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O CAMINHO PARA A
INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
Prof. Douglas Barraqui
Independência do Brasil: óleo sobre tela
por François-René Moreaux
Quadro Independência ou Morte, de Pedro
Américo (óleo sobre tela, 1888).
D. Pedro I levanta a sua espada, em ato
simbólico de rompimento com os laços
que uniam Portugal e Brasil. D. Pedro é
representado num patamar mais
elevado do quadro dando a entender
que ele é um estadista que não mede
esforços e sacrifícios para realização de
seu ideal, ou seja, é representado como
um herói.
Dom Pedro não estava utilizando
cavalos. Na época, em viagens longas,
se utilizavam jumentos e mulas.
Frente a frente com D. Pedro há um
cavaleiro da sua Guarda de Honra que
responde ao Príncipe arrancando de
sua farda o laço vermelho e azul que
simbolizava a união de Portugal e
Brasil. Nem Dom Pedro, nem ninguém
que o acompanhava vestiam uniformes
de gala.
No canto inferior esquerdo vemos um
caipira que pára o seu carro de boi para
observar a cena histórica que acontece no
alto da colina. O “povo brasileiro”
representado pelo caipira simplesmente
assistiu a tudo o que estava acontecendo.
O Riacho do Ipiranga está no lugar
errado. Ele deveria estar atrás de quem
observa o quadro.
A casa que aparece no quadro não
existia O primeiro registro da casa que
aparecia ao fundo é de 1884, (62 anos
após o grito da Independência).
A Revolução do Porto 1820
 1816 – D.
Maria Morre;
 Retorno de
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Protugal;
 Recolonizar
o Brasil;1821 D. João VI retorna para Portugal deixa D. Pedro I como
príncipe regente do Brasil.
D. Pedro de Alcântara
 Constantemente
pressionado para que
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 09 de janeiro de 1822 –
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“Se é para o bem de todos
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José Bonifácio de Andrada e Silva
 EUA – Primeiro país a
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independência;
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independência (emprestou 2
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Brasil.José Bonifácio
Nada mudou:
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Continuamos sendo uma monarquia
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A Constituição de 1824
 Monarquia Hereditária;
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 Igreja Católica foi oficializada como a religião oficial do
Brasil;
 Manutenção da escravidão;
 Voto censitário - Quem podia votar:
- homens que tivessem mais de 25 anos
- Eleitor da Paróquia: renda anual mínima de 100 mil-réis,
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(excluídos: )
PODER
LEGISLATIVO
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EXECUTIVO
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JUDICIÁRIO
CÂMARA DO
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CÂMARA
DOS
DEPUTADOS
PRESIDENTE
DE
PROVÍNCIA
SUPREMO
TRIBUNAL
DE JUSTIÇA
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MODERADOR
Conselho
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Crise do Primeiro Reinado
Confederação do Equador - 1824
 Motivos:
- Forte descontentamento com
centralização política imposta por D.
Pedro I, presente na Constituição de
1824;
- Descontentamento com a influência
portuguesa na vida política do Brasil,
mesmo após a independência;
- A elite de Pernambuco havia escolhido
um governador para a província:
Manuel Carvalho Pais de Andrade.
Porém, em 1824, D.Pedro I indicou um
governador de sua confiança para a
província: Francisco Paes Barreto.
Este conflito político foi o estopim da
revolta.
Frei Caneca
Crise do Primeiro Reinado
Confederação do Equador - 1824
 Objetivos da revolta:
- Convocação de uma nova
Assembleia Constituinte para
elaboração de uma nova
Constituição de caráter liberal;
- Diminuir a influência do governo
federal nos assuntos políticos
regionais;
- Acabar com o tráfico de
escravos para o Brasil;
- Organizar forças de resistências
populares contra a repressão do
governo central imperial;
- Formação de um governo
independente na região.
Crise do Primeiro Reinado
Confederação do Equador - 1824
 Sob o comando do almirante
britânico Thomas Cochrane, as
forças militares do império
atuaram com rapidez e força
para colocar fim ao movimento
emancipacionista.
 A 13 de janeiro de 1825, foi
armado o espetáculo do
enforcamento diante dos muros
do Forte das Cinco Pontas.
Despojado do hábito religioso,
ainda assim três carrascos se
recusaram a enforcá-lo. A
Comissão Militar ordenou seu
arcabuzamento. Thomas Cochrane
Crise do Primeiro Reinado
Guerra Cisplatina – 1825-1828
 Causas:
-Oposição dos
habitantes,
principalmente da elite
de origem espanhola
da Cisplatina com
relação à anexação do
território à Cisplatina;
- Não reconhecimento
da Independência do
Brasil;
Crise do Primeiro Reinado
Guerra Cisplatina – 1825-1828
 No ano de 1825, com
apoio da Argentina, o
general Juan Antonio
Lavalleja deu início ao
movimento pela
emancipação da
Cisplatina.
 A Guerra durou 3
anos, gerando ao
Império Brasileiro
enormes gastos
financeiros, além de
perdas humanas.
Juan Antonio Lavalleja
Crise do Primeiro Reinado
Guerra Cisplatina – 1825-1828
 Como terminou:
- França e Reino Unido pressionaram
ambos os lados para o firmamento de
paz na região. Através da Convenção
Preliminar de Paz, assinada em
dezembro de 1828 no Rio de Janeiro,
foi criada a República Oriental do
Uruguai.
 Consequências:
- Enfraquecimento do poder político de
Dom Pedro I;
- Prejuízos financeiros que prejudicaram
a economia brasileira (elevação da
dívida);
- Questionamentos da população
brasileira pela derrota na guerra.
Crise do Primeiro Reinado
A Sucessão do Trono Português
 1826 – D. João VI morre em
Portugal; (Em 4 de março de
1826, Dom João, vindo do
Mosteiro dos Jerônimos onde
almoçara, recolheu-se ao Paço
da Bemposta sentindo-se mal.
Iniciaram vômitos, convulsões e
desmaios, que duraram alguns
dias. O enfermo pareceu
melhorar, mas por prudência
designou sua filha, a infanta
Isabel Maria, como regente. Na
noite do dia 9 a moléstia se
agravou, e perto das 5 horas do
dia 10, faleceu.
Fragmentos do seu coração foram
reidratados e submetidos a análises,
que detectaram uma quantidade de
arsênico suficiente para matar duas
pessoas)
Crise do Primeiro Reinado
A Sucessão do Trono Português
 D. Pedro abdicou do trono em
pro de sua filha Maria Da Glória
de apenas 7 anos;
(Com dispensa papal, por
procuração, em 29 de Outubro
de 1826 casou com seu tio, o
Infante D. Miguel (1802-66). O
casamento foi dissolvido ou
anulado em 1 de Dezembro de
1834)
D. Maria II
Crise do Primeiro Reinado
A Sucessão do Trono Português
 D. Miguel (irmão de D.
Pedro I) governaria
Portugal como regente;
 Conselho de Portugal
reuniu-se a 21 de junho e
a 25, proclamando D.
Miguel rei absoluto;
 D. Pedro I declarou
guerra ao irmão e
sustentou o conflito com
recursos do Brasil;
D. Miguel
Crise do Primeiro Reinado
Assassinato de Líbero Badaró - 1830
“Morre um liberal, mas não morre a liberdade”
 Libero Badarò jornalista,
político e médico italiano
radicado no Brasil.
 Em 20 de novembro de
1830, às 10 horas da noite,
quando voltava para sua
casa, na rua de São José
(mais tarde rua Líbero
Badaró), o jornalista foi
interpelado por quatro
alemães, um deles atirou
com uma bacamarte.
Badarò caiu mortalmente
ferido.
Giovanni Battista Libero Badarò
Bacamarte
Crise do Primeiro Reinado
“Noite das Garrafadas” - 1831
 Em fevereiro de 1831, D. Pedro
I viaja para Minas Gerais, sendo
hostilizado pelo povo mineiro.
 Na noite do dia 13, os
portugueses organizavam uma
grande festa para recepcionar o
governante, mas os brasileiros
revoltosos atacaram com pedras
e garrafas.
 Episódio teve importância
primordial na crise política que
resultaria na abdicação de D.
Pedro I em 7 de abril.
"Usando do direito que a Constituição me concede, declaro que hei muito
voluntariamente abdicado na pessoa de meu muito amado e prezado filho
o Senhor D. Pedro de Alcântara. - Boa Vista, sete de abril de mil
oitocentos e trinta e um, décimo da Independência e do Império." Pedro
Grupos Políticos durante Primeiro
Reinado:
BRASILEIROS PORTUGUESES
RESTAURADORES
OU
“CARAMURUS”
- Comerciantes
portugueses
-Defendiam a volta de D.
Pedro I ao governo
brasileiro.
EXALTADOS
OU
“FARROUPILHAS”
-Grupo das camadas médias
urbanas, intelectuais e
comerciantes;
- Lutavam pela autonomia
das províncias. Alguns
desejavam a República.
MODERADOS
OU
“CHIMANGOS”
-Desejavam manter a
estrutura agrária
(exportadora e
escravocrata).
-Não visavam a mudanças
radicais na Constituição.
- Elites agrárias do Sul e do
Nordeste.
Referências:
 ABUD, K. M.; SILVA, A. C. M.; ALVES, R. C. Ensino de
História. São Paulo: Cengage Learning, 2010 (Coleção Ideias
em ação).
 Projeto Teláris, Editora Abril 8º ano.
 Projeto Araribá, Editora Moderna 8º ano.
 JORGE, Fernando. Os 150 anos da nossa independência. Rio
de Janeiro: Mundo Musical, 1972.
 OYA, Salvador de. Descendentes de participantes da
Independencia do Brasil. Sao Paulo, 1972.
 ALGRANTI, Leila Mezan. D. João VI: os bastidores da
independencia. São Paulo: Ática, 1987. 78p.
 ECKHARDT, Ernesto von. Heroína do novo mundo: Dona
Leolpodina e a independência do Brasil.

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O caminho para a independência do Brasil

  • 1. O CAMINHO PARA A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL Prof. Douglas Barraqui
  • 2. Independência do Brasil: óleo sobre tela por François-René Moreaux
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7. Quadro Independência ou Morte, de Pedro Américo (óleo sobre tela, 1888).
  • 8. D. Pedro I levanta a sua espada, em ato simbólico de rompimento com os laços que uniam Portugal e Brasil. D. Pedro é representado num patamar mais elevado do quadro dando a entender que ele é um estadista que não mede esforços e sacrifícios para realização de seu ideal, ou seja, é representado como um herói. Dom Pedro não estava utilizando cavalos. Na época, em viagens longas, se utilizavam jumentos e mulas.
  • 9. Frente a frente com D. Pedro há um cavaleiro da sua Guarda de Honra que responde ao Príncipe arrancando de sua farda o laço vermelho e azul que simbolizava a união de Portugal e Brasil. Nem Dom Pedro, nem ninguém que o acompanhava vestiam uniformes de gala.
  • 10. No canto inferior esquerdo vemos um caipira que pára o seu carro de boi para observar a cena histórica que acontece no alto da colina. O “povo brasileiro” representado pelo caipira simplesmente assistiu a tudo o que estava acontecendo.
  • 11. O Riacho do Ipiranga está no lugar errado. Ele deveria estar atrás de quem observa o quadro.
  • 12. A casa que aparece no quadro não existia O primeiro registro da casa que aparecia ao fundo é de 1884, (62 anos após o grito da Independência).
  • 13. A Revolução do Porto 1820  1816 – D. Maria Morre;  Retorno de D. JoãoVI à Protugal;  Recolonizar o Brasil;1821 D. João VI retorna para Portugal deixa D. Pedro I como príncipe regente do Brasil.
  • 14. D. Pedro de Alcântara  Constantemente pressionado para que retornasse à Portugal;  09 de janeiro de 1822 – Dia do Fico;  07 de setembro de 1822 “Grito do Ipiranga”- Proclamação da Independência; (O emissário, Paulo Emílio Bregaro, encontrou D. Pedro que voltava de Santos) “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto: diga ao povo que fico!".
  • 15. José Bonifácio de Andrada e Silva  EUA – Primeiro país a reconhecer nossa independência;  Inglaterra – atuou como mediadora do processo de independência (emprestou 2 milhões de libras esterlinas para pagar a indenização exigida por Portugal) "Patriarca da Independência" por ter sido uma pessoa decisiva para a Independência do Brasil.José Bonifácio
  • 16. Nada mudou:  A independência do Brasil não mudou o quadro político, social e econômico do Brasil: Continuamos sendo uma monarquia Não foi abolida a escravidão Continuamos importando manufaturas E exportando matéria prima
  • 17. A Constituição de 1824  Monarquia Hereditária;  Divisão dos poderes;  Igreja Católica foi oficializada como a religião oficial do Brasil;  Manutenção da escravidão;  Voto censitário - Quem podia votar: - homens que tivessem mais de 25 anos - Eleitor da Paróquia: renda anual mínima de 100 mil-réis, - Eleitor da Província: Para ser deputado, era necessário ter uma renda de mais de 400 mil-réis e, - Para senador, um mínimo anual de 800 mil-réis. (excluídos: )
  • 19. Crise do Primeiro Reinado Confederação do Equador - 1824  Motivos: - Forte descontentamento com centralização política imposta por D. Pedro I, presente na Constituição de 1824; - Descontentamento com a influência portuguesa na vida política do Brasil, mesmo após a independência; - A elite de Pernambuco havia escolhido um governador para a província: Manuel Carvalho Pais de Andrade. Porém, em 1824, D.Pedro I indicou um governador de sua confiança para a província: Francisco Paes Barreto. Este conflito político foi o estopim da revolta. Frei Caneca
  • 20. Crise do Primeiro Reinado Confederação do Equador - 1824  Objetivos da revolta: - Convocação de uma nova Assembleia Constituinte para elaboração de uma nova Constituição de caráter liberal; - Diminuir a influência do governo federal nos assuntos políticos regionais; - Acabar com o tráfico de escravos para o Brasil; - Organizar forças de resistências populares contra a repressão do governo central imperial; - Formação de um governo independente na região.
  • 21. Crise do Primeiro Reinado Confederação do Equador - 1824  Sob o comando do almirante britânico Thomas Cochrane, as forças militares do império atuaram com rapidez e força para colocar fim ao movimento emancipacionista.  A 13 de janeiro de 1825, foi armado o espetáculo do enforcamento diante dos muros do Forte das Cinco Pontas. Despojado do hábito religioso, ainda assim três carrascos se recusaram a enforcá-lo. A Comissão Militar ordenou seu arcabuzamento. Thomas Cochrane
  • 22. Crise do Primeiro Reinado Guerra Cisplatina – 1825-1828  Causas: -Oposição dos habitantes, principalmente da elite de origem espanhola da Cisplatina com relação à anexação do território à Cisplatina; - Não reconhecimento da Independência do Brasil;
  • 23. Crise do Primeiro Reinado Guerra Cisplatina – 1825-1828  No ano de 1825, com apoio da Argentina, o general Juan Antonio Lavalleja deu início ao movimento pela emancipação da Cisplatina.  A Guerra durou 3 anos, gerando ao Império Brasileiro enormes gastos financeiros, além de perdas humanas. Juan Antonio Lavalleja
  • 24. Crise do Primeiro Reinado Guerra Cisplatina – 1825-1828  Como terminou: - França e Reino Unido pressionaram ambos os lados para o firmamento de paz na região. Através da Convenção Preliminar de Paz, assinada em dezembro de 1828 no Rio de Janeiro, foi criada a República Oriental do Uruguai.  Consequências: - Enfraquecimento do poder político de Dom Pedro I; - Prejuízos financeiros que prejudicaram a economia brasileira (elevação da dívida); - Questionamentos da população brasileira pela derrota na guerra.
  • 25. Crise do Primeiro Reinado A Sucessão do Trono Português  1826 – D. João VI morre em Portugal; (Em 4 de março de 1826, Dom João, vindo do Mosteiro dos Jerônimos onde almoçara, recolheu-se ao Paço da Bemposta sentindo-se mal. Iniciaram vômitos, convulsões e desmaios, que duraram alguns dias. O enfermo pareceu melhorar, mas por prudência designou sua filha, a infanta Isabel Maria, como regente. Na noite do dia 9 a moléstia se agravou, e perto das 5 horas do dia 10, faleceu. Fragmentos do seu coração foram reidratados e submetidos a análises, que detectaram uma quantidade de arsênico suficiente para matar duas pessoas)
  • 26. Crise do Primeiro Reinado A Sucessão do Trono Português  D. Pedro abdicou do trono em pro de sua filha Maria Da Glória de apenas 7 anos; (Com dispensa papal, por procuração, em 29 de Outubro de 1826 casou com seu tio, o Infante D. Miguel (1802-66). O casamento foi dissolvido ou anulado em 1 de Dezembro de 1834) D. Maria II
  • 27. Crise do Primeiro Reinado A Sucessão do Trono Português  D. Miguel (irmão de D. Pedro I) governaria Portugal como regente;  Conselho de Portugal reuniu-se a 21 de junho e a 25, proclamando D. Miguel rei absoluto;  D. Pedro I declarou guerra ao irmão e sustentou o conflito com recursos do Brasil; D. Miguel
  • 28. Crise do Primeiro Reinado Assassinato de Líbero Badaró - 1830 “Morre um liberal, mas não morre a liberdade”  Libero Badarò jornalista, político e médico italiano radicado no Brasil.  Em 20 de novembro de 1830, às 10 horas da noite, quando voltava para sua casa, na rua de São José (mais tarde rua Líbero Badaró), o jornalista foi interpelado por quatro alemães, um deles atirou com uma bacamarte. Badarò caiu mortalmente ferido. Giovanni Battista Libero Badarò
  • 30. Crise do Primeiro Reinado “Noite das Garrafadas” - 1831  Em fevereiro de 1831, D. Pedro I viaja para Minas Gerais, sendo hostilizado pelo povo mineiro.  Na noite do dia 13, os portugueses organizavam uma grande festa para recepcionar o governante, mas os brasileiros revoltosos atacaram com pedras e garrafas.  Episódio teve importância primordial na crise política que resultaria na abdicação de D. Pedro I em 7 de abril.
  • 31. "Usando do direito que a Constituição me concede, declaro que hei muito voluntariamente abdicado na pessoa de meu muito amado e prezado filho o Senhor D. Pedro de Alcântara. - Boa Vista, sete de abril de mil oitocentos e trinta e um, décimo da Independência e do Império." Pedro
  • 32. Grupos Políticos durante Primeiro Reinado: BRASILEIROS PORTUGUESES RESTAURADORES OU “CARAMURUS” - Comerciantes portugueses -Defendiam a volta de D. Pedro I ao governo brasileiro. EXALTADOS OU “FARROUPILHAS” -Grupo das camadas médias urbanas, intelectuais e comerciantes; - Lutavam pela autonomia das províncias. Alguns desejavam a República. MODERADOS OU “CHIMANGOS” -Desejavam manter a estrutura agrária (exportadora e escravocrata). -Não visavam a mudanças radicais na Constituição. - Elites agrárias do Sul e do Nordeste.
  • 33.
  • 34. Referências:  ABUD, K. M.; SILVA, A. C. M.; ALVES, R. C. Ensino de História. São Paulo: Cengage Learning, 2010 (Coleção Ideias em ação).  Projeto Teláris, Editora Abril 8º ano.  Projeto Araribá, Editora Moderna 8º ano.  JORGE, Fernando. Os 150 anos da nossa independência. Rio de Janeiro: Mundo Musical, 1972.  OYA, Salvador de. Descendentes de participantes da Independencia do Brasil. Sao Paulo, 1972.  ALGRANTI, Leila Mezan. D. João VI: os bastidores da independencia. São Paulo: Ática, 1987. 78p.  ECKHARDT, Ernesto von. Heroína do novo mundo: Dona Leolpodina e a independência do Brasil.