analisar a eficiência das práticas pedagógicas do professor.

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