SlideShare uma empresa Scribd logo

Aula1 - estatística básica

Pós Graduação em Logística Empresarial; Estatística Básica

1 de 69
Baixar para ler offline
Rafael José Rorato
Aula 1: Estatística Básica
(a) Aspectos Introdutórios
(b) Estatística Descritiva
Instituto de Ensino Superior de Brasília – IESB
Programa de pós-graduação em Logística Empresarial
Estatística e modelos de otimização aplicados à logística
(a) Aspectos Introdutórios
 Dados:
 são elementos identificados em forma bruta
que, por si só, não conduz a compreensão de um
determinado fato ou situação (Oliveira, 2005)
 elemento que representa eventos ocorridos na
empresa ou circunstâncias físicas, antes que
tenham sido organizados ou arranjados de
maneira que as pessoas possam entender e usar
(Rosini & Palmisano, 2003)
Dados x Informações
 Informações:
 é o dado trabalhado que permite ao executivo tomar
decisões (Oliveira, 2005)
 dado configurado de forma adequada ao entendimento
e à utilização pelo ser humano (Rosini & Palmisano, 2003)
 resultado dos dados devidamente tratados,
comparados, classificados, relacionáveis entre outros
dados servindo para tomada de deciões e para melhor
compreensão do objeto estudado
Dados x Informações
 No dia a dia nos deparamos com inúmeros
DADOS
 Nosso mecanismo de pensamento tenta
gerar alguma ATITUDE baseado neles
 Então, como organizamos esse mecanismo?
Dados x Informações
 A lógica que devemos seguir para filtrar o
relevante do não relevante:
Dados x Informações
DADOS
Processo
Operações
PreparaçãoPreparação
Decisão
PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO
INFORMAÇÃO
CONHECIMENTO
TOMADA DE
DECISÃO
TOMADA DE
DECISÃO

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 01: Conceitos básicos de Estatística
Aula 01: Conceitos básicos de EstatísticaAula 01: Conceitos básicos de Estatística
Aula 01: Conceitos básicos de EstatísticaJosimar M. Rocha
 
Slides- Progressão Geométrica
Slides- Progressão GeométricaSlides- Progressão Geométrica
Slides- Progressão GeométricaKetlin Cavane
 
Progressão geométrica
Progressão geométricaProgressão geométrica
Progressão geométricarosania39
 
Análise combinatória
Análise combinatóriaAnálise combinatória
Análise combinatóriabetencourt
 
Slide de Iniciação Científica - 2º e 3º do ensino médio da EEJNSC
Slide de Iniciação Científica - 2º e 3º do ensino médio da EEJNSCSlide de Iniciação Científica - 2º e 3º do ensino médio da EEJNSC
Slide de Iniciação Científica - 2º e 3º do ensino médio da EEJNSCCândido Silva
 
Geometria analítica distancia entre dois pontos
Geometria analítica distancia entre dois pontosGeometria analítica distancia entre dois pontos
Geometria analítica distancia entre dois pontosCamila Oliveira
 
Estatística
EstatísticaEstatística
Estatísticaaldaalves
 
HISTÓRIA DA MATEMÁTICA
HISTÓRIA DA MATEMÁTICAHISTÓRIA DA MATEMÁTICA
HISTÓRIA DA MATEMÁTICAgilmar_adv
 
Modelo de relatório experimental.pdf fim
Modelo de relatório experimental.pdf fimModelo de relatório experimental.pdf fim
Modelo de relatório experimental.pdf fimrenataiatsunik
 

Mais procurados (20)

Aula 01: Conceitos básicos de Estatística
Aula 01: Conceitos básicos de EstatísticaAula 01: Conceitos básicos de Estatística
Aula 01: Conceitos básicos de Estatística
 
Probabilidade - árvore de possibilidade
Probabilidade - árvore de possibilidadeProbabilidade - árvore de possibilidade
Probabilidade - árvore de possibilidade
 
Estatistica introdução
Estatistica introduçãoEstatistica introdução
Estatistica introdução
 
Estatística básica
Estatística básicaEstatística básica
Estatística básica
 
Slides- Progressão Geométrica
Slides- Progressão GeométricaSlides- Progressão Geométrica
Slides- Progressão Geométrica
 
Moda, Média e Mediana
Moda, Média e MedianaModa, Média e Mediana
Moda, Média e Mediana
 
Regressão Linear I
Regressão Linear IRegressão Linear I
Regressão Linear I
 
Progressão geométrica
Progressão geométricaProgressão geométrica
Progressão geométrica
 
Análise combinatória
Análise combinatóriaAnálise combinatória
Análise combinatória
 
Aula1 estatistica
Aula1 estatisticaAula1 estatistica
Aula1 estatistica
 
Slide de Iniciação Científica - 2º e 3º do ensino médio da EEJNSC
Slide de Iniciação Científica - 2º e 3º do ensino médio da EEJNSCSlide de Iniciação Científica - 2º e 3º do ensino médio da EEJNSC
Slide de Iniciação Científica - 2º e 3º do ensino médio da EEJNSC
 
Matematica Financeira
Matematica FinanceiraMatematica Financeira
Matematica Financeira
 
Função.quadratica
Função.quadraticaFunção.quadratica
Função.quadratica
 
Geometria analítica distancia entre dois pontos
Geometria analítica distancia entre dois pontosGeometria analítica distancia entre dois pontos
Geometria analítica distancia entre dois pontos
 
Aula 05 Gráficos Estatísticos
Aula 05   Gráficos EstatísticosAula 05   Gráficos Estatísticos
Aula 05 Gráficos Estatísticos
 
Estatística
EstatísticaEstatística
Estatística
 
1 ano função afim
1 ano   função afim1 ano   função afim
1 ano função afim
 
Expressões numéricas
Expressões numéricasExpressões numéricas
Expressões numéricas
 
HISTÓRIA DA MATEMÁTICA
HISTÓRIA DA MATEMÁTICAHISTÓRIA DA MATEMÁTICA
HISTÓRIA DA MATEMÁTICA
 
Modelo de relatório experimental.pdf fim
Modelo de relatório experimental.pdf fimModelo de relatório experimental.pdf fim
Modelo de relatório experimental.pdf fim
 

Destaque

7 Herramientas básicas para la mejora de la Calidad
7 Herramientas básicas para la mejora de la Calidad7 Herramientas básicas para la mejora de la Calidad
7 Herramientas básicas para la mejora de la CalidadJuan Carlos Fernandez
 
Herramientas estadisticas de control de calidad
Herramientas estadisticas de control de calidadHerramientas estadisticas de control de calidad
Herramientas estadisticas de control de calidadyoselin_rodriguez
 
Material ruta de la calidad
Material  ruta de la calidadMaterial  ruta de la calidad
Material ruta de la calidadmanzanita64
 
Herramientas para la mejora continua
Herramientas para la mejora continuaHerramientas para la mejora continua
Herramientas para la mejora continuaJey Castellar
 
Concepto de integral definida (1)
Concepto de integral definida (1)Concepto de integral definida (1)
Concepto de integral definida (1)marcounmsm28
 

Destaque (7)

CÁLCULO INTEGRAL
CÁLCULO INTEGRALCÁLCULO INTEGRAL
CÁLCULO INTEGRAL
 
7 Herramientas básicas para la mejora de la Calidad
7 Herramientas básicas para la mejora de la Calidad7 Herramientas básicas para la mejora de la Calidad
7 Herramientas básicas para la mejora de la Calidad
 
Herramientas estadisticas de control de calidad
Herramientas estadisticas de control de calidadHerramientas estadisticas de control de calidad
Herramientas estadisticas de control de calidad
 
Material ruta de la calidad
Material  ruta de la calidadMaterial  ruta de la calidad
Material ruta de la calidad
 
Herramientas para la mejora continua
Herramientas para la mejora continuaHerramientas para la mejora continua
Herramientas para la mejora continua
 
Estratificacion spc
Estratificacion spcEstratificacion spc
Estratificacion spc
 
Concepto de integral definida (1)
Concepto de integral definida (1)Concepto de integral definida (1)
Concepto de integral definida (1)
 

Semelhante a Aula1 - estatística básica

Introdução à estatística 01 alunos
Introdução à estatística 01 alunosIntrodução à estatística 01 alunos
Introdução à estatística 01 alunosCézar Guerra
 
Apostila de estatistica
Apostila de estatisticaApostila de estatistica
Apostila de estatisticaPedro Kangombe
 
Apostila de estatistica
Apostila de estatisticaApostila de estatistica
Apostila de estatisticaAna
 
Unidade i conceitos fundamentais de estatística
Unidade i   conceitos fundamentais de estatísticaUnidade i   conceitos fundamentais de estatística
Unidade i conceitos fundamentais de estatísticaCristiano Martinez
 
Estatística completa
Estatística completaEstatística completa
Estatística completaRonne Seles
 
Curso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.ppt
Curso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.pptCurso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.ppt
Curso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.pptssuser2b53fe
 
Curso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.ppt
Curso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.pptCurso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.ppt
Curso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.pptssuser2b53fe
 
Aula4 CENTROTEC.pptx
Aula4 CENTROTEC.pptxAula4 CENTROTEC.pptx
Aula4 CENTROTEC.pptxssuser5ee745
 
Estatística 8.º ano
Estatística 8.º anoEstatística 8.º ano
Estatística 8.º anoaldaalves
 
Estatística 8.º ano
Estatística 8.º anoEstatística 8.º ano
Estatística 8.º anoaldaalves
 
Estatistica aplicada exercicios resolvidos manual tecnico formando
Estatistica aplicada exercicios resolvidos manual tecnico formandoEstatistica aplicada exercicios resolvidos manual tecnico formando
Estatistica aplicada exercicios resolvidos manual tecnico formandoAntonio Mankumbani Chora
 
dokumen.tips_estatistica-aplicada-exercicios-resolvidos-manual-tecnico-forman...
dokumen.tips_estatistica-aplicada-exercicios-resolvidos-manual-tecnico-forman...dokumen.tips_estatistica-aplicada-exercicios-resolvidos-manual-tecnico-forman...
dokumen.tips_estatistica-aplicada-exercicios-resolvidos-manual-tecnico-forman...RaquelSilva604657
 
Aula de Gráficos - Bioestatistica
Aula de Gráficos - BioestatisticaAula de Gráficos - Bioestatistica
Aula de Gráficos - BioestatisticaFisio Unipampa
 
Aprenda fazer uma distribuição de frequência, Estatistica
Aprenda fazer uma distribuição de frequência, EstatisticaAprenda fazer uma distribuição de frequência, Estatistica
Aprenda fazer uma distribuição de frequência, EstatisticaPedro Kangombe
 

Semelhante a Aula1 - estatística básica (20)

Introdução à estatística 01 alunos
Introdução à estatística 01 alunosIntrodução à estatística 01 alunos
Introdução à estatística 01 alunos
 
Análise exploratória de dados no SPSS
Análise exploratória de dados no SPSSAnálise exploratória de dados no SPSS
Análise exploratória de dados no SPSS
 
Apostila de estatistica
Apostila de estatisticaApostila de estatistica
Apostila de estatistica
 
Apostila de estatistica
Apostila de estatisticaApostila de estatistica
Apostila de estatistica
 
Unidade i conceitos fundamentais de estatística
Unidade i   conceitos fundamentais de estatísticaUnidade i   conceitos fundamentais de estatística
Unidade i conceitos fundamentais de estatística
 
Estatística completa
Estatística completaEstatística completa
Estatística completa
 
Apostila de estatistica
Apostila de estatisticaApostila de estatistica
Apostila de estatistica
 
Curso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.ppt
Curso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.pptCurso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.ppt
Curso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.ppt
 
Algumas Funções do SPSS
Algumas Funções do SPSSAlgumas Funções do SPSS
Algumas Funções do SPSS
 
Curso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.ppt
Curso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.pptCurso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.ppt
Curso_de_Estatística_Aplicada_Usando_o_R.ppt
 
Aula4 CENTROTEC.pptx
Aula4 CENTROTEC.pptxAula4 CENTROTEC.pptx
Aula4 CENTROTEC.pptx
 
Estatisticas petrobras
Estatisticas petrobrasEstatisticas petrobras
Estatisticas petrobras
 
Estatística 8.º ano
Estatística 8.º anoEstatística 8.º ano
Estatística 8.º ano
 
Estatística 8.º ano
Estatística 8.º anoEstatística 8.º ano
Estatística 8.º ano
 
Estatistica aplicada exercicios resolvidos manual tecnico formando
Estatistica aplicada exercicios resolvidos manual tecnico formandoEstatistica aplicada exercicios resolvidos manual tecnico formando
Estatistica aplicada exercicios resolvidos manual tecnico formando
 
Estatistica exercicios resolvidos
Estatistica exercicios resolvidosEstatistica exercicios resolvidos
Estatistica exercicios resolvidos
 
dokumen.tips_estatistica-aplicada-exercicios-resolvidos-manual-tecnico-forman...
dokumen.tips_estatistica-aplicada-exercicios-resolvidos-manual-tecnico-forman...dokumen.tips_estatistica-aplicada-exercicios-resolvidos-manual-tecnico-forman...
dokumen.tips_estatistica-aplicada-exercicios-resolvidos-manual-tecnico-forman...
 
Aula de Gráficos - Bioestatistica
Aula de Gráficos - BioestatisticaAula de Gráficos - Bioestatistica
Aula de Gráficos - Bioestatistica
 
Aprenda fazer uma distribuição de frequência, Estatistica
Aprenda fazer uma distribuição de frequência, EstatisticaAprenda fazer uma distribuição de frequência, Estatistica
Aprenda fazer uma distribuição de frequência, Estatistica
 
2012 aula1 (1)
2012 aula1 (1)2012 aula1 (1)
2012 aula1 (1)
 

Mais de Rafael José Rorato

IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume III (incompleta)
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume III (incompleta)IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume III (incompleta)
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume III (incompleta)Rafael José Rorato
 
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume II
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume IIIESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume II
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume IIRafael José Rorato
 
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume I
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume IIESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume I
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume IRafael José Rorato
 
Aula 5 - Mensuração de Custos Operacionais
Aula 5 - Mensuração de Custos OperacionaisAula 5 - Mensuração de Custos Operacionais
Aula 5 - Mensuração de Custos OperacionaisRafael José Rorato
 
Aula 3 - Especificação de Veículos
Aula 3 - Especificação de VeículosAula 3 - Especificação de Veículos
Aula 3 - Especificação de VeículosRafael José Rorato
 
Introdução a engenharia - aula 6 -
Introdução a engenharia  - aula 6 -Introdução a engenharia  - aula 6 -
Introdução a engenharia - aula 6 -Rafael José Rorato
 
Introdução a engenharia - aula 5 - recursos hidricos, barragens e sistemas de...
Introdução a engenharia - aula 5 - recursos hidricos, barragens e sistemas de...Introdução a engenharia - aula 5 - recursos hidricos, barragens e sistemas de...
Introdução a engenharia - aula 5 - recursos hidricos, barragens e sistemas de...Rafael José Rorato
 
Introdução a engenharia - aula 4 - planejamento e infraestrutura de transportes
Introdução a engenharia - aula 4 - planejamento e infraestrutura de transportesIntrodução a engenharia - aula 4 - planejamento e infraestrutura de transportes
Introdução a engenharia - aula 4 - planejamento e infraestrutura de transportesRafael José Rorato
 
Introdução a engenharia - aula 3 - geotecnia e obras de arte
Introdução a engenharia - aula 3 - geotecnia e obras de arteIntrodução a engenharia - aula 3 - geotecnia e obras de arte
Introdução a engenharia - aula 3 - geotecnia e obras de arteRafael José Rorato
 
Introdução a engenharia aula 2 - construção civil
Introdução a engenharia   aula 2 - construção civilIntrodução a engenharia   aula 2 - construção civil
Introdução a engenharia aula 2 - construção civilRafael José Rorato
 
Introdução a engenharia - aula 1
Introdução a engenharia - aula 1Introdução a engenharia - aula 1
Introdução a engenharia - aula 1Rafael José Rorato
 
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 04 - pistas aeroportuárias geometria jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 04 - pistas aeroportuárias geometria jbaHidrovias, portos e aeroportos - aula 04 - pistas aeroportuárias geometria jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 04 - pistas aeroportuárias geometria jbaRafael José Rorato
 
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 03 - tecnologias de transporte aéreo jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 03 - tecnologias de transporte aéreo jbaHidrovias, portos e aeroportos - aula 03 - tecnologias de transporte aéreo jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 03 - tecnologias de transporte aéreo jbaRafael José Rorato
 
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 02 - sistema de transporte aéreo jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 02 - sistema de transporte aéreo jbaHidrovias, portos e aeroportos - aula 02 - sistema de transporte aéreo jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 02 - sistema de transporte aéreo jbaRafael José Rorato
 
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 01 - apresentação jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 01 - apresentação jbaHidrovias, portos e aeroportos - aula 01 - apresentação jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 01 - apresentação jbaRafael José Rorato
 
Defesa versao final ALTERNATIVAS DE TRANSPORTE RODO-MARÍTIMO NA DISTRIBUÇÃO D...
Defesa versao final ALTERNATIVAS DE TRANSPORTE RODO-MARÍTIMO NA DISTRIBUÇÃO D...Defesa versao final ALTERNATIVAS DE TRANSPORTE RODO-MARÍTIMO NA DISTRIBUÇÃO D...
Defesa versao final ALTERNATIVAS DE TRANSPORTE RODO-MARÍTIMO NA DISTRIBUÇÃO D...Rafael José Rorato
 
Análise de sensibilidade cct cana crua
Análise de sensibilidade cct cana cruaAnálise de sensibilidade cct cana crua
Análise de sensibilidade cct cana cruaRafael José Rorato
 

Mais de Rafael José Rorato (20)

IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume III (incompleta)
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume III (incompleta)IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume III (incompleta)
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume III (incompleta)
 
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume II
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume IIIESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume II
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume II
 
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume I
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume IIESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume I
IESB Logística Empresarial - Métodos Quantitativos - Volume I
 
Aula 5 - Mensuração de Custos Operacionais
Aula 5 - Mensuração de Custos OperacionaisAula 5 - Mensuração de Custos Operacionais
Aula 5 - Mensuração de Custos Operacionais
 
Aula 4 - Operação de Frotas
Aula 4 - Operação de FrotasAula 4 - Operação de Frotas
Aula 4 - Operação de Frotas
 
Aula 3 - Especificação de Veículos
Aula 3 - Especificação de VeículosAula 3 - Especificação de Veículos
Aula 3 - Especificação de Veículos
 
Aula 2 - Introdução
Aula 2 - IntroduçãoAula 2 - Introdução
Aula 2 - Introdução
 
Aula 1 - Introdução
Aula 1 -  IntroduçãoAula 1 -  Introdução
Aula 1 - Introdução
 
Introdução a engenharia - aula 6 -
Introdução a engenharia  - aula 6 -Introdução a engenharia  - aula 6 -
Introdução a engenharia - aula 6 -
 
Introdução a engenharia - aula 5 - recursos hidricos, barragens e sistemas de...
Introdução a engenharia - aula 5 - recursos hidricos, barragens e sistemas de...Introdução a engenharia - aula 5 - recursos hidricos, barragens e sistemas de...
Introdução a engenharia - aula 5 - recursos hidricos, barragens e sistemas de...
 
Introdução a engenharia - aula 4 - planejamento e infraestrutura de transportes
Introdução a engenharia - aula 4 - planejamento e infraestrutura de transportesIntrodução a engenharia - aula 4 - planejamento e infraestrutura de transportes
Introdução a engenharia - aula 4 - planejamento e infraestrutura de transportes
 
Introdução a engenharia - aula 3 - geotecnia e obras de arte
Introdução a engenharia - aula 3 - geotecnia e obras de arteIntrodução a engenharia - aula 3 - geotecnia e obras de arte
Introdução a engenharia - aula 3 - geotecnia e obras de arte
 
Introdução a engenharia aula 2 - construção civil
Introdução a engenharia   aula 2 - construção civilIntrodução a engenharia   aula 2 - construção civil
Introdução a engenharia aula 2 - construção civil
 
Introdução a engenharia - aula 1
Introdução a engenharia - aula 1Introdução a engenharia - aula 1
Introdução a engenharia - aula 1
 
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 04 - pistas aeroportuárias geometria jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 04 - pistas aeroportuárias geometria jbaHidrovias, portos e aeroportos - aula 04 - pistas aeroportuárias geometria jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 04 - pistas aeroportuárias geometria jba
 
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 03 - tecnologias de transporte aéreo jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 03 - tecnologias de transporte aéreo jbaHidrovias, portos e aeroportos - aula 03 - tecnologias de transporte aéreo jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 03 - tecnologias de transporte aéreo jba
 
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 02 - sistema de transporte aéreo jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 02 - sistema de transporte aéreo jbaHidrovias, portos e aeroportos - aula 02 - sistema de transporte aéreo jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 02 - sistema de transporte aéreo jba
 
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 01 - apresentação jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 01 - apresentação jbaHidrovias, portos e aeroportos - aula 01 - apresentação jba
Hidrovias, portos e aeroportos - aula 01 - apresentação jba
 
Defesa versao final ALTERNATIVAS DE TRANSPORTE RODO-MARÍTIMO NA DISTRIBUÇÃO D...
Defesa versao final ALTERNATIVAS DE TRANSPORTE RODO-MARÍTIMO NA DISTRIBUÇÃO D...Defesa versao final ALTERNATIVAS DE TRANSPORTE RODO-MARÍTIMO NA DISTRIBUÇÃO D...
Defesa versao final ALTERNATIVAS DE TRANSPORTE RODO-MARÍTIMO NA DISTRIBUÇÃO D...
 
Análise de sensibilidade cct cana crua
Análise de sensibilidade cct cana cruaAnálise de sensibilidade cct cana crua
Análise de sensibilidade cct cana crua
 

Último

LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGOLUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGOxogilo3990
 
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docxPROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docxssuser86fd77
 
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...azulassessoriaacadem3
 
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...manoelaarmani
 
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...azulassessoriaacadem3
 
2° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
2° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf2° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
2° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdfkelvindasilvadiasw
 
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdfkelvindasilvadiasw
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdfkeiciany
 
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.azulassessoriaacadem3
 
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.Jean Carlos Nunes Paixão
 
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptx
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptxSlides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptx
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...azulassessoriaacadem3
 
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...azulassessoriaacadem3
 
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...AaAssessoriadll
 
Ficha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
Ficha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda únicaFicha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
Ficha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda únicaCentro Jacques Delors
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdfkeiciany
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...azulassessoriaacadem3
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdfkeiciany
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...azulassessoriaacadem3
 
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdfkelvindasilvadiasw
 

Último (20)

LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGOLUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
 
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docxPROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
 
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
 
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
 
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
 
2° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
2° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf2° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
2° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
 
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdf
 
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
 
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
 
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptx
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptxSlides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptx
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptx
 
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
 
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
 
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
 
Ficha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
Ficha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda únicaFicha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
Ficha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdf
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
 
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
 

Aula1 - estatística básica

  • 1. Rafael José Rorato Aula 1: Estatística Básica (a) Aspectos Introdutórios (b) Estatística Descritiva Instituto de Ensino Superior de Brasília – IESB Programa de pós-graduação em Logística Empresarial Estatística e modelos de otimização aplicados à logística
  • 3.  Dados:  são elementos identificados em forma bruta que, por si só, não conduz a compreensão de um determinado fato ou situação (Oliveira, 2005)  elemento que representa eventos ocorridos na empresa ou circunstâncias físicas, antes que tenham sido organizados ou arranjados de maneira que as pessoas possam entender e usar (Rosini & Palmisano, 2003) Dados x Informações
  • 4.  Informações:  é o dado trabalhado que permite ao executivo tomar decisões (Oliveira, 2005)  dado configurado de forma adequada ao entendimento e à utilização pelo ser humano (Rosini & Palmisano, 2003)  resultado dos dados devidamente tratados, comparados, classificados, relacionáveis entre outros dados servindo para tomada de deciões e para melhor compreensão do objeto estudado Dados x Informações
  • 5.  No dia a dia nos deparamos com inúmeros DADOS  Nosso mecanismo de pensamento tenta gerar alguma ATITUDE baseado neles  Então, como organizamos esse mecanismo? Dados x Informações
  • 6.  A lógica que devemos seguir para filtrar o relevante do não relevante: Dados x Informações DADOS Processo Operações PreparaçãoPreparação Decisão PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO INFORMAÇÃO CONHECIMENTO TOMADA DE DECISÃO TOMADA DE DECISÃO
  • 7. Dados x Informações  Exemplo: Valor de Demurrage para contêineres  Valores de Demurrage de um armador são:  20”: R$170  40”: R$200  20” reefer: R$250  …  Cada valor desses é um PARÂMETRO!
  • 8. Dados x Informações  Pergunta: Qual é o valor que corresponde ao padrão de multas sobre contêineres cobrados por esse armador?  Precisamos resumir esse universo gigantesco de parâmetros para uma avaliação sucinta  Para isso escolhemos alguns parâmetros DERIVADOS que representem o todo e assumimos um FORMA para esses dados.
  • 9. Como os dados se comportam?  Se entendermos como eles se distribuem podemos prever seu comportamento futuro!  Veja as notas dadas na avaliação de uma transportadora de carga fracionada:  Nota: 3,5,7,3,5,7,6,3,6,5,4,6,4,6,7,4,5,6,4,5,… 333333 444444444444444444444444 555555555555555555555555555555555555555 666666666666666666666666 777777 Ordenando essas notas já podemos ver “alguma coisa”
  • 10. O que é relevante?  Os dados em si têm um comportamento ALEATÓRIO mas que pode ser determinado.  Esse comportamento pode ser ENCAIXADO em um modelo matemático previamente conhecido para termos uma visão geral de sua DISTRIBUIÇÃO (FORMA).
  • 11. Movimento!  Os dados podem estar mais aqui do que lá! Ou seja, eles se DISTRIBUEM de uma forma geralmente conhecida  Apesar de eles se distruibuirem de forma aleatória eles têm uma “preferência” de estar mais em um lugar do que em outro  Essa VARIABILIDADE dos dados é muito importante para a estatística pois é com base nela que se podem medir e quantificar as incertezas sobre os dados.
  • 12. Armazenamento de dados  Estatística necessita de qualidade de dados  Garbage in / Gargabe out  Dados contábeis x Realidade  Consulta a dados via:  Data marts  Data warehouse  Arquivos: .txt; .csv; .dbf; .xls  Dados transacionais: informações operacionais da empresa  Cargas semanais  Análise Estatística / Análise Previsiva  Processo inserido no PDCA (Plan Do Check Act)
  • 13. Armazenamento de dados  Importância da área de TI  Cultura e rotina de “armazenamento” de dados nas empresas  Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados e ERP (Enterprise Resourse Planning)  Oracle MySQL  DB2 (IBM) MS-Access  SQL Sever (MS) Microsiga  SAP Datasul Corporativo Grande porte Pequeno e Médio porte BD ERP BD ERP
  • 14. Dados Qualitativos e Quantitativos  Qualitativos  Nominal (Sexo, Cor,…)  Ordinal (Ruim, Bom, Excelente, …)  Quantitativos  Discreto (-1,0,1,2,5,…)  Contínuo (1.25 ,1.55 , 5.1515…) Dados qualitativos são traduzidos em números para serem modelados matematicamente a) Binários (0,1) b) Categóricos (1,2,3,4, etc.)
  • 15. Dados Quantitativos: Discretos e Contínuos  Discretos: surgem quando o número de valores possíveis é ou um número finito ou uma quantidade “enumerável”  Ex: “Os números de ovos que as galinhas botam são dados discretos porque representam contagens”
  • 16. Dados Quantitativos: Discretos e Contínuos  Contínuo: resultam de infinitos valores possíveis que correspondem a alguma escala contínua que cobre um intervalo de valores sem vazios, interrupções ou saltos  Ex: “As quantidades de leite das vacas são dados contínuos porque são medidas que podem assumir qualquer valor em um intervalo contínuo. Durante um dado intervalo de tempo, uma vaca pode produzir uma quantidade de leite entre 0 a 5 galões. Seria possível obter-se 2,34 galões, porque a vaca não é restrita a quantidades discretas de 0, 1, 2, 3, 4 ou 5 galões”
  • 17. Parâmetro e Estatística  Parâmetro: medida numérica que descreve alguma característica da população  Ex: “A Câmara dos Deputados é constituída por 513 membros, sendo que 13,6% são do Estado de São Paulo”  Estatística: medida numérica que descreve alguma característica da amostra  Ex: “Pesquisa IBOPE constata que 51% dos cidadãos de Belo Horizonte lêem jornal, sendo esta bem acima dos 36% da população brasileira”
  • 18. Exemplo de estrutura de dados  Os dados para análise estatística em geral se organizam da seguinte forma:  Cada linha representa uma unidade amostral  Cada coluna é uma variável medida
  • 19. Tomada de decisão através da análise numérica  O uso da estatística e pesquisa operacional em logística:  Definir “padrões” de receita de operações de transporte  Realizar projeções futuras de previsão de vendas  Realizar simulações de estoque
  • 20. Tomada de decisão através da análise numérica  O uso da estatística e pesquisa operacional em logística:  Realizar modelos de previsão para budget anual: orçamento financeiro ou recursos  Trabalhar com “roterização” de veículos
  • 21. Tomada de decisão através da análise numérica  O uso da estatística e pesquisa operacional em logística:  Estudos de “facility location”: definição de localização de terminais, fábricas, lojas, etc  Modelos matemáticos de custo de veículos
  • 22. População  É um conjunto completo “objetos” que estão sendo “investigados e apresentam um determinado conjunto de características ou parâmetros (agrupamento de dados)
  • 23. Amostra  É um subconjunto da população  Características da amostra:  Representativas da população  Atender a critérios de inclusão e exclusão  Resultados obtidos possam ser extrapolados para população alvo  Diferenças entre amostras da mesma população são devido a variação amostral
  • 24. Amostra  Inferência estatística: da amostra para a população em estudo INFERÊNCIA ESTATÍSTICA
  • 25. Amostra  Dimensionamento amostral ou amostragem será abordada em uma aula específica
  • 26. Séries estatísticas  É toda tabela que apresenta a distribuição de um conjunto de dados estatísticos em função da época, do local ou da espécie  Séries históricas, cronológicas, temporais  Séries geográficas, espaciais, localização  Séries específicas ou categóricas
  • 27. Séries estatísticas  Séries históricas, cronológicas, temporais  Análise de uma variável em relação ao tempo (y: var versus x: ano, mês, dia do mês, hora)  Aplicação em avaliações para projeções e previsões (forecast)  Áreas: Econometria e Séries Temporais
  • 29. Séries estatísticas  Séries geográficas, espaciais, localização  Análise de uma variável em relação ao espaço (y: var versus x: país, cidade, estado, coordenadas geográficas)  Análise descritiva; ciências políticas e sociais; análise mercadológica
  • 31. Séries estatísticas  Séries específicas ou categóricas  Análise de uma variável em relação a uma categoria da variável  Análise descritiva da distribuição das categorias dos dados  Áreas: análise numérica em geral
  • 38.  Box-plot  É baseado em distribuições SIMÉTRICAS Q3-Q1=IQ (Aqui estão 50% das observações) Q1 Q3 Mediana MIN(Q3 + 1,5 x IQ, MAX) MAX(Q1 – 1,5 x IQ, MIN) O que estiver fora deste intervalo é representado por um PONTO Gráficos estatísticos
  • 40. Gráficos estatísticos - outliers  São pontos que fogem da distribuição estatística assumida para os dados  Cuidado ao interpretar Outliers em gráficos Box-plot  Box-plot são úteis para detecção quando a distrubuição é simétrica.
  • 42. Sintetizando dados Qualitativos  Distribuição de freqüência Sumário tabular de dados que mostra a freqüência (ou o número) de observações em cada uma das classes não sobrepostas  Gráfico de Barras e de Pizza Retrata os dados sintetizados em dispositivo gráfico, podendo ser apresentadas as freqüência absoluta, freqüência relativa ou freqüencia percentual  Como fazer? No Excel utilize a opção de Tabela Dinâmica e Gráfico de Barras
  • 43. Cultura Agricola Nome Produto Segmento Horti-Fruticultura Cascade 100 A Algodão Cascade 100 A Citrus Cascade 100 A Café Cascade 100 A Feijão Cascade 100 A Soja Kumulus DF A Horti-Fruticultura Kumulus DF A Algodão Kumulus DF A Milho Kumulus DF A Arroz Kumulus DF A Citrus Kumulus DF A Trigo Kumulus DF A Café Kumulus DF A Feijão Kumulus DF A Outras Kumulus DF A Horti-Fruticultura Torque 500 SC A Citrus Torque 500 SC A Café Torque 500 SC A Horti-Fruticultura Acrobat MZ F Horti-Fruticultura Cabrio Top F Algodão Cabrio Top F Feijão Cabrio Top F Horti-Fruticultura Cantus F Café Cantus F Soja Caramba 90 F Horti-Fruticultura Caramba 90 F Trigo Caramba 90 F Feijão Caramba 90 F Amendoim Caramba 90 F Cultura Agrícola Freqüência Freqüência Relativa Freqüência Percentual (%) Algodão 3 0.1034 10.34 Amendoim 1 0.0345 3.45 Arroz 1 0.0345 3.45 Café 4 0.1379 13.79 Citrus 3 0.1034 10.34 Feijão 4 0.1379 13.79 Horti-Fruticultura 7 0.2414 24.14 Milho 1 0.0345 3.45 Outras 1 0.0345 3.45 Soja 2 0.0690 6.90 Trigo 2 0.0690 6.90 Total 29 1 100 Freqüência 3 1 1 4 3 4 7 1 1 2 2 0 1 2 3 4 5 6 7 8 AlgodãoAm endoim Arroz C afé C itrus Feijão H orti-Fruticultura M ilho O utras Soja Trigo Freqüência Percentual (%) 10.34 3.45 3.45 13.79 10.34 13.79 24.14 3.45 3.45 6.90 6.90 0.00 5.00 10.00 15.00 20.00 25.00 30.00 AlgodãoAm endoim Arroz C afé C itrus Feijão H orti-Fruticultura M ilho O utras Soja Trigo
  • 44. Determinação de classes  Distribuição de freqüência Sumário tabular, de um dado quantitativo, organizado sobre classes numéricas não sobrepostas. Também pode ser apresentada com as freqüências absoluta, relativa e percentual Determina-se: a) Número de classes n < 30  5 ou 6 classes b) Largura de classes - tamanho igual (largura) -  n. classes   largura - largura = (maior valor – menor valor) / número de classe
  • 45. Determinação de classes  Distribuição de freqüência c) Limite de classes Dica: Evitar grandes amostras e grande variabilidade!!  Gráfico de barras
  • 46. Determinação de classes Cultura Agricola Nome Produto Volume Soja Poast 882,390 Soja Pivot 756,114 Soja Basagran 600 742,807 Soja Volt 451,984 Soja Alteza 327,790 Soja Cell-Tech 321,639 Soja Aramo 282,684 Soja Protreat 277,901 Soja Talcord 250 CE 270,694 Soja Standak 250 FS 235,507 Soja Nomolt 150 230,538 Soja Triona 199,490 Soja Vexter 153,273 Soja Dash HC 140,304 Soja Dimilin 110,187 Soja Fastac 100 CE 107,521 Classe de Volume Freq. Abs Freqüência Relativa Freqüência Percentual (%) 775-910 1 0,0625 6,25 640-775 2 0,1250 12,50 505-640 0 0,0000 0,00 370-505 1 0,0625 6,25 235-370 6 0,3750 37,50 100-235 6 0,3750 37,50 Total 16 1 100 Freqüência Percentual (%) 6.25 12.50 0.00 6.25 37.50 37.50 0.00 5.00 10.00 15.00 20.00 25.00 30.00 35.00 40.00 775-910 640-775 505-640 370-505 235-370 100-235
  • 47. Sintetizando dados Quantitativos  Outros métodos Ogivas: freqüências cumulativas (abs, rel, %) Tabulações Cruzadas: ex.: Tabela Dinâmica MS-Excel Freq. Abs Cumulativa 0.00 2.00 4.00 6.00 8.00 10.00 12.00 14.00 16.00 18.00 775-910 640-775 505-640 370-505 235-370 100-235
  • 49. Estatística Descritiva  Para cada tipo de dado existe uma abordagem diferente para analisá-lo.  Basicamente existem 2 grupos de medidas:  Medidas de Posição:  Freqüências, Médias, Medianas, Moda,…  Medidas de Variabilidade:  Desvio Padrão, Desvio Absoluto, Range,…  Outras medidas são assimetria e kurtose.
  • 50. Medidas de Posição Cálculo da Participação Relativa Algumas Medidas Descritivas
  • 51. Medidas de Posição  Agora que conhecemos os principais parâmetros de análise vamos entender melhor suas interpretações:  Medida de posição central  Média: μ (população) ou (amostra) Sendo N o tamanho da população e n o tamanho da amostra  Mediana: “valor que fica no meio da seqüência quando os dados são arranjados na ordem ascendente”  Dica: quando a amplitude da amostra e a variabilidade da amostra/população for grande, a Mediana fornece uma melhor medida de posição central  Moda: valor de dados que ocorre com maior freqüência _ x
  • 52. Medidas de Posição: Média  É o CENTRO DE MASSA dos dados  Muito sensível a valores extremos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Média = 5.5 Média = 4 Média = 3.25 n = 2 n = 3 n = 4
  • 53. Medidas de Posição: Moda Cultura Agrícola Freqüência Freqüência Relativa Freqüência Percentual (%) Algodão 3 0.1034 10.34 Amendoim 1 0.0345 3.45 Arroz 1 0.0345 3.45 Café 4 0.1379 13.79 Citrus 3 0.1034 10.34 Feijão 4 0.1379 13.79 Horti-Fruticultura 7 0.2414 24.14 Milho 1 0.0345 3.45 Outras 1 0.0345 3.45 Soja 2 0.0690 6.90 Trigo 2 0.0690 6.90 Total 29 1 100
  • 54. Relação entre Média e Mediana  Quanto mais assimétrica a distribuição mas distantes estão a Média e a Mediana 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Média = 4.4 Mediana = 4 Moda = 3
  • 55. Medidas de Posição: Quartil  Quartil  Quartis dividem o conjunto de dados em 4 partes (25%)  Q1: primeiro quartil  Q2: segundo quartil = mediana  Q3: terceiro quartil 25% 25% 25% 25% Q1 Q2 Q3
  • 56. Medidas de Posição: outros  Decis  Decis dividem o conjunto de dados em 10 partes (10%)  Percentis  Dividem o conjunto de dados em 100 subcojuntos com a mesma quantidade de dados (1%)
  • 57. 1 1 2% 1 2 4% 1 3 6% 2 4 8% 2 5 10% 2 6 12% 2 7 14% 2 8 16% 2 9 18% 2 10 20% 3 11 22% 3 12 24% 3 13 27% 3 14 29% 3 15 31% 3 16 33% 3 17 35% 3 18 37% 3 19 39% 3 20 41% 4 21 43% 4 22 45% 4 23 47% 4 24 49% 4 26 53% 4 27 55% 4 28 57% 4 29 59% 5 30 61% 5 31 63% 5 32 65% 5 33 67% 5 34 69% 5 35 71% 6 36 73% 6 37 76% 6 38 78% 6 39 80% 7 40 82% 7 41 84% 7 42 86% 7 43 88% 8 44 90% 8 45 92% 8 46 94% 9 47 96% 9 48 98% 10 49 100% Mediana = 4 (50%) Primeiro Quartil = 3 (25%) Terceiro Quartil = 6 (75%) Exemplo
  • 58. Box-plot • Pelo Box-plot podemos notar uma pequena assimetria • Ela pode ser vista também pela pequena diferença entre a Média e Mediana Q3-Q1=IQ (Aqui estão 50% das observações) Q1 Q3 Mediana MIN(Q3 + 1,5 x IQ, MAX) MAX(Q1 – 1,5 x IQ, MIN) O que estiver fora deste intervalo é representado por um PONTO Q3-Q1=IQ (Aqui estão 50% das observações) Q1 Q3 Mediana MIN(Q3 + 1,5 x IQ, MAX) MAX(Q1 – 1,5 x IQ, MIN) O que estiver fora deste intervalo é representado por um PONTO Exemplo Mediana = 4 (Q2 | 50%) Primeiro Quartil = 3 (25%) Terceiro Quartil = 6 (75%) Média = 4,43
  • 59. Medidas de Variabilidade  O Range ou Amplitude:  é uma medida para fornecer a diferença entre os valores máximo e mínimo  A Variância (σ2) é definida por:  Medida de variabilidade que utiliza todos os dados  É o “erro” médio da diferença ao quadrado do afastamento de todos os pontos em relação a média amostral ou populacional   n xxx n x n n i i 22 2 2 1 2 1 2 )(...)()(        xi é cada valor observado e μ é a média
  • 60. Medidas de Variabilidade: Desvio padrão  Desvio-padrão (σ: população ou s: amostra)  É a raiz quadrada da variância populacional ou amostral  Desvio médio em relação à média  O Desvio Padrão é pouco intuitivo de se analisar mas tem propriedades estatísticas importantes para outros cálculos (inferência estatística)
  • 61. Medidas de Variabilidade: Desvio padrão  Desvio-padrão (σ: população ou s: amostra)  Note que a unidade de medida do Desvio padrão é o mesmo dos dados originais (essa é a razão de tirar a Raiz quadrada da variância)  Se estamos falando em tempo médio em horas o desvio padrão também será medidos em horas e não “horas ao quadrado”
  • 62. Entendendo a Variabilidade  Entender a variabilidade é importante para entender muito mais do que como está centrado o processo (média, mediana, …)  Imagine-se na situação onde dois bancos garantem que o tempo médio de atendimento é de 20 minutos. É o bastante para avaliar?
  • 63. Entendendo a Variabilidade  Não! Entender como esse tempo se distribui é importante por exemplo para entender metas de atendimento, por exemplo, 95% dos atendimentos em até 23 minutos.
  • 64. 0.00 0.05 0.10 0.15 0.20 0.25 0.30 0.35 0.40 0 5 10 15 20 25 30 35 40 Qual Banco você escolheria? Banco 1 Banco 2 23 minutos
  • 65.  medida que se serve para comparar diferentes distribuições  como a média de duas distribuições podem ser diferentes, a utilização comparativa entre o desvio padrão de ambas não é viável  útil para a comparação em termos relativos do grau de concentração em torno da média Medidas de Variabilidade: Coeficiente de Variação
  • 66.  Para Controle Estatístico de Processo:  CV ≤ 15%: Baixa dispersão, homogênea, estável  15 < CV < 30%: Média dispersão  CV ≥ 30%: Alta dispersão, heterogênea 100 x s CV Medidas de Variabilidade: Coeficiente de Variação s: desvio padrão amostral x: média amostral
  • 67. Medidas de associação entre duas variáveis  Coeficiente de correlação:  Momento do Produto de Pearson yx xy xy ss s r  rxy = coeficiente de correlação (dados amostrais) sxy = covariância da amostra sx = desvio-padrão da amostra de x sy = desvio-padrão da amostra de y
  • 68. Medidas de associação entre duas variáveis  Coeficiente de correlação:  Interpretação:  Valores rxy variam de -1 a +1  rxy < 0: relação linear negativa  rxy > 0: relação linear positiva  rxy = 0: fraca relação entre as variáveis
  • 69. Medidas de associação entre duas variáveis  Coeficiente de correlação:  Aplicação: investigação perante o relacionamento entre variáveis  Depreciação da Frota x Quilometragem Média Mensal da Frota  Assentos Vazios em Aeronaves x Passageiros Transportados Mês  Escolaridade de Estivadores x Número de Acidentes de Trabalho nos Portos