SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 100
Baixar para ler offline
Meio Ambiente e

                        Sustentabilidade



• Profº Robson Oliveira Lopes
Biólogo Epidemiologista, Sanitarista e Conservacionista
MEIO AMBIENTE :
• é o conjunto de condições, leis, influências, alterações e interações
  de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a
  vida em todas as suas formas (art. 3º, I, da Lei 6.938, de 31.8.81).
Pintura de Salvador Dali
Poluição
• O termo “poluição” se refere à
  degradação do ambiente por um ou mais
  fatores prejudiciais à estabilidade deste.
  Ela pode ser causada pela liberação de
  matéria, e também de energia (luz, calor,
  som): os chamados poluentes.
• http://www.brasilescola.com/biologia/poluica
  o.htm
Consultado dia 04/06/2010 13:58
Ecossistema
• Ecossistema (grego oykos) - conjunto
  formado por todos os fatores bióticos e
  abióticos que atuam simultaneamente sobre
  determinada região.
• Fatores bióticos - as diversas populações de
  seres vivos (animais, plantas, bactérias etc.).
• Fatores abióticos - a água, o sol, o solo, a
  temperatura, a salinidade, o vento etc.).
• A alteração de um único elemento costuma
  causar modificações em todo o sistema.
  Todos os ecossistemas do mundo formam a
  Biosfera.
Relação de transferência de Energia
Conceito de Sustentabilidade
• Segundo o Relatório Brundtland,
  redigido em 1987, conhecido também
  como “nosso futuro comum”.
  Sustentabilidade significa "suprir as
  necessidades da geração presente sem
  afetar a habilidade das gerações
  futuras de suprir as suas". Mas na
  prática, o que é esperado de cada um
  de nós?
Trinômio da Sustentabilidade
O QUE É A CAMADA DE OZÔNIO?

                        • formada por um gás levemente azulado
                          de odor bastante forte

                        • situada na estratosfera ( ~ 25 Km da
                          superfície terrestre)


COMO A CAMADA DE OZÔNIO
PROTEGE A TERRA?

• Refrata a radiação ultravioleta
(UVA, UVB, UVC) do Sol,
impedindo que a maior parte
dela atinja a superfície terrestre
COMO SE FORMA A FALHA NA CAMADA DE
                  OZÔNIO?

• os CFCs sobem lentamente para camadas superiores da camada
  de ozônio. Os raios ultravioletas decompõe os CFCs, liberando
  átomos de Cloro (Cl). O cloro como é mais denso, desce, voltando
  para a camada de ozônio, destruindo-a.


   Cl + O → ClO+ O
         3        2



   ClO→ Cl + O
ACOMPANHE A EVOLUÇÃO DO BURACO NA
CAMADA DE OZÔNIO (1980-1991)
SITUAÇÃO ATUAL DA CAMADA DE OZÔNIO




Em setembro de 2000,   Em setembro de 2003,
com 29,78 milhões de   com 28,2 milhões de
Km2                    Km2
ACOMPANHE A FALHA DA CAMADA DE
            OZÔNIO




http://megateiadigital.blogspot.com/2008/09
/acompanhe-situao-da-camada-de-oznio-
da.html
OS EFEITOS DA DIMINUIÇÃO DA CAMADA DE
 OZÔNIO ATINGEM O HEMISFÉRIO SUL:


  aumento nos casos de câncer de pele e catarata em
regiões do hemisfério sul, como a Austrália, Nova Zelândia,
África do Sul e Patagônia.


  O Ministério da Saúde do Chile informou que desde o
aparecimento do buraco na camada de ozônio sobre o pólo
Sul, os casos de câncer de pele no Chile cresceram 133%;
atualmente o governo faz campanhas para a população
utilizar cremes protetores para a pele e não ficar exposta ao
sol durante as horas mais críticas do dia.
Em Queensland, no nordeste da Austrália, mais de 75% dos
cidadãos acima de 65 anos apresentam alguma forma de câncer
de pele; a lei local obriga as crianças a usarem grandes chapéus e
cachecóis quando vão à escola, para se protegerem das radiações
ultravioletas.




A Academia de Ciências dos Estados Unidos calcula que
apenas na Austrália, estejam surgindo anualmente 10 mil
casos de carcinoma de pele por causa da redução da
camada de ozônio.
CAMADA DE OZÔNIO DEVE VOLTAR AO
NORMAL AINDA NESTE SÉCULO




http://www1.folha.uol.com.br/folha/cie
ncia/ult306u9272.shtml
Efeito Estufa
• O Efeito Estufa consiste na ação do dióxido de carbono e
  outros gases sobre os raios infravermelhos refletidos pela
  superfície da terra, reenviando-os, mantendo assim uma
  temperatura estável no planeta. Ao irradiarem a Terra, parte
  dos raios luminosos oriundos do Sol são absorvidos e
  transformados em calor, outros são refletidos para o espaço,
  mas só parte destes chega a deixar a Terra, em conseqüência
  da ação refletora que os chamados "Gases de Efeito Estufa"
  (dióxido de carbono, metano, clorofluorcarbonetos- CFCs- e
  óxidos de azoto) têm sobre tal radiação reenviando-a para a
  superfície terrestre na forma de raios infravermelhos.
• http://educar.sc.usp.br/licenciatura/2003/ee/Efeito_Estufa.ht
  ml
O EFEITO ESTUFA
• 1992: Rio de Janeiro, Brasil, Conferência da ONU sobre o
          Desenvolvimento e Meio Ambiente, Rio-92:
  a Educação Ambiental é considerada fundamental para que se
  atinja o desenvolvimento sustentável por parte de um país;
Obs.: AGENDA 21: preconiza o desenvolvimento sustentável
dos países para o século XXI, compatibilizando a conservação
ambiental, a justiça social e o crescimento econômico.
O HOMEM X MEIO AMBIENTE :
• o homem é um grande modificador do meio
• início: domínio do fogo (queima de matas e
  florestas para o plantio e obtenção de combustível)
• modificação do meio de acordo com suas
  necessidades e crescimento vertiginoso da
  população
• conseqüências: erosão e desertificação do solo e
  poluição do meio ambiente em geral
• resultado: não poderá suportar indefinidamente os
  subprodutos introduzidos em seu meio ambiente
  natural.
Solo
Solo é ...
Ciclo natural em que participam fragmentos

de rochas, minerais, água, ar, seres vivos e

seus detritos em decomposição, sendo a fase

sólida predominante .
Composição
• Fases: sólida, liquida e gasosa variando de solo
  para solo;
• Solo fértil :
• 50% fase sólida – 45% origem mineral e 5% de
  origem orgânica;
• 25% de fase liquida;
• 25% de fase gasosa;
• Ambiente adequado para a vida vegetal.
Danos Ambientais Decorrentes da Redução
         da Cobertura Vegetal
•   Carreamento de sedimentos.
•   Perda de qualidade da água.
•   Perda de nutrientes do solo.
•   Aumento de pragas nas lavouras.
•   Assoreamento dos rios e enchentes.
•   Alterações e desequilíbrios climáticos.
•   Perda de corredores para a biodiversidade
Zonas de Matas Ciliares
•   Vegetação “tampão”.
•   Filtragem, proteção e amortecimento.
•   Controle da erosão.
•   Controle do fluxo de água da chuva.
Ocupação
Mineração
Atmosfera
COMPOSIÇÃO ATMOSFÉRICA

Gases                % em Volume

Nitrogênio           78.1%
Oxigênio             21%
Vapor de água        varia de 0 - 4%
Argônio              0.93%
Dióxido de Carbono   por volta de 0.3%
Neon                 abaixo dos 0.002%
Hélio                0.0005%
Metano               0.0002%
PRINCIPAIS POLUENTES DO
           AR

        CO2
        CH4
        NO
        NO2
        CFCs, HCFCs, HFCs
        CO
        SO
        O3
DIÓXIDO DE CARBONO (CO2)
• FONTES
 respiração, decomposição de plantas e animais e queimadas
 naturais de florestas;
 queima de combustíveis fósseis, desflorestamento, queima
 de biomassa e fabricação de cimento

• CONCENTRAÇÃO
 antes 1750 - 280 ppmv (partes por milhão por volume )
 em 1992 – 355 ppmv
 atualmente – 400 ppmv

• EFEITOS
 Principal gás do “efeito estufa”
ÓXIDOS DE NITROGÊNIO (NO, NO2)
• FONTES
  Oceanos, florestas tropicais
  Produção de nylon, ácido nítrico, atividades agrícolas, queima
  de biomassa e queima de combustíveis fósseis

• CONCENTRAÇÃO
  Em 1993 – 310 ppbv (partes por bilhão por volume)
  Antes Revolução Industrial – 275 ppbv

• EFEITOS
  Inflamações do sistema respiratório
  Chuva ácida
  Reduz fotossíntese
HALOCARBONOS (CFCs, HCFCs, HFCs)
• FONTES
 Produção de aerossóis, espuma, indústria de ar condicionado

• CONCENTRAÇÃO
 Em 1992 - CFC 11 – 280 pptv (partes por trilhão por volume)
        - CFC 12 – 484 ppt
        - CFC 113 – 60 pptv

• EFEITOS
 Destruição da camada de ozônio (CFCs e HCFCs)
 Efeito estufa
 Radiação ultravioleta (queimaduras de pele, câncer de
 pele)
MONÓXIDO DE CARBONO (CO)

• FONTES
 Tráfego (veículos)
 Indústrias
 Vegetação



• CONCENTRAÇÃO
 A partir dos anos 80, a emissão de CO pelos automóveis passou de
 33 gCO/Km para 0,43 gCO/Km o que resultou numa queda
 progressiva na poluição, mesmo com o aumento da frota de
 veículos. Contudo em 2000 apresentou um pequeno crescimento.
OZÔNIO (O3)

• FONTES
 reação dos hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio na
 presença de luz solar


• CONCENTRAÇÃO
 0,3 ppmv

• EFEITOS
 Irritação dos olhos e vias respiratórias
 Envelhecimento precoce e corrosão dos tecidos
A TERRA: UMA GRANDE ESTUFA




Efeito Estufa natural (“mocinho”) grande parte se deve a
                      (“mocinho”):
presença de água na atmosfera (em forma de vapor, 85% e
água líquida 12%)
Em conseqüência da poluição (“vilão”) Se deve
                                (“vilão”):
principalmente pelo (CO2), (CH4), (N2O), clorofluorcarbonetos
(CFCs), hidroclorofluorcarbonetos (HCFCs) e (SF6)
O SUPERAQUECIMENTO GLOBAL E SUAS
CONSEQÜÊNCIAS
DERRETIMENTO DE GELEIRAS
INUNDAÇÕES
DESERTIFICAÇÃO
FURACÕES
ONDAS GIGANTES
O PROTOCOLO DE KYOTO (1997)
   Entre 2008 e 2012, os países industrializados devem diminuir
 a emissão de gases poluentes a um nível 5,2% menor que a
 média de 1990.
   E.U.A. se recusaram a ratificar o acordo em 2001 e ainda
 continuam se aderir.

 METAS DE REDUÇÃO

Países da União Européia – 8%
Estados Unidos – 7%
Japão – 6%
Para a China e os países em desenvolvimento, como Brasil, Índia
e México, ainda não foram estabelecidos níveis de redução.
Água


Volume de Água no Planeta Terra
: 1,4 bilhões de Km3

   72% da superfície da Terra
Distribuição da água no planeta
• 72% da superfície terrestre é ocupada por
  água.
  – 97% - água salgada
  – 3% - água doce
     •   75% - calotas polares e geleiras
     •   13,7% - subsolo (entre 3.750 e 750 m)
     •   10,7% - subsolo (acima de 750 m)
     •   0.3% - lagos
     •   0,03% - rios
     •   0,06% - solo/umidade
     •   0,035% - atmosfera/vapor d’água
A Água do Mar
• Principais características físico-químicas:
   – Densidade: 35 gramas de sal por
     quilograma de água.
   – Temperatura: de 30°C ao congelamento.
   – pH: ao redor de 8,2.
   – Nutrientes: Amônia, Nitrito, Nitrato,
     Fosfato.
Zonas Costeiras
• Área menor que 20% dos continentes.
• 45% da população.
• 90% da pesca mundial.
• Destino turístico.
• Grande biodiversidade.
• Menos de 0,4% protegidos.
• Também chamada Zona Nerítica – a que se encontra
  sob influência das marés e onde a luz pode penetrar
  até o fundo, promovendo fotossíntese.
• http://www.ib.usp.br/ecosteiros/textos_educ/costao
  /index2.htm
  http://marinebio.org
Consumo nas residências
•   Média de consumo por habitante: 200 L/dia
•   78% no banheiro
•   Torneira aberta: 12 a 20 L/min.
•   Torneira pingando: 46 L/dia
•   Escovar os dentes com torneira aberta: 23 L
•   Lavar louça com torneira aberta: 105 L
•   Lavar o carro com balde: 60 L.
•   Lavar o carro com mangueira: 600L.
3 motivos de gravidade da poluição
             das águas
1. Necessidade imperiosa dos seres vivos;
2. Destino final de poluentes vindos da
  atmosfera e da litosfera;e
3. Escassez da água para uso humano
  (dia-a-dia).
Poluição Sedimentar
• Poluição sedimentar: acumulo de partículas
  em suspensão... Atualmente partículas de
  plásticos diversos;
• Poluem bloqueando a entrada de raios solares
  interferindo no ecossistema, na porção mais
  importante: a fixação da energia solar- a base;
• Carregam poluentes químicos e biológicos
  nele adsorvidos.
Poluição : Imagens


              Ave coberta de sujeira,
              após mergulhar na lagoa
              da Pampulha, em Belo
              Horizonte (MG), com a
              poluição, a água da lagoa
              está esverdeada pela
              proliferação de algas e
              microorganismos

              Marcelo Prates / Hoje em
              dia / Agência Estado
Cadeia Alimentar Marinha
• Plâncton: conjunto de organismos com
  mobilidade restrita e adaptados à vida na
  coluna d’água.
Fitoplâncton
• Algas unicelulares e coloniais. Base da cadeia
  trófica aquática.
A produção de oxigênio
• O fitoplâncton é responsável por 2/3
  do oxigênio produzido na Terra.
• Oxigênio passa da água para o ar.
• Verdadeiro pulmão do mundo.
• Fixa mais carbono que as florestas
  tropicais.
Recifes de Corais
• Formados por pequenas colônias de animais
  chamados pólipos, que tem estrutura externa de
  composição calcária.
• 1/3 das espécies de peixes do mar.
• Zona Fótica.
• Aumento da temperatura global (simbiose com
  algas).
• Extração de calcário, aquariofilia, jóias.
• ¼ do pescado no Brasil vem de peixes recifais.
Restinga
• Resolução de 1996 do CONAMA: “entende-se por
  vegetação de restinga o conjunto das comunidades
  vegetais, fisionomicamente distintas, sob influência
  marinha e fluvio-marinha.”
• Terreno arenoso com grande infiltração.
• Corredores ecológicos para diversas espécies.
• Salinidade, extremos de temperatura, ventos,
  insolação forte e direta.
Conservação de zonas costeiras
• Principal foco de atenção quanto à
  conservação ambiental.
• Região de grande transição ecológica que
  desempenha função de ligação entre trocas
  genéticas.
• Grande parte destruída pela ação antrópica.
• Extração de recursos minerais.
• 2/3 de todo oxigênio produzido.
Permanência média no meio




Fonte: http://populo.weblog.com.pt/arquivo/lixo.gif acessado em 23.10.2009
Composição - lixo




Franchetti,SMM e Marconato, JC. A importância das propriedades físicas dos
Polímeros na reciclagem. Química Nova na Escola nº 18. 2003.
Lixo Eletrônico
• O lixo eletrônico já responde por 5% dos detritos gerados pela
  população mundial;
• A cada bateria recarregável reciclada poupa-se 70% de
  emissão de CO2 (dióxido de carbono)na atmosfera e 70% de
  consumo de energia;
• Dos celulares fabricados anualmente, de 10% a 20% entram
  em inatividade a cada ano;
• No Brasil, cerca de 1 milhão de computadores são jogados no
  lixo anualmente;
• Com a reciclagem, os aparelhos eletrônicos são transformados
  em matéria-prima para a fabricação de novos produtos.


  Fonte: http://www.umicore.com.br/quemSomos/manualUmicore/ acessado
  Em 23.10.2009.
Entre o litoral da Califórnia e o Havaí, uma área
 enorme ganhou um triste apelido: o lixão do
                     pacífico.




  http://desenvolvimentosustentavel.wordpress.com/2009/09/07/sopa-de-
  plastico-no-lixao-do-pacifico/
Lixo flutuando no Mar
Lixo devolvido do Mar
Conseqüências do lixo depositado
           no Mar
Vazamento de Petróleo no Golfo do México
Resultados do Vazamento
• Por dia Foram despejados 12.000
  barris de petróleo nas águas do Golfo
  do México.
• Até agora, 250.000 litros de
  dispersante estão sendo lançados
  junto para abrandar a maré negra.
• E o vazamento continuou por 87
  dias.
Resultados do Vazamento
• Período do Vazamento 87 dias Gastos com
  Indenizações US$ 368 milhões
• Vazamento Médio/dia (barris) 60 mil Prejuízo
  do óleo derramado US$ 360 milhões
• Vazamento Total (barris) 4,9 milhões Gastos
  na Resposta US$ 6,1bilhões
• Capturado /Queimado (barris) 827 mil Fundo
  Independente US$ 20 bilhões
Resultados do Vazamento
• Dispersantes lançados (litros) 1.850 mil Gastos
  Totais Provisionados US$ 32,2 bilhões
• Linha Costeira Afetada 665 milhas Venda
  Planejada de Ativos US$ 30 bilhões
• Embarcações Envolvidas 4300 Prejuízo do 2º
  Trim. 2010 US$ 17 bilhões
• Aeronaves 72 Lucro do 2º Trim. 2009 US$ 3,1
  bilhões
Resultados do Vazamento
• Pessoal envolvido 47,7 mil Receita do 2º Trim.
  2009 US$ 63,4 bilhões
• Pedidos de Indenização 145 mil Receita do 2º
  Trim. 2010 US$ 75,8 bilhões
• Número de Pagamentos 103,9 mil Valor
  ainda Crescente com Barril: U$ 73,5
Fontes: Comando de Resposta ao Acidente & BP Deepwater
  Horizon Oil Budget (pdf)
http://infopetro.wordpress.com/2010/08/23/a-bp-e-
  as-alternativas-do-desastre-a-esperanca/
Corrente do Golfo
• Sai do Golfo do
  México
• Dirige-se para leste
  atravessando o
  Atlântico.
• Canárias, Península
  Ibérica, Escócia,
  Irlanda e Noruega
Planeta terra visto do espaço sem
 nenhum tratamento da imagem
Censo sobre lixo espacial
• O último "censo" sobre o lixo que se acumula no
  espaço mostrou que dos cerca de 19 mil objetos
  maiores que 10 centímetros que estão em órbita, a
  maior parte gira próximo à Terra, representando
  riscos significativos na colocação de novos satélites
  em órbita, que precisam ser posicionados a cada dia,
  com maior precisão.
• As imagens mostradas foram feitas pela Rede de
  Vigilância Espacial, USSSN, órgão do governo
  americano responsável pelo rastreio de objetos
  feitos pelo Homem e colocados na órbita terrestre.
Imagem do planeta em foco
Resultado da exploração espacial
Astronautas abandonam estação
para evitar choque com lixo
espacial
 Os seis tripulantes da ISS se refugiaram por
 cerca de meia hora em duas naves de resgate
 russas. Um pedaço de detrito espacial passou a
 250 metros da estação.
 Notícia veiculada em 28/06/2011 17:05
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI244615-15224,00-
ASTRONAUTAS+ABANDONAM+ESTACAO+PARA+EVITAR+CHOQUE+COM+
LIXO+ESPACIAL.html
O QUE PODEMOS FAZER PARA CONTRIBUIR COM A
DIMINUIÇÃO DE POLUENTES?

 Evitar queimar compostos orgânicos ou lixo de
um modo geral

 Plantar mais árvores

 Reduzir e reciclar o lixo

  Fazer vistorias constantes em seus veículos e
se empresário, em suas indústrias.

 Buscar utilizar fontes renováveis de energia
CONTROLE DE EMISSÃO DE POLUENTES PELAS
INDÚSTRIAS
  Altura adequada das chaminés de indústrias,
facilitando a dispersão dos poluentes

  Uso de matérias primas e combustíveis que resultem em
resíduos gasosos menos poluidores

  Melhoria da combustão: quanto mais completa a combustão,
“menor a emissão de poluentes”

 Instalação de filtros nas chaminés

 Tratamento de resíduos químicos
Coleta Seletiva




Fonte: http://www.colegioweb.com.br/ciencias-infantil/poluicao-do-solo
Acessado em 23.10.2009.
Fonte: Mueller, CF. Logística Reversa, meio ambiente e produtividade.
Estudos Realizados. GELOG.UFSC.2005
Fonte: Mueller, CF. Logística Reversa, meio ambiente e produtividade.
Estudos Realizados. GELOG.UFSC.2005
Geração Eólica de energia elétrica
Geradora Solar de Energia Elétrica




http://www.energiaeficiente.com.br
Investimento de US$555 Bilhões no Saara E renderá 15% de toda energia
consumida na Europa hoje.
Comparativo de consumo elétrico
Cálculo individual da emissão de
         gases de efeito estufa
• Calcule sua emissão anual de Gases
  de Efeito Estufa (CO2 equivalente), e
  a quantidade de árvores que deverá
  plantar a fim de compensar estas
  emissões no site abaixo:
•
• http://www.iniciativaverde.org.br/pt
  /calculadora
Casa conceito com suficiência elétrica,
 tratamento de efluentes, isolamento
        térmico e acústico...
Um hectare para 5 pessoas
Use sacolas retornáveis
Resumo da ópera
Quem é o Dono do Céu e do Brilho das
                Águas?
• “Somos parte da terra e ela é parte de nós;
• Tudo quanto agride à terra, agride os filhos
  da terra. Não foi o homem quem teceu a
  trama da vida; ele é meramente um fio dela.
  Tudo que ele fizer para a trama, à si próprio
  fará.” Trechos extraídos da Carta que o Cacique enviou ao Presidente
   Americano Franklin Pierce em 1855

• Noah Sealth (1786-1866) Cacique índio
  Seattle, da tribo Duwamish do estado de
  Washington.
Obrigado
   Robson Oliveira Lopes
roblopes100@yahoo.com.br

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados (20)

Meio ambiente
Meio ambienteMeio ambiente
Meio ambiente
 
Palestra Meio Ambiente
Palestra Meio AmbientePalestra Meio Ambiente
Palestra Meio Ambiente
 
Sustentabilidade
SustentabilidadeSustentabilidade
Sustentabilidade
 
Meio ambiente
Meio ambienteMeio ambiente
Meio ambiente
 
Educação Ambiental e Mudanças de Hábitos
Educação Ambiental e Mudanças de HábitosEducação Ambiental e Mudanças de Hábitos
Educação Ambiental e Mudanças de Hábitos
 
Educação ambiental
Educação ambientalEducação ambiental
Educação ambiental
 
Ciência, tecnologia e sociedade
Ciência, tecnologia e sociedadeCiência, tecnologia e sociedade
Ciência, tecnologia e sociedade
 
A sociedade de consumo e a degradação do
A sociedade de consumo e a degradação doA sociedade de consumo e a degradação do
A sociedade de consumo e a degradação do
 
Coleta seletiva
Coleta seletivaColeta seletiva
Coleta seletiva
 
Impactos ambientais intensivo
Impactos ambientais intensivoImpactos ambientais intensivo
Impactos ambientais intensivo
 
O meio ambiente slides
O meio ambiente slidesO meio ambiente slides
O meio ambiente slides
 
Meio ambiente powerpoint
Meio ambiente powerpointMeio ambiente powerpoint
Meio ambiente powerpoint
 
Inovação e sustentabilidade
Inovação e sustentabilidadeInovação e sustentabilidade
Inovação e sustentabilidade
 
Desenvolvimento Sustentavel
Desenvolvimento SustentavelDesenvolvimento Sustentavel
Desenvolvimento Sustentavel
 
Aula: Consumismo e sustentabilidade
Aula: Consumismo e sustentabilidadeAula: Consumismo e sustentabilidade
Aula: Consumismo e sustentabilidade
 
Sustentabilidade ambiental
Sustentabilidade ambientalSustentabilidade ambiental
Sustentabilidade ambiental
 
Apresentação Sobre Lixo e Reciclagem
Apresentação Sobre Lixo e ReciclagemApresentação Sobre Lixo e Reciclagem
Apresentação Sobre Lixo e Reciclagem
 
Meio ambiente
Meio ambienteMeio ambiente
Meio ambiente
 
Meio ambiente 1º
Meio ambiente 1ºMeio ambiente 1º
Meio ambiente 1º
 
Sustentabilidade
SustentabilidadeSustentabilidade
Sustentabilidade
 

Destaque

Desenvolvimento Sustentavel
Desenvolvimento SustentavelDesenvolvimento Sustentavel
Desenvolvimento SustentavelRui Raul
 
Sustentabilidade e meio ambiente
Sustentabilidade e meio ambienteSustentabilidade e meio ambiente
Sustentabilidade e meio ambienteEMEFEzequiel
 
Meio Ambiente e Sustentabilidade em debate: Qual é o papel da igreja?
Meio Ambiente e Sustentabilidade em debate: Qual é o papel da igreja?Meio Ambiente e Sustentabilidade em debate: Qual é o papel da igreja?
Meio Ambiente e Sustentabilidade em debate: Qual é o papel da igreja?Luiz Henrique Campanha
 
Sustentabilidade ambiental
Sustentabilidade ambientalSustentabilidade ambiental
Sustentabilidade ambiental-
 
Gestao ambiental
Gestao ambientalGestao ambiental
Gestao ambientalamattos76
 
Desenvolvimento SustentáVel
Desenvolvimento SustentáVelDesenvolvimento SustentáVel
Desenvolvimento SustentáVelNiise
 
Desenvolvimento Sustentável
Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento Sustentável
Desenvolvimento Sustentável Denise Vilardo
 
Meio Ambiente e Sustentabilidade
Meio Ambiente e SustentabilidadeMeio Ambiente e Sustentabilidade
Meio Ambiente e SustentabilidadeAurelio1
 
Apresentação dissertação mestrado em Desenvolvimento Sustentável
Apresentação dissertação mestrado em Desenvolvimento SustentávelApresentação dissertação mestrado em Desenvolvimento Sustentável
Apresentação dissertação mestrado em Desenvolvimento SustentávelRaquel Dezidério Souto
 
Sustentabilidade - Pedro Jacobi
Sustentabilidade - Pedro JacobiSustentabilidade - Pedro Jacobi
Sustentabilidade - Pedro JacobiCarlos Elson Cunha
 
134173783 apresentacao atbat_-_formacao
134173783 apresentacao atbat_-_formacao134173783 apresentacao atbat_-_formacao
134173783 apresentacao atbat_-_formacaoPelo Siro
 
Trabalho engenheria ambietal disciplina poluição das águas - tema rcc
Trabalho engenheria ambietal   disciplina poluição das águas - tema rccTrabalho engenheria ambietal   disciplina poluição das águas - tema rcc
Trabalho engenheria ambietal disciplina poluição das águas - tema rccgrupoanj
 
Trajetória do movimento ambientalista
Trajetória do movimento ambientalistaTrajetória do movimento ambientalista
Trajetória do movimento ambientalistaNatália Pimenta
 
Painel I - Ambiente e Sustentabilidade. Viver a Cidadania na Sustentabilidade...
Painel I - Ambiente e Sustentabilidade. Viver a Cidadania na Sustentabilidade...Painel I - Ambiente e Sustentabilidade. Viver a Cidadania na Sustentabilidade...
Painel I - Ambiente e Sustentabilidade. Viver a Cidadania na Sustentabilidade...CIDAADS
 
Influência do Homem no Ambiente e vice-versa
Influência do Homem no Ambiente e vice-versaInfluência do Homem no Ambiente e vice-versa
Influência do Homem no Ambiente e vice-versaJuliana Costa
 
Campanha 5S - Higiene e saude
Campanha 5S - Higiene e saudeCampanha 5S - Higiene e saude
Campanha 5S - Higiene e saudejacobyfernandes
 

Destaque (20)

Desenvolvimento Sustentavel
Desenvolvimento SustentavelDesenvolvimento Sustentavel
Desenvolvimento Sustentavel
 
Sustentabilidade e meio ambiente
Sustentabilidade e meio ambienteSustentabilidade e meio ambiente
Sustentabilidade e meio ambiente
 
Meio Ambiente e Sustentabilidade em debate: Qual é o papel da igreja?
Meio Ambiente e Sustentabilidade em debate: Qual é o papel da igreja?Meio Ambiente e Sustentabilidade em debate: Qual é o papel da igreja?
Meio Ambiente e Sustentabilidade em debate: Qual é o papel da igreja?
 
Sustentabilidade ambiental
Sustentabilidade ambientalSustentabilidade ambiental
Sustentabilidade ambiental
 
Gestao ambiental
Gestao ambientalGestao ambiental
Gestao ambiental
 
Projeto meio ambiente e sustentabilidade
Projeto meio ambiente e sustentabilidadeProjeto meio ambiente e sustentabilidade
Projeto meio ambiente e sustentabilidade
 
Desenvolvimento SustentáVel
Desenvolvimento SustentáVelDesenvolvimento SustentáVel
Desenvolvimento SustentáVel
 
Desenvolvimento Sustentável
Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento Sustentável
Desenvolvimento Sustentável
 
Jornalismo Ambiental
Jornalismo AmbientalJornalismo Ambiental
Jornalismo Ambiental
 
Meio Ambiente e Sustentabilidade
Meio Ambiente e SustentabilidadeMeio Ambiente e Sustentabilidade
Meio Ambiente e Sustentabilidade
 
Apresentação dissertação mestrado em Desenvolvimento Sustentável
Apresentação dissertação mestrado em Desenvolvimento SustentávelApresentação dissertação mestrado em Desenvolvimento Sustentável
Apresentação dissertação mestrado em Desenvolvimento Sustentável
 
Sustentabilidade - Pedro Jacobi
Sustentabilidade - Pedro JacobiSustentabilidade - Pedro Jacobi
Sustentabilidade - Pedro Jacobi
 
134173783 apresentacao atbat_-_formacao
134173783 apresentacao atbat_-_formacao134173783 apresentacao atbat_-_formacao
134173783 apresentacao atbat_-_formacao
 
Trabalho engenheria ambietal disciplina poluição das águas - tema rcc
Trabalho engenheria ambietal   disciplina poluição das águas - tema rccTrabalho engenheria ambietal   disciplina poluição das águas - tema rcc
Trabalho engenheria ambietal disciplina poluição das águas - tema rcc
 
Trajetória do movimento ambientalista
Trajetória do movimento ambientalistaTrajetória do movimento ambientalista
Trajetória do movimento ambientalista
 
Painel I - Ambiente e Sustentabilidade. Viver a Cidadania na Sustentabilidade...
Painel I - Ambiente e Sustentabilidade. Viver a Cidadania na Sustentabilidade...Painel I - Ambiente e Sustentabilidade. Viver a Cidadania na Sustentabilidade...
Painel I - Ambiente e Sustentabilidade. Viver a Cidadania na Sustentabilidade...
 
Meio ambiente e sustentabilidade aula
Meio ambiente e sustentabilidade aulaMeio ambiente e sustentabilidade aula
Meio ambiente e sustentabilidade aula
 
Influência do Homem no Ambiente e vice-versa
Influência do Homem no Ambiente e vice-versaInfluência do Homem no Ambiente e vice-versa
Influência do Homem no Ambiente e vice-versa
 
Meio ambiente, sociedade e educação
Meio ambiente, sociedade e educaçãoMeio ambiente, sociedade e educação
Meio ambiente, sociedade e educação
 
Campanha 5S - Higiene e saude
Campanha 5S - Higiene e saudeCampanha 5S - Higiene e saude
Campanha 5S - Higiene e saude
 

Semelhante a Sustentabilidade e meio ambiente

Fisica Nosso Mundo
Fisica Nosso MundoFisica Nosso Mundo
Fisica Nosso Mundoguestbf5561
 
Ciências do Ambiente - Cap 3 - Meio atmosférico: Características e poluição
Ciências do Ambiente - Cap 3 - Meio atmosférico: Características e poluiçãoCiências do Ambiente - Cap 3 - Meio atmosférico: Características e poluição
Ciências do Ambiente - Cap 3 - Meio atmosférico: Características e poluiçãoelonvila
 
Influência da atividade humana na temperatura e no clima
Influência da atividade humana na temperatura e no climaInfluência da atividade humana na temperatura e no clima
Influência da atividade humana na temperatura e no climahenriquemsg
 
51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica
51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica
51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosféricaLeonor Vaz Pereira
 
Atmosfera 2011
Atmosfera 2011Atmosfera 2011
Atmosfera 2011ISJ
 
Processos Produtivos I UD II
Processos Produtivos I   UD IIProcessos Produtivos I   UD II
Processos Produtivos I UD IIPaulo Santos
 
AQUECIMENTO GLOBAL E EFEITO ESTUFA CARACTERÍSTICAS
AQUECIMENTO GLOBAL E EFEITO ESTUFA CARACTERÍSTICASAQUECIMENTO GLOBAL E EFEITO ESTUFA CARACTERÍSTICAS
AQUECIMENTO GLOBAL E EFEITO ESTUFA CARACTERÍSTICASRyhSouza
 
GEOGRAFIA 3 ANO 3 PERIODO.pdf
GEOGRAFIA 3 ANO 3 PERIODO.pdfGEOGRAFIA 3 ANO 3 PERIODO.pdf
GEOGRAFIA 3 ANO 3 PERIODO.pdfCamilo Rego
 
Ciências naturais: Efeito estufa
Ciências naturais: Efeito estufaCiências naturais: Efeito estufa
Ciências naturais: Efeito estufaMariana Silva
 

Semelhante a Sustentabilidade e meio ambiente (20)

Desequilibrios ambientais minicurso
Desequilibrios ambientais  minicursoDesequilibrios ambientais  minicurso
Desequilibrios ambientais minicurso
 
Fisica Nosso Mundo
Fisica Nosso MundoFisica Nosso Mundo
Fisica Nosso Mundo
 
A Fisica em nosso mundo
A Fisica em nosso mundoA Fisica em nosso mundo
A Fisica em nosso mundo
 
Fisica nosso mundo
Fisica nosso mundoFisica nosso mundo
Fisica nosso mundo
 
Fisica nosso mundo
Fisica nosso mundoFisica nosso mundo
Fisica nosso mundo
 
Fisica Nosso Mundo
Fisica Nosso MundoFisica Nosso Mundo
Fisica Nosso Mundo
 
Ciências do Ambiente - Cap 3 - Meio atmosférico: Características e poluição
Ciências do Ambiente - Cap 3 - Meio atmosférico: Características e poluiçãoCiências do Ambiente - Cap 3 - Meio atmosférico: Características e poluição
Ciências do Ambiente - Cap 3 - Meio atmosférico: Características e poluição
 
Influência da atividade humana na temperatura e no clima
Influência da atividade humana na temperatura e no climaInfluência da atividade humana na temperatura e no clima
Influência da atividade humana na temperatura e no clima
 
51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica
51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica
51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica
 
Atmosfera 2011
Atmosfera 2011Atmosfera 2011
Atmosfera 2011
 
Power Point Pinto
Power  Point  PintoPower  Point  Pinto
Power Point Pinto
 
Desequilíbrio ambiental
Desequilíbrio ambientalDesequilíbrio ambiental
Desequilíbrio ambiental
 
Processos Produtivos I UD II
Processos Produtivos I   UD IIProcessos Produtivos I   UD II
Processos Produtivos I UD II
 
AQUECIMENTO GLOBAL E EFEITO ESTUFA CARACTERÍSTICAS
AQUECIMENTO GLOBAL E EFEITO ESTUFA CARACTERÍSTICASAQUECIMENTO GLOBAL E EFEITO ESTUFA CARACTERÍSTICAS
AQUECIMENTO GLOBAL E EFEITO ESTUFA CARACTERÍSTICAS
 
Julya
JulyaJulya
Julya
 
A poluição ar
A poluição arA poluição ar
A poluição ar
 
GEOGRAFIA 3 ANO 3 PERIODO.pdf
GEOGRAFIA 3 ANO 3 PERIODO.pdfGEOGRAFIA 3 ANO 3 PERIODO.pdf
GEOGRAFIA 3 ANO 3 PERIODO.pdf
 
Poluição do ar
Poluição do arPoluição do ar
Poluição do ar
 
Aula da 5ª série efeito estufa 2008
Aula da 5ª série efeito estufa 2008Aula da 5ª série efeito estufa 2008
Aula da 5ª série efeito estufa 2008
 
Ciências naturais: Efeito estufa
Ciências naturais: Efeito estufaCiências naturais: Efeito estufa
Ciências naturais: Efeito estufa
 

Mais de Marcus Corradini

Tráfico de animais - apresentação
Tráfico de animais - apresentaçãoTráfico de animais - apresentação
Tráfico de animais - apresentaçãoMarcus Corradini
 
Tráfico de animais - texto
Tráfico de animais - textoTráfico de animais - texto
Tráfico de animais - textoMarcus Corradini
 
Apresentação pinguins bolosistas 2011
Apresentação pinguins bolosistas 2011Apresentação pinguins bolosistas 2011
Apresentação pinguins bolosistas 2011Marcus Corradini
 
Simulador fúria da natureza
Simulador fúria da naturezaSimulador fúria da natureza
Simulador fúria da naturezaMarcus Corradini
 
Identificando as rochas aula 1
Identificando as rochas   aula 1Identificando as rochas   aula 1
Identificando as rochas aula 1Marcus Corradini
 
Formação Pinguinário Sabina
Formação Pinguinário SabinaFormação Pinguinário Sabina
Formação Pinguinário SabinaMarcus Corradini
 
Ecossistemas Marinhos Para Monitores
Ecossistemas Marinhos Para MonitoresEcossistemas Marinhos Para Monitores
Ecossistemas Marinhos Para MonitoresMarcus Corradini
 

Mais de Marcus Corradini (11)

Tráfico de animais - apresentação
Tráfico de animais - apresentaçãoTráfico de animais - apresentação
Tráfico de animais - apresentação
 
Tráfico de animais - texto
Tráfico de animais - textoTráfico de animais - texto
Tráfico de animais - texto
 
Aquario bolsistas 2012
Aquario bolsistas 2012Aquario bolsistas 2012
Aquario bolsistas 2012
 
Origem do universo
Origem do universoOrigem do universo
Origem do universo
 
Apresentação pinguins bolosistas 2011
Apresentação pinguins bolosistas 2011Apresentação pinguins bolosistas 2011
Apresentação pinguins bolosistas 2011
 
Simulador fúria da natureza
Simulador fúria da naturezaSimulador fúria da natureza
Simulador fúria da natureza
 
Gripe h1 n1
Gripe h1 n1Gripe h1 n1
Gripe h1 n1
 
Identificando as rochas aula 1
Identificando as rochas   aula 1Identificando as rochas   aula 1
Identificando as rochas aula 1
 
Formação Pinguinário Sabina
Formação Pinguinário SabinaFormação Pinguinário Sabina
Formação Pinguinário Sabina
 
Cactos e Suculentas
Cactos e SuculentasCactos e Suculentas
Cactos e Suculentas
 
Ecossistemas Marinhos Para Monitores
Ecossistemas Marinhos Para MonitoresEcossistemas Marinhos Para Monitores
Ecossistemas Marinhos Para Monitores
 

Último

Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosFernanda Ledesma
 
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdfPlanejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdfdanielagracia9
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Mary Alvarenga
 
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaO que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaCludiaRodrigues693635
 
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande""Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"Ilda Bicacro
 
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHASMARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHASyan1305goncalves
 
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfAtividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfmaria794949
 
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxUnidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxRaquelMartins389880
 
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfprova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfssuser06ee57
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfCarolineNunes80
 
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfManual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfPastor Robson Colaço
 
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdfanálise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdfMaiteFerreira4
 
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdfAparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdfAbdLuxemBourg
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.HandersonFabio
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Abuso Sexual da Criança e do adolescente
Abuso Sexual da Criança e do adolescenteAbuso Sexual da Criança e do adolescente
Abuso Sexual da Criança e do adolescenteIpdaWellington
 
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxEB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxIlda Bicacro
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitlerhabiwo1978
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroBrenda Fritz
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativos
 
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdfPlanejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdf
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número
 
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaO que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
 
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande""Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
 
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHASMARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
 
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfAtividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
 
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxUnidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
 
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfprova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
 
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfManual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
 
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdfanálise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
 
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdfAparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
 
Abuso Sexual da Criança e do adolescente
Abuso Sexual da Criança e do adolescenteAbuso Sexual da Criança e do adolescente
Abuso Sexual da Criança e do adolescente
 
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxEB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
 

Sustentabilidade e meio ambiente

  • 1. Meio Ambiente e Sustentabilidade • Profº Robson Oliveira Lopes Biólogo Epidemiologista, Sanitarista e Conservacionista
  • 2. MEIO AMBIENTE : • é o conjunto de condições, leis, influências, alterações e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas (art. 3º, I, da Lei 6.938, de 31.8.81).
  • 4.
  • 5. Poluição • O termo “poluição” se refere à degradação do ambiente por um ou mais fatores prejudiciais à estabilidade deste. Ela pode ser causada pela liberação de matéria, e também de energia (luz, calor, som): os chamados poluentes. • http://www.brasilescola.com/biologia/poluica o.htm Consultado dia 04/06/2010 13:58
  • 6.
  • 7. Ecossistema • Ecossistema (grego oykos) - conjunto formado por todos os fatores bióticos e abióticos que atuam simultaneamente sobre determinada região. • Fatores bióticos - as diversas populações de seres vivos (animais, plantas, bactérias etc.). • Fatores abióticos - a água, o sol, o solo, a temperatura, a salinidade, o vento etc.). • A alteração de um único elemento costuma causar modificações em todo o sistema. Todos os ecossistemas do mundo formam a Biosfera.
  • 9. Conceito de Sustentabilidade • Segundo o Relatório Brundtland, redigido em 1987, conhecido também como “nosso futuro comum”. Sustentabilidade significa "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas". Mas na prática, o que é esperado de cada um de nós?
  • 11. O QUE É A CAMADA DE OZÔNIO? • formada por um gás levemente azulado de odor bastante forte • situada na estratosfera ( ~ 25 Km da superfície terrestre) COMO A CAMADA DE OZÔNIO PROTEGE A TERRA? • Refrata a radiação ultravioleta (UVA, UVB, UVC) do Sol, impedindo que a maior parte dela atinja a superfície terrestre
  • 12. COMO SE FORMA A FALHA NA CAMADA DE OZÔNIO? • os CFCs sobem lentamente para camadas superiores da camada de ozônio. Os raios ultravioletas decompõe os CFCs, liberando átomos de Cloro (Cl). O cloro como é mais denso, desce, voltando para a camada de ozônio, destruindo-a. Cl + O → ClO+ O 3 2 ClO→ Cl + O
  • 13. ACOMPANHE A EVOLUÇÃO DO BURACO NA CAMADA DE OZÔNIO (1980-1991)
  • 14. SITUAÇÃO ATUAL DA CAMADA DE OZÔNIO Em setembro de 2000, Em setembro de 2003, com 29,78 milhões de com 28,2 milhões de Km2 Km2
  • 15. ACOMPANHE A FALHA DA CAMADA DE OZÔNIO http://megateiadigital.blogspot.com/2008/09 /acompanhe-situao-da-camada-de-oznio- da.html
  • 16. OS EFEITOS DA DIMINUIÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO ATINGEM O HEMISFÉRIO SUL: aumento nos casos de câncer de pele e catarata em regiões do hemisfério sul, como a Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e Patagônia. O Ministério da Saúde do Chile informou que desde o aparecimento do buraco na camada de ozônio sobre o pólo Sul, os casos de câncer de pele no Chile cresceram 133%; atualmente o governo faz campanhas para a população utilizar cremes protetores para a pele e não ficar exposta ao sol durante as horas mais críticas do dia.
  • 17. Em Queensland, no nordeste da Austrália, mais de 75% dos cidadãos acima de 65 anos apresentam alguma forma de câncer de pele; a lei local obriga as crianças a usarem grandes chapéus e cachecóis quando vão à escola, para se protegerem das radiações ultravioletas. A Academia de Ciências dos Estados Unidos calcula que apenas na Austrália, estejam surgindo anualmente 10 mil casos de carcinoma de pele por causa da redução da camada de ozônio.
  • 18. CAMADA DE OZÔNIO DEVE VOLTAR AO NORMAL AINDA NESTE SÉCULO http://www1.folha.uol.com.br/folha/cie ncia/ult306u9272.shtml
  • 19. Efeito Estufa • O Efeito Estufa consiste na ação do dióxido de carbono e outros gases sobre os raios infravermelhos refletidos pela superfície da terra, reenviando-os, mantendo assim uma temperatura estável no planeta. Ao irradiarem a Terra, parte dos raios luminosos oriundos do Sol são absorvidos e transformados em calor, outros são refletidos para o espaço, mas só parte destes chega a deixar a Terra, em conseqüência da ação refletora que os chamados "Gases de Efeito Estufa" (dióxido de carbono, metano, clorofluorcarbonetos- CFCs- e óxidos de azoto) têm sobre tal radiação reenviando-a para a superfície terrestre na forma de raios infravermelhos. • http://educar.sc.usp.br/licenciatura/2003/ee/Efeito_Estufa.ht ml
  • 21. • 1992: Rio de Janeiro, Brasil, Conferência da ONU sobre o Desenvolvimento e Meio Ambiente, Rio-92: a Educação Ambiental é considerada fundamental para que se atinja o desenvolvimento sustentável por parte de um país;
  • 22. Obs.: AGENDA 21: preconiza o desenvolvimento sustentável dos países para o século XXI, compatibilizando a conservação ambiental, a justiça social e o crescimento econômico.
  • 23. O HOMEM X MEIO AMBIENTE : • o homem é um grande modificador do meio • início: domínio do fogo (queima de matas e florestas para o plantio e obtenção de combustível) • modificação do meio de acordo com suas necessidades e crescimento vertiginoso da população • conseqüências: erosão e desertificação do solo e poluição do meio ambiente em geral • resultado: não poderá suportar indefinidamente os subprodutos introduzidos em seu meio ambiente natural.
  • 24. Solo
  • 25. Solo é ... Ciclo natural em que participam fragmentos de rochas, minerais, água, ar, seres vivos e seus detritos em decomposição, sendo a fase sólida predominante .
  • 26. Composição • Fases: sólida, liquida e gasosa variando de solo para solo; • Solo fértil : • 50% fase sólida – 45% origem mineral e 5% de origem orgânica; • 25% de fase liquida; • 25% de fase gasosa; • Ambiente adequado para a vida vegetal.
  • 27. Danos Ambientais Decorrentes da Redução da Cobertura Vegetal • Carreamento de sedimentos. • Perda de qualidade da água. • Perda de nutrientes do solo. • Aumento de pragas nas lavouras. • Assoreamento dos rios e enchentes. • Alterações e desequilíbrios climáticos. • Perda de corredores para a biodiversidade
  • 28. Zonas de Matas Ciliares • Vegetação “tampão”. • Filtragem, proteção e amortecimento. • Controle da erosão. • Controle do fluxo de água da chuva.
  • 32. COMPOSIÇÃO ATMOSFÉRICA Gases % em Volume Nitrogênio 78.1% Oxigênio 21% Vapor de água varia de 0 - 4% Argônio 0.93% Dióxido de Carbono por volta de 0.3% Neon abaixo dos 0.002% Hélio 0.0005% Metano 0.0002%
  • 33. PRINCIPAIS POLUENTES DO AR CO2 CH4 NO NO2 CFCs, HCFCs, HFCs CO SO O3
  • 34. DIÓXIDO DE CARBONO (CO2) • FONTES respiração, decomposição de plantas e animais e queimadas naturais de florestas; queima de combustíveis fósseis, desflorestamento, queima de biomassa e fabricação de cimento • CONCENTRAÇÃO antes 1750 - 280 ppmv (partes por milhão por volume ) em 1992 – 355 ppmv atualmente – 400 ppmv • EFEITOS Principal gás do “efeito estufa”
  • 35. ÓXIDOS DE NITROGÊNIO (NO, NO2) • FONTES Oceanos, florestas tropicais Produção de nylon, ácido nítrico, atividades agrícolas, queima de biomassa e queima de combustíveis fósseis • CONCENTRAÇÃO Em 1993 – 310 ppbv (partes por bilhão por volume) Antes Revolução Industrial – 275 ppbv • EFEITOS Inflamações do sistema respiratório Chuva ácida Reduz fotossíntese
  • 36. HALOCARBONOS (CFCs, HCFCs, HFCs) • FONTES Produção de aerossóis, espuma, indústria de ar condicionado • CONCENTRAÇÃO Em 1992 - CFC 11 – 280 pptv (partes por trilhão por volume) - CFC 12 – 484 ppt - CFC 113 – 60 pptv • EFEITOS Destruição da camada de ozônio (CFCs e HCFCs) Efeito estufa Radiação ultravioleta (queimaduras de pele, câncer de pele)
  • 37. MONÓXIDO DE CARBONO (CO) • FONTES Tráfego (veículos) Indústrias Vegetação • CONCENTRAÇÃO A partir dos anos 80, a emissão de CO pelos automóveis passou de 33 gCO/Km para 0,43 gCO/Km o que resultou numa queda progressiva na poluição, mesmo com o aumento da frota de veículos. Contudo em 2000 apresentou um pequeno crescimento.
  • 38. OZÔNIO (O3) • FONTES reação dos hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio na presença de luz solar • CONCENTRAÇÃO 0,3 ppmv • EFEITOS Irritação dos olhos e vias respiratórias Envelhecimento precoce e corrosão dos tecidos
  • 39. A TERRA: UMA GRANDE ESTUFA Efeito Estufa natural (“mocinho”) grande parte se deve a (“mocinho”): presença de água na atmosfera (em forma de vapor, 85% e água líquida 12%) Em conseqüência da poluição (“vilão”) Se deve (“vilão”): principalmente pelo (CO2), (CH4), (N2O), clorofluorcarbonetos (CFCs), hidroclorofluorcarbonetos (HCFCs) e (SF6)
  • 40. O SUPERAQUECIMENTO GLOBAL E SUAS CONSEQÜÊNCIAS
  • 42.
  • 47.
  • 48. O PROTOCOLO DE KYOTO (1997) Entre 2008 e 2012, os países industrializados devem diminuir a emissão de gases poluentes a um nível 5,2% menor que a média de 1990. E.U.A. se recusaram a ratificar o acordo em 2001 e ainda continuam se aderir. METAS DE REDUÇÃO Países da União Européia – 8% Estados Unidos – 7% Japão – 6% Para a China e os países em desenvolvimento, como Brasil, Índia e México, ainda não foram estabelecidos níveis de redução.
  • 49. Água Volume de Água no Planeta Terra : 1,4 bilhões de Km3 72% da superfície da Terra
  • 50. Distribuição da água no planeta • 72% da superfície terrestre é ocupada por água. – 97% - água salgada – 3% - água doce • 75% - calotas polares e geleiras • 13,7% - subsolo (entre 3.750 e 750 m) • 10,7% - subsolo (acima de 750 m) • 0.3% - lagos • 0,03% - rios • 0,06% - solo/umidade • 0,035% - atmosfera/vapor d’água
  • 51. A Água do Mar • Principais características físico-químicas: – Densidade: 35 gramas de sal por quilograma de água. – Temperatura: de 30°C ao congelamento. – pH: ao redor de 8,2. – Nutrientes: Amônia, Nitrito, Nitrato, Fosfato.
  • 52. Zonas Costeiras • Área menor que 20% dos continentes. • 45% da população. • 90% da pesca mundial. • Destino turístico. • Grande biodiversidade. • Menos de 0,4% protegidos. • Também chamada Zona Nerítica – a que se encontra sob influência das marés e onde a luz pode penetrar até o fundo, promovendo fotossíntese. • http://www.ib.usp.br/ecosteiros/textos_educ/costao /index2.htm http://marinebio.org
  • 53. Consumo nas residências • Média de consumo por habitante: 200 L/dia • 78% no banheiro • Torneira aberta: 12 a 20 L/min. • Torneira pingando: 46 L/dia • Escovar os dentes com torneira aberta: 23 L • Lavar louça com torneira aberta: 105 L • Lavar o carro com balde: 60 L. • Lavar o carro com mangueira: 600L.
  • 54. 3 motivos de gravidade da poluição das águas 1. Necessidade imperiosa dos seres vivos; 2. Destino final de poluentes vindos da atmosfera e da litosfera;e 3. Escassez da água para uso humano (dia-a-dia).
  • 55. Poluição Sedimentar • Poluição sedimentar: acumulo de partículas em suspensão... Atualmente partículas de plásticos diversos; • Poluem bloqueando a entrada de raios solares interferindo no ecossistema, na porção mais importante: a fixação da energia solar- a base; • Carregam poluentes químicos e biológicos nele adsorvidos.
  • 56. Poluição : Imagens Ave coberta de sujeira, após mergulhar na lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), com a poluição, a água da lagoa está esverdeada pela proliferação de algas e microorganismos Marcelo Prates / Hoje em dia / Agência Estado
  • 57.
  • 58.
  • 59. Cadeia Alimentar Marinha • Plâncton: conjunto de organismos com mobilidade restrita e adaptados à vida na coluna d’água.
  • 60. Fitoplâncton • Algas unicelulares e coloniais. Base da cadeia trófica aquática.
  • 61. A produção de oxigênio • O fitoplâncton é responsável por 2/3 do oxigênio produzido na Terra. • Oxigênio passa da água para o ar. • Verdadeiro pulmão do mundo. • Fixa mais carbono que as florestas tropicais.
  • 62. Recifes de Corais • Formados por pequenas colônias de animais chamados pólipos, que tem estrutura externa de composição calcária. • 1/3 das espécies de peixes do mar. • Zona Fótica. • Aumento da temperatura global (simbiose com algas). • Extração de calcário, aquariofilia, jóias. • ¼ do pescado no Brasil vem de peixes recifais.
  • 63.
  • 64. Restinga • Resolução de 1996 do CONAMA: “entende-se por vegetação de restinga o conjunto das comunidades vegetais, fisionomicamente distintas, sob influência marinha e fluvio-marinha.” • Terreno arenoso com grande infiltração. • Corredores ecológicos para diversas espécies. • Salinidade, extremos de temperatura, ventos, insolação forte e direta.
  • 65.
  • 66. Conservação de zonas costeiras • Principal foco de atenção quanto à conservação ambiental. • Região de grande transição ecológica que desempenha função de ligação entre trocas genéticas. • Grande parte destruída pela ação antrópica. • Extração de recursos minerais. • 2/3 de todo oxigênio produzido.
  • 67. Permanência média no meio Fonte: http://populo.weblog.com.pt/arquivo/lixo.gif acessado em 23.10.2009
  • 68. Composição - lixo Franchetti,SMM e Marconato, JC. A importância das propriedades físicas dos Polímeros na reciclagem. Química Nova na Escola nº 18. 2003.
  • 69. Lixo Eletrônico • O lixo eletrônico já responde por 5% dos detritos gerados pela população mundial; • A cada bateria recarregável reciclada poupa-se 70% de emissão de CO2 (dióxido de carbono)na atmosfera e 70% de consumo de energia; • Dos celulares fabricados anualmente, de 10% a 20% entram em inatividade a cada ano; • No Brasil, cerca de 1 milhão de computadores são jogados no lixo anualmente; • Com a reciclagem, os aparelhos eletrônicos são transformados em matéria-prima para a fabricação de novos produtos. Fonte: http://www.umicore.com.br/quemSomos/manualUmicore/ acessado Em 23.10.2009.
  • 70. Entre o litoral da Califórnia e o Havaí, uma área enorme ganhou um triste apelido: o lixão do pacífico. http://desenvolvimentosustentavel.wordpress.com/2009/09/07/sopa-de- plastico-no-lixao-do-pacifico/
  • 73. Conseqüências do lixo depositado no Mar
  • 74. Vazamento de Petróleo no Golfo do México
  • 75. Resultados do Vazamento • Por dia Foram despejados 12.000 barris de petróleo nas águas do Golfo do México. • Até agora, 250.000 litros de dispersante estão sendo lançados junto para abrandar a maré negra. • E o vazamento continuou por 87 dias.
  • 76. Resultados do Vazamento • Período do Vazamento 87 dias Gastos com Indenizações US$ 368 milhões • Vazamento Médio/dia (barris) 60 mil Prejuízo do óleo derramado US$ 360 milhões • Vazamento Total (barris) 4,9 milhões Gastos na Resposta US$ 6,1bilhões • Capturado /Queimado (barris) 827 mil Fundo Independente US$ 20 bilhões
  • 77. Resultados do Vazamento • Dispersantes lançados (litros) 1.850 mil Gastos Totais Provisionados US$ 32,2 bilhões • Linha Costeira Afetada 665 milhas Venda Planejada de Ativos US$ 30 bilhões • Embarcações Envolvidas 4300 Prejuízo do 2º Trim. 2010 US$ 17 bilhões • Aeronaves 72 Lucro do 2º Trim. 2009 US$ 3,1 bilhões
  • 78. Resultados do Vazamento • Pessoal envolvido 47,7 mil Receita do 2º Trim. 2009 US$ 63,4 bilhões • Pedidos de Indenização 145 mil Receita do 2º Trim. 2010 US$ 75,8 bilhões • Número de Pagamentos 103,9 mil Valor ainda Crescente com Barril: U$ 73,5 Fontes: Comando de Resposta ao Acidente & BP Deepwater Horizon Oil Budget (pdf) http://infopetro.wordpress.com/2010/08/23/a-bp-e- as-alternativas-do-desastre-a-esperanca/
  • 79.
  • 80. Corrente do Golfo • Sai do Golfo do México • Dirige-se para leste atravessando o Atlântico. • Canárias, Península Ibérica, Escócia, Irlanda e Noruega
  • 81. Planeta terra visto do espaço sem nenhum tratamento da imagem
  • 82. Censo sobre lixo espacial • O último "censo" sobre o lixo que se acumula no espaço mostrou que dos cerca de 19 mil objetos maiores que 10 centímetros que estão em órbita, a maior parte gira próximo à Terra, representando riscos significativos na colocação de novos satélites em órbita, que precisam ser posicionados a cada dia, com maior precisão. • As imagens mostradas foram feitas pela Rede de Vigilância Espacial, USSSN, órgão do governo americano responsável pelo rastreio de objetos feitos pelo Homem e colocados na órbita terrestre.
  • 83. Imagem do planeta em foco
  • 85. Astronautas abandonam estação para evitar choque com lixo espacial Os seis tripulantes da ISS se refugiaram por cerca de meia hora em duas naves de resgate russas. Um pedaço de detrito espacial passou a 250 metros da estação. Notícia veiculada em 28/06/2011 17:05 http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI244615-15224,00- ASTRONAUTAS+ABANDONAM+ESTACAO+PARA+EVITAR+CHOQUE+COM+ LIXO+ESPACIAL.html
  • 86. O QUE PODEMOS FAZER PARA CONTRIBUIR COM A DIMINUIÇÃO DE POLUENTES? Evitar queimar compostos orgânicos ou lixo de um modo geral Plantar mais árvores Reduzir e reciclar o lixo Fazer vistorias constantes em seus veículos e se empresário, em suas indústrias. Buscar utilizar fontes renováveis de energia
  • 87. CONTROLE DE EMISSÃO DE POLUENTES PELAS INDÚSTRIAS Altura adequada das chaminés de indústrias, facilitando a dispersão dos poluentes Uso de matérias primas e combustíveis que resultem em resíduos gasosos menos poluidores Melhoria da combustão: quanto mais completa a combustão, “menor a emissão de poluentes” Instalação de filtros nas chaminés Tratamento de resíduos químicos
  • 89. Fonte: Mueller, CF. Logística Reversa, meio ambiente e produtividade. Estudos Realizados. GELOG.UFSC.2005
  • 90. Fonte: Mueller, CF. Logística Reversa, meio ambiente e produtividade. Estudos Realizados. GELOG.UFSC.2005
  • 91. Geração Eólica de energia elétrica
  • 92. Geradora Solar de Energia Elétrica http://www.energiaeficiente.com.br Investimento de US$555 Bilhões no Saara E renderá 15% de toda energia consumida na Europa hoje.
  • 94. Cálculo individual da emissão de gases de efeito estufa • Calcule sua emissão anual de Gases de Efeito Estufa (CO2 equivalente), e a quantidade de árvores que deverá plantar a fim de compensar estas emissões no site abaixo: • • http://www.iniciativaverde.org.br/pt /calculadora
  • 95. Casa conceito com suficiência elétrica, tratamento de efluentes, isolamento térmico e acústico...
  • 96. Um hectare para 5 pessoas
  • 99. Quem é o Dono do Céu e do Brilho das Águas? • “Somos parte da terra e ela é parte de nós; • Tudo quanto agride à terra, agride os filhos da terra. Não foi o homem quem teceu a trama da vida; ele é meramente um fio dela. Tudo que ele fizer para a trama, à si próprio fará.” Trechos extraídos da Carta que o Cacique enviou ao Presidente Americano Franklin Pierce em 1855 • Noah Sealth (1786-1866) Cacique índio Seattle, da tribo Duwamish do estado de Washington.
  • 100. Obrigado Robson Oliveira Lopes roblopes100@yahoo.com.br