AGENTES EXTERNOS DO RELEVO

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Introdução a Geomorfologia, agentes externos do relevo

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AGENTES EXTERNOS DO RELEVO

  1. 1. GEOGRAFIA FÍSICAGEOGRAFIA FÍSICA INTRODUÇÃO AINTRODUÇÃO A GEOMORFOLOGIAGEOMORFOLOGIA AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS MODIFICADORES EMODIFICADORES E FORMADORES DO RELEVOFORMADORES DO RELEVO PROFESSOR: OMAR FÜRST http://bibocaambiental.blogspot.com.br
  2. 2. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS MODIFICADORES EMODIFICADORES E FORMADORES DE RELEVOFORMADORES DE RELEVO  A erosão desgasta, destrói e constrói formas deA erosão desgasta, destrói e constrói formas de relevo. Por isso dizemos que sua ação érelevo. Por isso dizemos que sua ação é modeladora da superfície terrestre.modeladora da superfície terrestre.  Principais agentes de intemperismo:Principais agentes de intemperismo:  Água(chuva, rio, mares, oceanos, gelos e lagos)Água(chuva, rio, mares, oceanos, gelos e lagos)  Temperatura ( calor e frio)Temperatura ( calor e frio)  VentoVento  Ação dos seres vivos ( animal e vegetal)Ação dos seres vivos ( animal e vegetal)
  3. 3. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DAS CHUVASAÇÃO DAS CHUVAS  A caírem regularmente numa área, as chuvasA caírem regularmente numa área, as chuvas criam e modificam formas.criam e modificam formas.  A água que cai numa calçada provoca aberturaA água que cai numa calçada provoca abertura de pequenos buracos.,de pequenos buracos.,  Com o atrito da pisadas e outras pressões, oCom o atrito da pisadas e outras pressões, o solo se compacta e se impermeabiliza.solo se compacta e se impermeabiliza.  Com o tempo podem surgir rachaduras, onde aCom o tempo podem surgir rachaduras, onde a água da chuva se concentra e dá origem aágua da chuva se concentra e dá origem a sulcos.sulcos.  Raízes de arvores plantadas em calçadasRaízes de arvores plantadas em calçadas também contribui para a aceleração da erosãotambém contribui para a aceleração da erosão
  4. 4. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DAS CHUVASAÇÃO DAS CHUVAS  A mudança de temperatura, a infiltração daA mudança de temperatura, a infiltração da água e as raízes das plantas fragmentam aságua e as raízes das plantas fragmentam as rochas e modificam as características dosrochas e modificam as características dos minerais.minerais.  As águas da chuva e as enxurradas sãoAs águas da chuva e as enxurradas são capazes de transportar partículas de tamanhoscapazes de transportar partículas de tamanhos variados que serão depositados no sopé dosvariados que serão depositados no sopé dos morros.morros.  Quando grande quantidade de material seQuando grande quantidade de material se desloca, dizemos que ocorreu deslizamento.desloca, dizemos que ocorreu deslizamento.  O transporte de materiais nas vertentes podemO transporte de materiais nas vertentes podem causar grandes estragos.causar grandes estragos.
  5. 5. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DAS CHUVASAÇÃO DAS CHUVAS  As vertentes dos morros podem ser destruídasAs vertentes dos morros podem ser destruídas pelos sulcos ou ravinas causados pelapelos sulcos ou ravinas causados pela enxurrada.enxurrada.  Formam-se verdadeiros buracos como seFormam-se verdadeiros buracos como se fossem fendas, chamadas defossem fendas, chamadas de voçorocavoçoroca  Para amenizar o problema é recomendável nãoPara amenizar o problema é recomendável não retirar a vegetação natural, ou plantar espécieretirar a vegetação natural, ou plantar espécie similarsimilar  A erosão causada pela chuva recebe o nome deA erosão causada pela chuva recebe o nome de erosão pluvial.erosão pluvial.
  6. 6. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DA CHUVAAÇÃO DA CHUVA
  7. 7. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS RIOSAÇÃO DOS RIOS  O trabalho realizado pelos rios recebe o nomeO trabalho realizado pelos rios recebe o nome de erosão fluvial.de erosão fluvial.  No seu percurso da nascente á foz, os riosNo seu percurso da nascente á foz, os rios retiram, transportam e depositam materiais ouretiram, transportam e depositam materiais ou sedimentos.sedimentos.  Assim eles constroem e destroem as margens.Assim eles constroem e destroem as margens.  Existem rios de diferentes volumes, extensão eExistem rios de diferentes volumes, extensão e larguraslarguras  Ao realizar o trabalho erosivo, os rios vãoAo realizar o trabalho erosivo, os rios vão formando seus valesformando seus vales
  8. 8. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS RIOSAÇÃO DOS RIOS  Tipos de vales:Tipos de vales:  Vales fluviaisVales fluviais apresentam diferentes aspectos, queapresentam diferentes aspectos, que dependem da inclinação do leito, força da águadependem da inclinação do leito, força da água corrente, tipo de rocha em que o rio foi escavado,corrente, tipo de rocha em que o rio foi escavado, condições climáticas e quantidade de precipitaçãocondições climáticas e quantidade de precipitação  Vale em VVale em V o trabalho do rio é observado tanto noo trabalho do rio é observado tanto no aprofundamento do leito como no desenvolvimentoaprofundamento do leito como no desenvolvimento das vertentes.das vertentes.  Garganta ou canyonGarganta ou canyon o trabalho de aprofundamentoo trabalho de aprofundamento do leito do rio é mais forte que o de formação dasdo leito do rio é mais forte que o de formação das vertentes, geralmente aparecem em área devertentes, geralmente aparecem em área de formação sedimentar, que oferecem poucaformação sedimentar, que oferecem pouca resistência.resistência.
  9. 9. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS RIOSAÇÃO DOS RIOS
  10. 10. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS RIOSAÇÃO DOS RIOS  Concluindo, sãoConcluindo, são fatores da erosãofatores da erosão fluvial:fluvial:  Natureza das rochasNatureza das rochas  Força da correnteForça da corrente  Velocidade e fluxo doVelocidade e fluxo do riorio  Declividade do terrenoDeclividade do terreno
  11. 11. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS RIOSAÇÃO DOS RIOS
  12. 12. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS RIOSAÇÃO DOS RIOS
  13. 13. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS RIOS - VOCABULÁRIOAÇÃO DOS RIOS - VOCABULÁRIO  Afluente ou tributário ou rio secundárioAfluente ou tributário ou rio secundário: rio que não atinge: rio que não atinge diretamente o mar, fazendo-o somente através do riodiretamente o mar, fazendo-o somente através do rio principal.principal.  Bacia hidrográficaBacia hidrográfica: área drenada pela rede hidrográfica. Sua: área drenada pela rede hidrográfica. Sua análise envolve os aspectos físicos, os humanos e osanálise envolve os aspectos físicos, os humanos e os econômicos.econômicos.  Canal fluvialCanal fluvial: sulco feito no relevo pelos rios, através de seus: sulco feito no relevo pelos rios, através de seus processos erosivos, ao se instalarem na natureza.processos erosivos, ao se instalarem na natureza.  Confluência ou junçãoConfluência ou junção: local em que um rio se lança em: local em que um rio se lança em outro.outro.  Débito ou vazão ou descargaDébito ou vazão ou descarga: quantidade de água que um rio: quantidade de água que um rio escoa em um ponto qualquer de seu curso. O débito éescoa em um ponto qualquer de seu curso. O débito é medido em metros cúbicos por segundo (m3/s) e variamedido em metros cúbicos por segundo (m3/s) e varia  a) ao longo do curso, aumentando o débito da nascentea) ao longo do curso, aumentando o débito da nascente para a foz;para a foz;  b) ao longo do ano, sofrendo maior ou menor variação dab) ao longo do ano, sofrendo maior ou menor variação da vazão de acordo com as estações.vazão de acordo com as estações.
  14. 14. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS RIOS - VOCABULÁRIOAÇÃO DOS RIOS - VOCABULÁRIO  Foz ou desembocaduraFoz ou desembocadura: área em que o rio se lança no mar.: área em que o rio se lança no mar. Quanto à forma, a foz pode ser de dois tipos:Quanto à forma, a foz pode ser de dois tipos:  a) em estuário, quando existe somente um canal fluvial;a) em estuário, quando existe somente um canal fluvial;  b) em delta, quando o curso do rio se ramifica em váriosb) em delta, quando o curso do rio se ramifica em vários braços.braços.  Interflúvio ou divisor de água ou linha de cristaInterflúvio ou divisor de água ou linha de crista: corresponde: corresponde às partes mais elevadas do relevo. Separam duas vertentes,às partes mais elevadas do relevo. Separam duas vertentes, drenando as águas para bacias diferentes.drenando as águas para bacias diferentes.  Leito:Leito: trecho recoberto pelas águas ao escoarem, sendo detrecho recoberto pelas águas ao escoarem, sendo de largura variável, normalmente, aumentando das nascenteslargura variável, normalmente, aumentando das nascentes para a foz, conforme a quantidade de água existente no canalpara a foz, conforme a quantidade de água existente no canal fluvial.fluvial.  Margens, terraço ou várzeasMargens, terraço ou várzeas: partes laterais que demarcam o: partes laterais que demarcam o leito fluvial. Conforme o sentido de escoamento das águas,leito fluvial. Conforme o sentido de escoamento das águas, da nascentes para a foz, distingue-se a margem esquerda e ada nascentes para a foz, distingue-se a margem esquerda e a direita. Posiciona-se de frente para foz, sua direita demarcarádireita. Posiciona-se de frente para foz, sua direita demarcará a margem direita, e a sua esquerda a margem esquerda.a margem direita, e a sua esquerda a margem esquerda.
  15. 15. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS RIOS - VOCABULÁRIOAÇÃO DOS RIOS - VOCABULÁRIO  MeandroMeandro: curva no traçado do rio. Os rios meandrantes são: curva no traçado do rio. Os rios meandrantes são típicos de áreas onde o relevo é pouco movimentado, atípicos de áreas onde o relevo é pouco movimentado, a exemplo das planícies e, secundariamente, em algunsexemplo das planícies e, secundariamente, em alguns planaltos.planaltos.  Nascentes ou cabeceirasNascentes ou cabeceiras: locais onde se iniciam os rios.: locais onde se iniciam os rios.  Perfil hidrográficoPerfil hidrográfico: pode ser um gráfico ou um corte: pode ser um gráfico ou um corte topográfico realizado nos rios. Ele pode ser de dois tipos:topográfico realizado nos rios. Ele pode ser de dois tipos:  a) longitudinal, quando for um gráfico realizado daa) longitudinal, quando for um gráfico realizado da nascente até a foz. Mostra a altitude e a distâncianascente até a foz. Mostra a altitude e a distância percorrida por um rio;percorrida por um rio;  b) transversal ou latitudinal, quando o corte topográficob) transversal ou latitudinal, quando o corte topográfico mostra o vale do rio.mostra o vale do rio.  Rede hidrográficaRede hidrográfica: conjunto formado pelo rio principal e todos: conjunto formado pelo rio principal e todos os afluentes e subafluentes.os afluentes e subafluentes.  Rio principalRio principal: rio que coleta as águas de todos os afluentes e: rio que coleta as águas de todos os afluentes e subafluentes, transportando-as até a foz. Normalmente, osubafluentes, transportando-as até a foz. Normalmente, o nome de bacia hidrográfica corresponde ao rio principal.nome de bacia hidrográfica corresponde ao rio principal.
  16. 16. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS RIOS - VOCABULÁRIOAÇÃO DOS RIOS - VOCABULÁRIO  Regime hidrográfico ou regime fluvialRegime hidrográfico ou regime fluvial: variação do débito: variação do débito de um rio no decorrer do ano. Ver o item O clima e ode um rio no decorrer do ano. Ver o item O clima e o regime fluvial.regime fluvial.  Talvegue:Talvegue: ponto mais baixo de um vale fluvial, para oponto mais baixo de um vale fluvial, para o qual todas as águas do vale se dirigem.qual todas as águas do vale se dirigem.  Vale:Vale: parte que se estende de um interflúvio a outro,parte que se estende de um interflúvio a outro, abrangendo o talvegue, o leito, as margens, as vertentesabrangendo o talvegue, o leito, as margens, as vertentes e o rioe o rio  Jusante:Jusante: direção que vai para a foz, a favor dadireção que vai para a foz, a favor da correnteza.correnteza.  Montante:Montante: direção que vai para a nascente, contra adireção que vai para a nascente, contra a correnteza.correnteza.  Vertentes:Vertentes: laterais dos vales fluviais, desde as margenslaterais dos vales fluviais, desde as margens até os interflúviosaté os interflúvios
  17. 17. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS RIOS- TIPOS DE BACIAAÇÃO DOS RIOS- TIPOS DE BACIA As bacias hidrográficas podem ser classificadas de acordoAs bacias hidrográficas podem ser classificadas de acordo com o escoamento de suas águas, como:com o escoamento de suas águas, como: exorréicas:exorréicas: quando o escoamento das águas é aberto,quando o escoamento das águas é aberto, voltado para os oceanos e maresvoltado para os oceanos e mares  endorréicasendorréicas: quando a drenagem é interna, os rios: quando a drenagem é interna, os rios desembocam em lagos ou mares fechados;desembocam em lagos ou mares fechados; arréicas:arréicas: quando não se distingue a direção daquando não se distingue a direção da drenagem, são típicos das áreas desérticas e semi-áridas;drenagem, são típicos das áreas desérticas e semi-áridas;  criptorréicas:criptorréicas: quando os cursos fluviais apresentam-sequando os cursos fluviais apresentam-se subterrâneos, como nas áreas calcárias.subterrâneos, como nas áreas calcárias. No Brasil, considera-se que todos os nossos riosNo Brasil, considera-se que todos os nossos rios apresentam apenas drenagens exorréicas, mesmo aquelesapresentam apenas drenagens exorréicas, mesmo aqueles localizados no sertão do Nordeste.localizados no sertão do Nordeste.
  18. 18. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS MARESAÇÃO DOS MARES  A ação provocada pela água do mar eA ação provocada pela água do mar e oceano damos o nome de erosão marinhaoceano damos o nome de erosão marinha  Modifica as linhas de costas.Modifica as linhas de costas.  Retira sedimentos de partes altas eRetira sedimentos de partes altas e deposita em partes baixas.deposita em partes baixas.  Pode ser destrutivo ou construtivo.Pode ser destrutivo ou construtivo.
  19. 19. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DO MARAÇÃO DO MAR  Trabalho destrutivoTrabalho destrutivo ocorre nas costas altasocorre nas costas altas  As ondas quando quebram fazem as paredes rochosasAs ondas quando quebram fazem as paredes rochosas se fragmentarem e desmoronarem ( abrasão).se fragmentarem e desmoronarem ( abrasão).  As costas altas ( falésias) vão sendo destruídas aosAs costas altas ( falésias) vão sendo destruídas aos poucos e caem junto ao sopé que continuam sendopoucos e caem junto ao sopé que continuam sendo trabalhadas pelo mar.trabalhadas pelo mar.  Plataforma de abrasão é a superfície que se forma noPlataforma de abrasão é a superfície que se forma no sopé.sopé.  Os fragmentos de rochas arrancados são arrastados eOs fragmentos de rochas arrancados são arrastados e transformam em areia.transformam em areia.  Essa areia é depositada nas reentrâncias e dão origemEssa areia é depositada nas reentrâncias e dão origem as praiasas praias
  20. 20. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DO MARAÇÃO DO MAR
  21. 21. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DO MARAÇÃO DO MAR
  22. 22. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DO MARAÇÃO DO MAR Ataque costeiroAtaque costeiro  O incessante movimento das ondas, naO incessante movimento das ondas, na costa, pode destruir até a mais dura dascosta, pode destruir até a mais dura das rochas. Às rochas mais frágeis, como asrochas. Às rochas mais frágeis, como as sedimentares, são as primeiras a sofrersedimentares, são as primeiras a sofrer erosão, deixando promontórios de rochaerosão, deixando promontórios de rocha dura que sobrevivem por mais tempo.dura que sobrevivem por mais tempo. Promontório é uma elevação no terrenoPromontório é uma elevação no terreno junto à costa.junto à costa.
  23. 23. AGENTES EXTERNOS AÇÃO DO MAR  OO trabalho construtivotrabalho construtivo é denominado acumulaçãoé denominado acumulação  Destaca-se a :Destaca-se a :  Formação das paraisFormação das parais  Restingas ( cordões de areia), uma parte do marRestingas ( cordões de areia), uma parte do mar pode ficar aprisionada no litoral em formação dandopode ficar aprisionada no litoral em formação dando origem a:origem a: • LagunaLaguna se a água aprisionada tiver ligação diretase a água aprisionada tiver ligação direta com o marcom o mar • LagoaLagoa se a água aprisionada não tiver contatose a água aprisionada não tiver contato direto com o mardireto com o mar
  24. 24. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DO MARAÇÃO DO MAR  As areias de antigas praias consolidam-se,As areias de antigas praias consolidam-se, transformando-se em arenito e dando origem atransformando-se em arenito e dando origem a recifes.recifes.  Os recifes também podem ser formados porOs recifes também podem ser formados por acumulação de animais marinhos, corais.acumulação de animais marinhos, corais.  Os recifes podem ser de arenito ou de corais.Os recifes podem ser de arenito ou de corais.  Ilhas de corais são comumente chamadas deIlhas de corais são comumente chamadas de atolatol
  25. 25. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DO MARAÇÃO DO MAR
  26. 26. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS VENTOSAÇÃO DOS VENTOS  A ação destrutivas dos ventos -A ação destrutivas dos ventos - erosãoerosão eólicaeólica - é mais observada em área áridas(- é mais observada em área áridas( deserto) ou litoral.deserto) ou litoral.  a ação construtiva é observada através daa ação construtiva é observada através da acumulação –acumulação – dunasdunas- que podem ser- que podem ser móveis ou fixa.móveis ou fixa.  Para se proteger, os habitantes dePara se proteger, os habitantes de regiões dunosas costumam plantar cercasregiões dunosas costumam plantar cercas vivas para impedir a passagem da areia.vivas para impedir a passagem da areia.
  27. 27. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS VENTOSAÇÃO DOS VENTOS
  28. 28. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DOS VENTOSAÇÃO DOS VENTOS
  29. 29. AGENSTES EXTERNOSAGENSTES EXTERNOS AÇÃO DO GELOAÇÃO DO GELO  Erosão glacial ou glaciáriaErosão glacial ou glaciária é a ação do gelo sobre aé a ação do gelo sobre a superfície terrestre.superfície terrestre.  GeleirasGeleiras são enormes extensões de gelo quesão enormes extensões de gelo que estabelecem sobre áreas continentais, em regiõesestabelecem sobre áreas continentais, em regiões polares.polares.  No verão a fragmentação dos blocos de gelo causam osNo verão a fragmentação dos blocos de gelo causam os icebergs.icebergs.  As geleiras podem de formar nos picos de altasAs geleiras podem de formar nos picos de altas montanhas. É nessas formações que a erosão glacialmontanhas. É nessas formações que a erosão glacial torna-se evidente. Formam-se os vales glaciais outorna-se evidente. Formam-se os vales glaciais ou calhas.calhas.  Nas áreas de litorais de costas altas, antigos valesNas áreas de litorais de costas altas, antigos vales fluviais são retrabalhados pelo gelo. Posteriormente,fluviais são retrabalhados pelo gelo. Posteriormente, invadidos pelo mar, dão origem aosinvadidos pelo mar, dão origem aos fiordesfiordes
  30. 30. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DO GELOAÇÃO DO GELO fiordes
  31. 31. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS AÇÃO DO GELOAÇÃO DO GELO
  32. 32. AGETES EXTERNOAGETES EXTERNO OS SERES VIVOSOS SERES VIVOS  OO homemhomem é um importante agente modificadoré um importante agente modificador do relevo.do relevo.  Com objetivo de ajustar a natureza aos seusCom objetivo de ajustar a natureza aos seus interesses, ele derruba morros, aterra planícies,interesses, ele derruba morros, aterra planícies, altera vertentes, desvia cursos de água, etc.altera vertentes, desvia cursos de água, etc.  Nas cidades, o relevo natural quase não existe.Nas cidades, o relevo natural quase não existe.  A ação humana geralmente provoca negativasA ação humana geralmente provoca negativas conseqüências no relevo.conseqüências no relevo.
  33. 33. AGENTES EXTERNOSAGENTES EXTERNOS OS SERES VIVOSOS SERES VIVOS  OsOs animaisanimais também provocam grandestambém provocam grandes desgaste no relevo, através dadesgaste no relevo, através da compactação do solo.compactação do solo.  AA vegetaçãovegetação nem sempre é benigna, poisnem sempre é benigna, pois pode tanto ajudar a proteger o relevopode tanto ajudar a proteger o relevo quanto destruir.quanto destruir.  Plantas de raízes superficiais dificilmentePlantas de raízes superficiais dificilmente protegem o solo da ação das águas.protegem o solo da ação das águas.

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