Métodos contracetivos cirurgicos

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diferentes tipos de métodos contaceptivos cirurgicos

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  • O processo é simples, o cirurgião extrai uma fração de cada um dos dois canais, conhecidos como dutos ou canais deferentes, órgãos incumbidos do transporte dos espermatozoides da região testicular ao pênis.
  • Dado que a intervenção costuma ser realizada sob anestesia local e em regime ambulatório, não necessita de hospitalização. No total, a intervenção dura entre 15 a 20 minutos.
  • De facto, deve-se aguardar um certo período de tempo até que se produzam, no mínimo, 10 a 15 ejaculações, após as quais se deve realizar uma análise ao esperma. Só quando a análise comprovar a ausência de espermatozoides é que se pode começar a manter relações sexuais sem se ter de recorrer a outro recurso contracetivo.
    A eficácia da vasectomia é muito elevada, mas apesar de teoricamente rondar os 100%, o método não é infalível, porque existe a possibilidade, embora rara se a técnica for corretamente realizada, de se produzir uma fusão espontânea de algum canal deferente.
  • Embora se possa efetuar a intervenção ao longo de toda a etapa reprodutora feminina, existem muitas mulheres que se submetem à mesma no pós-parto, altura em que as alterações da zona possibilitam um fácil acesso às trompas através de uma pequena incisão abdominal, ou após uma outra operação realizada na região pélvica.
    A intervenção costuma durar cerca de meia hora e, caso seja realizada através de uma laparoscopia, apenas são necessárias algumas horas de hospitalização.
  • Recuperação
    A histerectomia é um procedimento cirúrgico que necessitará normalmente de quatro a seis semanas para recuperação completa da doente. A taxa de recuperação e grau de dor da mesma dependerão também da forma como a operação for realizada.
  • (que poderá exigir transfusão sanguínea).

    (lesões nos intestinos ou bexiga por exemplo).
  • Métodos contracetivos cirurgicos

    1. 1. Métodos Contracetivos Cirúrgicos Carlos Carvalho nº 5 12º Ano
    2. 2. Introdução Os métodos contracetivos tecnológicos cirúrgicos são métodos definitivos que envolvem uma cirurgia no sistema reprodutor que irá impedir que os gâmetas entrem nas vias genitais.
    3. 3. Aspetos Positivos • Apenas um procedimento é necessário para garantir que não há gravidez; • Não interfere com o ato sexual; • Não tem efeitos colaterais ou riscos para a saúde a longo prazo;
    4. 4. Aspetos Negativos • Requer um profissional treinado; • É difícil reverter o processo; • Podem surgir complicações a curto prazo; • Não protege contra as DST.
    5. 5. Procedimentos aplicados no Homem Vasectomia
    6. 6. • A vasectomia é uma intervenção cirúrgica relativamente segura que permite ao homem eliminar sua fertilidade, o que implica não poder ter mais filhos. • Ela é, assim, um dos recursos contracetivos de que os casais dispõem ao optar por não reproduzirem mais. Vasectomia
    7. 7. • Em primeiro lugar, deve-se efetuar uma pequena incisão na pele num dos lados do escroto, de modo a aceder-se ao canal deferente correspondente e realizar o corte do mesmo, após o qual se deve proceder à cauterização das extremidades para que não fiquem unidas posteriormente, devendo-se por fim suturar a ferida cutânea. • Em seguida, deve-se repetir o mesmo procedimento com o canal deferente do outro lado. Procedimento
    8. 8. • O resultado da vasectomia não é imediato, já que as primeiras ejaculações após a intervenção podem ser constituídas por espermatozoides previamente presentes na parte dos canais deferentes relacionados com as estruturas ligadas com o exterior, sendo por isso que, no período imediato à operação, recorrer-se temporariamente a outro método contracetivo seguro até se comprovar que não chegam espermatozoides à uretra. Resultados
    9. 9. Procedimentos aplicados na Mulher Laqueação das Trompas
    10. 10. • É um método de contraceção cirúrgico. • Este procedimento consiste em fazer um corte ou bloqueio das trompas uterinas, com vista a impedir a fecundação do óvulo. • Pode ser feito de várias maneiras: através de um corte, colocação de clips de titânio, colocação de anéis plásticos, entre outros. Laqueação dasTrompas
    11. 11. • A intervenção deve ser realizada sob anestesia geral ou local e em regime ambulatório, através de uma pequena incisão na parede abdominal, na qual se deve inserir um fino tubo constituído por um sistema ótico que permite localizar as trompas, devendo-se introduzir no seu interior o instrumento necessário para a laqueação tubárica. A laqueação das trompas pode ser efetuada através de vários métodos, nomeadamente através de um corte cirúrgico (eletrocoagulação ou termocoagulação) ou através da aplicação de anéis de silicone ou clipes. Procedimento
    12. 12. • A intervenção provoca uma imediata esterilidade permanente, tendo uma taxa de eficácia teórica de 100%, ainda que raramente se produzam insucessos devido a uma técnica cirúrgica deficiente ou devido a uma fusão espontânea de alguma trompa. Resultados e eficácia
    13. 13. Procedimentos aplicados na Mulher Histerectomia
    14. 14. • É uma operação cirúrgica da área ginecológica que consiste na retirada do útero. • A histerectomia pode ser total, quando se retira o corpo e o colo do útero, ou subtotal, quando só o corpo é retirado. • Às vezes esta cirurgia é acompanhada da retirada dos ovários e trompas (histerectomia total com anexotomia bilateral ou histerectomia radical). Histerectomia
    15. 15. A histerectomia pode ser de três tipos: • Histerectomia total ou completa remove o colo do útero, bem como o útero, sendo o tipo mais vulgar de histerectomia. • Histerectomia parcial remove a parte superior do útero e mantém o colo do útero. • Histerectomia radical remove o útero, colo do útero, parte superior da vagina e todos tecidos de suporte. Os ovários e as trompas de falópio poderão também ser removidos na histerectomia. Tipos de Histerectomia
    16. 16. • Histerectomia abdominal - é feita através de uma incisão no abdome, por onde se retira o útero. • Histerectomia vaginal - é feita através de uma operação através da vagina, por onde se retira o útero. • Vídeo-laparoscopia - é a histerectomia onde a cirurgia é realizada por pequenos orifícios de 5 a 10 mm no abdome e a retirada do útero é feita pela vagina. Procedimentos
    17. 17. A histerectomia, como qualquer procedimento cirúrgico, envolve riscos importantes e outros menores. A maioria das doentes não apresenta problemas durante ou depois da operação, mas alguns riscos podem incluir: • Grande perda de sangue; • Problemas nos órgãos próximos • Problemas com a anestesia. • Necessidade de alterar a incisão abdominal durante o procedimento cirúrgico. • Infeções Riscos e Complicações
    18. 18. Conclusão Quem não quer originar descendência pode optar por estas operações cirúrgicas apresentadas, mas tem de ser uma decisão consciente do facto de que no futuro serão quase ou mesmo impossíveis de reverter.

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