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FALÁCIASFALÁCIAS
Relevância ou Insuficiência dasRelevância ou Insuficiência das
premissas.premissas.
Pressuposição.Pressuposição.
Falácias informaisFalácias informais
• Os argumentos falaciosos não são
logicamente válidos e, portanto, não
podem ser aceites enquanto argumentos.
• Podem, no entanto, ter força psicológica e
conseguir manipular o auditório que é não
apenas racional, mas emocional.
Falácias de relevânciaFalácias de relevância
• Quando as razões apresentadas são
logicamente irrelevantes, isto é, não são
importantes ou não têm relação lógica
com a conclusão:
• Argumentum: ad baculum (apelo à força)
• Ad misericordiam: (apelo à misericórdia e
à comoção)
• Ad populum: (apelo ao povo)
• Ad hominem: (ataque pessoal)
"A Filosofia de Nietzsche não vale o papel que
se gastou a imprimi-la. Nietzsche era um
imoralista que, antes de morrer, ficou
completamente louco por ter contraído sífilis
na juventude."
Ad hominem
Falácia de ataque ao homem
“ad hominem” . Não tem
validade o argumento que
visa atacar pessoalmente
alguém em vez de atacar
logicamente as suas ideias.
Toda a gente sabe e diz
que as prisões são
escolas de crime. Logo
só pode ser verdade.
Ad populum””
Apelo ao povo
Falácias de premissasFalácias de premissas
insuficientesinsuficientes
• Quando a indução é fraca ou quando a
relação de causa efeito não é evidente.
• ad verecundiam: apelo a uma autoridade
não qualificada)
• Ad ignorantiam: (apelo à ignorância)
• Falsa causa ou “depois disso por causa
disso” quando a relação entre as
premissas e a conclusão depende de uma
causa não existente.
"O Ronaldo andou nas discotecas
à noite, daí o seu mau rendimento
em campo, por causa disso
Portugal perdeu com a Polónia. "
Falsa causa ou depois
disso por causa disso.
Falsa Causa
Falácia de apelo àFalácia de apelo à
ignorânciaignorância
Falácia de dados
insuficientes
Quando concluímos que
algo é verdadeiro porque
não se provou que era
falso ou vice-versa.
Ninguém sabe se
Deus existe logo
Deus não existe.
Existo eu, eu sou
Deus.
“Tom Cruise é um excelente actor,
portanto a Igreja da Cientologia a
que pertence e da qual faz
propaganda, deve ser um caminho a
seguir "
Falácia de apelo a uma
autoridade não
qualificada
Boneco de PalhaBoneco de Palha
I
Falácia do Boneco de
palha ou espantalho
Interpretação tendenciosa do
argumento do adversário,
tornando-o ridículo.
Deturpação do argumento
adversário de modo a refutá-
lo
Quem quer legalizar o aborto,
defende o sexo sem
consequência, logo, a
promiscuidade sexual. Somos
por uma sexualidade
responsável.
Somos contra o aborto!
Falácias de premissasFalácias de premissas
insuficientes.insuficientes.
• Reacção em cadeia ou derrapagem ou
Bola de neve: Quando as premissas
apresentam uma reacção em cadeia com
uma probabilidade mínima de ocorrer.
"Se legalizarmos o aborto
teremos uma diminuição da
natalidade e se diminuir a
natalidade haverá menos gente
a trabalhar, logo mais pobreza,
a legalização do aborto só traz
pobreza."
Bola de neve ou
derrapagem
"Porque sou a melhor
pessoa para este
trabalho? Descobri que,
entre todos os outros
candidatos, considerando
as minhas qualificações,
eu sou a melhor pessoa
para o trabalho.”
Petição
de
princípio
Para
aceitar as
premissas
temos de
aceitar a
conclusão
Raciocínio
circular
Falso dilemaFalso dilema
Coloca-se uma opção que
não é exclusiva , isto é não
esgota todas as
possibilidades.
Ou és
fraco ou
defendes
a guerra.
Não és
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logo
defendes
a guerra
“A França tem uma comunidade
muçulmana extensa e tem
problemas com o terrorismo.
Os EUA têm uma extensa
comunidade de muçulmanos e
tem problemas de terrorismo.
Logo, todos os países com
comunidades muçulmanas têm
problemas de terrorismo.
Amostra não
representativa
Falácias de
premissas
insuficientes
Persuadir não éPersuadir não é
necessariamente manipularnecessariamente manipular
BOM USO DA RETÓRICA;
PERSUASÃO
• Na persuasão o auditório
e o orador são colocados
em pé de igualdade.
• São dadas razões para
aceitar algo, com
argumentos válidos.
• Não são omitidos os
objetivos, há
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•
• .
O Bom e o mau uso da retóricaO Bom e o mau uso da retórica
• Bom uso da retórica implica a subordinação
a princípios éticos:
- Princípio ético, por excelência, o
reconhecimento da autonomia, da capacidade
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alternativas e dos seus pressupostos e
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pensamento.
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Manipulação
Manipulação – uso indevido da argumentação 
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Mau uso da Retórica Mau uso da Retórica 
Manipulação
• O orador assume uma 
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auditório.
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Todo o discurso é por natureza Todo o discurso é por natureza 
manipulador.manipulador.
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Falácias e seus tipos

  • 1. FALÁCIASFALÁCIAS Relevância ou Insuficiência dasRelevância ou Insuficiência das premissas.premissas. Pressuposição.Pressuposição.
  • 2. Falácias informaisFalácias informais • Os argumentos falaciosos não são logicamente válidos e, portanto, não podem ser aceites enquanto argumentos. • Podem, no entanto, ter força psicológica e conseguir manipular o auditório que é não apenas racional, mas emocional.
  • 3. Falácias de relevânciaFalácias de relevância • Quando as razões apresentadas são logicamente irrelevantes, isto é, não são importantes ou não têm relação lógica com a conclusão: • Argumentum: ad baculum (apelo à força) • Ad misericordiam: (apelo à misericórdia e à comoção) • Ad populum: (apelo ao povo) • Ad hominem: (ataque pessoal)
  • 4. "A Filosofia de Nietzsche não vale o papel que se gastou a imprimi-la. Nietzsche era um imoralista que, antes de morrer, ficou completamente louco por ter contraído sífilis na juventude." Ad hominem
  • 5. Falácia de ataque ao homem “ad hominem” . Não tem validade o argumento que visa atacar pessoalmente alguém em vez de atacar logicamente as suas ideias.
  • 6. Toda a gente sabe e diz que as prisões são escolas de crime. Logo só pode ser verdade. Ad populum”” Apelo ao povo
  • 7. Falácias de premissasFalácias de premissas insuficientesinsuficientes • Quando a indução é fraca ou quando a relação de causa efeito não é evidente. • ad verecundiam: apelo a uma autoridade não qualificada) • Ad ignorantiam: (apelo à ignorância) • Falsa causa ou “depois disso por causa disso” quando a relação entre as premissas e a conclusão depende de uma causa não existente.
  • 8. "O Ronaldo andou nas discotecas à noite, daí o seu mau rendimento em campo, por causa disso Portugal perdeu com a Polónia. " Falsa causa ou depois disso por causa disso. Falsa Causa
  • 9. Falácia de apelo àFalácia de apelo à ignorânciaignorância Falácia de dados insuficientes Quando concluímos que algo é verdadeiro porque não se provou que era falso ou vice-versa. Ninguém sabe se Deus existe logo Deus não existe. Existo eu, eu sou Deus.
  • 10. “Tom Cruise é um excelente actor, portanto a Igreja da Cientologia a que pertence e da qual faz propaganda, deve ser um caminho a seguir " Falácia de apelo a uma autoridade não qualificada
  • 11. Boneco de PalhaBoneco de Palha I Falácia do Boneco de palha ou espantalho Interpretação tendenciosa do argumento do adversário, tornando-o ridículo. Deturpação do argumento adversário de modo a refutá- lo Quem quer legalizar o aborto, defende o sexo sem consequência, logo, a promiscuidade sexual. Somos por uma sexualidade responsável. Somos contra o aborto!
  • 12. Falácias de premissasFalácias de premissas insuficientes.insuficientes. • Reacção em cadeia ou derrapagem ou Bola de neve: Quando as premissas apresentam uma reacção em cadeia com uma probabilidade mínima de ocorrer.
  • 13. "Se legalizarmos o aborto teremos uma diminuição da natalidade e se diminuir a natalidade haverá menos gente a trabalhar, logo mais pobreza, a legalização do aborto só traz pobreza." Bola de neve ou derrapagem
  • 14. "Porque sou a melhor pessoa para este trabalho? Descobri que, entre todos os outros candidatos, considerando as minhas qualificações, eu sou a melhor pessoa para o trabalho.” Petição de princípio Para aceitar as premissas temos de aceitar a conclusão Raciocínio circular
  • 15. Falso dilemaFalso dilema Coloca-se uma opção que não é exclusiva , isto é não esgota todas as possibilidades. Ou és fraco ou defendes a guerra. Não és fraco, logo defendes a guerra
  • 16. “A França tem uma comunidade muçulmana extensa e tem problemas com o terrorismo. Os EUA têm uma extensa comunidade de muçulmanos e tem problemas de terrorismo. Logo, todos os países com comunidades muçulmanas têm problemas de terrorismo. Amostra não representativa Falácias de premissas insuficientes
  • 17. Persuadir não éPersuadir não é necessariamente manipularnecessariamente manipular BOM USO DA RETÓRICA; PERSUASÃO • Na persuasão o auditório e o orador são colocados em pé de igualdade. • São dadas razões para aceitar algo, com argumentos válidos. • Não são omitidos os objetivos, há transparência. • • .
  • 18. O Bom e o mau uso da retóricaO Bom e o mau uso da retórica • Bom uso da retórica implica a subordinação a princípios éticos: - Princípio ético, por excelência, o reconhecimento da autonomia, da capacidade de escolha do auditório. - Esclarecimento da situação, das várias alternativas e dos seus pressupostos e consequências. - Exige liberdade de expressão do pensamento.
  • 19. Mau uso da retórica – a argumentação  degenera numa forma de ludibriar o auditório,  em função dos interesses do orador.  Manipulação Manipulação – uso indevido da argumentação  com o intuito de levar os interlocutores a aderir  acrítica e involuntariamente às propostas do  orador.