Casamento e divórcio e os filho - visão espirita

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Casamento e divórcio e os filho - visão espirita

  1. 1. “O casamento é um progresso na marcha da humanidade.”. Kardec, Allan – Livro dos Espíritos – pergunta 695
  2. 2. A união de duas pessoas que se reencontram para auxiliarem, mutuamente, em busca do progresso.
  3. 3. O casamento não é, pois, somente um contrato de compromisso jurídico, mas muito mais, um contrato espiritual, de consciência para consciência, de coração para coração.
  4. 4. Nessa união surgem os compromissos mútuos: materiais, afetivos, morais e espirituais determinando responsabilidades intransferíveis de apoio mútuo.
  5. 5. A Doutrina Espírita é bastante clara quanto à seriedade do vínculo matrimonial, demonstrando que ele é geralmente fruto de planejamento espiritual.
  6. 6. Ao se ligarem, os cônjuges assumem compromissos muito sérios, não somente em relação ao próprio ajuste, mas, principalmente no concernente aos filhos.
  7. 7. Segundo André Luiz, “Há casamentos de amor, de fraternidade, de provação, de dever.”. O matrimônio espiritual realiza-se, alma com alma, representando os demais, simples conciliações ou processos retificadores.
  8. 8. O divórcio é lei humana que tem por objeto separar legalmente o que já, de fato, está separado.
  9. 9. O divórcio não é contrária a Lei Natural, pois só virá reformar o que os homens já fizeram. E.S.E. - Cap XXII
  10. 10. “Na união dos sexos, a par da lei divina, é imutável a lei moral, como todas as leis de Deus. O que não se dissolve é, portanto, o amor.
  11. 11. Por isso quis Deus que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas pelos laços da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se lhes transmitisse aos filhos e que fossem dois, e não um somente, a amá-los, a cuidar deles e a fazê-los progredir.
  12. 12. Compelidos, muita vez às últimas fronteiras da resistência, é natural que o esposo ou a esposa, relegado a sofrimento indébito, se valha do divórcio por medida extrema contra o suicídio, o homicídio ou calamidades outras que lhes complicariam ainda mais o destino.
  13. 13. O divórcio conquanto às vezes necessário, não é caminho salvador quando lutas se agravem. Ninguém colhe flores do plantio de pedras. Só o tempo consegue dissipar as sombras que amontoamos com o tempo. Só o perdão incondicional apaga as ofensas; apenas o bem extingue o mal.
  14. 14. “À luz da Doutrina Espírita, há momentos em que a separação é uma saída menos problemática, um adiamento necessário em ausência de solução definitiva com relação aos laços que vinculam duas criatura sem condições de resolver a questão afetiva na atualidade. Fica, por isso mesmo, claro, que é um adiamento e não solução.”
  15. 15. “Quando a violência ou o grave desrespeito ao (à) parceiro (a) afetivo(a) passa ser elemento presente na rotina familiar da união, somente resta para depois, aguardando melhor preparação e maturidade de parte a parte.
  16. 16. OS FILHOS DO DIVÓRCIO
  17. 17. Pesquisas realizadas nos últimos 20 anos apontaram que: aumento de 30% aumento é maior ainda Divórcio Casamentos
  18. 18. O divórcio é o segundo evento que mais causa estresse na vida das pessoas, deixando-as frequentemente decepcionadas, frustradas, magoadas, tristes, inseguras e insatisfeitas, embora também possa deixá- las, em alguns casos, aliviadas, esperançosas e livres.
  19. 19. A separação do casal é, na maior parte dos casos, um processo complicado e doloroso.... Os pais e/ou mães, em demonstração de falta de emocional e maturidade diante da situação vivenciada, passa a usar os filhos para ferir o outro.
  20. 20. Mas o divórcio não abala apenas os adultos, atinge também as crianças e os adolescentes, especialmente pelas mudanças que podem ocorrer. É comum os pais acharem que o divórcio é um problema somente deles, e não dos filhos.
  21. 21. Os filhos geralmente apresentam vários sentimentos em relação ao fim do relacionamento dos pais, como: CHOQUE – CONFUSÃO – CULPA – RAIVA – ANSIEDADE – ALÍVIO – TRISTEZA – VERGONHA – SAUDADES – ESPERANÇA
  22. 22. Mas alguns filhos também podem se sentir aliviados com o divórcio dos pais, no caso de violência doméstica ou intenso conflito existente à época em que todos viviam juntos, porque a exposição deles à violência e/ou ao conflito diminuiu.
  23. 23. Portanto, sendo inviável a separação, tratem os pais de demonstrarem maior solidariedade, cooperação e altruísmo, amando seus filhos de verdade. É a hora de ajudarem os filhos, que são os mais frágeis messe turbilhão.
  24. 24. Compete aos genitores superar suas mágoas íntimas e o orgulho ferido, não interferindo e até mesmo estimulando o maior contato com aquele (pai ou mãe) que se afastou do convívio diário com os filhos.
  25. 25. Igualmente os filhos são almas ligadas aos dois e ambos assumiram o compromisso de fazer o melhor para fortalecer os laços que unem todos. Sabemos que o companheiro ou companheira são velhos conhecidos do passado, que retornam para resolver pendencias afetivas pretéritas.
  26. 26. O divórcio não dissolve a família e sim a relação conjugal.
  27. 27. Os laços que unem as almas são indissolúveis e somente se aprimoram no tempo. Uma vez ligados, só a elevação para o amor mais sublimado é que liberta as almas das necessidades do reencontro futuro.
  28. 28. Não há divórcio programado antes da reencarnação. Eventuais mudanças de rumo e adiamento de compromissos são possíveis em função de nossa fragilidade.
  29. 29. Os espíritos recebidos como filhos também trazem compromissos com os pais. Não estão na família por acaso. Portanto, os filhos são almas que não estão injustamente vivenciando tal situação...
  30. 30. Foram preparados, em parte no mundo espiritual, para essa eventualidade, mas, precisam de um bom trabalho educativo e afetivo para enfrentarem os obstáculos mais difíceis da trilha encarnatória.
  31. 31. Não importa o que aconteça entre o casal, nada afastará a responsabilidade dos pais na educação de seus filhos. Mesmo separados, prossegue a tarefa educativa dos filhos, e, se as dificuldades serão bem maiores, bem maiores deverão ser os esforços e sacrifícios desses mesmos pais.
  32. 32. Pais relapsos sofrerão, no futuro, os efeitos de sua desídia (negligência), orgulho, egoísmo e personalismo. São responsáveis pelas mágoas, desenganos e angústias que causaram e causam.
  33. 33. Somente uma conduta cristão, ao menos com nossos filhos, conseguirá fazê-los sentir novamente a alegria do porvir e a esperança de superação de todas as dores.
  34. 34. Só o amor é capaz de converter qualquer pântano em jardim florido; de fazer qualquer situação se transformar em experiência rica para o espírito e de superar quaisquer transes, por mais difíceis que sejam.
  35. 35. “Em razão disso tudo, para que tenhamos relacionamentos felizes no futuro, tomemos nota do lema: O ontem já passou. Agora é a melhor ocasião para teu crescimento e renovação.” Renovando Atitudes Hammed/Francisco do Espírito Santo Neto

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