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ARMAZENAMENTO E TRATAMENTO DE
RESIDUOS SÓLIDOS
ERNA | 4º ano 2º Semestre 20121
PROGRAMA BASE:
1. Resíduos Sólidos Urbanos (RSU)
2. Origem, Tipos e Composição dos RSU
3. Propriedades dos RSU
4. Separação e Tratamento dos RSU
5. Valorização eTratamento e Transformação dos RSU
6. Deposição dos RSU – Aterro Sanitário
7. Origem, Tipos e Propriedades dos Residuos Perigosos
dos RSU
2
3
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
 As estatísticas atuais apresentam o lixo como um dos
maiores problemas da sociedade e das cidades
modernas. A questão tem início nos hábitos e no modo
de vida da população.
4
INTRODUÇÃO
 O lixo ainda não possui gerenciamento adequado e com
isso aparecem inúmeras consequências ambientais,
sociais e graves problemas de saúde pública.
 O impacto ambiental resultado do mau gerenciamento do
lixo traduz-se na contaminação de solos, subsolos e
cursos de água; enchentes e erosões; grandes desgastes
para a flora e a fauna; e na poluição.
5
INTRODUÇÃO
 DADOS MUNDIAIS SOBRE O LIXO:
 A produção de resíduos sólidos no mundo chega a 2 milhões de
toneladas por dia, 730 milhões de toneladas ao ano.
 Ano após ano, a quantidade de resíduos e produtos que se tornam
lixo aumenta. Apenas o Japão e a Alemanha diminuem a relação
lixo por habitante (Daminelli, 1993).
 Estados Unidos geram 230 milhões de toneladas ao ano. Nova York
gera 14 mil toneladas diárias, 5.110.000 toneladas ao ano;
somados ao Canadá e países ocidentais da Europa, atinge-se 56%
do total mundial. A América Latina produz 100 milhões de toneladas
ao ano, 13% do total mundial.
6
INTRODUÇÃO
 DADOS MUNDIAIS SOBRE O LIXO:
 Nos países do hemisfério norte (mais ricos), a média é a produção
de 1,9 Kg por pessoa; em alguns países o número chega a 2,0 Kg
ou mais.
 Nos países do hemisfério sul (mais pobres), os números variam de
1,0 Kg por pessoa e podem chegar a 0,3 Kg por dia ou menos.
 A condição socioeconómica é diretamente ligada à produção dos
resíduos.
7
 Em Luanda… (numa entrevista…)
 Qual a quantidade de lixo produzida em Luanda e quais
os municípios que mais produzem?
 A quantidade de resíduos produzidos depende muito da
densidade populacional por município, recursos humanos e
materiais disponíveis, características socioeconómicas e
culturais da população, entre outros factores.
 Quais os municípios mais afectados pelo lixo, e porquê?
 Os municípios mais afectados são Kilamba Kiaxi e Cacuaco,
devido, principalmente, à estruturação urbana, que dificulta os
acessos para a recolha fundamentalmente na estação
chuvosa.
 Qual a quantidade de lixo que a Elisal recolhe da capital
diariamente?
 Cerca de quatro mil toneladas de lixo por dia.
8
INTRODUÇÃO
 A importância de reciclar e
reutilizar os resíduos é aproveitar
o seu valor econômico, ao invés
de deixar que estes materiais
simplesmente se acumulem na
natureza por anos a fio ou de
simplesmente enterrá-los em um
aterro sanitário ou lixão.
9
INTRODUÇÃO
 Resíduos são substâncias, produtos ou objectos
que ficaram incapazes de utilização para os fins
para que foram produzidos, ou são restos de um
processo de produção, transformação ou utilização
e, em ambos os casos, pressupõem que o detentor
se tenha de desfazer deles.
10
INTRODUÇÃO
 Lei de Bases do Ambiente (Lei 5 de 1998)
 Resíduos ou Lixos Perigosos —são substâncias
ou objectos que se eliminam, que se tem a
intenção de eliminar, ou que se é obrigado por lei a
eliminar e que contêm características de risco por
serem inflamáveis, explosivas, corrosivas, tóxicas,
infecciosas ou radioactivas, ou por apresentarem
qualquer outra característica que constitua perigo
ou saúde das pessoas e para a qualidade do
ambiente.
11
INTRODUÇÃO
 Os resíduos provenientes da actividade dos homens e
dos animais podem ser sólidos, líquidos e gasosos.
 Dá-se o nome de resíduos sólidos ao conjunto de
materiais sólidos provenientes da actividade do
Homem e dos animais, rejeitados como inúteis ou
indesejados.
 O termo engloba, pois, não só o material heterogéneo
proveniente do aglomerado urbano mas também os
resíduos mais homogéneos da agricultura, da
indústria e da mineração.
12
INTRODUÇÃO
 Existem diversas classificações dos resíduos
atendendo ao fim para o qual cada uma delas está
concebida.
 Qualquer que seja o tipo de classificação que se
considere há resíduos banais e outros que podem ser
nocivos ou perigosos para o homem e outros seres
vivos.
 Estes últimos designam-se genericamente por
resíduos perigosos em função do seu carácter
tóxico, corrosivo, explosivo, radioactivo, etc., e do
modo como são manipulados no meio ambiente
durante o seu ciclo de vida como produto útil ou como
resíduo. 13
INTRODUÇÃO
 Os Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) acumulados, sem
qualquer tratamento, em lixeiras, cursos de água, etc., são de
grande prejuízo para a saúde pública e favorecem a
degradação do ambiente. Mais de 5 milhões de pessoas
morrem anualmente devido a enfermidades relacionadas com
os resíduos.
 Do ponto de vista ambiental, o nosso sistema deve estar em
equilíbrio com os subsistemas dependentes entre si, como o
meio natural e o meio humano.
 O meio natural fornece ao Homem os recursos necessários
para a sua sobrevivência e o Homem utiliza-os, aproveita-os e
devolve ao meio natural um resíduo que, por sua vez,
devidamente transformado por esta, coloca-o à disposição do
Homem convertido em novo recurso (Figura.1.1). 14
INTRODUÇÃO
 A sequência normal da utilização dos
bens e recursos disponíveis respeita
a seguinte cadeia:
 1º-, a existência dos bens e recursos
sob forma disponível;
 2º-a necessidade do seu emprego
nas actividades quotidianas,
 3º -utilização propriamente dita;
 4º-, a produção de resíduos como
resultado do elo anterior,
 5º -acção de rejeição e despejo mais
ou menos distante do local de
produção
 6º, a cadeia fecha-se na natureza,
onde, com maior ou menor impacte,
se encontra o destino final dos
resíduos.
15
INTRODUÇÃO
Ilustração 1 Sequência de utilização e eliminação
dos bens naturais ou artificiais
 O desajuste deste modelo ideal de equilíbrio surge
no momento em que os resíduos rejeitados pela
sociedade para o meio natural não são assimiláveis
por este devido à sua quantidade, à sua
composição, à sua concentração no tempo ou no
espaço, iniciando-se assim uma cadeia de
problemas de contaminação do meio, que afecta
tanto os solos como as águas, tanto superficiais
como subterrâneas e também a atmosfera. 16
INTRODUÇÃO
 Em resumo, pode-se afirmar que a produção de
resíduos e, em consequência, a sua eliminação,
constitui um dos aspectos críticos na manutenção
do equilíbrio anteriormente referido, a não ser que
se adoptem soluções eficazes e imediatas para os
problemas de contaminação e de ocupação de
solos resultantes da eliminação dos resíduos.
17
INTRODUÇÃO
QUESTIONARIO…
18
QUESTIONÁRIO 3R
 1 - Levas, para a UnIA, a sandes do lanche:
 a) embrulhada num guardanapo de papel
b) embrulhada em película aderente
c) embrulhada num guardanapo de pano
 2 - Escreves nos cadernos:
 a) até à última folha
b) só em algumas folhas
c) só enquanto são novos
 3 - Para escrever:
 a) usas os lápis até ao fim
b) perdes sempre os lápis antes de chegar ao fim
c) usas até ao fim, só os lápis de que mais gostas
 4 - Quando te fartas de uns sapatos:
 a) vai para o lixo
b) se não estiverem estragados, dás a alguém que goste deles
c) guarda-los num caixote, para que os teus filhos possam um dia usar
19
QUESTIONÁRIO 3R
 5 - Para transportar as compras para casa:
 a) utilizas os sacos que são dados pelo supermercado
b) utilizas o teu carro ou cesto das compras
c) trazes os produtos na mão
 6 - Se fores comprar fruta ou legumes preferes:
 a) a fruta/legumes que estão embalados
b) a fruta/legumes que são vendidos avulso
c) a fruta/legumes enlatados
 7 - Quando na estante de um supermercado encontras três tamanhos diferentes
de embalagens do mesmo produto, preferes:
 a) a embalagem média
b) a embalagem pequena
c) a embalagem grande
 8 - Ao chegar a casa com as compras em sacos de plástico, retiras as compras e:
 a) deitas os sacos de plástico no lixo
b) utilizas os sacos de plástico como sacos do lixo
c) queimas os sacos de plástico
20
QUESTIONÁRIO 3R
 9 - Se uma camisola deixar de te servir:
 a) utiliza-la como pano de limpeza
b) coloca-la no lixo
c) guarda-la como recordação
 10 - Ao consumir um frasco de compota:
 a) colocas o frasco no vidrão
b) utilizas o frasco para outro fim
c) deitas o frasco no lixo
 11 - Para fazeres rascunhos utilizas:
 a) o verso das fotocópias
b) papel novo
c) papel reciclado
 12 - Na tua casa:
 a) juntas todo o lixo no mesmo saco
b) separas o papel ou o vidro do restante lixo
c) colocas o papel, o vidro, as latas, as pilhas e o restante lixo em recipientes
separados
21
QUESTIONÁRIO 3R
 9 - Se uma camisola deixar de te servir:
 a) utiliza-la como pano de limpeza
b) coloca-la no lixo
c) guarda-la como recordação
 10 - Ao consumir um frasco de compota:
 a) colocas o frasco no vidrão
b) utilizas o frasco para outro fim
c) deitas o frasco no lixo
 11 - Para fazeres rascunhos utilizas:
 a) o verso das fotocópias
b) papel novo
c) papel reciclado
 12 - Na tua casa:
 a) juntas todo o lixo no mesmo saco
b) separas o papel ou o vidro do restante lixo
c) colocas o papel, o vidro, as latas, as pilhas e o restante lixo em recipientes
separados
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23
1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS
(RSU)
1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)
 Os resíduos são produzidos em quase todas as actividades
que caracterizam a vida, em geral, e são resultado da
utilização dos bens e recursos disponíveis, sejam eles naturais
ou artificiais.
 Nos resíduos urbanos consideram-se compreendidos os
resíduos domésticos bem como os resíduos provenientes de
estabelecimentos comerciais e do sector de serviços e outros
resíduos que, pela sua natureza ou composição, sejam
semelhantes aos resíduos domésticos.
 Contudo, num município, existem ainda resíduos especiais
não equiparáveis aos resíduos domésticos, nomeadamente os
provenientes de produtores de pequenas quantidades de
resíduos perigosos que incluem lavandarias, garagens,
laboratórios fotográficos, os resíduos hospitalares
contaminados, etc.
24
25
INTRODUÇÃO
Ilustração 1 Sequência de utilização e eliminação
dos bens naturais ou artificiais
1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)
 Principais objectivos da luta contra o aumento contínuo da produção
de resíduos e a sua deposição descontrolada:
 a) Necessidade de proteger bens e recursos naturais.
 b) Necessidade de proteger bens e recursos artificiais.
 c) Antes da utilização há que prevenir a presença de produtos
perigosos para a saúde. Esta prevenção tem como resposta única
possível banir tais elementos.
 d) Actualmente, a utilização maciça de bens e recursos e a
produção de grandes quantidades de resíduos, alguns com
características perigosas, põem em risco o equilíbrio do sistema. A
luta contra este desequilíbrio assume a opção entre duas hipóteses:
 ou se evita a formação de resíduos, minimizando-os,
 ou se reutiliza ao máximo os produtos potenciais geradores de
resíduos. 26
1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)
 Principais objectivos da luta contra o aumento contínuo da
produção de resíduos e a sua deposição descontrolada:
 e) Após a produção, a recuperação na vertente da reciclagem
dos materiais e do aproveitamento de energia, incluindo a
compostagem e a incineração, constituem outra das medidas
a adoptar.
 f) Por fim, antes de alcançar a natureza e reiniciar o ciclo,
convém destacar a luta contra o impacte ambiental negativo
do despejo dos resíduos em destino final, .
27
1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)
28
 Aplicar o princípio dos 3 Rs,
 Reduzir,
 Reutilizar
 Reciclar.
 a) Em primeiro lugar é necessário verificar se não será
possível evitar a produção do resíduo, por exemplo
utilizando produtos fabricados de forma diferente, ou
prolongando o tempo de vida útil dos produtos;
1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)
 b) Em segundo lugar é necessário verificar se não é possível
encontrar uma nova utilização para esses produtos, em que
grande parte das suas propriedades ainda possam ser
rentabilizadas, caso, por exemplo, de um pneu que seja
recauchutado; grande parte dos materiais usados para o seu
fabrico e toda a tecnologia vão ser aproveitados, apenas se
acrescentando a borracha gasta durante o seu primeiro ciclo de
vida;
 c) Finalmente, quando não é possível aproveitar grande parte
do valor do produto, podemos tentar a terceira alternativa, ou
seja, aproveitar a matéria-prima que o constitui, em alguns
casos para fabricar produtos idênticos, como no caso do uso de
sucatas de aço para produzir perfis e chapas com
características similares às do produto original. Neste caso
estamos perante uma operação que actualmente se denomina
reciclagem.
29
1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)
 Aquelas operações englobam fundamentalmente
as seguintes acções: recolha, de preferência
selectiva; transporte; triagem; preparação para a
valorização; deposição.
 Relativamente aos processos
de valorização é de salientar os
processos de tratamento, tais
como: compostagem;
incineração com produção de
energia; reciclagem de materiais;
e outros processos tais como
transformações bioquímicas. 30
1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)
 A recuperação dos resíduos sólidos urbanos (RSU)
valorizáveis pode-se dar
 na fonte, através da implementação de recolhas selectivas,
 nas estações de tratamento dos resíduos urbanos.
 Os sistemas de recolha selectiva podem adoptar duas
formas:
 sistema porta-a-porta e
 sistema de entrega.
 A colecção inclui a operação de recolha dos resíduos e
transporte até ao local de deposição e/ou tratamento.
 pode representar cerca de 50% do custo total envolvido
na gestão integrada dos RSU.
 Nos RSU cerca de 80% dos seus componentes podem
ser valorizáveis. 31
1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)
 Os principais materiais separados e potencialmente
reciclados são:
 alumínio,
 papel,
 plásticos,
 vidro,
 metais ferrosos e não ferrosos,
 resíduos de jardim e restos de alimentos.
 Eles podem ser usados directamente, como matéria
prima para reprocessamento, ou como alimentação
para a produção de compostos e outro químicos, ou
como fonte de produção de energia a partir dos
materiais combustíveis 32
 As estações de compostagem consistem num
processo de transformação biológica por decomposição
dos resíduos orgânicos no qual se obtém como produto
final o composto (matéria orgânica muito semelhante
ao húmus).
 A incineração é um processo de combustão controlada
dos resíduos, com temperaturas superiores a 850º C.
Os resíduos são transformados em gases, calor e
materiais inertes (cinzas e escórias).
 A deposição é a fase final da gestão integrada dos
resíduos sólidos quer provenham de lixos domésticos
recolhidos e transportados directamente para o aterro,
quer sejam resíduos de estações de recuperação,
resíduos de incineração de detritos sólidos ou outros
restos de quaisquer infra-estruturas de tratamento.
33
1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)
 Exemplos de :
 Incineração
 Compostagem
 Aterro não controlado
34
 O aterro sanitário, quarto e último nível da gestão
integrada dos resíduos sólidos, compreende, como
se estudará, a deposição controlada de resíduos à
superfície ou no interior da terra, sendo, de longe, o
processo mais usado para deposição derradeira
dos resíduos.
 O planeamento e ordenamento do território é
determinante na escolha, projecto e funcionamento
dos aterros sanitários e estações de tratamento.
São indispensáveis estudos de impacte ambiental
para todos os locais previstos para estas infra-
estruturas de modo a assegurar a sua
conformidade com a saúde pública, a estética e
uso futuro do local.
35
1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)
 Para terminar esta introdução, convém salientar
que a deposição em aterro sanitário é um mal
necessário e inevitável para três tipos de produtos:
 a) resíduos sólidos que não podem ser reciclados e
não servem para mais nada;
 b) detritos provenientes da recuperação de
resíduos feita numa instalação a montante;
 c) detritos provenientes de processos de
reconversão de produtos ou energia;
 Para lidar com estes produtos a longo prazo só há
duas alternativas:
 1 - deposição à superfície ou no interior da terra;
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36
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Como gerenciar resíduos sólidos de forma sustentável

  • 1. ARMAZENAMENTO E TRATAMENTO DE RESIDUOS SÓLIDOS ERNA | 4º ano 2º Semestre 20121
  • 2. PROGRAMA BASE: 1. Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) 2. Origem, Tipos e Composição dos RSU 3. Propriedades dos RSU 4. Separação e Tratamento dos RSU 5. Valorização eTratamento e Transformação dos RSU 6. Deposição dos RSU – Aterro Sanitário 7. Origem, Tipos e Propriedades dos Residuos Perigosos dos RSU 2
  • 4. INTRODUÇÃO  As estatísticas atuais apresentam o lixo como um dos maiores problemas da sociedade e das cidades modernas. A questão tem início nos hábitos e no modo de vida da população. 4
  • 5. INTRODUÇÃO  O lixo ainda não possui gerenciamento adequado e com isso aparecem inúmeras consequências ambientais, sociais e graves problemas de saúde pública.  O impacto ambiental resultado do mau gerenciamento do lixo traduz-se na contaminação de solos, subsolos e cursos de água; enchentes e erosões; grandes desgastes para a flora e a fauna; e na poluição. 5
  • 6. INTRODUÇÃO  DADOS MUNDIAIS SOBRE O LIXO:  A produção de resíduos sólidos no mundo chega a 2 milhões de toneladas por dia, 730 milhões de toneladas ao ano.  Ano após ano, a quantidade de resíduos e produtos que se tornam lixo aumenta. Apenas o Japão e a Alemanha diminuem a relação lixo por habitante (Daminelli, 1993).  Estados Unidos geram 230 milhões de toneladas ao ano. Nova York gera 14 mil toneladas diárias, 5.110.000 toneladas ao ano; somados ao Canadá e países ocidentais da Europa, atinge-se 56% do total mundial. A América Latina produz 100 milhões de toneladas ao ano, 13% do total mundial. 6
  • 7. INTRODUÇÃO  DADOS MUNDIAIS SOBRE O LIXO:  Nos países do hemisfério norte (mais ricos), a média é a produção de 1,9 Kg por pessoa; em alguns países o número chega a 2,0 Kg ou mais.  Nos países do hemisfério sul (mais pobres), os números variam de 1,0 Kg por pessoa e podem chegar a 0,3 Kg por dia ou menos.  A condição socioeconómica é diretamente ligada à produção dos resíduos. 7
  • 8.  Em Luanda… (numa entrevista…)  Qual a quantidade de lixo produzida em Luanda e quais os municípios que mais produzem?  A quantidade de resíduos produzidos depende muito da densidade populacional por município, recursos humanos e materiais disponíveis, características socioeconómicas e culturais da população, entre outros factores.  Quais os municípios mais afectados pelo lixo, e porquê?  Os municípios mais afectados são Kilamba Kiaxi e Cacuaco, devido, principalmente, à estruturação urbana, que dificulta os acessos para a recolha fundamentalmente na estação chuvosa.  Qual a quantidade de lixo que a Elisal recolhe da capital diariamente?  Cerca de quatro mil toneladas de lixo por dia. 8 INTRODUÇÃO
  • 9.  A importância de reciclar e reutilizar os resíduos é aproveitar o seu valor econômico, ao invés de deixar que estes materiais simplesmente se acumulem na natureza por anos a fio ou de simplesmente enterrá-los em um aterro sanitário ou lixão. 9 INTRODUÇÃO
  • 10.  Resíduos são substâncias, produtos ou objectos que ficaram incapazes de utilização para os fins para que foram produzidos, ou são restos de um processo de produção, transformação ou utilização e, em ambos os casos, pressupõem que o detentor se tenha de desfazer deles. 10 INTRODUÇÃO
  • 11.  Lei de Bases do Ambiente (Lei 5 de 1998)  Resíduos ou Lixos Perigosos —são substâncias ou objectos que se eliminam, que se tem a intenção de eliminar, ou que se é obrigado por lei a eliminar e que contêm características de risco por serem inflamáveis, explosivas, corrosivas, tóxicas, infecciosas ou radioactivas, ou por apresentarem qualquer outra característica que constitua perigo ou saúde das pessoas e para a qualidade do ambiente. 11 INTRODUÇÃO
  • 12.  Os resíduos provenientes da actividade dos homens e dos animais podem ser sólidos, líquidos e gasosos.  Dá-se o nome de resíduos sólidos ao conjunto de materiais sólidos provenientes da actividade do Homem e dos animais, rejeitados como inúteis ou indesejados.  O termo engloba, pois, não só o material heterogéneo proveniente do aglomerado urbano mas também os resíduos mais homogéneos da agricultura, da indústria e da mineração. 12 INTRODUÇÃO
  • 13.  Existem diversas classificações dos resíduos atendendo ao fim para o qual cada uma delas está concebida.  Qualquer que seja o tipo de classificação que se considere há resíduos banais e outros que podem ser nocivos ou perigosos para o homem e outros seres vivos.  Estes últimos designam-se genericamente por resíduos perigosos em função do seu carácter tóxico, corrosivo, explosivo, radioactivo, etc., e do modo como são manipulados no meio ambiente durante o seu ciclo de vida como produto útil ou como resíduo. 13 INTRODUÇÃO
  • 14.  Os Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) acumulados, sem qualquer tratamento, em lixeiras, cursos de água, etc., são de grande prejuízo para a saúde pública e favorecem a degradação do ambiente. Mais de 5 milhões de pessoas morrem anualmente devido a enfermidades relacionadas com os resíduos.  Do ponto de vista ambiental, o nosso sistema deve estar em equilíbrio com os subsistemas dependentes entre si, como o meio natural e o meio humano.  O meio natural fornece ao Homem os recursos necessários para a sua sobrevivência e o Homem utiliza-os, aproveita-os e devolve ao meio natural um resíduo que, por sua vez, devidamente transformado por esta, coloca-o à disposição do Homem convertido em novo recurso (Figura.1.1). 14 INTRODUÇÃO
  • 15.  A sequência normal da utilização dos bens e recursos disponíveis respeita a seguinte cadeia:  1º-, a existência dos bens e recursos sob forma disponível;  2º-a necessidade do seu emprego nas actividades quotidianas,  3º -utilização propriamente dita;  4º-, a produção de resíduos como resultado do elo anterior,  5º -acção de rejeição e despejo mais ou menos distante do local de produção  6º, a cadeia fecha-se na natureza, onde, com maior ou menor impacte, se encontra o destino final dos resíduos. 15 INTRODUÇÃO Ilustração 1 Sequência de utilização e eliminação dos bens naturais ou artificiais
  • 16.  O desajuste deste modelo ideal de equilíbrio surge no momento em que os resíduos rejeitados pela sociedade para o meio natural não são assimiláveis por este devido à sua quantidade, à sua composição, à sua concentração no tempo ou no espaço, iniciando-se assim uma cadeia de problemas de contaminação do meio, que afecta tanto os solos como as águas, tanto superficiais como subterrâneas e também a atmosfera. 16 INTRODUÇÃO
  • 17.  Em resumo, pode-se afirmar que a produção de resíduos e, em consequência, a sua eliminação, constitui um dos aspectos críticos na manutenção do equilíbrio anteriormente referido, a não ser que se adoptem soluções eficazes e imediatas para os problemas de contaminação e de ocupação de solos resultantes da eliminação dos resíduos. 17 INTRODUÇÃO
  • 19. QUESTIONÁRIO 3R  1 - Levas, para a UnIA, a sandes do lanche:  a) embrulhada num guardanapo de papel b) embrulhada em película aderente c) embrulhada num guardanapo de pano  2 - Escreves nos cadernos:  a) até à última folha b) só em algumas folhas c) só enquanto são novos  3 - Para escrever:  a) usas os lápis até ao fim b) perdes sempre os lápis antes de chegar ao fim c) usas até ao fim, só os lápis de que mais gostas  4 - Quando te fartas de uns sapatos:  a) vai para o lixo b) se não estiverem estragados, dás a alguém que goste deles c) guarda-los num caixote, para que os teus filhos possam um dia usar 19
  • 20. QUESTIONÁRIO 3R  5 - Para transportar as compras para casa:  a) utilizas os sacos que são dados pelo supermercado b) utilizas o teu carro ou cesto das compras c) trazes os produtos na mão  6 - Se fores comprar fruta ou legumes preferes:  a) a fruta/legumes que estão embalados b) a fruta/legumes que são vendidos avulso c) a fruta/legumes enlatados  7 - Quando na estante de um supermercado encontras três tamanhos diferentes de embalagens do mesmo produto, preferes:  a) a embalagem média b) a embalagem pequena c) a embalagem grande  8 - Ao chegar a casa com as compras em sacos de plástico, retiras as compras e:  a) deitas os sacos de plástico no lixo b) utilizas os sacos de plástico como sacos do lixo c) queimas os sacos de plástico 20
  • 21. QUESTIONÁRIO 3R  9 - Se uma camisola deixar de te servir:  a) utiliza-la como pano de limpeza b) coloca-la no lixo c) guarda-la como recordação  10 - Ao consumir um frasco de compota:  a) colocas o frasco no vidrão b) utilizas o frasco para outro fim c) deitas o frasco no lixo  11 - Para fazeres rascunhos utilizas:  a) o verso das fotocópias b) papel novo c) papel reciclado  12 - Na tua casa:  a) juntas todo o lixo no mesmo saco b) separas o papel ou o vidro do restante lixo c) colocas o papel, o vidro, as latas, as pilhas e o restante lixo em recipientes separados 21
  • 22. QUESTIONÁRIO 3R  9 - Se uma camisola deixar de te servir:  a) utiliza-la como pano de limpeza b) coloca-la no lixo c) guarda-la como recordação  10 - Ao consumir um frasco de compota:  a) colocas o frasco no vidrão b) utilizas o frasco para outro fim c) deitas o frasco no lixo  11 - Para fazeres rascunhos utilizas:  a) o verso das fotocópias b) papel novo c) papel reciclado  12 - Na tua casa:  a) juntas todo o lixo no mesmo saco b) separas o papel ou o vidro do restante lixo c) colocas o papel, o vidro, as latas, as pilhas e o restante lixo em recipientes separados 22
  • 23. 23 1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)
  • 24. 1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)  Os resíduos são produzidos em quase todas as actividades que caracterizam a vida, em geral, e são resultado da utilização dos bens e recursos disponíveis, sejam eles naturais ou artificiais.  Nos resíduos urbanos consideram-se compreendidos os resíduos domésticos bem como os resíduos provenientes de estabelecimentos comerciais e do sector de serviços e outros resíduos que, pela sua natureza ou composição, sejam semelhantes aos resíduos domésticos.  Contudo, num município, existem ainda resíduos especiais não equiparáveis aos resíduos domésticos, nomeadamente os provenientes de produtores de pequenas quantidades de resíduos perigosos que incluem lavandarias, garagens, laboratórios fotográficos, os resíduos hospitalares contaminados, etc. 24
  • 25. 25 INTRODUÇÃO Ilustração 1 Sequência de utilização e eliminação dos bens naturais ou artificiais
  • 26. 1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)  Principais objectivos da luta contra o aumento contínuo da produção de resíduos e a sua deposição descontrolada:  a) Necessidade de proteger bens e recursos naturais.  b) Necessidade de proteger bens e recursos artificiais.  c) Antes da utilização há que prevenir a presença de produtos perigosos para a saúde. Esta prevenção tem como resposta única possível banir tais elementos.  d) Actualmente, a utilização maciça de bens e recursos e a produção de grandes quantidades de resíduos, alguns com características perigosas, põem em risco o equilíbrio do sistema. A luta contra este desequilíbrio assume a opção entre duas hipóteses:  ou se evita a formação de resíduos, minimizando-os,  ou se reutiliza ao máximo os produtos potenciais geradores de resíduos. 26
  • 27. 1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)  Principais objectivos da luta contra o aumento contínuo da produção de resíduos e a sua deposição descontrolada:  e) Após a produção, a recuperação na vertente da reciclagem dos materiais e do aproveitamento de energia, incluindo a compostagem e a incineração, constituem outra das medidas a adoptar.  f) Por fim, antes de alcançar a natureza e reiniciar o ciclo, convém destacar a luta contra o impacte ambiental negativo do despejo dos resíduos em destino final, . 27
  • 28. 1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) 28  Aplicar o princípio dos 3 Rs,  Reduzir,  Reutilizar  Reciclar.  a) Em primeiro lugar é necessário verificar se não será possível evitar a produção do resíduo, por exemplo utilizando produtos fabricados de forma diferente, ou prolongando o tempo de vida útil dos produtos;
  • 29. 1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)  b) Em segundo lugar é necessário verificar se não é possível encontrar uma nova utilização para esses produtos, em que grande parte das suas propriedades ainda possam ser rentabilizadas, caso, por exemplo, de um pneu que seja recauchutado; grande parte dos materiais usados para o seu fabrico e toda a tecnologia vão ser aproveitados, apenas se acrescentando a borracha gasta durante o seu primeiro ciclo de vida;  c) Finalmente, quando não é possível aproveitar grande parte do valor do produto, podemos tentar a terceira alternativa, ou seja, aproveitar a matéria-prima que o constitui, em alguns casos para fabricar produtos idênticos, como no caso do uso de sucatas de aço para produzir perfis e chapas com características similares às do produto original. Neste caso estamos perante uma operação que actualmente se denomina reciclagem. 29
  • 30. 1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)  Aquelas operações englobam fundamentalmente as seguintes acções: recolha, de preferência selectiva; transporte; triagem; preparação para a valorização; deposição.  Relativamente aos processos de valorização é de salientar os processos de tratamento, tais como: compostagem; incineração com produção de energia; reciclagem de materiais; e outros processos tais como transformações bioquímicas. 30
  • 31. 1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)  A recuperação dos resíduos sólidos urbanos (RSU) valorizáveis pode-se dar  na fonte, através da implementação de recolhas selectivas,  nas estações de tratamento dos resíduos urbanos.  Os sistemas de recolha selectiva podem adoptar duas formas:  sistema porta-a-porta e  sistema de entrega.  A colecção inclui a operação de recolha dos resíduos e transporte até ao local de deposição e/ou tratamento.  pode representar cerca de 50% do custo total envolvido na gestão integrada dos RSU.  Nos RSU cerca de 80% dos seus componentes podem ser valorizáveis. 31
  • 32. 1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)  Os principais materiais separados e potencialmente reciclados são:  alumínio,  papel,  plásticos,  vidro,  metais ferrosos e não ferrosos,  resíduos de jardim e restos de alimentos.  Eles podem ser usados directamente, como matéria prima para reprocessamento, ou como alimentação para a produção de compostos e outro químicos, ou como fonte de produção de energia a partir dos materiais combustíveis 32
  • 33.  As estações de compostagem consistem num processo de transformação biológica por decomposição dos resíduos orgânicos no qual se obtém como produto final o composto (matéria orgânica muito semelhante ao húmus).  A incineração é um processo de combustão controlada dos resíduos, com temperaturas superiores a 850º C. Os resíduos são transformados em gases, calor e materiais inertes (cinzas e escórias).  A deposição é a fase final da gestão integrada dos resíduos sólidos quer provenham de lixos domésticos recolhidos e transportados directamente para o aterro, quer sejam resíduos de estações de recuperação, resíduos de incineração de detritos sólidos ou outros restos de quaisquer infra-estruturas de tratamento. 33 1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)
  • 34.  Exemplos de :  Incineração  Compostagem  Aterro não controlado 34
  • 35.  O aterro sanitário, quarto e último nível da gestão integrada dos resíduos sólidos, compreende, como se estudará, a deposição controlada de resíduos à superfície ou no interior da terra, sendo, de longe, o processo mais usado para deposição derradeira dos resíduos.  O planeamento e ordenamento do território é determinante na escolha, projecto e funcionamento dos aterros sanitários e estações de tratamento. São indispensáveis estudos de impacte ambiental para todos os locais previstos para estas infra- estruturas de modo a assegurar a sua conformidade com a saúde pública, a estética e uso futuro do local. 35 1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)
  • 36.  Para terminar esta introdução, convém salientar que a deposição em aterro sanitário é um mal necessário e inevitável para três tipos de produtos:  a) resíduos sólidos que não podem ser reciclados e não servem para mais nada;  b) detritos provenientes da recuperação de resíduos feita numa instalação a montante;  c) detritos provenientes de processos de reconversão de produtos ou energia;  Para lidar com estes produtos a longo prazo só há duas alternativas:  1 - deposição à superfície ou no interior da terra;  2 - deposição no fundo do oceano. 36 1. RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU)