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COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS
                    SÓLIDOS




Fonte: Site da Universidade Federal do Rio Grande do Norte
O que é a Coleta Seletiva
 É um sistema de recolhimento de materiais segregados previamente na fonte
geradora, ou seja, no momento do descarte, possibilitando a destinação
ambientalmente adequada a cada tipo de resíduo.

 Pela Lei 12.305/2010, artigo 3º, V, a coleta seletiva se define por “coleta de
resíduos sólidos previamente segregados conforme sua constituição ou
composição;”

 Para a segregação de materiais na fonte, a Coleta Seletiva envolve a
participação e conscientização da comunidade a respeito dos danos gerados pela
poluição e pelo desperdício de recursos naturais, o que deve constituir processos
de Educação Ambiental.


                    A mobilização e a participação popular é de
                  fundamental importância para a Coleta Seletiva.
A Coleta Seletiva na Política Nacional de
                      Resíduos Sólidos
 No mínimo, os resíduos sólidos urbanos domiciliares - aqueles
  gerados nas residências, devem ser separados em dois tipos:
  resíduos recicláveis, como papel, plástico, vidro e metais, e
  orgânicos.

 Entretanto, o destino adequado para os resíduos orgânicos é a
  compostagem, processo que transforma o resto de alimento em
  adubo. Assim, a melhor forma de separação é em três tipos:

                    Resíduos recicláveis
           Resíduos Orgânicos (resto de alimento)
  Rejeitos (ou sem viabilidade técnica e econômica para o
          reaproveitamento, como o lixo de banheiro)
Política Nacional de Resíduos Sólidos

Considerada um marco da gestão ambiental responsável, a Política
Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010), estabelece alguns
pontos, dentre eles:

 A obrigatoriedade dos municípios em eliminar os lixões até 2014;
Política Nacional de Resíduos Sólidos

 A responsabilidade das prefeituras em implantar a Coleta Seletiva de
lixo reciclável nas residências, assim como de incentivar a organização
e contratação de cooperativas de catadores de materiais recicláveis
para realização do processo, com prioridade de acesso a recursos
federais.
Política Nacional de Resíduos Sólidos

 A implementação de sistemas de compostagem para os
resíduos orgânicos deve reduzir o volume de lixo em aterros
sanitários, pois em média 50% dos resíduos gerados
diariamente é de matéria orgânica.
Política Nacional de Resíduos Sólidos

 Ao governo federal cabe a elaboração de um Plano Nacional,
coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, com duração de 20
anos e atualização a cada quatro.

 Implantação da Logística Reversa, que significa o conjunto de
ações e procedimentos para viabilizar a coleta e o retorno dos
resíduos sólidos ao setor empresarial. Os quais podem ser
reaproveitados, reciclados ou receberem outra destinação, desde que
ambientalmente adequada. Portanto, a Logística Reversa permite a
continuidade do ciclo de vida desses materiais.

 A Lei 12.305/2010 prevê a responsabilidade compartilhada do poder
público e do setor produtivo sobre o manejo destes resíduos.
Vantagens da Coleta Seletiva
 Economia de recursos naturais;

 Redução do consumo de energia e dos gastos com a limpeza urbana;

 Reciclagem de materiais que iriam para o lixo;

 Diminuição da poluição do solo, da água e do ar;

 Prolongação da vida útil dos aterros sanitários e das centrais de
tratamento de resíduos;

 Oportunidade de fortalecer as organizações comunitárias;

 Geração de renda e emprego pela comercialização dos recicláveis.
Realidade brasileira

Apesar dos benefícios, a Coleta Seletiva ainda é pouco desenvolvida
no Brasil. O número restrito desse tipo de iniciativa não suporta a
demanda do setor:


Apenas 10% dos catadores         Segundo o Instituto de Pesquisa
trabalham em galpões de          Econômica e Aplicada (Ipea), do
reciclagem                bem    governo federal, embora o potencial de
estruturados, onde ocorre a      reciclagem do Brasil seja enorme, o país
agregação de valor do            perde, anualmente, R$ 8 bilhões por
lixo, aumentando a renda do      enterrar     materiais       recicláveis.
catador. A nova Lei prioriza a   Atualmente, apenas 13% dos resíduos
contratação de organizações      urbanos são reciclados.
e cooperativas
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Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos

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Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos

  • 1. COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS Fonte: Site da Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • 2. O que é a Coleta Seletiva  É um sistema de recolhimento de materiais segregados previamente na fonte geradora, ou seja, no momento do descarte, possibilitando a destinação ambientalmente adequada a cada tipo de resíduo.  Pela Lei 12.305/2010, artigo 3º, V, a coleta seletiva se define por “coleta de resíduos sólidos previamente segregados conforme sua constituição ou composição;”  Para a segregação de materiais na fonte, a Coleta Seletiva envolve a participação e conscientização da comunidade a respeito dos danos gerados pela poluição e pelo desperdício de recursos naturais, o que deve constituir processos de Educação Ambiental. A mobilização e a participação popular é de fundamental importância para a Coleta Seletiva.
  • 3. A Coleta Seletiva na Política Nacional de Resíduos Sólidos  No mínimo, os resíduos sólidos urbanos domiciliares - aqueles gerados nas residências, devem ser separados em dois tipos: resíduos recicláveis, como papel, plástico, vidro e metais, e orgânicos.  Entretanto, o destino adequado para os resíduos orgânicos é a compostagem, processo que transforma o resto de alimento em adubo. Assim, a melhor forma de separação é em três tipos: Resíduos recicláveis Resíduos Orgânicos (resto de alimento) Rejeitos (ou sem viabilidade técnica e econômica para o reaproveitamento, como o lixo de banheiro)
  • 4. Política Nacional de Resíduos Sólidos Considerada um marco da gestão ambiental responsável, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010), estabelece alguns pontos, dentre eles:  A obrigatoriedade dos municípios em eliminar os lixões até 2014;
  • 5. Política Nacional de Resíduos Sólidos  A responsabilidade das prefeituras em implantar a Coleta Seletiva de lixo reciclável nas residências, assim como de incentivar a organização e contratação de cooperativas de catadores de materiais recicláveis para realização do processo, com prioridade de acesso a recursos federais.
  • 6. Política Nacional de Resíduos Sólidos  A implementação de sistemas de compostagem para os resíduos orgânicos deve reduzir o volume de lixo em aterros sanitários, pois em média 50% dos resíduos gerados diariamente é de matéria orgânica.
  • 7. Política Nacional de Resíduos Sólidos  Ao governo federal cabe a elaboração de um Plano Nacional, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, com duração de 20 anos e atualização a cada quatro.  Implantação da Logística Reversa, que significa o conjunto de ações e procedimentos para viabilizar a coleta e o retorno dos resíduos sólidos ao setor empresarial. Os quais podem ser reaproveitados, reciclados ou receberem outra destinação, desde que ambientalmente adequada. Portanto, a Logística Reversa permite a continuidade do ciclo de vida desses materiais.  A Lei 12.305/2010 prevê a responsabilidade compartilhada do poder público e do setor produtivo sobre o manejo destes resíduos.
  • 8. Vantagens da Coleta Seletiva  Economia de recursos naturais;  Redução do consumo de energia e dos gastos com a limpeza urbana;  Reciclagem de materiais que iriam para o lixo;  Diminuição da poluição do solo, da água e do ar;  Prolongação da vida útil dos aterros sanitários e das centrais de tratamento de resíduos;  Oportunidade de fortalecer as organizações comunitárias;  Geração de renda e emprego pela comercialização dos recicláveis.
  • 9. Realidade brasileira Apesar dos benefícios, a Coleta Seletiva ainda é pouco desenvolvida no Brasil. O número restrito desse tipo de iniciativa não suporta a demanda do setor: Apenas 10% dos catadores Segundo o Instituto de Pesquisa trabalham em galpões de Econômica e Aplicada (Ipea), do reciclagem bem governo federal, embora o potencial de estruturados, onde ocorre a reciclagem do Brasil seja enorme, o país agregação de valor do perde, anualmente, R$ 8 bilhões por lixo, aumentando a renda do enterrar materiais recicláveis. catador. A nova Lei prioriza a Atualmente, apenas 13% dos resíduos contratação de organizações urbanos são reciclados. e cooperativas
  • 10. Curta a Fanpage da Master Ambiental! facebook.com/masterambiental