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A TERAPIA COGNITIVO-A TERAPIA COGNITIVO-
COMPORTAMENTAL NOCOMPORTAMENTAL NO
TRANSTORNO DOTRANSTORNO DO
PÂNICOPÂNICO
LEANDRO CIULLALEANDRO CIULLA
TerapiaTerapia
• O modelo cognitivo comportamental temO modelo cognitivo comportamental tem
como foco principal o papel do medo doscomo foco principal o papel do medo dos
sintomas físicos associados a ansiedade, dassintomas físicos associados a ansiedade, das
cognições catastróficas e da condutacognições catastróficas e da conduta
evitativa na gênese e na manutenção doevitativa na gênese e na manutenção do
transtorno de pânico.transtorno de pânico.
TerapiaTerapia
• O tratamento pode ser definido como aO tratamento pode ser definido como a
necessidade de eliminar padrões denecessidade de eliminar padrões de
funcionamento desadaptado, isto é, ofuncionamento desadaptado, isto é, o
medo das sensações físicas, as evitações emedo das sensações físicas, as evitações e
as “estratégias de segurança” (desvios paraas “estratégias de segurança” (desvios para
não enfrentar o medo)não enfrentar o medo)
TerapiaTerapia
• A TCC caracteriza-se por ser breve,A TCC caracteriza-se por ser breve,
entre 12 e 20 sessões estruturadas, comentre 12 e 20 sessões estruturadas, com
objetivos claros a serem atingidos.objetivos claros a serem atingidos.
• É prática, com tarefas em que tanto oÉ prática, com tarefas em que tanto o
paciente quanto o terapeuta têm papelpaciente quanto o terapeuta têm papel
ativo.ativo.
TerapiaTerapia
• A terapia cognitivo-comportamental paraA terapia cognitivo-comportamental para
transtorno de pânico com ou semtranstorno de pânico com ou sem
agorafobia é composta por quatroagorafobia é composta por quatro
elementos: psicoeducação; técnicas paraelementos: psicoeducação; técnicas para
enfrentamento da ansiedade; reestruturaçãoenfrentamento da ansiedade; reestruturação
cognitiva; exposição interoceptiva e ao vivocognitiva; exposição interoceptiva e ao vivo
para conduta evitativapara conduta evitativa
PsicoeducaçãoPsicoeducação
• São técnicas e estratégias educativas paraSão técnicas e estratégias educativas para
promover a compreensão da doençapromover a compreensão da doença
mental. Utilizam-se, para isso, recursosmental. Utilizam-se, para isso, recursos
audiovisuais e material instrucionalaudiovisuais e material instrucional
(manuais).(manuais).
• Aborda-se a etiologia da doença, aAborda-se a etiologia da doença, a
epidemiologia, o prognóstico e osepidemiologia, o prognóstico e os
diferentes tratamentos existentesdiferentes tratamentos existentes
PsicoeducaçãoPsicoeducação
• Salienta-se a importância da compreensãoSalienta-se a importância da compreensão
da ansiedade normal e patológica, bemda ansiedade normal e patológica, bem
como do papel do medo na gênese e nacomo do papel do medo na gênese e na
manutenção da doença.manutenção da doença.
• Explica-se o modelo cognitivo de pânicoExplica-se o modelo cognitivo de pânico
(modelo de Barlow)(modelo de Barlow)
Técnicas para enfrentamento daTécnicas para enfrentamento da
ansiedadeansiedade
• Respiração diafragmáticaRespiração diafragmática
• Relaxamento muscularRelaxamento muscular
Respiração diafragmáticaRespiração diafragmática
• A respiração deve partir do diafragma,A respiração deve partir do diafragma,
inspirando pela narina e expirando pelainspirando pela narina e expirando pela
bocaboca
• Movimentos devem ser pausados paraMovimentos devem ser pausados para
facilitar a desaceleração da respiração,facilitar a desaceleração da respiração,
contando-se até três para cada fase:contando-se até três para cada fase:
inspiração, pausa, expiração e pausa parainspiração, pausa, expiração e pausa para
nova inspiraçãonova inspiração
Respiração diafragmáticaRespiração diafragmática
• Devem-se utilizar os músculos do abdome, semDevem-se utilizar os músculos do abdome, sem
movimentar o tórax ( empurrar o abdome paramovimentar o tórax ( empurrar o abdome para
fora enquanto inspira e contraí-lo para dentrofora enquanto inspira e contraí-lo para dentro
enquanto expira).enquanto expira).
• Para aprender recomenda-se praticar váriasPara aprender recomenda-se praticar várias
vezes na ausência de sintomas da ansiedade,vezes na ausência de sintomas da ansiedade,
sentado ou deitado, concentrando-se nasentado ou deitado, concentrando-se na
contagem dos movimentos.contagem dos movimentos.
Relaxamento muscularRelaxamento muscular
• Inicialmente, orienta-se ao paciente a posturaInicialmente, orienta-se ao paciente a postura
para a prática do exercício. Deve ser confortávelpara a prática do exercício. Deve ser confortável
em uma cadeira ou cama.em uma cadeira ou cama.
• Para facilitar a concentração, convém fechar osPara facilitar a concentração, convém fechar os
olhos e focalizar a sensação de tensão, que deveolhos e focalizar a sensação de tensão, que deve
iniciar nos pés, pernas, quadril, abdome, mãos einiciar nos pés, pernas, quadril, abdome, mãos e
braços, ombros pescoço, boca, olhos, nariz, testabraços, ombros pescoço, boca, olhos, nariz, testa
e cabeça.e cabeça.
Relaxamento muscularRelaxamento muscular
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muscular entre contração e relaxamento.muscular entre contração e relaxamento.
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sinta completamente relaxado.sinta completamente relaxado.
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abdominal podem ser praticadas em sequênciaabdominal podem ser praticadas em sequência
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• Os pacientes são orientados a perceber qual dasOs pacientes são orientados a perceber qual das
técnicas controla mais efetivamente os seustécnicas controla mais efetivamente os seus
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• O objetivo da terapia cognitiva é aO objetivo da terapia cognitiva é a
reestruturação do pensamento que conduz areestruturação do pensamento que conduz a
interpretação catastrófica dos sintomas físicos dainterpretação catastrófica dos sintomas físicos da
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• Demonstra-se ao paciente como osDemonstra-se ao paciente como os
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Utilizam-se as seguintes técnicas:Utilizam-se as seguintes técnicas:
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• Procura-se mostrar que os pensamentosProcura-se mostrar que os pensamentos
são hipóteses, e não fatos. Portanto, osão hipóteses, e não fatos. Portanto, o
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questionado. Pode-se utilizar o chamadoquestionado. Pode-se utilizar o chamado
questionamento socrático (a procura dasquestionamento socrático (a procura das
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• Pergunta-se por exemplo, “quais asPergunta-se por exemplo, “quais as
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realista?” ou “o que de pior poderealista?” ou “o que de pior pode
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seja um “guia”, auxiliando o paciente aseja um “guia”, auxiliando o paciente a
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mais flexível. Podemos perguntar: “e semais flexível. Podemos perguntar: “e se
fosse com outra pessoa, o que vocêfosse com outra pessoa, o que você
pensaria dela?”pensaria dela?”
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• O paciente passa a fazer previsões comO paciente passa a fazer previsões com
base em uma experiência limitada, isto é,base em uma experiência limitada, isto é,
conclui que, se um evento aconteceu emconclui que, se um evento aconteceu em
um determinado local, certamenteum determinado local, certamente
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• Por exemplo: se ocorreu um ataque dePor exemplo: se ocorreu um ataque de
pânico em um supermercado, todos ospânico em um supermercado, todos os
supermercados são “perigosos e devem sersupermercados são “perigosos e devem ser
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• Por meio desta técnica, o paciente podePor meio desta técnica, o paciente pode
reavaliar essa “verdade” e ter umareavaliar essa “verdade” e ter uma
altenativa realista para pensaraltenativa realista para pensar
Terapia comportamentalTerapia comportamental
• Estudos sugerem que a exposição éEstudos sugerem que a exposição é
responsável pela resposta positivaresponsável pela resposta positiva
apresentada pelo paciente.apresentada pelo paciente.
• Portanto, todas as técnicas anteriores sãoPortanto, todas as técnicas anteriores são
um preparo para facilitar o enfrentamentoum preparo para facilitar o enfrentamento
das situações temidas e evitadasdas situações temidas e evitadas..
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Utiliza-se o princípio daUtiliza-se o princípio da
dessensibilização sistemáticadessensibilização sistemática
(desenvolvido por Wolpe em 1976)(desenvolvido por Wolpe em 1976)
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• Determina-se uma hierarquia de situaçõesDetermina-se uma hierarquia de situações
fóbicas, iniciando com a situação de menorfóbicas, iniciando com a situação de menor
ansiedade e, gradativamente, aumentando o grauansiedade e, gradativamente, aumentando o grau
de dificuldade, até chegar na situação maisde dificuldade, até chegar na situação mais
temida.temida.
• Hoje sabemos que a exposição deve serHoje sabemos que a exposição deve ser
prolongada e sistemática, isto é, permanecer emprolongada e sistemática, isto é, permanecer em
determinada situação por 90 minutos, o maisdeterminada situação por 90 minutos, o mais
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• É necessária a automonitorização da ansiedadeÉ necessária a automonitorização da ansiedade
• O paciente deve anotar em um diário o queO paciente deve anotar em um diário o que
sentiu e o grau de ansiedade experimentada (0 asentiu e o grau de ansiedade experimentada (0 a
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• À medida que o paciente enfrenta e se expõe àsÀ medida que o paciente enfrenta e se expõe às
situações, ocorre o fenômeno chamado desituações, ocorre o fenômeno chamado de
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• A situação anteriormente temida passa a serA situação anteriormente temida passa a ser
enfrentada naturalmente, levando muitas vezesenfrentada naturalmente, levando muitas vezes
ao esquecimento de que um dia ir aoao esquecimento de que um dia ir ao
supermercado (por exemplo) era impossívelsupermercado (por exemplo) era impossível
• Inicialmente no TP, inicia-se o tratamento com aInicialmente no TP, inicia-se o tratamento com a
exposição interoceptiva, passando para aexposição interoceptiva, passando para a
exposição ao vivo.exposição ao vivo.
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• Os sintomas interoceptivos são sensaçõesOs sintomas interoceptivos são sensações
físicas internas experimentadas quando emfísicas internas experimentadas quando em
alta ansiedade ou durante um ataque dealta ansiedade ou durante um ataque de
pânico.pânico.
• O que acontece é um condicionamento dasO que acontece é um condicionamento das
sensações físicas ao ataque de pânicosensações físicas ao ataque de pânico
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• O objetivo da exposição interoceptiva éO objetivo da exposição interoceptiva é
aprender a reduzir a reação automática aosaprender a reduzir a reação automática aos
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• No momento em que se consegue controlar asNo momento em que se consegue controlar as
sensações físicas, a reação de medo diminuisensações físicas, a reação de medo diminui
• Para isso é importante que a exposição aosPara isso é importante que a exposição aos
sintomas seja repetida, até ocorrer a habituaçãosintomas seja repetida, até ocorrer a habituação
As sessõesAs sessões
• A estrutura básica de cada sessão é: agendaA estrutura básica de cada sessão é: agenda
(objetivo e procedimento da sessão),(objetivo e procedimento da sessão),
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da tarefa, avaliação dos sintomas, discussãoda tarefa, avaliação dos sintomas, discussão
dos itens da agenda do dia, combinação dedos itens da agenda do dia, combinação de
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SessõesSessões
• As primeiras sessões são dedicadas àAs primeiras sessões são dedicadas à
compreensão cognitiva do medocompreensão cognitiva do medo
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enfrentar a ansiedade (relaxamentoenfrentar a ansiedade (relaxamento
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SessõesSessões
• Nas sessões intermediárias, trabalham-se osNas sessões intermediárias, trabalham-se os
pensamentos automáticos e as exposiçõespensamentos automáticos e as exposições
interoceptivas.interoceptivas.
• Em um primeiro momento, os pacientes devemEm um primeiro momento, os pacientes devem
identificar pensamentos que pioram os sintomasidentificar pensamentos que pioram os sintomas
físicos e os que melhoram.físicos e os que melhoram.
• O objetivo é levar o paciente a perceber que osO objetivo é levar o paciente a perceber que os
pensamentos são hipóteses e não fatos.pensamentos são hipóteses e não fatos.
Iniciamos um questionamento dos pensamentosIniciamos um questionamento dos pensamentos
SessõesSessões
• As simulações de sintomas físicos são prticadasAs simulações de sintomas físicos são prticadas
também na fase intermediária pela exposiçãotambém na fase intermediária pela exposição
interoceptiva.interoceptiva.
• As sensações físicas são provocadas porAs sensações físicas são provocadas por
exercícios, de forma segura. Por exemplo:exercícios, de forma segura. Por exemplo:
provocar tontura, com o paciente sentado,provocar tontura, com o paciente sentado,
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Sessões finaisSessões finais
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Considerações finaisConsiderações finais
• Os procedimentos da TCC visam reduzir aOs procedimentos da TCC visam reduzir a
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  • 1. A TERAPIA COGNITIVO-A TERAPIA COGNITIVO- COMPORTAMENTAL NOCOMPORTAMENTAL NO TRANSTORNO DOTRANSTORNO DO PÂNICOPÂNICO LEANDRO CIULLALEANDRO CIULLA
  • 2. TerapiaTerapia • O modelo cognitivo comportamental temO modelo cognitivo comportamental tem como foco principal o papel do medo doscomo foco principal o papel do medo dos sintomas físicos associados a ansiedade, dassintomas físicos associados a ansiedade, das cognições catastróficas e da condutacognições catastróficas e da conduta evitativa na gênese e na manutenção doevitativa na gênese e na manutenção do transtorno de pânico.transtorno de pânico.
  • 3. TerapiaTerapia • O tratamento pode ser definido como aO tratamento pode ser definido como a necessidade de eliminar padrões denecessidade de eliminar padrões de funcionamento desadaptado, isto é, ofuncionamento desadaptado, isto é, o medo das sensações físicas, as evitações emedo das sensações físicas, as evitações e as “estratégias de segurança” (desvios paraas “estratégias de segurança” (desvios para não enfrentar o medo)não enfrentar o medo)
  • 4. TerapiaTerapia • A TCC caracteriza-se por ser breve,A TCC caracteriza-se por ser breve, entre 12 e 20 sessões estruturadas, comentre 12 e 20 sessões estruturadas, com objetivos claros a serem atingidos.objetivos claros a serem atingidos. • É prática, com tarefas em que tanto oÉ prática, com tarefas em que tanto o paciente quanto o terapeuta têm papelpaciente quanto o terapeuta têm papel ativo.ativo.
  • 5. TerapiaTerapia • A terapia cognitivo-comportamental paraA terapia cognitivo-comportamental para transtorno de pânico com ou semtranstorno de pânico com ou sem agorafobia é composta por quatroagorafobia é composta por quatro elementos: psicoeducação; técnicas paraelementos: psicoeducação; técnicas para enfrentamento da ansiedade; reestruturaçãoenfrentamento da ansiedade; reestruturação cognitiva; exposição interoceptiva e ao vivocognitiva; exposição interoceptiva e ao vivo para conduta evitativapara conduta evitativa
  • 6. PsicoeducaçãoPsicoeducação • São técnicas e estratégias educativas paraSão técnicas e estratégias educativas para promover a compreensão da doençapromover a compreensão da doença mental. Utilizam-se, para isso, recursosmental. Utilizam-se, para isso, recursos audiovisuais e material instrucionalaudiovisuais e material instrucional (manuais).(manuais). • Aborda-se a etiologia da doença, aAborda-se a etiologia da doença, a epidemiologia, o prognóstico e osepidemiologia, o prognóstico e os diferentes tratamentos existentesdiferentes tratamentos existentes
  • 7. PsicoeducaçãoPsicoeducação • Salienta-se a importância da compreensãoSalienta-se a importância da compreensão da ansiedade normal e patológica, bemda ansiedade normal e patológica, bem como do papel do medo na gênese e nacomo do papel do medo na gênese e na manutenção da doença.manutenção da doença. • Explica-se o modelo cognitivo de pânicoExplica-se o modelo cognitivo de pânico (modelo de Barlow)(modelo de Barlow)
  • 8. Técnicas para enfrentamento daTécnicas para enfrentamento da ansiedadeansiedade • Respiração diafragmáticaRespiração diafragmática • Relaxamento muscularRelaxamento muscular
  • 9. Respiração diafragmáticaRespiração diafragmática • A respiração deve partir do diafragma,A respiração deve partir do diafragma, inspirando pela narina e expirando pelainspirando pela narina e expirando pela bocaboca • Movimentos devem ser pausados paraMovimentos devem ser pausados para facilitar a desaceleração da respiração,facilitar a desaceleração da respiração, contando-se até três para cada fase:contando-se até três para cada fase: inspiração, pausa, expiração e pausa parainspiração, pausa, expiração e pausa para nova inspiraçãonova inspiração
  • 10. Respiração diafragmáticaRespiração diafragmática • Devem-se utilizar os músculos do abdome, semDevem-se utilizar os músculos do abdome, sem movimentar o tórax ( empurrar o abdome paramovimentar o tórax ( empurrar o abdome para fora enquanto inspira e contraí-lo para dentrofora enquanto inspira e contraí-lo para dentro enquanto expira).enquanto expira). • Para aprender recomenda-se praticar váriasPara aprender recomenda-se praticar várias vezes na ausência de sintomas da ansiedade,vezes na ausência de sintomas da ansiedade, sentado ou deitado, concentrando-se nasentado ou deitado, concentrando-se na contagem dos movimentos.contagem dos movimentos.
  • 11. Relaxamento muscularRelaxamento muscular • Inicialmente, orienta-se ao paciente a posturaInicialmente, orienta-se ao paciente a postura para a prática do exercício. Deve ser confortávelpara a prática do exercício. Deve ser confortável em uma cadeira ou cama.em uma cadeira ou cama. • Para facilitar a concentração, convém fechar osPara facilitar a concentração, convém fechar os olhos e focalizar a sensação de tensão, que deveolhos e focalizar a sensação de tensão, que deve iniciar nos pés, pernas, quadril, abdome, mãos einiciar nos pés, pernas, quadril, abdome, mãos e braços, ombros pescoço, boca, olhos, nariz, testabraços, ombros pescoço, boca, olhos, nariz, testa e cabeça.e cabeça.
  • 12. Relaxamento muscularRelaxamento muscular • Manter essa tensão por cinco a dezManter essa tensão por cinco a dez segundos e então relaxar todos ossegundos e então relaxar todos os músculos ao mesmo tempo.músculos ao mesmo tempo. • Deixar a tensão ir embora e ficar assim porDeixar a tensão ir embora e ficar assim por 10 a 15 segundos, para obter,10 a 15 segundos, para obter, progressivamente, uma discriminaçãoprogressivamente, uma discriminação muscular entre contração e relaxamento.muscular entre contração e relaxamento.
  • 13. Relaxamento muscularRelaxamento muscular • Orienta-se repetir várias vezes, até que seOrienta-se repetir várias vezes, até que se sinta completamente relaxado.sinta completamente relaxado. • Procurar relaxar também a mente,Procurar relaxar também a mente, pensando em algo agradável e respirandopensando em algo agradável e respirando lentamente.lentamente. • Após um ou dois minutos, pode-se abrir osApós um ou dois minutos, pode-se abrir os olhos e alongar os músculos, movendo-osolhos e alongar os músculos, movendo-os lentamentelentamente
  • 14. • As duas técnicas- relaxamento e respiraçãoAs duas técnicas- relaxamento e respiração abdominal podem ser praticadas em sequênciaabdominal podem ser praticadas em sequência ou isoladamente.ou isoladamente. • Os pacientes são orientados a perceber qual dasOs pacientes são orientados a perceber qual das técnicas controla mais efetivamente os seustécnicas controla mais efetivamente os seus sintomas de ansiedade e a utilizá-lassintomas de ansiedade e a utilizá-las principalmente em situações em que háprincipalmente em situações em que há ansiedade antecipatóriaansiedade antecipatória
  • 15. Terapia CognitivaTerapia Cognitiva • O objetivo da terapia cognitiva é aO objetivo da terapia cognitiva é a reestruturação do pensamento que conduz areestruturação do pensamento que conduz a interpretação catastrófica dos sintomas físicos dainterpretação catastrófica dos sintomas físicos da ansiedade.ansiedade. • Demonstra-se ao paciente como osDemonstra-se ao paciente como os pensamentos influenciam as emoções e comopensamentos influenciam as emoções e como identificar esses pensamentos automáticos.identificar esses pensamentos automáticos.
  • 16. Terapia cognitivaTerapia cognitiva Utilizam-se as seguintes técnicas:Utilizam-se as seguintes técnicas: • Análise dos erros de lógicaAnálise dos erros de lógica • DescatastrofizaçãoDescatastrofização • ReatribuiçãoReatribuição • GeneralizaçãoGeneralização
  • 17. Análise dos erros de lógicaAnálise dos erros de lógica • Procura-se mostrar que os pensamentosProcura-se mostrar que os pensamentos são hipóteses, e não fatos. Portanto, osão hipóteses, e não fatos. Portanto, o conteúdo desses pensamentos deve serconteúdo desses pensamentos deve ser questionado. Pode-se utilizar o chamadoquestionado. Pode-se utilizar o chamado questionamento socrático (a procura dasquestionamento socrático (a procura das evidências que sustentam ou não a lógicaevidências que sustentam ou não a lógica do pensamento)do pensamento)
  • 18. Análise dos erros de lógicaAnálise dos erros de lógica • Pergunta-se por exemplo, “quais asPergunta-se por exemplo, “quais as evidências de que este é um pensamentoevidências de que este é um pensamento realista?” ou “o que de pior poderealista?” ou “o que de pior pode acontecer?”. É importante que o terapeutaacontecer?”. É importante que o terapeuta seja um “guia”, auxiliando o paciente aseja um “guia”, auxiliando o paciente a descobrir novas alternativas de pensardescobrir novas alternativas de pensar
  • 19. DescatastrofizaçãoDescatastrofização • Analisa-se detalhadamente a possibilidade realAnalisa-se detalhadamente a possibilidade real que o pensamento catastrófico aconteça,que o pensamento catastrófico aconteça, perguntando:perguntando: • E se acontecer?E se acontecer? • E daí?E daí? • Levar o paciente a avaliar as consequências, queLevar o paciente a avaliar as consequências, que são manejáveis, suportáveis e limitadas nosão manejáveis, suportáveis e limitadas no tempotempo
  • 20. ReatribuiçãoReatribuição • Como o paciente assume aComo o paciente assume a responsabilidade total sobre os eventosresponsabilidade total sobre os eventos negativos, ele é exigente consigo e tolerantenegativos, ele é exigente consigo e tolerante com os outros.com os outros. • Portanto, deve ser auxiliado a se tornarPortanto, deve ser auxiliado a se tornar mais flexível. Podemos perguntar: “e semais flexível. Podemos perguntar: “e se fosse com outra pessoa, o que vocêfosse com outra pessoa, o que você pensaria dela?”pensaria dela?”
  • 21. GeneralizaçãoGeneralização • O paciente passa a fazer previsões comO paciente passa a fazer previsões com base em uma experiência limitada, isto é,base em uma experiência limitada, isto é, conclui que, se um evento aconteceu emconclui que, se um evento aconteceu em um determinado local, certamenteum determinado local, certamente acontecerá novamente se estiver em umacontecerá novamente se estiver em um outro local semelhante.outro local semelhante.
  • 22. GeneralizaçãoGeneralização • Por exemplo: se ocorreu um ataque dePor exemplo: se ocorreu um ataque de pânico em um supermercado, todos ospânico em um supermercado, todos os supermercados são “perigosos e devem sersupermercados são “perigosos e devem ser evitados”evitados” • Por meio desta técnica, o paciente podePor meio desta técnica, o paciente pode reavaliar essa “verdade” e ter umareavaliar essa “verdade” e ter uma altenativa realista para pensaraltenativa realista para pensar
  • 23. Terapia comportamentalTerapia comportamental • Estudos sugerem que a exposição éEstudos sugerem que a exposição é responsável pela resposta positivaresponsável pela resposta positiva apresentada pelo paciente.apresentada pelo paciente. • Portanto, todas as técnicas anteriores sãoPortanto, todas as técnicas anteriores são um preparo para facilitar o enfrentamentoum preparo para facilitar o enfrentamento das situações temidas e evitadasdas situações temidas e evitadas..
  • 24. Terapia comportamentalTerapia comportamental Utiliza-se o princípio daUtiliza-se o princípio da dessensibilização sistemáticadessensibilização sistemática (desenvolvido por Wolpe em 1976)(desenvolvido por Wolpe em 1976)
  • 25. Terapia comportamentalTerapia comportamental • Determina-se uma hierarquia de situaçõesDetermina-se uma hierarquia de situações fóbicas, iniciando com a situação de menorfóbicas, iniciando com a situação de menor ansiedade e, gradativamente, aumentando o grauansiedade e, gradativamente, aumentando o grau de dificuldade, até chegar na situação maisde dificuldade, até chegar na situação mais temida.temida. • Hoje sabemos que a exposição deve serHoje sabemos que a exposição deve ser prolongada e sistemática, isto é, permanecer emprolongada e sistemática, isto é, permanecer em determinada situação por 90 minutos, o maisdeterminada situação por 90 minutos, o mais freqüentemente possívelfreqüentemente possível
  • 26. Terapia comportamentalTerapia comportamental • É necessária a automonitorização da ansiedadeÉ necessária a automonitorização da ansiedade • O paciente deve anotar em um diário o queO paciente deve anotar em um diário o que sentiu e o grau de ansiedade experimentada (0 asentiu e o grau de ansiedade experimentada (0 a 10).10). • À medida que o paciente enfrenta e se expõe àsÀ medida que o paciente enfrenta e se expõe às situações, ocorre o fenômeno chamado desituações, ocorre o fenômeno chamado de habituaçãohabituação..
  • 27. Terapia comportamentalTerapia comportamental • A situação anteriormente temida passa a serA situação anteriormente temida passa a ser enfrentada naturalmente, levando muitas vezesenfrentada naturalmente, levando muitas vezes ao esquecimento de que um dia ir aoao esquecimento de que um dia ir ao supermercado (por exemplo) era impossívelsupermercado (por exemplo) era impossível • Inicialmente no TP, inicia-se o tratamento com aInicialmente no TP, inicia-se o tratamento com a exposição interoceptiva, passando para aexposição interoceptiva, passando para a exposição ao vivo.exposição ao vivo.
  • 28. Terapia comportamentalTerapia comportamental • Os sintomas interoceptivos são sensaçõesOs sintomas interoceptivos são sensações físicas internas experimentadas quando emfísicas internas experimentadas quando em alta ansiedade ou durante um ataque dealta ansiedade ou durante um ataque de pânico.pânico. • O que acontece é um condicionamento dasO que acontece é um condicionamento das sensações físicas ao ataque de pânicosensações físicas ao ataque de pânico
  • 29. Terapia comportamentalTerapia comportamental • O objetivo da exposição interoceptiva éO objetivo da exposição interoceptiva é aprender a reduzir a reação automática aosaprender a reduzir a reação automática aos sintomas físicos internossintomas físicos internos • No momento em que se consegue controlar asNo momento em que se consegue controlar as sensações físicas, a reação de medo diminuisensações físicas, a reação de medo diminui • Para isso é importante que a exposição aosPara isso é importante que a exposição aos sintomas seja repetida, até ocorrer a habituaçãosintomas seja repetida, até ocorrer a habituação
  • 30. As sessõesAs sessões • A estrutura básica de cada sessão é: agendaA estrutura básica de cada sessão é: agenda (objetivo e procedimento da sessão),(objetivo e procedimento da sessão), ligação com a reunião anterior pela revisãoligação com a reunião anterior pela revisão da tarefa, avaliação dos sintomas, discussãoda tarefa, avaliação dos sintomas, discussão dos itens da agenda do dia, combinação dedos itens da agenda do dia, combinação de novas tarefas, resumo e avaliação da sessãonovas tarefas, resumo e avaliação da sessão
  • 31. SessõesSessões • As primeiras sessões são dedicadas àAs primeiras sessões são dedicadas à compreensão cognitiva do medocompreensão cognitiva do medo (modelo esquemático) e à(modelo esquemático) e à aprendizagem de técnicas paraaprendizagem de técnicas para enfrentar a ansiedade (relaxamentoenfrentar a ansiedade (relaxamento muscular e respiração abdominal)muscular e respiração abdominal)
  • 32. SessõesSessões • Nas sessões intermediárias, trabalham-se osNas sessões intermediárias, trabalham-se os pensamentos automáticos e as exposiçõespensamentos automáticos e as exposições interoceptivas.interoceptivas. • Em um primeiro momento, os pacientes devemEm um primeiro momento, os pacientes devem identificar pensamentos que pioram os sintomasidentificar pensamentos que pioram os sintomas físicos e os que melhoram.físicos e os que melhoram. • O objetivo é levar o paciente a perceber que osO objetivo é levar o paciente a perceber que os pensamentos são hipóteses e não fatos.pensamentos são hipóteses e não fatos. Iniciamos um questionamento dos pensamentosIniciamos um questionamento dos pensamentos
  • 33. SessõesSessões • As simulações de sintomas físicos são prticadasAs simulações de sintomas físicos são prticadas também na fase intermediária pela exposiçãotambém na fase intermediária pela exposição interoceptiva.interoceptiva. • As sensações físicas são provocadas porAs sensações físicas são provocadas por exercícios, de forma segura. Por exemplo:exercícios, de forma segura. Por exemplo: provocar tontura, com o paciente sentado,provocar tontura, com o paciente sentado, orientando-o balançar a cabeça para os lados, deorientando-o balançar a cabeça para os lados, de olhos fechados, durante 60 segundosolhos fechados, durante 60 segundos
  • 34. Sessões finaisSessões finais • Inicia-se a exposição ao vivo de forma gradativa.Inicia-se a exposição ao vivo de forma gradativa. • Para isso orienta-se o paciente a elaborar umaPara isso orienta-se o paciente a elaborar uma lista das situações evitadas, com o grau delista das situações evitadas, com o grau de ansiedade gerada (0 a10).ansiedade gerada (0 a10). • Iniciamos a exposição pela situação consideradaIniciamos a exposição pela situação considerada mais fácil (de acordo com a nota dada)mais fácil (de acordo com a nota dada) • Abordam-se as possibilidades de recaídas eAbordam-se as possibilidades de recaídas e orientam-se as atitudes diante de novos ataquesorientam-se as atitudes diante de novos ataques
  • 35. Considerações finaisConsiderações finais • Os procedimentos da TCC visam reduzir aOs procedimentos da TCC visam reduzir a ansiedade, ensinando os pacientes aansiedade, ensinando os pacientes a identificar, avaliar, controlar e modificaridentificar, avaliar, controlar e modificar seus pensamentos negativos relacionadosseus pensamentos negativos relacionados com o perigo de passar mal e acom o perigo de passar mal e a desenvolver habilidades de enfrentamentodesenvolver habilidades de enfrentamento das sensações corporais.das sensações corporais.