TACÓGRAFOSTEMPOS DE CONDUÇÃO E DE REPOUSOINFRACÇÕES RELACIONADAS
OBJÉCTIVOSO   que é, e para que serve Tipos   de tacógrafo Obrigatoriedade   de instalação e isenções Cartões Tacográf...
OBJÉCTIVOSO   que fazer em caso de deterioração, avaria ou roubo Sanções   relacionadas com o uso do tacógrafo( dec. Lei...
O que é e para que serve?O   tacógrafo é o equipamento instalado a bordo dos veículos     rodoviários para indicação, reg...
Tipos de tacógrafoANALÓGICO                DIGITAL
Tacógrafo Analógico STANDARD/MANUAL        -São os aparelhos nos quais é necessário    accionar o comutador para todos os...
FUNCIONAMENTO DOTACÓGRAFO ANALÓGICO
Relativamente ao tacógrafo analógicodevem ser asseguradas as seguintescondições:→ Verificações periódicas;→ Inviolabilidad...
Relativamente às características e utilizaçã    dos discos devem ser asseguradas as    seguintes condições:• Adequação ao ...
Relativamente às características e utilização           dos discos devem ser asseguradas as           seguintes condições•...
Relativamente às características e utilizaçãodos discos devem ser asseguradas asseguintes condições  • Verificação periódi...
FOLHA DE REGISTO /DISCOA folha de registo (disco) a colocar no tacógrafo foiconcebida para receber e fixar os registos. So...
Folha de registo/disco                  1- REGISTO DA DISTÂNCIA                  PERCORRIDA                  2- VELOCIDADE...
Tacógrafo Digital
OBRIGATORIEDADE DE            INSTALAÇÃO E ISENÇÕESO aparelho de controlo (tacógrafo digital) deve ser instalado eutilizad...
OBRIGATORIEDADE DE        INSTALAÇÃO E ISENÇÕES Ficam ainda sujeitos à instalação de tacógrafo digital, os veículosafectos...
CONSTITUIÇÃOO tacógrafo digital também designado por unidade de veículo (UV) éum aparelho de registo com um mostrador digi...
Cartões TacográficosO cartão Tacográfico é um cartão com um chip incorporado quecomporta uma aplicação destinada à sua uti...
Existem 4 tipos de cartões               Tacográficos: Cartão de                 este cartão tem carácter pessoal, contém ...
PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS     PARA EMISSÃO DE CARTÕES     TACOGRÁFICOSA emissão, renovação e substituição dos cartões ...
PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS    PARA EMISSÃO DE CARTÕES    TACOGRÁFICOS•Os locais de atendimento de pedidos de emissão de...
PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOSPARA EMISSÃO DE CARTÕESTACOGRÁFICOS•A renovação dos cartões Tacográficos deve ser solicitada,...
PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS   PARA EMISSÃO DE CARTÕES   TACOGRÁFICOS•A substituição de cartões Tacográficos por alteraçã...
PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PARA EMISSÃO DE CARTÕES TACOGRÁFICOSNo caso de substituição por perda, roubo, deterioração, ...
Renovação, substituição e troca de              cartão do condutorNo caso da primeira renovação, desde que não seja necess...
Obrigação de devolução de Cartões•Quando se trate de substituição por alteração de dados,deterioração ou mau funcionamento...
A entidade empregadora deverá:• ler o conteúdo dos cartões dos motoristas e arquivar os dados recolhidos,  em suporte info...
Transferência ou descarregamento de     dados do tacógrafo digital para meios     externos•A unidade do veículo deve poder...
Transferência ou descarga de dados              do tacógrafo digitalAs empresas proprietárias ou locatárias de veículos eq...
Transferência ou descarga de          dados do tacógrafo digital•A transferência ou descarga de dados, consiste na cópia(c...
Transferência ou descarga de         dados do tacógrafo digitalA transferência de dados, do cartão ou da UV, nãopode alter...
Prazos e situações de descarga            obrigatória DO CARTÃOA transferência ou descarga de dados dos cartões dosconduto...
Prazos e situações de descarga         obrigatória DA U.V.A transferência de dados da unidade intraveiculardeverá fazer-se...
Dever de conservação de dados,    integridade, confidencialidade e    disponibilidade dos dados armazenadosTodas as empres...
Dever de conservação de dados,     integridade, confidencialidade e     disponibilidade dos dados armazenadosAs empresas p...
NORMAS DE UTILIZAÇÃO•Os condutores deverão utilizar discos de registo ou cartão do condutorsempre que conduzam desde o mom...
DEFINIÇÕES GERAIS RELACIONADAS         COM O USO DO TACÓGRAFO•Condutor•Pausa•Outro trabalho•Repouso•Período de repouso diá...
TEMPOS DE CONDUÇÃO EDE DESCANSO
QUANTO TEMPO SE PODE                CONDUZIR? CONDUÇÃO contínua• 4h30m de condução seguida, obriga à observação de uma pau...
Condução máxima diáriaREGRA GERAL não deve exceder 9 horas.  (No máximo 2 vezes por semana pode ser de 10horas.)Nota: Semp...
CONDUÇÃO SEMANAL Não   pode exceder as 56 horas e não pode implicar que   seja excedido o tempo de trabalho semanal máxim...
CONDUÇÃO BI-SEMANALO   tempo de condução total acumulado por cada período de     2 semanas não pode exceder as 90horas. ...
QUANTO TEMPO SE DEVE                DESCANSAR?•O condutor deve gozar períodos de repouso diários esemanais.•O condutor dev...
REPOUSO DIARIOREPOUSO DIÁRIO REGULAR:Pelos menos 11 horas ininterruptas.Em alternativa: fazer um 1º repouso de pelo menos ...
QUANTO TEMPO SE DEVE             DESCANSAR?O período de repouso diário pode ser alargado paraperfazer um período de repous...
QUANTO TEMPO SE DEVE           DESCANSAR?O condutor de um veículo com tripulação múltipla devegozar um novo período de rep...
DESCANSO SEMANALO período de repouso semanal deve começar o mais tardar nofim de seis períodos de 24 horas a contar do fim...
DESCANSO BI-SEMANAL Em cada período de duas semanas consecutivas, o condutor deve gozar pelo menos:— dois períodos de repo...
DESCANSO SEMANALQualquer período de repouso gozado a título de compensação de umperíodo de repouso semanal reduzido deve s...
DESCANSO SEMANALUm período de repouso semanal que recaia sobre duassemanas pode ser contabilizado em qualquer uma delas, m...
OUTRAS CONSIDERAÇÕES            SOBRE DESCANSONo caso de o condutor acompanhar um veículo transportado emtransbordador (fe...
OUTRAS CONSIDERAÇÕES         SOBRE DESCANSOO tempo gasto pelo condutor para se deslocar para ou de um veículoabrangido pel...
OUTRAS CONSIDERAÇÕES          SOBRE DESCANSOO tempo gasto por um condutor que viaje comocondutor de um veículo não abrangi...
O que fazer em caso de deterioração,avaria ou roubo do tacógrafo Tem de manter um registo manual exacto das suas actividad...
O que fazer em caso de    deterioração, avaria ou roubo do    tacógrafoAs empresas são responsáveis por providenciara repa...
EM CASO DE AVARIA, ROUBO, EXTRAVIO,    DETERIORAÇÃO, OU MAU    FUNCIONAMENTO DO CARTÃONo inicio da viagem deverá realizar ...
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    1. 1. TACÓGRAFOSTEMPOS DE CONDUÇÃO E DE REPOUSOINFRACÇÕES RELACIONADAS
    2. 2. OBJÉCTIVOSO que é, e para que serve Tipos de tacógrafo Obrigatoriedade de instalação e isenções Cartões Tacográficos Transferência/descarregamento de dados Normas de utilização: símbolos; definições relacionadas com o uso; tempos de condução e descanso
    3. 3. OBJÉCTIVOSO que fazer em caso de deterioração, avaria ou roubo Sanções relacionadas com o uso do tacógrafo( dec. Lei 169/09) Sanções relacionadas com os tempos de condução e de repouso(lei. 27/2010)
    4. 4. O que é e para que serve?O tacógrafo é o equipamento instalado a bordo dos veículos rodoviários para indicação, registo e armazenamento dos dados sobre a marcha desses veículos (distância percorrida, velocidade...), assim como sobre certos períodos de trabalho dos condutores (condução, pausas/repouso, outros trabalhos e disponibilidade).
    5. 5. Tipos de tacógrafoANALÓGICO DIGITAL
    6. 6. Tacógrafo Analógico STANDARD/MANUAL -São os aparelhos nos quais é necessário accionar o comutador para todos os tipos de tempo, mesmo o da condução. AUTOMÁTICO- Regista apenas de forma automática o tempo de condução, pelo que é necessário que o motorista assegure a comutação do aparelho para que os restantes registos se façam correctamente.
    7. 7. FUNCIONAMENTO DOTACÓGRAFO ANALÓGICO
    8. 8. Relativamente ao tacógrafo analógicodevem ser asseguradas as seguintescondições:→ Verificações periódicas;→ Inviolabilidade das selagens e mecanismos de registo;→ Não abertura durante o período diário de trabalho, excepto emcaso de mudança de viatura ou a pedido das autoridades decontrolo.
    9. 9. Relativamente às características e utilizaçã dos discos devem ser asseguradas as seguintes condições:• Adequação ao tacógrafo: → Homologação, por um dos países da UE• Utilização por um período não superior a 24 horas, sob pena de originar registos sobrepostos,
    10. 10. Relativamente às características e utilização dos discos devem ser asseguradas as seguintes condições• Introdução na posição correcta, verificando a concordância com o relógio, para que os registos não sejam feitos com uma diferença de 12 horas;• Não deve ser retirado antes do fim do período de trabalho diário, a menos que esta operação seja autorizada (ex.: mudança de viatura ou solicitação das autoridades de controlo);
    11. 11. Relativamente às características e utilizaçãodos discos devem ser asseguradas asseguintes condições • Verificação periódica pela empresa e adopção de medidas em caso de identificação de irregularidades ou infracções; • Na empresa, deverão ser organizados e conservados por um período de, pelo menos, 1ano a partir da sua utilização;
    12. 12. FOLHA DE REGISTO /DISCOA folha de registo (disco) a colocar no tacógrafo foiconcebida para receber e fixar os registos. Sobre a folhade registo os dispositivos de marcação do tacógrafoinscrevem de forma contínua os diagramas a registar.
    13. 13. Folha de registo/disco 1- REGISTO DA DISTÂNCIA PERCORRIDA 2- VELOCIDADE DE 1 REFERÊNCIA PARA A CONSTANTE DO TÁCOGRAFO 2 3- REGISTO DOS TEMPOS DE TRABALHO3 4- REGISTO DA VELOCIDADE 4 INSTANTÂNEA
    14. 14. Tacógrafo Digital
    15. 15. OBRIGATORIEDADE DE INSTALAÇÃO E ISENÇÕESO aparelho de controlo (tacógrafo digital) deve ser instalado eutilizado nos veículos afectos ao transporte rodoviário depassageiros ou de mercadorias, matriculados em Portugal a partir dodia 1 de Maio de 2006, com excepção dos veículos enunciados noartigo 3.º do Regulamento (CE) n.º 561/2006, do ParlamentoEuropeu e do Conselho, de 15 de Março e no artigo 2.º da Portarian.º 222/2008, de 5 de Março.
    16. 16. OBRIGATORIEDADE DE INSTALAÇÃO E ISENÇÕES Ficam ainda sujeitos à instalação de tacógrafo digital, os veículosafectos ao transporte rodoviário, com data de primeiramatrícula posterior a 1 de Janeiro de 1996, cujo tacógrafo(analógico) sofra avaria ou mau funcionamento, irreparáveis, queimplique a sua substituição.
    17. 17. CONSTITUIÇÃOO tacógrafo digital também designado por unidade de veículo (UV) éum aparelho de registo com um mostrador digital, duas ranhuras parainserção de um ou dois cartõesde condutor, uma impressora, e um sensor de movimentos ligado àcaixa de velocidades.
    18. 18. Cartões TacográficosO cartão Tacográfico é um cartão com um chip incorporado quecomporta uma aplicação destinada à sua utilização com o aparelhode controlo e que permite determinar a identidade do titular, bemcomo a transferência e a memorização de dados.
    19. 19. Existem 4 tipos de cartões Tacográficos: Cartão de este cartão tem carácter pessoal, contém a identificação do condutor: condutor e permite a memorização dos dados relativos às suas actividades; Cartão de cartão que identifica a empresa proprietária de um veículo empresa: equipado com aparelho de controlo e permite visualizar e descarregar/transferir ou imprimir os dados memorizados no aparelho de controlo;Cartão de centro de ensaio (centro técnico) Cartão de controlo
    20. 20. PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PARA EMISSÃO DE CARTÕES TACOGRÁFICOSA emissão, renovação e substituição dos cartões Tacográficos – cartão decondutor, cartão de empresa, cartão de centro de ensaio/técnico ecartão de controlo – ou a troca do cartão de condutor, devem serrequeridos na Direcção-Geral de Transportes Terrestres eFluviais (DGTTF).(leia-se I.M.T.T)
    21. 21. PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PARA EMISSÃO DE CARTÕES TACOGRÁFICOS•Os locais de atendimento de pedidos de emissão de cartõesTacográficos ficam situados na sede do I.M.T.T. em Lisboa, ou nasdelegações regionais do Porto, Coimbra, Évora e Faro.•No requerimento deve ser referido expressamente se se trata daprimeira emissão, renovação, substituição ou troca (de cartão decondutor emitido por entidade de outro Estado-membro).
    22. 22. PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOSPARA EMISSÃO DE CARTÕESTACOGRÁFICOS•A renovação dos cartões Tacográficos deve ser solicitada, omais tardar até quinze dias úteis antes da data de caducidade docartão.•Os cartões Tacográficos podem ser substituídos quando hajaalteração de dados do seu titular, e em caso de perda, roubo,deterioração, mau funcionamento ou outra causa.
    23. 23. PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PARA EMISSÃO DE CARTÕES TACOGRÁFICOS•A substituição de cartões Tacográficos por alteração dos dadoscontidos nos cartões, que tenham ocorrido posteriormente à sua emissão,seja por mudança de domicílio ou sede da empresa, mudança de denominaçãoou alteração do tipo ou actividade do centro técnico, erro nos dados do cartãoou outra causa, deve ser solicitada no prazo máximo de um mês a contardo momento em que se produziu a causa determinante da alteração de dados.
    24. 24. PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PARA EMISSÃO DE CARTÕES TACOGRÁFICOSNo caso de substituição por perda, roubo, deterioração, maufuncionamento ou outra causa, o pedido deverá ser solicitadono prazo máximo de cinco dias úteis a contar da data em que setenha produzido o facto que deu origem à substituição.Os cartões são remetidos directamente para o domicilio que tenha sidoindicado pelo requerente, após o pagamento da taxa fixada emregulamento.
    25. 25. Renovação, substituição e troca de cartão do condutorNo caso da primeira renovação, desde que não seja necessário obternova fotografia do requerente (por não haver alterações significativas nasua fisionomia), será possível efectuar o pedido de renovação do cartãode condutor por representante do motorista, devendo para oefeito ser indicado o nome e apelido ou denominação social e domicílioda pessoa ou entidade que actua em representação do requerente.
    26. 26. Obrigação de devolução de Cartões•Quando se trate de substituição por alteração de dados,deterioração ou mau funcionamento, deverá ser devolvido ooriginal do cartão antigo antes da entrega do novo.•No caso de troca de um cartão de condutor válido emitido poroutro Estado-membro o cartão original deve ser devolvido antes daentrega do novo.•Se o cartão perdido ou roubado vier a ser recuperado, deve serdevolvido à entidade emissora.
    27. 27. A entidade empregadora deverá:• ler o conteúdo dos cartões dos motoristas e arquivar os dados recolhidos, em suporte informático, pelo menos, uma vez por mês. Estes ficheiros de “arquivo” deverão ser assinados e fornecidos às entidades, em caso de controlo;• arquivar os dados da memória interna do tacógrafo digital, utilizando o mesmo procedimento.
    28. 28. Transferência ou descarregamento de dados do tacógrafo digital para meios externos•A unidade do veículo deve poder descarregar dados da sua memória parameios externos de memorização, seja da UV seja do cartão do condutor.•Complementarmente, e como função opcional, o aparelho de controlodeve, em qualquer modo de funcionamento, poder transferir dados porintermédio de outro conector, para uma empresa autenticada através destecanal.
    29. 29. Transferência ou descarga de dados do tacógrafo digitalAs empresas proprietárias ou locatárias de veículos equipados comtacógrafo digital devem proceder à transferência ou descarga de dados daunidade veículo (UV) e dos cartões dos condutores para qualquer meiofiável de armazenamento externo, cujo formato seja compatível com osistema de ficheiros do Windows XP ou equivalente.
    30. 30. Transferência ou descarga de dados do tacógrafo digital•A transferência ou descarga de dados, consiste na cópia(conjuntamente com assinatura digital) de uma parte ou de umconjunto completo de dados memorizados na memória do veículo ouna memória do cartão de condutor.•A transferência pode ser integral ou parcial, na condição de que nãohaja descontinuidade dos dados.•Quando seja parcial, os dados relativos ao último dia da transferênciaprecedente devem ser incluídos.
    31. 31. Transferência ou descarga de dados do tacógrafo digitalA transferência de dados, do cartão ou da UV, nãopode alterar nem apagar nenhum dos dadosarmazenados.
    32. 32. Prazos e situações de descarga obrigatória DO CARTÃOA transferência ou descarga de dados dos cartões doscondutores deverá fazer-se, nos seguintes prazos esituações:− Pelo menos em cada 28 dias, para garantir que não aconteçasobreposição de dados;− Quando o condutor deixar de trabalhar para a empresa;− Em caso de caducidade do cartão;− Antes da devolução do cartão ao órgão emissor quando tal sejaexigível.
    33. 33. Prazos e situações de descarga obrigatória DA U.V.A transferência de dados da unidade intraveiculardeverá fazer-se, nos seguintes prazos ou situações: − Pelo menos, em cada três meses; − Em caso de venda ou restituição de veículo locado; − Quando se detecte um mau funcionamento da UV, mas seja ainda possível a descarga de dados.
    34. 34. Dever de conservação de dados, integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados armazenadosTodas as empresas proprietárias ou locatárias de veículos equipadoscom tacógrafo digital são obrigadas a manter os dadostransferidos, guardados e disponíveis na empresa durante, pelomenos, um ano, a contar da data do seu registo
    35. 35. Dever de conservação de dados, integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados armazenadosAs empresas proprietárias ou locatárias de veículos equipadoscom tacógrafo digital deverão dispor dos mecanismos desegurança necessários para garantir as condições de integridade,confidencialidade e disponibilidade dos dados armazenados..
    36. 36. NORMAS DE UTILIZAÇÃO•Os condutores deverão utilizar discos de registo ou cartão do condutorsempre que conduzam desde o momento em que se proponha a iniciar amarcha.•Os discos de registo ou cartão do condutor deverão permanecercolocados no tacógrafo durante todo o tempo de trabalho e não sepoderão utilizar por um período superior ao previsto.•Quando existam dois condutores, cada um deles é responsável porgarantir que o seu cartão é colocado na ranhura correcta.
    37. 37. DEFINIÇÕES GERAIS RELACIONADAS COM O USO DO TACÓGRAFO•Condutor•Pausa•Outro trabalho•Repouso•Período de repouso diário•Período de repouso diário regular•Período de repouso diário reduzido•Período de repouso semanal Reg.561/2006 artº4•Período de repouso semanalreduzido•Semana•Tempo de condução•Tempo diário de condução•Tempo semanal de condução•Tripulação múltipla•Empresa transportadora•Período de condução
    38. 38. TEMPOS DE CONDUÇÃO EDE DESCANSO
    39. 39. QUANTO TEMPO SE PODE CONDUZIR? CONDUÇÃO contínua• 4h30m de condução seguida, obriga à observação de uma pausa efectiva de45m.Contudo o repouso pode ser fraccionado em duas pausas no máximo,sendo a 1ª de pelo menos 15m e a 2ª de 30m
    40. 40. Condução máxima diáriaREGRA GERAL não deve exceder 9 horas. (No máximo 2 vezes por semana pode ser de 10horas.)Nota: Sempre que a duração das pausas atinja pelo menos 45m, um novo período de condução de 4.30h volta a começar.
    41. 41. CONDUÇÃO SEMANAL Não pode exceder as 56 horas e não pode implicar que seja excedido o tempo de trabalho semanal máximo de 60 horas
    42. 42. CONDUÇÃO BI-SEMANALO tempo de condução total acumulado por cada período de 2 semanas não pode exceder as 90horas. Por exemplo se numa semana conduz 56h na próxima só poderá conduzir 34h, ou se numa conduz 45h, na próxima semana também só pode conduzir 45h.
    43. 43. QUANTO TEMPO SE DEVE DESCANSAR?•O condutor deve gozar períodos de repouso diários esemanais.•O condutor deve gozar um novo período de repousodiário dentro de cada período de 24 horas após o final doperíodo de repouso diário ou semanal precedente.•Se a parte do período de repouso diário abrangida peloperíodo de 24 horas tiver pelo menos 9 horas mas menos de11 horas,o período de repouso diário em questão será considerado como umperíodo de repouso diário reduzido.
    44. 44. REPOUSO DIARIOREPOUSO DIÁRIO REGULAR:Pelos menos 11 horas ininterruptas.Em alternativa: fazer um 1º repouso de pelo menos 3 horas ininterruptas e um 2ºde pelo menos 9 horas ininterruptasREPOUSO DIÁRIO REDUZIDO:Pelo menos 9 horas mas menos de 11 horas
    45. 45. QUANTO TEMPO SE DEVE DESCANSAR?O período de repouso diário pode ser alargado paraperfazer um período de repouso semanal regular ou umperíodo de repouso semanal reduzido.O condutor pode fazer, no máximo, três períodos derepouso diário reduzido entre cada dois períodos de repouso semanal.
    46. 46. QUANTO TEMPO SE DEVE DESCANSAR?O condutor de um veículo com tripulação múltipla devegozar um novo período de repouso diário de pelo menos 9horas nas 30 horas que se sigam ao termo de um períodode repouso diário ou semanal.
    47. 47. DESCANSO SEMANALO período de repouso semanal deve começar o mais tardar nofim de seis períodos de 24 horas a contar do fim do períodode repouso semanal anterior.
    48. 48. DESCANSO BI-SEMANAL Em cada período de duas semanas consecutivas, o condutor deve gozar pelo menos:— dois períodos de repouso semanal regular (45h 1ª semana +45h 2ºsemana)— um período de repouso semanal regular e um período derepouso semanal reduzido de, no mínimo, 24 horas todavia, aredução deve ser compensada mediante um período de repousoequivalente, gozado de uma só vez, antes do final da terceira semana acontar da semana em questão.
    49. 49. DESCANSO SEMANALQualquer período de repouso gozado a título de compensação de umperíodo de repouso semanal reduzido deve ser ligado a outro período derepouso de, pelo menos, 9 horas.Caso o condutor assim o deseje, os períodos de repouso diário e osperíodos de repouso semanal reduzido fora do local de afectação podemser gozados no veículo, desde que este esteja equipado com instalações dedormida adequadas para cada condutor e não se encontre em andamento
    50. 50. DESCANSO SEMANALUm período de repouso semanal que recaia sobre duassemanas pode ser contabilizado em qualquer uma delas, masnão em ambas.
    51. 51. OUTRAS CONSIDERAÇÕES SOBRE DESCANSONo caso de o condutor acompanhar um veículo transportado emtransbordador (ferry) ou em comboio e gozar um período de repousodiário regular, este período pode ser interrompido, no máximo duas vezes,por outras actividades que, no total, não ultrapassem uma hora. Durante oreferido período de repouso diário regular, o condutor deve dispor de umacama ou beliche.
    52. 52. OUTRAS CONSIDERAÇÕES SOBRE DESCANSOO tempo gasto pelo condutor para se deslocar para ou de um veículoabrangido pelo regulamento 561/2006 que não esteja junto à residênciado condutor ou junto à empresa onde o condutor está normalmentebaseado não será contado como repouso nem como pausa, a menosque o condutor se encontre num transbordador (ferry) ou comboio etenha acesso a umbeliche ou cama.
    53. 53. OUTRAS CONSIDERAÇÕES SOBRE DESCANSOO tempo gasto por um condutor que viaje comocondutor de um veículo não abrangido pelo presenteregulamento para se deslocar para ou de um veículo abrangidopelo presente regulamento que não esteja junto à residência docondutor ou junto à empresa onde o condutor estánormalmente baseado será contado como «outro trabalho».
    54. 54. O que fazer em caso de deterioração,avaria ou roubo do tacógrafo Tem de manter um registo manual exacto das suas actividades, que deve ser feito no momento em que começa ou acaba o tipo de trabalho não podendo ser registado à posteriori. A necessária reparação do equipamento deve ser feita logo que possível .
    55. 55. O que fazer em caso de deterioração, avaria ou roubo do tacógrafoAs empresas são responsáveis por providenciara reparação /substituição durante a viagem,sempre que o regresso à sede da empresaultrapasse 1 semana (7 dias)
    56. 56. EM CASO DE AVARIA, ROUBO, EXTRAVIO, DETERIORAÇÃO, OU MAU FUNCIONAMENTO DO CARTÃONo inicio da viagem deverá realizar a impressão com os dados doveículo que vai conduzir onde deverá incluir os dados da identificaçãoda empresa para a qual trabalha, identificação do condutor e ainda osperíodos de condução, de outros trabalhos e de disponibilidade.No fim da viagem, deverá realizar uma impressão com o dadosrelativos aos períodos registados pelo aparelho, incluindo aidentificação da empresa e do condutor.
    57. 57. fim

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