O slideshow foi denunciado.
Utilizamos seu perfil e dados de atividades no LinkedIn para personalizar e exibir anúncios mais relevantes. Altere suas preferências de anúncios quando desejar.
Próximos SlideShares
Geração dialogos 0212
Avançar
Transfira para ler offline e ver em ecrã inteiro.

1

Compartilhar

Baixar para ler offline

4estratgias0315 sha

Baixar para ler offline

4 estratégias de mobilização de recursos para Organizações da sociedade civil

Livros relacionados

Gratuito durante 30 dias do Scribd

Ver tudo

4estratgias0315 sha

  1. 1. www.slideshare.net/micfre12/ 4 ESTRATÉGIAS DE MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS NO TS
  2. 2. SERVIÇOS CRIANDO PALESTRAS ASSESSORIA
  3. 3. TEMAS DA APRESENTAÇÃO Empresas ISP MRC Prospecção - VIC O encontro Incentivos Fiscais Elaboração de projetos Pesquisa de editais: nacionais e internacionais
  4. 4. EXERCÍCIO A chuteira e a caneleira custam juntas R$110. A chuteira custa R$ 100 a mais que a caneleira. Valor da chuteira? Valor da caneleira? INTUIÇÃO
  5. 5. Feeling / Intuição Exercício A + B = 110 A – B = 100 A = 110 – B A = 100 +B 100 + B = 110 – B 2B = 110 – 100 B = 10 /2 = 5
  6. 6. NÃO DEPENDA DA INTUIÇÃONÃO DEPENDA DA INTUIÇÃO Para Daniel Kahneman, “Nobel de Economia”, é um grande risco tomar decisões usando a área preguiçosa e irracional do cérebro. A mente éA mente é comandadacomandada por 2 sistemaspor 2 sistemas (rápido e devagar)(rápido e devagar)..
  7. 7. FONTES DE FINANCIAMENTO / RECURSOS
  8. 8. Fontes de Financiamento Doadas para a Caritas que mantém um supermercado em Casilino onde os/as sem teto podem fazer compras de graça
  9. 9. Fontes institucionais (ODAs) Iniciativa privada Empresas e institutos empresariais Pessoas Fundações Organizações religiosas Igreja Cooperação e Agencias nacionais e internacionais Associações Governo Federal, Estadual, Municipal e internacional Fundações empresariais, familiares, mistas, comunitárias e independentes PRINCIPAIS FONTES DE RECURSOS / FINANCIAMENTO
  10. 10. PRINCIPAIS FONTES DE RECURSOS / FINANCIAMENTO / ESTRATÉGIAS Projetos de Geração de Renda Venda Fundo patrimonial Prestação de serviços MRC EVENTOS PROJETOS PARCERIAS Alugueis Negócio com impacto social Iniciativa privada Organizações Religiosas Fundações Nac. e Internacionais Fontes Institucionais Governos
  11. 11. ESSENCIALESSENCIAL Diversificação das fontes de recursosDiversificação das fontes de recursos  Legitimidade socialLegitimidade social  Diminuição do riscoDiminuição do risco  Sustentabilidade financeira de longoSustentabilidade financeira de longo prazoprazo FONTES DEFONTES DE RECURSOSRECURSOS
  12. 12. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Direcionamento ESTRATÉGIA
  13. 13. Malba Tahan, Os Cegos E O Elefante Encontramos pessoas que, à semelhança dos cegos de Jericó, adiantam informações erradas e falsas sobre coisas que não conhecem, na convicção de que estão com a verdade. Primeiro o todo e depois as partes Morais da história: Em terra de cego, quem tem um olho anda vendo coisas. Quando algo é tido como verdade, o que é diferente parece mentira. Problemas comuns unem.
  14. 14. ESTRATÉGIA Mintzberg; Ahlstrand; Lampel (2000 p.13) compara a estratégia a um elefante analisado por cegos: Somando as partes, certamente não teremos um elefante. Um elefante é mais que isto. Contudo, para compreender o todo também precisamos compreender as partes.
  15. 15. Estratégia é a arte de explorar condições e caminhos favoráveis com o fim de alcançar objetivos. Segundo o dicionário Aurélio: Mintzberg (1996) a sintetiza como sendo uma forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados. ESTRATÉGIA
  16. 16. AS ESTRATÉGIAS PARA MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS PARA AS OSCS Quatro principais estratégias, para acessar as fontes já comentadas. Podem ser mistas, ou seja, combinadas entre si, gerando então uma nova estratégia: Editais Captação de produtos Voluntariado GRP Cada uma destas estratégias pode ter estratégias secundárias, táticas e ferramentas específicas.
  17. 17. Estratégia principal Estratégia secundária cultura, Idoso, criança e adolescente, esporte, saúde OSCIP, UPF, CEBAS ProAC e outros estaduais e municipais Financiamento coletivo (crowdfunding) Websites / redes Prêmios Inscrição Venda de serviços Licenciamento MRC- Marketing relacionado a causas Eventos Fundos patrimoniais Aluguéis Legados Doação em dobro (Matchfund) Com vinculo à organização ou a seus gestores Sem vínculo Catástrofes Bazar Leilão 2015 Michel Freller, Danilo Tiisel, Ader Assis www.criando.net / www.socialprofit.com.br / www.adreelang.com.br Pesquisa / Nota fiscal (paulista) Diretoria / voluntários Captação de produtos Rede bens apreendidos solicitação Regulamentos específicos e estatuto Emoção e emergência redes sociais, anúncios, SMS, vídeos Voluntariado (supporter) Grandes e médios doadores (major donors) tirar da zona de conforto / entorno (da organização) rede, visitas pessoais, desenvolvimento de conselhos, email e pesquisa, cotas, incentivos fiscais, tijolo, contar histórias, selo Campanha capital Pequenos doadores Doação regular, recorrente (membership - adote) cara a cara, email, mala direta, clique e agende, telemarketing, redes sociais, jogos, torpedo - SMS, contar histórias, tijolo, voluntariado, embaixadores da causa, vídeos, direct response - TV, comunicação permanente, P2P Apadrinhamento (programa de afiliação) Solicitação - doação única Parcerias Prestadores de serviços visitas, pesquisa, contratos Anúncios Contrato Filmes de 2 min Pesquisa Geração de Renda Própria (GRP) Venda de produtos Micro doação - arredondar, NFP Divulgação, anúncios, cartão de crédito Loja própria Bazar / brinde / Rifa Pesquisar e formatar Criar personagem Rede, pesquisa e reunião Gestão de marcas e parcerias (Branding) Patrocíno/ cotas - Definir tema, pessoa famosa (embaixador), patroness - Show/ jantar / palestra / etc. Gestão e governança Tática Ferramentas Edital (Grants) Sem incentivo Pesquisa, gestão coletiva SICONV, convênios, pesquisa, websites, emenda parlamentar escrever o projeto / pesquisa e visitas Incentivos Fiscais Federais, Estaduais e Municipais Formatar o projeto Funcionários das empresas parceiras
  18. 18. Relação: Fonte x Estratégia x Tática Estratégia principal Estratégia secundária cultura, Idoso, criança e adolescente, esporte, saúde OSCIP, UPF, CEBAS ProAC e outros estaduais e municipais Financiamento coletivo (crowdfunding) Websites / filmes 2 min Prêmios Inscrição Rede de contatos Pesquisa Tática Ferramentas Edital (Grants) Sem incentivo Pesquisa, gestão coletiva SICONV, convênios, pesquisa, websites, emenda parlamentar escrever o projeto / pesquisa e visitas Incentivos Fiscais Federais, Estaduais e Municipais Formatar o projeto Funcionários das empresas parceiras
  19. 19. Relação: Fonte x Estratégia x Tática Estratégia principal Estratégia secundária Venda de serviços Licenciamento MRC- Marketing relacionado a causas Eventos Fundos patrimoniais Aluguéis Rede, pesquisa e reunião Gestão de marcas e parcerias (Branding) Patrocíno/ cotas - Definir tema, pessoa famosa (embaixador), patroness - Show/ jantar / palestra / etc. gestão e governança Regulamentos específicos e estatuto Anúncios Contrato Geração de Renda Própria (GRP) Venda de produtos Micro doação - arredondar, NFP Divulgação, anúncios, cartão de crédito Loja própria Bazar / brinde / rifa Pesquisar e formatar criar personagem Tática Ferramentas
  20. 20. Relação: Fonte x Estratégia x Tática Estratégia principal Estratégia secundária legados doação em dobro (Matchfund) Com vinculo à organização ou a seus gestores sem vínculo Catástrofes Parcerias Prestadores de serviços visitas, pesquisa, contratosPesquisa / Nota fiscal (paulista) Diretoria / voluntários Emoção e emergência redes sociais, anúncios, SMS, vídeos Voluntariado (supporter) Grandes e médios doadores (major donors) tirar da zona de conforto / entorno (da organiza ção) rede, visitas pessoais, desenvolvimento de conselhos, email e pesquisa, cotas, incentivos fiscais, tijolo, contar histórias, selo Campanha capital Pequenos doadores Doação regular, recorrente (membership - adote) cara a cara, email, mala direta, clique e agende, telemarketing, redes sociais, jogos, torpedo - SMS, contar histórias, tijolo, voluntariado, embaixadores da causa, vídeos, direct response - TV, comunicação permanente, P2P Apadrinhamento (programa de afiliação) Solicitação - doação única Tática Ferramentas
  21. 21. Relação: Fonte x Estratégia x Tática Estratégiaprincipal Estratégiasecundária Bazar Leilão Captaçãode produtos Rede bensapreendidos solicitação Tática Ferramentas
  22. 22. Fundações RESUMO DAS FONTES, ESTRATÉGIAS PRINCIPAIS E SECUNDÁRIAS E FERRAMENTAS Em roxo e azul as fontes; em vermelho, estratégias principais; em verde, estratégias secundárias para GRP e em azul claro, ferramentas e táticas Fontes institucionais Agências e cooperação nacionais e Internacionais Associações Governo federal, estadual, municipal, internacional Fundações empresariais, familiares, mistas, comunitárias e independentes Organizações Religiosas Igreja Iniciativa Privada Empresas e Institutos empresariais Pessoas Editais Voluntariado Geração de Renda própria Captação de Bens e Produtos Sem incentivo Incentivos Prêmios SICONV / Convênios Emenda, pesquisas OS, OSCIP, UPF, CEBAS Incentivos Municipais - PROAC WEbsites Inscrever Cultura, Criança, Idosos, Esporte, Saúde Escrever o Projeto Crowdfunding
  23. 23. Fundações RESUMO DAS FONTES, ESTRATÉGIAS PRINCIPAIS E SECUNDÁRIAS E FERRAMENTAS Em roxo e azul as fontes; em vermelho, estratégias principais; em verde, estratégias secundárias para GRP e em azul claro, ferramentas e táticas Fontes institucionais Agências e cooperação nacionais e Internacionais Associações Governo federal, estadual, municipal, internacional Fundações empresariais, familiares, mistas, comunitárias e independentes Organizações Religiosas Igreja Iniciativa Privada Empresas e Institutos empresariais Pessoas Editais Voluntariado Geração de Renda própria Captação de Bens e Produtos Eventos MRC Venda de produtos Vendas de Serviços Fundo Patrimonial Patrocíno/ cotas - Definir tema, pessoa famosa (embaixador) , Gestão de marcas e parcerias (branding) Criar Personagem Micro doação - arredondar, NFP, loja própria, bazar, brinde, rifa Pesquisar e formatar Gestão e governança Licenciamento patroness - Show/ jantar / palestra / bingo, etc Aluguel Anúncios
  24. 24. EMPRESAS
  25. 25. MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS DE EMPRESAS MARKETING ENTORNO MATERIAL INSTITUTOS EMPRESARIAIS RH SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS PESSOAS
  26. 26. www.educadoressemfronteiras.org.br
  27. 27. Desafios Acesso difícil a quem decide Desafios Acesso difícil a quem decide EmpresasEmpresas ESCRITÓRIOS ESPECIALIZADOS ?!?!?!?!?!?!??!?!? !?!!?!?!?!?!? Elo 3 Aplauso Cultura J. Leiva Cultura e Esporte Dearo Patrolink
  28. 28. 1. Que empresas já doam para a sua organização atualmente? 2. Que empresas, na sua área, têm alguma ligação com a sua missão? 3. Que empresas doam para organizações semelhantes à sua? 4. Qual dos seus conselheiros ou diretores tem ligação com alguma empresa? 5. Quem, vocês conhecem, em qualquer das empresas potencialmente doadoras? 6. Que empresas locais vocês poderiam convidar para participar do seu conselho? Perguntas importantes que a sua organização deve responder: Fontes – Empresas, como acessar?
  29. 29. • Doação financeira tradicional ou cota manutenção • Estimulando o voluntariado • Dias de trabalho dos seus empregados • Editais/ Projetos – com ou sem incentivo fiscal • Doando equipamento ou serviços pró-bono • Cessão de espaço físico • Parcerias • MRC • ISP X Marketing Fontes – Empresas, de que forma?
  30. 30. FILANTROPIA Ação social externa de uma organização, tendo como beneficiária principal a comunidade e/ou outras organizações INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO Repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público X DISTINÇÃO IMPORTANTE PARA O CAPTADOR DE RECURSOS
  31. 31. Realizado por empresas, fundações e “institutos” de origem empresarial ou instituídos por indivíduos ou famílias Deveraim ter natureza distinta do marketing, PROSPECÇÃO DE INVESTIDORES Investimento Social Privado
  32. 32. ISPs ESCOLHEM UM FOCO DE ATUAÇÃO Evitam colaborar com projetos de forma casuística e pontual A falta de foco dificulta a avaliação dos resultados e diminui o impacto PROSPECÇÃO DE INVESTIDORES Investimento Social Privado
  33. 33. ISPs AVALIAM A SUSTENTABILIDADE DA INICIATIVA Equilíbrio e continuidade Definir orçamento e a periodicidade do investimento social Garantir a gestão adequada dos recursos PROSPECÇÃO DE INVESTIDORES Investimento Social Privado
  34. 34. GRANDES DOADORES 1.000.000,00 Número de Valor Total neste Total doações Mínimo da Nível Acumulado Necessárias min max Doação 1 3 5 100.000 100.000 100.000 3 6 10 80.000 240.000 340.000 3 6 10 40.000 120.000 460.000 5 12 20 25.000 125.000 585.000 10 30 50 15.000 150.000 735.000 20 60 100 5.000 100.000 835.000 30 90 150 3.500 105.000 940.000 40 120 200 1.500 60.000 1.000.000 TOTAL 112 327 545 1.000.000 ou Pirâmide de Doação para US$ Padrões de Amostra de Investimentos Número a prospectar Fonte: © Farr Healey Consulting, LLCFonte: © Farr Healey Consulting, LLC — Entre as primeiras dez a doze grandes doações - 40% a 60% da metaEntre as primeiras dez a doze grandes doações - 40% a 60% da meta — Solicitações “em massa” – a partir de obtida a metade da necessidade financeiraSolicitações “em massa” – a partir de obtida a metade da necessidade financeira Padrões de amostra de investimentos ou Pirâmide de doação para US$ 1 milhão
  35. 35. Estímulos concedidos pelo governo, na área fiscal, para que recursos sejam canalizados para segmentos específicos (econômico, cultural, esportivo, social) Por um lado, os incentivos funcionam como estratégia de captação de recursos Por outro lado, os incentivos promovem a criação de uma cultura de participação cidadã Estímulos concedidos pelo governo, na área fiscal, para que recursos sejam canalizados para segmentos específicos (econômico, cultural, esportivo, social) Por um lado, os incentivos funcionam como estratégia de captação de recursos Por outro lado, os incentivos promovem a criação de uma cultura de participação cidadã INCENTIVOS FISCAISINCENTIVOS FISCAIS
  36. 36. Doações para Entidades sem fins lucrativos, de Utilidade Pública ou qualificadas como OSCIPs Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente e do Idoso Atividade desportiva e paradesportiva Operações de caráter cultural e artístico Atividade audiovisual Saúde – Pronon e Pronas-PCD INCENTIVOS FISCAIS FEDERAIS Principais Modalidades
  37. 37. Lei nº 9.249/95 - Beneficiários  Pessoas jurídicas podem fazer doações diretas a entidades civis, sem fins lucrativos, constituídas no Brasil, utilizando incentivo específico INCENTIVOS FISCAIS Doação para entidades sem fins lucrativos - UPF ou OSCIPs
  38. 38. Lei nº 9.249/95  Promove-se a dedução do valor das doações como despesa operacional até o limite de 2% do lucro operacional  A declaração de Imposto de Renda da doadora deve ser com base no Lucro Real (vedado às de lucro presumido ou Simples)  34% da doação “recuperada” (deixa-se de pagar para ao Governo e investe-se na entidade)  66% da doação é efetiva INCENTIVOS FISCAIS Doação para entidades sem fins lucrativos – UPF ou OSCIPs
  39. 39. Os Fundos são instrumentos para captação de recursos (promoção e defesa da criança e do adolescente) Podem ser municipais, estaduais ou federal Os recursos dos fundos são movimentados pelos Conselhos FUMCAD / FUNCRI / FIA FUNDOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
  40. 40. REGISTRO NO CMDCA http://fumcad.prefeitura.sp.gov.br/for ms/principal.aspx http://fumcad.prefeitura. sp.gov.br/forms/conheca .aspx http://www.cliqueesperanca.or g/doacaoweb
  41. 41. Pessoas jurídicas Tributadas pelo lucro real podem deduzir até 1% do Imposto de Renda devido 150 mil Empresas / 2,9% dos contribuintes PJ / 70% do arrecadado pela Receita com IRPJ Pessoas físicas Com modelo de declaração completa podem deduzir até 6% do Imposto de Renda – 41% = 10,6 milhões de pessoas INCENTIVOS FISCAIS ESPORTE / CMDCA / IDOSO / SAÚDE
  42. 42. FUNDO DO IDOSO Lei 12.213/2010 institui o Fundo Nacional do Idoso, faculta à pessoa jurídica a dedução do Imposto de Renda devido. Este benefício fiscal não poderá ultrapassar 1% do imposto devido.
  43. 43. INCENTIVOS FISCAIS PARA O ESPORTE Características e RequisitosCaracterísticas e Requisitos
  44. 44. Incentivo específico para projetos desportivos e paradesportivos Destinado à implementação, à prática, ao ensino, ao estudo, à pesquisa e ao desenvolvimento do desporto INCENTIVO AO ESPORTE Lei Federal 11.438/06, regulamentada pelo Decreto 6.180 de 03.08.2007 e portarias 120 de 03.07.2009 e 166 de 21.08.2008
  45. 45. Formas de desporto Desporto educacional: complementar às atividades educacionais e com a finalidade de alcançar o desenvolvimento integral do indivíduo e o exercício da cidadania. 50% alunos de escola pública. INCENTIVOS FISCAIS ESPORTE
  46. 46. Formas de desporto Desporto de participação: finalidade de contribuir para a integração dos praticantes na plenitude da vida social, na promoção da saúde e preservação do meio ambiente. Esporte como lazer INCENTIVOS FISCAIS ESPORTE
  47. 47. Formas de desporto Desporto de rendimento: finalidade de obter resultados e integrar pessoas e comunidades do país, e estas com as de outras nações INCENTIVOS FISCAIS ESPORTE
  48. 48. Proponente 1. Entidade de natureza desportiva: pessoa jurídica de direito privado ou público, com fins não econômicos, cujo ato constitutivo disponha expressamente sobre sua finalidade esportiva 2. Deve estar em funcionamento há pelo menos 1 ano 3. O proponente deve ter o projeto aprovado pelo Ministério do Esporte INCENTIVO AO ESPORTE Quem pode propor projetos
  49. 49. Proponente 4. Será responsável pela apresentação, execução e prestação de contas de projetos desportivos ou paradesportivos 5. Deverá comprovar regularidade fiscal e tributária nas esferas federal, estadual, distrital e municipal 6. Deverá cadastrar-se e manter seu cadastro atualizado junto ao Ministério do Esporte. INCENTIVO AO ESPORTE Quem pode propor projetos
  50. 50. INCENTIVO AO ESPORTE http://www.esporte.gov.br/index.php/institucional/secretaria- executiva/lei-de-incentivo-ao-esporte/consulta-recursos-captados 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 TOTAL Qtdaprovados 21 186 301 588 Qtdcaptados 17 103 218 404 505 530 510 2.287 Valoraprovado 62,7 269 419 554 585 572 564 3.024 Valorcaptado 50,9 82,2 111 192 220 211 194 1.061 Qtdempresas 645 1005 1503 1552
  51. 51. INCENTIVOS FISCAIS DE CARÁTER CULTURAL E ARTÍSTICO Histórico e Lei Rouanet
  52. 52. EVOLUÇÃO LEGISLATIVA 1986 – Lei Sarney (7.505/86) 1990 – Lei Mendonça (Município de São Paulo – 10.923/90) 1991 – Lei Rouanet (8.313/91) 1993 – Lei do Audiovisual (8.685/93) 1999 – Artigo 18 – 100% 2006 – ProAC (Programa de Ação Cultural – Estado de SP – 12.268) 2012 e 2013– Instrução Normativa num.1 ???? - Prócultura CARÁTER CULTURAL E ARTÍSTICO Panorama Brasileiro
  53. 53. Quem pode investir: PESSOA JURÍDICA Tributadas pelo do lucro real O percentual máximo de abatimento do imposto de renda é de 4% Pode-se deduzir 40% do montante investido quando doação Pode-se deduzir 30% do montante investido quando patrocínio Pode-se deduzir 100% do montante investido através do art. 18 LEI 9.784/99 LEI ROUANET
  54. 54. Quem pode investir: PESSOA FÍSICA Declaração completa do imposto de renda O percentual máximo de abatimento do imposto de renda é de 6% Pode-se deduzir 100% do montante investido quando estiver utilizando artigo 18 Pode-se deduzir 80% do montante investido quando estiver fazendo doação Pode-se deduzir 60% do montante investido quando estiver fazendo patrocínio LEI ROUANET
  55. 55. Artes cênicas Livros de valor artístico, literário ou humanístico Música erudita ou instrumental Exposição de artes visuais Doação de acervos para bibliotecas públicas, museus, cinematecas Produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem Preservação do patrimônio cultural material e imaterial Folclore MODALIDADES COM ABATIMENTO INTEGRAL (100%) LEI 9.784/99
  56. 56. MINISTÉRIO DA SÁUDE PRONON E PRONAS
  57. 57. INCENTIVOS FISCAIS Saúde – tratamento oncológico Pessoa com deficiência  Cadastro junto à Secretaria do Ministério da Saúde.  Projetos alinhados às diretrizes e prioridades da política do MS.  Qualificação de OSCIP, OS ou CEBAS.  Enviar projeto para aprovação (em papel) para a secretaria de atenção à saúde.
  58. 58.  Publicação de portaria autorizando a captação.  Abertura de 2 contas no BB.  Para iniciar deverá ter captado 60%  valor determinado para o captador = 5% ou no máximo R$ 50 mil INCENTIVOS FISCAIS Saúde – tratamento oncológico Pessoa com deficiência
  59. 59. Prazo pequeno para captar (3 a 4 meses). Limite de 1% do valor do IR das Pessoas físicas ou jurídicas. Vantagem de 100% do abatimento do imposto de renda para empresas que declarem pelo lucro real ou pessoas pelo modelo completo. Depósito até o último dia do prazo não pega o fim do ano. INCENTIVOS FISCAIS Saúde – tratamento oncológico Pessoa com deficiência
  60. 60. INCENTIVOS FISCAIS Resumo sobre os incentivos fiscais federais para OSCs Tipo de incentivo Nome do incentivo Lei federal principal Necessário aprovação de projeto Prazo para captar Limite do captador % do captador % mínimo para inicio Necessário cadastro prévio Idoso (2) 12.210/10 Criança e Adolescente (3) 8.069/90 e 12.594/12 OSCIP, UPF, Ensino e Pesquisa 9.249/95 e 10.637/02 12.715/12 11.438/06 8.313/9 Saúde PRONAS PRONON Esporte Cultura Artigo 18 Cultura Artigo 26 Áudio- visual 8.685/93 e 11.329/06 Depósito em fundo Municipal, Estadual ou Federal Doação direta na conta as OSC Depósito em conta específica do projeto Banco do Brasil
  61. 61. INCENTIVOS FISCAIS Resumo sobre os incentivos fiscais federais para OSCs Tipo de incentivo Nome do incentivo Lei federal principal Necessário aprovação de projeto Prazo para captar Limite do captador % do captador % mínimo para inicio Necessário cadastro prévio S S S S Variável (24 meses) Variável NA 5,7 ou 10 % (1) Variável S S S S No ano / 03/15 50 mil (4) 5% (4) 60% (4) S N S S N S N S 18 meses 24 meses 100 mil 10% 20% Idoso (2) 12.210/10 Criança e Adolescente (3) 8.069/90 e 12.594/12 OSCIP, UPF, Ensino e Pesquisa 9.249/95 e 10.637/02 12.715/12 11.438/06 8.313/9 Saúde PRONAS PRONON Esporte Cultura Artigo 18 Cultura Artigo 26 Áudio- visual 8.685/93 e 11.329/06 Depósito em fundo Municipal, Estadual ou Federal Doação direta na conta as OSC Depósito em conta específica do projeto Banco do Brasil
  62. 62. VALORES DA RENÚNCIA FISCAL FEDERAL COM INCENTIVOS PARA OSCS E PRODUTORES CULTURAIS Ano: PJ PF Total % Cultura (Rouanet – art 18 e 26 + audiovisual + vale cultura) 1.547,6 24,8 1.572,4 67,6% Ensino e pesquisa + UPF + OSCIP 236,0 236,0 10,1% Fundo dos Direitos de Criança e do Adolescente 206,4 66,6 273,0 11,7% Esporte 184,3 4,6 188,9 8,1% Fundo do idoso 21,0 4,5 25,5 1,1% PCD + PRONON 22,4 7,6 30,0 1,3% TOTAL 2.217,7 108,1 2.325,8 2013
  63. 63. VANTAGENS FISCAISVANTAGENS FISCAIS TIPOSTIPOS 1. Dedução direta do valor a pagar do Imposto de Renda 2. Dedução da base de cálculo do IR como despesa 3. Mista (partes como opção 1 e outra parte como 2) 1. Dedução direta do valor a pagar do Imposto de Renda 2. Dedução da base de cálculo do IR como despesa 3. Mista (partes como opção 1 e outra parte como 2)
  64. 64. Rouanet 18/ Pronon / Pronas / IDOSO / ESPORTE / FIA- CMDCA 10.000.000 15.000 9.985.000 15.000 900.000 15.000 10.000.000 1.485.000 15.000 976.000 6.624.000 3.361.000 15.000 100% Com incentivo UPF e OSCIP (tipo 2) 10.000.000 15.000 9.985.000 - 898.650 9.985.000 1.497.750 - 974.500 6.614.100 3.370.900 5.100 34% Lei Rouanet 40% - doação - Art.26 (tipo 3) 10.000.000 15.000 9.985.000 - 898.650 9.985.000 1.491.750 6.000 974.500 6.620.100 3.364.900 11.100 74% Lei Rouanet 30% - patrocínio - Art.26 (tipo 3) 10.000.000 15.000 9.985.000 - 898.650 9.985.000 1.493.250 4.500 974.500 6.618.600 3.366.400 9.600 64% Sem incentivo cultural 1 Resultado operacional antes do Incentivo ou Doação 10.000.000 2 (-) Doação filantrópica/patrocinio - 3 = Resultado oper.antes do IR 10.000.000 4 (+) Adições para cálculo da CSSL - 5 Constubuição social - CSLL - 9% 900.000 6 (+) Adições para cálculo do IR - 7 = LUCRO LÍQUIDO / REAL OU Ajustado antes do IR 10.000.000 8 IR - a ser pago 15% 1.500.000 9 (-) Deduzido do IR - 10 Adicional IRPJ (Lucro Real - R$ 240.000) - 10% 976.000 11 = LUCRO LÍQUIDO 6.624.000 12 Total da carga tributária (5+8+10) 3.376.000 13 Economia com impostos - 14 Recuperação percentual do valor doado - Lei Audio- visual (tipo 3) 10.000.000 15.000 9.985.000 15.000 900.000 9.985.000 1.482.750 15.000 974.500 6.627.750 3.357.250 18.750 125%
  65. 65. Sem incentivo cultural 1 Resultado operacional antes do Incentivo ou Doação 10.000.000 2 (-) Doação filantrópica/patrocinio - 3 = Resultado oper.antes do IR 10.000.000 4 (+) Adições para cálculo da CSSL - 5 Constubuição social - CSLL - 9% 900.000 6 (+) Adições para cálculo do IR - 7 = LUCRO LÍQUIDO / REAL OU Ajustado antes do IR 10.000.000 8 IR - a ser pago 15% (PJ) 27,5% PF 1.500.000 9 (-) Deduzido do IR - 10 Adicional IRPJ (Lucro Real - R$ 240.000) - 10% 976.000 11 = LUCRO LÍQUIDO 6.624.000 12 Total da carga tributária (5+8+10) 3.376.000 13 Economia com impostos - 14 Recuperação percentual do valor doado - Incentivo - P.Física 100.000 2.000 98.000 - 2.000 100.000 25.500 2.000 - 72.500 25.500 2.000 100%
  66. 66. TOTAL DE INCENTIVOS PARA PESSOAS JURÍDICAS Fonte: elaboração própria Incentivos Fiscais Pronon Crianças e adolescentes Esporte Idoso TOTAL Pronas Cultura Empresas Lucros Real % do IR devido 4 1 1 1 1 1 9 IRPJ 2012 R$ 68 bi 61% alíquota de 15% = 3,77 bi x 2,3 (hoje)
  67. 67. TOTAL DE INCENTIVOS PARA PESSOAS FÍSICAS Fonte: elaboração própria Incentivos Fiscais Pronon Crianças e adolescentes Idoso TOTAL Pronas Cultura Esporte 1 1 8 % do IR devido 6 Pessoas Modelo Completo IRPF entre R$ 1 e 4 bi x 0,1 (hoje)
  68. 68. Normalmente estabelecem a possibilidade de dedução de valores investidos do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é de competência estadual Entre os estados, podemos citar: ─ Bahia - Lei nº 7.015/96 - FAZCULTURA ─ Rio de Janeiro - Decreto nº 22.486/86 ─ Pernambuco - Leis nº 11.005/93 e nº 11.236/95 ─ São Paulo - Lei nº 12.268/06 – ProAC ─ Minas Gerais – Lei 12.733 ─ http://www.patrolink.com.br/institucional/calc1.asp ─ http://queroincentivar.com.br INCENTIVOS FISCAIS Leis Estaduais de Incentivo à Cultura
  69. 69. INCENTIVOS FISCAIS Leis Estaduais de Incentivo à Cultura Estado Lei Nº Nome da Lei Vantagem fiscal % ICMS do orçamento anterior Valores em R$ milhões - 2013 Bahia 7015/96 Fazcultura 80% ? 20 Ceará 12464/95 Jereissati 50 a 100% (*) ? ? Goiás 15633/06 Edital na na 13 Mato Grosso 5.893-A/91 na 50 a 100% (*) ? ? Mato Grosso do Sul 2.645 / 03 FIC 100% (1) 0,55% (2) 5 Minas Gerais 17.615 LEIC 95% ? 80 Paraná 17.043/11 Profice 100% 0,2 (1) 10 Pernambuco 13.407/08 Funcultura fundo ? 22 Rio de Janeio 1.954/92 na 80 a 100% 0,4 (2) 50 Rio Grande do Sul 13.490/10 Procultura / LIC 100% 0,5 (2) 50 Santa Catarina 16.301/13 Seitec 100% 0,5 (2) 20 São Paulo 12.268/06 ProAC 100% 0,2 (2) 127
  70. 70. PRIMEI RO PONTO CARACTERÍSTICAS DA ATIVIDADE • Atividade planejada e complexa envolve marketing, incentivos fiscais, planejamento, comunicação, relações públicas, estratégias, elaboração de projetos, questões jurídicas e de natureza ética • Objetivo: geração de diferentes recursos (financeiros, materiais e humanos) • Apoio à finalidade principal da organização (meio para que ela cumpra sua missão)
  71. 71. MRC - Definição Idis Marketing Relacionado a Causas é uma parceria comercial entre empresas e organizações da sociedade civil/ causas que utiliza o poder das suas marcas em benefício mútuo.
  72. 72. Produtos - oportunidades
  73. 73. Câncer de Mama Causas
  74. 74. Causas difíceis HIV http://www.red.org
  75. 75. •157 aeronaves /100 destinos Europa e África / + de 40 milhões de passageiros ano. Causas Água
  76. 76. Oportunidades
  77. 77. Ações – Cartão de Crédito
  78. 78. Ações – Restaurantes
  79. 79. Ações – Restaurantes
  80. 80. Comunicação – Etiqueta/ Tag
  81. 81. Comunicação – Etiqueta/ Tag
  82. 82. Comunicação – Informações claras
  83. 83. Caso – Instituto Se Toque A importância da marca
  84. 84. Case – Instituto Se Toque Valisere
  85. 85. • RELAÇÃO DE TROCA • EMPRESAS COMO FONTES DE RECURSOS (PRODUTOS) • DOADORES POTENCIAIS – VIZINHANÇA • DOAÇÃO FAZ BEM PARA QUEM DOA – COMPRAR O PRODUTO COM MRC TAMBÉM • ASSOCIAÇÃO DE MARCAS COM CAUSAS • DIVULGAÇÃO – IMPORTANTE! E OPORTUNIDADE • DOCUMENTO MÃE - VENDA DO PROJETO Conceitos
  86. 86. GANHA A EMPRESA QUE INVESTE GANHA A ORGANIZAÇÃO GANHA A POPULAÇÃO BENEFICIADA PELA CAUSA Ganha, Ganha, Ganha
  87. 87. IDIS Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social www.idis.org.br/ GUIA PRÁTICO DE MARKETING RELACIONADO A CAUSAS Sugestão de Leitura
  88. 88. Eventos: estratégias, visibilidade e captação de recursos
  89. 89. Fonte de recursos Divulgação da causa Divulgação da organização, sua missão e projetos Reconhecimento e agradecimento aos doadores e voluntários Diferentes funções EVENTOS
  90. 90. Alguns Signature Events...
  91. 91. Corrida Seminário Baile Jantar Bingo Gincana Feira  Show  Happy hour  Teatro  Debate  Almoço  Bazar  Leilão  Leilão virtual
  92. 92. http://www.game-fundraising.com/
  93. 93. Análise de Viabilidade Caso - APAE
  94. 94. Mantenedores Eventos Sistema de ensino Crowdfunding Caderno Emenda parlamentar Isenções Cursos Grandes incentivos Siconv Edital interncional MRC Edital nacional Incentivos Legenda Facilidade Investimento necessário Potencial Tempo de maturação Valor total DECISION MAKING SOFTWARE
  95. 95. PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL
  96. 96. Dados cadastrais básicos Dados do investimento social (quais são as áreas de interesse, quais são as organizações que apóia ou já apoiou no passado, qual o valor que doa anualmente, o que doa (dinheiro, produtos, mão de obra), etc Faturamento, número de funcionários, lucro no ano anterior, etc. Dados do relacionamento com a fonte de recursos PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL Coleta de informações relevantes
  97. 97. PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL Coleta de Informações Relevantes
  98. 98. PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL Coleta de Informações Relevantes
  99. 99. PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL Coleta de Informações Relevantes
  100. 100. PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL Coleta de Informações Relevantes
  101. 101. Dicas A Prospecção bem feita • Facilita o trabalho de captação • Direciona as atividades da equipe • Gera contatos com maior probabilidade de sucesso PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL
  102. 102. V = Vínculo Qual o vínculo existente com a fonte de recursos? Quem seria a melhor pessoa da organização para fazer o contato? I = Interesse Nossa missão ou projeto é o foco de alguma fonte de recursos? Qual o histórico do investimento social da fonte? Existe alguém na fonte de recursos interessado na causa ou no projeto? C = Capacidade Qual é o valor do investimento social que a fonte de recursos é capaz de fazer? PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL A Ferramenta VIC
  103. 103.   Empresa Nome do  principal  executivo Nome do  contato Vínculo  com a  organizaç ão Interesse  na causa Capacida de de  doar Total  VIC 1 ABN Amro Real     4 5 5 14 2 BASF   Wagner Brunini -  RH 4 5 5 14 3 Fundação Itaú Social     4 5 5 14 4 Carrefour     3 5 5 13 5 Citigroup   Alexandre ferro -  RH 4 4 5 13 6 Fundação Bradesco     3 5 5 13 7 Fundação Otacílio Coser Coimex     3 5 5 13 A FERRAMENTA VIC
  104. 104.   Empresa Valores  doados em  mil em 2006 Quem  pedirá a  visita Quem  visitará Nome da  secretári a Hobby Fone /  email 1 ABN Amro Real   Amaury         2 BASF   Clovis / Amaury         3 Fundação Itaú Social   Clovis         4 Carrefour   Michel         5 Citigroup   Amury         6 Fundação Bradesco   Amaury         7 Fundação Otacílio Coser Coimex   Amaury         A FERRAMENTA VIC
  105. 105. Onde armazenar informações? – Pastas ou fichas; Palm Top, Excel, Fluxo CRM, Conecthics, salesforce, e-tapestry Importante: atualização constante Criação do banco de dados PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL
  106. 106. CAMPANHA PARA PROJETOS Projeto é um empreendimento planejado que consiste num conjunto de atividades inter- relacionadas e coordenadas, com o fim de alcançar objetivos específicos dentro dos limites de tempo e de orçamento dados.
  107. 107. CAMPANHA PARA PROJETOS • São pontuais, com começo, meio e fim; concretizado o projeto, encerra-se a campanha • Objetivam o desenvolvimento e a realização de um projeto específico
  108. 108. CAMPANHA PARA PROJETOS • Expedições, edição de livros, shows, produção de discos, produções teatrais, participação em paraolimpíada, campanhas, eventos, capacitação, recuperação de águas, reflorestamento, etc.
  109. 109. VANTAGENS DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS Aumento das possibilidades de financiamento • Financiadores compreendem melhor: – Onde a organização quer chegar – Como chegar – Quem vai trabalhar – Quanto custa tudo – Qual o impacto social
  110. 110. ROTEIRO 1. Apresentação Institucional 2. Identificação do Projeto – Resumo 3. Cenário / Contexto 4. Justificativa do Projeto: (O porquê.) 5. Público Alvo (quem? – perfil das pessoas atendidas) 6. Objetivos (o quê?) 7. Quadro de Metas 8. Metodologia (como?) 9. Estratégias 10. Indicadores e avaliação 11. Cronograma 12. Equipe 13. Orçamento 14. Plano de mídia e contrapartidas 15. Riscos
  111. 111. Criação do banco de dados • Quero incentivar - http://queroincentivar.com.br • ABCR – www.captacao.org • Gife – www.gife.org.br • Brasilia.org – www.brasilia.org • Patrolink – www.patrolink.com.br • APF - www.apf.org.br • Financiar – www.financiar.org.br • Licitação – www.conlicitacao.com.br PROSPECÇÃO DE EDITAIS
  112. 112. 1. EuropeAid 2. USAid 3. AusAid 4. DFID 5. BID 6. UNDEF 7. UN Women 8. UN Human Rights 9. UNPFII 10. Banco Mundial 11. ViiV 12. Bill & Melinda Gates 13. Comic Relief 14. NED 15. Open Society Foundations 16. Brazil Foundation 17. Child Evaluation Fund 18. IAF 19. Frida 20. Tourism Cares Fontes Internacionais João Paulo Vergueiro jpverg@hotmail.co m Primeiras 20 Fontes Internacionais NO MUNDO
  113. 113. EDITAIS Investidores passam a ser definidos não apenas com base em vínculos ou interesses de relacionamento da alta gestão. A seleção dos projetos passa pelo crivo de especialistas que levam em consideração a capacidade do proponente em planejar, executar e avaliar o projeto, agregando valor positivo à marca das empresas ao mesmo tempo em que atendem as necessidades sociais.
  114. 114. EDITAIS Características • Buscam a democratização da captação de recursos para iniciativas socioambientais. • Sinaliza a seriedade do investimento • Seleção pública, igualitária e com regras bem definidas
  115. 115. EDITAIS Características • Investidores com políticas de responsabilidade social e investimento cultural definidas, direcionando recursos para causas e regiões geográficas específicas. • Doação pura e simples x projeto definindo metas e avaliando resultados.
  116. 116. EDITAIS DICAS 1)Planeje e elabore todo o projeto ANTES do preenchimento do edital, tenha um caso bem escrito: valores a captar e necessidades sociais
  117. 117. EDITAIS DICAS 2) Esteja em dia com as obrigações fiscais, trabalhistas e estatutárias
  118. 118. EDITAIS DICAS 3) Verifique o objetivo do edital e as áreas de investimento socioambiental (atividades, áreas de atuação, etc.) – Muita pesquisa sobre a empresa, instituto ou fundação
  119. 119. EDITAIS DICAS 4) Verifique que tipo de organização pode ou não pode participar, se há necessidade de contrapartidas
  120. 120. EDITAIS DICAS 5) O desconhecimento das instruções do edital ou o não entendimento dificilmente poderão ser aceitos como razões para justificar quaisquer erros ou divergências
  121. 121. EDITAIS DICAS 6) Fique atento para a possibilidade de eventuais aditamentos ou esclarecimentos a respeito do edital
  122. 122. EDITAIS DICAS 7) Verifique a forma correta de inscrição do projeto (via internet, correio, etc.) além da data de início e término
  123. 123. DICAS 8) Confira se existem formulários próprios, veja também se o número de caracteres está definido EDITAIS
  124. 124. EDITAIS DICAS 9)Veja se o edital exige que documentos sejam anexados, tais como estatutos, atas, certidões, etc.
  125. 125. EDITAIS DICAS 10) Observe com quem ficaram os eventuais direitos autorais relacionados ao projeto (relatórios, vídeos, imagens, músicas, etc.)
  126. 126. EDITAIS DICAS 11) Veja se existe alguma comissão ou mecanismo para a resolução de casos omissos
  127. 127. DICAS 12) Certifique-se do valor máximo de investimento socioambiental constante do edital (veja os recursos disponíveis, os critérios e formas de desembolso) EDITAIS
  128. 128. DICAS 13) Não esqueça de verificar se existe algum modelo a ser adotado para cronograma físico-financeiro EDITAIS
  129. 129. DICAS 14) Observe as etapas e critérios de avaliação e seleção dos projetos, inclusive quanto à possibilidade de eventuais recursos EDITAIS
  130. 130. DICAS 15)Veja os meios e prazos para a divulgação dos resultados EDITAIS
  131. 131. DICAS 16) Analise as contrapartidas exigidas pelo investidor social EDITAIS
  132. 132. EDITAIS 17) Verifique a maneira pela qual a implementação dos projetos será acompanhada pelo investidor social
  133. 133. DICAS 18) Conheça detalhadamente o procedimento para prestação de contas EDITAIS
  134. 134. EDITAIS 19) Verifique os projetos contemplados nos anos anteriores por quem propõe o edital analisando se a sua causa está incluída nas prioridades da organização selecionada
  135. 135. OBJETIVO ESPECÍFICO SMART •eSpecífica • Mensurável • Atingível • Relevante • Temporal
  136. 136. Justifique “por quê”, “para quê” e “por quem” a campanha será realizada Diga como o projeto transformará vidas Storytelling ARGUMENTAÇÃO PARA CAPTAÇÃO DE RECURSOS
  137. 137. COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO DE RECURSOS
  138. 138. Elaboradas a partir do plano de captação Para pessoas físicas ou jurídicas Cuidado com a estética Sucintas, mas com dados convincentes Várias mídias (impressa, cd, e-mail, vídeo, etc.) COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO “Kit de Captação”
  139. 139. Informações que podem ser facilmente compreendidas e criam identificação entre o investidor / doador e a causa, organização ou campanha Simulações de incentivos Plano de reciprocidade Termo de doação / patrocínio COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO “Kit de Captação”
  140. 140. COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO Apresentações - Roteiro Características BENEFÍCIOS / RESULTADOS
  141. 141. COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO Apresentações - Roteiro Características BENEFÍCIOS / RESULTADOS
  142. 142. COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO Apresentações - Roteiro RESULTADOS
  143. 143. COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO Apresentações - Roteiro 1) Resultados 2) Missão e quem somos ?????? 3) Metodologia = como fazemos – diagrama, fotos, contar história (caso concreto de um beneficiário 4) Dados - x crianças, resultado reais 5) Justificativas, cenário, diferencial (convide para visitar se for o caso) 6) Benefícios, contrapartidas 7) Como apoiar 8) Contato – site, tel, nome = pode estar em um cartão em separado
  144. 144.  Normalmente com PowerPoint , Prezi, emaze ou Flash  Idéia de profissionalismo  Diversos recursos de ilustração e animação (não exagerar nos efeitos) COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO Apresentações Audiovisuais
  145. 145. COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO Apresentações Audiovisuais  Texto legível e pequeno, com cores agradáveis  Pode incluir um vídeo de 2 minutos  Utilizar como “deixa” principalmente nas apresentações institucionais e para captação de recursos (tempo normalmente é curto)
  146. 146. CONSEGUINDO O ENCONTRO
  147. 147. Para marcar reuniões – Enviar cartas ou e-mails ? – Telefonar ? – Com quem falar ? – Telefonar e enviar e-mail ? CONSEGUINDO O ENCONTRO
  148. 148. Método AIDA (Tom Ahern) • Atenção • Interesse • Desejo • Ação CONSEGUINDO O ENCONTRO
  149. 149. Elabore um email teaser (resumo com desejo de saber mais) e endereço na Internet CONSEGUINDO O ENCONTRO
  150. 150. Elabore um email teaser (resumo com desejo de saber mais) e endereço na Internet CONSEGUINDO O ENCONTRO
  151. 151. Elabore um email teaser (resumo com desejo de saber mais) e endereço na Internet CONSEGUINDO O ENCONTRO
  152. 152. Devemos estar preparados para diversas perguntas e objeções e já ter as respostas prontas –Por que está pedindo para mim ? –Não tenho recursos –Neste momento não tenho condições –Minha situação econômica está difícil –Me ligue no final do ano –Etc... CONSEGUINDO O ENCONTRO
  153. 153. PLANEJANDO A REUNIÃO
  154. 154. PLANEJANDO A REUNIÃO
  155. 155.  O número de participantes mais efetivo é  Defina os papéis de cada um PLANEJANDO A REUNIÃO 2
  156. 156. Diretores e conselheiros podem contar melhor a história da organização e têm credibilidade PLANEJANDO A REUNIÃO Um expert que poderá apresentar o projeto e esclarecer dúvidas Uma pessoa de vínculo que poderá estabelecer um clima de confiança, apresentar o expert e pedir o donativo
  157. 157. OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  158. 158. Dicas Tomar cuidado com o tempo, evitando falar demais Utilize recursos audiovisuais (como guia)  Filmes (máximo 3 minutos)  Apresentação em Power Point  Pedir indicações e escutar bastante o possível doador / investidor  Entregue um material impresso e o CD da apresentação OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  159. 159.  Abertura  A exposição  Esclarecendo dúvidas  A solicitação  As objeções  Compromissos A Reunião OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  160. 160. A solicitação DEPOIS DE DIZER O VALOR PERMANEÇA EM SILÊNCIO OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  161. 161. OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  162. 162. Na prática OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  163. 163. Não quantificar Falar demais e não escutar Falar da organização e de seus métodos em lugar de falar dos motivos da campanha e e resultados esperados Não apresentar outras alternativas ERROS MAIS COMUNS AO SOLICITAR RECURSOS
  164. 164. Não saber o suficiente sobre o investidor antes de reunir-se Continuar falando sobre a organização depois de solicitar os recursos Não enviar pessoas treinadas e entrosadas para solicitar os recursos ERROS MAIS COMUNS AO SOLICITAR RECURSOS
  165. 165. Coordenação geral da campanha Acompanhamento do painel de controle e elaboração de relatórios Acompanhamento dos resultados utilizando indicadores MONITORAMENTO
  166. 166. MONITORAMENTO
  167. 167. www.criando.net 11 – 982-083-790 11-2307-4495 michel@criando.net http://www.slideshare.net/micfre12 Go raibh maith agat Go raibh maith agat ThanksThanks TodaToda HvalaHvala GraciasGracias ObrigadoObrigado MerciMerciArigatoArigato 감사합니다감사합니다DankeDanke GracieGracie
  168. 168. MENSAGEM FINAL "Para navegar contra a corrente, são necessárias condições raras: espírito de aventura, coragem, perseverança e paixão." (Nise da Silveira)
  169. 169. BIBLIOGRAFIA
  170. 170. ABONG. Um novo marco legal para as ONGs no Brasil – Fortalecendo a cidadania e a participação democrática. São Paulo: ABONG, 2007. ARMANI, Domingos Antônio. Sustentabilidade: desafio democrático. In: Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação Nacional de DST e Aids. (Org.). Sustentabilidade: aids e sociedade civil em debate. Brasília: Ministério da Saúde, p. 9-14, 2004. ______ . O Sentido do planejamento na mobilização de recursos. In: Rogério Renato Silva; Paula Lubambo. (Org.). Mobilizar a experiência do programa de formação em mobilização de recursos da Aliança Interage. Recife: Aliança Interage, p. 71-74, 2008. ASHOKA EMPREENDEDORES SOCIAIS E MCKINSEY & COMPANY. Negócios sociais sustentáveis: estratégias inovadoras para o desenvolvimento social. São Paulo: Peirópolis, 2006. AZEVEDO, Tasso Rezende. Buscando recursos para seus projetos. Ed. Texto Novo,1998. BARBOSA, Maria Nazaré Lins; OLIVEIRA, Carolina Felippe. Manual de ONGs: Guia Prático de Orientação Jurídica. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2001. BIGLIONE, Ana; WOODS, Marcia K. Guia prático de marketing relacionado a causas. São Paulo: IDIS, 2007. BIBLIOGRAFIA
  171. 171. BOHÓRQUEZ-HERRERA, Carolina. Negócios Sociais: Um estudo de caso da empresa Midiacom.net (Aquiraz – CE). São Paulo: PUC-SP, 2013. BORZAGA, C.; SANTUARI, A. New trends in the non-profit sector in Europe: The emergence of social entrepreneurship. The Non-profit Sector in a Changing Economy, p.31-59, 2003. BRASIL. Demonstrativo dos gastos tributários Estimativas bases efetivas – 2010: Série 2008 a 2012. Brasilia: Ministério da Fazenda, Receita Federal, 2013. <www.receita.fazenda.gov.br/publico/estudotributario/BensTributarios/2010/DGTEfetivoA C2010Serie2008a2012.pdf> acesso em: 02/01/2014. BRITO, M.; MELO, M. E. (org). Hábitos de doar e captar recursos no Brasil. São Paulo: Peirópolis, 2007. BRUCE, Andy & LANGDON, Ken. Você sabe gerenciar projetos. São Paulo: Editora SENAC SP, 2008. BULGARELLI, R. Diversos somos todos: valorização, promoção e gestão da diversidade nas organizações. São Paulo: Cultura, 2009. CARTER, Cheryl; QUICK, James Aaron. How to Write a Grant Proposal (Wiley Nonprofit Law, Finance and Management Series). www.wiley.com/WileyCDA/Section/id- 300271.html?sort=DATE&sortDirection=DESC&page=3
  172. 172. CESNIK, Fábio de Sá. Guia do Incentivo à Cultura. 3ª Ed., São Paulo: Ed. Manole, 2012. CICONTE, Barbara K. e JACOB, Jeanne Gerda. FundRaising Basics: a complete guide. Aspen: Aspen Publication, 1997. COMINI, Graziella Maria. Negócios Sociais e Inclusivos. São Paulo: Instituto Walmart, 2011. Disponível em: <http://www.ruscheleassociados.com.br/pdf/panorama2.pdf> Acesso em: 15 nov. 2013. COMINI, Graziella Maria; ASSAD, Fernando; FISCHER, Rosa Maria. Social Business in Brazil, 2013. CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE SÃO PAULO. Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente www.crcsp.org.br COSTA, Daniela Pais. Prestação de Contas. In Terceiro Setor: temas polêmicos. São Paulo: Ed. Peirópolis, (p13-44), 2005. CRUZ, Célia; ESTRAVIZ, Marcelo. Captação de Diferentes Recursos para Organizações Sem Fins Lucrativos. São Paulo: Ed. Global e Fonte, 2000. DAW, Jocelyne. Cause marketing for nonprofits. New Jersey, US: John Wiley & Sons, 2006. DOWBOR, L. Democracia econômica, São Paulo: Vozes, 2012. Versão atualizada em 31 de julho de 2012. Disponível em: <http://dowbor.org/2008/01/democracia-economica-um- passeio-pelas-teorias-edicao-revista-em-nov-2010.html>. Acesso em: 14 de julho 2013.
  173. 173. DRUCKER, Peter. Administração de organizações sem fins lucrativos: princípios e práticas. São Paulo: Ed. Pioneira, 1994. DUHIGG, Charles. O poder do hábito – Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios. Rio de Janeiro: Ed.Objetiva, 2012. EDLES, L. Peter. Fundraising: Hands-on Tactics for NonProfit Groups. McGraw-Hill, Inc. EPPLER, Matin J.; PFISTER, Roland A. Comunicação Visual, Elsevier, 2014. FERNANDES, Rubem César. Privado porém público: o terceiro setor na América Latina. 2.ed. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994. FERRAREZI, Elisabete. OSCIP passo a passo. AED. Agência de Educação para o desenvolvimento. FISCHER, Rosa Maria. O desafio da colaboração; práticas de responsabilidade social entre empresas e terceiro setor. São Paulo: Editora Gente, 2002. FREUND, Tomas A Relação Entre Voluntários e Profissionais Numa Organização do Terceiro Setor: Existe Um Duplo Comando?. São Paulo: Revista Integração/ FGV, 2006. http://integracao.fgvsp.br/ano9/10/index.htm FUNDAÇÃO ABRINQ. Incentivos Fiscais Em Benefício de criança e Adolescente. GIFE: Grupo de institutos e fundações e empresas. Censo GIFE 2009- 2010. Disponível em: <http://censo.gife.org.br/bloco3.asp> Acesso em: 14 de julho 2013.
  174. 174. GUIA DO FUNDO PRÓ-INFÂNCIA DE PORTO ALEGRE GLOBAL REPORTING INITIATIVE – GRI. Diretrizes para relatório de sustentabilidade – DRS, Versão 3.0, SP, 2006. HART, T.; GREENFIELD, J.M.; JOHNSTON, M. Nonprofit internet strategies: best practices for marketing, communications and fundraising. Hoboken, EU: John Wiley&Sons, 2005. HAZARD, B. L. Online Fundraising at ARL Libraries. J. Acad. Librarianship, v.29, n.1, p. 8– 15, 2003. HITT, M.A.; IRELAND, R.D.; HOSKISSON, R.E. Administração estratégica. São Paulo: Cengage Learning, 2008. HUDSON, Mike. Administrando Organizações do Terceiro Setor. São Paulo: Makron Books, 1999. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSITICA (IBGE). As fundações privadas e associações sem fins lucrativos no Brasil, 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2012. INSTITUTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO INVESTIMENTO SOCIAL (IDIS). The World Giving Index 2010. Disponível em: <www.idis.org.br/biblioteca/pesquisas /globalgivingreport_2010.pdf/view>. Acesso em: 14 de julho de 2013. INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA (IPEA). A iniciativa privada e o espírito público: um retrato da ação social das empresas no Brasil. Brasília: IPEA, 2006.
  175. 175. JUNQUEIRA, Luciano Antônio Prates. Gestão Social: Organização, Parceria e Redes Sociais IN:CANÇADO, A.C.; SILVA Jr, J. T.; SCHOMMER, P. C.; RIGO, A. S. (orgs) Os desafios da formação em gestão social. Palmas: coleção Enapegs p.87 -103. 2008. ______. Organizações sem fins lucrativos e redes na gestão de políticas sociais, Caderno de Administração PUC-SP, nº 3, p 101-126. 2000. KAHNEMAN, Daniel. Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar. São Paulo: Ed. Objetiva, 2012. KANTER, B.; PAINE, K.D. Measuring the networked nonprofit: using data to change the world. São Francisco: John Wiley&Sons, 2012. KAPLAN, Allan. Artista do Invisível: O processo social e o profissional de desenvolvimento. São Paulo: Instituto Fonte e Ed. Peirópolis, 2002. KANTER, Beth; PAINE, Katie Delahaye. Measuring the networked nonprofit: Using data to change the world. São Francisco, EUA: John Wiley&Sons INC, 2012. KELLEY, Daniel Q. Dinheiro para sua Causa. Ed. TextoNovo, 1994. KISIL, Marcos; FABIANI Paula Jancso; Alvarez, Rodrigo. Fundos patrimoniais: criação e gestão no Brasil. São Paulo: Zeppelini, 2012. KOTLER, Phillip; LEE, N.R. Marketing contra a pobreza: as ferramentas para da mudança social para formuladores de políticas, empreendedores, ONGs, empresas e governos. Porto Alegre: Bookman, 2010.
  176. 176. LANDIM, leilah; BERES, Neide. Ocupação, despesas e recursos: as organizações sem fins lucrativos no Brasil. Rio de Janeiro: Nau editora, 1999. LANDIM, Leilah.CARVALHO, Luiz Antonio. Projeto transparência e prestação de contas da sociedade civil na América Latina. Caso: Brasil. Rio de Janeiro: NUPEF/RITS / NASP/UFRJ, (p. 02-26), 2006-2007. LARROUDÉ, Elisa Rodrigues Alves. Accountability de organizações do espaço público não- estatal: uma apreciação crítica da regulação brasileira. Dissertação de mestrado na FGV- EAESP, São Paulo: FGV, 2006. MENDONÇA, Patricia Maria E. (coord). Pesquisa arquitetura institucional de apoio às organizações da sociedade civil no Brasil: Apresentação e resumo executivo São Paulo: Articulação D# - Diálogos, Direitos e Democracia e CEAPG – Centro de Estudos em Administração Pública e Governo da ESASP – FGV, fevereiro de 2013. Disponível em: <http://ceapg.fgv.br/sites/ceapg.fgv.br/files/arquivos/pesquisa_Apoio_OS/rf_apres_resumo _executivo.pdf>. Acesso em: 14 de julho de 2013. MEREGE, Luis Carlos. Terceiro Setor: a arte de administrar sonhos. São Paulo: Plêiade, 2009. MINTZBERG, Henry. Ascensão e Queda do Planejamento Estratégico. Porto Alegre: Bookman, 2004. MINTZBERG, Henry; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safári de estratégia: Um roteiro pela selva do planejamento estratégico. 2.ed., Porto Alegre: Artmed, 2010.
  177. 177. MISOCZKY, Maria Ceci. Abordagem de redes no estudo de movimentos sociais: entre o modelo e a metáfora. Rio de Janeiro: RAP v.43 n.5, p.1147-1180, 2009. NANUS, Burt. Liderança para o Terceiro Setor: Estratégias de sucesso para organizações sem fins lucrativos, São Paulo, 2000. NORIEGA, Maria Elena e MURRAY, Milton. Apoio Financeiro: Como Conseguir. Editora TextoNovo. NOVAES, Regina. Hábitos de doar: motivações pessoais e as múltiplas versões do “espírito da dádiva”. In: BRITO, M.; MELO, M.E.(orgs.). Hábitos de doar e captar recursos no Brasil, São Paulo: Peirópolis, p. 17–56, 2007. OLIVEIRA, J. A. P. Empresas na Sociedade: sustentabilidade e responsabilidade social. São Paulo: Ed. Campus, 2008. OLIVIERI, Cristiane; NATALE, Edson.(Org). Guia brasileiro de produção cultural 2010-2011, São Paulo: SESC SP, 2010. PAES, José Eduardo Sabo. Fundações e entidades de interesse social: aspectos jurídicos, administrativos, contábeis e tributários. 5. ed. rev., atual. e ampl. de acordo com a Lei nº 10.406, de 10.1.2002 (Novo Código Civil brasileiro). Brasília: Brasília Jurídica, 2004. PARIZZI, Elaine Thomé. Manual técnico sobre as leis de incentivo à cultura. Cuiabá MT: Carlini & Caniato editorial, 2011.
  178. 178. PELIANO, A. M. M. (coord). A iniciativa privada e o espírito publico: A evolução da ação social das empresas privadas no Brasil. Brasilia: IPEA 2006. Disponível em: <http://www.ipea.gov.br/acaosocial/IMG/pdf/doc-28.pdf>. Acesso em: 14 de julho de 2013. PEREIRA, Custódio. Captação de recursos: FundRaising. SãoPaulo: Ed. Mackenzie, 2011. PEREZ, C.P.; JUNQUEIRA l.P. (orgs.) Voluntariado e a gestão das políticas sociais. São Paulo: Futura, 2002. PEREZ, L. Mobilização de indivíduos: é preciso pedir. Filantropia, São Paulo, v. 41, 2009. Disponível em: <www.revistafilantropia.org.br>. Acesso em: 14 de julho 2013. PEZZULLO, S. Desenvolvendo sua organização; um guia de sustentabilidade para ONGs. São Paulo: SENAC SP, Fund. Abrinq e International Youth Foundation, 2003. PRAHALAD, C. K. A riqueza na base da pirâmide. São Paulo: Artmed, 2008. PRAHALAD, C. K., HART, S.L. The Fortune at the Bottom of the Pyramid. Strategy + Business, 2002. PROCHNOW, M.; SCHAFFER, W.B. Pequeno manual para elaboração de projetos. Porto Alegre: UFRS, 1999. RATTNER, Henrique. Sustentabilidade - uma visão humanista. Campinas: Ambiente soc. no.5, July/Dec. p. 233-. 240.1999. RESENDE, T.A. Roteiro do terceiro setor associações e fundações o que são, como instituir, administrar e prestar contas. 4ed., Belo Horizonte: Prax, 2012.
  179. 179. ROSS, Bernard; SEGAL,Clare. The influential fundraiser: Using the psychology of persuasion to achieve outstanding results. São Francisco, USA: John Wiley & sons inc., 2009. SACHS, Igancy. Caminhos para o desenvolvimento sustentável: idéias sustentáveis. 4. Ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2002. SALAMON, L. M., et al. Global Civil Society: dimensions of the nonprofit sector. Baltimore, US: The John Hopkins Center for Civil Society Studies, 1999. SAUL, Jason. The end of fundraising: Raise more money by selling your impact. São Francisco, EUA: John Wiley&Sons INC, 2011. SEKN. Socially inclusive business. Engaiging the poor through market initiatives in iberoamerica. Social Enterprise Knoledge Network. Cambridge, Massachussets: Harvard University Publishing, 2010. SEN, Amartya. Desenvolvimento como Liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. SENAC (SP) / FUNDAÇÃO ABRINQ, Guia de Gestão: para quem dirige entidades sociais. SILVA, Antônio Luiz de Paula. Utilizando o planejamento como ferramenta de aprendizagem. São Paulo: Global e Instituto Fonte, 2001. SZAZI, Eduardo. (org). Terceiro Setor: temas polêmicos 1. São Paulo: Gife e Fundação Peirópolis, 2004. SZAZI, Eduardo. Terceiro setor: regulação no Brasil. São Paulo: Gife e Fundação Peirópolis,
  180. 180. TEODÓSIO, Armindo dos Santos de Sousa, COMINI, Graziella. Inclusive business and poverty: prospects in the Brazilian context. Revista de Administração da Universidade de São Paulo, v. 47, n.3, 2012. TRAVAGLINI, C; BANDINI, F.; MANCINONE, K. Social enterprise across Europe: a comparative study on legal frameworks and governance structures. Report, 2008. TIISEL, Danilo. (org) Capatação de recursos para o Terceiro Setor – Aspectos jurídicos. São Paulo: OAB-SP, 2011. Disponível em: <www.oabsp.org.br/.../cartilhas/captacao _aspjur21092011%20revisada.pdf> acesso em: 12 jan. 2014. TOZZI, José Antônio. Prestação de contas no terceiro setor: a dicotomia do marco regulatório. São Paulo: PUC-SP. 2010. WEIL, Pierre TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: A linguagem silenciosa da comunicação não-verbal. 62 edição, Petrópolis, RJ: Ed vozes, 2001. YUNUS, M. Banker to the poor: Micro-lending and the battle against world poverty. New York: Founder of the Grameer Bank, 2003. ______. Criando um negócio social, Rio de Janeiro: Campus, 2010. .
  • roselicostapinheiro

    Aug. 2, 2020

4 estratégias de mobilização de recursos para Organizações da sociedade civil

Vistos

Vistos totais

889

No Slideshare

0

De incorporações

0

Número de incorporações

17

Ações

Baixados

28

Compartilhados

0

Comentários

0

Curtir

1

×