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Revoluções na
Inglaterra
Política e sociedade na Inglaterra do
século XVI
• No século XVI, a monarquia inglesa era
absolutista. Seus governantes tinham um
enorme poder. Esse era o caso, por exemplo,
da rainha Elizabeth I (1558-1602). Adotando
uma política mercantilista e associando-se a
corsários, o governo
de Elizabeth I contribuiu para que a
Inglaterra se tornasse uma grande potência
econômica e naval.
COLEÇÃO PARTICULAR. FOTO: BRIDGEMAN IMAGES/KEYSTONE BRASIL
SETEEN - Nesta tela de George Gower de 1588, 0 tamanho de Elizabeth I é a expressão de seu poder.
• Política mercantilista:
política econômica
promovida pelo
Estado de incentivo e
proteção ao comércio
e às manufaturas.
• Corsários: piratas que
tinham licença real
(carta de corso) para
a prática da pirataria.
No reinado de Elizabeth I e nas décadas
seguintes ocorreu o enriquecimento da
burguesia (comerciantes e donos de
manufaturas), da pequena nobreza rural (gentry,
em inglês) e dos pequenos proprietários rurais
(yeomen, em inglês). Esses grupos sociais
produziam e exportavam alimentos e tecidos de
lã e/ou de algodãopara várias partes do mundo.
No campo, a agricultura de subsistência
cedeu lugar à agricultura comercial; para criar
ovelhas (e extrair a lã), a gentry e os yeomen
cercaram seus domínios, expulsando as famílias
de camponeses que lá viviam. A essa prática
deu-se o nome de cercamento.
• Cercamento:
consistia em cercar
as terras de uso
comum, de onde os
camponeses
retiravam sua
subsistência, para
transformá-las em
pastos para a criação
de ovelhas
(produtoras de lã) ou
em áreas de
produção de gêneros
comerciais.
• Sem terra onde plantar ou criar, os camponeses vagavam pelas
estradas ou iam para as cidades, sobretudo para Londres, onde se
ofereciam para trabalhar por baixíssimos salários.
Monarquia X Parlamento no século XVII
Com a morte de Elizabeth I, seu primo Jaime, rei da Escócia,
assumiu o trono da Inglaterra como Jaime I, dando início à
dinastia Stuart. Durante essa dinastia, ocorreram intensos
conflitos envolvendo diferentes grupos sociais e religiões.
A maior parte da burguesia e a gentry seguiam o puritanismo
e defendiam que cada um deveria agir conforme a Bíblia e a sua
própria consciência, e a Igreja devia ser independente do Estado.
Já a alta nobreza e os reis ingleses praticavam o anglicanismo,
religião na qual o chefe da Igreja é o próprio rei.
O Parlamento inglês também se encontrava dividido: na
Câmara dos Lordes estavam os representantes da alta nobreza, e
na Câmara dos Comuns, os representantes da burguesia e da
gentry.
Considerando-se rei por direito divino, Jaime I
tentou impor o anglicanismo a todos os seus súditos. E,
além disso, criou novos impostos e aumentou os
existentes. Mas, como o Parlamento, que tinha um
grande número de puritanos, se opôs a essas medidas,
o rei mandou fechá-lo, revelando assim seu
absolutismo.
Carlos I, sucessor e filho de Jaime I, deu
continuidade à politica absolutista de seu pai:
concedeu monopólios a alguns grupos burgueses,
vendeu cargos públicos e criou novos impostos. Um
desses impostos, ship money, antes pago apenas pelas
portuárias, passou a ser nacional.
Carlos I em três posições. Anthony Van Dyck, século XVIII
Como a oposição ao seu governo no
Parlamento aumentou, Carlos I invadiu a Câmara
dos Comuns com sua guarda pessoal para
prender os líderes oposicionistas. Avisados de
antemão, estes se retiraram e se uniram às tropas
armadas organizadas para lutar contra o
absolutismo.
Iniciou-se então uma guerra civil (1642-1649)
durante a qual os ingleses estiveram
divididos em dois grandes grupos rivais.
Observe o esquema :
Rei
x
Parlamento
Grupos Sociais Alta Nobreza
+
Burguesia monopolista
Burguesia comercial e
manufatureira
+
Gentry
+
Yeomen
Religião Anglicanos ou
católicos
Puritanos ou
presbiterianos
A Era Cromwell
• O deputado e líder puritano Oliver Cromwell
remodelou o com base na competência e não
mais por terem nascido em uma família de frente
dele, venceu várias batalhas; os soldados
passaram a ser promovidos com base na
competência e não mais por terem nascido em
uma família de prestígio. Ou seja, o critério de
nascimento foi substituído pelo de merecimento.
Esse novo exército (New Model Army) venceu o
exército do rei na batalha de Naseby (1645), que
pôs fim à luta. O rei Carlos I foi condenado à
morte e executado. A república foi proclamada e
Cromwell assumiu o governo do país.
Para refletir
Cromwell disse:
“Prefiro ter um capitão
simples e rústico, que
saiba por que luta e ame
aquilo que sabe, do que
um daqueles a quem
chamas gentis homens e
que não passa disso.”
A República de Cromwell
No governo, Cromwell combateu duramente seus
inimigos internos e externos, confiscou as terras dos
aliados do rei e da Igreja Anglicana e vendeu-as para
seus aliados, membros da burguesia e da gentry.
Além disso, visando fortalecer o comércio exterior
inglês, Cromwell promulgou em 1651,leis conhecidas
como Atos de Navegação. Essas leis diziam que
todas as mercadorias que entrassem ou saíssem pelos
portos da Grã-Bretanha (Inglaterra, País de Gales e
Escócia) só podiam ser transportadas em navios
ingleses ou pertencentes aos países produtores.
Vista do Rio Tâmisa, de Jan the Elder Griffier, século XVII, Inglaterra. Naquele tempo, Londres era o
centro de um importante núcleo capitalista e a maior cidade da Europa. No comércio pelos mares, perdia
apenas para a Holanda, a maior potência naval da época
Os Atos de Navegação favoreceram a acumulação
de capitais por parte da burguesia britânica e
prejudicaram os comerciantes holandeses, que
lucravam com o transporte de produtos negociados
com a Inglaterra. Esse conflito de interesses provocou
uma guerra entre os dois países (1651-1654). A
Holanda foi vencida e a Inglaterra passou a liderar o
comércio nos mares; tornou-se a maior potência naval
daqueles tempos, sendo conhecida a partir de então
como "rainha dos mares".
Cromwell aproveitou-se da guerra contra a Holanda
para ampliar seu poder: tornou seu cargo hereditário
(que passa de pai para filho) e vitalício (para toda a
vida). Por isso, com a sua morte, em 1658, foi sucedido
por seu filho Ricardo.
A deposição de Ricardo Cromwell e a
volta da monarquia na Inglaterra
No governo, o filho de Cromwell enfrentou
forte oposição de grupos políticos e religiosos
surgidos durante a Revolução Puritana (1642-
1649). Dois deles se destacaram pela ousadia
de suas propostas: os niveladores e os
cavadores.
Principais grupos de oposição ao
governo de Ricardo Cromwell
Niveladores
• o nome niveladores
(levellers) foi dado por seus
adversários: dizia-se que
eles queriam nivelar todos
os homens por baixo, ou
seja, tirar os bens dos ricos
para que
todos fossem pobres e
iguais.
Cavadores
• os diggers, isto é,
"cavadores”, receberam
essenome porque, durante
um ato de protesto,
começaram a capinar as
terras públicas.
Niveladores
Os niveladores defendiam:
• a dissolução da Câmara dos Lordes e todo o
poder para a Câmara dos Comuns;
• o direito de voto a todos os homens e a liberdade
de cada um seguir a sua própria religião;
• o fim dos dízimos cobrados pela Igreja Anglicana
e dos monopólios comerciais;
• o direito à propriedade privada e a proteção à
pequena propriedade.
cavadores
Os cavadores, por sua vez, defendiam:
• uma reforma agrária radical com o confisco das terras
da Igreja, do governo e dos grandes proprietários;
• a entrega das terras confiscadas aos pobres, para que
eles as cultivassem e ficassem com os frutos de seu
trabalho.
Os cavadores se espelhavam em Jesus Cristo, que,
diziam eles, esteve sempre ao lado dos mais pobres.
A força desses movimentos populares amedrontou o
Parlamento, que decidiu destituir Ricardo Cromwell e
restaurar a monarquia. Em 1660, com Carlos II, filho
do rei decapitado, a dinastia Stuart voltou ao poder
Cavadores: Gerrard WinstanleyNiveladores: John Lilburn
A Revolução Gloriosa (1688)
• Carlos Il se declarava rei por direito divino, embora
soubesse que, de fato, era rei por vontade do
parlamento. E, durante todo o seu reinado, tentou
promover a volta do absolutismo. Jaime II (1685-1688),
seu irmão e sucessor, fez o mesmo e, para isso, pediu
apoio a Luís XIV, da França, o rei mais poderoso da
Europa.
• Reagindo a isso, o Palamento,era rei formado em sua
maioria pela burguesia e pela gentry, reuniu tropas para
derrubar o rei Jaime II, que deixou o trono antes que os
soldados chegassem. O Parlamento, então, entregou o
governo da Inglaterra ao genro de Jaime II, o príncipe
holandês Guilherme de Orange.
• Esse movimento ficou conhecido como Revolução
Gloriosa, pois o Parlamento venceu a disputa sem
derramamento de sangue. Antes de ser coroado rei,
Guilherme de Orange teve de jurar obediência à
Declaração de Direitos (Bill of Rights), vigente na
Inglaterra até hoje.
Na imagem de 1753,
vemos um membro
do Parlamento lendo
a Declaração dos
Direitos para o
príncipe Guilherme de
Orange e sua esposa
Maria, filha do rei
deposto.
O significado da Revolução Gloriosa
• Com a Revolução Gloriosa, a Inglaterra deixava de
ser uma monarquia absolutista e tornava-se uma
monarquia parlamentar. O Parlamento então
passava a ter um grande poder de decisão, e os
ingleses deixavam de ser apenas súditos do rei e
passavam a ser cidadãos, com direitos e deveres.
• A Revolução Gloriosa, além disso, favoreceu o
desenvolvimento do capitalismo. A partir de
então, foram tomadas várias medidas favoráveis
ao crescimento das manufaturas, das empresas
rurais e da indústria naval. Tudo isso contribuiu
para a liderança econômica e política da
burguesia inglesa e para a Revolução Industrial.
Capitalismo:
• sistema econômico em que predominam a
propriedade privada dos meios de produção -
terras, fábricas, equipamentos etc. -, as relações
assalariadas de trabalho e a produção visando ao
lucro.
Referências:
• Boulos Júnior, Alfredo. História sociedade &
cidadania: 8º ano: Ensino Fundamental : anos
finais / Alfredo Boulos Júnior – 4. ed. – São
Paulo: FTD, 2018.

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Revoluções s inglesas

  • 2. Política e sociedade na Inglaterra do século XVI • No século XVI, a monarquia inglesa era absolutista. Seus governantes tinham um enorme poder. Esse era o caso, por exemplo, da rainha Elizabeth I (1558-1602). Adotando uma política mercantilista e associando-se a corsários, o governo de Elizabeth I contribuiu para que a Inglaterra se tornasse uma grande potência econômica e naval.
  • 3. COLEÇÃO PARTICULAR. FOTO: BRIDGEMAN IMAGES/KEYSTONE BRASIL SETEEN - Nesta tela de George Gower de 1588, 0 tamanho de Elizabeth I é a expressão de seu poder.
  • 4. • Política mercantilista: política econômica promovida pelo Estado de incentivo e proteção ao comércio e às manufaturas. • Corsários: piratas que tinham licença real (carta de corso) para a prática da pirataria.
  • 5. No reinado de Elizabeth I e nas décadas seguintes ocorreu o enriquecimento da burguesia (comerciantes e donos de manufaturas), da pequena nobreza rural (gentry, em inglês) e dos pequenos proprietários rurais (yeomen, em inglês). Esses grupos sociais produziam e exportavam alimentos e tecidos de lã e/ou de algodãopara várias partes do mundo. No campo, a agricultura de subsistência cedeu lugar à agricultura comercial; para criar ovelhas (e extrair a lã), a gentry e os yeomen cercaram seus domínios, expulsando as famílias de camponeses que lá viviam. A essa prática deu-se o nome de cercamento.
  • 6. • Cercamento: consistia em cercar as terras de uso comum, de onde os camponeses retiravam sua subsistência, para transformá-las em pastos para a criação de ovelhas (produtoras de lã) ou em áreas de produção de gêneros comerciais.
  • 7. • Sem terra onde plantar ou criar, os camponeses vagavam pelas estradas ou iam para as cidades, sobretudo para Londres, onde se ofereciam para trabalhar por baixíssimos salários.
  • 8. Monarquia X Parlamento no século XVII Com a morte de Elizabeth I, seu primo Jaime, rei da Escócia, assumiu o trono da Inglaterra como Jaime I, dando início à dinastia Stuart. Durante essa dinastia, ocorreram intensos conflitos envolvendo diferentes grupos sociais e religiões. A maior parte da burguesia e a gentry seguiam o puritanismo e defendiam que cada um deveria agir conforme a Bíblia e a sua própria consciência, e a Igreja devia ser independente do Estado. Já a alta nobreza e os reis ingleses praticavam o anglicanismo, religião na qual o chefe da Igreja é o próprio rei. O Parlamento inglês também se encontrava dividido: na Câmara dos Lordes estavam os representantes da alta nobreza, e na Câmara dos Comuns, os representantes da burguesia e da gentry.
  • 9. Considerando-se rei por direito divino, Jaime I tentou impor o anglicanismo a todos os seus súditos. E, além disso, criou novos impostos e aumentou os existentes. Mas, como o Parlamento, que tinha um grande número de puritanos, se opôs a essas medidas, o rei mandou fechá-lo, revelando assim seu absolutismo. Carlos I, sucessor e filho de Jaime I, deu continuidade à politica absolutista de seu pai: concedeu monopólios a alguns grupos burgueses, vendeu cargos públicos e criou novos impostos. Um desses impostos, ship money, antes pago apenas pelas portuárias, passou a ser nacional.
  • 10. Carlos I em três posições. Anthony Van Dyck, século XVIII
  • 11. Como a oposição ao seu governo no Parlamento aumentou, Carlos I invadiu a Câmara dos Comuns com sua guarda pessoal para prender os líderes oposicionistas. Avisados de antemão, estes se retiraram e se uniram às tropas armadas organizadas para lutar contra o absolutismo. Iniciou-se então uma guerra civil (1642-1649) durante a qual os ingleses estiveram divididos em dois grandes grupos rivais. Observe o esquema :
  • 12. Rei x Parlamento Grupos Sociais Alta Nobreza + Burguesia monopolista Burguesia comercial e manufatureira + Gentry + Yeomen Religião Anglicanos ou católicos Puritanos ou presbiterianos
  • 14. • O deputado e líder puritano Oliver Cromwell remodelou o com base na competência e não mais por terem nascido em uma família de frente dele, venceu várias batalhas; os soldados passaram a ser promovidos com base na competência e não mais por terem nascido em uma família de prestígio. Ou seja, o critério de nascimento foi substituído pelo de merecimento. Esse novo exército (New Model Army) venceu o exército do rei na batalha de Naseby (1645), que pôs fim à luta. O rei Carlos I foi condenado à morte e executado. A república foi proclamada e Cromwell assumiu o governo do país.
  • 15. Para refletir Cromwell disse: “Prefiro ter um capitão simples e rústico, que saiba por que luta e ame aquilo que sabe, do que um daqueles a quem chamas gentis homens e que não passa disso.”
  • 16. A República de Cromwell No governo, Cromwell combateu duramente seus inimigos internos e externos, confiscou as terras dos aliados do rei e da Igreja Anglicana e vendeu-as para seus aliados, membros da burguesia e da gentry. Além disso, visando fortalecer o comércio exterior inglês, Cromwell promulgou em 1651,leis conhecidas como Atos de Navegação. Essas leis diziam que todas as mercadorias que entrassem ou saíssem pelos portos da Grã-Bretanha (Inglaterra, País de Gales e Escócia) só podiam ser transportadas em navios ingleses ou pertencentes aos países produtores.
  • 17. Vista do Rio Tâmisa, de Jan the Elder Griffier, século XVII, Inglaterra. Naquele tempo, Londres era o centro de um importante núcleo capitalista e a maior cidade da Europa. No comércio pelos mares, perdia apenas para a Holanda, a maior potência naval da época
  • 18. Os Atos de Navegação favoreceram a acumulação de capitais por parte da burguesia britânica e prejudicaram os comerciantes holandeses, que lucravam com o transporte de produtos negociados com a Inglaterra. Esse conflito de interesses provocou uma guerra entre os dois países (1651-1654). A Holanda foi vencida e a Inglaterra passou a liderar o comércio nos mares; tornou-se a maior potência naval daqueles tempos, sendo conhecida a partir de então como "rainha dos mares". Cromwell aproveitou-se da guerra contra a Holanda para ampliar seu poder: tornou seu cargo hereditário (que passa de pai para filho) e vitalício (para toda a vida). Por isso, com a sua morte, em 1658, foi sucedido por seu filho Ricardo.
  • 19. A deposição de Ricardo Cromwell e a volta da monarquia na Inglaterra No governo, o filho de Cromwell enfrentou forte oposição de grupos políticos e religiosos surgidos durante a Revolução Puritana (1642- 1649). Dois deles se destacaram pela ousadia de suas propostas: os niveladores e os cavadores.
  • 20. Principais grupos de oposição ao governo de Ricardo Cromwell Niveladores • o nome niveladores (levellers) foi dado por seus adversários: dizia-se que eles queriam nivelar todos os homens por baixo, ou seja, tirar os bens dos ricos para que todos fossem pobres e iguais. Cavadores • os diggers, isto é, "cavadores”, receberam essenome porque, durante um ato de protesto, começaram a capinar as terras públicas.
  • 21. Niveladores Os niveladores defendiam: • a dissolução da Câmara dos Lordes e todo o poder para a Câmara dos Comuns; • o direito de voto a todos os homens e a liberdade de cada um seguir a sua própria religião; • o fim dos dízimos cobrados pela Igreja Anglicana e dos monopólios comerciais; • o direito à propriedade privada e a proteção à pequena propriedade.
  • 22. cavadores Os cavadores, por sua vez, defendiam: • uma reforma agrária radical com o confisco das terras da Igreja, do governo e dos grandes proprietários; • a entrega das terras confiscadas aos pobres, para que eles as cultivassem e ficassem com os frutos de seu trabalho. Os cavadores se espelhavam em Jesus Cristo, que, diziam eles, esteve sempre ao lado dos mais pobres. A força desses movimentos populares amedrontou o Parlamento, que decidiu destituir Ricardo Cromwell e restaurar a monarquia. Em 1660, com Carlos II, filho do rei decapitado, a dinastia Stuart voltou ao poder
  • 24. A Revolução Gloriosa (1688) • Carlos Il se declarava rei por direito divino, embora soubesse que, de fato, era rei por vontade do parlamento. E, durante todo o seu reinado, tentou promover a volta do absolutismo. Jaime II (1685-1688), seu irmão e sucessor, fez o mesmo e, para isso, pediu apoio a Luís XIV, da França, o rei mais poderoso da Europa. • Reagindo a isso, o Palamento,era rei formado em sua maioria pela burguesia e pela gentry, reuniu tropas para derrubar o rei Jaime II, que deixou o trono antes que os soldados chegassem. O Parlamento, então, entregou o governo da Inglaterra ao genro de Jaime II, o príncipe holandês Guilherme de Orange.
  • 25. • Esse movimento ficou conhecido como Revolução Gloriosa, pois o Parlamento venceu a disputa sem derramamento de sangue. Antes de ser coroado rei, Guilherme de Orange teve de jurar obediência à Declaração de Direitos (Bill of Rights), vigente na Inglaterra até hoje. Na imagem de 1753, vemos um membro do Parlamento lendo a Declaração dos Direitos para o príncipe Guilherme de Orange e sua esposa Maria, filha do rei deposto.
  • 26. O significado da Revolução Gloriosa • Com a Revolução Gloriosa, a Inglaterra deixava de ser uma monarquia absolutista e tornava-se uma monarquia parlamentar. O Parlamento então passava a ter um grande poder de decisão, e os ingleses deixavam de ser apenas súditos do rei e passavam a ser cidadãos, com direitos e deveres.
  • 27. • A Revolução Gloriosa, além disso, favoreceu o desenvolvimento do capitalismo. A partir de então, foram tomadas várias medidas favoráveis ao crescimento das manufaturas, das empresas rurais e da indústria naval. Tudo isso contribuiu para a liderança econômica e política da burguesia inglesa e para a Revolução Industrial.
  • 28. Capitalismo: • sistema econômico em que predominam a propriedade privada dos meios de produção - terras, fábricas, equipamentos etc. -, as relações assalariadas de trabalho e a produção visando ao lucro.
  • 29. Referências: • Boulos Júnior, Alfredo. História sociedade & cidadania: 8º ano: Ensino Fundamental : anos finais / Alfredo Boulos Júnior – 4. ed. – São Paulo: FTD, 2018.