SINDROME POS POLIOMIELITE - Neurofuncional

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SINDROME POS POLIOMIELITE - Neurofuncional

  1. 1. SÍNDROME PÓS-POLIMIELITE Acad.: Eduarda Laurindo Jonathan Peixoto Profª. Msc.: Adeline Soraya Disciplina: Fisioterapia Neurofuncional
  2. 2. Introdução  Poliomielite, ou paralisia infantil, é uma infecção viral aguda causada por um dos três poliovírus existentes. A transmissão se dá por contato humano através de secreções nasofaringeas, contato com objetos contaminados e a maioria das vezes por ingestão do vírus através de alimentos e água contaminados com fezes de portadores. 2
  3. 3. Definição  A síndrome pós-pólio (SPP) é uma desordem do sistema nervoso que se manifesta em indivíduos que tiveram poliomielite, após, em média, 15 anos ou mais. Ela apresenta um novo quadro sintomatológico: fraqueza muscular e progressiva, fadiga, dores musculares e nas articulações, resultando em uma diminuição da capacidade funcional e/ou no surgimento de novas incapacidades. OLIVEIRA,2002 3
  4. 4.  A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima a existência de 12 milhões de pessoas em todo o mundo com algum grau de limitação física causada pela poliomielite.  A teoria mais aceita para justificar a SPP e o declínio funcional desses pacientes é a intensa demanda metabólica sofrida pelas unidades motoras já combalidas e pelos neurônios remanescentes que buscam o restabelecimento da função. A idade, o sobrepeso e o grau de distribuição da fraqueza também contribuem para tal acentuação do problema. 4
  5. 5. 5
  6. 6. Critérios de diagnostico:  1) Confirmação de poliomielite paralítica com evidência de perda de neurônio motor por meio de história de doença paralítica aguda, sinais residuais de atrofia e fraqueza muscular ao exame neurológico e sinais de desenervação na eletroneuromiografia;  2) Período de recuperação funcional, parcial ou completa, seguido por um intervalo (15 anos ou mais, em média 40 anos) de função neurológica estável;  3) Início de novas complicações neurológicas: uma nova e persistente atrofia e fraqueza muscular;  4) Os sintomas persistem por mais de um ano; 5) exclusão de outras condições que poderiam causar os novos sinais e sintomas. 6
  7. 7. Descrição do Caso  J.M.A.N., sexo masculino, nascido em 27 de setembro de 1961, teve diagnostico de poliomielite após seu nascimento em 196, na idade de 18 anos teve os primeiros sintomas iniciando com perda lenta dos movimento de MMII. Desde então teve que ser submetido a intervenção cirúrgica em ambos os pés para melhor posicionamento do mesmo, já em MMSS apresenta atrofiamento muscular com as mãos sem apreensão palmar e desequilíbrio de tronco além de apresentar edema periféricos. 7
  8. 8. Objetivos  Preservar o tônus muscular;  Restaurar posturas fisiológicas;  Melhorar capacidade de equilíbrio;  Manter flexibilidade articular ideal;  Melhorar força muscular de MMSS;  Promover melhor bem estar ; 8
  9. 9. Tratamento  Mobilizações intra-articular (art. glenoumeral);  Alongamentos passivos em MMII e MMSS;  Dissociação pélvica passiva com bola suíça;  Dissociação escapular passiva com bastão;  Elevação com bola média entre as mãos;  Rotação de tronco com bola média;  Força de MMSS associada com thera-band;  Jogo de bola na prancha ortostática;  Flexão de tronco com bola suíça; 9
  10. 10. 10
  11. 11. Referencias  Orsini M. Freitas M.R.G. Guia de Reabilitação Neurológica na Síndrome Pós-Poliomielite: Abordagem Interdisciplinar , Niteroi, v. 15, n. 1, p. 45-57, 2010;  Ferreira M. Oliveira G. Sindrome pós-poliomielite, São Paulo, p. 45-57, 2011;  Oliveira ASB. Síndrome pós-poliomielite: aspectos neurológicos. Rev Neurocienc 2002;10(1):31-4 11

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