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Grupo de Excelência em
Relações Internacionais e
Comércio Exterior (GERICE)
Coordenação: Dr. Edmir Kuazaqui
(ekuazaqui@uol.com.br)
Marketing para ambientes
disruptivos
Dr. Edmir Kuazaqui
Dr. Carlos Barbosa Correa Júnior
Cláudio Teramoto
Ms. Marcus Hyonai Nakagawa
Agenda
• Discussão sobre Marketing
para ambientes disruptivos?
• Considerações de cada
Autor.
• Debate com o público.
• Lançamento nacional e
oficial do livro.
Dr. Edmir Kuazaqui
Graduado em Administração
(com habilitação em Comércio Exterior).
Pós-graduado em Marketing pela ESPM.
Mestre e Doutor em Administração (Marketing, Gestão de Pessoas
e Marketing Internacional).
Professor Titular de Marketing Internacional da ESPM.
Coordenador do 1o curso de Pós-Graduação em Marketing Internacional e
Formação de Traders no Brasil (na UNIP). Também de Administração Geral, MBA
em Pedagogia Empresarial, MBA Comunicação e Jornalismo Digital e MBA em
Compras da UNIP.
Coordenador do Grupo de Excelência em Relações Internacionais e Comércio
Exterior do Conselho Regional de Administração (CRA/SP).
Colaborador da APEX.
Editor e colunista internacional. Pesquisador internacional.
Consultor Presidente da Academia de Talentos.
Autor de livros.
Razões deste evento:
• Compromisso da palestra de abertura sobre
Desindustrialização em 16/11/2014 (data de
fundação do Grupo de Excelência em Relações
Internacionais e Comércio Exterior) em
discutir e apresentar soluções.
O que é Disrupção?
• Interrupção de um
processo.
• Uma das origens do
processo inovativo.
• Oportunidade das
empresas e
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repensar a sua
Visão, Processos,
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Disrupção no Brasil:
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Fonte: Autor.
NECESSIDADES E DESEJOS
LATENTES DE MERCADO
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Considerações prévias
Repensar a sua Visão e propósitos empresariais,
introduzir o pensamento empreendedor, criativo
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Contribuições do Grupo
de Excelência neste ano:
Exportação de Serviços.
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Marketing para
ambientes disruptivos.
Prof. Dr. Carlos Barbosa
Correa Jr
 Economista, pós-graduado em Administração Industrial pela Fundação
Vanzolini/USP, MBA pelo IBMEC/SP, Mestre e Doutor em Administração pela
PUC/SP.
 Professor na FGV, PUC e ESPM.
 Executivo na área de administração financeira no Unibanco, Cotia Trading e
Walter Torre.
 Autor de livros e artigos.
Prof. Dr. Carlos Barbosa
Correa Jr
 Nos ambientes caracteristicamente turbulentos e disruptivos como o que
vivemos hoje, onde a incerteza não é mais a exceção, mas sim a regra, as
estratégias gerais, seja de sobrevivência, de manutenção, de crescimento, de
desenvolvimento ou de internacionalização, exigem novas formas de se olhar
o mercado. Nesse sentido, a inovação é a grande diretriz para processos mais
sustentáveis, para o aumento da produtividade e para uma economia
verdadeiramente colaborativa.
Prof. Dr. Carlos Barbosa
Correa Jr
 “Pensar de fora da caixinha” não é um processo fácil. Uma discussão com os
principais envolvidos na gestão da empresa pode esclarecer pontos importantes
dentro da empresa. Brainstorming!
 Mesmo que na opinião dos profissionais a empresa esteja em boas condições,
discutam novos segmentos e formas de vender o produto.
 A busca pela excelência requer pensar e repensar. Portanto, efetue reuniões
periódicas no sentido de manter a “chama acesa” sem, contudo, burocratizar o
processo.
Prof. Dr. Carlos Barbosa
Correa Jr
 Em tempos de crise, é possível mudar comportamentos e hábitos de consumo,
de forma a melhorar o estilo de vida. Essa forma de pensar indica que as
empresas devem incorporar ao seu planejamento estratégico o desafio ao
ambiente, a seus concorrentes, seus stakeholders e principalmente às suas
próprias competências gerenciais. Mais do que traçar objetivos e metas a
serem seguidas, o planejamento estratégico deve incitar a empresa a
perseguir de forma exaustiva os seus desafios.
Prof. Dr. Carlos Barbosa
Correa Jr
 O planejamento estratégico deixa de ser um processo burocrático, para ser um
elemento de transformação, ou seja, de transformar a ação, que deve ser
resultado de uma interpretação subvertida daquilo que entendemos ser o
correto, mas de criar novas estruturas e formas de pensar e agir, a partir das
diferentes disrupturas do ambiente, propondo-se uma nova visão dos fatores
críticos de sucesso da empresa, adotando-se uma visão mais ampliada de seu
mercado, de seus propósitos e de suas core competences.
Prof. Dr. Carlos Barbosa
Correa Jr
 Enfim, esta palestra e livro defendem a ideia da economia de mercado, do
empreendedorismo, da inovação disruptiva e da independência da iniciativa
privada. A inovação reside em novas formas de interpretar, pensar e agir.
Prof. Claudio Teramoto
 Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Mackenzie e Pós-graduado em
Administração Geral pela Universidade Paulista – UNIP.
 34 anos de experiência profissional em empresa governamental como gestor em áreas
de Inspetoria Externa, Desenvolvimento Empresarial, Informações Sociais e Fundos e
Recursos Governamentais e Gestão de Projetos.
 Premiado como “Destaque de Gestão de Políticas Públicas de Inclusão Social” no 12º
Concurso “Inovação na Gestão Pública Federal” do Ministério de Planejamento,
Orçamento e Gestão como gerente do projeto Cartão do Cidadão -
https://inovacao.enap.gov.br/.
 Professor de Pós-Graduação na UNIP nos cursos de Administração Geral; Marketing
Internacional e Formação de Traders; Pedagogia Empresarial; Controladoria e nos cursos
MBA em Marketing e Compras.
A sustentabilidade dos negócios
Prof. Claudio Teramoto
Exige a adoção de uma postura reflexiva e
antecipativa.
Inovação não é improvisação!
Depende de uma visão panorâmica e sistêmica
do macroambiente.
 Tendências; transformações e disrupções;
 Oportunidades e ameaças.
TRANSFORMAÇÕES
OPORTUNIDADES
Também é fundamental e complementar o
conhecimento abrangente do ambiente interno.
 Forças e fraquezas;
 Ativos ocultos e vantagens competitivas.
AMBIENTE
INTERNO
FORÇAS
FRAQUEZAS
Para proporcionar as informações e os insights
para o estabelecimento de estratégias
competitivas e inovadoras
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Para assegurar a necessária adaptação,
integração ou mesmo a capacidade e prontidão
para repensar o modelo de negócios praticado.
MUDANÇADEPARADIGMA
INNOVATIVE DNA
O modelo de negócios deve ser sustentado por processos eficazes e integrados
onde a inovação esteja presente como uma variável, parte integrante da cultura
ou do DNA organizacional.
Prof. Claudio Teramoto
Prof. Claudio Teramoto
Um vetor importante da inovação é a implementação de um modelo de gestão do
desempenho baseado em indicadores adequados que descrevem o grau de
eficácia, eficiência e competitividade dos processos de negócios.
Plasmando todas as decisões corporativas em todos os seus níveis e dimensões a
exigência de uma governança corporativa fundada em princípios éticos e morais de
forma a construir uma nova cultura que impacte positivamente todas as estruturas,
sejam elas, econômicas, políticas e sociais.
Prof. Claudio Teramoto
- Palestrante de sustentabilidade, empreendedorismo e estilo de vida para empresas;
- Professor da Graduação e MBA da ESPM, nas questões de ética, empreendedorismo, responsabilidade
socioambiental, empreendedorismo social e terceiro setor;
- Coordenador do CEDS - Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental.
- Idealizador, fundador, ex-diretor presidente e atual diretor administrativo da Abraps - Associação Brasileira dos
Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável;
- Fundador e consultor da iSetor, empresa de gestão administrativa e financeira/ projetos para empreendedores.
- Foi gerente de Sustentabilidade para Fornecedores da Philips para América Latina, responsável pelo Programa
de Sustentabilidade/Responsabilidade Social no Brasil e pelo suporte à América Latina.
- Foi diretor na La Fabbrica do Brasil, agência italiana de projetos culturais e sociais com clientes
- Foi coordenador do Programa Social Nutrir, na Nestlé.
- Mestre em Administração como o foco em Sustentabilidade na Estratégia de Negócios das Empresas (PUC-SP)
- Pós-graduado em Administração (ESAN-UNIFEI)
- Graduado em Propaganda e Marketing (ESPM-SP)
www.marcusnakagawa.com www.blogmarcusnakagawa.com
Prof. Marcus Nakagawa
SUSTENTABILIDADE
HOUAISS
Capacidade de se sustentar,
qualidade do que é sustentável
RELATÓRIO BRUNDTLAND (1987)
Desenvolvimento Sustentável é aquele
“capaz de suprir as necessidades da
geração presente sem afetar a
habilidade das gerações futuras de
suprir as suas”
Prof. Marcus Nakagawa 24
Cuidado do planeta
Recursos renováveis
Ecoeficiência
Gestão de resíduos
Gestão dos riscos
Dignidade humana
Direitos Humanos
Direitos dos trabalhadores
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Transparência
Postura ética
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TRIPÉ DA SUSTENTABILIDADE
SE = Sustentabilidade empresarial
Proteção ambiental
TRIPÉ DA SUSTENTABILIDADE
Matriz de Valor Sustentável
Adaptado por Peter Senge com a permissão de S. Hart e M. Milstein “Creating Sustainable Value"
Amanhã
Hoje
ExternoInterno
Valor
para os
Acionistas
Vetores
• Ruptura
• Tecnologia limpa
• Pegada
Vetores
• Poluição
• Consumo de
materiais
• Resíduos
Vetores
• Mudança
climática
• Destruição de
recursos
• Pobreza
Vetores
• Sociedade Civil
• Transparência
• Conectividade
Estratégia:
Tecnologia limpa
Desenvolver as
competências
sustentáveis para o futuro
Estratégia:
Visão de sustentabilidade
Desenvolver diretrizes
compartilhadas para
atender as demandas
insatisfeitas
Estratégia:
Prevenção da poluição
Minimizar resíduos e
emissões resultantes das
operações
Estratégia:
Supervisão do produto
Integrar as opiniões dos
stakeholders nos processos
de negócios
Prof. Marcus Nakagawa
Matriz de Valor Sustentável
Adaptado por Peter Senge com a permissão de S. Hart e M. Milstein “Creating Sustainable Value"
Amanhã
Hoje
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Acionistas
Vetores
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Vetores
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climática
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recursos
• Pobreza
Vetores
• Sociedade Civil
• Transparência
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Estratégia:
Tecnologia Limpa
Desenvolver as
competências
sustentáveis para o futuro
Estratégia:
Visão de sustentabilidade
Desenvolver diretrizes
compartilhadas para
atender as demandas
insatisfeitas
Estratégia:
Prevenção da poluição
Minimizar resíduos e
emissões resultantes das
operações
Estratégia:
Supervisão do produto
Integrar as opiniões dos
stakeholders nos processos
de negócios
Retorno:
Inovação e
posionamento
Retorno:
Trajetório de
crescimento
sustentável
Retorno:
Redução de
custos e de
riscos
Retorno:
Reputação e
legitimidade
Prof. Marcus Nakagawa
30
30.000 Consumidores
60 países
31
30.000 Consumidores
60 países
Os gestores das organizações também precisam alterar o
modelo mental para poder acompanhar em tempo real
todas as transformações, escassez e turbulências
causadas pelas mudanças climáticas, aquecimento global,
falta de recursos naturais, poluição, problemas sociais e
econômicos globais. Não só os problemas financeiros e
das bolsas de valores que estes novos gestores precisam
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Marketing para ambientes disruptivos
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Debates.
Lançamento do livro.

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Marketing para Ambientes Disruptivos

  • 1. Grupo de Excelência em Relações Internacionais e Comércio Exterior (GERICE) Coordenação: Dr. Edmir Kuazaqui (ekuazaqui@uol.com.br)
  • 2. Marketing para ambientes disruptivos Dr. Edmir Kuazaqui Dr. Carlos Barbosa Correa Júnior Cláudio Teramoto Ms. Marcus Hyonai Nakagawa
  • 3. Agenda • Discussão sobre Marketing para ambientes disruptivos? • Considerações de cada Autor. • Debate com o público. • Lançamento nacional e oficial do livro.
  • 4. Dr. Edmir Kuazaqui Graduado em Administração (com habilitação em Comércio Exterior). Pós-graduado em Marketing pela ESPM. Mestre e Doutor em Administração (Marketing, Gestão de Pessoas e Marketing Internacional). Professor Titular de Marketing Internacional da ESPM. Coordenador do 1o curso de Pós-Graduação em Marketing Internacional e Formação de Traders no Brasil (na UNIP). Também de Administração Geral, MBA em Pedagogia Empresarial, MBA Comunicação e Jornalismo Digital e MBA em Compras da UNIP. Coordenador do Grupo de Excelência em Relações Internacionais e Comércio Exterior do Conselho Regional de Administração (CRA/SP). Colaborador da APEX. Editor e colunista internacional. Pesquisador internacional. Consultor Presidente da Academia de Talentos. Autor de livros.
  • 5. Razões deste evento: • Compromisso da palestra de abertura sobre Desindustrialização em 16/11/2014 (data de fundação do Grupo de Excelência em Relações Internacionais e Comércio Exterior) em discutir e apresentar soluções.
  • 6. O que é Disrupção? • Interrupção de um processo. • Uma das origens do processo inovativo. • Oportunidade das empresas e profissionais em repensar a sua Visão, Processos, formas de gestão e estratégias
  • 8. Olhar para fora, de forma mais ampla: Fonte: Autor. NECESSIDADES E DESEJOS LATENTES DE MERCADO DIFERENCIAIS E VANTAGENS COMPETITIVAS AGREGAÇÃO DE VALOR AOS RELACIONAMENTOS SOLUÇÃO DE PROBLEMAS INDIVIDUAIS E COLETIVOS CONSUMIDOR
  • 10. Considerações prévias Repensar a sua Visão e propósitos empresariais, introduzir o pensamento empreendedor, criativo e principalmente inovador. Contribuições do Grupo de Excelência neste ano: Exportação de Serviços. A nova Rota da Seda. Marketing para ambientes disruptivos.
  • 11. Prof. Dr. Carlos Barbosa Correa Jr  Economista, pós-graduado em Administração Industrial pela Fundação Vanzolini/USP, MBA pelo IBMEC/SP, Mestre e Doutor em Administração pela PUC/SP.  Professor na FGV, PUC e ESPM.  Executivo na área de administração financeira no Unibanco, Cotia Trading e Walter Torre.  Autor de livros e artigos.
  • 12. Prof. Dr. Carlos Barbosa Correa Jr  Nos ambientes caracteristicamente turbulentos e disruptivos como o que vivemos hoje, onde a incerteza não é mais a exceção, mas sim a regra, as estratégias gerais, seja de sobrevivência, de manutenção, de crescimento, de desenvolvimento ou de internacionalização, exigem novas formas de se olhar o mercado. Nesse sentido, a inovação é a grande diretriz para processos mais sustentáveis, para o aumento da produtividade e para uma economia verdadeiramente colaborativa.
  • 13. Prof. Dr. Carlos Barbosa Correa Jr  “Pensar de fora da caixinha” não é um processo fácil. Uma discussão com os principais envolvidos na gestão da empresa pode esclarecer pontos importantes dentro da empresa. Brainstorming!  Mesmo que na opinião dos profissionais a empresa esteja em boas condições, discutam novos segmentos e formas de vender o produto.  A busca pela excelência requer pensar e repensar. Portanto, efetue reuniões periódicas no sentido de manter a “chama acesa” sem, contudo, burocratizar o processo.
  • 14. Prof. Dr. Carlos Barbosa Correa Jr  Em tempos de crise, é possível mudar comportamentos e hábitos de consumo, de forma a melhorar o estilo de vida. Essa forma de pensar indica que as empresas devem incorporar ao seu planejamento estratégico o desafio ao ambiente, a seus concorrentes, seus stakeholders e principalmente às suas próprias competências gerenciais. Mais do que traçar objetivos e metas a serem seguidas, o planejamento estratégico deve incitar a empresa a perseguir de forma exaustiva os seus desafios.
  • 15. Prof. Dr. Carlos Barbosa Correa Jr  O planejamento estratégico deixa de ser um processo burocrático, para ser um elemento de transformação, ou seja, de transformar a ação, que deve ser resultado de uma interpretação subvertida daquilo que entendemos ser o correto, mas de criar novas estruturas e formas de pensar e agir, a partir das diferentes disrupturas do ambiente, propondo-se uma nova visão dos fatores críticos de sucesso da empresa, adotando-se uma visão mais ampliada de seu mercado, de seus propósitos e de suas core competences.
  • 16. Prof. Dr. Carlos Barbosa Correa Jr  Enfim, esta palestra e livro defendem a ideia da economia de mercado, do empreendedorismo, da inovação disruptiva e da independência da iniciativa privada. A inovação reside em novas formas de interpretar, pensar e agir.
  • 17. Prof. Claudio Teramoto  Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Mackenzie e Pós-graduado em Administração Geral pela Universidade Paulista – UNIP.  34 anos de experiência profissional em empresa governamental como gestor em áreas de Inspetoria Externa, Desenvolvimento Empresarial, Informações Sociais e Fundos e Recursos Governamentais e Gestão de Projetos.  Premiado como “Destaque de Gestão de Políticas Públicas de Inclusão Social” no 12º Concurso “Inovação na Gestão Pública Federal” do Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão como gerente do projeto Cartão do Cidadão - https://inovacao.enap.gov.br/.  Professor de Pós-Graduação na UNIP nos cursos de Administração Geral; Marketing Internacional e Formação de Traders; Pedagogia Empresarial; Controladoria e nos cursos MBA em Marketing e Compras.
  • 18. A sustentabilidade dos negócios Prof. Claudio Teramoto Exige a adoção de uma postura reflexiva e antecipativa. Inovação não é improvisação! Depende de uma visão panorâmica e sistêmica do macroambiente.  Tendências; transformações e disrupções;  Oportunidades e ameaças. TRANSFORMAÇÕES OPORTUNIDADES Também é fundamental e complementar o conhecimento abrangente do ambiente interno.  Forças e fraquezas;  Ativos ocultos e vantagens competitivas. AMBIENTE INTERNO FORÇAS FRAQUEZAS Para proporcionar as informações e os insights para o estabelecimento de estratégias competitivas e inovadoras ESTRATÉGIASCOMPETITIVAS Para assegurar a necessária adaptação, integração ou mesmo a capacidade e prontidão para repensar o modelo de negócios praticado. MUDANÇADEPARADIGMA INNOVATIVE DNA
  • 19. O modelo de negócios deve ser sustentado por processos eficazes e integrados onde a inovação esteja presente como uma variável, parte integrante da cultura ou do DNA organizacional. Prof. Claudio Teramoto
  • 20. Prof. Claudio Teramoto Um vetor importante da inovação é a implementação de um modelo de gestão do desempenho baseado em indicadores adequados que descrevem o grau de eficácia, eficiência e competitividade dos processos de negócios.
  • 21. Plasmando todas as decisões corporativas em todos os seus níveis e dimensões a exigência de uma governança corporativa fundada em princípios éticos e morais de forma a construir uma nova cultura que impacte positivamente todas as estruturas, sejam elas, econômicas, políticas e sociais. Prof. Claudio Teramoto
  • 22. - Palestrante de sustentabilidade, empreendedorismo e estilo de vida para empresas; - Professor da Graduação e MBA da ESPM, nas questões de ética, empreendedorismo, responsabilidade socioambiental, empreendedorismo social e terceiro setor; - Coordenador do CEDS - Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental. - Idealizador, fundador, ex-diretor presidente e atual diretor administrativo da Abraps - Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável; - Fundador e consultor da iSetor, empresa de gestão administrativa e financeira/ projetos para empreendedores. - Foi gerente de Sustentabilidade para Fornecedores da Philips para América Latina, responsável pelo Programa de Sustentabilidade/Responsabilidade Social no Brasil e pelo suporte à América Latina. - Foi diretor na La Fabbrica do Brasil, agência italiana de projetos culturais e sociais com clientes - Foi coordenador do Programa Social Nutrir, na Nestlé. - Mestre em Administração como o foco em Sustentabilidade na Estratégia de Negócios das Empresas (PUC-SP) - Pós-graduado em Administração (ESAN-UNIFEI) - Graduado em Propaganda e Marketing (ESPM-SP) www.marcusnakagawa.com www.blogmarcusnakagawa.com Prof. Marcus Nakagawa
  • 23. SUSTENTABILIDADE HOUAISS Capacidade de se sustentar, qualidade do que é sustentável RELATÓRIO BRUNDTLAND (1987) Desenvolvimento Sustentável é aquele “capaz de suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas”
  • 25. Cuidado do planeta Recursos renováveis Ecoeficiência Gestão de resíduos Gestão dos riscos Dignidade humana Direitos Humanos Direitos dos trabalhadores Envolvimento com a comunidade Transparência Postura ética Prosperidade Resultados econômico Direitos dos Acionistas Competitividade Relação entre clientes e fornecedores TRIPÉ DA SUSTENTABILIDADE SE = Sustentabilidade empresarial Proteção ambiental
  • 27. Matriz de Valor Sustentável Adaptado por Peter Senge com a permissão de S. Hart e M. Milstein “Creating Sustainable Value" Amanhã Hoje ExternoInterno Valor para os Acionistas Vetores • Ruptura • Tecnologia limpa • Pegada Vetores • Poluição • Consumo de materiais • Resíduos Vetores • Mudança climática • Destruição de recursos • Pobreza Vetores • Sociedade Civil • Transparência • Conectividade Estratégia: Tecnologia limpa Desenvolver as competências sustentáveis para o futuro Estratégia: Visão de sustentabilidade Desenvolver diretrizes compartilhadas para atender as demandas insatisfeitas Estratégia: Prevenção da poluição Minimizar resíduos e emissões resultantes das operações Estratégia: Supervisão do produto Integrar as opiniões dos stakeholders nos processos de negócios Prof. Marcus Nakagawa
  • 28. Matriz de Valor Sustentável Adaptado por Peter Senge com a permissão de S. Hart e M. Milstein “Creating Sustainable Value" Amanhã Hoje ExternoInterno Valor para os Acionistas Vetores • Ruptura • Tecnologia limpa • Pegada Vetores • Poluição • Consumo de materiais • Resíduos Vetores • Mudança climática • Destruição de recursos • Pobreza Vetores • Sociedade Civil • Transparência • Conectividade Estratégia: Tecnologia Limpa Desenvolver as competências sustentáveis para o futuro Estratégia: Visão de sustentabilidade Desenvolver diretrizes compartilhadas para atender as demandas insatisfeitas Estratégia: Prevenção da poluição Minimizar resíduos e emissões resultantes das operações Estratégia: Supervisão do produto Integrar as opiniões dos stakeholders nos processos de negócios Retorno: Inovação e posionamento Retorno: Trajetório de crescimento sustentável Retorno: Redução de custos e de riscos Retorno: Reputação e legitimidade Prof. Marcus Nakagawa
  • 29.
  • 31. 31
  • 33.
  • 34. Os gestores das organizações também precisam alterar o modelo mental para poder acompanhar em tempo real todas as transformações, escassez e turbulências causadas pelas mudanças climáticas, aquecimento global, falta de recursos naturais, poluição, problemas sociais e econômicos globais. Não só os problemas financeiros e das bolsas de valores que estes novos gestores precisam monitorar, mas também outras variáveis que influenciam mais e mais estas empresas em ebulição. Marketing para ambientes disruptivos Marcus Hyonai Nakagawa