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Mariana Paiva Manso
Sorgo:
Morfologia e
Fisiologia
Taxonomia
Reino Plantae
Filo Magnoliophyta
Clado Angiospermas e
Monocotiledôneas
Família Poaceae
Gênero Sorghum
Espécie S. bicolor
 O sorgo (Sorghum bicolor L. Moench) é provavelmente
nativo da África e da Índia.
 Cultivado na América do Norte entre 1853 e 1857, sendo
um sucesso incontestável, pois logo rompeu suas
fronteiras chegando em outros países.
 Introdução no Brasil foi no século XX,
especificadamente na região nordeste.
Origem e História
Fonte: Iapar (Instituto Agronômico do Paraná)
O sorgo é um produto substituto do milho.
 Seu potencial de produção de grãos e forragem vem
despontando como ótima alternativa para as diversas
regiões do País.
 Grãos: uso para alimentação animal, farinha para
panificação, amido industrial etc.
 Forragem também é utilizada na alimentação animal.
 Silagem: quanto maior for a presença de grãos maior
será também o teor de energia da silagem – NDT.
- É necessária uma fragmentação cautelosa.
- Quanto menor o tamanho das partículas melhor.
- É necessária uma compactação.
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armazenamento.
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Silagem do sorgo.
Características Gerais
 Resistente à seca, se adaptando às altas temperaturas.
 Mais resistente ao estresse hídrico que outros cereais.
 Boa resposta à aplicação de nutrientes, sendo seus
macronutrientes o NPK.
 O principal micronutriente é o zinco.
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 Granífero: Por ser uma planta baixa, precoce e
resistente, firmou-se como cultura importante, além
da alta capacidade de produzir grãos.
Fonte: Rural Pecuária
 Aspecto negativo do grão é porque ele não apresenta
proteção externa, como a palha do milho, casca do arroz
ou as glumas do trigo e da cevada.
 O sorgo produz vários compostos fenólicos, que servem
como uma defesa química contra pássaros, patógenos e
outros competidores.
Fonte: Jornal “O Presente Rural”
 Tanino
- Composto fenólico condensado.
- Ação antinutricional.
- Apresenta vantagens agronômicas, como a resistência
à pássaros, doenças do grão e à fungos.
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 Sacarino: Matéria-prima ideal para a produção do
etanol, revezando com a cana-de-açúcar.
Fonte: Embrapa e Monsanto
Fonte: Monsanto
Desde 2004 Monsanto e CanaVialis trabalham em
pesquisa sobre o sorgo sacarino. O objetivo é na
entressafra da cana-de-açúcar poder cultivar o sorgo para
a produção de etanol.
 Vassoura: Possui panícula na forma de vassoura,
sendo utilizado na fabricação da mesma e de escovas.
 Com cerca de 350 gramas de
palha se é possível fabricar.
Fonte: Opinião e Notícia
 Forrageiro: Elevada produção de forragem, silagem,
pastejo direto, corte verde e feno.
Fonte: Rural Pecuária
Classificação quanto ao ciclo
DESENVOLVIMENTO TEMPO
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Médio 100 – 120 dias
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Morfologia
e
Fisiologia
Raiz
 São encontradas as raízes primárias, secundárias e
adventícias.
 O sorgo tem igual número de raízes primárias que o
milho. Elas são pouco ramificadas e morrem após o
desenvolvimento das raízes secundárias.
 As secundárias já são em maior quantidade, uma vez
comparada com o milho. São bastante ramificadas e
formam o sistema radicular principal.
 Estas qualidades conferem ao sorgo maior resistência a
seca que o milho, uma vez que o sorgo absorve duas vezes
mais água do solo.
 As adventícias podem aparecer nos nós acima dos solos;
são ineficientes na absorção de água e nutrientes, tendo
então como função o suporte.
Fonte: Embrapa
Colmo
 É dividido em nós e entrenós, tendo folhas ao longo de
toda a estrutura vegetal.
 Pode ser ou não doce.
Fonte: Embrapa
 Até o período de diferenciação floral cresce pouco, mas
alonga rapidamente durante o florescimento.
Fonte: Embrapa
A quantidade de nós costuma variar de 7 a 30, e a altura
geralmente não passa de 3 metros.
Folhas
 O número total de folhas varia de 7 a 30, sendo que o
fator determinante será o cultivar, a temperatura e o
fotoperíodo.
 As folhas do sorgo se enrolam longitudinalmente
criando uma câmara protetora. O ar que fica contido
nessa câmara conserva maior umidade que a atmosfera,
este também é um fator que faz com que a transpiração
seja menor.
Folhas
 Contêm um alto número de estômatos nas
duas faces do limbo.
 As folhas do sorgo possuem depósito de substância
cerosa na junção da bainha com o limbo, perdendo
menos água na transpiração, sendo importante para a
economia de água.
Fonte: Thompson Flores Consultoria Agropecuária
Expansão foliar do sorgo Forrageiro.
Fonte: Adaptado de Krieg
A extensão da folha depende totalmente da ação da água.
Florescimento
 O período mais crítico para a planta, em que ela não
pode sofrer qualquer tipo de estresse biótico ou
abiótico, vai da diferenciação da panícula à
diferenciação das espiguetas (2 a 3 semanas de
duração).
 A diferenciação da gema floral bloqueia a atividade
meristemática (divisão celular). A partir disto, todo
crescimento é devido ao elongamento das células já
existentes.
Fonte: Valor Soja
Inflorescência cimosa do tipo panícula (cacho de cacho).
Clima
 Temperatura ótima para crescimento
é de 33-35 °C.
 Mesmo sendo uma planta que se
adequa mais à climas quentes, não
significa que não produzam bem em
regiões de chuvas Fonte: Brasil Regionalizado
abundantes, bem distribuídas ou sob irrigação.
 A falta de umidade no momento da floração ou antes,
é bastante prejudicial.
Solo
 Solos muito ácidos e encharcados são limitantes à
cultura.
 Prosperam bem em quase todos os tipos de solos,
desde arenosos à argilosos.
Fotoperíodo
 O sorgo é uma planta de dias curtos, ou seja, floresce
em noites longas.
 Plantas de dia curto florescem no fim do verão, no
outono ou no inverno.
Fonte: Só Biologia
Ciclo
 Fixação de carbono e fotossíntese.
 O sorgo é uma planta C4.
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EC1 – Primeira Etapa de Crescimento
 Se dá desde o plantio da germinação até a iniciação da
panícula.
 Muito importante a rapidez da germinação.
 Ótima taxa de absorção de NPK.
 Quando se compara materiais forrageiros, estes
acabam sendo mais lentos que os graníferos nesta fase
inicial.
EC2 – Segunda Etapa de Crescimento
 Iniciação da panícula até o florescimento.
 O desenvolvimento da área foliar, sistema radicular e o
estabelecimento de um número potencial de
sementes, se afetados, poderão comprometer o
rendimento.
 Esse último é provavelmente o mais crítico. Desde que
o maior número de grãos tem sido geralmente o mais
importante componente de produção associado ao
aumento de rendimento em sorgo.
EC3 – Terceira Etapa de Crescimento
 Corresponde da floração a maturação fisiológica.
 Os fatores considerados mais importantes são aqueles
relacionados ao enchimento de grãos, uma vez que é o
objetivo final do cultivo.
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 Nem todas as plantas num campo de sorgo florescem
ao mesmo tempo, mas dura geralmente de 6 a 15 dias.
 O ciclo tem aproximadamente 120 dias de duração que
compreende da semeadura à colheita.
Fonte: Universo Agro
Colheita mecanizada é a mais utilizada.
Mariana Paiva Manso
Mary.1207@hotmail.com
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Sorgo morfologia e fisiologia

  • 2. Taxonomia Reino Plantae Filo Magnoliophyta Clado Angiospermas e Monocotiledôneas Família Poaceae Gênero Sorghum Espécie S. bicolor
  • 3.  O sorgo (Sorghum bicolor L. Moench) é provavelmente nativo da África e da Índia.  Cultivado na América do Norte entre 1853 e 1857, sendo um sucesso incontestável, pois logo rompeu suas fronteiras chegando em outros países.  Introdução no Brasil foi no século XX, especificadamente na região nordeste. Origem e História
  • 4. Fonte: Iapar (Instituto Agronômico do Paraná) O sorgo é um produto substituto do milho.
  • 5.  Seu potencial de produção de grãos e forragem vem despontando como ótima alternativa para as diversas regiões do País.  Grãos: uso para alimentação animal, farinha para panificação, amido industrial etc.  Forragem também é utilizada na alimentação animal.
  • 6.  Silagem: quanto maior for a presença de grãos maior será também o teor de energia da silagem – NDT. - É necessária uma fragmentação cautelosa. - Quanto menor o tamanho das partículas melhor. - É necessária uma compactação. - Uma boa compactação resulta em um menor custo de armazenamento.
  • 7. Fonte: Zootecnista Rafael Camargo do Amaral Silagem do sorgo.
  • 8. Características Gerais  Resistente à seca, se adaptando às altas temperaturas.  Mais resistente ao estresse hídrico que outros cereais.  Boa resposta à aplicação de nutrientes, sendo seus macronutrientes o NPK.  O principal micronutriente é o zinco.
  • 9. Classificação Agrícola  Granífero: Por ser uma planta baixa, precoce e resistente, firmou-se como cultura importante, além da alta capacidade de produzir grãos. Fonte: Rural Pecuária
  • 10.  Aspecto negativo do grão é porque ele não apresenta proteção externa, como a palha do milho, casca do arroz ou as glumas do trigo e da cevada.  O sorgo produz vários compostos fenólicos, que servem como uma defesa química contra pássaros, patógenos e outros competidores. Fonte: Jornal “O Presente Rural”
  • 11.  Tanino - Composto fenólico condensado. - Ação antinutricional. - Apresenta vantagens agronômicas, como a resistência à pássaros, doenças do grão e à fungos. - Causa problemas na digestão dos animais.
  • 12.  Sacarino: Matéria-prima ideal para a produção do etanol, revezando com a cana-de-açúcar. Fonte: Embrapa e Monsanto
  • 13. Fonte: Monsanto Desde 2004 Monsanto e CanaVialis trabalham em pesquisa sobre o sorgo sacarino. O objetivo é na entressafra da cana-de-açúcar poder cultivar o sorgo para a produção de etanol.
  • 14.  Vassoura: Possui panícula na forma de vassoura, sendo utilizado na fabricação da mesma e de escovas.  Com cerca de 350 gramas de palha se é possível fabricar. Fonte: Opinião e Notícia
  • 15.  Forrageiro: Elevada produção de forragem, silagem, pastejo direto, corte verde e feno. Fonte: Rural Pecuária
  • 16. Classificação quanto ao ciclo DESENVOLVIMENTO TEMPO Ultra Precoce 75 – 90 dias Precoce 90 – 100 dias Médio 100 – 120 dias Longo 120 -140 dias
  • 18. Raiz  São encontradas as raízes primárias, secundárias e adventícias.  O sorgo tem igual número de raízes primárias que o milho. Elas são pouco ramificadas e morrem após o desenvolvimento das raízes secundárias.  As secundárias já são em maior quantidade, uma vez comparada com o milho. São bastante ramificadas e formam o sistema radicular principal.
  • 19.  Estas qualidades conferem ao sorgo maior resistência a seca que o milho, uma vez que o sorgo absorve duas vezes mais água do solo.  As adventícias podem aparecer nos nós acima dos solos; são ineficientes na absorção de água e nutrientes, tendo então como função o suporte.
  • 21. Colmo  É dividido em nós e entrenós, tendo folhas ao longo de toda a estrutura vegetal.  Pode ser ou não doce. Fonte: Embrapa  Até o período de diferenciação floral cresce pouco, mas alonga rapidamente durante o florescimento.
  • 22. Fonte: Embrapa A quantidade de nós costuma variar de 7 a 30, e a altura geralmente não passa de 3 metros.
  • 23. Folhas  O número total de folhas varia de 7 a 30, sendo que o fator determinante será o cultivar, a temperatura e o fotoperíodo.  As folhas do sorgo se enrolam longitudinalmente criando uma câmara protetora. O ar que fica contido nessa câmara conserva maior umidade que a atmosfera, este também é um fator que faz com que a transpiração seja menor.
  • 24. Folhas  Contêm um alto número de estômatos nas duas faces do limbo.  As folhas do sorgo possuem depósito de substância cerosa na junção da bainha com o limbo, perdendo menos água na transpiração, sendo importante para a economia de água.
  • 25. Fonte: Thompson Flores Consultoria Agropecuária Expansão foliar do sorgo Forrageiro.
  • 26. Fonte: Adaptado de Krieg A extensão da folha depende totalmente da ação da água.
  • 27. Florescimento  O período mais crítico para a planta, em que ela não pode sofrer qualquer tipo de estresse biótico ou abiótico, vai da diferenciação da panícula à diferenciação das espiguetas (2 a 3 semanas de duração).  A diferenciação da gema floral bloqueia a atividade meristemática (divisão celular). A partir disto, todo crescimento é devido ao elongamento das células já existentes.
  • 28. Fonte: Valor Soja Inflorescência cimosa do tipo panícula (cacho de cacho).
  • 29. Clima  Temperatura ótima para crescimento é de 33-35 °C.  Mesmo sendo uma planta que se adequa mais à climas quentes, não significa que não produzam bem em regiões de chuvas Fonte: Brasil Regionalizado abundantes, bem distribuídas ou sob irrigação.  A falta de umidade no momento da floração ou antes, é bastante prejudicial.
  • 30. Solo  Solos muito ácidos e encharcados são limitantes à cultura.  Prosperam bem em quase todos os tipos de solos, desde arenosos à argilosos.
  • 31. Fotoperíodo  O sorgo é uma planta de dias curtos, ou seja, floresce em noites longas.  Plantas de dia curto florescem no fim do verão, no outono ou no inverno. Fonte: Só Biologia
  • 32. Ciclo  Fixação de carbono e fotossíntese.  O sorgo é uma planta C4. - Ácido Oxalacético - Alta afinidade com CO2 - São econômicas (água) Fonte: Só Química
  • 33. EC1 – Primeira Etapa de Crescimento  Se dá desde o plantio da germinação até a iniciação da panícula.  Muito importante a rapidez da germinação.  Ótima taxa de absorção de NPK.  Quando se compara materiais forrageiros, estes acabam sendo mais lentos que os graníferos nesta fase inicial.
  • 34. EC2 – Segunda Etapa de Crescimento  Iniciação da panícula até o florescimento.  O desenvolvimento da área foliar, sistema radicular e o estabelecimento de um número potencial de sementes, se afetados, poderão comprometer o rendimento.  Esse último é provavelmente o mais crítico. Desde que o maior número de grãos tem sido geralmente o mais importante componente de produção associado ao aumento de rendimento em sorgo.
  • 35. EC3 – Terceira Etapa de Crescimento  Corresponde da floração a maturação fisiológica.  Os fatores considerados mais importantes são aqueles relacionados ao enchimento de grãos, uma vez que é o objetivo final do cultivo.  Maturação do grão ocorre 8 dias após a polinização.  Nem todas as plantas num campo de sorgo florescem ao mesmo tempo, mas dura geralmente de 6 a 15 dias.
  • 36.  O ciclo tem aproximadamente 120 dias de duração que compreende da semeadura à colheita. Fonte: Universo Agro Colheita mecanizada é a mais utilizada.