A TERAPIA COGNITIVO-A TERAPIA COGNITIVO-
COMPORTAMENTAL NOCOMPORTAMENTAL NO
TRANSTORNO DOTRANSTORNO DO
PÂNICOPÂNICO
LEANDR...
TerapiaTerapia
• O modelo cognitivo comportamental temO modelo cognitivo comportamental tem
como foco principal o papel do...
TerapiaTerapia
• O tratamento pode ser definido como aO tratamento pode ser definido como a
necessidade de eliminar padrõe...
TerapiaTerapia
• A TCC caracteriza-se por ser breve,A TCC caracteriza-se por ser breve,
entre 12 e 20 sessões estruturadas...
TerapiaTerapia
• A terapia cognitivo-comportamental paraA terapia cognitivo-comportamental para
transtorno de pânico com o...
PsicoeducaçãoPsicoeducação
• São técnicas e estratégias educativas paraSão técnicas e estratégias educativas para
promover...
PsicoeducaçãoPsicoeducação
• Salienta-se a importância da compreensãoSalienta-se a importância da compreensão
da ansiedade...
Técnicas para enfrentamento daTécnicas para enfrentamento da
ansiedadeansiedade
• Respiração diafragmáticaRespiração diafr...
Respiração diafragmáticaRespiração diafragmática
• A respiração deve partir do diafragma,A respiração deve partir do diafr...
Respiração diafragmáticaRespiração diafragmática
• Devem-se utilizar os músculos do abdome, semDevem-se utilizar os múscul...
Relaxamento muscularRelaxamento muscular
• Inicialmente, orienta-se ao paciente a posturaInicialmente, orienta-se ao pacie...
Relaxamento muscularRelaxamento muscular
• Manter essa tensão por cinco a dezManter essa tensão por cinco a dez
segundos e...
Relaxamento muscularRelaxamento muscular
• Orienta-se repetir várias vezes, até que seOrienta-se repetir várias vezes, até...
• As duas técnicas- relaxamento e respiraçãoAs duas técnicas- relaxamento e respiração
abdominal podem ser praticadas em s...
Terapia CognitivaTerapia Cognitiva
• O objetivo da terapia cognitiva é aO objetivo da terapia cognitiva é a
reestruturação...
Terapia cognitivaTerapia cognitiva
Utilizam-se as seguintes técnicas:Utilizam-se as seguintes técnicas:
• Análise dos erro...
Análise dos erros de lógicaAnálise dos erros de lógica
• Procura-se mostrar que os pensamentosProcura-se mostrar que os pe...
Análise dos erros de lógicaAnálise dos erros de lógica
• Pergunta-se por exemplo, “quais asPergunta-se por exemplo, “quais...
DescatastrofizaçãoDescatastrofização
• Analisa-se detalhadamente a possibilidade realAnalisa-se detalhadamente a possibili...
ReatribuiçãoReatribuição
• Como o paciente assume aComo o paciente assume a
responsabilidade total sobre os eventosrespons...
GeneralizaçãoGeneralização
• O paciente passa a fazer previsões comO paciente passa a fazer previsões com
base em uma expe...
GeneralizaçãoGeneralização
• Por exemplo: se ocorreu um ataque dePor exemplo: se ocorreu um ataque de
pânico em um superme...
Terapia comportamentalTerapia comportamental
• Estudos sugerem que a exposição éEstudos sugerem que a exposição é
responsá...
Terapia comportamentalTerapia comportamental
Utiliza-se o princípio daUtiliza-se o princípio da
dessensibilização sistemát...
Terapia comportamentalTerapia comportamental
• Determina-se uma hierarquia de situaçõesDetermina-se uma hierarquia de situ...
Terapia comportamentalTerapia comportamental
• É necessária a automonitorização da ansiedadeÉ necessária a automonitorizaç...
Terapia comportamentalTerapia comportamental
• A situação anteriormente temida passa a serA situação anteriormente temida ...
Terapia comportamentalTerapia comportamental
• Os sintomas interoceptivos são sensaçõesOs sintomas interoceptivos são sens...
Terapia comportamentalTerapia comportamental
• O objetivo da exposição interoceptiva éO objetivo da exposição interoceptiv...
As sessõesAs sessões
• A estrutura básica de cada sessão é: agendaA estrutura básica de cada sessão é: agenda
(objetivo e ...
SessõesSessões
• As primeiras sessões são dedicadas àAs primeiras sessões são dedicadas à
compreensão cognitiva do medocom...
SessõesSessões
• Nas sessões intermediárias, trabalham-se osNas sessões intermediárias, trabalham-se os
pensamentos automá...
SessõesSessões
• As simulações de sintomas físicos são prticadasAs simulações de sintomas físicos são prticadas
também na ...
Sessões finaisSessões finais
• Inicia-se a exposição ao vivo de forma gradativa.Inicia-se a exposição ao vivo de forma gra...
Considerações finaisConsiderações finais
• Os procedimentos da TCC visam reduzir aOs procedimentos da TCC visam reduzir a
...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Ciulla Clínica Psiquiátrica - Transtorno do Pânico TCC

1.427 visualizações

Publicada em

O tratamento cognitivo comportamental para amenizar os sintomas de ansiedade do transtorno do pânico. Como funciona a terapia cognitiva; como funciona a terapia comportamental; quantidade e desenvolvimento das sessões.

Acesse www.psiquiatraportoalegre.com.br para saber mais.

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.427
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
144
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
124
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Ciulla Clínica Psiquiátrica - Transtorno do Pânico TCC

  1. 1. A TERAPIA COGNITIVO-A TERAPIA COGNITIVO- COMPORTAMENTAL NOCOMPORTAMENTAL NO TRANSTORNO DOTRANSTORNO DO PÂNICOPÂNICO LEANDRO CIULLALEANDRO CIULLA
  2. 2. TerapiaTerapia • O modelo cognitivo comportamental temO modelo cognitivo comportamental tem como foco principal o papel do medo doscomo foco principal o papel do medo dos sintomas físicos associados a ansiedade, dassintomas físicos associados a ansiedade, das cognições catastróficas e da condutacognições catastróficas e da conduta evitativa na gênese e na manutenção doevitativa na gênese e na manutenção do transtorno de pânico.transtorno de pânico.
  3. 3. TerapiaTerapia • O tratamento pode ser definido como aO tratamento pode ser definido como a necessidade de eliminar padrões denecessidade de eliminar padrões de funcionamento desadaptado, isto é, ofuncionamento desadaptado, isto é, o medo das sensações físicas, as evitações emedo das sensações físicas, as evitações e as “estratégias de segurança” (desvios paraas “estratégias de segurança” (desvios para não enfrentar o medo)não enfrentar o medo)
  4. 4. TerapiaTerapia • A TCC caracteriza-se por ser breve,A TCC caracteriza-se por ser breve, entre 12 e 20 sessões estruturadas, comentre 12 e 20 sessões estruturadas, com objetivos claros a serem atingidos.objetivos claros a serem atingidos. • É prática, com tarefas em que tanto oÉ prática, com tarefas em que tanto o paciente quanto o terapeuta têm papelpaciente quanto o terapeuta têm papel ativo.ativo.
  5. 5. TerapiaTerapia • A terapia cognitivo-comportamental paraA terapia cognitivo-comportamental para transtorno de pânico com ou semtranstorno de pânico com ou sem agorafobia é composta por quatroagorafobia é composta por quatro elementos: psicoeducação; técnicas paraelementos: psicoeducação; técnicas para enfrentamento da ansiedade; reestruturaçãoenfrentamento da ansiedade; reestruturação cognitiva; exposição interoceptiva e ao vivocognitiva; exposição interoceptiva e ao vivo para conduta evitativapara conduta evitativa
  6. 6. PsicoeducaçãoPsicoeducação • São técnicas e estratégias educativas paraSão técnicas e estratégias educativas para promover a compreensão da doençapromover a compreensão da doença mental. Utilizam-se, para isso, recursosmental. Utilizam-se, para isso, recursos audiovisuais e material instrucionalaudiovisuais e material instrucional (manuais).(manuais). • Aborda-se a etiologia da doença, aAborda-se a etiologia da doença, a epidemiologia, o prognóstico e osepidemiologia, o prognóstico e os diferentes tratamentos existentesdiferentes tratamentos existentes
  7. 7. PsicoeducaçãoPsicoeducação • Salienta-se a importância da compreensãoSalienta-se a importância da compreensão da ansiedade normal e patológica, bemda ansiedade normal e patológica, bem como do papel do medo na gênese e nacomo do papel do medo na gênese e na manutenção da doença.manutenção da doença. • Explica-se o modelo cognitivo de pânicoExplica-se o modelo cognitivo de pânico (modelo de Barlow)(modelo de Barlow)
  8. 8. Técnicas para enfrentamento daTécnicas para enfrentamento da ansiedadeansiedade • Respiração diafragmáticaRespiração diafragmática • Relaxamento muscularRelaxamento muscular
  9. 9. Respiração diafragmáticaRespiração diafragmática • A respiração deve partir do diafragma,A respiração deve partir do diafragma, inspirando pela narina e expirando pelainspirando pela narina e expirando pela bocaboca • Movimentos devem ser pausados paraMovimentos devem ser pausados para facilitar a desaceleração da respiração,facilitar a desaceleração da respiração, contando-se até três para cada fase:contando-se até três para cada fase: inspiração, pausa, expiração e pausa parainspiração, pausa, expiração e pausa para nova inspiraçãonova inspiração
  10. 10. Respiração diafragmáticaRespiração diafragmática • Devem-se utilizar os músculos do abdome, semDevem-se utilizar os músculos do abdome, sem movimentar o tórax ( empurrar o abdome paramovimentar o tórax ( empurrar o abdome para fora enquanto inspira e contraí-lo para dentrofora enquanto inspira e contraí-lo para dentro enquanto expira).enquanto expira). • Para aprender recomenda-se praticar váriasPara aprender recomenda-se praticar várias vezes na ausência de sintomas da ansiedade,vezes na ausência de sintomas da ansiedade, sentado ou deitado, concentrando-se nasentado ou deitado, concentrando-se na contagem dos movimentos.contagem dos movimentos.
  11. 11. Relaxamento muscularRelaxamento muscular • Inicialmente, orienta-se ao paciente a posturaInicialmente, orienta-se ao paciente a postura para a prática do exercício. Deve ser confortávelpara a prática do exercício. Deve ser confortável em uma cadeira ou cama.em uma cadeira ou cama. • Para facilitar a concentração, convém fechar osPara facilitar a concentração, convém fechar os olhos e focalizar a sensação de tensão, que deveolhos e focalizar a sensação de tensão, que deve iniciar nos pés, pernas, quadril, abdome, mãos einiciar nos pés, pernas, quadril, abdome, mãos e braços, ombros pescoço, boca, olhos, nariz, testabraços, ombros pescoço, boca, olhos, nariz, testa e cabeça.e cabeça.
  12. 12. Relaxamento muscularRelaxamento muscular • Manter essa tensão por cinco a dezManter essa tensão por cinco a dez segundos e então relaxar todos ossegundos e então relaxar todos os músculos ao mesmo tempo.músculos ao mesmo tempo. • Deixar a tensão ir embora e ficar assim porDeixar a tensão ir embora e ficar assim por 10 a 15 segundos, para obter,10 a 15 segundos, para obter, progressivamente, uma discriminaçãoprogressivamente, uma discriminação muscular entre contração e relaxamento.muscular entre contração e relaxamento.
  13. 13. Relaxamento muscularRelaxamento muscular • Orienta-se repetir várias vezes, até que seOrienta-se repetir várias vezes, até que se sinta completamente relaxado.sinta completamente relaxado. • Procurar relaxar também a mente,Procurar relaxar também a mente, pensando em algo agradável e respirandopensando em algo agradável e respirando lentamente.lentamente. • Após um ou dois minutos, pode-se abrir osApós um ou dois minutos, pode-se abrir os olhos e alongar os músculos, movendo-osolhos e alongar os músculos, movendo-os lentamentelentamente
  14. 14. • As duas técnicas- relaxamento e respiraçãoAs duas técnicas- relaxamento e respiração abdominal podem ser praticadas em sequênciaabdominal podem ser praticadas em sequência ou isoladamente.ou isoladamente. • Os pacientes são orientados a perceber qual dasOs pacientes são orientados a perceber qual das técnicas controla mais efetivamente os seustécnicas controla mais efetivamente os seus sintomas de ansiedade e a utilizá-lassintomas de ansiedade e a utilizá-las principalmente em situações em que háprincipalmente em situações em que há ansiedade antecipatóriaansiedade antecipatória
  15. 15. Terapia CognitivaTerapia Cognitiva • O objetivo da terapia cognitiva é aO objetivo da terapia cognitiva é a reestruturação do pensamento que conduz areestruturação do pensamento que conduz a interpretação catastrófica dos sintomas físicos dainterpretação catastrófica dos sintomas físicos da ansiedade.ansiedade. • Demonstra-se ao paciente como osDemonstra-se ao paciente como os pensamentos influenciam as emoções e comopensamentos influenciam as emoções e como identificar esses pensamentos automáticos.identificar esses pensamentos automáticos.
  16. 16. Terapia cognitivaTerapia cognitiva Utilizam-se as seguintes técnicas:Utilizam-se as seguintes técnicas: • Análise dos erros de lógicaAnálise dos erros de lógica • DescatastrofizaçãoDescatastrofização • ReatribuiçãoReatribuição • GeneralizaçãoGeneralização
  17. 17. Análise dos erros de lógicaAnálise dos erros de lógica • Procura-se mostrar que os pensamentosProcura-se mostrar que os pensamentos são hipóteses, e não fatos. Portanto, osão hipóteses, e não fatos. Portanto, o conteúdo desses pensamentos deve serconteúdo desses pensamentos deve ser questionado. Pode-se utilizar o chamadoquestionado. Pode-se utilizar o chamado questionamento socrático (a procura dasquestionamento socrático (a procura das evidências que sustentam ou não a lógicaevidências que sustentam ou não a lógica do pensamento)do pensamento)
  18. 18. Análise dos erros de lógicaAnálise dos erros de lógica • Pergunta-se por exemplo, “quais asPergunta-se por exemplo, “quais as evidências de que este é um pensamentoevidências de que este é um pensamento realista?” ou “o que de pior poderealista?” ou “o que de pior pode acontecer?”. É importante que o terapeutaacontecer?”. É importante que o terapeuta seja um “guia”, auxiliando o paciente aseja um “guia”, auxiliando o paciente a descobrir novas alternativas de pensardescobrir novas alternativas de pensar
  19. 19. DescatastrofizaçãoDescatastrofização • Analisa-se detalhadamente a possibilidade realAnalisa-se detalhadamente a possibilidade real que o pensamento catastrófico aconteça,que o pensamento catastrófico aconteça, perguntando:perguntando: • E se acontecer?E se acontecer? • E daí?E daí? • Levar o paciente a avaliar as consequências, queLevar o paciente a avaliar as consequências, que são manejáveis, suportáveis e limitadas nosão manejáveis, suportáveis e limitadas no tempotempo
  20. 20. ReatribuiçãoReatribuição • Como o paciente assume aComo o paciente assume a responsabilidade total sobre os eventosresponsabilidade total sobre os eventos negativos, ele é exigente consigo e tolerantenegativos, ele é exigente consigo e tolerante com os outros.com os outros. • Portanto, deve ser auxiliado a se tornarPortanto, deve ser auxiliado a se tornar mais flexível. Podemos perguntar: “e semais flexível. Podemos perguntar: “e se fosse com outra pessoa, o que vocêfosse com outra pessoa, o que você pensaria dela?”pensaria dela?”
  21. 21. GeneralizaçãoGeneralização • O paciente passa a fazer previsões comO paciente passa a fazer previsões com base em uma experiência limitada, isto é,base em uma experiência limitada, isto é, conclui que, se um evento aconteceu emconclui que, se um evento aconteceu em um determinado local, certamenteum determinado local, certamente acontecerá novamente se estiver em umacontecerá novamente se estiver em um outro local semelhante.outro local semelhante.
  22. 22. GeneralizaçãoGeneralização • Por exemplo: se ocorreu um ataque dePor exemplo: se ocorreu um ataque de pânico em um supermercado, todos ospânico em um supermercado, todos os supermercados são “perigosos e devem sersupermercados são “perigosos e devem ser evitados”evitados” • Por meio desta técnica, o paciente podePor meio desta técnica, o paciente pode reavaliar essa “verdade” e ter umareavaliar essa “verdade” e ter uma altenativa realista para pensaraltenativa realista para pensar
  23. 23. Terapia comportamentalTerapia comportamental • Estudos sugerem que a exposição éEstudos sugerem que a exposição é responsável pela resposta positivaresponsável pela resposta positiva apresentada pelo paciente.apresentada pelo paciente. • Portanto, todas as técnicas anteriores sãoPortanto, todas as técnicas anteriores são um preparo para facilitar o enfrentamentoum preparo para facilitar o enfrentamento das situações temidas e evitadasdas situações temidas e evitadas..
  24. 24. Terapia comportamentalTerapia comportamental Utiliza-se o princípio daUtiliza-se o princípio da dessensibilização sistemáticadessensibilização sistemática (desenvolvido por Wolpe em 1976)(desenvolvido por Wolpe em 1976)
  25. 25. Terapia comportamentalTerapia comportamental • Determina-se uma hierarquia de situaçõesDetermina-se uma hierarquia de situações fóbicas, iniciando com a situação de menorfóbicas, iniciando com a situação de menor ansiedade e, gradativamente, aumentando o grauansiedade e, gradativamente, aumentando o grau de dificuldade, até chegar na situação maisde dificuldade, até chegar na situação mais temida.temida. • Hoje sabemos que a exposição deve serHoje sabemos que a exposição deve ser prolongada e sistemática, isto é, permanecer emprolongada e sistemática, isto é, permanecer em determinada situação por 90 minutos, o maisdeterminada situação por 90 minutos, o mais freqüentemente possívelfreqüentemente possível
  26. 26. Terapia comportamentalTerapia comportamental • É necessária a automonitorização da ansiedadeÉ necessária a automonitorização da ansiedade • O paciente deve anotar em um diário o queO paciente deve anotar em um diário o que sentiu e o grau de ansiedade experimentada (0 asentiu e o grau de ansiedade experimentada (0 a 10).10). • À medida que o paciente enfrenta e se expõe àsÀ medida que o paciente enfrenta e se expõe às situações, ocorre o fenômeno chamado desituações, ocorre o fenômeno chamado de habituaçãohabituação..
  27. 27. Terapia comportamentalTerapia comportamental • A situação anteriormente temida passa a serA situação anteriormente temida passa a ser enfrentada naturalmente, levando muitas vezesenfrentada naturalmente, levando muitas vezes ao esquecimento de que um dia ir aoao esquecimento de que um dia ir ao supermercado (por exemplo) era impossívelsupermercado (por exemplo) era impossível • Inicialmente no TP, inicia-se o tratamento com aInicialmente no TP, inicia-se o tratamento com a exposição interoceptiva, passando para aexposição interoceptiva, passando para a exposição ao vivo.exposição ao vivo.
  28. 28. Terapia comportamentalTerapia comportamental • Os sintomas interoceptivos são sensaçõesOs sintomas interoceptivos são sensações físicas internas experimentadas quando emfísicas internas experimentadas quando em alta ansiedade ou durante um ataque dealta ansiedade ou durante um ataque de pânico.pânico. • O que acontece é um condicionamento dasO que acontece é um condicionamento das sensações físicas ao ataque de pânicosensações físicas ao ataque de pânico
  29. 29. Terapia comportamentalTerapia comportamental • O objetivo da exposição interoceptiva éO objetivo da exposição interoceptiva é aprender a reduzir a reação automática aosaprender a reduzir a reação automática aos sintomas físicos internossintomas físicos internos • No momento em que se consegue controlar asNo momento em que se consegue controlar as sensações físicas, a reação de medo diminuisensações físicas, a reação de medo diminui • Para isso é importante que a exposição aosPara isso é importante que a exposição aos sintomas seja repetida, até ocorrer a habituaçãosintomas seja repetida, até ocorrer a habituação
  30. 30. As sessõesAs sessões • A estrutura básica de cada sessão é: agendaA estrutura básica de cada sessão é: agenda (objetivo e procedimento da sessão),(objetivo e procedimento da sessão), ligação com a reunião anterior pela revisãoligação com a reunião anterior pela revisão da tarefa, avaliação dos sintomas, discussãoda tarefa, avaliação dos sintomas, discussão dos itens da agenda do dia, combinação dedos itens da agenda do dia, combinação de novas tarefas, resumo e avaliação da sessãonovas tarefas, resumo e avaliação da sessão
  31. 31. SessõesSessões • As primeiras sessões são dedicadas àAs primeiras sessões são dedicadas à compreensão cognitiva do medocompreensão cognitiva do medo (modelo esquemático) e à(modelo esquemático) e à aprendizagem de técnicas paraaprendizagem de técnicas para enfrentar a ansiedade (relaxamentoenfrentar a ansiedade (relaxamento muscular e respiração abdominal)muscular e respiração abdominal)
  32. 32. SessõesSessões • Nas sessões intermediárias, trabalham-se osNas sessões intermediárias, trabalham-se os pensamentos automáticos e as exposiçõespensamentos automáticos e as exposições interoceptivas.interoceptivas. • Em um primeiro momento, os pacientes devemEm um primeiro momento, os pacientes devem identificar pensamentos que pioram os sintomasidentificar pensamentos que pioram os sintomas físicos e os que melhoram.físicos e os que melhoram. • O objetivo é levar o paciente a perceber que osO objetivo é levar o paciente a perceber que os pensamentos são hipóteses e não fatos.pensamentos são hipóteses e não fatos. Iniciamos um questionamento dos pensamentosIniciamos um questionamento dos pensamentos
  33. 33. SessõesSessões • As simulações de sintomas físicos são prticadasAs simulações de sintomas físicos são prticadas também na fase intermediária pela exposiçãotambém na fase intermediária pela exposição interoceptiva.interoceptiva. • As sensações físicas são provocadas porAs sensações físicas são provocadas por exercícios, de forma segura. Por exemplo:exercícios, de forma segura. Por exemplo: provocar tontura, com o paciente sentado,provocar tontura, com o paciente sentado, orientando-o balançar a cabeça para os lados, deorientando-o balançar a cabeça para os lados, de olhos fechados, durante 60 segundosolhos fechados, durante 60 segundos
  34. 34. Sessões finaisSessões finais • Inicia-se a exposição ao vivo de forma gradativa.Inicia-se a exposição ao vivo de forma gradativa. • Para isso orienta-se o paciente a elaborar umaPara isso orienta-se o paciente a elaborar uma lista das situações evitadas, com o grau delista das situações evitadas, com o grau de ansiedade gerada (0 a10).ansiedade gerada (0 a10). • Iniciamos a exposição pela situação consideradaIniciamos a exposição pela situação considerada mais fácil (de acordo com a nota dada)mais fácil (de acordo com a nota dada) • Abordam-se as possibilidades de recaídas eAbordam-se as possibilidades de recaídas e orientam-se as atitudes diante de novos ataquesorientam-se as atitudes diante de novos ataques
  35. 35. Considerações finaisConsiderações finais • Os procedimentos da TCC visam reduzir aOs procedimentos da TCC visam reduzir a ansiedade, ensinando os pacientes aansiedade, ensinando os pacientes a identificar, avaliar, controlar e modificaridentificar, avaliar, controlar e modificar seus pensamentos negativos relacionadosseus pensamentos negativos relacionados com o perigo de passar mal e acom o perigo de passar mal e a desenvolver habilidades de enfrentamentodesenvolver habilidades de enfrentamento das sensações corporais.das sensações corporais.

×