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TEXTO AÚREO
"A minha palavra e a minha pregação
não consistiram em palavras
persuasivas de sabedoria humana,
mas em demons...
VERDADE PRÁTICA
Somente o Evangelho de Cristo, no poder do
Espírito Santo,
para destruir as fortalezas e a resistência do
...
LEITURA BÍBLICA
Daniel 2.24-28
24 - Por isso, Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído
para matar os sábios da Babilônia; entrou e dis...
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
• O mundo acadêmico e político também precisam de
ações evangelísticas por parte da Igreja.
• Do universo acadê...
PONTO CENTRAL
A Igreja do Senhor precisa fazer
a diferença no mundo
acadêmico e político.
I - DANIEL NA
UNIVERSIDADE DE
BABILÔNIA
“Em Babilônia, Daniel e seus três companheiros foram
reeducados na língua e na cultura dos caldeus (Dn 1.4).
Eles, porém, ...
1. Uma vida testemunhal
• Daniel e os amigos propuseram em seu coração não se
contaminar com os costumes caldeus já antes ...
2. Uma carreira acadêmica testemunhal
• O cristão universitário também deve ser um exemplo de
dedicação ao estudo.
• O exe...
3. Uma carreira testemunhal
• Daniel e seus três companheiros foram inseridos,
imediatamente, na elite cultural e científi...
SÍNTESE DO TÓPICO I
Daniel e seus amigos foram
educados na universidade
babilônica, mas não se
corromperam.
II - DEUS NA
ACADEMIA
BABILÔNICA
“Daniel e seus três companheiros estavam a serviço de um
governante que desconhecia por completo a soberania
divina. Entre...
1. A crise escatológica
• O rei Nabucodonosor estava preocupado com o futuro
de seu império, ao dormir tem um sonho revela...
2. A resposta teológico-evangélica
• Naquele momento de crise, e diante da própria morte,
Daniel apresenta corajosamente a...
SÍNTESE DO TÓPICO II
Daniel e seus amigos souberam
realçar a soberania do Deus
único e verdadeiro na academia
babilônica.
III - A INTERVENÇÃO
DE DEUS NA POLÍTICA
BABILÔNICA
“Daniel já era bastante idoso quando foi convocado a gerir
a pior crise do Império Babilônico. Naquele instante, ele
não p...
1. A corrupção de Babilônia
• Embora Nabucodonosor tenha reconhecido o senhorio
divino em três ocasiões, seu “filho”, Bels...
2. Daniel, o incorruptível
• Da mesma forma que aconteceu com Nabucodonozor no
passado, ninguém pode ler a sentença divina...
SÍNTESE DO TÓPICO III
Deus é soberano e Senhor. Ele
interveio na política babilônica.
CONSIDERAÇÕES
FINAIS
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nesta lição nós aprendemos que:
1. O exemplo de Daniel e seus amigos demonstra que os
universitários ...
SUBSÍDIOS
BIBLIOGRÁFICOS
“Daniel resolveu desde o início não se contaminar. Não
abriria mão de suas convicções, mesmo se tivesse de pagar
com a vid...
A Religião Babilônica
"Com a ascensão da supremacia da cidade da Babilônia, Marduque, o patrono da cidade,
tornou-se a pri...
A respeito do Evangelho no mundo acadêmico e político, responda:
1. Por que a evangelização acadêmica é prioridade da igre...
REFERÊNCIAS
GILBERTO, Antônio. Prática do Evangelismo Pessoal. Rio de Janeiro:
CPAD, 1983
HORTON, Stanley M. Teologia Sist...
Pr. Natalino das Neves
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Contatos:
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2016 3 TRI LIÇÃO 7 - O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO
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2016 3 TRI LIÇÃO 7 - O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO

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2016 3 TRI LIÇÃO 7 - O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO

  1. 1. TEXTO AÚREO "A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus." (1 Co 2.4,5).
  2. 2. VERDADE PRÁTICA Somente o Evangelho de Cristo, no poder do Espírito Santo, para destruir as fortalezas e a resistência do universo acadêmico e do mundo político.
  3. 3. LEITURA BÍBLICA Daniel 2.24-28
  4. 4. 24 - Por isso, Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para matar os sábios da Babilônia; entrou e disse-lhe assim: Não mates os sábios de Babilônia; introduze-me na presença do rei, e darei ao rei a interpretação. 25 - Então, Arioque depressa introduziu Daniel na presença do rei e disse-lhe assim: Achei um dentre os filhos dos cativos de Judá, o qual fará saber ao rei a interpretação. 26 - Respondeu o rei e disse a Daniel (cujo nome era Beltessazar): Podes tu fazer-me saber o sonho que vi e a sua interpretação? 27 - Respondeu Daniel na presença do rei e disse: O segredo que o rei requer, nem sábios, nem astrólogos, nem magos, nem adivinhos o podem descobrir ao rei. 28 - Mas há um Deus nos céus, o qual revela os segredos; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser no fim dos dias; o teu sonho e as visões da tua cabeça na tua cama são estas:
  5. 5. INTRODUÇÃO
  6. 6. INTRODUÇÃO • O mundo acadêmico e político também precisam de ações evangelísticas por parte da Igreja. • Do universo acadêmico saem os cientistas, educadores, formadores de opinião e boa parte dos governantes e legisladores. • Nesta lição, veremos o exemplo de Daniel e seus três companheiros. Exilados em Babilônia, destacaram-se como acadêmicos, servidores públicos e políticos. • A vida desses hebreus serve de exemplo aos acadêmicos e políticos cristãos.
  7. 7. PONTO CENTRAL A Igreja do Senhor precisa fazer a diferença no mundo acadêmico e político.
  8. 8. I - DANIEL NA UNIVERSIDADE DE BABILÔNIA
  9. 9. “Em Babilônia, Daniel e seus três companheiros foram reeducados na língua e na cultura dos caldeus (Dn 1.4). Eles, porém, jamais renunciaram o seu temor a Deus, que é o princípio de toda a sabedoria (Pv 1.7).” Lições Bíblicas Adultos - CPAD
  10. 10. 1. Uma vida testemunhal • Daniel e os amigos propuseram em seu coração não se contaminar com os costumes caldeus já antes de serem inclusos na “universidade babilônica” (Dn 1.8). • Essa atitude os levou a influenciar até mesmo a classe política do império. • A maior evangelização do universitário cristão deve ser seu testemunho. • Deve estar pronto para responder a razão de nossa esperança (1 Pe 3.15). AP – Universitário você tem dado um bom testemunho?
  11. 11. 2. Uma carreira acadêmica testemunhal • O cristão universitário também deve ser um exemplo de dedicação ao estudo. • O exemplo de Daniel e seus companheiros: “os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos ou astrólogos que havia em todo o seu reino" (Dn 1.20). • A afirmação das lições bíblicas: “A mediocridade acadêmica depõe contra o Evangelho” está correta? AP – Universitário você tem sido um exemplo de dedicação no estudo?
  12. 12. 3. Uma carreira testemunhal • Daniel e seus três companheiros foram inseridos, imediatamente, na elite cultural e científica de Babilônia. • Jesus precisa de testemunhas em todas as áreas do saber humano. • Os universitários cristãos podem criar núcleos de estudos bíblicos dentro das universidades. AP – Universitários o que você tem feito para propagar o evangelho no meio acadêmico?
  13. 13. SÍNTESE DO TÓPICO I Daniel e seus amigos foram educados na universidade babilônica, mas não se corromperam.
  14. 14. II - DEUS NA ACADEMIA BABILÔNICA
  15. 15. “Daniel e seus três companheiros estavam a serviço de um governante que desconhecia por completo a soberania divina. Entretanto, souberam como, num momento crítico, realçar a soberania do Único e Verdadeiro Deus.” Lições Bíblicas Adultos - CPAD
  16. 16. 1. A crise escatológica • O rei Nabucodonosor estava preocupado com o futuro de seu império, ao dormir tem um sonho revelador. • Os magos, astrólogos e sábios do reino não souberam dar a interpretação do sonho para Nabucodonozor. • Por quê não conseguiram: “Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. Porque quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo” (1 Co 2.14-16).
  17. 17. 2. A resposta teológico-evangélica • Naquele momento de crise, e diante da própria morte, Daniel apresenta corajosamente a resposta divina: "Mas há um Deus nos céus, o qual revela os segredos; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser no fim dos dias [...]" (Dn 2.28). • Somente o Evangelho de Cristo pode responder às questões existenciais que angustiam a humanidade. AP - Aproveite, pois, a crise atual, para proclamar a todos, inclusive aos sábios e poderosos, que Cristo é a resposta!
  18. 18. SÍNTESE DO TÓPICO II Daniel e seus amigos souberam realçar a soberania do Deus único e verdadeiro na academia babilônica.
  19. 19. III - A INTERVENÇÃO DE DEUS NA POLÍTICA BABILÔNICA
  20. 20. “Daniel já era bastante idoso quando foi convocado a gerir a pior crise do Império Babilônico. Naquele instante, ele não poderia ser politicamente correto. Por isso, proclamou corajosamente a sentença divina sobre o reino de Belsazar.” Lições Bíblicas Adultos - CPAD
  21. 21. 1. A corrupção de Babilônia • Embora Nabucodonosor tenha reconhecido o senhorio divino em três ocasiões, seu “filho”, Belsazar, ao substituí-lo, não demorou a levar o império à ruína. • Numa noite de orgia e insultos ao Deus de Israel, ele profanou os utensílios sagrados do Santo Templo na presença de suas mulheres, concubinas e grandes (Dn 5.1-3). • Sentença de Deus: fim do reino de Belsazar. • Situação atual do Brasil. AP – Deus entrará com juízo sobre a corrupção!
  22. 22. 2. Daniel, o incorruptível • Da mesma forma que aconteceu com Nabucodonozor no passado, ninguém pode ler a sentença divina escrita na parede. • Daniel, já idoso, é chamado para interpretar a escrita. • Integridade: ele se recusa a receber os agrados do rei(Dn 5.25-31). • Interpretando a inscrição, repreendeu energicamente o monarca. • Que os homens públicos cristãos não se furtem ao seu dever. AP – Você, como Daniel, tem rejeitado as ofertas/subornos?
  23. 23. SÍNTESE DO TÓPICO III Deus é soberano e Senhor. Ele interveio na política babilônica.
  24. 24. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  25. 25. CONSIDERAÇÕES FINAIS Nesta lição nós aprendemos que: 1. O exemplo de Daniel e seus amigos demonstra que os universitários devem ter um testemunho impecável para evangelização por meio da vida. 2. Somente Deus, em Cristo, pode responder às questões existenciais que angustiam a humanidade 3. O exemplo de Daniel demonstra que é possível ter pessoas públicas tementes a Deus com bom testemunho em meio a tanta corrupção.
  26. 26. SUBSÍDIOS BIBLIOGRÁFICOS
  27. 27. “Daniel resolveu desde o início não se contaminar. Não abriria mão de suas convicções, mesmo se tivesse de pagar com a vida por isso. Note-se que Daniel não tinha agora a presença dos seus pais para orientá-lo nas suas decisões; mas seu amor a Deus e à sua lei achava-se de tal modo arraigados nele desde a infância, que ele somente desejava servir ao Senhor de todo coração. Aqueles que resolvem permanecer fiéis a Deus, enfrentando a tentação, receberão forças para permanecerem firmes por amor ao Senhor. Por outro lado, aqueles que antes não tomam a decisão de permanecer fiéis a Deus e à sua Palavra, terão dificuldade para resistir ao pecado ou evitar conformar-se com os caminhos do mundo" (Lv 19.29; 21.7,14; Dt 22.2)" (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, p. 1244).
  28. 28. A Religião Babilônica "Com a ascensão da supremacia da cidade da Babilônia, Marduque, o patrono da cidade, tornou-se a principal divindade do panteão babilônico. Uma festa de ano novo chamada de festa de 'akitu' era realizada anualmente em sua honra, na qual uma batalha simulada entre o rei e o dragão das profundezas era encenada repetidamente para comemorar a primitiva vitória de Marduque sobre o caos. O propósito da festa era anunciar o ano novo com um ritual para assegurar paz, a prosperidade e a felicidade por todo o ano. Outras divindades adoradas pelos babilônicos eram Anu, deus do céu; Enlil, deus do vento e da terra. Ea, deus do submundo - juntos, eles formavam uma tríade de divindades. Outra tríade importante era Sin, o deus-sol de Ur, e Harã, os primeiros abrigos da família de Abraão; Samas, a divindade do sol; e Istar, deusa do amor e da guerra, equivalente à Astarte dos fenícios, Astarote mencionada na Bíblia, e Afrodite dos gregos. Outras divindades significativas foram Nabu, o deus da escrita e Nergal (irmão de Marduque), o deus da guerra e da fome. Os deuses da Babilônia eram, em sua origem, personificações das várias forças da natureza. A religião babilônica era, dessa forma, uma adoração à natureza em todas as suas partes, prestando homenagem a seres super-humanos que eram ao mesmo tempo amigáveis e hostis, com frequência representados por formas humanas, animais" (Bíblia de Estudo Pentecostal. 1ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp. 213,1697).
  29. 29. A respeito do Evangelho no mundo acadêmico e político, responda: 1. Por que a evangelização acadêmica é prioridade da igreja? R) Porque no universo acadêmico saem os cientistas, educadores, formadores de opinião e boa parte dos governantes e legisladores. 2. De que modo os acadêmicos podem testemunhar de Cristo? R) Por intermédio de uma vida testemunhal e uma carreira acadêmica excelente. 3. Como atuaram Daniel e seus companheiros em Babilônia? R) Atuaram de forma excelente, exaltando e glorificando o Deus Todo-Poderoso. 4. Fale da intervenção de Daniel na cultura babilônica. R) Daniel não se deixou enlaçar pela cultura babilônica nem pelo charme do politicamente correto. 5. Qual a obrigação de um político cristão ante as crises? R) Orar e anunciar que Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida e que bem- aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor.
  30. 30. REFERÊNCIAS GILBERTO, Antônio. Prática do Evangelismo Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 1983 HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 1ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996. LIÇÕES BÍBLICAS ADULTOS. O desafio da evangelização: obedecendo o ide de Jesus de levar as Boas-Novas a toda criatura. Comentarista Claudionor de Andrade. 3º Trim., Edição Professor, Rio de Janeiro, 2016. PETERS, George W. Teologia Bíblica de Missões. Rio de Janeiro: CPAD, 2000.
  31. 31. Pr. Natalino das Neves www.natalinodasneves.blogspot.com.br Facebook: www.facebook.com/natalino.neves Contatos: natalino6612@gmail.com (41) 8409 8094 (TIM)

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