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Casamento e divórcio revisado

Este documento discute os temas de casamento, divórcio e novo casamento à luz da Bíblia e dos escritos de Ellen G. White. Apresenta as leis do casamento estabelecidas por Deus no princípio e Sua orientação para que essa união seja abençoada. Discute também as consequências do divórcio permitido na dispensação judaica e a permanência do casamento como uma união para a vida toda.

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Casamento, Divórcio e Novo
Casamento
A veracidade da Palavra de DEUS
Quem vela pela Palavra de
DEUS?
Jeremias 1:12.

“E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu
velo sobre a minha palavra para cumpri-la”.
De que modo nos foram
dadas as Escrituras?
II Timóteo 3 : 16.

"Toda a Escritura é divinamente inspirada, e
proveitosa para ensinar, para redargüir, para
corrigir, para instruir em justiça;"
Como foi produzida a
profecia?
II Pedro 1 : 21.

"Porque a profecia nunca foi produzida
por vontade de homem algum, mas os homens
santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito
Santo”.
Até quando durará a
Palavra do SENHOR?
I Pedro 1:25.

“Mas a palavra do SENHOR permanece para
sempre. E esta é a palavra que entre vós foi
evangelizada”.
A veracidade do Espírito de Profecia
Quem inspirou Ellen G.
White?
Testemunhos para a Igreja, vol.5, pág. 67.
“Quando fui ao Colorado, achava-me tão
preocupada por vocês que, em minha
fraqueza, escrevi muitas paginas para serem
lidas em sua reunião campal. Débil e tremula,
levantei-me as três horas da madrugada para
escrever. Deus estava falando por intermédio
da argila. Podem dizer que essa comunicação
não passava de uma carta. Sim, foi uma carta,
mas motivada pelo Espírito de Deus, a fim de
apresentar diante de vocês as coisas que me
foram mostradas.
Nessas cartas que escrevo, nos testemunhos que apresento,
coloco diante das pessoas exatamente aquilo que o Senhor
me apresentou. Não escrevo um artigo sequer, na revista,
expressando meras idéias minhas. Correspondem ao que
Deus me revelou em visão — os preciosos raios de luz que
brilham do trono”.
Pode nos escritos da irmã
White, haver algo que não
foi Deus quem revelou?
Testemunhos para a Igreja, vol.5, pág.671.

“Que os Testemunhos sejam julgados
pelos seus frutos. Que espírito revelam seus
ensinos? Qual tem sido o resultado de sua
influencia? “Todos os que desejam podem
familiarizar-se com os frutos dessas visões. Por
dezessete anos o Senhor permitiu que
sobrevivessem e se fortalecessem contra a
oposição das forças satânicas, e a influência de
agentes humanos que auxiliam Satanás em sua
obra.
Ou Deus está ensinando Sua igreja, reprovando seus erros e
fortalecendo a sua fé, ou não está. Esta obra é de Deus ou
não é. Deus nada faz em parceria com Satanás. Meu
trabalho, ao longo dos últimos trinta anos, traz o selo de
Deus ou o do inimigo. Não há meio-termo nesta questão. Os
Testemunhos são do Espírito de Deus ou do diabo.”
Que devemos fazer se os
testemunhos não estiverem
de acordo com a Bíblia?
Testemunhos para a Igreja, vol.5, pág.691.

“E agora, irmãos, eu os conjuro a que não se
interponham entre mim e o povo, desviando dele
a luz que Deus lhe deseja dar. Não comprometam,
pela critica, a forca, a virtude e a importância dos
Testemunhos. Nem imaginem que são capazes de
analisa-los de modo a acomoda-los as suas ideias,
pretendendo que Deus lhes tenha dado
habilidade para discernir o que e luz do Céu e o
que e mera sabedoria humana.
Se os Testemunhos não falarem de acordo com a Palavra de
Deus, podem rejeitá-los. Cristo e Belial não se unem. Por
amor de Cristo, parem de confundir o espírito do povo com
sofismas e ceticismo, tornando de nenhum efeito a obra que
Deus deseja fazer. Não procurem, pela falta de
discernimento espiritual, fazer desse método de operação
de Deus uma pedra de escândalo pela qual muitos venham a
tropeçar e cair, ser enlaçados e presos”.
Até quando durarão as
verdades que DEUS revelou
a Ellen White?
Carta 350, 1906.

“[…] Mas meus livros testificarão quando a
minha voz não for mais ser ouvida. As verdades
comissionadas a mim, como Mensageira do
Senhor, permanecem imortalizadas, tanto para
convencer e converter almas como para condenar
aqueles que se apartaram da fé e têm dado ouvido
a espíritos enganadores.”
Qual a característica da Igreja
Remanescente de DEUS?
Apocalipse 12 : 17.

"E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer
guerra ao remanescente da sua semente, os que
guardam os mandamentos de Deus, e têm o
testemunho de Jesus Cristo”.
O Que é o Testemunho de
JESUS?
Apocalipse 19 : 10.

"E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas
ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e
de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus.
Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o
espírito de profecia."
Quais os resultados de
rejeitarmos a luz enviada do
Céu a nós?
João 3:19.

“A condenação vem ao homem, quando ele
recebe a luz, e escolhe as trevas em vez da luz.”
Testemunhos Para a Igreja, Vol. 4, pág. 211.
“É plano de Satanás enfraquecer a fé do povo
de Deus nos Testemunhos. Em seguida vem o
ceticismo no tocante aos pontos vitais de nossa fé,
as colunas de nossa posição, depois as dúvidas
acerca das Escrituras Sagradas, e então a
caminhada descendente para a perdição. Quando
os Testemunhos, nos quais se acreditava
anteriormente, são postos em dúvida e rejeitados,
Satanás sabe que as pessoas enganadas não
pararão aí; e ele redobra seus esforços ate lançá-las
em rebelião aberta, a qual se torna irremediável e
termina em destruição”.
Casamento
Como foi estabelecida a
instituição matrimônial no
princípio?
Gênesis 2:24.

“Portanto, deixará o homem o seu pai e a sua
mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma
carne”.
O Maior Discurso de CRISTO, pág.63,64.
“Então, ao unir o Criador as mãos do
santo par em matrimônio, dizendo: Um homem
"deixará... o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à
sua mulher, e serão ambos uma carne" (Gên.
2:24), enunciou a lei do matrimônio para todos
os filhos de Adão, até ao fim do tempo. Aquilo
que o próprio Pai Eterno declarou bom, era a lei
da mais elevada bênção e desenvolvimento para
o homem”.
Hebreus 13:4.

“Venerado seja entre todos o matrimônio e o
leito sem mácula; porém, aos que se dão à
prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará”.
Patriarcas e Profetas, pág.46.
“Deus celebrou o primeiro casamento. Assim
esta instituição tem como seu originador o Criador do
Universo. "Venerado... seja o matrimônio" (Heb.
13:4); foi esta uma das primeiras dádivas de Deus ao
homem, e é uma das duas instituições que, depois da
queda, Adão trouxe consigo de além das portas do
Paraíso. Quando os princípios divinos são
reconhecidos e obedecidos nesta relação, o
casamento é uma bênção; preserva a pureza e
felicidade do gênero humano, provê as necessidades
sociais do homem, eleva a natureza física, intelectual
e moral”.
Pode o homem destruir
essa união?
Marcos 10 : 9.

"Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o
homem."
A Fé Pela Qual Eu Vivo, pág.259.
“O casamento, uma união para toda a
vida, é símbolo da união entre Cristo e Sua
igreja. O espírito que Cristo manifesta para com
Sua igreja é o mesmo espírito que marido e
mulher devem manifestar mutuamente. Se
amam a Deus acima de tudo, amar-se-ão
mutuamente no Senhor, tratando-se com
cortesia, ferindo as mesmas notas. Em sua
abnegação sacrifício mútuos serão uma bênção
um para o outro. [...] Deus deseja que o lar seja
o lugar mais feliz da Terra, o próprio símbolo do
lar celestial”.
Que instruções DEUS deu a Seu
povo, com relação ao
matrimônio, para que essa união
fosse abençoada por Ele?
Deuteronômio 7: 3,4.

“Nem te aparentarás com elas; não darás tuas
filhas a seus filhos, e não tomarás suas filhas para
teus filhos; pois fariam desviar teus filhos de mim,
para que servissem a outros deuses; e a ira do
SENHOR se acenderia contra vós, e depressa vos
consumiria”.
Testemunhos Para a Igreja, Vol. 5, pág.328.

“O Senhor ordenou a Israel que não se
unisse em casamento com as nações idólatras
que o cercavam. “Não darás tuas filhas a seus
filhos e não tomarás suas filhas para teus filhos;
pois elas fariam desviar teus filhos de Mim,
para que servissem a outros deuses; e a ira do
Senhor se acenderia contra vós e depressa vos
consumiria.” Dt. 7:3-4. “Porque povo santo és ao
Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te
escolheu, para que Lhe fosses o Seu povo
próprio, de todos os povos que sobre a terra há”.
Foi o povo de DEUS obediente a
este mandamento? E quais
foram as suas consequências?
Gênesis 6:1,2.

“E ACONTECEU que, como os homens
começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e
lhes nasceram filhas, viram os filhos de Deus que as
filhas dos homens eram formosas; e tomaram para
si mulheres de todas as que escolheram”.
“Os “filhos de DEUS” eram os descendentes de Sete, e
as “filhas dos homens” eram ímpias Cainitas (PP, 81). Mais
tarde, DEUS falou a Israel do Seu “Primogênito” (Êx. 4:22), e
Moisés chamou o povo de Israel de “filhos […] do SENHOR,
vosso DEUS” (Dt.14:1). SDBC, Vol. 1 pág,. 238.
Patriarcas e Profetas, pág. 81.

“Por algum tempo as duas classes
permaneceram separadas. A descendência de
Caim, espalhando-se do lugar em que a
princípio se estabeleceu, dispersou-se pelas
planícies e vales onde os filhos de Sete haviam
habitado; e os últimos, para escaparem de sua
influência contaminadora, retiraram-se para as
montanhas, e ali fizeram sua morada. Enquanto
durou esta separação, mantiveram em sua
pureza o culto a Deus. Mas com o correr do
tempo arriscaram-se pouco a pouco a misturarse com os habitantes dos vales.
Esta associação produziu os piores resultados.
"Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram
formosas." Gên. 6:2. Os filhos de Sete, atraídos pela beleza
das filhas dos descendentes de Caim, desagradaram ao
Senhor casando-se com elas. Muitos dos adoradores de
Deus foram seduzidos ao pecado pelos engodos que
constantemente estavam agora diante deles, e perderam seu
caráter peculiar e santo. Misturando-se com os depravados,
tornaram-se semelhantes a eles, no espírito e nas ações; as
restrições do sétimo mandamento eram desatendidas, "e
tomaram para si mulheres de todas as que escolheram".
Testemunhos Para a Igreja, Vol. 5, pág.93.
“Todo ato, embora pequeno, tem seu
lugar no grande drama da vida. Imagine que o
desejo de uma única satisfação do apetite
introduziu o pecado no mundo, com seus
terríveis resultados. Os casamentos profanos
dos filhos de Deus com as filhas dos homens
deram em resultado a apostasia que terminou
com a destruição do mundo pelo dilúvio. O mais
insignificante ato de condescendência com o
próprio eu tem resultado em grandes
revoluções.
É o que acontece agora. Poucos há que são
cuidadosos. Como os filhos de Israel, não dão ouvidos aos
conselhos, mas seguem as próprias inclinações. Unem-se a
um elemento mundano frequentando reuniões em que se
porão em evidência, e assim abrem o caminho que será
seguido por outros. O que foi feito uma vez, será repetido
por eles e por muitos outros. Todo passo dado por essas
pessoas produz forte impressão, não só em sua própria
consciência e hábitos, como nos dos outros. Esta
consideração destaca a dignidade da vida humana”.
Divórcio
O Divórcio na dispensação judáica
Deuteronômio24:1-4.

“QUANDO um homem tomar uma mulher e se
casar com ela, então será que, se não achar graça em
seus olhos, por nela encontrar coisa indecente, farlhe-á uma carta de repúdio, e lha dará na sua mão, e
a despedirá da sua casa. Se ela, pois, saindo da sua
casa, for e se casar com outro homem,
E este também a desprezar, e lhe fizer carta de repúdio, e lha
der na sua mão, e a despedir da sua casa, ou se este último
homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer,
Então seu primeiro marido, que a despediu, não poderá
tornar a tomá-la, para que seja sua mulher, depois que foi
contaminada; pois é abominação perante o SENHOR; assim
não farás pecar a terra que o SENHOR teu Deus te dá por
herança”.
O Maior Discurso de CRISTO, pág.63.

“Entre os judeus era permitido ao homem
repudiar sua mulher pelas mais triviais ofensas,
e a mulher se achava então em liberdade de
casar outra vez”.
“Indecente. A palavra heb. literalmente significa
‘nudez’; de forma figurada, como neste caso, é ‘vergonha’ ou
‘desonra’. Não era ofensa de adultério, pois isso era punido
com a morte (Dt 22:22; cf. Mt. 19:9). Simplesmente era
algum comportamento que o marido considerava
impróprio. Os judeus compreendiam que este preceito
mosaico significava que o homem podia se divorciar da
esposa por quase qualquer motivo (Mt. 19:3,7)”. No
entanto, CRISTO explicou que não era vontade de DEUS que
o divórcio fosse feito tão facilmente (Mt. 19:4-6). E que esta
provisão tinha sido feita somente devido à dureza de
coração. (Mt. 19:8).
Termo de Divórcio. Literalmente uma “nota de separação”.
E lho der. Isto devia ser feito formalmente, talvez perante
testemunhas, a fim de ser legalmente válido e incontestável.
E a despedir. Outro ato formal. Possivelmente o marido
estava obrigado a despedí-la provida, pelo menos, com os
meios suficientes para chegar bem até a casa de seu pai
(Gên. 21: 14; cf. Deut. 15: 13).
Poderá ir. Sua partida formal era um anúncio público de que
já não era mais a esposa desse homem, e que portanto
estava livre para casar-se de novo. O termo de divórcio
dissolvia por completo o matrimônio.
“Desposar uma mulher era considerado como a
aquisição de uma propriedade. A autoridade do marido
sobre sua mulher era quase absoluta. O propósito da lei aqui
enunciada era melhorar a sorte da mulher hebréia. [...]
A lei garantia à mulher divorciada certos direitos, e em
realidade a protegia de ser considerada adúltera ou
proscrita pela sociedade. Deixava a casa de seu primeiro
marido como mulher livre e respeitada pela sociedade, apta
para contrair um matrimônio honroso. [...] Cristo falou
enfaticamente contra o conceito de ter uma esposa como
propriedade (Mat. 5: 27-32; 19: 3-9). Essa prática tinha
conduzido muita desgraça e injustiça às mulheres judias.”
SDABC, Vol. 1, pág. 1.140, 1.141.
Por que Moisés permitiu que
fosse dada carta de divórcio?
Mateus 19:8.

“Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza
dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas
mulheres; mas ao princípio não foi assim”.
Mensagens Escolhidas, vol.3, pág. 221.
“Deus disse: "O que Deus ajuntou não o
separe o homem"; no entanto, Cristo explica
que a lei do divórcio foi dada por causa da
dureza dos seus corações. Devido à
degeneração das pessoas foi permitida a lei do
divórcio que não estava no plano original de
Deus”.
“A lei mosáica do divórcio não foi instituída para
anular os ideais de casamento instituídos por DEUS na
criação, mas devido à ‘dureza’ do coração dos israelitas. (Mt.
19:8). Era uma lei de permissão não de ordenança. Essas
restrições precisas foram designadas para eliminar o fácil
processo de divórcio que os hebreus tinham aprendido
aparentemente no convívio com povos pagãos”. SDABC, Vol.
1, pág. 1.140.
Analisando a verdadeira existência de
Mateus 19:9
O Velho Testamento foi escrito em língua Hebraica, e
o Novo Testamento em grego, com algumas partes em
Aramaico. As primeiras cópias do Velho Testamento, feitas
pelos Levitas e depois pelos Masoretas, eram em
pergaminho animal, isto é, peles de bezerros, bodes ou
antílopes. Posteriormente foram copiados em rolos de
papiros. Antes de fazerem uma cópia, os Masoretas
contavam o número de versos, palavras e letras em cada
livro do Velho Testamento. Se cometessem algum equívoco,
todo o pergaminho ou papiro era rejeitado.
Infelizmente, os copistas do Novo Testamento não foram tão
cuidadosos quanto os Masoretas; porém, esta deficiência foi
amplamente compensada pelo grande número de cópias
existentes. Atualmente existem mais de 5250 manuscritos
gregos do Novo Testamento, guardados em museus e
bibliotecas. Destes manuscritos, 90% concordam entre si, e
foram chamados de texto Majoritário. No século 17
receberam o nome de Textus Receptus, ou texto recebido.
É Mateus 19:9 um acréscimo às
Escrituras, não existindo em
seus originais?
Mateus 19:9.

Em grego:

“λεγω δε υμιν οτι οσ αν απολυςη την γυναικα
αυτου ει μη επι πορνεια και γαμηςη αλλην μοιχαται
και ο απολελυμενην γαμηςασ μοιχατα”
Mateus 19:9.

Na Bíblia Tyndale (1.537):

“I saye therfore vnto you whosoever putteth
awaye his wyfe except it be for fornicacion and
maryeth another breaketh wedlocke. And
whosoever maryeth her which is divorsed doeth
commyt advoutry”.
A Bíblia de Tyndale, primeira Bíblia em
língua inglesa já traduzida diretamente dos
originais hebraico e grego - Textus Receptus - e
impressa em inglês. Menos de 15 exemplares desta
primeira edição existem atualmente.
Mateus 19:9.

King James Version (1.611):

“And I say unto you, Whosoever shall put
away his wife, except it be for fornication, and shall
marry another, committeth adultery: and whoso
marrieth her which is put away doth commit
adultery”.
A versão do Rei Tiago de 1.611 (King James
Version, KJV) foi traduzida diretamente das línguas
originais. Para o Velho Testamento, os tradutores da
KJV usaram o tradicional texto Masorético de Ben
Chayyim. Para o Novo Testamento, os tradutores
escolheram o Texto Majoritário, favorecido pelos
Cristãos primitivos, do qual veio o Textus Receptus.
Mateus 19:9. (KJV)

“E eu vos digo: qualquer que repudiar sua
mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar
com outra, comete adultério; e o que casar com a
repudiada comete adultério”.
O Divórcio na Dispensação Cristã
O que JESUS falou acerca do
divórcio no sermão do
monte?
Mateus 5:27-32. (KJV)
Vs. - 27 “Ouvistes que foi dito aos antigos:
Tu não cometerás adultério:
Vs. - 28 Mas eu vos digo que todo aquele que olhar
para uma mulher para a cobiçar, cometeu
adultério com ela em seu coração.
Vs. - 29 Se o teu olho direito te faz tropeçar,
arranca-o e lança-o de ti, pois é melhor para ti que
um dos teus membros se perca do que todo o teu
corpo seja lançado no inferno.
Vs. - 30 E se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lançao de ti, pois é melhor para ti que um dos teus membros se
perca do que todo o teu corpo seja lançado no inferno.
Vs. - 31 Também foi dito, que qualquer que repudiar sua
mulher, dê-lhe carta de divórcio:
Vs. - 32 Mas eu vos digo, que qualquer que repudiar sua
mulher, não sendo por causa de fornicação, faz que ela
cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada
comete adultério”.
O Maior Discurso de CRISTO, pág. 63.
“No Sermão do Monte, Jesus declarou
plenamente que não podia haver dissolução do
laço matrimonial, a não ser por infidelidade do
voto conjugal. "Qualquer", disse Ele, "que
repudiar sua mulher, a não ser por causa de
prostituição, faz que ela cometa adultério; e
qualquer que casar com a repudiada comete
adultério. Mat. 5:32”.
O lar Adventista, págs. 341,342.
“Tuas idéias com respeito à relação
matrimonial têm sido errôneas. Nada senão a
violação do leito conjugal pode quebrar ou
anular o voto matrimonial. [...] Deus reconhece
apenas um motivo pelo qual a esposa pode
deixar seu marido ou o marido a sua esposa: o
adultério. Seja esta questão cuidadosamente
considerada”.
O lar Adventista, pág. 344.

“Uma mulher pode estar legalmente
divorciada do marido pelas leis do país, mas
não divorciada à vista de Deus e de acordo com
a lei mais alta. Só há um pecado, o adultério,
que pode pôr o esposo e a esposa em posição de
se sentirem livres do voto matrimonial à vista
de Deus. Embora as leis do país possam
permitir o divórcio, à luz da Bíblia continuam
como marido e esposa, segundo as leis de
Deus”.
O lar Adventista, pág. 345.

“Eu diria que só há uma razão pela qual o
marido pode legitimamente separar-se de sua
esposa ou a esposa de seu marido: o adultério”.
Pode uma pessoa
divorciada por motivo de
adultério casar-se
novamente?
Mateus 19:3-9. (KJV)

Vs. 3 “Os fariseus também vieram a Ele,
tentando-O, e dizendo-lhE: É lícito ao homem
repudiar sua mulher por qualquer motivo?
Vs. - 4 E Ele, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que
Aquele que os fez no princípio, os fez macho e fêmea,
Vs. - 5 E disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e
se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne?

Vs. - 6 Assim não são mais dois, mas uma só carne.
Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe.
Vs. - 7 Disseram-lhE: Por que mandou Moisés dar-lhe carta
de divórcio, e repudiá-la?
Vs. - 8 Ele lhes disse: Moisés, por causa da dureza dos
vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres,
mas ao princípio não foi assim.
Vs. - 9 E Eu vos digo: qualquer que repudiar sua mulher, não
sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete
adultério; e o que casar com a repudiada comete adultério”.
O que significa fornicação
(Porneia)?
πορνεια - Porneia:
1) relação sexual ilícita .
1a) adultério, fornicação, homossexualidade, lesbianismo,
relação sexual com animais etc.
1b) relação sexual com parentes próximos; Lv 18.
1c) relação sexual com um homem ou mulher divorciada;
Mc 10.11-12 .
2) metáf. adoração de ídolos.
2a) da impureza que se origina na idolatria, na qual se
incorria ao comer sacrifícios oferecidos aos ídolos - Nueva
Concordancia Strong Exhaustiva.
O lar Adventista, pág. 344.

“Vi que a irmã ------, por ora, não tem
direito de desposar outro homem; mas se ela,
ou qualquer outra mulher, obtiver um divórcio
legal na base de adultério por parte do marido,
então está livre para casar com quem quiser”.
Mensagens Escolhidas, Vol. 2,págs. 339-340.
“Vejo, no que respeita ao casamento de
vossa filha com J, o motivo de vossa aflição. Esse
casamento, porém, teve lugar com vosso
consentimento, e vossa filha sabendo tudo que
a ele dizia respeito, aceitou-o como esposo, e
agora não posso ver nenhuma razão por que
vos preocupeis com a questão. Vossa filha ama a
J, e pode ser que esse casamento esteja no
desígnio de Deus para que tanto J como vossa
filha tenham mais preciosa experiência cristã, e
sejam edificados nos pontos em que são
deficientes.
Vossa filha se comprometeu com J em casamento, e romper
os votos matrimoniais estaria longe de ser justo. Ela não
pode agora anular suas obrigações para com ele. [...] Eu
conhecia pessoalmente suas anteriores relações para com
sua primeira esposa, K. J amava K muitíssimo; ela, porém,
não era digna de sua afeição. Ele fez tudo ao seu alcance
para ajudá-la, e procurou por todos os meios possíveis
conservá-la como esposa. Não poderia haver feito mais do
que fez. Eu pleiteei com ela, e procurei mostrar-lhe a
incoerência de sua atitude, e roguei-lhe que não pedisse
divórcio; ela, porém, estava decidida e deliberada e
obstinada, e queria seguir seu próprio caminho.
Enquanto ela viveu com ele, procurou obter dele todo o
dinheiro possível, mas não o tratava bondosamente como
uma esposa deve tratar a seu marido. J não se separou de
sua esposa. Ela o deixou e separou-se dele, e casou com
outro homem. Não vejo nada na Escritura que o proíba de
tornar a casar-se no Senhor. Ele tem direito à afeição de uma
mulher. [...] Não posso ver que esta nova união deva ser
perturbada. É uma questão séria separar um homem de sua
esposa. Não há nenhuma base bíblica para dar tal passo
nesse caso. Ele não a deixou, ela o deixou a ele. Ele não se
tornou a casar até que ela conseguiu divórcio.
Quando K se divorciou de J ele sofreu mui vivamente, e não
foi senão depois de ela casar-se com outro homem que J se
tornou a casar. Aquela que ele escolheu, estou certa de que
será um auxílio para ele, e ele pode ser uma ajuda para ela.
[...] Não vejo nada na Palavra de Deus que exija que ela se
separe dele. Como pedistes meu conselho, dou-o
francamente”.
Devemos levar em
consideração a posição dos
pioneiros ?
Manuscrito 62, 1905.
“Quando algum homem vier para mudar
um alfinete do fundamento que Deus
estabeleceu por Seu Espírito Santo, permiti que
os homens de idade, que foram os pioneiros no
nosso trabalho, falem claramente, e permiti
que aqueles que estão mortos falem também,
reimprimindo os seus artigos em nossos
periódicos. Focalizai os raios da divina luz que
Deus tem dado, como Ele conduziu Seu povo,
passo a passo no caminho da verdade. Essa
verdade prevalecerá no teste do tempo e da
experiência.”
Counsels to Writes and Edictores, págs. 31 e 32.

“Permita os pioneiros identificarem a
verdade. Quando o poder de Deus testifica o
que é a verdade, essa verdade deve permanecer
para sempre como verdade. Não depois de
suposições, contrárias a luz que Deus tem dado
para ser recebida.
Surgirão homens com interpretações das Escrituras que
para eles é a verdade, mas não é a verdade. A verdade para
esse tempo Deus tem dado como um fundamento para a
nossa fé. Ele Mesmo nos falou a verdade. Um após outro vai
aparecer com uma nova luz que contradiz a luz que Deus
tem dado pelo seu Santo Espírito”.
Conselhos aos Idosos, pág.20.
“Tenho muita simpatia para com o Pastor
Smith. Meu interesse vital na obra de
publicações está ligado ao dele. Veio ele ter
conosco quando jovem, possuindo talentos que
o habilitavam para ocupar o lugar de redator.
Como me alegro quando leio os seus artigos na
“Review”, tão excelentes, tão repletos de
verdade espiritual! Dou graças a Deus por eles.
Sinto forte simpatia pelo Pastor Smith, e creio
que seu nome deve sempre aparecer na Review,
como redator principal. Assim Deus deseja.”
Quem foi Uriah Smith?
Uriah Smith
Editor da Review and Herald
por mais de 45 anos. Autor
que dedicou 50 anos de
serviço à obra dos Adventistas
do
Sétimo
Dia.
Deu
contribuições significativas ao
desenvolvimento de várias
doutrinas da denominação
Adventista do Sétimo Dia.
(Wikipedia).
Qual a posição de Uriah
Smith referente ao divórcio
e novo casamento?
Na edição de 11.01.1887, aparece uma carta de um
assinante perguntando se poderia se unir à igreja, uma vez
que era divorciado e casado novamente. A resposta diz que
se a igreja agisse de acordo com as Escrituras não deveria
recebê-lo como membro, a menos que ele tivesse sido traído
antes do novo casamento. A resposta provocou dúvidas nos
leitores e muitas perguntas e comentários foram
encaminhados à Revista, o que ensejou uma nova resposta.
Nessa edição, de 08.02.1887, é então esclarecido que, de
acordo com Mateus 19:9, no caso de ser comprovado o
adultério da outra parte, o cônjuge traído ficaria livre.
Surge então a pergunta: – Mas quem escreveu essa
resposta?
Têm surgido dúvidas quanto à autoria do texto publicado
nas edições de 11/01/1887 e 08/02/1887 da Review and
Herald com relação à posição frente ao divórcio e novo
casamento.
Veja a seguir as imagens da Review and Herald
Tradução da parte salientada:
Uriah Smith - Editor
J. H. Waggoner
Editores
George Ide Butler auxiliares (correspondentes)
Tradução da parte salientada
“Todos os artigos, exceto os do departamento de Seleções de Escolha e
da seção do Lar, que não contenham assinaturas ou outro crédito, são
entendidos como sendo do Editor. Todas as assinaturas dos artigos
escritos para a Revista serão impressos em letras maiúsculas e os
demais dados, em itálico.”
Dentre as funções de um editor está a de revisar tudo
o que será publicado. É ele quem define e aprova ou não o
que será publicado. Ele é o elo de ligação entre o
jornal/revista e o leitor final. As cartas são dirigidas a ele,
pois é o responsável e o porta-voz do periódico. Como foi
mostrado, podemos concluir que os textos da Review sobre
casamento não estão assinados pelo motivo de que foram
escritos por Uriah Smith, o editor, pois como a própria
revista anunciou, aquilo que não contém assinatura é
provindo da pena dele.
Vejamos os casos detalhadamente
“Um correspondente descreve sua condição assim:
Casado pela segunda vez , e tendo duas crianças. Esposa não
deixava que as crianças permanecessem em casa quando eu
estava fora. Por conta disso estamos separados. Ficou
comprometida, e se divorciou por acordo. Agora estou
casado com outra mulher, e ambas estão vivendo. Seria
certo para mim unir-me com a igreja?
Em resposta, diríamos que, se a igreja age de acordo com as
Escrituras, ele não poderia se unir com ela, pois não iria
recebê-lo. Nem foi seu casamento com a última mulher um
casamento bíblico, a menos que antes do divórcio, a mulher
mostrou-se desleal aos votos de casamento, ao cometer o
delito descrito no Matt. 19: 9. De acordo com a instrução de
nosso Senhor nesta passagem, os partidos, uma vez
casados ​não podem ser biblicamente separados, exceto pela
razão ali declarada, ou seja, o adultério. Neste caso, a parte
inocente pode obter um divórcio e se casar novamente, mas
a parte que pecar não poderia se casar novamente sem viver
em adultério.
E se o divórcio do qual o nosso correspondente fala não foi
obtido por este motivo, seu último casamento é ilegal, e é
claro, nenhuma igreja poderia recebê-lo como membro,
enquanto vivem nessa condição”. The Review and Herald,
vol. 64, no 2, pag. 32 Battle Creek, Mich., Jan. 11, 1887.
“As breves observações sob esse título, feitas na
revisão de 11 de janeiro, tem causado tantas respostas e
dúvidas adicionais, que somos induzidos a abordar
novamente o assunto. E primeiro aproveitaríamos a
oportunidade de observar que, apesar de que um divórcio
possa ser biblicamente concedido somente com base em
Matt. 19: 9, de modo que a parte lesada tenha a liberdade de
se casar novamente, pode haver muitas outras causas que
justifiquem qualquer das partes a se recusar a viver com o
outro. O casamento é uma questão muito séria para ser
assumido sob inspiração de qualquer impulso precipitado e
imprudente.
O máximo cuidado deve ser exercido na escolha de
companheiros
para
garantir
compatibilidade
de
temperamento. Mas se um homem, infelizmente, encontrase unido a uma mulher briguenta indomável, se ela torna a
sua casa um purgatório, ou, como no caso anteriormente
mencionado, abusa de seus filhos, não há nada para obrigálo a submeter-se ao tormento de sua presença, ou seus
filhos a submeterem ao seu abuso. Eles devem providenciar
para mitigar os males inevitáveis ​da sua tentativa de união,
vivendo separadamente.
Se, por outro lado, uma mulher encontra-se unida a um
homem de baixo nível e brutal, como é muitas vezes o caso,
não há lei, humana ou divina, obrigando-a a sacrificar os
melhores interesses de sua vida a sua ofensiva e degradante
companhia. É seu privilégio separar-se dele. E se quando ela
procurar assim fazer, ele estiver inclinado a causar-lhe
problemas, ela pode garantir adequadamente um divórcio
por qualquer motivo que a lei do país permitir, para, assim,
defender-se contra qualquer aborrecimento. Mas note:
nenhuma tal separação, nem qualquer divórcio tal, daria a
qualquer das partes o direito de entrar em outro casamento.
Eles poderiam, por seu próprio bem, viver separados, se
eles não podiam viver juntos sem dano.
Um correspondente, referindo-se ao nosso artigo anterior,
diz: "Não foi declarado se a pessoa foi convertida no
momento de seu último casamento, e os comentários feitos
podem não ser aplicáveis”.
Em resposta a isso diríamos que nada foi dito sobre este
ponto do relato recebido, portanto, poderíamos falar apenas
em princípios gerais, e enquanto esses princípios são
considerados corretos, reconhecemos que podem existir
circunstâncias em que o modo como a igreja governa tais
casos seria bastante decisivo.
É lei de prática parlamentar que nenhuma proposta, ou
moção, pode ser reconsiderada se a mesma tem sido levada
a efeito ou causado resultados que não podem ser desfeitos.
Assim, no assunto em questão, pessoas que viviam de
acordo com os costumes do mundo podem ter tomado
decisões e formado relações que não teriam feito se
tivessem agido sob uma consciência esclarecida pelas
Escrituras. Estas relações podem ter sido de longa duração,
e famílias foram crescidas sob a mesma. A verdade
finalmente as alcança, e são convertidas a Cristo.
Qual é o dever da Igreja? – Tomá-las onde se encontram,
deixando no passado as coisas que não podem ser desfeitas,
e reger sua relação para com eles pelo seu curso doravante.
Outro correspondente declara assim o seu caso: “Um
homem e uma mulher se casaram, ambos tendo filhos; e,
como o primeiro correspondente, eles tinham um ponto de
discórdia na família. Neste caso, a mulher era a viúva de um
maçom, e, tendo amigos pertencentes a esta ordem, logo se
tornou evidente que ela tinha o controle acionário da
parceria. Ela deixou o seu lar, e foi viver com seus amigos, e
trabalhando em segredo, logo tinha um divórcio, e não
tardou muito em casar-se com outro homem.
O divórcio foi obtido por perjúrio e sem nenhuma causa
mencionada nas Escrituras. Segue-se que seu último
casamento foi ilegal, no sentido bíblico, e ela está vivendo
em adultério. Mas o homem não pode agora obter um
divórcio pela lei civil, pois a lei diz que ela não é sua esposa,
mas a esposa de outro homem. Agora a questão é: Ele é livre
para se casar novamente, segundo a Bíblia?
"Esse caso parece ser muito claro, embora a lei a liberou de
seu marido, a Bíblia não o fez. Não houve a causa
mencionada em Mateus 19:9, daí seu último casamento foi
adultério, e ela está vivendo nessa condição. Isto autoriza o
homem a um divórcio bíblico.
Mas tanto quanto se refere à lei do país, ela se antecipou
assegurando um divórcio, esgotando, assim, sua jurisdição
neste caso. Então, seu divórcio o liberou em termos legais, e
seu adultério o liberou em termos bíblicos, e portanto ele
está livre. Ele poderia se casar novamente sem condenação.
Mas isto não ajudaria o caso da mulher de forma nenhuma.
Ela se colocou numa posição onde, até o dia de sua morte, se
o marido viver até lá, ela se tornaria adúltera à vista de
Deus, se entrasse em matrimônio com outro homem. Outro
pergunta se uma pessoa pode biblicamente ter um segunda
companheira se sob quaisquer circunstâncias, a primeira
ainda está viva.
Nas condições expressas em Mat. 19:9, nós pensamos que
ele pode, pois, quando Cristo diz que se um homem repudiar
sua mulher, exceto por essa causa, e se casa novamente,
comete adultério, segue-se que se a causa existe, ele não
comete adultério se ele casar novamente. Mas, no caso de
um divorciado por esta causa, não há nenhuma limitação.
Um casamento por parte dela com outro homem, é sempre,
e para sempre, uma relação adúltera, enquanto o primeiro
marido estiver vivo”. The Review and Herald, Vol. 64, No 6,
pag. 89 Battle Creek, Mich. February, 8, I887.
Como então entender alguns
casos contidos nos escritos de
E.G.White, aparentemente
contraditórios?
Ellen G. White usou três expressões
semelhantes em três casos distintos:
“deixai-os em paz”, “deixai W com o
Senhor” e “deixai-os com Deus e com
suas próprias consciências”.
“A primeira expressão foi usada quando se referiu a
um de seus cunhados, marido de Sarah Harmon, a qual
morreu e deixou o esposo com cinco filhos para cuidar. Ele
se casou então com uma mulher que havia sido uma fieI
serva da casa durante anos. Um ataque de sarampo a deixou
insana, e ela teve que ser internada em um hospício. Quando
seu marido se casou pela terceira vez, algumas pessoas
tentaram obter sua exclusão da igreja sob a alegação de
adultério. Outros apelaram para Ellen G. White resolver o
problema. Em resposta, ela disse: “Deixai-os em paz”. W. C.
White, 21 de fevereiro de 1927.
“O irmão W se casou duas vezes, embora, sua
primeira mulher não tenha se casado após o divórcio.
Àqueles que desejavam romper o segundo casamento, Ellen
G. White escreveu: “O caso não pode ser melhorado por
deixar a segunda esposa. Deixai W com o Senhor”. Carta 175,
1901.
“Quando o irmão C. H. Bliss escreveu a Ellen G. White
pedindo conselho em relação ao caso, ela se referiu a
“muitos casos dessa natureza” e concluiu:
Aconselho que estes infelizes sejam deixados a cargo de
Deus e de suas próprias consciências, e que a igreja não os
trate como pecadores até terem evidência de que eles são
assim considerados a vista de um Deus Santo. Ele lê os
corações como um livro aberto. Ele não julga como o
homem julga”. Carta 5,1891.
FIM
Temos a disposição dos interessados , material em
PDF, contendo os três últimos casos mencionados, na
íntegra ,e pode ser adquirido através do Email:
Manoel.silveira1888@ig.com.br

CEM 1888

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Casamento e divórcio revisado

  • 1. Casamento, Divórcio e Novo Casamento
  • 2. A veracidade da Palavra de DEUS
  • 3. Quem vela pela Palavra de DEUS?
  • 4. Jeremias 1:12. “E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para cumpri-la”.
  • 5. De que modo nos foram dadas as Escrituras?
  • 6. II Timóteo 3 : 16. "Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;"
  • 7. Como foi produzida a profecia?
  • 8. II Pedro 1 : 21. "Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo”.
  • 9. Até quando durará a Palavra do SENHOR?
  • 10. I Pedro 1:25. “Mas a palavra do SENHOR permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”.
  • 11. A veracidade do Espírito de Profecia
  • 12. Quem inspirou Ellen G. White?
  • 13. Testemunhos para a Igreja, vol.5, pág. 67. “Quando fui ao Colorado, achava-me tão preocupada por vocês que, em minha fraqueza, escrevi muitas paginas para serem lidas em sua reunião campal. Débil e tremula, levantei-me as três horas da madrugada para escrever. Deus estava falando por intermédio da argila. Podem dizer que essa comunicação não passava de uma carta. Sim, foi uma carta, mas motivada pelo Espírito de Deus, a fim de apresentar diante de vocês as coisas que me foram mostradas.
  • 14. Nessas cartas que escrevo, nos testemunhos que apresento, coloco diante das pessoas exatamente aquilo que o Senhor me apresentou. Não escrevo um artigo sequer, na revista, expressando meras idéias minhas. Correspondem ao que Deus me revelou em visão — os preciosos raios de luz que brilham do trono”.
  • 15. Pode nos escritos da irmã White, haver algo que não foi Deus quem revelou?
  • 16. Testemunhos para a Igreja, vol.5, pág.671. “Que os Testemunhos sejam julgados pelos seus frutos. Que espírito revelam seus ensinos? Qual tem sido o resultado de sua influencia? “Todos os que desejam podem familiarizar-se com os frutos dessas visões. Por dezessete anos o Senhor permitiu que sobrevivessem e se fortalecessem contra a oposição das forças satânicas, e a influência de agentes humanos que auxiliam Satanás em sua obra.
  • 17. Ou Deus está ensinando Sua igreja, reprovando seus erros e fortalecendo a sua fé, ou não está. Esta obra é de Deus ou não é. Deus nada faz em parceria com Satanás. Meu trabalho, ao longo dos últimos trinta anos, traz o selo de Deus ou o do inimigo. Não há meio-termo nesta questão. Os Testemunhos são do Espírito de Deus ou do diabo.”
  • 18. Que devemos fazer se os testemunhos não estiverem de acordo com a Bíblia?
  • 19. Testemunhos para a Igreja, vol.5, pág.691. “E agora, irmãos, eu os conjuro a que não se interponham entre mim e o povo, desviando dele a luz que Deus lhe deseja dar. Não comprometam, pela critica, a forca, a virtude e a importância dos Testemunhos. Nem imaginem que são capazes de analisa-los de modo a acomoda-los as suas ideias, pretendendo que Deus lhes tenha dado habilidade para discernir o que e luz do Céu e o que e mera sabedoria humana.
  • 20. Se os Testemunhos não falarem de acordo com a Palavra de Deus, podem rejeitá-los. Cristo e Belial não se unem. Por amor de Cristo, parem de confundir o espírito do povo com sofismas e ceticismo, tornando de nenhum efeito a obra que Deus deseja fazer. Não procurem, pela falta de discernimento espiritual, fazer desse método de operação de Deus uma pedra de escândalo pela qual muitos venham a tropeçar e cair, ser enlaçados e presos”.
  • 21. Até quando durarão as verdades que DEUS revelou a Ellen White?
  • 22. Carta 350, 1906. “[…] Mas meus livros testificarão quando a minha voz não for mais ser ouvida. As verdades comissionadas a mim, como Mensageira do Senhor, permanecem imortalizadas, tanto para convencer e converter almas como para condenar aqueles que se apartaram da fé e têm dado ouvido a espíritos enganadores.”
  • 23. Qual a característica da Igreja Remanescente de DEUS?
  • 24. Apocalipse 12 : 17. "E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo”.
  • 25. O Que é o Testemunho de JESUS?
  • 26. Apocalipse 19 : 10. "E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia."
  • 27. Quais os resultados de rejeitarmos a luz enviada do Céu a nós?
  • 28. João 3:19. “A condenação vem ao homem, quando ele recebe a luz, e escolhe as trevas em vez da luz.”
  • 29. Testemunhos Para a Igreja, Vol. 4, pág. 211. “É plano de Satanás enfraquecer a fé do povo de Deus nos Testemunhos. Em seguida vem o ceticismo no tocante aos pontos vitais de nossa fé, as colunas de nossa posição, depois as dúvidas acerca das Escrituras Sagradas, e então a caminhada descendente para a perdição. Quando os Testemunhos, nos quais se acreditava anteriormente, são postos em dúvida e rejeitados, Satanás sabe que as pessoas enganadas não pararão aí; e ele redobra seus esforços ate lançá-las em rebelião aberta, a qual se torna irremediável e termina em destruição”.
  • 31. Como foi estabelecida a instituição matrimônial no princípio?
  • 32. Gênesis 2:24. “Portanto, deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne”.
  • 33. O Maior Discurso de CRISTO, pág.63,64. “Então, ao unir o Criador as mãos do santo par em matrimônio, dizendo: Um homem "deixará... o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne" (Gên. 2:24), enunciou a lei do matrimônio para todos os filhos de Adão, até ao fim do tempo. Aquilo que o próprio Pai Eterno declarou bom, era a lei da mais elevada bênção e desenvolvimento para o homem”.
  • 34. Hebreus 13:4. “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará”.
  • 35. Patriarcas e Profetas, pág.46. “Deus celebrou o primeiro casamento. Assim esta instituição tem como seu originador o Criador do Universo. "Venerado... seja o matrimônio" (Heb. 13:4); foi esta uma das primeiras dádivas de Deus ao homem, e é uma das duas instituições que, depois da queda, Adão trouxe consigo de além das portas do Paraíso. Quando os princípios divinos são reconhecidos e obedecidos nesta relação, o casamento é uma bênção; preserva a pureza e felicidade do gênero humano, provê as necessidades sociais do homem, eleva a natureza física, intelectual e moral”.
  • 36. Pode o homem destruir essa união?
  • 37. Marcos 10 : 9. "Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem."
  • 38. A Fé Pela Qual Eu Vivo, pág.259. “O casamento, uma união para toda a vida, é símbolo da união entre Cristo e Sua igreja. O espírito que Cristo manifesta para com Sua igreja é o mesmo espírito que marido e mulher devem manifestar mutuamente. Se amam a Deus acima de tudo, amar-se-ão mutuamente no Senhor, tratando-se com cortesia, ferindo as mesmas notas. Em sua abnegação sacrifício mútuos serão uma bênção um para o outro. [...] Deus deseja que o lar seja o lugar mais feliz da Terra, o próprio símbolo do lar celestial”.
  • 39. Que instruções DEUS deu a Seu povo, com relação ao matrimônio, para que essa união fosse abençoada por Ele?
  • 40. Deuteronômio 7: 3,4. “Nem te aparentarás com elas; não darás tuas filhas a seus filhos, e não tomarás suas filhas para teus filhos; pois fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do SENHOR se acenderia contra vós, e depressa vos consumiria”.
  • 41. Testemunhos Para a Igreja, Vol. 5, pág.328. “O Senhor ordenou a Israel que não se unisse em casamento com as nações idólatras que o cercavam. “Não darás tuas filhas a seus filhos e não tomarás suas filhas para teus filhos; pois elas fariam desviar teus filhos de Mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do Senhor se acenderia contra vós e depressa vos consumiria.” Dt. 7:3-4. “Porque povo santo és ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que Lhe fosses o Seu povo próprio, de todos os povos que sobre a terra há”.
  • 42. Foi o povo de DEUS obediente a este mandamento? E quais foram as suas consequências?
  • 43. Gênesis 6:1,2. “E ACONTECEU que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram”.
  • 44. “Os “filhos de DEUS” eram os descendentes de Sete, e as “filhas dos homens” eram ímpias Cainitas (PP, 81). Mais tarde, DEUS falou a Israel do Seu “Primogênito” (Êx. 4:22), e Moisés chamou o povo de Israel de “filhos […] do SENHOR, vosso DEUS” (Dt.14:1). SDBC, Vol. 1 pág,. 238.
  • 45. Patriarcas e Profetas, pág. 81. “Por algum tempo as duas classes permaneceram separadas. A descendência de Caim, espalhando-se do lugar em que a princípio se estabeleceu, dispersou-se pelas planícies e vales onde os filhos de Sete haviam habitado; e os últimos, para escaparem de sua influência contaminadora, retiraram-se para as montanhas, e ali fizeram sua morada. Enquanto durou esta separação, mantiveram em sua pureza o culto a Deus. Mas com o correr do tempo arriscaram-se pouco a pouco a misturarse com os habitantes dos vales.
  • 46. Esta associação produziu os piores resultados. "Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas." Gên. 6:2. Os filhos de Sete, atraídos pela beleza das filhas dos descendentes de Caim, desagradaram ao Senhor casando-se com elas. Muitos dos adoradores de Deus foram seduzidos ao pecado pelos engodos que constantemente estavam agora diante deles, e perderam seu caráter peculiar e santo. Misturando-se com os depravados, tornaram-se semelhantes a eles, no espírito e nas ações; as restrições do sétimo mandamento eram desatendidas, "e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram".
  • 47. Testemunhos Para a Igreja, Vol. 5, pág.93. “Todo ato, embora pequeno, tem seu lugar no grande drama da vida. Imagine que o desejo de uma única satisfação do apetite introduziu o pecado no mundo, com seus terríveis resultados. Os casamentos profanos dos filhos de Deus com as filhas dos homens deram em resultado a apostasia que terminou com a destruição do mundo pelo dilúvio. O mais insignificante ato de condescendência com o próprio eu tem resultado em grandes revoluções.
  • 48. É o que acontece agora. Poucos há que são cuidadosos. Como os filhos de Israel, não dão ouvidos aos conselhos, mas seguem as próprias inclinações. Unem-se a um elemento mundano frequentando reuniões em que se porão em evidência, e assim abrem o caminho que será seguido por outros. O que foi feito uma vez, será repetido por eles e por muitos outros. Todo passo dado por essas pessoas produz forte impressão, não só em sua própria consciência e hábitos, como nos dos outros. Esta consideração destaca a dignidade da vida humana”.
  • 50. O Divórcio na dispensação judáica
  • 51. Deuteronômio24:1-4. “QUANDO um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela encontrar coisa indecente, farlhe-á uma carta de repúdio, e lha dará na sua mão, e a despedirá da sua casa. Se ela, pois, saindo da sua casa, for e se casar com outro homem,
  • 52. E este também a desprezar, e lhe fizer carta de repúdio, e lha der na sua mão, e a despedir da sua casa, ou se este último homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer, Então seu primeiro marido, que a despediu, não poderá tornar a tomá-la, para que seja sua mulher, depois que foi contaminada; pois é abominação perante o SENHOR; assim não farás pecar a terra que o SENHOR teu Deus te dá por herança”.
  • 53. O Maior Discurso de CRISTO, pág.63. “Entre os judeus era permitido ao homem repudiar sua mulher pelas mais triviais ofensas, e a mulher se achava então em liberdade de casar outra vez”.
  • 54. “Indecente. A palavra heb. literalmente significa ‘nudez’; de forma figurada, como neste caso, é ‘vergonha’ ou ‘desonra’. Não era ofensa de adultério, pois isso era punido com a morte (Dt 22:22; cf. Mt. 19:9). Simplesmente era algum comportamento que o marido considerava impróprio. Os judeus compreendiam que este preceito mosaico significava que o homem podia se divorciar da esposa por quase qualquer motivo (Mt. 19:3,7)”. No entanto, CRISTO explicou que não era vontade de DEUS que o divórcio fosse feito tão facilmente (Mt. 19:4-6). E que esta provisão tinha sido feita somente devido à dureza de coração. (Mt. 19:8).
  • 55. Termo de Divórcio. Literalmente uma “nota de separação”. E lho der. Isto devia ser feito formalmente, talvez perante testemunhas, a fim de ser legalmente válido e incontestável. E a despedir. Outro ato formal. Possivelmente o marido estava obrigado a despedí-la provida, pelo menos, com os meios suficientes para chegar bem até a casa de seu pai (Gên. 21: 14; cf. Deut. 15: 13).
  • 56. Poderá ir. Sua partida formal era um anúncio público de que já não era mais a esposa desse homem, e que portanto estava livre para casar-se de novo. O termo de divórcio dissolvia por completo o matrimônio. “Desposar uma mulher era considerado como a aquisição de uma propriedade. A autoridade do marido sobre sua mulher era quase absoluta. O propósito da lei aqui enunciada era melhorar a sorte da mulher hebréia. [...]
  • 57. A lei garantia à mulher divorciada certos direitos, e em realidade a protegia de ser considerada adúltera ou proscrita pela sociedade. Deixava a casa de seu primeiro marido como mulher livre e respeitada pela sociedade, apta para contrair um matrimônio honroso. [...] Cristo falou enfaticamente contra o conceito de ter uma esposa como propriedade (Mat. 5: 27-32; 19: 3-9). Essa prática tinha conduzido muita desgraça e injustiça às mulheres judias.” SDABC, Vol. 1, pág. 1.140, 1.141.
  • 58. Por que Moisés permitiu que fosse dada carta de divórcio?
  • 59. Mateus 19:8. “Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim”.
  • 60. Mensagens Escolhidas, vol.3, pág. 221. “Deus disse: "O que Deus ajuntou não o separe o homem"; no entanto, Cristo explica que a lei do divórcio foi dada por causa da dureza dos seus corações. Devido à degeneração das pessoas foi permitida a lei do divórcio que não estava no plano original de Deus”.
  • 61. “A lei mosáica do divórcio não foi instituída para anular os ideais de casamento instituídos por DEUS na criação, mas devido à ‘dureza’ do coração dos israelitas. (Mt. 19:8). Era uma lei de permissão não de ordenança. Essas restrições precisas foram designadas para eliminar o fácil processo de divórcio que os hebreus tinham aprendido aparentemente no convívio com povos pagãos”. SDABC, Vol. 1, pág. 1.140.
  • 62. Analisando a verdadeira existência de Mateus 19:9
  • 63. O Velho Testamento foi escrito em língua Hebraica, e o Novo Testamento em grego, com algumas partes em Aramaico. As primeiras cópias do Velho Testamento, feitas pelos Levitas e depois pelos Masoretas, eram em pergaminho animal, isto é, peles de bezerros, bodes ou antílopes. Posteriormente foram copiados em rolos de papiros. Antes de fazerem uma cópia, os Masoretas contavam o número de versos, palavras e letras em cada livro do Velho Testamento. Se cometessem algum equívoco, todo o pergaminho ou papiro era rejeitado.
  • 64. Infelizmente, os copistas do Novo Testamento não foram tão cuidadosos quanto os Masoretas; porém, esta deficiência foi amplamente compensada pelo grande número de cópias existentes. Atualmente existem mais de 5250 manuscritos gregos do Novo Testamento, guardados em museus e bibliotecas. Destes manuscritos, 90% concordam entre si, e foram chamados de texto Majoritário. No século 17 receberam o nome de Textus Receptus, ou texto recebido.
  • 65. É Mateus 19:9 um acréscimo às Escrituras, não existindo em seus originais?
  • 66. Mateus 19:9. Em grego: “λεγω δε υμιν οτι οσ αν απολυςη την γυναικα αυτου ει μη επι πορνεια και γαμηςη αλλην μοιχαται και ο απολελυμενην γαμηςασ μοιχατα”
  • 67. Mateus 19:9. Na Bíblia Tyndale (1.537): “I saye therfore vnto you whosoever putteth awaye his wyfe except it be for fornicacion and maryeth another breaketh wedlocke. And whosoever maryeth her which is divorsed doeth commyt advoutry”.
  • 68. A Bíblia de Tyndale, primeira Bíblia em língua inglesa já traduzida diretamente dos originais hebraico e grego - Textus Receptus - e impressa em inglês. Menos de 15 exemplares desta primeira edição existem atualmente.
  • 69. Mateus 19:9. King James Version (1.611): “And I say unto you, Whosoever shall put away his wife, except it be for fornication, and shall marry another, committeth adultery: and whoso marrieth her which is put away doth commit adultery”.
  • 70. A versão do Rei Tiago de 1.611 (King James Version, KJV) foi traduzida diretamente das línguas originais. Para o Velho Testamento, os tradutores da KJV usaram o tradicional texto Masorético de Ben Chayyim. Para o Novo Testamento, os tradutores escolheram o Texto Majoritário, favorecido pelos Cristãos primitivos, do qual veio o Textus Receptus.
  • 71. Mateus 19:9. (KJV) “E eu vos digo: qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada comete adultério”.
  • 72. O Divórcio na Dispensação Cristã
  • 73. O que JESUS falou acerca do divórcio no sermão do monte?
  • 74. Mateus 5:27-32. (KJV) Vs. - 27 “Ouvistes que foi dito aos antigos: Tu não cometerás adultério: Vs. - 28 Mas eu vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, cometeu adultério com ela em seu coração. Vs. - 29 Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti, pois é melhor para ti que um dos teus membros se perca do que todo o teu corpo seja lançado no inferno.
  • 75. Vs. - 30 E se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lançao de ti, pois é melhor para ti que um dos teus membros se perca do que todo o teu corpo seja lançado no inferno. Vs. - 31 Também foi dito, que qualquer que repudiar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio: Vs. - 32 Mas eu vos digo, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério”.
  • 76. O Maior Discurso de CRISTO, pág. 63. “No Sermão do Monte, Jesus declarou plenamente que não podia haver dissolução do laço matrimonial, a não ser por infidelidade do voto conjugal. "Qualquer", disse Ele, "que repudiar sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério; e qualquer que casar com a repudiada comete adultério. Mat. 5:32”.
  • 77. O lar Adventista, págs. 341,342. “Tuas idéias com respeito à relação matrimonial têm sido errôneas. Nada senão a violação do leito conjugal pode quebrar ou anular o voto matrimonial. [...] Deus reconhece apenas um motivo pelo qual a esposa pode deixar seu marido ou o marido a sua esposa: o adultério. Seja esta questão cuidadosamente considerada”.
  • 78. O lar Adventista, pág. 344. “Uma mulher pode estar legalmente divorciada do marido pelas leis do país, mas não divorciada à vista de Deus e de acordo com a lei mais alta. Só há um pecado, o adultério, que pode pôr o esposo e a esposa em posição de se sentirem livres do voto matrimonial à vista de Deus. Embora as leis do país possam permitir o divórcio, à luz da Bíblia continuam como marido e esposa, segundo as leis de Deus”.
  • 79. O lar Adventista, pág. 345. “Eu diria que só há uma razão pela qual o marido pode legitimamente separar-se de sua esposa ou a esposa de seu marido: o adultério”.
  • 80. Pode uma pessoa divorciada por motivo de adultério casar-se novamente?
  • 81. Mateus 19:3-9. (KJV) Vs. 3 “Os fariseus também vieram a Ele, tentando-O, e dizendo-lhE: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?
  • 82. Vs. - 4 E Ele, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que Aquele que os fez no princípio, os fez macho e fêmea, Vs. - 5 E disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne? Vs. - 6 Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe.
  • 83. Vs. - 7 Disseram-lhE: Por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la? Vs. - 8 Ele lhes disse: Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres, mas ao princípio não foi assim. Vs. - 9 E Eu vos digo: qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada comete adultério”.
  • 84. O que significa fornicação (Porneia)?
  • 85. πορνεια - Porneia: 1) relação sexual ilícita . 1a) adultério, fornicação, homossexualidade, lesbianismo, relação sexual com animais etc. 1b) relação sexual com parentes próximos; Lv 18.
  • 86. 1c) relação sexual com um homem ou mulher divorciada; Mc 10.11-12 . 2) metáf. adoração de ídolos. 2a) da impureza que se origina na idolatria, na qual se incorria ao comer sacrifícios oferecidos aos ídolos - Nueva Concordancia Strong Exhaustiva.
  • 87. O lar Adventista, pág. 344. “Vi que a irmã ------, por ora, não tem direito de desposar outro homem; mas se ela, ou qualquer outra mulher, obtiver um divórcio legal na base de adultério por parte do marido, então está livre para casar com quem quiser”.
  • 88. Mensagens Escolhidas, Vol. 2,págs. 339-340. “Vejo, no que respeita ao casamento de vossa filha com J, o motivo de vossa aflição. Esse casamento, porém, teve lugar com vosso consentimento, e vossa filha sabendo tudo que a ele dizia respeito, aceitou-o como esposo, e agora não posso ver nenhuma razão por que vos preocupeis com a questão. Vossa filha ama a J, e pode ser que esse casamento esteja no desígnio de Deus para que tanto J como vossa filha tenham mais preciosa experiência cristã, e sejam edificados nos pontos em que são deficientes.
  • 89. Vossa filha se comprometeu com J em casamento, e romper os votos matrimoniais estaria longe de ser justo. Ela não pode agora anular suas obrigações para com ele. [...] Eu conhecia pessoalmente suas anteriores relações para com sua primeira esposa, K. J amava K muitíssimo; ela, porém, não era digna de sua afeição. Ele fez tudo ao seu alcance para ajudá-la, e procurou por todos os meios possíveis conservá-la como esposa. Não poderia haver feito mais do que fez. Eu pleiteei com ela, e procurei mostrar-lhe a incoerência de sua atitude, e roguei-lhe que não pedisse divórcio; ela, porém, estava decidida e deliberada e obstinada, e queria seguir seu próprio caminho.
  • 90. Enquanto ela viveu com ele, procurou obter dele todo o dinheiro possível, mas não o tratava bondosamente como uma esposa deve tratar a seu marido. J não se separou de sua esposa. Ela o deixou e separou-se dele, e casou com outro homem. Não vejo nada na Escritura que o proíba de tornar a casar-se no Senhor. Ele tem direito à afeição de uma mulher. [...] Não posso ver que esta nova união deva ser perturbada. É uma questão séria separar um homem de sua esposa. Não há nenhuma base bíblica para dar tal passo nesse caso. Ele não a deixou, ela o deixou a ele. Ele não se tornou a casar até que ela conseguiu divórcio.
  • 91. Quando K se divorciou de J ele sofreu mui vivamente, e não foi senão depois de ela casar-se com outro homem que J se tornou a casar. Aquela que ele escolheu, estou certa de que será um auxílio para ele, e ele pode ser uma ajuda para ela. [...] Não vejo nada na Palavra de Deus que exija que ela se separe dele. Como pedistes meu conselho, dou-o francamente”.
  • 92. Devemos levar em consideração a posição dos pioneiros ?
  • 93. Manuscrito 62, 1905. “Quando algum homem vier para mudar um alfinete do fundamento que Deus estabeleceu por Seu Espírito Santo, permiti que os homens de idade, que foram os pioneiros no nosso trabalho, falem claramente, e permiti que aqueles que estão mortos falem também, reimprimindo os seus artigos em nossos periódicos. Focalizai os raios da divina luz que Deus tem dado, como Ele conduziu Seu povo, passo a passo no caminho da verdade. Essa verdade prevalecerá no teste do tempo e da experiência.”
  • 94. Counsels to Writes and Edictores, págs. 31 e 32. “Permita os pioneiros identificarem a verdade. Quando o poder de Deus testifica o que é a verdade, essa verdade deve permanecer para sempre como verdade. Não depois de suposições, contrárias a luz que Deus tem dado para ser recebida.
  • 95. Surgirão homens com interpretações das Escrituras que para eles é a verdade, mas não é a verdade. A verdade para esse tempo Deus tem dado como um fundamento para a nossa fé. Ele Mesmo nos falou a verdade. Um após outro vai aparecer com uma nova luz que contradiz a luz que Deus tem dado pelo seu Santo Espírito”.
  • 96. Conselhos aos Idosos, pág.20. “Tenho muita simpatia para com o Pastor Smith. Meu interesse vital na obra de publicações está ligado ao dele. Veio ele ter conosco quando jovem, possuindo talentos que o habilitavam para ocupar o lugar de redator. Como me alegro quando leio os seus artigos na “Review”, tão excelentes, tão repletos de verdade espiritual! Dou graças a Deus por eles. Sinto forte simpatia pelo Pastor Smith, e creio que seu nome deve sempre aparecer na Review, como redator principal. Assim Deus deseja.”
  • 97. Quem foi Uriah Smith?
  • 98. Uriah Smith Editor da Review and Herald por mais de 45 anos. Autor que dedicou 50 anos de serviço à obra dos Adventistas do Sétimo Dia. Deu contribuições significativas ao desenvolvimento de várias doutrinas da denominação Adventista do Sétimo Dia. (Wikipedia).
  • 99. Qual a posição de Uriah Smith referente ao divórcio e novo casamento?
  • 100. Na edição de 11.01.1887, aparece uma carta de um assinante perguntando se poderia se unir à igreja, uma vez que era divorciado e casado novamente. A resposta diz que se a igreja agisse de acordo com as Escrituras não deveria recebê-lo como membro, a menos que ele tivesse sido traído antes do novo casamento. A resposta provocou dúvidas nos leitores e muitas perguntas e comentários foram encaminhados à Revista, o que ensejou uma nova resposta. Nessa edição, de 08.02.1887, é então esclarecido que, de acordo com Mateus 19:9, no caso de ser comprovado o adultério da outra parte, o cônjuge traído ficaria livre.
  • 101. Surge então a pergunta: – Mas quem escreveu essa resposta? Têm surgido dúvidas quanto à autoria do texto publicado nas edições de 11/01/1887 e 08/02/1887 da Review and Herald com relação à posição frente ao divórcio e novo casamento. Veja a seguir as imagens da Review and Herald
  • 102. Tradução da parte salientada: Uriah Smith - Editor J. H. Waggoner Editores George Ide Butler auxiliares (correspondentes)
  • 103. Tradução da parte salientada “Todos os artigos, exceto os do departamento de Seleções de Escolha e da seção do Lar, que não contenham assinaturas ou outro crédito, são entendidos como sendo do Editor. Todas as assinaturas dos artigos escritos para a Revista serão impressos em letras maiúsculas e os demais dados, em itálico.”
  • 104. Dentre as funções de um editor está a de revisar tudo o que será publicado. É ele quem define e aprova ou não o que será publicado. Ele é o elo de ligação entre o jornal/revista e o leitor final. As cartas são dirigidas a ele, pois é o responsável e o porta-voz do periódico. Como foi mostrado, podemos concluir que os textos da Review sobre casamento não estão assinados pelo motivo de que foram escritos por Uriah Smith, o editor, pois como a própria revista anunciou, aquilo que não contém assinatura é provindo da pena dele.
  • 105. Vejamos os casos detalhadamente
  • 106. “Um correspondente descreve sua condição assim: Casado pela segunda vez , e tendo duas crianças. Esposa não deixava que as crianças permanecessem em casa quando eu estava fora. Por conta disso estamos separados. Ficou comprometida, e se divorciou por acordo. Agora estou casado com outra mulher, e ambas estão vivendo. Seria certo para mim unir-me com a igreja?
  • 107. Em resposta, diríamos que, se a igreja age de acordo com as Escrituras, ele não poderia se unir com ela, pois não iria recebê-lo. Nem foi seu casamento com a última mulher um casamento bíblico, a menos que antes do divórcio, a mulher mostrou-se desleal aos votos de casamento, ao cometer o delito descrito no Matt. 19: 9. De acordo com a instrução de nosso Senhor nesta passagem, os partidos, uma vez casados ​não podem ser biblicamente separados, exceto pela razão ali declarada, ou seja, o adultério. Neste caso, a parte inocente pode obter um divórcio e se casar novamente, mas a parte que pecar não poderia se casar novamente sem viver em adultério.
  • 108. E se o divórcio do qual o nosso correspondente fala não foi obtido por este motivo, seu último casamento é ilegal, e é claro, nenhuma igreja poderia recebê-lo como membro, enquanto vivem nessa condição”. The Review and Herald, vol. 64, no 2, pag. 32 Battle Creek, Mich., Jan. 11, 1887.
  • 109. “As breves observações sob esse título, feitas na revisão de 11 de janeiro, tem causado tantas respostas e dúvidas adicionais, que somos induzidos a abordar novamente o assunto. E primeiro aproveitaríamos a oportunidade de observar que, apesar de que um divórcio possa ser biblicamente concedido somente com base em Matt. 19: 9, de modo que a parte lesada tenha a liberdade de se casar novamente, pode haver muitas outras causas que justifiquem qualquer das partes a se recusar a viver com o outro. O casamento é uma questão muito séria para ser assumido sob inspiração de qualquer impulso precipitado e imprudente.
  • 110. O máximo cuidado deve ser exercido na escolha de companheiros para garantir compatibilidade de temperamento. Mas se um homem, infelizmente, encontrase unido a uma mulher briguenta indomável, se ela torna a sua casa um purgatório, ou, como no caso anteriormente mencionado, abusa de seus filhos, não há nada para obrigálo a submeter-se ao tormento de sua presença, ou seus filhos a submeterem ao seu abuso. Eles devem providenciar para mitigar os males inevitáveis ​da sua tentativa de união, vivendo separadamente.
  • 111. Se, por outro lado, uma mulher encontra-se unida a um homem de baixo nível e brutal, como é muitas vezes o caso, não há lei, humana ou divina, obrigando-a a sacrificar os melhores interesses de sua vida a sua ofensiva e degradante companhia. É seu privilégio separar-se dele. E se quando ela procurar assim fazer, ele estiver inclinado a causar-lhe problemas, ela pode garantir adequadamente um divórcio por qualquer motivo que a lei do país permitir, para, assim, defender-se contra qualquer aborrecimento. Mas note: nenhuma tal separação, nem qualquer divórcio tal, daria a qualquer das partes o direito de entrar em outro casamento.
  • 112. Eles poderiam, por seu próprio bem, viver separados, se eles não podiam viver juntos sem dano. Um correspondente, referindo-se ao nosso artigo anterior, diz: "Não foi declarado se a pessoa foi convertida no momento de seu último casamento, e os comentários feitos podem não ser aplicáveis”. Em resposta a isso diríamos que nada foi dito sobre este ponto do relato recebido, portanto, poderíamos falar apenas em princípios gerais, e enquanto esses princípios são considerados corretos, reconhecemos que podem existir circunstâncias em que o modo como a igreja governa tais casos seria bastante decisivo.
  • 113. É lei de prática parlamentar que nenhuma proposta, ou moção, pode ser reconsiderada se a mesma tem sido levada a efeito ou causado resultados que não podem ser desfeitos. Assim, no assunto em questão, pessoas que viviam de acordo com os costumes do mundo podem ter tomado decisões e formado relações que não teriam feito se tivessem agido sob uma consciência esclarecida pelas Escrituras. Estas relações podem ter sido de longa duração, e famílias foram crescidas sob a mesma. A verdade finalmente as alcança, e são convertidas a Cristo.
  • 114. Qual é o dever da Igreja? – Tomá-las onde se encontram, deixando no passado as coisas que não podem ser desfeitas, e reger sua relação para com eles pelo seu curso doravante. Outro correspondente declara assim o seu caso: “Um homem e uma mulher se casaram, ambos tendo filhos; e, como o primeiro correspondente, eles tinham um ponto de discórdia na família. Neste caso, a mulher era a viúva de um maçom, e, tendo amigos pertencentes a esta ordem, logo se tornou evidente que ela tinha o controle acionário da parceria. Ela deixou o seu lar, e foi viver com seus amigos, e trabalhando em segredo, logo tinha um divórcio, e não tardou muito em casar-se com outro homem.
  • 115. O divórcio foi obtido por perjúrio e sem nenhuma causa mencionada nas Escrituras. Segue-se que seu último casamento foi ilegal, no sentido bíblico, e ela está vivendo em adultério. Mas o homem não pode agora obter um divórcio pela lei civil, pois a lei diz que ela não é sua esposa, mas a esposa de outro homem. Agora a questão é: Ele é livre para se casar novamente, segundo a Bíblia? "Esse caso parece ser muito claro, embora a lei a liberou de seu marido, a Bíblia não o fez. Não houve a causa mencionada em Mateus 19:9, daí seu último casamento foi adultério, e ela está vivendo nessa condição. Isto autoriza o homem a um divórcio bíblico.
  • 116. Mas tanto quanto se refere à lei do país, ela se antecipou assegurando um divórcio, esgotando, assim, sua jurisdição neste caso. Então, seu divórcio o liberou em termos legais, e seu adultério o liberou em termos bíblicos, e portanto ele está livre. Ele poderia se casar novamente sem condenação. Mas isto não ajudaria o caso da mulher de forma nenhuma. Ela se colocou numa posição onde, até o dia de sua morte, se o marido viver até lá, ela se tornaria adúltera à vista de Deus, se entrasse em matrimônio com outro homem. Outro pergunta se uma pessoa pode biblicamente ter um segunda companheira se sob quaisquer circunstâncias, a primeira ainda está viva.
  • 117. Nas condições expressas em Mat. 19:9, nós pensamos que ele pode, pois, quando Cristo diz que se um homem repudiar sua mulher, exceto por essa causa, e se casa novamente, comete adultério, segue-se que se a causa existe, ele não comete adultério se ele casar novamente. Mas, no caso de um divorciado por esta causa, não há nenhuma limitação. Um casamento por parte dela com outro homem, é sempre, e para sempre, uma relação adúltera, enquanto o primeiro marido estiver vivo”. The Review and Herald, Vol. 64, No 6, pag. 89 Battle Creek, Mich. February, 8, I887.
  • 118. Como então entender alguns casos contidos nos escritos de E.G.White, aparentemente contraditórios?
  • 119. Ellen G. White usou três expressões semelhantes em três casos distintos: “deixai-os em paz”, “deixai W com o Senhor” e “deixai-os com Deus e com suas próprias consciências”.
  • 120. “A primeira expressão foi usada quando se referiu a um de seus cunhados, marido de Sarah Harmon, a qual morreu e deixou o esposo com cinco filhos para cuidar. Ele se casou então com uma mulher que havia sido uma fieI serva da casa durante anos. Um ataque de sarampo a deixou insana, e ela teve que ser internada em um hospício. Quando seu marido se casou pela terceira vez, algumas pessoas tentaram obter sua exclusão da igreja sob a alegação de adultério. Outros apelaram para Ellen G. White resolver o problema. Em resposta, ela disse: “Deixai-os em paz”. W. C. White, 21 de fevereiro de 1927.
  • 121. “O irmão W se casou duas vezes, embora, sua primeira mulher não tenha se casado após o divórcio. Àqueles que desejavam romper o segundo casamento, Ellen G. White escreveu: “O caso não pode ser melhorado por deixar a segunda esposa. Deixai W com o Senhor”. Carta 175, 1901.
  • 122. “Quando o irmão C. H. Bliss escreveu a Ellen G. White pedindo conselho em relação ao caso, ela se referiu a “muitos casos dessa natureza” e concluiu: Aconselho que estes infelizes sejam deixados a cargo de Deus e de suas próprias consciências, e que a igreja não os trate como pecadores até terem evidência de que eles são assim considerados a vista de um Deus Santo. Ele lê os corações como um livro aberto. Ele não julga como o homem julga”. Carta 5,1891.
  • 123. FIM
  • 124. Temos a disposição dos interessados , material em PDF, contendo os três últimos casos mencionados, na íntegra ,e pode ser adquirido através do Email: Manoel.silveira1888@ig.com.br CEM 1888