Mip- mandioca

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  • Planta heliófila –necessita de muita luz
    Faixa temperatura - 25 a 30oC (médiaanual).
  • contém a substância linamarina (no látex, notadamente na casca da raiz e nas folhas) em teor elevado; essa substância transforma-se em ácido cianídrico (altamente tóxico) no estômago do homem e dos animais
  • sistema de policultivo, ou seja, mistura de mandioca com outras espécies alimentares de ciclo curto, principalmente feijão, milho e amendoim.
    Normalmente se recomenda o plantio de maio a outubro, qualquer epoca desde que haja umidade suficiente para garantir a brotação das hastes.  
  • A posição do tolete na cova é horizontal a uma profundidade de cinco a dez centímetros, cobrindo-o com uma leve camada de terra.
  •  forragem de alto poder calórico
  • a Bahia contribui com cerca de 17% da produção do Bra
  • Emergencia-desenvolvimento foliar e formaçao do sistema radicular (raizes fibrosas começam a crescer)- desenvolvimento de ramos e folhas- translocaçao de carboidratos para raizes - dormencia
  • das pragas mais importantes desta cultura, pela ampla distribuição geográfica e alta capacidade de consumo foliar, especialmente nos últimos ínstares larvais
  • cópula ocorre durante a noite, nas primeiras 24 horas após a emergência dos adultos, a liberação desses ovos ocorre dois dias depois da cópula
  • No início, a lagarta é difícil de ser vista na planta, devido ao tamanho diminuto (5 mm) e à coloração, confundindo-se com a folha. Quando completamente desenvolvidas, a coloração das lagartas é o mais variado possível, havendo exemplares de cor verde, castanho-escura, amarela e preta, sendo mais freqüentes as de cores verde e castanho-escura. A lagarta passa por cinco estádios que duram aproximadamente de 12 a 15 dias, período em que consome, em média, 1.107 cm² de área foliar, sendo que 75% dessa área é consumida no quinto ínstar.
  • Suas mariposas são grandes com cerca de 90 mm de comprimento e são de cor cinza com
    faixas pretas no abdome, em certos anos aparecem em grande número e em outros quase não
    aparecem, geralmente há maiores infestações de dezembro a março e suas lagartas variam de
    verde a preta podendo atingir até100 mm de comprimento e são bastante atraídas pela luz o
    que nos será muito útil.
  • A prática da aração da área para novos plantios contribui entre outras vantagens, no enterrio profundo de algumas pupas, enquanto outras ficam na superfície do solo expostas aos raios solares e aos inimigos naturais. A eliminação das plantas invasoras, especialmente as euforbiáceas, presentes na plantação ou em suas imediações, é outra prática recomendada, as quais servem de hospedeiras à praga. No caso de ataques contínuos do mandarová em uma região, recomenda-se a rotação de culturas, já que ao desaparecer o hospedeiro mais prolífero, diminui a população da praga. Inspeções periódicas das lavouras, identificando os focos iniciais, também tornam o controle mais eficiente. Em áreas pequenas, recomenda-se a catação manual e destruição das lagartas.
  • O inseticida biológico seletivo à base de Bacillus thuringiensis tem mostrado grande eficiência no controle do mandarová, principalmente quando aplicado em lagartas com tamanho entre 5 mm e 3,5 cm de comprimento, ou seja, quando as lagartas estão entre o primeiro e terceiro ínstares.Outro agente biológico de grande eficiência no controle do mandarová é o Baculovirus erinnyis, um vírus que ataca as lagartas. O controle deve ser feito quando forem encontradas de cinco a sete lagartas pequenas por planta. O B. erinnyis pode ser obtido pela maceração de lagartas infectadas na lavoura, as quais apresentam-se descoradas, com perda dos movimentos e da capacidade alimentar, encontrando-se dependuradas nos pecíolos das folhas. Deve-se levar em consideração que as lagartas infectadas levam cerca de seis dias para morrer, porém, a partir do quarto
  • Os principais inimigos naturais do mandarová são microhimenópteros dos gêneros Trichogramma e Telenomus que parasitam os ovos, ao passo que o predador de ovos é Chrysopa. O díptero Chetogena floridensis parasita as lagartas e as vespas Polistes e Polybia agem como predadores
  • O percevejo de renda é uma praga de hábito sugador que ataca a cultura da mandioca em diversos países das Américas do Sul e Central, não tendo sido ainda registrado na África, nem na Ásia. Várias espécies já foram identificadas; no Brasil predomina Vatiga illudens, também encontrada na região do Caribe.
    Subordem sternorrinco
  • A postura é endofítica, ou seja, os ovos ficam inseridos no parênquima foliar
    A ninfa passa por cinco ínstares até alcançar a fase adulta. É de coloração branca e um pouco menor que o adulto. Período ninfal: 13,5 dias, em média
  • O adulto recém-emergido é branco, adquirindo em seguida uma cor acinzentada, medindo aproximadamente 3 mm de comprimento. Longevidade: 53 dias, em média
  • Os adultos e as ninfas (fase jovem do inseto) são encontrados sobre a face inferior das folhas localizadas nas partes basal e mediana da planta, mas quando o ataque é severo, podem chegar até as apicais.
    O ataque ocorre principalmente durante os períodos secos, agravando-se com as secas prolongadas.
    A dispersão ocorre pelo vento. As correntes aéreas podem levar este inseto entre campos de mandioca e também a distâncias mais longas.
  • O dano é causado tanto pelas ninfas como pelos adultos, cujos sinais de ataque manifestam-se por pontuações amarelas pequenas que se tornam de cor arrom-avermelhada. Na face inferior das folhas aparecem inúmeros pontos pequenos, de cor preta, que correspondem aos excrementos dos insetos. Quando a infestação é severa, pode ocorrer o desfolhamento da planta.O dano na folhagem pode causar redução na taxa de fotossíntese e queda das folhas inferiores, porém quando a infestação é severa, pode ocorrer o desfolhamento total da planta. Pode ainda ocorrer reduções no terço superior da parte aérea e no rendimento de raízes, a depender da variedade utilizada, estágio de desenvolvimento da planta, intensidade e duração do ataque. Pesquisas desenvolvidas em Planaltina, DF, indicaram uma perda de 50% no terço superior da parte aérea e de 21% no rendimento de raízes. O ataque do percevejo de renda pode ser confundido com o do ácaro rajado, Tetranychus urticae, entretanto a diferença está em que no ataque de V. illudens observam-se a presença de excrementos na face inferior das folhas, o que
    não é observado quando o ataque é do ácaro rajado.
  • ¾ Resistência varietal
    A utilização de variedades mais tolerantes ao ataque da praga consiste no melhor meio de controle.
    Avaliações preliminares efetuadas no Banco de Germoplasma de Mandioca da Embrapa Mandioca e Fruticultura
    indicaram que a resistência varietal pode estar disponível, mas ainda falta pesquisa para implementar esta tecnologia. Em
    Cruz das Almas, BA, foram encontradas 49 variedades promissoras ao ataque do percevejo de renda.
    Em variedades de mandioca no Distrito Federal, observou-se que as variedades mansas (Mantiqueira e Jaçanã)
    foram mais infestadas que as bravas (IAC-12829 e EAB-629).
  • ¾ Controle biológico
    a) – com insetos Hemiptera: Miridae
    Já foram identificados inimigos naturais; no Brasil foi registrada a ocorrência dos predadores Hyaliodes vitreus (na
    Bahia) e H. beckeri (no Distrito Federal), porém em baixa incidência. Pesquisas são necessárias para comprovar sua
    eficiência.
    b) – com fungos
    Atualmente a Embrapa Cerrados está desenvolvendo pesquisas comparando métodos de produção dos fungos
    Beauveria bassiana, Metarhizium anisopliae e Sporothrix insectorum para o controle biológico do percevejo de renda da
    mandioca, além de teste de eficiência desses fungos no controle do percevejo em casa telada e no campo. Resultados
    preliminares indicam que o fungo B. bassiana é o mais promissor, quando formulado em óleo emulsionável e água. Novos
    experimentos serão realizados para confirmação dos resultados obtidos. Testes de armazenamento desses fungos formulados
    em óleo emulsionável ou na forma de esporos puros e secos estão sendo conduzidos para se determinar o período de
    validade do produto.
  • Protocrisálida,
    deutocrisálida e teliocrisálida são períodos de
    imobilidade ou crisálida nos quais ocorrem
    transformações morfológicas e fisiológicas
    relacionadas às mudanças de fases
  • são manchas cloróticas, pontuações e bronzeamento no limbo, morte das gemas, deformações e queda das folhas, reduzindo a área foliar e a fotossíntese.
  • Até o momento não há nenhum produto registrado para o controle químico de ácaros da mandioca
  • STERNORRYNCHA
  • três seguintes são inativos e sésseis, em forma de
    escama e com asas desenvolvidas internamente, popularmente chamados de ninfas.
  • cuja substância é açucarada e comumente chamada de “mel” ou “mela” pelo agricultor, consiste na presença de um fungo conhecido como fumagina, que reduz a capacidade fotossintética da planta.
  • A parte comercial se constitui de raízes de reserva que se formam ao longo do ciclo da planta, sem apresentar um momento específico de colheita, tratando-se portanto de uma planta de ciclo perene. Assim sendo, a colheita pode ser parcelada, antecipada, ou retardada, de acordo com a conveniência do produtor, levando-se em conta porém, que a antecipação corresponde à produção de raízes de menor tamanho e que o retardamento implica em maior incidência de pragas, além da formação de raízes acima dos padrões comerciais.
    Müller e Börger – 1940, citado por Woolfe (1992), que descobriu que a presença de fitoalexinas, extraída pela primeira vez nesta planta, funcionavam como antibióticos naturais. Quando as raízes são danificadas por fungos patogênicos, tais como Ceratocystis fimbriata (CLARK; MOYER, 1988) ou Fusarium solani (WILSON, 1973) ou então invadidas por brocas como Euscepes postfasciatus (URITANI et al. 1975), a planta reage ao ataque, produzindo uma variedade de sesquiterpenos que tornam o tecido vegetal amargo e com odor forte (SCHNEIDER et al., 1984).
    A cultura é instalada em camalhões ou leiras que devem ser construídas em nível, formando um eficiente sistema de controle da erosão, podendo portanto ocupar áreas marginais e de topografia acidentada. A planta apresenta ainda um crescimento rápido, cobrindo completamente o solo a partir de aproximadamente 45 dias do plantio.
  • Mip- mandioca

    1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE CIENCIAS AGRARIAS DOUTORADO EM PROTEÇÃO DE PLANTAS MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS DA MANDIOCA E BATATA DOCE Lourdes Regina Lopes Batista
    2. 2. MANDIOCA
    3. 3. INTRODUÇÃO • Manihot esculenta Crantz • Euphorbiaceae  • Mandioca, macaxeira, aipim  • Cassava  • América do Sul Fonte: IAPAR, 2012
    4. 4. INTRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS  •  Perene •  Planta heliófila •  25 a 30 °C  • Arbustiva ou semi-arbustiva  Fonte: Nilton Pires,2011
    5. 5. INTRODUÇÃO Há 2 tipos de mandioca: Mandioca brava                     Mandioca mansa           Linamarina  ácido cianídrico
    6. 6. INTRODUÇÃO SISTEMA DE CULTIVO • Plantio em qualquer época do ano • Policultivo Fonte: UFRPE, 2011
    7. 7. INTRODUÇÃO • Espaçamento : 1,0m x 0,60m, em fileiras simples        2.0m x 0.60m x 0,60m em fileiras duplas. Fonte: CEPLAC, 2010
    8. 8. INTRODUÇÃO • Posição do tolete na cova é horizontal  Fonte: COSTA,2011
    9. 9. INTRODUÇÃO UTILIZAÇÃO: RAIZ Fonte: Vieira e Fialho (2007).
    10. 10. INTRODUÇÃO CAULE
    11. 11. INTRODUÇÃO FOLHAS
    12. 12. INTRODUÇÃO 32,6% 52,9% 14,5% ÁFRICA 121,4 milhões t ÁSIA 74,8 milhões t AMÉRICA DO SUL 27 milhões t OUTROS PAÍSES 6,7 milhões t
    13. 13. INTRODUÇÃO 38.256 t. SUDESTE 55.571 t. NORDESTE 38.256 t. SUL 4.886 t. REGIÕES/ ESTADOS ÁREA (1000ha) PRODUÇÃO (10000T) PRODUTIVIDA DE (Kg/ha) PARTICIPAÇÃO % CENTRO OESTE 760 t. Nordeste 772 8.505 11.017 32,6 498 7.628 15.317 29,2 294 5.890 20.034 22,6 Sudeste 149 2.803 18.812 10,7 Centrooeste 74 1.279 17.284 4,9 NORTE FONTE: IBGE, SEAB/DERAL, 2012 NORDESTE Norte 166 t. Sul
    14. 14. PRINCIPAIS PRAGAS DA MANDIOCA
    15. 15. PRAGAS Fonte: Dia de campo, 2011 Fonte: Agrolink, 2013 Fonte:: Thaiany Regina , 2013 Fonte:: Thaiany Regina , 2013
    16. 16. FENOLOGIA X PRAGA 5-15 DAP 15-90 DAP 90-180 DAP 180-300 DAP 300-360 DAP Fonte: Hortibrasil, 2010 Mandarová Ácaro verde Mosca-branca Percevejo da renda Brocas das hastes
    17. 17. MANDAROVÁ • Erinnyis ello ello • Ordem: Lepidoptera • Família: Sphingidae • Uma das pragas mais pejudiciais Fonte: Araujo, 2010
    18. 18. MANDAROVÁ • Ovo Cópula ocorre durante a noite Liberação ocorre dois dias apos cópula Grandes sobre as folhas Fonte: Leite e Alves
    19. 19. MANDAROVÁ • Início: difícil de ser vista na planta • Desenvolvidas, coloração: variada • Cinco estádios - 12 a 15 dias • 75% - quinto ínstar Fonte: Campos, 2010
    20. 20. MANDAROVÁ • Mariposas 90 mm • Cor cinza com faixas pretas no abdome • Maiores infestações de dezembro a março Fonte:Forestry Images, 2010
    21. 21. MANDAROVÁ • severo desfolhamento Fonte: Alô a todos, 2013
    22. 22. MANDAROVÁ CONTROLE • Inspeções periódicas das lavouras • Aração da área para novos plantios • Eliminação das plantas invasoras • Rotação de culturas • Catação manual e destruição das lagartas.
    23. 23. MANDIOCA CONTROLE • Inseticida biológico - Bacillus thuringiensis • Baculovirus erinnyis: - Cinco a sete lagartas pequenas por planta - Maceração de lagartas infectadas - Seis dias para morrer
    24. 24. • INIMIGOS NATURAIS Fonte: Charley Eiseman,2011 Fonte: Charley Eiseman,2011 Fonte:Forestry Images, 2010 Fonte:Wikipedia,2013 Polistes sp Telenomus sp Chetogena floridensis Trichogramma sp MANDAROVÁ
    25. 25. PERCEVEVO DA RENDA • Vatiga illudens • Ordem:Hemiptera • Família: Tingidae • Hábito sugador • Américas do Sul e Central Fonte: Michael C. Thomas,2009
    26. 26. PERCEVEVO DA RENDA OVO • Postura endofítica NINFA • Período ninfal: 13,5 dias, em média • Cinco ínstares • Coloração branca
    27. 27. PERCEVEVO DA RENDA Adulto • Recém-emergido é branco • 3 mm de comprimento. • Longevidade: 53 dias, em média Fonte:: Thaiany Regina , 2013
    28. 28. PERCEVEVO DA RENDA • Adultos e as ninfas: - Face inferior das folhas - Partes basal e mediana • Ataque: períodos secos • Dispersão: vento
    29. 29. PERCEVEVO DA RENDA INJÚRIAS • Pequenas pontuações amarelas- Marrom-avermelhada. • Na face inferior - pequenos pontos, de cor preta, que correspondem aos Excrementos dos insetos
    30. 30. PERCEVEVO DA RENDA CONTROLE • Resistência varietal Cruz das Almas - 49 variedades promissoras Distrito Federal: variedades mansas (Mantiqueira e Jaçanã) X bravas (IAC-12829 e EAB-629)
    31. 31. PERCEVEVO DA RENDA • Controle biológico a)– com insetos IN: Hyaliodes vitreus – BA H. beckeri – DF b) – com fungos - Beauveria bassiana, - Metarhizium anisopliae - Sporothrix insectorum
    32. 32. ÁCARO VERDE • • • • • Mononychellus tanajoa Ordem: Acari Família: Tetranychidae face inferior das folhas Estação seca Fonte: Agrolink, 2013
    33. 33. ÁCARO VERDE FASES: • Ovo • Larva • Protocrisálida • Protoninfa • Deutocrisálida • Deutoninfa • Teliocrisálida • Adulto.
    34. 34. ÁCARO VERDE • A fêmea adulta 0,4 mm de comprimento • Ovo a adulto dura cerca de 10 dias • Período de oviposição 16 dias • Postura de cerca de 5 ovos por fêmea
    35. 35. ÁCARO VERDE • Manchas cloróticas, • pontuações e bronzeamento no limbo, • morte das gemas • deformações e queda das folhas
    36. 36. ÁCARO VERDE CONTROLE • Cultivares resistentes e/ou tolerantes • Controle cultural 1) destruição de plantas hospedeiras; 2) inspeções periódicas 3) destruição dos restos de cultura 4) Material de plantio sadio 5) distribuição adequada das plantas no campo, para reduzir a disseminação dos ácaros.
    37. 37. ÁCARO VERDE • INIMIGOS NATURAIS Neozygites sp Diversos ácaros benéficos da família Phytoseiidae;
    38. 38. MOSCA BRANCA • Aleurothrixus aepim • Gêneros: Aleurotrachelus, Trialeurodes, Bemisia, Aleurothrixus, Aleurodicus Tetraleurodes • Ordem: Hemiptera • Família: Aleyrodidae Fonte: Agrolink, 2013
    39. 39. MOSCA BRANCA Fonte:Diário do Comércio & Indústria, 2013
    40. 40. MOSCA BRANCA • Hemimetabolia: Quatro ínstares primeiro ínstar é ativo três seguintes são inativos e sésseis :ninfas quarto ínstar - pupa
    41. 41. MOSCA BRANCA Amarelecimento e encrespamento das folhas apicais, pequenos pontos cloróticos. Fonte:Yoneya, 2011
    42. 42. MOSCA BRANCA Dano indireto – excrementos - fumagina Fonte: Morais, 2010
    43. 43. MOSCA BRANCA CONTROLE • Intercalção com outras culturas não hospedeiras • Uso de cultivares mais tolerantes
    44. 44. BATATA DOCE
    45. 45. INTRODUÇÃO • Ipomoea batatas • Ordem : Solanales • Familia: Convolvulacea Fonte: wikipedia, 2013
    46. 46. INTRODUÇÃO CARACTERISTICAS • É de fácil cultivo • Permite colheita prolongada • Apresenta resistência a pragas e doenças • É mecanizável • É protetora do solo
    47. 47. PRAGAS CHAVES Fonte: Sullivan, 2010 Fonte: Boldsytems, 2008
    48. 48. FENOLOGIA X PRAGA DESENVOLVIMENTO DA PARTE AEREA TUBERIZAÇÃO E VEGETATIVO TUBERIZAÇÃO Brocas
    49. 49. BROCA-DA-RAIZ • Euscepes postfasciatus, • Ordem: Coleoptera • Família: Curculionidae Fonte:Tsuguo Kohama, 2013
    50. 50. BROCA-DA-RAIZ ovos: • Ovóides • Amarelo a amarelo-acinzentado • Depositados individualmente em cavidades rasas nas raízes tuberosas, e coberto com fezes Fonte: EMBRAPA,2008
    51. 51. BROCA-DA-RAIZ • Larva : São branco sem pernas e menos de 1 cm de comprimento. Fonte:Tsuguo Kohama, 2013
    52. 52. BROCA-DA-RAIZ • Pupa :São branco cremoso e encontraram dentro dos túneis nas raízes e caules. Fonte:Tsuguo Kohama, 2013
    53. 53. BROCA-DA-RAIZ • Adulto : - 3 a 5mm de comprimento - marrom avermelhado - corpo compacto - cerdas curtas - cabeça é pequena - manchas claras Fonte:Keiji Yasuda, 2013
    54. 54. BROCA-DA-RAIZ • Apodrecem ou mostram-se com o aspecto físico, cheiro e sabor bastante alterados, tornado-se imprestáveis para o consumo. Fonte:Keiji Yasuda, 2013
    55. 55. BROCA-DA-RAIZ • Orifícios de saída de adultos de E.  postfasciatus, gorgulhos no infestada raiz batata doce Fonte:Keiji Yasuda, 2013
    56. 56. BROCA-DA-RAIZ Controle Cultural • • • • • Material sadio para plantio. Rotação de culturas. Amontoa solo ao redor da base de plantas Preenchimento de fissuras do solo. Aplicando irrigação suficiente para prevenir ou reduzir o fendilhamento do solo.
    57. 57. BROCA-DA-RAIZ CONTROLE BIOLOGICO • Fungos entomopatogênicos especialmente Beauveria bassiana Fonte:Keiji Yasuda, 2013
    58. 58. BROCA-DA-RAIZ INIMIGO NATURAL • Fêmeas adultas Bracon sp (Hymenoptera), um parasitóide de larvas Fonte:Keiji Yasuda, 2013
    59. 59. BROCA-DAS-RAMAS • Megastes pusialis • Ordem: Lepidoptera • Família: Pyralidae Fonte: Boldsytems, 2008
    60. 60. BROCA-DA-RAMA Ovo • Formato elíptico • 1,5 por 1,2 mm • Achatado • coloração verde • vermelho-escura próximo à eclosão.
    61. 61. BROCA-DAS-RAMAS LAGARTA: • cor rosada com pontuações escuras • Empupam por duas semanas dentro das hastes • Ciclo que dura, em média, 57 dias.
    62. 62. BROCA-DA-RAIZ BROCA-DAS-RAMAS • Os adultos são mariposas pardo-escuras e medem 40 a 45mm de envergadura Fonte: Boldsytems, 2008
    63. 63. BROCA-DAS-RAMAS • formam galerias largas dentro do caule e hastes largas, podendo se estender até às batatas Fonte: EMBRAPA, 2008
    64. 64. BROCA-DAS-RAMAS • Percebe-se o ataque às hastes pelo seu entumecimento, pelas rachaduras e presença de orifícios de saída do inseto • Na galeria formada no interior da haste são encontrados excrementos típicos, larvas, fios de seda e até casulos • Murchamento e secamento das ramas que se soltam facilmente da planta
    65. 65. BROCA-DAS-RAMAS CONTROLE • Plantio de material de propagação (ramas ou raízes tuberosas) sadio • Produção de ramas em viveiros • Eliminação dos restos de cultura • Plantio de variedades resistentes • Rotação de culturas
    66. 66. BROCA-DAS-RAMAS • INIMIGOS NATURAIS Chalcididae (Hymenoptera), parasitóide de larva Braconidae (Hymenoptera), parasitóide de larva
    67. 67. OBRIGADA.

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