FILOSOFIA DE KANT

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FILOSOFIA DE KANT

  1. 1. Os idealistas: Kant e Hegel
  2. 2. Immanuel Kant O que podemos conhecer?
  3. 3. A minha filosofia é uma busca por uma ciência universal e necessária.
  4. 4. H2O O conhecimento é formulado pelo sujeito quando este descobre algo acerca do objeto. OBJETO SUJEITO FORMA
  5. 5. Conhecer nada mais é que emitir juízos sobre os objetos. é verde é redondo é azedo é uma fruta
  6. 6. Quais são os tipos de juízos? JUÍZOS A PRIORI (são aqueles que ocorrem SEM a presença da experiência segundo o intelecto do sujeito) São universais e ocorrem sempre da mesma forma
  7. 7. Quais são os tipos de juízos? JUÍZOS A POSTERIORI (são aqueles que ocorrem COM a presença da experiência) São relativos e não podem abarcar o universal
  8. 8. JUÍZOS A PRIORI (são aqueles que ocorrem SEM a presença da experiência) JUÍZOS A POSTERIORI (são aqueles que ocorrem COM a presença da experiência) 1ª diferenciação:
  9. 9. Quais são os tipos de juízos? JUÍZOS ANALÍTICOS (são aqueles que analisam os objetos SEM trazer novos conhecimentos) Um livro contém folhas.
  10. 10. Quais são os tipos de juízos? JUÍZOS SINTÉTICOS (são aqueles que analisam os objetos TRAZENDO novos conhecimentos) Esse livro tem uma capa vermelha e pesa 100g.
  11. 11. JUÍZOS ANALÍTICOS (são aqueles que analisam os objetos SEM trazer novos conhecimentos) JUÍZOS SINTÉTICOS (são aqueles que analisam os objetos TRAZENDO novos conhecimentos) A PRIORI (não precisa de experiência) A POSTERIORI (precisa da experiência) É UNIVERSAL. NÃO É UNIVERSAL.
  12. 12. A ciência precisa se basear em juízos que ampliam o conhecimento e que sejam universais e necessários. OPERAÇÕES ARITMÉTICAS GEOMETRIA PROPOSIÇÕES DA FÍSICA JUÍZOS SINTÉTICOS (são aqueles que analisam os objetos TRAZENDO novos conhecimentos) A PRIORI (não precisa de experiência)
  13. 13. Pelos juízos, supomos que o ser humano pode conhecer muitas coisas. Mas podemos conhecer a ESSÊNCIA das coisas ou só aquilo que nos aparece?
  14. 14. FENÔMENO (a coisa como ela aparece para mim – COISA PARA MIM) NÔUMENON (a coisa como ela realmente é – COISA EM SI [fora de mim]) 2ª diferenciação:
  15. 15. FENÔMENO (a coisa como ela aparece para mim – COISA PARA MIM) ECONOMISTA MÉDICA POLÍTICO
  16. 16. NÔUMENON (a coisa como ela realmente é – COISA EM SI [fora de mim]) FENÔMENO NÔUMENO
  17. 17. A arte pode ser uma ciência?
  18. 18. SUJEITO OBJETO A beleza nos causa um sentimento de prazer. Mas esse sentimento nasce da imaginação do sujeito.
  19. 19. A arte é sempre subjetiva e relativa. E nunca objetiva e universal.
  20. 20. NÔUMENON (a coisa como ela realmente é – COISA EM SI [fora de mim]) FENÔMENO NÔUMENO
  21. 21. ? ? ? ? ? ? ?
  22. 22. Da religião só podemos absorver o que é racionalmente crível e moralmente utilizável.
  23. 23. 1 – Qual a diferença entre juízos a priori e a posteriori? Exemplifique. 2 – Qual a diferença entre os juízos sintético e analítico? Exemplifique. 3 – Qual a diferença entre o primeiro tipo de juízos (A PRIORI / A POSTERIORI) e o segundo tipo (ANALÍTICOS / SINTÉTICOS)? 2 – Qual a diferença entre fenômeno e nôumenon? Exemplifique. 3 – Por que, para Kant, a arte não pode ser objeto de estudo científico?
  24. 24. Immanuel Kant O que devemos fazer?
  25. 25. Duas coisas me deixam maravilhado: o céu estrelado acima de mim e a lei moral dentro de mim.
  26. 26. Uma ética universal e necessária. A ÉTICA DO DEVER Este semáforo está vermelho e não tem carro vindo. Será que é eticamente válida a minha ação caso eu atravesse a rua nessas situações? Humm...
  27. 27. O que DEVE levar uma pessoa a praticar o bem e evitar o mal?
  28. 28. DEVO FAZER. NÃO DEVO FAZER. TODA AÇÃO ÉTICA DEVE EMANAR DA RAZÃO. ASSIM COMO ACONTECE COM O CONHECIMENTO.
  29. 29. Devemos agir segundo o dever e pelo dever, ou seja, devemos agir segundo um bem e não por um fim. -BOA VONTADE -MÁ VONTADE
  30. 30. DEVO FAZER. NÃO DEVO FAZER. IMPERATIVO CATEGÓRICO
  31. 31. IMPERATIVO CATEGÓRICO Age segundo de um maneira tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal.
  32. 32. O dilema moral de Pedro Dizer a verdade e trair o amigo Ou Mentir e ajudar o amigo Qual o motivo de Pedro? •Não quer ser visto pelos outros como mentiroso •Tem medo da polícia Vontade/Sentimentos •Tem pena do amigo •Quer receber algo em troca (favores, dinheiro, etc.) AÇÃO incorrecta Intenção não é pura Só seria correta se a vontade de Pedro não se deixasse influenciar pelas inclinações sensíveis e se orientasse exclusivamente pela razão
  33. 33. Independentemente de quais danos uma verdade causará, e a quem causará, ela deve ser proferida em caso de necessidade, só assim o dano ocorrerá ao acaso e não por responsabilidade do indivíduo mentiroso, isto é, não com base nos parâmetros subjetivos que o indivíduo considerou para proferir a sentença mentirosa.
  34. 34. EU ME PAREÇO UMA PESSOA GORDA? HUM... IREI UTILIZAR O I. CATEGÓRICO!
  35. 35. Depois de agir segundo o imperativo categórico...
  36. 36. POR QUE VOCÊ ME DISSE ISSO!?!?!?? PORQUE É O MEU DEVER! E O SEU TAMBÉM...
  37. 37. CRÍTICAS • FORMALISMO EXAGERADO • EGOCÊNTRICA • NÃO TANGE OUTROS SERES VIVOS. EX: ANIMAIS

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