SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 30
O CONHECIMENTO DO GRADUANDO
DE ENFERMAGEM SOBRE
ASPECTOS ÉTICOS E NORMATIVOS
DA PROFISSÃO
AUTORES: Camila Ferreira e Hellen Gouveia
Orientado por: Profª Rita de Cássia Tapié
Martins
Perfil do Enfermeiro:
“Enfermeiro com formação generalista, humanística,
crítica e reflexiva. Profissional qualificado para o
exercício de enfermagem, com base no rigor científico
e intelectual e pautado em princípios éticos. Capaz
de conhecer e intervir sobre os problemas/situações
de saúde-doença mais prevalentes do perfil
epidemiológico nacional, ..., capacitado a atuar com
senso de responsabilidade social e compromisso com
a cidadania, como promotor da saúde integral do ser
humano.”
(DCCGE, MEC)
(BRASIL, 2011)
Ainda na DCNCGE, no 2º Cap.
 “...o enfermeiro deve possuir competências
técnico-científicas, ético-políticas, sócio-
educativas contextualizadas que permita entre
outras atividades assumir compromisso ético,
humanístico e social com o trabalho
multiprofissional em saúde, gerenciar o
processo do trabalho em enfermagem com
princípios de ética e bioética, respeitar os
princípios éticos, legais e humanísticos da
profissão e ainda reconhecer o papel social do
enfermeiro para atuar em atividades de política
e planejamento em saúde...”
(MEC, BRASIL, 2011)
 Lei do Exercício profissional da Enfermagem
 Lei 7.498/86
 Código de ética em Enfermagem
 1958 – ABEN
 Resolução N.º 09/1975 – COFEN
 1993 – Reformulação
 Resolução N.º311/2007
 Resoluções Normativas aprovadas pelo Conselho
Federal de Enfermagem (COFEN)
INTERESSE PELO TEMA:
 Surgiu ao observar o pouco conhecimento
sobre aspectos éticos e normativos que os
graduandos de enfermagem demonstram ao
serem questionados sobre o tema,
evidenciando a necessidade de reforçar a
importância do tema com os mesmos.
Para falar sobre ética, normas e
resoluções é necessário mostrar
a importância destes assuntos no
decorrer da história da profissão
de enfermagem...
 Criadora da enfermagem Moderna, Guerra da
Criméia (1854)
 Escola de Enfermagem do Hospital Saint
Thomas, Inglaterra
 Curso com duração de 1 ano
 Disciplina Militar
 Disciplinas ministradas por médicos
 2 Categorias de Enfermeiras:
 Ladies – classe social mais elevada - administração
 Nurses – classe mais baixa – trabalho manual
Florence Nightingale
E no Brasil:
 Séc XIX – Enfermarias próx. a colégios e
conventos, religiosos.
 1543 – Casas de Misericórida, 1ª em Santos.
 1808 – Escola de Cirurgia de Salvador
 Instalação da Corte Portuguesa
 Saúde Pública
 Hospital Militar
 decreto Nº791 de 27 de setembro de 1890
 Escola Profissional de Enfermeiros e Enfermeiras
 Médicos do Hospital Nacional de Alienados do Rio de
Janeiro.
 Escolas de Salpetrière na França, Duração de 2 anos,
Predominantemente Curativa.
 Hoje, Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, UNIRIO
 Fundação Rockfeller e Departamento
Nacional de Saúde Pública : Enfermeiras
Visitadoras (1923)
 Escola do Departamento Nacional de Saúde:
Curso para formação de Enfermeiras ( Modelo
Nightingaleano) – Hoje, Escola Ana Nery.
 decreto Nº 20.109, de 15 de junho de 1931 –
Regulamenta o exercício profissional de
enfermagem e institui a escola Ana Nery como
padrão.
 1926 – Associação Nacional das Enfermeiras
Diplomadas
 1929 – Filia-se ao conselho internacional de
enfermagem
 1964 – Passa a denominar-se ABEn
 Responsável por todo assunto que dizia respeito
à regulamentação, fiscalização e desenvolver
técnico e científico.
ABEn
Sistema COREN e COFEN
 Lei 5.095/73
 Definidos como órgãos disciplinadores do
exercício da Profissão de Enfermeiros,
Técnicos de Enfermagem e Auxiliares de
Enfermagem
 Criação do Código de Deontologia de
Enfermagem – Hoje, Código de ética em
Enfermagem
 Criação da Lei do Exercício Profissional de
Enfermagem em 1986, reconhecendo os
cargos de Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares
O Avanço no ensino da
Enfermagem:
 1991 – ABEn - Currículo mínimo para a
formação do enfermeiro, com duração mínima
de 3.000 horas, através do Parecer n.°
163/1972 redirecionando os conteúdos,
mudando o nome do curso de Enfermagem e
Obstetrícia para Enfermagem.
 Aprovada em 1994 pela Portaria n.º 1721
 Focava a formação do enfermeiro em quatro
áreas: assistência, gerência, ensino e
pesquisa.
 Lei 9.394 de dezembro de 1996 que estabelece
as diretrizes e bases da Educação Nacional
 Resolução n.º 3, de 7 de novembro de 2001
estabeleceu-se as Diretrizes Nacionais dos
Cursos de Graduação em Enfermagem
 Definiu os princípios, fundamentos, condições e
procedimentos da formação de enfermeiros para
aplicação em âmbito nacional na organização
bem como o desenvolvimento e avaliação dos
projetos pedagógicos dos cursos de graduação
em enfermagem das instituições de Ensino
Superior.
HOJE...
 Resolução CNE/CES n.º 4, de 6 de abril de
2009, instituiu a carga horáriamínima para
diversos cursos de graduação na área da
saúde, entre eles o de enfermagem. A carga
horária mínima, uma antiga luta da ABEn, foi
definida em 4.000 horas e 10 semestres
letivos, sendo cursado minimamente em 5
anos.
 Ao relatar o trajeto da criação da profissão de
enfermagem, pretende-se mostrar a importância
da existência do código de ética, das leis e
resoluções existentes, bem como incentivar o
graduando a procurar conhecer seus direitos
enquanto profissional e os órgãos existentes para
defendê-lo em seu ambiente de trabalho, pois
acredita-se que conhecendo os documentos que
respaldam suas atividades profissionais, o
graduando de enfermagem possa ser um
profissional mais seguro no desenvolver de suas
atividades profissionais, proporcionando assim
uma classe profissional bem vista e cada vez
mais reconhecida na sociedade brasileira.
A importância do Estudo:
OBJETIVOS
 Objetivo Geral:
 Avaliar o nível de conhecimento do graduando de enfermagem
sobre os aspectos éticos e normativos da profissão, dentre os quais
a Lei do exercício profissional, o código de ética em enfermagem e
as resoluções aprovadas pelo Cofen.
 Objetivos Específicos:
 Identificar o nível de conhecimento do graduando de
enfermagem sobre a lei do exercício profissional de
enfermagem e o código de ética de enfermagem;
 Caracterizar o nível de conhecimento do graduando de
enfermagem sobre as resoluções aprovadas pelo Cofen;
 Relacionar as sugestões dos graduandos de enfermagem
sobre o ensino de leis, resoluções e legislações durante o
curso de graduação em enfermagem.
METODOLOGIA
 TIPO DE ESTUDO
 trata-se de uma pesquisa descritiva e exploratória
de natureza quantitativa com a finalidade de avaliar
o conhecimento dos graduandos de enfermagem
sobre a lei do exercício profissional de enfermagem, o
código de ética em enfermagem e as resoluções
COFEN. A opção por este tipo de estudo foi feita
considerando a natureza do fenômeno e seus
objetivos.
 Local da Pesquisa
 O Estudo será realizado em uma escola de ciências da
saúde de uma universidade privada do bairro da Mooca na
zona leste do município de São Paulo.
 População
 A população deste estudo será constituída de jovens
adultos com idade entre 19 e 30 anos de ambos os sexos,
matriculados entre o 5º e 8º semestre do curso de
graduação em enfermagem da escola de ciências da
saúde. A opção por alunos matriculados à partir do 5º
semestre, se deu ao fato de a disciplina de ética
profissional ser ministrada durante o 4º semestre do curso.
METODOLOGIA
 Amostra
 Trata-se de uma amostra não probabilística
intencional, tendo como critério de intencionalidade a
matrícula no curso de graduação em enfermagem
entre o 5º e o 8º Semestre nos períodos matutino,
vespertino e noturno, independente de possuir ou não
dependências em alguma disciplina do curso.
Atualmente a universidade em questão possui XXX
alunos matriculados no curso de graduação em
Enfermagem, dentre os quais aproximadamente YY
se encaixam no público alvo da pesquisa.
METODOLOGIA
 Procedimento de Coleta de Dados
 Após aprovação do projeto pelo Comitê de ética em pesquisa da Universidade, será
solicitado ao coordenador do curso de graduação em enfermagem uma permissão
para apresentação do projeto em sala de aula aos alunos que se encaixam no público
alvo da pesquisa, onde será explicado o objetivo do estudo e sua metodologia,
convidando-os a participarem da pesquisa.
 Os sujeitos que preencherem aos requisitos o estudo e quiserem por livre e
espontânea vontade participar da pesquisa deverão preencher em duas vias o Termo
de Consentimento Livre e Esclarecido (Anexo 1) e somente após entrega do termo
aos pesquisadores devidamente assinado é que será entregue o instrumento de
coleta de dados em somente uma via, que deverá ser respondido e entregue aos
pesquisadores.
 O instrumento de coleta de dados trata-se de um instrumento estruturado no formato
de questionário com perguntas abertas e fechadas direcionadas ao tema de pesquisa
(Anexo 2), optou-se por perguntas abertas para que o graduando justifique sua
resposta nas questões fechadas e ainda tenha a oportunidade de relacionar sua
opinião sobre o tema da pesquisa. O instrumento divide-se em cinco etapas, dentre as
quais, respectivamente, a primeira está direcionada aos dados biopsicossociais, a
segunda avalia o nível de conhecimento do graduando sobre a lei do exercício
profissional, a terceira avalia o nível de conhecimento sobre o código de ética em
enfermagem, a quarta avalia o nível de conhecimento sobre as resoluções normativas
editadas pelo Cofen e a quinta e última parte está direcionada às opiniões e
sugestões do pesquisado sobre o ensino de legislações nos cursos de graduação em
enfermagem.
METODOLOGIA
 Procedimento de Análise de Dados
 A análise de dados será realizada através de um
procedimento estatístico de classificação, codificação
e tabulação dos resultados obtidos através do
instrumento de coleta de dados, que deverão ser
apresentados por meio de gráficos e tabelas, com
posterior discussão a luz dos referenciais teóricos
pertinentes ao tema da pesquisa.
METODOLOGIA
RESULTADOS ESPERADOS
 O presente estudo, tem como resultado
esperado o desconhecimento dos alunos sobre
suas atribuições profissionais enquanto
enfermeiros, avaliados através do
conhecimento sobre resoluções do Cofen e a
lei do exercício profissional, bem como o
desconhecimento dos mesmos sobre os
direitos e deveres previstos no código de ética
dos profissionais de enfermagem.
 Esta realidade reflete na vulnerabilidade de sua
segurança profissional frente à estrutura
precária do sistema de saúde, levando-os à
riscos de negligência, imperícia e imprudência
CRONOGRAMA
2014 J F M A M J J A S O N D
Seleção do Tema X X
Escolha de Orientador X
Definição dos objetivos X
Elaboração  Alteração da Metodologia X X
Elaboração Alteração da Introdução X X X
Elaboração  Alteração do Instrumento de
Coleta de Dados
X X
Elaboração Alteração do TCLE X X
Definição do procedimento de Análise de
Dados
X X
Conclusão do Projeto X
Revisão do Projeto X
Preenchimento e Cadastramento na
Plataforma Brasil
X
Envio ao Comitê de Ética em Pesquisa X
Pesquisa em Campo/ Aplicação do
Instrumento de Avaliação e TCLE
X
Avaliação dos dados coletados/ Análise de
Dados
X X X
Apresentação dos Resultados Obtidos X X
ORÇAMENTO
Tipo de Despesa Valor Unitário Valor Gasto
Impressão R$ 0,25 R$ 100,00
Encadernação R$ 4,00 R$ 12,00
Brochura R$ 70,00 R$ 70,00
Banner R$ 150,00 R$ 150,00
Transporte R$ 3,00 R$ 300,00
Canetas R$ 2,00 R$ 4,00
lápis R$ 1,50 R$ 4,50
Valor Total: R$ 640,50
ANEXO 1
ANEXO 2
REFERENCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
 GIOVANINI et al. “A História da Enfermagem”. 2ª Edição , Rio de Janeiro, Editora Revinter, 2002.

 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM DE PERNAMBUCO. História da Enfermagem:
As Práticas de Saúde ao Longo da História e o Desenvolvimento das Práticas de
Enfermagem. Disponível em: http://www.abenpe.com.br/home/hist_enfermagem.pdf . Acesso em:
13 de março de 2014.

 NASCIMENTO, Maria Elisa Brum et al. Caminhos e Desafios da Enfermagem no Brasil. Revista
HISTEDBR Online Unicamp. Campinas, n.23, p. 131–142, set. 2006. Disponível em:
http://www.histedbr.fae.unicamp.br/revista/edicoes/23/art09_23.pdf . Acesso em: 13 de março de
2014.

 BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. Ministério da
Educação e Cultura (MEC), 2001. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/Enf.pdf .
Acesso em: 25 de fevereiro de 2014.

 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR. Resolução
CNE/CES Nº 3, de 7 de novembro 2001.Diário Oficial da União, Brasília, 9 de Novembro de 2001.
Seção 1, p. 37. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES03.pdf . Acesso em: 25
de fevereiro de 2014.

 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM (ABEn). Lei Nº 7.498 de 25 de junho de 1986.
Diário Oficial da União, 26 de Junho de 1986, Seção I – fls. 9.273 a 9.275. Disponível em:
http://www.abennacional.org.br/download/LeiPROFISSIONAL.pdf Acesso em: 18 de agosto de
2013.
 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM (ABEn). Decreto Nº 94.406 de 8 de Junho de 1987. Diário Oficial
da União, 9 de Junho de 1987. Seção I – fls. 8.853 a 8.855. Disponível em:
http://www.abennacional.org.br/download/Decreto_2094.406-87-EXERCICIO_PROFISSIONAL.pdf Acesso em: 23 de
agosto de 2013.

 SERRA, Miguel Nunes. Aprender a ser Enfermeiro: Identidade Profissional em Estudantes de Enfermagem. SISIFO:
Revista de Ciências da Educação. Nº 05, pgs 69-80, 2008. Disponível em:
http://132.248.192.201/seccion/bd_iresie/iresie_busqueda.php?indice=revista&busqueda=SISIFO:%20REVISTA%20D
E%20CIENCIAS%20DA%20EDUCACAO Acesso em: 08 de abril de 2014.

 SILVA, Alcione Leite et al. Imagem e Identidade Profissional na Construção do Conhecimento em Enfermagem.
Revista Latino Americana de Enfermagem. Vol. 10, Nº 4, pgs. 586-595, 2002. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/rlae/v10n4/13372.pdf Acesso em: 20 de outubro de 2013.

 SILVEIRA, Cristiane Aparecida et. al. A Evolução do Ensino de Enfermagem no Brasil: uma Revisão Histórica.
Revista Ciência, Cuidado e Saúde. Vol. 10, Nº 4, pgs 176-183, 2011. Disponível em:
http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/CiencCuidSaude/article/view/6967/pdf Acesso em: 08 de abril de 2014.

 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA (MEC). Parecer CNE/CES Nº: 33/2007. Diário Oficial da União, 27 de
agosto de 2007, Seção I – pg. 13. Disponível em:
http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo783.pdf Acesso em: 14 de abril de 2014.

 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA (MEC). Resolução Nº04 de 06 de abril de 2009. Diário Oficial da União,
Brasília, 7 de abril de 2009, Seção 1 - p. 27. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rces004_09.pdf
Acesso em: 02 de abril de 2014.
 KLETEMBERG, Denise Faucz et. al. A criação do Ensino de Enfermagem no Brasil. Revista Cogitare Enfermagem.
Vol. 08, Nº 03, pgs. 61-67, 2003. Disponível em: http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs/index.php/cogitare/article/viewFile/1695/1403
Acesso em: 12 de março de 2013.

 PIRES, Denise. A Enfermagem Enquanto Disciplina, Profissão e Trabalho. Revista Brasileira de Enfermagem, vol.
62, Nº05, Pgs 739-744, Brasília, 2009. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-
71672009000500015&script=sci_arttext Acesso em: 18 de Setembro de 2013.

 SANTOS, Iza Cristina et. al. A História da Enfermagem Descrita por Discentes do Curso de Graduação em
Enfermagem. In: 61º Congresso Brasileiro de Enfermagem. ABEn: Anais eletrônicos, Dez. 2009, 5-7. Disponível em:
http://www.abeneventos.com.br/anais_61cben/arquivo2.pdf Acesso em: 18 de setembro de 2013.

 BRASIL. Decreto Nº 791 de 27 de Setembro de 1890. Coleção de Leis do Brasil - 1890, Página 2456 Vol. Fasc.IX.
Disponível em: http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-791-27-setembro-1890-503459-
publicacaooriginal-1-pe.html Acesso em: 26 de abril de 2014.

 BRASIL. Decreto Nº 20.109 de 15 de Junho de 1931. Conselho Legislativo Brasileiro, 1931. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1930-1949/D20109.htm Acesso em: 26 de abril de 2014.

 BRASIL. Lei 9.294 de 20 de Dezembro de 1996. Diário Oficial da União, Brasília, 23 de Dezembro de 1996, Seção 1
- p. 18. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm Acesso em: 24 de abril de 2014.

 BRASIL. Lei Nº 775 de 6 de agosto de 1949. Diário Oficial da União, Brasília, 13 de Agosto de 1949, Seção 1 - p. 1.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1930-1949/L775.htm Acesso em: 24 de abril de 2014.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Relatório de estágio
Relatório de estágioRelatório de estágio
Relatório de estágioRosane Garcia
 
1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptx
1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptx1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptx
1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptxSocorro Carneiro
 
Slide Centro Cirúrgico
Slide Centro CirúrgicoSlide Centro Cirúrgico
Slide Centro CirúrgicoLuana Santos
 
Terminologia hospitalar
Terminologia hospitalarTerminologia hospitalar
Terminologia hospitalarjaddy xavier
 
Saúde mental e trabalho
Saúde mental e trabalhoSaúde mental e trabalho
Saúde mental e trabalhoAroldo Gavioli
 
Texto 1 modelos em saúde
Texto 1 modelos em saúdeTexto 1 modelos em saúde
Texto 1 modelos em saúdePsicologia_2015
 
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentaisPrincípios cirúrgicos e manobras fundamentais
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentaisprofguilhermeterra
 
Cirurgia Oral em Pacientes Especiais - Aula Graduação
Cirurgia Oral em Pacientes Especiais - Aula GraduaçãoCirurgia Oral em Pacientes Especiais - Aula Graduação
Cirurgia Oral em Pacientes Especiais - Aula GraduaçãoRafael Celestino
 
Aula de Farmacologia sobre Fármacos Ansiolíticos
Aula de Farmacologia sobre Fármacos AnsiolíticosAula de Farmacologia sobre Fármacos Ansiolíticos
Aula de Farmacologia sobre Fármacos AnsiolíticosJaqueline Almeida
 
Palestra de Humanização no Atendimento
Palestra de Humanização no AtendimentoPalestra de Humanização no Atendimento
Palestra de Humanização no AtendimentoFabiano Ladislau
 
Acidentes por Material Biológico
Acidentes por Material BiológicoAcidentes por Material Biológico
Acidentes por Material BiológicoProfessor Robson
 
Aula biossegurança
Aula biossegurançaAula biossegurança
Aula biossegurançaRenatbar
 
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)resenfe2013
 

Mais procurados (20)

História da enfermagem
História da enfermagemHistória da enfermagem
História da enfermagem
 
Saude da mulher
Saude da mulherSaude da mulher
Saude da mulher
 
Relatório de estágio
Relatório de estágioRelatório de estágio
Relatório de estágio
 
1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptx
1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptx1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptx
1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptx
 
Slide Centro Cirúrgico
Slide Centro CirúrgicoSlide Centro Cirúrgico
Slide Centro Cirúrgico
 
Cartilha saúde trabalhador
Cartilha saúde trabalhadorCartilha saúde trabalhador
Cartilha saúde trabalhador
 
Dermatoses Ocupacionais
Dermatoses OcupacionaisDermatoses Ocupacionais
Dermatoses Ocupacionais
 
Terminologia hospitalar
Terminologia hospitalarTerminologia hospitalar
Terminologia hospitalar
 
Saúde mental e trabalho
Saúde mental e trabalhoSaúde mental e trabalho
Saúde mental e trabalho
 
Texto 1 modelos em saúde
Texto 1 modelos em saúdeTexto 1 modelos em saúde
Texto 1 modelos em saúde
 
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentaisPrincípios cirúrgicos e manobras fundamentais
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais
 
Cirurgia Oral em Pacientes Especiais - Aula Graduação
Cirurgia Oral em Pacientes Especiais - Aula GraduaçãoCirurgia Oral em Pacientes Especiais - Aula Graduação
Cirurgia Oral em Pacientes Especiais - Aula Graduação
 
Psicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagem Psicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagem
 
Introdução à Farmacologia
Introdução à FarmacologiaIntrodução à Farmacologia
Introdução à Farmacologia
 
Aula de Farmacologia sobre Fármacos Ansiolíticos
Aula de Farmacologia sobre Fármacos AnsiolíticosAula de Farmacologia sobre Fármacos Ansiolíticos
Aula de Farmacologia sobre Fármacos Ansiolíticos
 
Palestra de Humanização no Atendimento
Palestra de Humanização no AtendimentoPalestra de Humanização no Atendimento
Palestra de Humanização no Atendimento
 
Acidentes por Material Biológico
Acidentes por Material BiológicoAcidentes por Material Biológico
Acidentes por Material Biológico
 
Aula biossegurança
Aula biossegurançaAula biossegurança
Aula biossegurança
 
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
 
Relatorio 1
Relatorio 1Relatorio 1
Relatorio 1
 

Destaque

1ª aula introducao de-enfermagem
1ª aula introducao de-enfermagem1ª aula introducao de-enfermagem
1ª aula introducao de-enfermagemElter Alves
 
A importância da informática na enfermagem
A importância da informática na enfermagemA importância da informática na enfermagem
A importância da informática na enfermagemgrazy luz
 
Teorias de Enfermagem
Teorias de Enfermagem Teorias de Enfermagem
Teorias de Enfermagem resenfe2013
 
Instrumentos Básicos do Cuidar - Enfermagem
Instrumentos Básicos do Cuidar - Enfermagem Instrumentos Básicos do Cuidar - Enfermagem
Instrumentos Básicos do Cuidar - Enfermagem Artur Rodrigues Cunha
 
Ética Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagemÉtica Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagemfnanda
 
Enfermagem o papel e a importância
Enfermagem   o papel e a importânciaEnfermagem   o papel e a importância
Enfermagem o papel e a importânciaCélia Costa
 

Destaque (10)

1ª aula introducao de-enfermagem
1ª aula introducao de-enfermagem1ª aula introducao de-enfermagem
1ª aula introducao de-enfermagem
 
A importância da informática na enfermagem
A importância da informática na enfermagemA importância da informática na enfermagem
A importância da informática na enfermagem
 
Slide 1
Slide 1Slide 1
Slide 1
 
Enfermagem
EnfermagemEnfermagem
Enfermagem
 
Protocolo de enfermagem
Protocolo de enfermagemProtocolo de enfermagem
Protocolo de enfermagem
 
Teorias de Enfermagem
Teorias de Enfermagem Teorias de Enfermagem
Teorias de Enfermagem
 
Instrumentos Básicos do Cuidar - Enfermagem
Instrumentos Básicos do Cuidar - Enfermagem Instrumentos Básicos do Cuidar - Enfermagem
Instrumentos Básicos do Cuidar - Enfermagem
 
Ética Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagemÉtica Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagem
 
Enfermagem o papel e a importância
Enfermagem   o papel e a importânciaEnfermagem   o papel e a importância
Enfermagem o papel e a importância
 
Teorias de enfermagem
Teorias de enfermagemTeorias de enfermagem
Teorias de enfermagem
 

Semelhante a Pré Projeto: Avaliação do Conhecimento dos Graduandos de Enfermagem sobre aspectos normativos da Profissão

Ensino de deontologia_3_edicao
Ensino de deontologia_3_edicaoEnsino de deontologia_3_edicao
Ensino de deontologia_3_edicaoERLALINODECARVALHO
 
Slaid 1 fundamentos da enfermagem
Slaid 1 fundamentos da enfermagemSlaid 1 fundamentos da enfermagem
Slaid 1 fundamentos da enfermagemRosiane Maria
 
Desenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grosseman
Desenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grossemanDesenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grosseman
Desenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grossemanPROIDDBahiana
 
Desenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grosseman
Desenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grossemanDesenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grosseman
Desenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grossemanPROIDDBahiana
 
Plano de curso para capacitação do auxiliar de farmácia
Plano de curso para capacitação do auxiliar de farmáciaPlano de curso para capacitação do auxiliar de farmácia
Plano de curso para capacitação do auxiliar de farmáciaFernando Amaral de Calais
 
parecer projeto_humanitude OE
parecer projeto_humanitude OEparecer projeto_humanitude OE
parecer projeto_humanitude OERita Cardoso
 
Debate: "Ensinar Medicina no Século XXI: a articulação entre Unidades de Saúd...
Debate: "Ensinar Medicina no Século XXI: a articulação entre Unidades de Saúd...Debate: "Ensinar Medicina no Século XXI: a articulação entre Unidades de Saúd...
Debate: "Ensinar Medicina no Século XXI: a articulação entre Unidades de Saúd...scmed
 
Sistematização da Assistência de Enfermagem
Sistematização da Assistência de EnfermagemSistematização da Assistência de Enfermagem
Sistematização da Assistência de EnfermagemWhevergton Santos
 
Pós-Graduação em Responsabilidade Civil com ênfase em Direito na área da Saúde
Pós-Graduação em Responsabilidade Civil com ênfase em Direito na área da SaúdePós-Graduação em Responsabilidade Civil com ênfase em Direito na área da Saúde
Pós-Graduação em Responsabilidade Civil com ênfase em Direito na área da SaúdeEscola Superior de Direito Ribeirão Preto
 
Tema Livre Poster Apresentado No I Cobrad Cascavel Pr
Tema Livre Poster Apresentado No I Cobrad Cascavel PrTema Livre Poster Apresentado No I Cobrad Cascavel Pr
Tema Livre Poster Apresentado No I Cobrad Cascavel PrLeonardo Savassi
 
O ensino-e-o-aprendizado-das-habilidades-clinicas-e-competencias-medicas-kira...
O ensino-e-o-aprendizado-das-habilidades-clinicas-e-competencias-medicas-kira...O ensino-e-o-aprendizado-das-habilidades-clinicas-e-competencias-medicas-kira...
O ensino-e-o-aprendizado-das-habilidades-clinicas-e-competencias-medicas-kira...PROIDDBahiana
 
Manual do Biomédico
Manual do BiomédicoManual do Biomédico
Manual do Biomédicossusera819e3
 

Semelhante a Pré Projeto: Avaliação do Conhecimento dos Graduandos de Enfermagem sobre aspectos normativos da Profissão (20)

Ensino de deontologia_3_edicao
Ensino de deontologia_3_edicaoEnsino de deontologia_3_edicao
Ensino de deontologia_3_edicao
 
Slaid 1 fundamentos da enfermagem
Slaid 1 fundamentos da enfermagemSlaid 1 fundamentos da enfermagem
Slaid 1 fundamentos da enfermagem
 
Seminári..
 Seminári.. Seminári..
Seminári..
 
Desenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grosseman
Desenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grossemanDesenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grosseman
Desenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grosseman
 
Desenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grosseman
Desenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grossemanDesenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grosseman
Desenvolvimento curricular cbc-bollela-amaral-grosseman
 
Cursose clinico intensivo
Cursose clinico intensivoCursose clinico intensivo
Cursose clinico intensivo
 
Plano de curso para capacitação do auxiliar de farmácia
Plano de curso para capacitação do auxiliar de farmáciaPlano de curso para capacitação do auxiliar de farmácia
Plano de curso para capacitação do auxiliar de farmácia
 
parecer projeto_humanitude OE
parecer projeto_humanitude OEparecer projeto_humanitude OE
parecer projeto_humanitude OE
 
PDF M1U4 - EPAS.pdf
PDF M1U4 - EPAS.pdfPDF M1U4 - EPAS.pdf
PDF M1U4 - EPAS.pdf
 
Debate: "Ensinar Medicina no Século XXI: a articulação entre Unidades de Saúd...
Debate: "Ensinar Medicina no Século XXI: a articulação entre Unidades de Saúd...Debate: "Ensinar Medicina no Século XXI: a articulação entre Unidades de Saúd...
Debate: "Ensinar Medicina no Século XXI: a articulação entre Unidades de Saúd...
 
Banner prétcc
Banner prétcc Banner prétcc
Banner prétcc
 
Sistematização da Assistência de Enfermagem
Sistematização da Assistência de EnfermagemSistematização da Assistência de Enfermagem
Sistematização da Assistência de Enfermagem
 
B1103031217
B1103031217B1103031217
B1103031217
 
projeto clinica.ppt
projeto clinica.pptprojeto clinica.ppt
projeto clinica.ppt
 
Pós-Graduação em Responsabilidade Civil com ênfase em Direito na área da Saúde
Pós-Graduação em Responsabilidade Civil com ênfase em Direito na área da SaúdePós-Graduação em Responsabilidade Civil com ênfase em Direito na área da Saúde
Pós-Graduação em Responsabilidade Civil com ênfase em Direito na área da Saúde
 
3447-7631-1-PB.pdf
3447-7631-1-PB.pdf3447-7631-1-PB.pdf
3447-7631-1-PB.pdf
 
Tema Livre Poster Apresentado No I Cobrad Cascavel Pr
Tema Livre Poster Apresentado No I Cobrad Cascavel PrTema Livre Poster Apresentado No I Cobrad Cascavel Pr
Tema Livre Poster Apresentado No I Cobrad Cascavel Pr
 
O ensino-e-o-aprendizado-das-habilidades-clinicas-e-competencias-medicas-kira...
O ensino-e-o-aprendizado-das-habilidades-clinicas-e-competencias-medicas-kira...O ensino-e-o-aprendizado-das-habilidades-clinicas-e-competencias-medicas-kira...
O ensino-e-o-aprendizado-das-habilidades-clinicas-e-competencias-medicas-kira...
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
Manual do Biomédico
Manual do BiomédicoManual do Biomédico
Manual do Biomédico
 

Mais de Camila Ferreira

Avaliação do Conhecimento dos Graduandos de Enfermagem sobre aspectos normati...
Avaliação do Conhecimento dos Graduandos de Enfermagem sobre aspectos normati...Avaliação do Conhecimento dos Graduandos de Enfermagem sobre aspectos normati...
Avaliação do Conhecimento dos Graduandos de Enfermagem sobre aspectos normati...Camila Ferreira
 
Câncer de Mama - SIPAT 2013
Câncer de Mama - SIPAT 2013Câncer de Mama - SIPAT 2013
Câncer de Mama - SIPAT 2013Camila Ferreira
 
Um Caso sobre Esquizofrenia
Um Caso sobre EsquizofreniaUm Caso sobre Esquizofrenia
Um Caso sobre EsquizofreniaCamila Ferreira
 
Doenças neurodegenerativas
Doenças neurodegenerativasDoenças neurodegenerativas
Doenças neurodegenerativasCamila Ferreira
 
Distrofia muscular de duchenne
Distrofia muscular de duchenneDistrofia muscular de duchenne
Distrofia muscular de duchenneCamila Ferreira
 
Microbiologia clínica em infecção hospitalar 2
Microbiologia clínica em infecção hospitalar 2Microbiologia clínica em infecção hospitalar 2
Microbiologia clínica em infecção hospitalar 2Camila Ferreira
 
Iniciativa hospital amigo da criança
Iniciativa hospital amigo da criançaIniciativa hospital amigo da criança
Iniciativa hospital amigo da criançaCamila Ferreira
 
Iniciativa hospital amigo da criança
Iniciativa hospital amigo da criançaIniciativa hospital amigo da criança
Iniciativa hospital amigo da criançaCamila Ferreira
 

Mais de Camila Ferreira (15)

Avaliação do Conhecimento dos Graduandos de Enfermagem sobre aspectos normati...
Avaliação do Conhecimento dos Graduandos de Enfermagem sobre aspectos normati...Avaliação do Conhecimento dos Graduandos de Enfermagem sobre aspectos normati...
Avaliação do Conhecimento dos Graduandos de Enfermagem sobre aspectos normati...
 
Dietas da Moda
Dietas da ModaDietas da Moda
Dietas da Moda
 
Brinquedo Terapêutico
Brinquedo TerapêuticoBrinquedo Terapêutico
Brinquedo Terapêutico
 
Brinquedo Terapêutico
Brinquedo TerapêuticoBrinquedo Terapêutico
Brinquedo Terapêutico
 
Exames Bioquímicos
Exames BioquímicosExames Bioquímicos
Exames Bioquímicos
 
Câncer de Mama - SIPAT 2013
Câncer de Mama - SIPAT 2013Câncer de Mama - SIPAT 2013
Câncer de Mama - SIPAT 2013
 
SIPAT American Airlines
SIPAT American AirlinesSIPAT American Airlines
SIPAT American Airlines
 
Um Caso sobre Esquizofrenia
Um Caso sobre EsquizofreniaUm Caso sobre Esquizofrenia
Um Caso sobre Esquizofrenia
 
Processo educativo
Processo educativoProcesso educativo
Processo educativo
 
Doenças neurodegenerativas
Doenças neurodegenerativasDoenças neurodegenerativas
Doenças neurodegenerativas
 
Distrofia muscular de duchenne
Distrofia muscular de duchenneDistrofia muscular de duchenne
Distrofia muscular de duchenne
 
Duchenne
DuchenneDuchenne
Duchenne
 
Microbiologia clínica em infecção hospitalar 2
Microbiologia clínica em infecção hospitalar 2Microbiologia clínica em infecção hospitalar 2
Microbiologia clínica em infecção hospitalar 2
 
Iniciativa hospital amigo da criança
Iniciativa hospital amigo da criançaIniciativa hospital amigo da criança
Iniciativa hospital amigo da criança
 
Iniciativa hospital amigo da criança
Iniciativa hospital amigo da criançaIniciativa hospital amigo da criança
Iniciativa hospital amigo da criança
 

Último

AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptxAULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptxmikashopassos123
 
AULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdf
AULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdfAULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdf
AULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdfClaudiaAraujo428025
 
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdfATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdfvejic16888
 
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSHomens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSProf. Marcus Renato de Carvalho
 
Metabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdf
Metabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdfMetabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdf
Metabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdfMayaraStefanydaSilva1
 
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptx
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptxDOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptx
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptxDiegoFernandes857616
 
Tabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdf
Tabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdfTabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdf
Tabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdfqualidadediagnostico
 
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfCrianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfivana Sobrenome
 

Último (8)

AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptxAULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
 
AULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdf
AULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdfAULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdf
AULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdf
 
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdfATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
 
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSHomens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
 
Metabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdf
Metabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdfMetabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdf
Metabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdf
 
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptx
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptxDOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptx
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptx
 
Tabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdf
Tabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdfTabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdf
Tabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdf
 
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfCrianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
 

Pré Projeto: Avaliação do Conhecimento dos Graduandos de Enfermagem sobre aspectos normativos da Profissão

  • 1. O CONHECIMENTO DO GRADUANDO DE ENFERMAGEM SOBRE ASPECTOS ÉTICOS E NORMATIVOS DA PROFISSÃO AUTORES: Camila Ferreira e Hellen Gouveia Orientado por: Profª Rita de Cássia Tapié Martins
  • 2. Perfil do Enfermeiro: “Enfermeiro com formação generalista, humanística, crítica e reflexiva. Profissional qualificado para o exercício de enfermagem, com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos. Capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes do perfil epidemiológico nacional, ..., capacitado a atuar com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano.” (DCCGE, MEC) (BRASIL, 2011)
  • 3. Ainda na DCNCGE, no 2º Cap.  “...o enfermeiro deve possuir competências técnico-científicas, ético-políticas, sócio- educativas contextualizadas que permita entre outras atividades assumir compromisso ético, humanístico e social com o trabalho multiprofissional em saúde, gerenciar o processo do trabalho em enfermagem com princípios de ética e bioética, respeitar os princípios éticos, legais e humanísticos da profissão e ainda reconhecer o papel social do enfermeiro para atuar em atividades de política e planejamento em saúde...” (MEC, BRASIL, 2011)
  • 4.  Lei do Exercício profissional da Enfermagem  Lei 7.498/86  Código de ética em Enfermagem  1958 – ABEN  Resolução N.º 09/1975 – COFEN  1993 – Reformulação  Resolução N.º311/2007  Resoluções Normativas aprovadas pelo Conselho Federal de Enfermagem (COFEN)
  • 5. INTERESSE PELO TEMA:  Surgiu ao observar o pouco conhecimento sobre aspectos éticos e normativos que os graduandos de enfermagem demonstram ao serem questionados sobre o tema, evidenciando a necessidade de reforçar a importância do tema com os mesmos.
  • 6. Para falar sobre ética, normas e resoluções é necessário mostrar a importância destes assuntos no decorrer da história da profissão de enfermagem...
  • 7.  Criadora da enfermagem Moderna, Guerra da Criméia (1854)  Escola de Enfermagem do Hospital Saint Thomas, Inglaterra  Curso com duração de 1 ano  Disciplina Militar  Disciplinas ministradas por médicos  2 Categorias de Enfermeiras:  Ladies – classe social mais elevada - administração  Nurses – classe mais baixa – trabalho manual Florence Nightingale
  • 8. E no Brasil:  Séc XIX – Enfermarias próx. a colégios e conventos, religiosos.  1543 – Casas de Misericórida, 1ª em Santos.  1808 – Escola de Cirurgia de Salvador  Instalação da Corte Portuguesa  Saúde Pública  Hospital Militar  decreto Nº791 de 27 de setembro de 1890  Escola Profissional de Enfermeiros e Enfermeiras  Médicos do Hospital Nacional de Alienados do Rio de Janeiro.  Escolas de Salpetrière na França, Duração de 2 anos, Predominantemente Curativa.  Hoje, Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, UNIRIO
  • 9.  Fundação Rockfeller e Departamento Nacional de Saúde Pública : Enfermeiras Visitadoras (1923)  Escola do Departamento Nacional de Saúde: Curso para formação de Enfermeiras ( Modelo Nightingaleano) – Hoje, Escola Ana Nery.  decreto Nº 20.109, de 15 de junho de 1931 – Regulamenta o exercício profissional de enfermagem e institui a escola Ana Nery como padrão.
  • 10.  1926 – Associação Nacional das Enfermeiras Diplomadas  1929 – Filia-se ao conselho internacional de enfermagem  1964 – Passa a denominar-se ABEn  Responsável por todo assunto que dizia respeito à regulamentação, fiscalização e desenvolver técnico e científico. ABEn
  • 11. Sistema COREN e COFEN  Lei 5.095/73  Definidos como órgãos disciplinadores do exercício da Profissão de Enfermeiros, Técnicos de Enfermagem e Auxiliares de Enfermagem  Criação do Código de Deontologia de Enfermagem – Hoje, Código de ética em Enfermagem  Criação da Lei do Exercício Profissional de Enfermagem em 1986, reconhecendo os cargos de Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares
  • 12. O Avanço no ensino da Enfermagem:  1991 – ABEn - Currículo mínimo para a formação do enfermeiro, com duração mínima de 3.000 horas, através do Parecer n.° 163/1972 redirecionando os conteúdos, mudando o nome do curso de Enfermagem e Obstetrícia para Enfermagem.  Aprovada em 1994 pela Portaria n.º 1721  Focava a formação do enfermeiro em quatro áreas: assistência, gerência, ensino e pesquisa.
  • 13.  Lei 9.394 de dezembro de 1996 que estabelece as diretrizes e bases da Educação Nacional  Resolução n.º 3, de 7 de novembro de 2001 estabeleceu-se as Diretrizes Nacionais dos Cursos de Graduação em Enfermagem  Definiu os princípios, fundamentos, condições e procedimentos da formação de enfermeiros para aplicação em âmbito nacional na organização bem como o desenvolvimento e avaliação dos projetos pedagógicos dos cursos de graduação em enfermagem das instituições de Ensino Superior.
  • 14. HOJE...  Resolução CNE/CES n.º 4, de 6 de abril de 2009, instituiu a carga horáriamínima para diversos cursos de graduação na área da saúde, entre eles o de enfermagem. A carga horária mínima, uma antiga luta da ABEn, foi definida em 4.000 horas e 10 semestres letivos, sendo cursado minimamente em 5 anos.
  • 15.  Ao relatar o trajeto da criação da profissão de enfermagem, pretende-se mostrar a importância da existência do código de ética, das leis e resoluções existentes, bem como incentivar o graduando a procurar conhecer seus direitos enquanto profissional e os órgãos existentes para defendê-lo em seu ambiente de trabalho, pois acredita-se que conhecendo os documentos que respaldam suas atividades profissionais, o graduando de enfermagem possa ser um profissional mais seguro no desenvolver de suas atividades profissionais, proporcionando assim uma classe profissional bem vista e cada vez mais reconhecida na sociedade brasileira. A importância do Estudo:
  • 16. OBJETIVOS  Objetivo Geral:  Avaliar o nível de conhecimento do graduando de enfermagem sobre os aspectos éticos e normativos da profissão, dentre os quais a Lei do exercício profissional, o código de ética em enfermagem e as resoluções aprovadas pelo Cofen.  Objetivos Específicos:  Identificar o nível de conhecimento do graduando de enfermagem sobre a lei do exercício profissional de enfermagem e o código de ética de enfermagem;  Caracterizar o nível de conhecimento do graduando de enfermagem sobre as resoluções aprovadas pelo Cofen;  Relacionar as sugestões dos graduandos de enfermagem sobre o ensino de leis, resoluções e legislações durante o curso de graduação em enfermagem.
  • 17. METODOLOGIA  TIPO DE ESTUDO  trata-se de uma pesquisa descritiva e exploratória de natureza quantitativa com a finalidade de avaliar o conhecimento dos graduandos de enfermagem sobre a lei do exercício profissional de enfermagem, o código de ética em enfermagem e as resoluções COFEN. A opção por este tipo de estudo foi feita considerando a natureza do fenômeno e seus objetivos.
  • 18.  Local da Pesquisa  O Estudo será realizado em uma escola de ciências da saúde de uma universidade privada do bairro da Mooca na zona leste do município de São Paulo.  População  A população deste estudo será constituída de jovens adultos com idade entre 19 e 30 anos de ambos os sexos, matriculados entre o 5º e 8º semestre do curso de graduação em enfermagem da escola de ciências da saúde. A opção por alunos matriculados à partir do 5º semestre, se deu ao fato de a disciplina de ética profissional ser ministrada durante o 4º semestre do curso. METODOLOGIA
  • 19.  Amostra  Trata-se de uma amostra não probabilística intencional, tendo como critério de intencionalidade a matrícula no curso de graduação em enfermagem entre o 5º e o 8º Semestre nos períodos matutino, vespertino e noturno, independente de possuir ou não dependências em alguma disciplina do curso. Atualmente a universidade em questão possui XXX alunos matriculados no curso de graduação em Enfermagem, dentre os quais aproximadamente YY se encaixam no público alvo da pesquisa. METODOLOGIA
  • 20.  Procedimento de Coleta de Dados  Após aprovação do projeto pelo Comitê de ética em pesquisa da Universidade, será solicitado ao coordenador do curso de graduação em enfermagem uma permissão para apresentação do projeto em sala de aula aos alunos que se encaixam no público alvo da pesquisa, onde será explicado o objetivo do estudo e sua metodologia, convidando-os a participarem da pesquisa.  Os sujeitos que preencherem aos requisitos o estudo e quiserem por livre e espontânea vontade participar da pesquisa deverão preencher em duas vias o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (Anexo 1) e somente após entrega do termo aos pesquisadores devidamente assinado é que será entregue o instrumento de coleta de dados em somente uma via, que deverá ser respondido e entregue aos pesquisadores.  O instrumento de coleta de dados trata-se de um instrumento estruturado no formato de questionário com perguntas abertas e fechadas direcionadas ao tema de pesquisa (Anexo 2), optou-se por perguntas abertas para que o graduando justifique sua resposta nas questões fechadas e ainda tenha a oportunidade de relacionar sua opinião sobre o tema da pesquisa. O instrumento divide-se em cinco etapas, dentre as quais, respectivamente, a primeira está direcionada aos dados biopsicossociais, a segunda avalia o nível de conhecimento do graduando sobre a lei do exercício profissional, a terceira avalia o nível de conhecimento sobre o código de ética em enfermagem, a quarta avalia o nível de conhecimento sobre as resoluções normativas editadas pelo Cofen e a quinta e última parte está direcionada às opiniões e sugestões do pesquisado sobre o ensino de legislações nos cursos de graduação em enfermagem. METODOLOGIA
  • 21.  Procedimento de Análise de Dados  A análise de dados será realizada através de um procedimento estatístico de classificação, codificação e tabulação dos resultados obtidos através do instrumento de coleta de dados, que deverão ser apresentados por meio de gráficos e tabelas, com posterior discussão a luz dos referenciais teóricos pertinentes ao tema da pesquisa. METODOLOGIA
  • 22. RESULTADOS ESPERADOS  O presente estudo, tem como resultado esperado o desconhecimento dos alunos sobre suas atribuições profissionais enquanto enfermeiros, avaliados através do conhecimento sobre resoluções do Cofen e a lei do exercício profissional, bem como o desconhecimento dos mesmos sobre os direitos e deveres previstos no código de ética dos profissionais de enfermagem.  Esta realidade reflete na vulnerabilidade de sua segurança profissional frente à estrutura precária do sistema de saúde, levando-os à riscos de negligência, imperícia e imprudência
  • 23. CRONOGRAMA 2014 J F M A M J J A S O N D Seleção do Tema X X Escolha de Orientador X Definição dos objetivos X Elaboração Alteração da Metodologia X X Elaboração Alteração da Introdução X X X Elaboração Alteração do Instrumento de Coleta de Dados X X Elaboração Alteração do TCLE X X Definição do procedimento de Análise de Dados X X Conclusão do Projeto X Revisão do Projeto X Preenchimento e Cadastramento na Plataforma Brasil X Envio ao Comitê de Ética em Pesquisa X Pesquisa em Campo/ Aplicação do Instrumento de Avaliação e TCLE X Avaliação dos dados coletados/ Análise de Dados X X X Apresentação dos Resultados Obtidos X X
  • 24. ORÇAMENTO Tipo de Despesa Valor Unitário Valor Gasto Impressão R$ 0,25 R$ 100,00 Encadernação R$ 4,00 R$ 12,00 Brochura R$ 70,00 R$ 70,00 Banner R$ 150,00 R$ 150,00 Transporte R$ 3,00 R$ 300,00 Canetas R$ 2,00 R$ 4,00 lápis R$ 1,50 R$ 4,50 Valor Total: R$ 640,50
  • 27.
  • 28. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS  GIOVANINI et al. “A História da Enfermagem”. 2ª Edição , Rio de Janeiro, Editora Revinter, 2002.   ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM DE PERNAMBUCO. História da Enfermagem: As Práticas de Saúde ao Longo da História e o Desenvolvimento das Práticas de Enfermagem. Disponível em: http://www.abenpe.com.br/home/hist_enfermagem.pdf . Acesso em: 13 de março de 2014.   NASCIMENTO, Maria Elisa Brum et al. Caminhos e Desafios da Enfermagem no Brasil. Revista HISTEDBR Online Unicamp. Campinas, n.23, p. 131–142, set. 2006. Disponível em: http://www.histedbr.fae.unicamp.br/revista/edicoes/23/art09_23.pdf . Acesso em: 13 de março de 2014.   BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. Ministério da Educação e Cultura (MEC), 2001. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/Enf.pdf . Acesso em: 25 de fevereiro de 2014.   CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR. Resolução CNE/CES Nº 3, de 7 de novembro 2001.Diário Oficial da União, Brasília, 9 de Novembro de 2001. Seção 1, p. 37. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES03.pdf . Acesso em: 25 de fevereiro de 2014.   ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM (ABEn). Lei Nº 7.498 de 25 de junho de 1986. Diário Oficial da União, 26 de Junho de 1986, Seção I – fls. 9.273 a 9.275. Disponível em: http://www.abennacional.org.br/download/LeiPROFISSIONAL.pdf Acesso em: 18 de agosto de 2013.
  • 29.  ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM (ABEn). Decreto Nº 94.406 de 8 de Junho de 1987. Diário Oficial da União, 9 de Junho de 1987. Seção I – fls. 8.853 a 8.855. Disponível em: http://www.abennacional.org.br/download/Decreto_2094.406-87-EXERCICIO_PROFISSIONAL.pdf Acesso em: 23 de agosto de 2013.   SERRA, Miguel Nunes. Aprender a ser Enfermeiro: Identidade Profissional em Estudantes de Enfermagem. SISIFO: Revista de Ciências da Educação. Nº 05, pgs 69-80, 2008. Disponível em: http://132.248.192.201/seccion/bd_iresie/iresie_busqueda.php?indice=revista&busqueda=SISIFO:%20REVISTA%20D E%20CIENCIAS%20DA%20EDUCACAO Acesso em: 08 de abril de 2014.   SILVA, Alcione Leite et al. Imagem e Identidade Profissional na Construção do Conhecimento em Enfermagem. Revista Latino Americana de Enfermagem. Vol. 10, Nº 4, pgs. 586-595, 2002. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rlae/v10n4/13372.pdf Acesso em: 20 de outubro de 2013.   SILVEIRA, Cristiane Aparecida et. al. A Evolução do Ensino de Enfermagem no Brasil: uma Revisão Histórica. Revista Ciência, Cuidado e Saúde. Vol. 10, Nº 4, pgs 176-183, 2011. Disponível em: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/CiencCuidSaude/article/view/6967/pdf Acesso em: 08 de abril de 2014.   MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA (MEC). Parecer CNE/CES Nº: 33/2007. Diário Oficial da União, 27 de agosto de 2007, Seção I – pg. 13. Disponível em: http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo783.pdf Acesso em: 14 de abril de 2014.   MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA (MEC). Resolução Nº04 de 06 de abril de 2009. Diário Oficial da União, Brasília, 7 de abril de 2009, Seção 1 - p. 27. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rces004_09.pdf Acesso em: 02 de abril de 2014.
  • 30.  KLETEMBERG, Denise Faucz et. al. A criação do Ensino de Enfermagem no Brasil. Revista Cogitare Enfermagem. Vol. 08, Nº 03, pgs. 61-67, 2003. Disponível em: http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs/index.php/cogitare/article/viewFile/1695/1403 Acesso em: 12 de março de 2013.   PIRES, Denise. A Enfermagem Enquanto Disciplina, Profissão e Trabalho. Revista Brasileira de Enfermagem, vol. 62, Nº05, Pgs 739-744, Brasília, 2009. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034- 71672009000500015&script=sci_arttext Acesso em: 18 de Setembro de 2013.   SANTOS, Iza Cristina et. al. A História da Enfermagem Descrita por Discentes do Curso de Graduação em Enfermagem. In: 61º Congresso Brasileiro de Enfermagem. ABEn: Anais eletrônicos, Dez. 2009, 5-7. Disponível em: http://www.abeneventos.com.br/anais_61cben/arquivo2.pdf Acesso em: 18 de setembro de 2013.   BRASIL. Decreto Nº 791 de 27 de Setembro de 1890. Coleção de Leis do Brasil - 1890, Página 2456 Vol. Fasc.IX. Disponível em: http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-791-27-setembro-1890-503459- publicacaooriginal-1-pe.html Acesso em: 26 de abril de 2014.   BRASIL. Decreto Nº 20.109 de 15 de Junho de 1931. Conselho Legislativo Brasileiro, 1931. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1930-1949/D20109.htm Acesso em: 26 de abril de 2014.   BRASIL. Lei 9.294 de 20 de Dezembro de 1996. Diário Oficial da União, Brasília, 23 de Dezembro de 1996, Seção 1 - p. 18. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm Acesso em: 24 de abril de 2014.   BRASIL. Lei Nº 775 de 6 de agosto de 1949. Diário Oficial da União, Brasília, 13 de Agosto de 1949, Seção 1 - p. 1. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1930-1949/L775.htm Acesso em: 24 de abril de 2014.