SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 39
Baixar para ler offline
Professor: Saulo Luis Capim
Disciplina: Química Geral
Agosto / 2013
Ligação química
1. A importância das Ligações Químicas no nosso
cotidiano.
 As substâncias possuem características diferentes, em razão do tipo de ligação
química existente entre os átomos de seus elementos, entre outros motivos.
 Sempre que átomos ou íons estão ligados a outros átomos, dizemos que existe
uma ligação química entre eles.
1. A importância das Ligações Químicas no nosso
cotidiano.
Pentaceno Nanografeno
As ligações químicas classificam-se em:
• ligações intramoleculares:
- ocorrem entre os átomos para formar “moléculas”;
- responsáveis pelas propriedades químicas dos compostos;
- são elas: iônica, covalente e metálica.
• ligações (ou forças) intermoleculares:
- ocorrem entre as “moléculas”;
- responsáveis pelas propriedades físicas dos compostos;
- são elas: íon-dipolo; dipolo-dipolo, dipolo-induzido e ligação de
hidrogênio.
2. Ligações Químicas: Ligação Iônica, Ligação Covalente e
Ligação Metálica.
 Em 1916, Lewis descreveu uma teoria muito simples e elegante para o
esclarecimento das ligações químicas:
 Lewis, cada átomo compartilha elétrons com seus átomos vizinhos para atingir um
total de oito elétrons.
ligação simples ligação dupla ligação tripla
2. Ligações Químicas: Ligação Iônica, Ligação Covalente e
Ligação Metálica.
 No caso do Be e B que apresentam menos de quatro elétrons na camada de
valência;
 No caso do PF5 que possui dez elétrons na camada de valência;
 No caso das moléculas com número ímpar de elétrons.
Excessões à regra do octeto
2.1. Ligação Iônica
 Resulta da transferência de elétrons de um metal para um não-metal.
11Na [Ne] 3s1
Na+1
[Ne]
K L M
2 8 0
17Cl [Ne] 3s2
3p5
Cl-1
[Ar]
K L M
2 8 8
Na Cl
Na+
Cl-
NaCl
CARACTERÍSTICAS DOS COMPOSTOS IÔNICOS:
* são sólidos à temperatura ambiente (sólidos cristalinos);
* são duros e quebradiços;
* conduzem corrente elétrica quando: fundidos ou em solução;
* possuem alto ponto de fusão e de ebulição.
2.2. Ligação Metálica
 É a força atrativa que mantém metais puros unidos.
2.3. Ligação Covalente
 Resulta do compartilhamento de elétrons entre dois átomos. Normalmente
encontrada entre elementos não-metálicos.
C
- 4 e-
+ 4 e-
C- 4C+ 4
NÃO OCORRE
C + 4 H C
H
H
H
H ou C HH
H
H
• ligação covalente simples:
• ligação covalente dupla:
• ligação covalente tripla:
• molécula de metano:
ON
F
F
F
F
F
F
S
BeF F
exceções à regra do octeto:
número ímpar de elétrons
(radical livre)
mais de 8 elétrons
o caso da ligação covalente dativa ou coordenada:
menos de 8 elétrons
ON
2.3.1 CARACTERÍSTICAS DOS COMPOSTOS MOLECULARES:
* podem ser encontradas nos três estados físicos à
temperatura ambiente;
* ponto de fusão e ebulição, geralmente, inferiores ao das
substâncias iônicas;
* quando puras não conduzem corrente elétrica;
* algumas substâncias conduzem corrente elétrica quando
em solução (ionização);
2.4 POLARIDADE DAS LIGAÇÕES:
a) Ligações Polares: entre átomos diferentes.
b) Ligação Apolar: entre átomos iguais.
 Qual o composto se espera formar na combinação dos seguintes pares de
elementos, indicando também o tipo de ligação formada.
 a) Ca(cálcio) e F(flúor)
 b) C(carbono) e O(oxigênio)
 c) P(fósforo) e Cl(cloro)
3. Teoria de Ligação de Valência (TLV)
 Superposição: mesma região do espaço
 Maior superposição, mais forte a ligação.
 Par de elétrons: partilhado na região de superposiçào.
 Apenas 2 elétrons com spins opostos podem se superpor.
3. Teoria de Ligação de Valência (TLV)
 Uma ligação é formada quando um orbital atômico de um átomo sobrepõe-se ao
orbital atômico de outro átomo.
3. Teoria de Ligação de Valência (TLV)
 Quando o emparelhamento se dá através de orbitais segundo o eixo de ligação
dos átomos, as ligações denominam-se σ(Sigma).
 Os orbitais que geralmente formam ligações σ são os orbitais s e p
Formação da Ligação σ (Sigma)
Emparelhamento do spin entre dois orbitais s
3. Teoria de Ligação de Valência (TLV)
Formação da Ligação σ (Sigma
emparelhamento do spin entre um orbital s e outro orbital p
Emparelhamento do spin entre dois orbitais pEmparelhamento do spin entre dois orbitais p
3. Teoria de Ligação de Valência (TLV)
 Quando a sobreposição dos orbitais ocorre no plano da ligação, as ligações
denominam-se π (pi).
 Os orbitais que geralmente formam ligações π são os orbitais p
4. GEOMETRIA MOLECULAR:
* É a forma espacial das moléculas (orientação dos átomos no espaço);
A geometria de uma molécula pode afectar as propriedades físicas e
químicas, como o ponto de fusão, ebulição, densidade, etc.
* Primeiramente, deve-se montar a estrutura de Lewis da molécula:
• 1) Somar o número de elétrons da camada de valência de cada átomo;
• 2) Escolher o átomo central (geralmente o menos eletronegativo) e fazer
uma ligação para cada átomo ligante;
• 3) Completar o octeto dos átomos ligantes.Os pares que sobrarem são
colocados no átomo central;
• 4) Faça a pergunta: Todos os elementos têm o octeto completo?
• 5) Completar o octeto do átomo central, formando ligações duplas e triplas.
• 6) Se o átomo central for um elemento do 3º período em diante, observar a
hipervalência;
• 7) Determinar a geometria através da T.R.P.E.C.V.:(teoria da repulsão dos
pares de elétrons da camada de valência)
“os pares de elétrons, ligantes e não ligantes, de uma molécula se interagem e
se dispõem espacialmente de modo que a repulsão entre eles seja a menor
possível.”
4.1 Teoria da repulsão dos pares de elétrons da camada de
valência (VSEPR)
 O modelo VSEPR fornece um método confiável de se prever as formas das
moléculas e íons poliâtomicos, bem como os ângulos entre ligações de átomos
vizinhos.
5. POLARIDADE DAS MOLÉCULAS:
a) Moléculas Polares
Diatômicas: formada por átomos diferentes.Ex:
HCl, HF etc.
Molécula que sobra elétrons no átomo central.
Água é uma molécula polar, pois o oxigênio é mais
eletronegativo do que o hidrogênio, e, então, os
elétrons são atraídos para próximo do oxigênio.
b) Moléculas Apolar:
Diatômicas: formada por átomos iguais. Ex: O2, N2 etc.
Substâncias simples: O3, P4, S8 etc.
Molécula que não sobra elétrons no átomo
central.
O conjunto das forças intermoleculares é chamado de forças de Van der Waals.
6 Forças intermoleculares
Intensidade das forças intermoleculares
Dipolo
instantâneo-
-dipolo induzido
Dipolo permanente-
-dipolo permanente
Ligações de
hidrogênio
AUMENTA A INTENSIDADE DAS
FORÇAS INTERMOLECULARES
6 Forças intermoleculares
Moléculas polares
Ligações de hidrogênio na água
6 Forças intermoleculares
 Apresentam momentos de dipolo ≠ de zero.
 O átomo mais eletronegativo atrai os elétrons, surge uma carga
elétrica parcial negativa e, ao redor do átomo menos eletronegativo,
surge uma carga elétrica parcial positiva.
Moléculas polares
6 Forças intermoleculares
 Apresentam momento de dipolo = a zero.
 Em substâncias simples, apresentam cargas elétricas distribuídas
homogeneamente em sua extensão.
Moléculas apolares
6 Forças intermoleculares
Forças intermoleculares e ponto de ebulição
Mesmo tipo
de interação
Mesmo tamanho
da molécula
Massas
moleculares
próximas
Forças
intermoleculares
mais intensas
Maior
P.E.
Maior
P.E.
6 Forças intermoleculares
Forças intermoleculares e ponto de ebulição
Ponto de ebulição dos hidretos das famílias 4A, 5A, 6A e 7A
6 Forças intermoleculares
Um professor decidiu decorar seu laboratório com um “relógio de Química” no qual,
no lugar das horas, estivessem alguns elementos, dispostos de acordo com seus
respectivos números atômicos, como mostra a figura.
Indique a fórmula mínima e o tipo de ligação do composto eletricamente
neutro que é formado quando o relógio do professor marca:
a) nove horas.
b) sete horas e cinco minutos.
RESPOSTA: MgF2: ligação iônica
1EXERCÍCIOSESSENCIAIS
RESPOSTA: NH3: ligação covalente
(Unicamp-SP)
Observe as seguintes fórmulas eletrônicas (fórmulas de Lewis):
Consulte a Classificação Periódica dos Elementos e escreva as fórmulas
eletrônicas das moléculas formadas pelos seguintes elementos:
a) fósforo e hidrogênio.
EXERCÍCIOSESSENCIAIS 2
RESPOSTA:
b) enxofre e hidrogênio.
c) flúor e carbono.
EXERCÍCIOSESSENCIAIS 3
RESPOSTA:
RESPOSTA:
(UFC-CE)
As forças intermoleculares são responsáveis por várias propriedades físicas e
químicas das moléculas, como, por exemplo, a temperatura de fusão. Considere as
moléculas de F2, Cl2 e Br2.
a) Quais as principais forças intermoleculares presentes nessas espécies?
b) Ordene essas espécies em ordem crescente de temperatura de fusão.
RESPOSTA:
As forças intermoleculares presentes são do tipo interações de Van der
Waals (dipolo instantâneo-dipolo induzido).
EXERCÍCIOSESSENCIAIS 4
RESPOSTA:
F2, Cl2 e Br2

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (20)

Polaridade das moléculas e forças intermoleculares
Polaridade das moléculas e forças intermolecularesPolaridade das moléculas e forças intermoleculares
Polaridade das moléculas e forças intermoleculares
 
Aula 1 Elementos SubstâNcias E Misturas2
Aula 1   Elementos SubstâNcias E Misturas2Aula 1   Elementos SubstâNcias E Misturas2
Aula 1 Elementos SubstâNcias E Misturas2
 
Aula sobre tabela periódica
Aula sobre tabela periódicaAula sobre tabela periódica
Aula sobre tabela periódica
 
Leis ponderais e_modelo_de_dalton
Leis ponderais e_modelo_de_daltonLeis ponderais e_modelo_de_dalton
Leis ponderais e_modelo_de_dalton
 
Quimica tabela periodica
Quimica tabela periodicaQuimica tabela periodica
Quimica tabela periodica
 
1º Ano - Classificação dos Seres Vivos
1º Ano - Classificação dos Seres Vivos1º Ano - Classificação dos Seres Vivos
1º Ano - Classificação dos Seres Vivos
 
Propriedades da matéria
Propriedades da matériaPropriedades da matéria
Propriedades da matéria
 
Ligações Químicas Aula 1
Ligações Químicas Aula 1Ligações Químicas Aula 1
Ligações Químicas Aula 1
 
Forças intermoleculares
Forças intermolecularesForças intermoleculares
Forças intermoleculares
 
Evolução dos modelos atómicos
Evolução dos modelos atómicosEvolução dos modelos atómicos
Evolução dos modelos atómicos
 
Modelos atômicos ( 9 ano)
Modelos atômicos ( 9 ano)Modelos atômicos ( 9 ano)
Modelos atômicos ( 9 ano)
 
Entalpia
EntalpiaEntalpia
Entalpia
 
Aula - Ligação Química
Aula - Ligação QuímicaAula - Ligação Química
Aula - Ligação Química
 
Tabela Periódica - 9º ano
Tabela Periódica - 9º anoTabela Periódica - 9º ano
Tabela Periódica - 9º ano
 
A estrutura do átomo
A estrutura do átomoA estrutura do átomo
A estrutura do átomo
 
Aula termoquímica
Aula termoquímicaAula termoquímica
Aula termoquímica
 
Estrutura atômica
Estrutura atômica Estrutura atômica
Estrutura atômica
 
Hidrocarbonetos
HidrocarbonetosHidrocarbonetos
Hidrocarbonetos
 
Balanceamento de equações químicas
Balanceamento de equações químicasBalanceamento de equações químicas
Balanceamento de equações químicas
 
03.Titulação ácido base
03.Titulação ácido base03.Titulação ácido base
03.Titulação ácido base
 

Destaque

Ligacoes quimicas
Ligacoes quimicasLigacoes quimicas
Ligacoes quimicasDamigol Gol
 
Ligações Químicas dentro da Química Orgânica
Ligações Químicas dentro da Química OrgânicaLigações Químicas dentro da Química Orgânica
Ligações Químicas dentro da Química OrgânicaRicardo Stefani
 
www.AulasDeFisicaApoio.com - Física - Exercícios de Energia e o Teorema
www.AulasDeFisicaApoio.com  - Física -  Exercícios de Energia e o Teoremawww.AulasDeFisicaApoio.com  - Física -  Exercícios de Energia e o Teorema
www.AulasDeFisicaApoio.com - Física - Exercícios de Energia e o TeoremaVideoaulas De Física Apoio
 
Ligacoes quimicas
Ligacoes quimicasLigacoes quimicas
Ligacoes quimicasestead2011
 
Aula atualizada 1ºano ligações químicas aprofundamento
Aula atualizada 1ºano ligações químicas aprofundamentoAula atualizada 1ºano ligações químicas aprofundamento
Aula atualizada 1ºano ligações químicas aprofundamentoJosé Roberto Mattos
 
Lab. Q.A.B. Datos de 5mL
Lab. Q.A.B. Datos de 5mLLab. Q.A.B. Datos de 5mL
Lab. Q.A.B. Datos de 5mLSandu Cor
 
Memorial Descritivo Danusa Menegaz
Memorial Descritivo Danusa MenegazMemorial Descritivo Danusa Menegaz
Memorial Descritivo Danusa MenegazDanusa Menegaz
 
Ligações químicas
Ligações químicasLigações químicas
Ligações químicasestead2011
 
Ligações químicas
Ligações químicasLigações químicas
Ligações químicasEfraim Lima
 
Teoria estrutural 1
Teoria estrutural 1Teoria estrutural 1
Teoria estrutural 1Pam Pires
 
3o ano-ensino-medio-ligacoes-quimicas exemplo
3o ano-ensino-medio-ligacoes-quimicas exemplo3o ano-ensino-medio-ligacoes-quimicas exemplo
3o ano-ensino-medio-ligacoes-quimicas exemploSimone Belorte de Andrade
 
Bioquimica celular rodrigo
Bioquimica celular rodrigoBioquimica celular rodrigo
Bioquimica celular rodrigornogueira
 
Aula 3 ligações quimicas
Aula 3 ligações quimicasAula 3 ligações quimicas
Aula 3 ligações quimicasBruno Gorzoni
 

Destaque (20)

Ligações Químicas
Ligações QuímicasLigações Químicas
Ligações Químicas
 
Ligacoes quimicas
Ligacoes quimicasLigacoes quimicas
Ligacoes quimicas
 
Ligações químicas
Ligações químicasLigações químicas
Ligações químicas
 
Ligações Químicas dentro da Química Orgânica
Ligações Químicas dentro da Química OrgânicaLigações Químicas dentro da Química Orgânica
Ligações Químicas dentro da Química Orgânica
 
Aula 5 lig
Aula 5 ligAula 5 lig
Aula 5 lig
 
www.AulasDeFisicaApoio.com - Física - Exercícios de Energia e o Teorema
www.AulasDeFisicaApoio.com  - Física -  Exercícios de Energia e o Teoremawww.AulasDeFisicaApoio.com  - Física -  Exercícios de Energia e o Teorema
www.AulasDeFisicaApoio.com - Física - Exercícios de Energia e o Teorema
 
Ligacoes quimicas
Ligacoes quimicasLigacoes quimicas
Ligacoes quimicas
 
Aula atualizada 1ºano ligações químicas aprofundamento
Aula atualizada 1ºano ligações químicas aprofundamentoAula atualizada 1ºano ligações químicas aprofundamento
Aula atualizada 1ºano ligações químicas aprofundamento
 
Lab. Q.A.B. Datos de 5mL
Lab. Q.A.B. Datos de 5mLLab. Q.A.B. Datos de 5mL
Lab. Q.A.B. Datos de 5mL
 
Memorial Descritivo Danusa Menegaz
Memorial Descritivo Danusa MenegazMemorial Descritivo Danusa Menegaz
Memorial Descritivo Danusa Menegaz
 
Química básica E.M. 1° ano
Química básica E.M. 1° anoQuímica básica E.M. 1° ano
Química básica E.M. 1° ano
 
Nr 33
Nr   33Nr   33
Nr 33
 
Ligações químicas
Ligações químicasLigações químicas
Ligações químicas
 
Jogo de Biologia Celular
Jogo de Biologia CelularJogo de Biologia Celular
Jogo de Biologia Celular
 
Ligações químicas
Ligações químicasLigações químicas
Ligações químicas
 
Biologia Celular
Biologia Celular Biologia Celular
Biologia Celular
 
Teoria estrutural 1
Teoria estrutural 1Teoria estrutural 1
Teoria estrutural 1
 
3o ano-ensino-medio-ligacoes-quimicas exemplo
3o ano-ensino-medio-ligacoes-quimicas exemplo3o ano-ensino-medio-ligacoes-quimicas exemplo
3o ano-ensino-medio-ligacoes-quimicas exemplo
 
Bioquimica celular rodrigo
Bioquimica celular rodrigoBioquimica celular rodrigo
Bioquimica celular rodrigo
 
Aula 3 ligações quimicas
Aula 3 ligações quimicasAula 3 ligações quimicas
Aula 3 ligações quimicas
 

Semelhante a Ligações Químicas: Tipos e Importância

ligações químimicas e interações intermoleeculares
ligações químimicas e interações intermoleecularesligações químimicas e interações intermoleeculares
ligações químimicas e interações intermoleecularesluizdr1
 
Geometria molecular e forças intermoleculares.ppt
Geometria molecular e forças intermoleculares.pptGeometria molecular e forças intermoleculares.ppt
Geometria molecular e forças intermoleculares.pptLalyson Matheus
 
Aula_4_ Geometria molecular e forças intermoleculares.ppt
Aula_4_ Geometria molecular e forças intermoleculares.pptAula_4_ Geometria molecular e forças intermoleculares.ppt
Aula_4_ Geometria molecular e forças intermoleculares.pptCristianoRamosSilva1
 
Ligações químicas, Forças intermoleculares, Geometria molecular
Ligações químicas, Forças intermoleculares, Geometria molecularLigações químicas, Forças intermoleculares, Geometria molecular
Ligações químicas, Forças intermoleculares, Geometria molecularCarlos Priante
 
Propriedades físicas dos compostos orgânicos
Propriedades físicas dos compostos orgânicosPropriedades físicas dos compostos orgânicos
Propriedades físicas dos compostos orgânicosCarlos Henrique Souza
 
QUÍMICA ORGÂNICA TEÓRICA
QUÍMICA ORGÂNICA TEÓRICAQUÍMICA ORGÂNICA TEÓRICA
QUÍMICA ORGÂNICA TEÓRICAautonomo
 
aula-10-quimica-fundamental-2019-3-ligações-covalentes-.pdf
aula-10-quimica-fundamental-2019-3-ligações-covalentes-.pdfaula-10-quimica-fundamental-2019-3-ligações-covalentes-.pdf
aula-10-quimica-fundamental-2019-3-ligações-covalentes-.pdfEloiCarlosGove
 
Aula 08 química geral
Aula 08 química geralAula 08 química geral
Aula 08 química geralTiago da Silva
 
Ligações interatômicas
Ligações interatômicasLigações interatômicas
Ligações interatômicasdianalove15
 
Geometria molecular e TLV- slide IFBA.pdf
Geometria molecular e TLV- slide IFBA.pdfGeometria molecular e TLV- slide IFBA.pdf
Geometria molecular e TLV- slide IFBA.pdfThePowerfulGirl
 
Ligações covalentes trabalho de quimica
Ligações covalentes trabalho de quimicaLigações covalentes trabalho de quimica
Ligações covalentes trabalho de quimicaslidesescolares
 

Semelhante a Ligações Químicas: Tipos e Importância (20)

ligações químimicas e interações intermoleeculares
ligações químimicas e interações intermoleecularesligações químimicas e interações intermoleeculares
ligações químimicas e interações intermoleeculares
 
Ligações químicas
Ligações químicasLigações químicas
Ligações químicas
 
Unidade 01 Teoria Estrutural
Unidade 01   Teoria EstruturalUnidade 01   Teoria Estrutural
Unidade 01 Teoria Estrutural
 
Ciência dos Materiais
Ciência dos MateriaisCiência dos Materiais
Ciência dos Materiais
 
10102013102041765.pdf
10102013102041765.pdf10102013102041765.pdf
10102013102041765.pdf
 
Geometria molecular e forças intermoleculares.ppt
Geometria molecular e forças intermoleculares.pptGeometria molecular e forças intermoleculares.ppt
Geometria molecular e forças intermoleculares.ppt
 
Aula_4_ Geometria molecular e forças intermoleculares.ppt
Aula_4_ Geometria molecular e forças intermoleculares.pptAula_4_ Geometria molecular e forças intermoleculares.ppt
Aula_4_ Geometria molecular e forças intermoleculares.ppt
 
Ligações químicas, Forças intermoleculares, Geometria molecular
Ligações químicas, Forças intermoleculares, Geometria molecularLigações químicas, Forças intermoleculares, Geometria molecular
Ligações químicas, Forças intermoleculares, Geometria molecular
 
Captulo iii ligaes qumicas
Captulo iii ligaes qumicasCaptulo iii ligaes qumicas
Captulo iii ligaes qumicas
 
Propriedades físicas dos compostos orgânicos
Propriedades físicas dos compostos orgânicosPropriedades físicas dos compostos orgânicos
Propriedades físicas dos compostos orgânicos
 
Trabalho de química
Trabalho de químicaTrabalho de química
Trabalho de química
 
QUÍMICA ORGÂNICA TEÓRICA
QUÍMICA ORGÂNICA TEÓRICAQUÍMICA ORGÂNICA TEÓRICA
QUÍMICA ORGÂNICA TEÓRICA
 
aula-10-quimica-fundamental-2019-3-ligações-covalentes-.pdf
aula-10-quimica-fundamental-2019-3-ligações-covalentes-.pdfaula-10-quimica-fundamental-2019-3-ligações-covalentes-.pdf
aula-10-quimica-fundamental-2019-3-ligações-covalentes-.pdf
 
Ligações Covalenntes
Ligações CovalenntesLigações Covalenntes
Ligações Covalenntes
 
Aula 08 química geral
Aula 08 química geralAula 08 química geral
Aula 08 química geral
 
Ligações Químicas.ppt
Ligações Químicas.pptLigações Químicas.ppt
Ligações Químicas.ppt
 
Ligações interatômicas
Ligações interatômicasLigações interatômicas
Ligações interatômicas
 
Geometria molecular e TLV- slide IFBA.pdf
Geometria molecular e TLV- slide IFBA.pdfGeometria molecular e TLV- slide IFBA.pdf
Geometria molecular e TLV- slide IFBA.pdf
 
Ligações covalentes trabalho de quimica
Ligações covalentes trabalho de quimicaLigações covalentes trabalho de quimica
Ligações covalentes trabalho de quimica
 
2a aula Quimica Geral.pptx
2a aula Quimica Geral.pptx2a aula Quimica Geral.pptx
2a aula Quimica Geral.pptx
 

Mais de Saulo Luis Capim

Treinamento dos Mesários.pptx
Treinamento dos Mesários.pptxTreinamento dos Mesários.pptx
Treinamento dos Mesários.pptxSaulo Luis Capim
 
Codigo de etica brasil junior
Codigo de etica   brasil juniorCodigo de etica   brasil junior
Codigo de etica brasil juniorSaulo Luis Capim
 
Interpretação de espectros
Interpretação de espectrosInterpretação de espectros
Interpretação de espectrosSaulo Luis Capim
 
Texto 5 novas tecnologias e o reencantamento do mundo - josé manuel moran
Texto 5   novas tecnologias e o reencantamento do mundo - josé manuel moranTexto 5   novas tecnologias e o reencantamento do mundo - josé manuel moran
Texto 5 novas tecnologias e o reencantamento do mundo - josé manuel moranSaulo Luis Capim
 
Aula i fbaiano_eletroquimica
Aula i fbaiano_eletroquimicaAula i fbaiano_eletroquimica
Aula i fbaiano_eletroquimicaSaulo Luis Capim
 
Funções Inorganicas[1] (1)
Funções Inorganicas[1] (1)Funções Inorganicas[1] (1)
Funções Inorganicas[1] (1)Saulo Luis Capim
 

Mais de Saulo Luis Capim (6)

Treinamento dos Mesários.pptx
Treinamento dos Mesários.pptxTreinamento dos Mesários.pptx
Treinamento dos Mesários.pptx
 
Codigo de etica brasil junior
Codigo de etica   brasil juniorCodigo de etica   brasil junior
Codigo de etica brasil junior
 
Interpretação de espectros
Interpretação de espectrosInterpretação de espectros
Interpretação de espectros
 
Texto 5 novas tecnologias e o reencantamento do mundo - josé manuel moran
Texto 5   novas tecnologias e o reencantamento do mundo - josé manuel moranTexto 5   novas tecnologias e o reencantamento do mundo - josé manuel moran
Texto 5 novas tecnologias e o reencantamento do mundo - josé manuel moran
 
Aula i fbaiano_eletroquimica
Aula i fbaiano_eletroquimicaAula i fbaiano_eletroquimica
Aula i fbaiano_eletroquimica
 
Funções Inorganicas[1] (1)
Funções Inorganicas[1] (1)Funções Inorganicas[1] (1)
Funções Inorganicas[1] (1)
 

Último

Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdfHORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdfSandra Pratas
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfQueleLiberato
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullyingMary Alvarenga
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.azulassessoria9
 
Jogo de Revisão Primeira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Primeira  Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Primeira  Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Primeira Série (Primeiro Trimestre)Paula Meyer Piagentini
 
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.Mary Alvarenga
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãodanielagracia9
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoCelianeOliveira8
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas BrasileirosMary Alvarenga
 
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdfAula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdfaulasgege
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...azulassessoria9
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.pptDaniloConceiodaSilva
 
música paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdf
música paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdfmúsica paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdf
música paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdfWALDIRENEPINTODEMACE
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...Unidad de Espiritualidad Eudista
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e Américawilson778875
 
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfPARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfceajajacu
 

Último (20)

Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdfHORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
 
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
 
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
 
Jogo de Revisão Primeira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Primeira  Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Primeira  Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Primeira Série (Primeiro Trimestre)
 
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
Poema em homenagem a Escola Santa Maria, pelos seus 37 anos.
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetização
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
 
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdfAula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
 
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.ppt
 
música paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdf
música paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdfmúsica paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdf
música paródia cmsp conteúdo 1 bimestre.pdf
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e América
 
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfPARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
 

Ligações Químicas: Tipos e Importância

  • 1. Professor: Saulo Luis Capim Disciplina: Química Geral Agosto / 2013 Ligação química
  • 2. 1. A importância das Ligações Químicas no nosso cotidiano.  As substâncias possuem características diferentes, em razão do tipo de ligação química existente entre os átomos de seus elementos, entre outros motivos.  Sempre que átomos ou íons estão ligados a outros átomos, dizemos que existe uma ligação química entre eles.
  • 3. 1. A importância das Ligações Químicas no nosso cotidiano. Pentaceno Nanografeno
  • 4. As ligações químicas classificam-se em: • ligações intramoleculares: - ocorrem entre os átomos para formar “moléculas”; - responsáveis pelas propriedades químicas dos compostos; - são elas: iônica, covalente e metálica. • ligações (ou forças) intermoleculares: - ocorrem entre as “moléculas”; - responsáveis pelas propriedades físicas dos compostos; - são elas: íon-dipolo; dipolo-dipolo, dipolo-induzido e ligação de hidrogênio.
  • 5. 2. Ligações Químicas: Ligação Iônica, Ligação Covalente e Ligação Metálica.  Em 1916, Lewis descreveu uma teoria muito simples e elegante para o esclarecimento das ligações químicas:  Lewis, cada átomo compartilha elétrons com seus átomos vizinhos para atingir um total de oito elétrons. ligação simples ligação dupla ligação tripla
  • 6. 2. Ligações Químicas: Ligação Iônica, Ligação Covalente e Ligação Metálica.  No caso do Be e B que apresentam menos de quatro elétrons na camada de valência;  No caso do PF5 que possui dez elétrons na camada de valência;  No caso das moléculas com número ímpar de elétrons. Excessões à regra do octeto
  • 7. 2.1. Ligação Iônica  Resulta da transferência de elétrons de um metal para um não-metal. 11Na [Ne] 3s1 Na+1 [Ne] K L M 2 8 0 17Cl [Ne] 3s2 3p5 Cl-1 [Ar] K L M 2 8 8 Na Cl Na+ Cl- NaCl
  • 8. CARACTERÍSTICAS DOS COMPOSTOS IÔNICOS: * são sólidos à temperatura ambiente (sólidos cristalinos); * são duros e quebradiços;
  • 9. * conduzem corrente elétrica quando: fundidos ou em solução; * possuem alto ponto de fusão e de ebulição.
  • 10. 2.2. Ligação Metálica  É a força atrativa que mantém metais puros unidos.
  • 11. 2.3. Ligação Covalente  Resulta do compartilhamento de elétrons entre dois átomos. Normalmente encontrada entre elementos não-metálicos. C - 4 e- + 4 e- C- 4C+ 4 NÃO OCORRE C + 4 H C H H H H ou C HH H H
  • 12. • ligação covalente simples: • ligação covalente dupla:
  • 13. • ligação covalente tripla: • molécula de metano:
  • 14. ON F F F F F F S BeF F exceções à regra do octeto: número ímpar de elétrons (radical livre) mais de 8 elétrons o caso da ligação covalente dativa ou coordenada: menos de 8 elétrons
  • 15. ON 2.3.1 CARACTERÍSTICAS DOS COMPOSTOS MOLECULARES: * podem ser encontradas nos três estados físicos à temperatura ambiente; * ponto de fusão e ebulição, geralmente, inferiores ao das substâncias iônicas; * quando puras não conduzem corrente elétrica; * algumas substâncias conduzem corrente elétrica quando em solução (ionização);
  • 16. 2.4 POLARIDADE DAS LIGAÇÕES: a) Ligações Polares: entre átomos diferentes. b) Ligação Apolar: entre átomos iguais.
  • 17.  Qual o composto se espera formar na combinação dos seguintes pares de elementos, indicando também o tipo de ligação formada.  a) Ca(cálcio) e F(flúor)  b) C(carbono) e O(oxigênio)  c) P(fósforo) e Cl(cloro)
  • 18. 3. Teoria de Ligação de Valência (TLV)  Superposição: mesma região do espaço  Maior superposição, mais forte a ligação.  Par de elétrons: partilhado na região de superposiçào.  Apenas 2 elétrons com spins opostos podem se superpor.
  • 19. 3. Teoria de Ligação de Valência (TLV)  Uma ligação é formada quando um orbital atômico de um átomo sobrepõe-se ao orbital atômico de outro átomo.
  • 20. 3. Teoria de Ligação de Valência (TLV)  Quando o emparelhamento se dá através de orbitais segundo o eixo de ligação dos átomos, as ligações denominam-se σ(Sigma).  Os orbitais que geralmente formam ligações σ são os orbitais s e p Formação da Ligação σ (Sigma) Emparelhamento do spin entre dois orbitais s
  • 21. 3. Teoria de Ligação de Valência (TLV) Formação da Ligação σ (Sigma emparelhamento do spin entre um orbital s e outro orbital p Emparelhamento do spin entre dois orbitais pEmparelhamento do spin entre dois orbitais p
  • 22. 3. Teoria de Ligação de Valência (TLV)  Quando a sobreposição dos orbitais ocorre no plano da ligação, as ligações denominam-se π (pi).  Os orbitais que geralmente formam ligações π são os orbitais p
  • 23. 4. GEOMETRIA MOLECULAR: * É a forma espacial das moléculas (orientação dos átomos no espaço); A geometria de uma molécula pode afectar as propriedades físicas e químicas, como o ponto de fusão, ebulição, densidade, etc. * Primeiramente, deve-se montar a estrutura de Lewis da molécula: • 1) Somar o número de elétrons da camada de valência de cada átomo; • 2) Escolher o átomo central (geralmente o menos eletronegativo) e fazer uma ligação para cada átomo ligante; • 3) Completar o octeto dos átomos ligantes.Os pares que sobrarem são colocados no átomo central;
  • 24. • 4) Faça a pergunta: Todos os elementos têm o octeto completo? • 5) Completar o octeto do átomo central, formando ligações duplas e triplas. • 6) Se o átomo central for um elemento do 3º período em diante, observar a hipervalência; • 7) Determinar a geometria através da T.R.P.E.C.V.:(teoria da repulsão dos pares de elétrons da camada de valência) “os pares de elétrons, ligantes e não ligantes, de uma molécula se interagem e se dispõem espacialmente de modo que a repulsão entre eles seja a menor possível.”
  • 25. 4.1 Teoria da repulsão dos pares de elétrons da camada de valência (VSEPR)  O modelo VSEPR fornece um método confiável de se prever as formas das moléculas e íons poliâtomicos, bem como os ângulos entre ligações de átomos vizinhos.
  • 26. 5. POLARIDADE DAS MOLÉCULAS: a) Moléculas Polares Diatômicas: formada por átomos diferentes.Ex: HCl, HF etc. Molécula que sobra elétrons no átomo central.
  • 27. Água é uma molécula polar, pois o oxigênio é mais eletronegativo do que o hidrogênio, e, então, os elétrons são atraídos para próximo do oxigênio.
  • 28. b) Moléculas Apolar: Diatômicas: formada por átomos iguais. Ex: O2, N2 etc. Substâncias simples: O3, P4, S8 etc. Molécula que não sobra elétrons no átomo central.
  • 29. O conjunto das forças intermoleculares é chamado de forças de Van der Waals. 6 Forças intermoleculares
  • 30. Intensidade das forças intermoleculares Dipolo instantâneo- -dipolo induzido Dipolo permanente- -dipolo permanente Ligações de hidrogênio AUMENTA A INTENSIDADE DAS FORÇAS INTERMOLECULARES 6 Forças intermoleculares
  • 31. Moléculas polares Ligações de hidrogênio na água 6 Forças intermoleculares
  • 32.  Apresentam momentos de dipolo ≠ de zero.  O átomo mais eletronegativo atrai os elétrons, surge uma carga elétrica parcial negativa e, ao redor do átomo menos eletronegativo, surge uma carga elétrica parcial positiva. Moléculas polares 6 Forças intermoleculares
  • 33.  Apresentam momento de dipolo = a zero.  Em substâncias simples, apresentam cargas elétricas distribuídas homogeneamente em sua extensão. Moléculas apolares 6 Forças intermoleculares
  • 34. Forças intermoleculares e ponto de ebulição Mesmo tipo de interação Mesmo tamanho da molécula Massas moleculares próximas Forças intermoleculares mais intensas Maior P.E. Maior P.E. 6 Forças intermoleculares
  • 35. Forças intermoleculares e ponto de ebulição Ponto de ebulição dos hidretos das famílias 4A, 5A, 6A e 7A 6 Forças intermoleculares
  • 36. Um professor decidiu decorar seu laboratório com um “relógio de Química” no qual, no lugar das horas, estivessem alguns elementos, dispostos de acordo com seus respectivos números atômicos, como mostra a figura. Indique a fórmula mínima e o tipo de ligação do composto eletricamente neutro que é formado quando o relógio do professor marca: a) nove horas. b) sete horas e cinco minutos. RESPOSTA: MgF2: ligação iônica 1EXERCÍCIOSESSENCIAIS RESPOSTA: NH3: ligação covalente
  • 37. (Unicamp-SP) Observe as seguintes fórmulas eletrônicas (fórmulas de Lewis): Consulte a Classificação Periódica dos Elementos e escreva as fórmulas eletrônicas das moléculas formadas pelos seguintes elementos: a) fósforo e hidrogênio. EXERCÍCIOSESSENCIAIS 2 RESPOSTA:
  • 38. b) enxofre e hidrogênio. c) flúor e carbono. EXERCÍCIOSESSENCIAIS 3 RESPOSTA: RESPOSTA:
  • 39. (UFC-CE) As forças intermoleculares são responsáveis por várias propriedades físicas e químicas das moléculas, como, por exemplo, a temperatura de fusão. Considere as moléculas de F2, Cl2 e Br2. a) Quais as principais forças intermoleculares presentes nessas espécies? b) Ordene essas espécies em ordem crescente de temperatura de fusão. RESPOSTA: As forças intermoleculares presentes são do tipo interações de Van der Waals (dipolo instantâneo-dipolo induzido). EXERCÍCIOSESSENCIAIS 4 RESPOSTA: F2, Cl2 e Br2