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27291 – Hidrovias, Portos e
Aeroportos
Aula 01: Aeroportos, Portos e Vias Navegáveis - Apresentação
Prof. Eng. Rafael José Rorato
Me. Engenharia de Transportes
Universidade do Oeste de Santa Catarina - UNOESC
Campus Joaçaba
Departamento de Engenharia Civil
Apresentação do Professor
• Rafael José Rorato
– Engenheiro Civil, PUC-PR, 1995-2000
– Mestre em Engenharia de Transportes, EESC-USP, 2001-2003
– Especialização em Investimento, Planejamento e Gestão no Complexo
Agroindustrial Sucroalcooleiro, ESALQ-USP, 2009-2011
– 15 anos de experiência profissional:
Centrovia/Arteris
Coopercarga
Volkswagen Transport
SAS Institute
Universidade Paulista
Confederação Nacional do Transporte
Ceftru/Universidade de Brasília
Instituto de Educação Superior de Brasília
Petcon Planejamento em Transporte e Consultoria
Universidade do Contestado
Banco Mundial
Caruso Jr. Estudos Ambientais e Engenharia
Planejamento de Sistemas de Transporte
Dimensionamento de Frotas
GIS aplicados à Transportes / Estudos Locacionais
Formação de Custos e Fretes
Projetos Logísticos
Desenvolvimento Regional
Integração Multimodal
Plano de Desenvolvimento e Zoneamento Portuário
Modelagem de Previsão / Pesquisa Operacional
Estudo Setorial: Infraestrutura de Transporte
Outorgas de Terminais e Portos / EVTEA
Avaliação Econômica e Operacional de Veículos
Engenharia de Transportes
Engenharia de Transportes
• Especialidade da Engenharia Civil
• Atua nas áreas de:
– Planejamento técnico-econômico
– Projeto de infraestrutura
– Execução de obras de infraestrutura
– Gerenciamento e operação de sistemas de
transportes
Engenharia de Transportes
• Algumas definições:
– Planejar, construir e operar as instalações fixas, as entidades
de fluxo, e o sistema de controle que permite que pessoas e
mercadorias vençam a fricção do espaço geográfico de
forma eficiente, permitindo participar tempestivamente em
alguma atividade desejada [Papacostas e Prevedouros
(1993, p.1)]
– aplicação de ciência e matemática pela qual as propriedades
da matéria e das fontes de energia na natureza são utilizadas
para movimentar passageiros e mercadorias de forma útil à
humanidade [Morlock (1978, p.5)]
Engenharia de Transportes
Visão Sistêmica da Engenharia de
Transportes
Planejar Construir Operar
Visão Sistêmica da Engenharia de
Transportes
Planejar
• Onde construir o terminal, o porto, o
aeroporto, a rodovia, o terminal de ônibus,
etc?
• Qual é o objeto transportado?
– Contêineres
– Granéis agrícolas
– Produtos químicos
– Manufaturas
– Frigoríficos
– Passageiros
– Automóveis
– Cargas de projeto
Visão Sistêmica da Engenharia de
Transportes
Planejar
• Qual é a capacidade de processamento da
demanda?
– Toneladas por hora (t/h)
– Passageiros por hora (pax/h)
– Veículos por hora (veíc/h)
– Contêineres por hora (TEU/h)
– Volume por hora (m³/h ou L/h)
• Quantificar a demanda:
– Pesquisas O/D
– Modelagem probabilística, estocástica, estatística e
simulação
– Estudos setoriais (agrícola, mineração, química pesada,
manufatura, etc)
Visão Sistêmica da Engenharia de
Transportes
– Projetos Geométricos
• Ferrovias
• Rodovias
• Hidrovias
• Pistas aeroportuárias
• Terminais (Portos, Aeroportos, Terminais
Rodoviários)
• Dutovias
Construir
Visão Sistêmica da Engenharia de
Transportes
– Projetos de Superestruturas
• Pavimentos rodoviários
• Superestrutura ferroviária
• Pavimento de pista e taxiways em
aeroportos
• Projetos de Dragagem / Derrocagens
• Construção de quebra-mar, berços, cais e
estruturas de amarração de navios
Construir
Visão Sistêmica da Engenharia de
Transportes
• Programação operacional de
composição ferroviárias
• Gerenciamento de tráfego
• Armazenamento e controle de
contêineres em terminais
Operar
Visão Sistêmica da Engenharia de
Transportes
• Processamento de bagagens e
cargas
• Controle de mão de obra e
recursos físicos
• Transbordo intermodal
Operar
Aeroportos, Portos e
Vias Navegáveis
Apresentação da Disciplina
Apresentação da Disciplina
Esta disciplina tem como objetivo capacitar o
Engenheiro Civil a planejar, projetar, construir e operar
sistemas de transportes Aeroportuário e Aquaviário, no
aspecto de infraestrutura e interface veículo-via
Plano de Ensino
MÓDULO AEROPORTOS
• Sistema de Transporte Aéreo
• Tecnologias de Transporte Aéreo
• Pistas aeroportuárias: geometria
• Pistas aeroportuárias: pavimento, drenagem e sinalização
• Terminais aeroportuários
• Helipontos e Heliportos
Plano de Ensino
MÓDULO PORTOS E VIAS NAVEGÁVEIS
• Sistema de Transporte Aquaviário
• Tecnologias de Transporte Aquaviário
• Vias Navegáveis: Transporte Marítimo
• Vias Navegáveis: Transporte Hidroviário
• Portos marítimos
• Portos hidroviários
• Dimensionamento de Frotas
Avaliação A1
Em relação à composição de A1, devem ser feitas as
seguintes avaliações:
1. Realização de trabalhos escritos ou seminários,
correspondente a 20% da nota final
2. Projeto final de uma instalação aeroportuária ou
hidroportuária, correspondente a 40% da nota final
– Desenvolvimento e monitoramento durante todo o semestre
3. Avaliação abrangente, correspondente a 40% da nota
final
Presença
1. Chamada realizada no término da aula
2. Frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) o
acadêmico estará reprovado na disciplina
Bibliografia Básica
• ALFREDINI, P., ARASAKI, E. (2011). Obras e Gestão de
Portos e Costas. Editora Blucher, 2011.
• ANAC (2012). Regulamento Brasileiro da Aviação Civil.
RBAC n° 154, Emenda n° 01: Projeto de Aeródromos.
Agência Nacional da Aviação Civil, Brasília.
• HORONJEFF, R., MCKELVEY. F.X., SPROULE, W.J., YOUNG,
S.B. (2010). Planning and Design of Airports. Fifth
Edition. Mc Graw Hill.
• RIJKSWATERSTAAT (2011). Waterway Guidelines 2011.
Rijkswaterstaat, Centre for Transport and Navigation. The
Netherlands.
Bibliografia Complementar
• ACRP (2010). Airport Cooperative Research Program -
Report 25: Airport Passenger Terminal Planning and
Design. Volume 1: Guidebook. Transportation Research
Board, Washington, D.C.,2010.
• FONSECA. M.M. (2002). Arte Naval, Volume I. 6ª Edição.
Serviço de Documentação da Marinha, Rio de Janeiro.
• HOMA, J.M. (2004). Aerodinâmica e Teoria de Voo, 2004
• HOMA, J.M. (2007). Aeronaves e Motores. 27ªa Edição.
Editora Asa, 2007.
Bibliografia Complementar
• MINGUENS, A.P. (2000). Navegação: A Ciência e a Arte:
Volume III - Navegação Eletrônica e em Condições
Especiais. Disponível em:
<https://www.mar.mil.br/dhn/bhmn/publica_manualnav
3.html>. Marinha do Brasil.
• MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA (1974). Instruções para
Operação de Helicópteros para Construção e Utilização
de Helipontos ou Heliportos. Comando Geral de Apoio.
Diretoria de Eletrônica e Proteção ao Voo.
Bibliografia Complementar
• MARINHA DO BRASIL (2003). Normam-11/DHN. Normas
da Autoridade Marítima para Obras, Dragagens,
Pesquisa e Lavra de Minerais sob, sobre e às Margens
das Águas Jurisdicionais Brasileiras. Disponível em:
<https://www.dpc.mar.mil.br/sites/default/files/normam
11.pdf>. Marinha do Brasil.
• MARINHA DO BRASIL (2008). Normam-17/DHN. Normas
de Autoridade Marítima para Auxílios à Navegação. 3ª
Edição. 2008. Disponível em:
<https://www.mar.mil.br/dhn/dhn/downloads/normam/
normam_17.pdf>. Marinha do Brasil.
Bibliografia Complementar
• PEDOVEZI, C.D. (2003). Conceito de Embarcações
Adaptadas à Via Aplicado à Navegação Fluvial no Brasil.
284p. Tese (Doutorado). Escola Politécnica, Universidade
de São Paulo, São Paulo.
• SENÇO, W. (1997). Manual de Técnicas de Pavimentação,
Vol. 1. Ed. Pini, São Paulo, 1997.
• VALENTE, A.M., NOVAES, A.G., PASSAGLIA, E., VIEIRA, H.
(2008). Gerenciamento de Transporte e Frotas. 2ª
edição. Cengage Learning, São Paulo, 2008.
Caracterização do
Mercado Brasileiro
A falácia do rodoviarismo...
(...) A melhoria do leito carroçável pela estabilização
desse leito e a evolução tecnológica do automóvel
restituíram, no século XX, à estrada de rodagem sua
importância, a ponto de, em países como o Brasil, ser
o transporte rodoviário responsável pelo maior
quinhão do transporte de carga. No Estado de São
Paulo, o transporte rodoviário de carga representa
mais de 70% do total, enquanto a ferrovia
transporta menos de 15% (...)
Manual de Técnicas de Pavimentação, Volume I, pág. 4, Wlastermiler de Senço, 1997
A falácia do rodoviarismo...
Após o término da Segunda Guerra
Mundial, (...) , levou a um surto
marcante nos trabalhos de
pavimentação de rodovias,
aumentando significativamente as
extensões pavimentadas e, com
isso, o conforto e a segurança desse
sistema de transporte
Nascimento: 1929
Graduação Eng. Civil: 1954
Falecimento: 2010
Nada contra o Prof. Senço,
mas...
Manual de Técnicas de Pavimentação, Volume I, pág. 412, Wlastermiler de Senço, 1997
... conforto e
segurança e
rodovias
brasileiras?
A falácia do rodoviarismo...
Cultura Rodoviária
Priorização do Modo
Orgulho do ‘Rodoviarismo’
O que temos?
Temporalidade
Não se pode ter uma visão simplista
“Desenvolvimento é construir Rodovias”
Para um engenheiro de 1954 Rodovias e
Barragens
Corte temporal
1950
2016
Para um engenheiro que se formará em 2018 Visão sistêmica dos processos
Vocês serão os novos tomadores de
decisão
• Engenheiros do governo
• Serão políticos
• Serão empresários
“Desenvolvimento é construir e ampliar
um sistema coeso de infraestrutura de
transportes multimodal, atendendo
desejos de cargas ou viagens, que
otimizem aspectos econômicos,
especulativos e ambientais , dentro de
premissas de Engenharia Civil
(SEGURANÇA e ECONOMIA)
Na medida do possível não repetir
os mesmos padrões e erros do
passado
A falácia do rodoviarismo...
Vamos entender alguns aspectos
que explicam, mas não justificam
Primeiro
Como o Brasil é em alguns
aspectos físicos e demográficos:
Aspectos Físicos
Fonte: USGS, Earth Explorer, Digital
Elevation, GTOPO30Fonte: IBGE
7.367 Km
Área BR: 8.514.876,599 Km2
Área Europa: 10.180.000 km²
Área EUA: 9.857.000 km²
4.394,7 km
4.319,4 km
População dos Municípios (exceto capitais)
Fonte: IBGE, Censo 2010
População dos Municípios (exceto capitais)
Fonte: IBGE, Censo 2010
População dos Municípios (exceto capitais)
Fonte: IBGE, Censo 2010
Municípios interior e regiões metropolitanas
Classe População Quantidade
> 10.000 2.514
10.000 a 100.000 2.767
100.000 a 500.000 238
500.000 a 1.000.000 16
1.000.000 a 1.300.000 2
Total: 5.537
Capitais UF e
Capital Federal
Capitais Estaduais e Distrito Federal
Classe
População Qd
Classe
População Qd
> 500.000 7 5 a 6 milhões 0
0,5 a 1milhão 7 6 a 7 milhões 1
1 a 2 milhões 7 7 a 8 milhões 0
2 a 3 milhões 4 8 a 9 milhões 0
3 a 4 milhões 0 10 a 11 milhões 0
4 a 5 milhões 0 11 a 12 milhões 1
Total: 12
99,5%
Conclusão: Concentração Demográfica
Fonte: IBGE, Censo 2010
Censo 2010:
• 190.724.655 habitantes
Temos que:
• 76,18% da População habitam em
cidades do interior
• 23,82% da População habitam nas
capitais
• 84,35% da População habitam na
área urbana
• 15,65% da População habitam na
zona rural
Concentração Populacional
Fonte: IBGE, Censo 2010
Região
População Capital
(%)
População Interior
(%)
População
2010
População Região
(%)
Centro-Oeste 37,03 62,97 14.050.340 7,37
Nordeste 21,70 78,30 53.070.098 27,83
Norte 30,68 69,32 15.865.678 8,32
Sudeste 25,22 74,78 80.353.724 42,13
Sul 13,07 86,93 27.384.815 14,36
Total Geral 190.724.655 100
Região
População urbana
(%)
População rural
(%)
População
2010
Centro-Oeste 88,82 11,18 14.050.340
Nordeste 73,14 26,86 53.070.098
Norte 73,51 26,49 15.865.678
Sudeste 92,92 7,08 80.353.724
Sul 84,93 15,07 27.384.815
Total Geral 190.724.655
Índice de Desenvolvimento Humano
Fonte:PNUD<http://www.pnud.org.br/arquivos/idhm-do-brasil.pdf>
Educação
Renda
Longevidade
Constatações I
• Grandiosidade
– Certas localidades viajar 150km não é considerado longe!
– Variabilidade climática, geomorfológica, topográfica, cultural,
econômica, desenvolvimento
– Lugares com restrição de acesso: faltam infraestruturas de
transportes [rodovias, aeroportos, portos, ferrovias, terminais]
• Forte concentração populacional do Sudeste
• Maiores desníveis orográficos:
– Serras próximas ao litoral, entre Sul e Sudeste: Serra do Mar,
Serra da Bocaina, Serra da Mantiqueira, etc
– Serra do Espinhaço, no Sudeste (MG)
Constatações I
• Concentração demográfica coincide com algumas
dessas orografias
– Rio de Janeiro, São Paulo e outras capitais e grandes centros
– Infraestrutura de transportes como ferrovias e rodovias
apresentam custo mais elevado devido topografia mais árdua
• Interior ainda necessita de maior desenvolvimento
econômico
– Para tal, demanda investimentos em Infraestrutura
• Distribuição espacial: considerável parte da população
brasileira encontra-se no interior com desejo:
– Renda EMPREGO ou TRABALHO
– Consumir BENS LOCAIS ou IMPORTADOS DE OUTROS LOCAIS
– Diversão VIAGENS (por exemplo)
Segundo
Um pouco de história
Ciclos econômicos históricos
Ciclos Econômicos:
Brasil Colônia, Brasil
Império, República
1500
1600
1700
1800
1900
1950
Pau Brasil
Ouro e Diamantes
Araucária
Borracha
Café
Algodão
Madeira
Charque
Açúcar
Alguns fatos históricos
1500
1600
1700
1800
1900
1950
Interpretando o mapa temos:
• Economia focada na exportação
• Infraestrutura, mesmo que precária, desenvolvida
para atender exportações
1. Portos: Cabotagem
2. Hidrovias: Rio São Francisco / Rio Paraná-Paraguai / Rio
Amazonas
3. Sistema Viário:
1. Estrada Real (MG a RJ): Séc. XVII a XIX
2. Rota Tropeiros (RS, SC, PR, SP e MG): Séc. XVII a 1920/1930
3. Primeira Pavimentação: Rio-Petrópolis, em 1928
4. Ferrovias:
1. Auge: 1840 a 1920
2. Início da Estagnação: 1940
Diretriz convergente para o litoral
Diretriz convergente para o litoral
Diretriz com ineficiência de traçado
Alguns fatos históricos
1950
1960
1970
1980
1990
2010
2016
Mundo pós II Guerra Mundial
• Plano Marshall, reconstrução da Europa e mundo bipolar (EUA x URSS)
• Solidificação da industrialização e avanço tecnológico
• Mercantilismo: a Globalização sempre existiu!
Brasil pós II Guerra Mundial
• Término do Período “Getulista”
• Baixa industrialização
• Péssima infraestrutura
• Juscelino Kubitschek:
• O caro milagre dos 50 anos em 5
• Rodoviarismo
• Nova capital: Brasília
• Militares:
• Perpetuação rodoviarismo
• rodovias + automóveis + caminhões
• Ufanismo do Brasil Grande
• Mais obras (Itaipu e Transamazônica)
Estrutura da Cadeia de Negócios
• Montadoras
• Varejo
• Financiamento
• Petróleo: combustível e insumos
• Pneus
• Autopeças
• Contingente envolvido
• Oficinas
• Transportadoras
• Transportadores Autônomos
Alguns fatos históricos
1950
1960
1970
1980
1990
2010
2016
Brasil pós II Guerra Mundial
• Pós Militares a FHC:
• A conta bateu no bolso! Estagnação econômica
• Baixa expansão e manutenção de vias. Deterioração de infra
intermodal. O investimento é incompatível com a demanda
• Início de uma estabilidade econômica: Plano Real
• Início das outorgas com as Agências de Regulação
• Lulismo:
• Expansão das outorgas
• Investimento em algumas infraestruturas descoladas das áreas de
produção: Transnordestina / FIOL
• Incentivo ao consumo de automóveis
• Estagnação da infraestrutura: O investimento é incompatível com a
demanda Valor financeiro do PAC
Transportes, era insuficiente
para as demandas para o setor
rodoviário
Fonte: CNT, Plano de Logística para o Brasil, 2007
Alguns fatos históricos e geográficos
1950
1960
1970
1980
1990
2010
2016
Brasil pós II Guerra Mundial
• Dilmismo:
• Planos ferroviários (piada)
• Crise eminente: a festa acabou!
• Estagnação da infraestrutura: O investimento é incompatível com a
demanda
Fonte: ILOS, 2014
MatrizdeTransporte
Constatações II
• Não ocorreu um desenvolvimento paralelo de todas
as infraestruturas de transporte
– Ciclo do viário a cavalo
– Ciclo Ferroviário / Alguns Arcos Hidroviários
– Ciclo Rodoviário
• O início de um ciclo é a total deterioração do outro
• Brasil com infraestrutura e operação de transporte
dependente do modo rodoviário
Terceiro
Alguns Setores da Economia
Extrativista e Produtiva de
Interesse
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Minérios
Fonte:IBRAM(2015).InformaçõessobreaEconomiaMineralBrasileira2015.
InstitutoBrasileirodeMineração.
Depósitos Minerais
2016
Minério de ferro
Bauxita / alumínio
Minérios
Nióbio
Tantalita
Manganês
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
UF extratoras de minério de ferro
Minérios
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Minério de Ferro
- Grandes volumes
- Baixo valor agregado
comparado com o
volume
- Oscilação do preço no
mercado
internacional
- Necessita de boa
logística!
Fonte de dados: http://aliceweb.mdic.gov.br/
Gráfico elaborado pelo professor
Minérios
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Bauxita Não Calcinada
- Sem processamento,
não há valor
agregado
- Grandes volumes
- Baixo valor em
relação ao volume
Fonte de dados: http://aliceweb.mdic.gov.br/
Gráfico elaborado pelo professor
Minérios
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Bauxita Calcinada
- Há processamento:
valor agregado!
Fonte de dados: http://aliceweb.mdic.gov.br/
Gráfico elaborado pelo professor
Minérios
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Ferro-silício-manganês
- Liga metálica
- Insumo para
produção metalúrgica
- Exemplo de valor
agregado para carga
granel e volumétrica
Fonte de dados: http://aliceweb.mdic.gov.br/
Gráfico elaborado pelo professor
Minérios
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Vanádio (V2O5)
Uso: Aditivo para manufatura do Aço Inoxidável
Empresa: Largo Resources
País: Canadá
Mina: Maracás, BA
Volume estimado da lavra: 22,5 milhões de toneladas
Taxa Interna de Retorno, sem impostos: 40,7%
Valor Presente Líquido: US$212 milhões
Retorno do Investimento: 3 anos
Tempo de Exploração da mina: 26 anos
Preço médio de comercialização: US$5,00/libra (1 lb =
0,453592; 1 US$ = R$3,30): R$36,37/kg
Fonte: http://www.largoresources.com/investors/news/news-release-details/2007/Largo-Reports-Robust-Economics-From-New-Scoping-
Study-for-Maracas-Vanadium-PGM-Project-Brazil/default.aspx
Agroindustrial
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Soja
- Brasil: 2º maior
produtor mundial
- Comercialização:
(a) grãos
(b) farelos
(c) óleo
- Produtos
industrializados
derivados do óleo
- Área de plantio
correlata com a
cultura de milho
(entre safra)
Agroindustrial
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Fonte: https://www.embrapa.br/soja/cultivos/soja1/dados-economicos
Soja
(safra 2014/2015)
Agroindustrial
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Milho
- Duas safras
- Tradicionalmente o
milho atendia
mercado interno
Milho total: 1ª e 2ª safra
Safra 2014/2015
Fonte:
http://www.conab.gov.br/OlalaCMS/uploads/arquivos/15_06_11_09_00_38_boletim_graos_junho_2015.pdf
Agroindustrial
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Milho
- Cenário mudou e os
volumes de
exportação cresceram
Fonte de dados: http://aliceweb.mdic.gov.br/
Gráfico elaborado pelo professor
Agroindustrial
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Cana-de-Açúcar
- Açúcar
- Etanol
- Cogeração elétrica
Agroindustrial
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Dados Safra 2015/2016
Fonte: http://www.unicadata.com.br/
Agroindustrial
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Dados Safra 2015/2016
- Exportação para
União Européia
Fonte: http://www.unicadata.com.br/
Madeira e Celulose
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Fonte:http://www.ipef.br/estatisticas/relatorios/anuario-iba_2015.pdf
Dados 2014
- Área plantada: 7,74 milhões ha
- 16,46 milhões de toneladas de
celulose
- 10,40 milhões de toneladas de
papel
- 4,29 milhões de toneladas
carvão vegetal
Madeira e Celulose
Sistema Extrativo e Produtivo Atual
Fonte:http://www.ipef.br/estatisticas/relatorios/anuario-iba_2015.pdf
Indústria de Celulose e Papel
Indústria de
Painéis e Pisos
Consumidores de carvão vegetal
Constatações III
• Grande participação na economia brasileira do
setores cujos produtos extraídos ou produzidos
possuem as seguintes características
1. Elasticidade e Volatilidade de Preços segundo
oscilação da Oferta, Demanda, Estoque e outros
fatores macroeconômicos
R$108,72/t minério de ferro
R$88,72/t bauxita não calcinada
R$1682,49/t soja
R$347,24/t açúcar
Constatações III
• Grande participação na economia brasileira do
setores cujos produtos extraídos ou produzidos
possuem as seguintes características
2. Foco em operações comerciais de exportação para
ganhos cambiais ou pelo mercado do produto ser
externo
3. As commodities de maior representatividade
somente são lucrativas devido a escala do volume
comercializado. São de baixo valor agregado
Constatações III
• Por consequência, a movimentação e a
armazenagem desses produtos necessitam
– Sistemas de Transporte de Alta Capacidade
– Tecnologias de Transporte de Menor Custo Operacional
– Tecnologias de Transporte com Menor Consumo
Energético
– Maior Densidade da Rede Multimodal de Transporte
– Menor Quantidade de Transbordos
– Maior Integração Intermodal
Quarto
A Infraestrutura de Transporte e
algumas características
operacionais
Caracterização do Transporte
Rodoviário no Brasil
• Extensão da malha rodoviária
Fonte: CNT, Boletim Estatístico, Maio 2016
Caracterização do Transporte
Rodoviário no Brasil
• Extensão da malha rodoviária: PISTA DUPLA
Fonte: CNT, Pesquisa de Rodovias CNT 2015
Pavimentadas x Não Pavimentadas
Fonte: DNIT
Rodovias pavimentadas Rodovias não pavimentadas
Caracterização do Transporte
Rodoviário no Brasil
• Tamanho da frota: veículos comerciais
Fonte: CNT, Boletim Estatístico, Maio 2016
Caracterização do Transporte
Rodoviário no Brasil
• Caracterização da frota: veículos comerciais
Fonte: CNT, Boletim Veículos e Implementos, Julho 2016
Caracterização do Transporte
Rodoviário no Brasil
• Caracterização da frota: veículos comerciais
Fonte: CNT, Boletim Veículos e Implementos, Julho 2016
Caracterização do Transporte
Rodoviário no Brasil
• Caracterização da frota: transportadores
Fonte: ANTT, RNTRC em Números, Julho 2016
81%
19%
0%
42%
57%
1%
81% dos Registros de RNTRC são de autônomos (TAC).
Porém os autônomos representam 42% da frota
57% da frota registrada está na mão de empresas (ETC)
Caracterização do Transporte
Rodoviário no Brasil
• Caracterização da frota: transportadores
Fonte: ANTT, RNTRC em Números, Julho 2016
Avaliaremos
melhor esses
números
Caracterização do Transporte
Rodoviário no Brasil
• Caracterização da frota: transportadores
Fonte: ANTT, RNTRC em Números, Julho 2016
Podemos inferir que:
a) TAC apresentam perfil operacional para fretes curtos, distribuição urbana e caminhões
unitários não articulados, LOGO: Frete de menor valor!!
b) ETC operam mais com veículos articulados, para longo curso, LOGO: Fretes pouco mais
rentável!!
Caracterização do Transporte
Rodoviário no Brasil
• Caracterização da frota: idade
Fonte: ANTT, RNTRC em Números, Julho 2016
Caracterização
do Transporte
Ferroviário no
Brasil
Fonte: CNT, Pesquisa de Ferrovias CNT 2015
Caracterização do Transporte
Ferroviário no Brasil
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Caracterização
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Aeroportos
Públicos
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micro-regional
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Mandarim
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Outorgas
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infelizmente o cronograma sempre está
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Hidrovias, portos e aeroportos - aula 01 - apresentação jba

  • 1. 27291 – Hidrovias, Portos e Aeroportos Aula 01: Aeroportos, Portos e Vias Navegáveis - Apresentação Prof. Eng. Rafael José Rorato Me. Engenharia de Transportes Universidade do Oeste de Santa Catarina - UNOESC Campus Joaçaba Departamento de Engenharia Civil
  • 2. Apresentação do Professor • Rafael José Rorato – Engenheiro Civil, PUC-PR, 1995-2000 – Mestre em Engenharia de Transportes, EESC-USP, 2001-2003 – Especialização em Investimento, Planejamento e Gestão no Complexo Agroindustrial Sucroalcooleiro, ESALQ-USP, 2009-2011 – 15 anos de experiência profissional: Centrovia/Arteris Coopercarga Volkswagen Transport SAS Institute Universidade Paulista Confederação Nacional do Transporte Ceftru/Universidade de Brasília Instituto de Educação Superior de Brasília Petcon Planejamento em Transporte e Consultoria Universidade do Contestado Banco Mundial Caruso Jr. Estudos Ambientais e Engenharia Planejamento de Sistemas de Transporte Dimensionamento de Frotas GIS aplicados à Transportes / Estudos Locacionais Formação de Custos e Fretes Projetos Logísticos Desenvolvimento Regional Integração Multimodal Plano de Desenvolvimento e Zoneamento Portuário Modelagem de Previsão / Pesquisa Operacional Estudo Setorial: Infraestrutura de Transporte Outorgas de Terminais e Portos / EVTEA Avaliação Econômica e Operacional de Veículos
  • 4. Engenharia de Transportes • Especialidade da Engenharia Civil • Atua nas áreas de: – Planejamento técnico-econômico – Projeto de infraestrutura – Execução de obras de infraestrutura – Gerenciamento e operação de sistemas de transportes
  • 5. Engenharia de Transportes • Algumas definições: – Planejar, construir e operar as instalações fixas, as entidades de fluxo, e o sistema de controle que permite que pessoas e mercadorias vençam a fricção do espaço geográfico de forma eficiente, permitindo participar tempestivamente em alguma atividade desejada [Papacostas e Prevedouros (1993, p.1)] – aplicação de ciência e matemática pela qual as propriedades da matéria e das fontes de energia na natureza são utilizadas para movimentar passageiros e mercadorias de forma útil à humanidade [Morlock (1978, p.5)]
  • 7. Visão Sistêmica da Engenharia de Transportes Planejar Construir Operar
  • 8. Visão Sistêmica da Engenharia de Transportes Planejar • Onde construir o terminal, o porto, o aeroporto, a rodovia, o terminal de ônibus, etc? • Qual é o objeto transportado? – Contêineres – Granéis agrícolas – Produtos químicos – Manufaturas – Frigoríficos – Passageiros – Automóveis – Cargas de projeto
  • 9. Visão Sistêmica da Engenharia de Transportes Planejar • Qual é a capacidade de processamento da demanda? – Toneladas por hora (t/h) – Passageiros por hora (pax/h) – Veículos por hora (veíc/h) – Contêineres por hora (TEU/h) – Volume por hora (m³/h ou L/h) • Quantificar a demanda: – Pesquisas O/D – Modelagem probabilística, estocástica, estatística e simulação – Estudos setoriais (agrícola, mineração, química pesada, manufatura, etc)
  • 10. Visão Sistêmica da Engenharia de Transportes – Projetos Geométricos • Ferrovias • Rodovias • Hidrovias • Pistas aeroportuárias • Terminais (Portos, Aeroportos, Terminais Rodoviários) • Dutovias Construir
  • 11. Visão Sistêmica da Engenharia de Transportes – Projetos de Superestruturas • Pavimentos rodoviários • Superestrutura ferroviária • Pavimento de pista e taxiways em aeroportos • Projetos de Dragagem / Derrocagens • Construção de quebra-mar, berços, cais e estruturas de amarração de navios Construir
  • 12. Visão Sistêmica da Engenharia de Transportes • Programação operacional de composição ferroviárias • Gerenciamento de tráfego • Armazenamento e controle de contêineres em terminais Operar
  • 13. Visão Sistêmica da Engenharia de Transportes • Processamento de bagagens e cargas • Controle de mão de obra e recursos físicos • Transbordo intermodal Operar
  • 16. Apresentação da Disciplina Esta disciplina tem como objetivo capacitar o Engenheiro Civil a planejar, projetar, construir e operar sistemas de transportes Aeroportuário e Aquaviário, no aspecto de infraestrutura e interface veículo-via
  • 17. Plano de Ensino MÓDULO AEROPORTOS • Sistema de Transporte Aéreo • Tecnologias de Transporte Aéreo • Pistas aeroportuárias: geometria • Pistas aeroportuárias: pavimento, drenagem e sinalização • Terminais aeroportuários • Helipontos e Heliportos
  • 18. Plano de Ensino MÓDULO PORTOS E VIAS NAVEGÁVEIS • Sistema de Transporte Aquaviário • Tecnologias de Transporte Aquaviário • Vias Navegáveis: Transporte Marítimo • Vias Navegáveis: Transporte Hidroviário • Portos marítimos • Portos hidroviários • Dimensionamento de Frotas
  • 19. Avaliação A1 Em relação à composição de A1, devem ser feitas as seguintes avaliações: 1. Realização de trabalhos escritos ou seminários, correspondente a 20% da nota final 2. Projeto final de uma instalação aeroportuária ou hidroportuária, correspondente a 40% da nota final – Desenvolvimento e monitoramento durante todo o semestre 3. Avaliação abrangente, correspondente a 40% da nota final
  • 20. Presença 1. Chamada realizada no término da aula 2. Frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) o acadêmico estará reprovado na disciplina
  • 21. Bibliografia Básica • ALFREDINI, P., ARASAKI, E. (2011). Obras e Gestão de Portos e Costas. Editora Blucher, 2011. • ANAC (2012). Regulamento Brasileiro da Aviação Civil. RBAC n° 154, Emenda n° 01: Projeto de Aeródromos. Agência Nacional da Aviação Civil, Brasília. • HORONJEFF, R., MCKELVEY. F.X., SPROULE, W.J., YOUNG, S.B. (2010). Planning and Design of Airports. Fifth Edition. Mc Graw Hill. • RIJKSWATERSTAAT (2011). Waterway Guidelines 2011. Rijkswaterstaat, Centre for Transport and Navigation. The Netherlands.
  • 22. Bibliografia Complementar • ACRP (2010). Airport Cooperative Research Program - Report 25: Airport Passenger Terminal Planning and Design. Volume 1: Guidebook. Transportation Research Board, Washington, D.C.,2010. • FONSECA. M.M. (2002). Arte Naval, Volume I. 6ª Edição. Serviço de Documentação da Marinha, Rio de Janeiro. • HOMA, J.M. (2004). Aerodinâmica e Teoria de Voo, 2004 • HOMA, J.M. (2007). Aeronaves e Motores. 27ªa Edição. Editora Asa, 2007.
  • 23. Bibliografia Complementar • MINGUENS, A.P. (2000). Navegação: A Ciência e a Arte: Volume III - Navegação Eletrônica e em Condições Especiais. Disponível em: <https://www.mar.mil.br/dhn/bhmn/publica_manualnav 3.html>. Marinha do Brasil. • MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA (1974). Instruções para Operação de Helicópteros para Construção e Utilização de Helipontos ou Heliportos. Comando Geral de Apoio. Diretoria de Eletrônica e Proteção ao Voo.
  • 24. Bibliografia Complementar • MARINHA DO BRASIL (2003). Normam-11/DHN. Normas da Autoridade Marítima para Obras, Dragagens, Pesquisa e Lavra de Minerais sob, sobre e às Margens das Águas Jurisdicionais Brasileiras. Disponível em: <https://www.dpc.mar.mil.br/sites/default/files/normam 11.pdf>. Marinha do Brasil. • MARINHA DO BRASIL (2008). Normam-17/DHN. Normas de Autoridade Marítima para Auxílios à Navegação. 3ª Edição. 2008. Disponível em: <https://www.mar.mil.br/dhn/dhn/downloads/normam/ normam_17.pdf>. Marinha do Brasil.
  • 25. Bibliografia Complementar • PEDOVEZI, C.D. (2003). Conceito de Embarcações Adaptadas à Via Aplicado à Navegação Fluvial no Brasil. 284p. Tese (Doutorado). Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo. • SENÇO, W. (1997). Manual de Técnicas de Pavimentação, Vol. 1. Ed. Pini, São Paulo, 1997. • VALENTE, A.M., NOVAES, A.G., PASSAGLIA, E., VIEIRA, H. (2008). Gerenciamento de Transporte e Frotas. 2ª edição. Cengage Learning, São Paulo, 2008.
  • 27. A falácia do rodoviarismo... (...) A melhoria do leito carroçável pela estabilização desse leito e a evolução tecnológica do automóvel restituíram, no século XX, à estrada de rodagem sua importância, a ponto de, em países como o Brasil, ser o transporte rodoviário responsável pelo maior quinhão do transporte de carga. No Estado de São Paulo, o transporte rodoviário de carga representa mais de 70% do total, enquanto a ferrovia transporta menos de 15% (...) Manual de Técnicas de Pavimentação, Volume I, pág. 4, Wlastermiler de Senço, 1997
  • 28. A falácia do rodoviarismo... Após o término da Segunda Guerra Mundial, (...) , levou a um surto marcante nos trabalhos de pavimentação de rodovias, aumentando significativamente as extensões pavimentadas e, com isso, o conforto e a segurança desse sistema de transporte Nascimento: 1929 Graduação Eng. Civil: 1954 Falecimento: 2010 Nada contra o Prof. Senço, mas... Manual de Técnicas de Pavimentação, Volume I, pág. 412, Wlastermiler de Senço, 1997
  • 29. ... conforto e segurança e rodovias brasileiras? A falácia do rodoviarismo... Cultura Rodoviária Priorização do Modo Orgulho do ‘Rodoviarismo’ O que temos?
  • 30. Temporalidade Não se pode ter uma visão simplista “Desenvolvimento é construir Rodovias” Para um engenheiro de 1954 Rodovias e Barragens Corte temporal 1950 2016 Para um engenheiro que se formará em 2018 Visão sistêmica dos processos Vocês serão os novos tomadores de decisão • Engenheiros do governo • Serão políticos • Serão empresários “Desenvolvimento é construir e ampliar um sistema coeso de infraestrutura de transportes multimodal, atendendo desejos de cargas ou viagens, que otimizem aspectos econômicos, especulativos e ambientais , dentro de premissas de Engenharia Civil (SEGURANÇA e ECONOMIA) Na medida do possível não repetir os mesmos padrões e erros do passado
  • 31. A falácia do rodoviarismo... Vamos entender alguns aspectos que explicam, mas não justificam
  • 32. Primeiro Como o Brasil é em alguns aspectos físicos e demográficos:
  • 33. Aspectos Físicos Fonte: USGS, Earth Explorer, Digital Elevation, GTOPO30Fonte: IBGE 7.367 Km Área BR: 8.514.876,599 Km2 Área Europa: 10.180.000 km² Área EUA: 9.857.000 km² 4.394,7 km 4.319,4 km
  • 34. População dos Municípios (exceto capitais) Fonte: IBGE, Censo 2010
  • 35. População dos Municípios (exceto capitais) Fonte: IBGE, Censo 2010
  • 36. População dos Municípios (exceto capitais) Fonte: IBGE, Censo 2010 Municípios interior e regiões metropolitanas Classe População Quantidade > 10.000 2.514 10.000 a 100.000 2.767 100.000 a 500.000 238 500.000 a 1.000.000 16 1.000.000 a 1.300.000 2 Total: 5.537 Capitais UF e Capital Federal Capitais Estaduais e Distrito Federal Classe População Qd Classe População Qd > 500.000 7 5 a 6 milhões 0 0,5 a 1milhão 7 6 a 7 milhões 1 1 a 2 milhões 7 7 a 8 milhões 0 2 a 3 milhões 4 8 a 9 milhões 0 3 a 4 milhões 0 10 a 11 milhões 0 4 a 5 milhões 0 11 a 12 milhões 1 Total: 12 99,5%
  • 37. Conclusão: Concentração Demográfica Fonte: IBGE, Censo 2010 Censo 2010: • 190.724.655 habitantes Temos que: • 76,18% da População habitam em cidades do interior • 23,82% da População habitam nas capitais • 84,35% da População habitam na área urbana • 15,65% da População habitam na zona rural
  • 38. Concentração Populacional Fonte: IBGE, Censo 2010 Região População Capital (%) População Interior (%) População 2010 População Região (%) Centro-Oeste 37,03 62,97 14.050.340 7,37 Nordeste 21,70 78,30 53.070.098 27,83 Norte 30,68 69,32 15.865.678 8,32 Sudeste 25,22 74,78 80.353.724 42,13 Sul 13,07 86,93 27.384.815 14,36 Total Geral 190.724.655 100 Região População urbana (%) População rural (%) População 2010 Centro-Oeste 88,82 11,18 14.050.340 Nordeste 73,14 26,86 53.070.098 Norte 73,51 26,49 15.865.678 Sudeste 92,92 7,08 80.353.724 Sul 84,93 15,07 27.384.815 Total Geral 190.724.655
  • 39. Índice de Desenvolvimento Humano Fonte:PNUD<http://www.pnud.org.br/arquivos/idhm-do-brasil.pdf> Educação Renda Longevidade
  • 40. Constatações I • Grandiosidade – Certas localidades viajar 150km não é considerado longe! – Variabilidade climática, geomorfológica, topográfica, cultural, econômica, desenvolvimento – Lugares com restrição de acesso: faltam infraestruturas de transportes [rodovias, aeroportos, portos, ferrovias, terminais] • Forte concentração populacional do Sudeste • Maiores desníveis orográficos: – Serras próximas ao litoral, entre Sul e Sudeste: Serra do Mar, Serra da Bocaina, Serra da Mantiqueira, etc – Serra do Espinhaço, no Sudeste (MG)
  • 41. Constatações I • Concentração demográfica coincide com algumas dessas orografias – Rio de Janeiro, São Paulo e outras capitais e grandes centros – Infraestrutura de transportes como ferrovias e rodovias apresentam custo mais elevado devido topografia mais árdua • Interior ainda necessita de maior desenvolvimento econômico – Para tal, demanda investimentos em Infraestrutura • Distribuição espacial: considerável parte da população brasileira encontra-se no interior com desejo: – Renda EMPREGO ou TRABALHO – Consumir BENS LOCAIS ou IMPORTADOS DE OUTROS LOCAIS – Diversão VIAGENS (por exemplo)
  • 42. Segundo Um pouco de história
  • 43. Ciclos econômicos históricos Ciclos Econômicos: Brasil Colônia, Brasil Império, República 1500 1600 1700 1800 1900 1950 Pau Brasil Ouro e Diamantes Araucária Borracha Café Algodão Madeira Charque Açúcar
  • 44. Alguns fatos históricos 1500 1600 1700 1800 1900 1950 Interpretando o mapa temos: • Economia focada na exportação • Infraestrutura, mesmo que precária, desenvolvida para atender exportações 1. Portos: Cabotagem 2. Hidrovias: Rio São Francisco / Rio Paraná-Paraguai / Rio Amazonas 3. Sistema Viário: 1. Estrada Real (MG a RJ): Séc. XVII a XIX 2. Rota Tropeiros (RS, SC, PR, SP e MG): Séc. XVII a 1920/1930 3. Primeira Pavimentação: Rio-Petrópolis, em 1928 4. Ferrovias: 1. Auge: 1840 a 1920 2. Início da Estagnação: 1940
  • 48. Alguns fatos históricos 1950 1960 1970 1980 1990 2010 2016 Mundo pós II Guerra Mundial • Plano Marshall, reconstrução da Europa e mundo bipolar (EUA x URSS) • Solidificação da industrialização e avanço tecnológico • Mercantilismo: a Globalização sempre existiu! Brasil pós II Guerra Mundial • Término do Período “Getulista” • Baixa industrialização • Péssima infraestrutura • Juscelino Kubitschek: • O caro milagre dos 50 anos em 5 • Rodoviarismo • Nova capital: Brasília • Militares: • Perpetuação rodoviarismo • rodovias + automóveis + caminhões • Ufanismo do Brasil Grande • Mais obras (Itaipu e Transamazônica) Estrutura da Cadeia de Negócios • Montadoras • Varejo • Financiamento • Petróleo: combustível e insumos • Pneus • Autopeças • Contingente envolvido • Oficinas • Transportadoras • Transportadores Autônomos
  • 49. Alguns fatos históricos 1950 1960 1970 1980 1990 2010 2016 Brasil pós II Guerra Mundial • Pós Militares a FHC: • A conta bateu no bolso! Estagnação econômica • Baixa expansão e manutenção de vias. Deterioração de infra intermodal. O investimento é incompatível com a demanda • Início de uma estabilidade econômica: Plano Real • Início das outorgas com as Agências de Regulação • Lulismo: • Expansão das outorgas • Investimento em algumas infraestruturas descoladas das áreas de produção: Transnordestina / FIOL • Incentivo ao consumo de automóveis • Estagnação da infraestrutura: O investimento é incompatível com a demanda Valor financeiro do PAC Transportes, era insuficiente para as demandas para o setor rodoviário Fonte: CNT, Plano de Logística para o Brasil, 2007
  • 50. Alguns fatos históricos e geográficos 1950 1960 1970 1980 1990 2010 2016 Brasil pós II Guerra Mundial • Dilmismo: • Planos ferroviários (piada) • Crise eminente: a festa acabou! • Estagnação da infraestrutura: O investimento é incompatível com a demanda Fonte: ILOS, 2014 MatrizdeTransporte
  • 51. Constatações II • Não ocorreu um desenvolvimento paralelo de todas as infraestruturas de transporte – Ciclo do viário a cavalo – Ciclo Ferroviário / Alguns Arcos Hidroviários – Ciclo Rodoviário • O início de um ciclo é a total deterioração do outro • Brasil com infraestrutura e operação de transporte dependente do modo rodoviário
  • 52. Terceiro Alguns Setores da Economia Extrativista e Produtiva de Interesse
  • 53. Sistema Extrativo e Produtivo Atual Minérios Fonte:IBRAM(2015).InformaçõessobreaEconomiaMineralBrasileira2015. InstitutoBrasileirodeMineração. Depósitos Minerais
  • 54. 2016 Minério de ferro Bauxita / alumínio Minérios Nióbio Tantalita Manganês Sistema Extrativo e Produtivo Atual UF extratoras de minério de ferro
  • 55. Minérios Sistema Extrativo e Produtivo Atual Minério de Ferro - Grandes volumes - Baixo valor agregado comparado com o volume - Oscilação do preço no mercado internacional - Necessita de boa logística! Fonte de dados: http://aliceweb.mdic.gov.br/ Gráfico elaborado pelo professor
  • 56. Minérios Sistema Extrativo e Produtivo Atual Bauxita Não Calcinada - Sem processamento, não há valor agregado - Grandes volumes - Baixo valor em relação ao volume Fonte de dados: http://aliceweb.mdic.gov.br/ Gráfico elaborado pelo professor
  • 57. Minérios Sistema Extrativo e Produtivo Atual Bauxita Calcinada - Há processamento: valor agregado! Fonte de dados: http://aliceweb.mdic.gov.br/ Gráfico elaborado pelo professor
  • 58. Minérios Sistema Extrativo e Produtivo Atual Ferro-silício-manganês - Liga metálica - Insumo para produção metalúrgica - Exemplo de valor agregado para carga granel e volumétrica Fonte de dados: http://aliceweb.mdic.gov.br/ Gráfico elaborado pelo professor
  • 59. Minérios Sistema Extrativo e Produtivo Atual Vanádio (V2O5) Uso: Aditivo para manufatura do Aço Inoxidável Empresa: Largo Resources País: Canadá Mina: Maracás, BA Volume estimado da lavra: 22,5 milhões de toneladas Taxa Interna de Retorno, sem impostos: 40,7% Valor Presente Líquido: US$212 milhões Retorno do Investimento: 3 anos Tempo de Exploração da mina: 26 anos Preço médio de comercialização: US$5,00/libra (1 lb = 0,453592; 1 US$ = R$3,30): R$36,37/kg Fonte: http://www.largoresources.com/investors/news/news-release-details/2007/Largo-Reports-Robust-Economics-From-New-Scoping- Study-for-Maracas-Vanadium-PGM-Project-Brazil/default.aspx
  • 60. Agroindustrial Sistema Extrativo e Produtivo Atual Soja - Brasil: 2º maior produtor mundial - Comercialização: (a) grãos (b) farelos (c) óleo - Produtos industrializados derivados do óleo - Área de plantio correlata com a cultura de milho (entre safra)
  • 61. Agroindustrial Sistema Extrativo e Produtivo Atual Fonte: https://www.embrapa.br/soja/cultivos/soja1/dados-economicos Soja (safra 2014/2015)
  • 62. Agroindustrial Sistema Extrativo e Produtivo Atual Milho - Duas safras - Tradicionalmente o milho atendia mercado interno Milho total: 1ª e 2ª safra Safra 2014/2015 Fonte: http://www.conab.gov.br/OlalaCMS/uploads/arquivos/15_06_11_09_00_38_boletim_graos_junho_2015.pdf
  • 63. Agroindustrial Sistema Extrativo e Produtivo Atual Milho - Cenário mudou e os volumes de exportação cresceram Fonte de dados: http://aliceweb.mdic.gov.br/ Gráfico elaborado pelo professor
  • 64. Agroindustrial Sistema Extrativo e Produtivo Atual Cana-de-Açúcar - Açúcar - Etanol - Cogeração elétrica
  • 65. Agroindustrial Sistema Extrativo e Produtivo Atual Dados Safra 2015/2016 Fonte: http://www.unicadata.com.br/
  • 66. Agroindustrial Sistema Extrativo e Produtivo Atual Dados Safra 2015/2016 - Exportação para União Européia Fonte: http://www.unicadata.com.br/
  • 67. Madeira e Celulose Sistema Extrativo e Produtivo Atual Fonte:http://www.ipef.br/estatisticas/relatorios/anuario-iba_2015.pdf Dados 2014 - Área plantada: 7,74 milhões ha - 16,46 milhões de toneladas de celulose - 10,40 milhões de toneladas de papel - 4,29 milhões de toneladas carvão vegetal
  • 68. Madeira e Celulose Sistema Extrativo e Produtivo Atual Fonte:http://www.ipef.br/estatisticas/relatorios/anuario-iba_2015.pdf Indústria de Celulose e Papel Indústria de Painéis e Pisos Consumidores de carvão vegetal
  • 69. Constatações III • Grande participação na economia brasileira do setores cujos produtos extraídos ou produzidos possuem as seguintes características 1. Elasticidade e Volatilidade de Preços segundo oscilação da Oferta, Demanda, Estoque e outros fatores macroeconômicos R$108,72/t minério de ferro R$88,72/t bauxita não calcinada R$1682,49/t soja R$347,24/t açúcar
  • 70. Constatações III • Grande participação na economia brasileira do setores cujos produtos extraídos ou produzidos possuem as seguintes características 2. Foco em operações comerciais de exportação para ganhos cambiais ou pelo mercado do produto ser externo 3. As commodities de maior representatividade somente são lucrativas devido a escala do volume comercializado. São de baixo valor agregado
  • 71. Constatações III • Por consequência, a movimentação e a armazenagem desses produtos necessitam – Sistemas de Transporte de Alta Capacidade – Tecnologias de Transporte de Menor Custo Operacional – Tecnologias de Transporte com Menor Consumo Energético – Maior Densidade da Rede Multimodal de Transporte – Menor Quantidade de Transbordos – Maior Integração Intermodal
  • 72. Quarto A Infraestrutura de Transporte e algumas características operacionais
  • 73. Caracterização do Transporte Rodoviário no Brasil • Extensão da malha rodoviária Fonte: CNT, Boletim Estatístico, Maio 2016
  • 74. Caracterização do Transporte Rodoviário no Brasil • Extensão da malha rodoviária: PISTA DUPLA Fonte: CNT, Pesquisa de Rodovias CNT 2015
  • 75. Pavimentadas x Não Pavimentadas Fonte: DNIT Rodovias pavimentadas Rodovias não pavimentadas
  • 76. Caracterização do Transporte Rodoviário no Brasil • Tamanho da frota: veículos comerciais Fonte: CNT, Boletim Estatístico, Maio 2016
  • 77. Caracterização do Transporte Rodoviário no Brasil • Caracterização da frota: veículos comerciais Fonte: CNT, Boletim Veículos e Implementos, Julho 2016
  • 78. Caracterização do Transporte Rodoviário no Brasil • Caracterização da frota: veículos comerciais Fonte: CNT, Boletim Veículos e Implementos, Julho 2016
  • 79. Caracterização do Transporte Rodoviário no Brasil • Caracterização da frota: transportadores Fonte: ANTT, RNTRC em Números, Julho 2016 81% 19% 0% 42% 57% 1% 81% dos Registros de RNTRC são de autônomos (TAC). Porém os autônomos representam 42% da frota 57% da frota registrada está na mão de empresas (ETC)
  • 80. Caracterização do Transporte Rodoviário no Brasil • Caracterização da frota: transportadores Fonte: ANTT, RNTRC em Números, Julho 2016 Avaliaremos melhor esses números
  • 81. Caracterização do Transporte Rodoviário no Brasil • Caracterização da frota: transportadores Fonte: ANTT, RNTRC em Números, Julho 2016 Podemos inferir que: a) TAC apresentam perfil operacional para fretes curtos, distribuição urbana e caminhões unitários não articulados, LOGO: Frete de menor valor!! b) ETC operam mais com veículos articulados, para longo curso, LOGO: Fretes pouco mais rentável!!
  • 82. Caracterização do Transporte Rodoviário no Brasil • Caracterização da frota: idade Fonte: ANTT, RNTRC em Números, Julho 2016
  • 84. Caracterização do Transporte Ferroviário no Brasil Fonte:CNT,PesquisadeFerroviasCNT2015
  • 86. Fonte:CNT,PesquisaCNTNavegaçãoInterior2013 Caracterização do Transporte Hidroviário no Brasil Em Uso Desativado ou restrição a navegação Grande potencialRio Paraguai-Paraná Rio Jacuí Rio Uruguai-Paraná
  • 89. Constatações IV • Infraestrutura rodoviária não comporta mais o atendimento da demanda em economia e nível de serviço • Potenciais expansões da infraestrutura – Aeroportuária micro-regional – Hidrovias para atender demandas agroindustriais – Ferrovias para integração regional norte-sul. Porém o foco é mercado interno. Maior pressão política está nos corredores de exportação – Navegação de cabotagem para demandas nas capitais
  • 91. Perfil Profissional do Engenheiro Civil • Visão sistêmica • Gostar de estudar • Gostar de ler. Se não gostas, aprenda! • Noção de fluxos e processos de um sistema • Organização e visualização espacial • Orçamento: Aprenda a quantificar e a valorar • Saber escrever: Relatórios, Parecer Técnico, Ofícios
  • 92. Perfil Profissional do Engenheiro Civil • Língua estrangeira: Inglês e Espanhol / Mandarim • Estatística aplicada e análise descritiva • Infelizmente não estamos livres da BUROCRACIA do Estado de Direito Brasileiro • Compreender essa burocracia para não gerar atrasos na obtenção de Licenciamentos e Outorgas
  • 93. Perfil Profissional do Engenheiro Civil • Saber trabalhar em grupo • Gostar ou saber se adaptar em trabalhos com pessoas de áreas distintas • Quando se tem uma demanda de trabalho, infelizmente o cronograma sempre está atrasado. O ‘Chefe’ ou o ‘Cliente’ querem para ontem! • Virar a noite sem dormir e perder finais de semana pode ser algo necessário
  • 94. Perfil Profissional do Engenheiro Civil • Entender (além da Engenharia) de tudo um pouco em caráter sistêmico – Macroeconomia Sistemas de Produção – Comércio interno e exterior Comportamento humano – Tecnologias de Transportes Custos Operacionais e Lucro – Impostos, tributos e taxas • Ferramentas Computacionais – Simulação computacional Ferramentas CAD – Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto – Planilhas eletrônicas Sistemas de gestão – Ferramentas estatísticas
  • 95. Perfil Profissional do Engenheiro Civil • Não se esqueçam, que mesmo vendendo serviços de engenharia (plantas, laudos, obras, pareceres, prestação de serviço) a estética e a apresentação é muito importante • Principalmente: Não se limitar na área de atuação
  • 96. 27291 – Hidrovias, Portos e Aeroportos Aula 01: Aeroportos, Portos e Vias Navegáveis - Apresentação Prof. Eng. Rafael José Rorato Me. Engenharia de Transportes Universidade do Oeste de Santa Catarina - UNOESC Campus Joaçaba Departamento de Engenharia Civil