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Estudo(s) de Público: conceitos e aplicações

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Estudo(s) de Público: conceitos e aplicações

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Programa Saber Museu - Ibram.
Oficina: Estudo(s) de Público - conceitos e aplicações.
Ministrante: Rafaela Gueiros (Ibram).
Coordenação de Produção e Análise da Informação (CPAI).
Coordenação-Geral de Sistemas da Informação Museal (CGSIM).

Site Saber Museu: www.sabermuseu.museus.gov.br

Programa Saber Museu - Ibram.
Oficina: Estudo(s) de Público - conceitos e aplicações.
Ministrante: Rafaela Gueiros (Ibram).
Coordenação de Produção e Análise da Informação (CPAI).
Coordenação-Geral de Sistemas da Informação Museal (CGSIM).

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Estudo(s) de Público: conceitos e aplicações

  1. 1. ESTUDO(S) DE PÚBLICO conceitos e aplicações Ministrante: Rafaela Lima
  2. 2. PÚBLICO – conceito e contextos PÚBLICOS PÚBLICO
  3. 3. • Público geral  Visitantes Usuários • Público alvo • Público potencial  Não público • Não público  Público potencial • Audiência • Usuários  Público geral Visitantes • Visitantes  Público geral Usuários • Frequentadores • Público geral • Público alvo • Público potencial • Não público • Audiência • Usuários • Visitantes • Frequentadores PÚBLICO – conceito e contextos
  4. 4. PÚBLICO – conceito e contextos MUSEU Público alvo Visitante Frequentador Não público Público potencial
  5. 5. • Norma ISO sobre estatísticas museais – User: recipient of museum services – Visitor: person (individual) entering the museum premises to see the exhibition(s) offered – Visit: act of a visitor passing through a certain marked point and thus entering into one or all of the parts of the museum premises which are destined for public attendance PÚBLICO – conceito e contextos
  6. 6. ESTUDO ou ESTUDOS de Público • O que se quer entender? • Quais são as “visões” já existentes sobre o que se quer entender? • O que se espera obter do(s) estudo(s)? – Resultado – Uso da informação – Transformação da realidade
  7. 7. ESTUDO ou ESTUDOS de Público • Exemplo “Museu X” – Conhecido crescimento de visitação de 5% ao ano (a.a.). – Percepção de aumento maior que 5% a.a. dos visitantes com alta escolaridade • Alta escolaridade em 2010  35% da visitação • Alta escolaridade em 2015  50% da visitação Por que os índices de visitação do público com menor escolaridade não está aumentando na mesma proporção?
  8. 8. • Qual a função/uso dado ao museu por seus visitantes? • O que a gestão interfere ou pode interferir nesses usos? ESTUDO ou ESTUDOS de Público FUNÇÃO SOCIAL DO MUSEU PARA QUE FAZER COMO FAZER
  9. 9. ESTUDO ou ESTUDOS de Público • Intenções • Hipóteses • Objetivos • Resultados • Planejamento • Execução FUNÇÃO SOCIAL DO MUSEU PARA QUE FAZER COMO FAZER
  10. 10. ESTUDO ou ESTUDOS de Público
  11. 11. ESTUDO PESQUISA ESTUDO PESQUISA TIPOS e APLICAÇÕES
  12. 12. TIPOS e APLICAÇÕES • Estudos de público têm 4 elementos essenciais: – O que você quer saber (perguntas) – A quem você quer perguntar (pessoas/organizações a perguntar) – Recursos (financeiros, humanos, materiais) – Restrições de privacidade, legais ou éticas (“regras” de condução da pesquisa)
  13. 13. TIPOS e APLICAÇÕES • O que se quer entender? • Quais são as “visões” já existentes sobre o que se quer entender? • O que se espera obter do(s) estudo(s)? – Resultado – Uso da informação – Transformação da realidade
  14. 14. TIPOS e APLICAÇÕES • Estudos ou pesquisas de: – Qualidade – Expectativa – Opinião ou percepções – Comportamento de público – Perfil de público – Avaliação – Contagem
  15. 15. TIPOS e APLICAÇÕES • Divisão por tipos e aplicações: Pesquisa de opinião ou percepção do visitante Pesquisa de qualidade Expectativas dos visitantes Pesquisa de comportamento de público Contagem Pesquisa de perfil de público
  16. 16. TIPOS e APLICAÇÕES • Etapas 1. Ideia 2. Formulação do problema 3. Preparo/planejamento para desenho e desenvolvimento 4. Desenvolvimento do desenho 5. Coleta de dados 6. Análise dos dados 7. Produtos finais
  17. 17. TIPOS e APLICAÇÕES 1. Ideia – O que levou a pensar no estudo – Inquietações – Intenções/motivações 2. Formulação do problema – O que se quer resolver – Quais as hipóteses – Quais os impactos
  18. 18. TIPOS e APLICAÇÕES 3. Preparo/planejamento para desenho e desenvolvimento – Recursos que podem ser implementados • Materiais • Humanos • Financeiros – Tempo disponível a ser investido – Pesquisas a serem feitas para dar base conceitual e teórica ao estudo
  19. 19. TIPOS e APLICAÇÕES 4. Desenvolvimento do desenho – Definição da metodologia – Definição e seleção da amostra – Escolha das técnicas para coleta, tratamento, interpretação e análise de dados – Definição da duração do estudo – Envolvidos no estudo
  20. 20. TIPOS e APLICAÇÕES 5. Coleta de dados – Período de aplicação do questionário – Realização das entrevistas – Realização dos encontros – Coleta de material para ser analisado 6. Análise dos dados – Compilação dos dados – Cruzamento de dados – Levantamento de outras hipóteses
  21. 21. 7. Produtos finais – Relatório – Documento informal – Desenvolvimento de atividades – Aplicação do conhecimento extraído TRANSFORMAÇÃO DE UMA REALIDADE TIPOS e APLICAÇÕES CONSTATAÇÃO DE UMA REALIDADE
  22. 22. MÉTODOS e TÉCNICAS Pesquisa QUANTITATIVA X Pesquisa QUALITATIVA • Possibilidades • Principais diferenças • Principais similaridades
  23. 23. MÉTODOS e TÉCNICAS • Estudos de público poderão auxiliar a: – Fidelizar as visitas atuais e gerar frequentadores (taxa de retorno) – Atrair novos visitantes – Encontrar meios de persuadir visitantes que se sentiram negligenciados a retornarem – Usar de modo mais efetivo o orçamento de promoção e marketing do museu – Monitorar como os visitantes se sentem sobre suas experiências no museu
  24. 24. MÉTODOS e TÉCNICAS • Estudos de público poderão auxiliar a: – Identificar “concorrências” (exemplos de sucesso e de fracasso) – Identificar novas “oportunidades” – Identificar mudanças no ambiente operacional do museu que possam impactar a instituição – Identificar possíveis financiadores e oportunidades de captação de recursos – Identificar possíveis parceiros
  25. 25. MÉTODOS e TÉCNICAS • Para escolher o tipo, lembre-se das etapas 1. Ideia intenções e motivações 2. Formulação do problema o que se quer ter resolvido, hipóteses, impactos 3. Preparo/planejamento para desenho e desenvolvimento recursos e tempo disponíveis
  26. 26. MÉTODOS e TÉCNICAS • Entrevista – Qualitativa • Mais íntimas, flexíveis e abertas • As primeiras entrevistas são normalmente abertas e de caráter “piloto” – Quantitativa • Mais sistemáticas • Com opções de respostas pré-determinadas
  27. 27. MÉTODOS e TÉCNICAS • Entrevista – Estruturada • Limitações: respostas impostas • Alcances: ◦ Padronização ◦ uso de instrumentos estatísticos ◦ alta porcentagem de respostas para as perguntas (80% ~ 85%) • Cuidados: uniformidade do processo
  28. 28. MÉTODOS e TÉCNICAS • Entrevista – Não estruturada • Limitações: ◦ Dificuldade de generalização ◦ Esgotamento do tema • Alcances: ◦ Maior flexibilidade ◦ Obtenção de informações mais ricas • Cuidados: ◦ Conseguir naturalidade, espontaneidade e grande quantidade de respostas ◦ Estabelecer o clima de confiança (rapport)
  29. 29. MÉTODOS e TÉCNICAS • Entrevista – Semiestruturadas ou aberta Perguntas gerais e fáceis Perguntas complexas Perguntas sensíveis Perguntas finais
  30. 30. MÉTODOS e TÉCNICAS • Grupos de discussão – Flexível, sem rigidez de procedimentos – Não há preocupação metodológica com o tamanho do grupo – Usado como técnica exploratória inicial; – Alto grau de diretividade – Semelhante à dinâmica e natureza da entrevista informal
  31. 31. MÉTODOS e TÉCNICAS • Grupos focais – Entrevista projetada para grupos pequenos de pessoas – Geralmente não diretiva – Relevância do processo grupal – Grupo X Indivíduos – Observação participante X entrevista aberta – Não restrito a perguntas ou a sugestões temáticas, podendo envolver algum tipo de atividade coletiva
  32. 32. MÉTODOS e TÉCNICAS • Observação etnográfica – Contato direto do pesquisador com o objeto a ser pesquisado – Relato descritivo e detalhado de um sistema social particular • Experiência de Valente (1995) no Museu Nacional, Rio de Janeiro • Experiência de Dabul (2005) no CCBB-RIO e no Centro Dragão do Mar e Arte e Cultura, Fortaleza.
  33. 33. MÉTODOS e TÉCNICAS • Observação etnográfica – Método de inserção intensa X observação a distância • Hawthorne Effect – Postura de neutralidade, não comprometimento das observações • Self-fulfilling prophecy
  34. 34. MÉTODOS e TÉCNICAS • Observação comportamental e social – Observação do comportamento dos visitantes nas exposições – Quantificação de padrões e tendências no comportamento dos visitantes • tempo total gasto no museu • tempo dedicado em cada obra na exposição • rastreamento do percurso dos visitantes
  35. 35. MÉTODOS e TÉCNICAS • Observação comportamental e social – Pode ser invasiva ou não-invasiva • Experiência de Almeida (2008) na Pinacoteca do Estado de São Paulo • Experiência de Beaumont (2005) na New Art Gallery, em Walsall, no Reino Unido
  36. 36. MÉTODOS e TÉCNICAS • Observação comportamental e social  Transmissor  Percurso individual  Tempo de permanência em uma posição
  37. 37. MÉTODOS e TÉCNICAS • Questionários – Autoadministrado • Não há intermediários • Individual, em grupo ou por envio • Deve ser curto, com poucas perguntas • Recomendável fornecer um “canal de ajuda” – Entrevista pessoal (aplicado por um terceiro) – Entrevista telefônica
  38. 38. MÉTODOS e TÉCNICAS • Questionários – Perguntas diretas/objetivas – Múltipla escolha – Múltipla escolha com espaço para observações – Perguntas abertas Como será aplicado? Qual o meio em que será disponibilizado? Como se dará a tabulação dos dados?
  39. 39. MÉTODOS e TÉCNICAS • Questionários – Museu da Vida e Observatório de Museus e Centro Culturais (OMCC), Brasil, 2005 • Variáveis para contextualização social e pessoal • Variáveis temporais • Variáveis relativas à visita realizada e opinião sobre ela • Variáveis relativas à identificação sociocultural • Variáveis culturais
  40. 40. MÉTODOS e TÉCNICAS • Questionários – Museus da Escócia • Perguntas essenciais ◦ Conhecimento sobre o museu ◦ Data e razão da visita ◦ Frequência ◦ Origem ◦ Qualidade dos serviços (pergunta fechada) • Perguntas adicionais ◦ Conexão com o museu ◦ Preterimento e predileção ◦ Solicitação de serviços ou assuntos adicionais
  41. 41. MÉTODOS e TÉCNICAS • Questionários – Departamento de Museus da Malásia • Detalhes pessoais ◦ Faixa etária ◦ Gênero ◦ Etnia ◦ Nível de educação ◦ ocupação • Frequência de visitas ao museu • Visita realizada quando acompanhado ou sozinho
  42. 42. MÉTODOS e TÉCNICAS • Questionários – Laboratório Permanente de Público de Museus (LPPM), Espanha, 2008 • Questionário para visitantes • Questionário para grupos escolares e estudantes • Publicações ◦ 2007 ◦ 2007-2008 ◦ 2008-2009
  43. 43. MÉTODOS e TÉCNICAS • Questionários – Conselho Nacional para a Cultura e as Artes (CONACULTA), México, 2010 • Com entrevistador • Dados gerais • Perfil sociodemográfico
  44. 44. MÉTODOS e TÉCNICAS • Questionários 1. Esta é a minha primeira visita: __Sim __Não 2. As coisas que eu mais gostei sobre a minha visita de hoje foram: _______________________________________________________________ _______ 3. As coisas que eu menos gostei sobre a minha visita de hoje foram: _______________________________________________________________ _______ 4. Eu gostaria de ver mais: __atividades para crianças __informações e comentários sobre o acervo que compõe a exposição __atividades educativas durante a visita __Outro:________________________________________________________ ______ 5. Eu gostaria de receber informações sobre a programação das exposições e programas: (endereço eletrônico) _______________________________________________________________ Formulário de sugestões
  45. 45. MÉTODOS e TÉCNICAS • Questionários 1. Você já visitou esse museu? __Sim __Não 2. Se SIM, quantas vezes você esteve aqui? __Uma vez __2 a 3 vezes __4 a 5 vezes __Mais de 5 vezes 3. Aproximadamente quando foi sua última visita? __Mês passado __2 a 6 meses __6 a 12 meses __Mais de 1 ano 4. Com quem você está fazendo essa visita? __Estou sozinho(a) __Com cônjuge/companheiro(a) __Com a família, incluindo crianças __Com a família, sem crianças __Com amigos __Com grupo ou com empresa de turismo (grupo) 5. Como você veio para o museu hoje? (...) Do-it-yourself Visitor Survey
  46. 46. MÉTODOS e TÉCNICAS • Contagem – Permite a captação de dados sociodemográficos – Possibilita a expansão das informações coletadas, incluindo novas variáveis de coleta Obs. mais de três ou quatro variáveis pode tornar o trabalho demorado e de difícil exequibilidade
  47. 47. MÉTODOS e TÉCNICAS • Contagem – Três fatores imprescindíveis a serem levados em consideração na contagem • Todos os visitantes devem passar pela mesma entrada (ou por um número limitado que podem ser monitoradas) • Deve haver alguém responsável pelo monitoramento da chegada de visitantes • Não deve haver períodos com um fluxo tão alto de visitação que não possa ser monitorado
  48. 48. MÉTODOS e TÉCNICAS • Contagem – Livro de Assinatura – Roleta/catraca – Ingresso contabilizado – Sensor eletrônico – Formulário – Lista de presença em atividades do museu
  49. 49. MÉTODOS e TÉCNICAS • Contagem – Livro de Assinatura • Limitações • Alcances • Cuidados
  50. 50. MÉTODOS e TÉCNICAS • Contagem – Roleta/catraca – Ingresso contabilizado – Sensor eletrônico
  51. 51. MÉTODOS e TÉCNICAS • Contagem Dia/Data Adulto (Homem) Adulto (Mulher) Criança Total Segunda (29/06/201) |||| |||| || |||| |||| |||| |||| |||| |||| 42 Terça (30/06/2015) Quarta (01/07/2015) Quinta (02/07/2015) Sexta (03/07/2015) Sábado (04/07/2015) Domingo (05/07/2015) Folha de registro
  52. 52. PÚBLICO no IBRAM • Semana Nacional de Museus – Meta Mobilizar os museus brasileiros a desenvolver atividades especiais como exposições, palestras, oficinas, seminários, ações educativas – Resultados • Sensibilizar os museus e a comunidade para o debate sobre temas da atualidade • Estimular a visitação a museus • Incentivar a aproximação entre sociedade e museus.
  53. 53. PÚBLICO no IBRAM • Semana Nacional de Museus – Taxa de visitação durante a SNM Aumento de visitação dos museus participantes durante a realização da SNM foi de 129% em relação ao período anterior ao evento (mês e semana)
  54. 54. PÚBLICO no IBRAM • Cadastro Nacional de Museus – Antigo questionário do CNM • Existência de pesquisa de público • Quantitativo de público anual (2001 a 2008) – Pesquisa Anual de Museus • Bloco dedicado à contagem de público ◦ Método/técnica de contagem ◦ Quantitativo anual de visitantes (2010 a 2013) ◦ Existência de pesquisa sobre perfil de público ‫٭‬ Instrumento utilizado
  55. 55. PÚBLICO no IBRAM • Cadastro Nacional de Museus
  56. 56. PLÚBLICO no IBRAM • Exposições no Brasil – Demanda inicial do periódico britânico The Art Newspaper: produção de ranking mundial de visitação em exposições de curta duração – Estudar as exposições de curta duração realizadas no Brasil, procurando entender o que pode causar impacto na visitação • 1ª coleta de dados em 2013 • Ferramenta online: LimeSurvey
  57. 57. PÚBLICO no IBRAM • Exposições no Brasil – Levantamento de informações sobre exposições de curta duração realizadas no Brasil • Título da exposição e local de realização • Visitação total e formas de contagem de público • Duração: data de abertura e encerramento • Formas de divulgação • Formas de financiamento • Procedência do acervo em exposição
  58. 58. Formulário de Visitação Anual • Lei n° 11.904/2009, art. 36 As estatísticas de visitantes dos museus serão enviadas ao órgão ou entidade competente do poder público, a forma fixada pela respectiva entidade, quando solicitadas • Lei n° 8.124/2013, art. 4, VIII Compete ao museus, públicos e privados, enviar ao IBRAM dados e informações relativas às visitações anuais, de acordo com ato normativo do Instituto
  59. 59. Formulário de Visitação Anual • Portaria nº110/2014 (Regimento Interno do Ibram), art.53, VII, VIII, IX VII – coordenar e realizar atividades relativas à elaboração de metodologia de apuração das estatísticas museais e promover sua disseminação VIII – elaborar procedimentos relacionados aos estudos de público de museus IX – coletar, analisar e monitorar dados de visitação das Unidades Museológicas e dos museus brasileiros
  60. 60. Formulário de Visitação Anual • Lei n° 8.124/2013, art. 3°, V, b Compete ao IBRAM elaborar, divulgar e manter atualizado material com recomendações técnicas relacionadas a estudos de público, diagnóstica de participação e avaliações periódicas a serem realizadas pelos museus, para melhorar progressivamente a qualidade do funcionamento e o atendimento às necessidades de visitantes u usuários
  61. 61. Formulário de Visitação Anual • O projeto em si – Campanha de sensibilização • Folders • Vídeo • Cartilha – Regulamentação – Formulário de Visitação Anual
  62. 62. Formulário de Visitação Anual • Campanha de sensibilização – Folders
  63. 63. MUSEUS & PÚBLICO - Números • Campanha de sensibilização – Vídeo
  64. 64. Formulário de Visitação Anual • Regulamentação – Resolução Normativa nº3, 19 de novembro de 2014 • Conceitos a serem utilizados • Período de preenchimento envio dos dados • Forma de envio • Consolidação dos dados para resposta à sociedade via relatório Edital de publicação: D.O.U. nº226, seção 1, página 6, 21 nov 2014
  65. 65. Formulário de Visitação Anual • Formulário de Visitação Anual (FVA) – Dados da Instituição – Dados do responsável pelo preenchimento do questionário – Dados sobre visitação anual – Atestando a veracidade das informações
  66. 66. PERSPECTIVA LEGAL • Constituição Federal de 1988 – Constitucionalização da universalização do acesso às instituições culturais (art. 215 e art. 216-A, §1º, II) – Criação de instrumentos para a eficácia da vontade constitucional
  67. 67. PERSPECTIVA LEGAL • Lei nº 11.906/2009, art.4º, IV, IX IV – promover o fortalecimento das instituições museológicas como espaços de produção e disseminação de conhecimento e de comunicação IX – implantar e manter atualizado cadastro nacional de museus visando à produção de conhecimentos e informações sistematizadas sobre o campo museológico brasileiro
  68. 68. PERSPECTIVA LEGAL • Lei nº 11.904/2009, art. 28, caput e §2º Caput – O estudo e a pesquisa fundamentam as ações desenvolvidas em todas as áreas dos museus, no cumprimento das suas múltiplas competências §2 – Os museus deverão promover estudos de público, diagnóstico de participação e avaliações periódicas objetivando a progressiva melhoria da qualidade de seu funcionamento e o atendimento às necessidades dos visitantes
  69. 69. PERSPECTIVA LEGAL • Portaria nº110/2014 (Regimento Interno do Ibram), art.53, VII, VIII, IX VII – coordenar e realizar atividades relativas à elaboração de metodologia de apuração das estatísticas museais e promover sua disseminação VIII – elaborar procedimentos relacionados aos estudos de público de museus IX – coletar, analisar e monitorar dados de visitação das Unidades Museológicas e dos museus brasileiros
  70. 70. PERSPECTIVA LEGAL • Lei nº 8.124/2013, art. 3º, V, b Compete ao IBRAM elaborar, divulgar e manter atualizado material com recomendações técnicas relacionadas a estudos de público, diagnóstico de participação e avaliações periódicas a serem realizadas pelos museus, para melhorar progressivamente a qualidade do funcionamento e o atendimento às necessidades de visitantes e usuários
  71. 71. TIPOS e APLICAÇÕES ATENÇÃO: DESCONSTRUIR – Realizar uma boa pesquisa só é possível com pesquisadores e pessoas altamente capacitadas para desenvolvê-la – O estudo de público em museus é uma atividade pontual – A contagem de público não é um estudo – Estudos de público são muito complicados e difíceis de realizar – Estudos de público não se relacionam com o cotidiano
  72. 72. MUITÍSSIMO OBRIGADA! Rafaela Lima rafaela.lima@museus.gov.br

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