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TEXTO DO DIA
• “[…] e três vezes no dia se punha de joelhos, e
orava, e dava graças, diante do seu Deus, como
também antes costumava fazer” (Dn 6.10).
SÍNTESE
• Daniel é um grande exemplo para todos os cristãos.
Veremos o quanto a oração e a fidelidade a Deus
permitiram que o profeta vencesse grandes
desafios e chegasse a ser um grande estadista.
OBJETIVOS
 ENTENDER o propósito da educação de Daniel e
seus amigos na corte babilônica;
 EVIDENCIAR a necessidade da oração em tempos
difíceis;
 DESTACAR a oração como o grande segredo das
vitórias de Daniel e as revelações do Senhor a ele.
TEXTO BÍBLICO
Daniel 2.17-23.
• 17 — Então, Daniel foi para a sua casa e fez saber o caso a
Hananias, Misael e Azarias, seus companheiros.
• 18 — Para que pedissem misericórdia ao Deus dos céus sobre
este segredo, a fim de que Daniel e seus companheiros não
perecessem com o resto dos sábios da Babilônia.
• 19 — Então, foi revelado o segredo a Daniel numa visão de
noite; e Daniel louvou o Deus do céu.
• 20 — Falou Daniel e disse: Seja bendito o nome de Deus para
todo o sempre, porque dele é a sabedoria e a força;
• 21 — Ele muda os tempos e as horas; ele remove os reis e
estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e ciência aos
inteligentes.
• 22 — Ele revela o profundo e o escondido e conhece o que
está em trevas: e com ele mora a luz.
• 23 — Ó Deus de meus pais, eu te louvo e celebro porque me
deste sabedoria e força; e, agora, me fizeste saber o que te
pedimos, porque nos fizeste saber este assunto do rei.
INTRODUÇÃO
• Daniel, provavelmente, nasceu e cresceu em
Jerusalém ainda nos tempos de Josias, O último rei
piedoso que governou Judá (2Cr 34 e 35). Os
textos deixados por ele nos levam a crer que viveu
muitos anos, aproximadamente noventa, dos
quais setenta foram no exílio, jamais voltando a
sua terra natal.
•1
• A EDUCAÇÃO DE DANIEL E DE
SEUS AMIGOS NA CORTE
BABILÔNICA (Dn 1)
1. “E o Senhor entregou […]” (Dn 1.2).
• Como assim “entregou”? Na lição passada,
quando estudamos acerca de Jeremias, pudemos
refletir acerca desse sofrido momento. O povo
havia se afastado tanto dos caminhos do Senhor
que a situação já era caótica: Ao invés do temor
ao Senhor, o desrespeito e a desobediência; ao
invés do amor ao próximo, a ganância, a violência
e as injustiças; ao invés da gratidão, o escárnio e a
falta de compromisso com quem os escolhera
para fazer uma grande nação.
2. Em mundo de ilusões e tentações.
• Quando os jovens chegaram à corte do rei foram, com
certeza, surpreendidos com o que lhes aguardava.
Tudo se desenhava para um fim trágico, onde suas
vidas seriam ainda mais abaladas e o sofrimento
ampliado. Talvez fossem presos, submetidos a fome ou
a uma rotina de trabalhos forçados. Mas não! Quando
chegaram receberam o conforto do palácio, a
abundância da comida real e as mordomias de uma
vida onde o trabalho braçal não os ameaçava (Dn 1.5).
Era “tudo” o que jovens, entre 15 e 20 anos, poderiam
querer!
3. Uma identidade firmada na rocha.
• Entre as medidas tomadas para a formação e
mudança de mentalidade dos jovens, trazidos para
servir na corte babilônica, estava a mudança de seus
próprios nomes. Daniel recebeu um novo nome
babilônico. assim como os seus demais colegas. Nos
tempos bíblicos, o significado de um nome dizia
muito acerca da identidade de seu possuidor. Veja
alguns exemplos: Moisés (salvo das águas), Isaque
(riso), José (Deus acrescentará), Samuel (Deus ouve),
Ana (graça), Rute (companheira).
•2 • A ORAÇÃO EM
TEMPOS DIFÍCEIS
1. Caos, tormentas.
• Daniel e seus amigos, certamente não deixaram de
orar, mesmo enfrentando um momento complicado.
Infelizmente muitos crentes só oram quando tudo vai
muito bem. Contudo, é diante das tribulações que a
nossa prática de oração é aperfeiçoada. Será que
devemos orar, jejuar e louvar a Deus somente nos
tempos de bonança? Temos que orar em todo o
tempo (1Ts 5.17)! Jamais faça como alguns jovens
que diante das tribulações, tristezas e decepções,
deixam de falar com o Pai; alguns até mesmo
abandonam suas igrejas.
2. Vidas que oram em todo o tempo.
• Qual seria a sua postura se você estivesse no lugar
de Daniel? É fácil erguermos nossas mãos na igreja
e glorificarmos a Deus com nossas palavras e
cânticos quando temos saúde, prosperidade,
quando tudo vai bem com nossa família, namoro
ou noivado. Mas, será que clamamos a Deus com a
mesma intensidade dos sons e das notas musicais
que saem de nossas bocas quando enfrentamos
dores e tributações? Nosso profundo desejo é que
a sua resposta seja “sim” (Sl 115.1)!
3. A disciplina da oração.
• Quando entregamos ao Senhor a nossa vida,
devemos entregar também o nosso tempo, pois a
desculpa de muitos para não orar é a falta de
tempo. Quando em nosso dia a dia buscamos a
face de Deus em oração (não importa quanto
tempo dure a sua oração), estamos glorificando a
Ele com toda a nossa existência. Então, Deus
passa a guiar-nos em segurança por caminhos
elevados (Is 55.8,9).
•3
• A ORAÇÃO DE
DANIEL E AS
REVELAÇÕES DO
SENHOR (Dn 9)
1. Um homem de oração.
• A oração era constante na rotina do simples
homem chamado Daniel. Antes de ser profeta ou
estadista, ele era um ser humano com todas as
suas fragilidades e características. Daniel não
orava apenas quando precisava de um socorro ou
diante de uma grande ameaça. Ele simplesmente
tinha na oração uma prática diária e cotidiana (Dn
6.10-13). Não era dependente de grandes ritos
ou preparações, ele dobrava os joelhos e falava
com Deus.
2. O estadista que orava.
• Daniel logo foi elevado a cargos de alto escalão nos
palácios da Babilônia e, em pouco tempo, tornou-se
um dos homens de confiança dos reis. O jovem judeu
foi nomeado conselheiro-chefe da corte real de
Nabucodonosor (Dn 2.49), também foi nomeado o
terceiro no comando do império de Belsazar (Dn
5.29) e um dos príncipes no comando do império de
Dario, abaixo apenas do imperador (Dn 6.1-3). Cada
um desses momentos na vida de Daniel fora marcado
por tempos tranquilos e também por tenebrosas
tempestades.
3. As orações que Deus ouve
• Deus ouvia as orações de Daniel, mas qual o motivo
que permitia que o profeta e estadista tivesse um
acesso tão direto e destacado ao Soberano Deus? Com
base no que aprendemos em Daniel, vejamos três das
muitas características das orações que são ouvidas por
Deus: As orações que são feitas pelos humildes e
longânimes. Quando oramos com humildade e
longanimidade, sem almejar benefícios próprios e
autopromoção, Deus se agrada e percebe que a nossa
disposição está no bem do próximo e na bênção sobre
os que necessitam do cuidado divino (Tg 4.6).
CONCLUSÃO
• Valiosas são as lições aprendidas com aqueles que
temem ao Senhor e se permitem viver
constantemente guiados pelo Espírito Santo.
Jovem, coloque sua vida por completo nas mãos
de Deus e glorifique-o constantemente com todas
as suas palavras, ações, decisões, posturas e tudo
o que for proveniente de sua caminhada.
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Oração de Daniel e revelações de Deus em tempos difíceis

  • 1.
  • 2. TEXTO DO DIA • “[…] e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como também antes costumava fazer” (Dn 6.10).
  • 3. SÍNTESE • Daniel é um grande exemplo para todos os cristãos. Veremos o quanto a oração e a fidelidade a Deus permitiram que o profeta vencesse grandes desafios e chegasse a ser um grande estadista.
  • 4. OBJETIVOS  ENTENDER o propósito da educação de Daniel e seus amigos na corte babilônica;  EVIDENCIAR a necessidade da oração em tempos difíceis;  DESTACAR a oração como o grande segredo das vitórias de Daniel e as revelações do Senhor a ele.
  • 5. TEXTO BÍBLICO Daniel 2.17-23. • 17 — Então, Daniel foi para a sua casa e fez saber o caso a Hananias, Misael e Azarias, seus companheiros. • 18 — Para que pedissem misericórdia ao Deus dos céus sobre este segredo, a fim de que Daniel e seus companheiros não perecessem com o resto dos sábios da Babilônia. • 19 — Então, foi revelado o segredo a Daniel numa visão de noite; e Daniel louvou o Deus do céu.
  • 6. • 20 — Falou Daniel e disse: Seja bendito o nome de Deus para todo o sempre, porque dele é a sabedoria e a força; • 21 — Ele muda os tempos e as horas; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e ciência aos inteligentes. • 22 — Ele revela o profundo e o escondido e conhece o que está em trevas: e com ele mora a luz. • 23 — Ó Deus de meus pais, eu te louvo e celebro porque me deste sabedoria e força; e, agora, me fizeste saber o que te pedimos, porque nos fizeste saber este assunto do rei.
  • 7. INTRODUÇÃO • Daniel, provavelmente, nasceu e cresceu em Jerusalém ainda nos tempos de Josias, O último rei piedoso que governou Judá (2Cr 34 e 35). Os textos deixados por ele nos levam a crer que viveu muitos anos, aproximadamente noventa, dos quais setenta foram no exílio, jamais voltando a sua terra natal.
  • 8. •1 • A EDUCAÇÃO DE DANIEL E DE SEUS AMIGOS NA CORTE BABILÔNICA (Dn 1)
  • 9. 1. “E o Senhor entregou […]” (Dn 1.2).
  • 10. • Como assim “entregou”? Na lição passada, quando estudamos acerca de Jeremias, pudemos refletir acerca desse sofrido momento. O povo havia se afastado tanto dos caminhos do Senhor que a situação já era caótica: Ao invés do temor ao Senhor, o desrespeito e a desobediência; ao invés do amor ao próximo, a ganância, a violência e as injustiças; ao invés da gratidão, o escárnio e a falta de compromisso com quem os escolhera para fazer uma grande nação.
  • 11. 2. Em mundo de ilusões e tentações.
  • 12. • Quando os jovens chegaram à corte do rei foram, com certeza, surpreendidos com o que lhes aguardava. Tudo se desenhava para um fim trágico, onde suas vidas seriam ainda mais abaladas e o sofrimento ampliado. Talvez fossem presos, submetidos a fome ou a uma rotina de trabalhos forçados. Mas não! Quando chegaram receberam o conforto do palácio, a abundância da comida real e as mordomias de uma vida onde o trabalho braçal não os ameaçava (Dn 1.5). Era “tudo” o que jovens, entre 15 e 20 anos, poderiam querer!
  • 13. 3. Uma identidade firmada na rocha.
  • 14. • Entre as medidas tomadas para a formação e mudança de mentalidade dos jovens, trazidos para servir na corte babilônica, estava a mudança de seus próprios nomes. Daniel recebeu um novo nome babilônico. assim como os seus demais colegas. Nos tempos bíblicos, o significado de um nome dizia muito acerca da identidade de seu possuidor. Veja alguns exemplos: Moisés (salvo das águas), Isaque (riso), José (Deus acrescentará), Samuel (Deus ouve), Ana (graça), Rute (companheira).
  • 15. •2 • A ORAÇÃO EM TEMPOS DIFÍCEIS
  • 17. • Daniel e seus amigos, certamente não deixaram de orar, mesmo enfrentando um momento complicado. Infelizmente muitos crentes só oram quando tudo vai muito bem. Contudo, é diante das tribulações que a nossa prática de oração é aperfeiçoada. Será que devemos orar, jejuar e louvar a Deus somente nos tempos de bonança? Temos que orar em todo o tempo (1Ts 5.17)! Jamais faça como alguns jovens que diante das tribulações, tristezas e decepções, deixam de falar com o Pai; alguns até mesmo abandonam suas igrejas.
  • 18. 2. Vidas que oram em todo o tempo.
  • 19. • Qual seria a sua postura se você estivesse no lugar de Daniel? É fácil erguermos nossas mãos na igreja e glorificarmos a Deus com nossas palavras e cânticos quando temos saúde, prosperidade, quando tudo vai bem com nossa família, namoro ou noivado. Mas, será que clamamos a Deus com a mesma intensidade dos sons e das notas musicais que saem de nossas bocas quando enfrentamos dores e tributações? Nosso profundo desejo é que a sua resposta seja “sim” (Sl 115.1)!
  • 20. 3. A disciplina da oração.
  • 21. • Quando entregamos ao Senhor a nossa vida, devemos entregar também o nosso tempo, pois a desculpa de muitos para não orar é a falta de tempo. Quando em nosso dia a dia buscamos a face de Deus em oração (não importa quanto tempo dure a sua oração), estamos glorificando a Ele com toda a nossa existência. Então, Deus passa a guiar-nos em segurança por caminhos elevados (Is 55.8,9).
  • 22. •3 • A ORAÇÃO DE DANIEL E AS REVELAÇÕES DO SENHOR (Dn 9)
  • 23. 1. Um homem de oração.
  • 24. • A oração era constante na rotina do simples homem chamado Daniel. Antes de ser profeta ou estadista, ele era um ser humano com todas as suas fragilidades e características. Daniel não orava apenas quando precisava de um socorro ou diante de uma grande ameaça. Ele simplesmente tinha na oração uma prática diária e cotidiana (Dn 6.10-13). Não era dependente de grandes ritos ou preparações, ele dobrava os joelhos e falava com Deus.
  • 25. 2. O estadista que orava.
  • 26. • Daniel logo foi elevado a cargos de alto escalão nos palácios da Babilônia e, em pouco tempo, tornou-se um dos homens de confiança dos reis. O jovem judeu foi nomeado conselheiro-chefe da corte real de Nabucodonosor (Dn 2.49), também foi nomeado o terceiro no comando do império de Belsazar (Dn 5.29) e um dos príncipes no comando do império de Dario, abaixo apenas do imperador (Dn 6.1-3). Cada um desses momentos na vida de Daniel fora marcado por tempos tranquilos e também por tenebrosas tempestades.
  • 27. 3. As orações que Deus ouve
  • 28. • Deus ouvia as orações de Daniel, mas qual o motivo que permitia que o profeta e estadista tivesse um acesso tão direto e destacado ao Soberano Deus? Com base no que aprendemos em Daniel, vejamos três das muitas características das orações que são ouvidas por Deus: As orações que são feitas pelos humildes e longânimes. Quando oramos com humildade e longanimidade, sem almejar benefícios próprios e autopromoção, Deus se agrada e percebe que a nossa disposição está no bem do próximo e na bênção sobre os que necessitam do cuidado divino (Tg 4.6).
  • 29. CONCLUSÃO • Valiosas são as lições aprendidas com aqueles que temem ao Senhor e se permitem viver constantemente guiados pelo Espírito Santo. Jovem, coloque sua vida por completo nas mãos de Deus e glorifique-o constantemente com todas as suas palavras, ações, decisões, posturas e tudo o que for proveniente de sua caminhada.