Parentesco e Filiação

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Parentesco e Filiação

  1. 1. Parentesco e Filiação
  2. 2. O LIVRO DOS ESPÍRITOS LIVRO II - CAP. IV Será que se transmite aos filhos uma parte da nossa alma ou apenas a matéria que o espírito necessita para reencarnar ?
  3. 3. Para quem já estudou a codificação de Allan Kardec sabe que ao reencarnarmos os nossos pais apenas nos transmitiram a matéria que necessitamos para reencarnar, pois o Espírito já existia e não se divide, cada ser é um ser único.
  4. 4. Se já existíamos antes de reencarnar, significa que já tivemos outras existências, será que durante essas existências não convivemos com muitos outros Espíritos com quem constituímos família, amigos e adversários ?
  5. 5. Não pode ser de outra maneira, senão, não fazia sentido a preexistência do Espírito.
  6. 6. A união e afeição que existem entre pessoas e parentes são um índice da simpatia anterior que as aproximou.
  7. 7. Deus permite que, nas famílias ocorram essas encarnações de Espíritos antipáticos ou estranhos, com o duplo objectivo de servir de prova para uns e, para outros , de meio de progresso.
  8. 8. Não são os da consanguinidade os verdadeiros laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de ideias, os quais prendem os Espíritos antes, durante e depois de suas encarnações.
  9. 9. Mas acreditemos que os Espíritos dos nossos antepassados não se sentem absolutamente honrados com o culto que lhes tributamos por orgulho.
  10. 10. Por mais problemático que seja o nosso convívio com alguns dos nossos familiares mais difíceis, deveremos ter com eles, a mesma generosidade e compreensão, que temos com os outros, na certeza de que a Leis de Deus não nos une sem uma causa justa, e essa convivência é para nós necessária e positiva na aprendizagem da vida em busca da nossa perfeição moral.
  11. 11. No item 8, no capítulo XIV, do Evangelho Segundo o Espiritismo, os Espíritos superiores nos explicam que pertencemos a duas espécies de famílias: “as famílias pelos laços espirituais, e as famílias pelos laços corporais”
  12. 12. Então, por um esforço incrível, olham aqueles que detestaram na Terra, mas diante de essa visão, seu ressentimento desperta, revoltam-se com a ideia de perdoar, e mais ainda com a de se abdicarem de si mesmos, sobretudo, à de amarem aqueles que talvez lhe destruíram a fortuna, a honra, a família .
  13. 13. Quando a Humanidade compreender que quando se produz um corpo, a alma que nele encarna vem do espaço para progredir, saber os seus deveres, colocar todo o seu amor em aproximar essa alma de Deus e cumprir fielmente essa missão que nos está confiada receberemos a recompensa prometida pelo Pai.
  14. 14. Mães, abracem, pois, o filho que vos causa desgosto, e digam: -Um de nós dois foi culpado.
  15. 15. De todas as provas, as mais penosas são as que afectam o coração, alguém suporta com coragem a miséria e as privações materiais, mas sucumbe ao peso dos desgostos domésticos, esmagado pela ingratidão dos seus.
  16. 16. Os Espíritos que a semelhança dos gostos, a identidade de progresso moral e a afeição levam a se reunirem, formam famílias, esses mesmos Espíritos, em suas migrações terrestres, se procuram para se agruparem como o fazem no espaço, daí nascem as famílias unidas e homogéneas
  17. 17. E assim aqui nos encontramos reunidos como uma grande família, para que se sigam as leis do Pai, não interessa se já fomos amigos ou adversários, o que interessa sim, é que nos amemos hoje, uns aos outros para um futuro melhor e ultrapassar as nossas dificuldades porque todos as temos.
  18. 18. Filhos, através dos vossos vínculos afectivos é que tendes, no mundo, a oportunidade de vos aproximar dos vossos desafectos do passado, que renascem no corpo, em obediência aos compromissos assumidos convosco. Os elos da consanguinidade vos possibilitam experiências em comum, nas quais vos tornais em instrumentos de aprendizado mútuo.
  19. 19. A convivência no corpo vos enseja o desenvolvimento da paciência e do perdão, da compreensão e da renúncia, virtudes que, paulatinamente, vos ensinam o amor incondicional por todas as criaturas: amarguras, os traumas, as lágrimas que verteis pelo amor não correspondido, as aflições do sentimento de posse...
  20. 20. Se não se habitua a renunciar, a ceder de si mesmo, a se sacrificar pelo próximo, a despojar-se de ambições, enfim, a não esperar que a Vida gire à sua volta, o homem sofre -inevitavelmente, sofre. Filhos, amai sem cogitar de serdes amados. Sobretudo, esforçai-vos por amar aqueles que nunca foram verdadeiramente amados. Livro A CORAGEM DA FÉ de BEZERRA De MENEZES

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