SlideShare uma empresa Scribd logo
Formação e Desenvolvimento
das Sementes
Introdução
 Conquista do Ambiente Terrestre: raízes; epiderme (cutícula); elementos traqueais;
Mutações nos processos reprodutivos cada vez mais independentes da
água.
 Briófitas: arquegônios (oosfera) + anterídeos (anterozóides flagelados)
 Geração Gametofítica mais desenvolvida que Esporofítica
Pteridófitas:
 Geração Esporofítica mais desenvolvida que Gametofítica (efêmera)
 Gimnospermas e Angiospermas (Espermatófitas)
 Independência da água
 Gameta levado até a oosfera pelo tubo polínico (SIFONOGAMIA)
Introdução
Multiplicação das plantas
Reprodução via SEXUADA  SEMENTES
Produção de um novo organismo com intervenção de células ou núcleos
sexuais  há renovação do indivíduo.
Propagação  via ASSEXUADA
Multiplicação de plantas sem o envolvimento de sexos. Partes vegetativas,
células e tecidos da planta com capacidade de regeneração 
manutenção de clones.
Introdução
Reino Vegetal: 350.000 espécies descritas
250.000 multiplicadas por sementes
Florescimento
Início da fase do ciclo de vida vegetal que culmina com a formação da
semente.
Representação de uma flor completa.
Carpelo
Estame
Pétala
Sépala
Pedunculo floral
Receptáculo floral
Unidade 02 formação e desenvolvimento das sementes
Sépalas: folhas modificadas, clorofiladas. Conjunto: cálice.
Sustentam as pétalas e protegem o botão floral.
Flor gamossépala Flor dialissépala
PARTES DA FLOR – verticilos florais externos
PARTES DA FLOR – verticilos florais externos
Pétalas:
Servem para atração de agentes polinizadores.
Flor dialipétala Flor gamopétala
folhas modificadas, grandes, geralmente coloridas.
Conjunto: corola.
Pétalas + sépalas = perianto.
Nectários:
Glândulas odoríferas:
produzem líquido açucarado. Atração de agentes polinizadores.
produzem substâncias voláteis de odor forte.
Atração de agentes polinizadores.
PARTES DA FLOR – termos usuais
Existem plantas cujas sépalas e pétalas são idênticas.
Nesse caso, chamamos de tépalas.
Androceu: conjunto de verticilos florais masculinos. Cada verticilo: estame
Antera
Filete
Estames
Conectivo
Antera
Filete
PARTES DA FLOR – verticilos florais internos
Gineceu:
Flor unicarpelar
Flor pluricarpelar
conjunto de verticilos florais femininos.
Cada verticilo é um carpelo ou pistilo.
Estigma
Estilete
Ovário
Receptáculo
SincárpicoApocárpicoSimples
PARTES DA FLOR – verticilos florais internos
Flores Díclinas: apresentam apenas o ANDROCEU ou o GINECEU.
Elementos e em flores separadas.
TIPOS DE FLORES
Monóica Dióica
Díclina Feminina Díclina Masculina
TIPOS DE FLORES
Monóclina ou Hermafrodita
Flores Monóclinas: apresentam tanto o ANDROCEU quanto o GINECEU.
Elementos e na mesma flor.
Maioria das Angiospermas.
Mecanismos que dificultam a autofecundação   fecundação cruzada.
Esporogênese e Gametogênese
 Microsporogênese: processo que conduz à formação do grão de pólen;
 Macrosporogênese: conduz à formação do saco embrionário do óvulo;
 Microgametogênese: formação dos núcleos espermáticos masculinos;
 Macrogametogênese: formação do gameta feminino – oosfera.
Unidade 02 formação e desenvolvimento das sementes
Unidade 02 formação e desenvolvimento das sementes
Microsporogênese
Microsporogênese
Célula vegetativa:
responsável pela formação do
tubo polínico.
Célula geradora:
responsável pela
formação dos gametas
masculinos – núcleos
espermáticos.
Microsporogênese
Tipos de grãos de polén
Macrosporogênese
Funículo
Calaza
Tegumento externo
Tegumento interno
Antípodas
Saco embrionário
Núcleos polares
Oosfera
Sinérgidas
Micrópila
Unidade 02 formação e desenvolvimento das sementes
Polinização
Deiscência da antera promove a
liberação dos grãos de pólen e
são transferidos para o estigma.
Polinização - tipos
Autopolinização
Compreende a
transferência dos grãos de
pólen da antera para
estigmas da mesma flor.
Arroz, feijão, algodão,
amendoim, citros,
berinjela, alface, tomate,
quiabo, fumo.
A progênie é praticamente
idêntica à planta-mãe.
Polinização cruzada
Compreende a
transferência dos grãos de
pólen da antera para
estigmas de flores de
plantas diferentes.
Milho, centeio, crotalaria,
cebola, repolho, mamona,
girassol, cucurbitáceas.
A progênie apresenta ampla
diversidade genética.
Polinização – agentes polinizadores
Polinização Anemófila
Polinização – agentes polinizadores
Polinização Hidrófila
Vallisneria
spiralis
Polinização – agentes polinizadores
ZOOFILIA: agentes polinizadores são os animais.
 Atração visual: cor e forma da corola;
 Odor: reações instintivas;
 Pólen: fonte de alimento, rico em proteínas;
 Néctar: líquido açucarado;
 Óleos: glândulas ou tricomas que secretam óleos.
Polinização – agentes polinizadores
Polinização Entomófila: INSETOS
Polinização – agentes polinizadores
Polinização Quiropterófila: MORCEGOS
Polinização – agentes polinizadores
Polinização Ornitófila: PÁSSAROS
Polinização
90% das espécies de Angiospermas apresentam flores monóclinas.
Vantagem da AUTOGAMIA (autopolinização)  AUTOFECUNDAÇÃO.
Mecanismos morfológicos e fisiológicos que impedem a autopolinização.
Favorecendo a POLINIZAÇÃO CRUZADA
Polinização
Quando uma flor monóclina libera o grão de pólen concomitantemente à
maturação do estigma = HOMOGAMIA - autocompatíveis
AUTO-INCOMPATIBILIDADE
Dicogamia Heterostilia
Polinização
Dicogamia:
Determina diferenças na época de maturidade da antera e do estigma,
exigindo ajustes na época de semeadura, especialmente para a
produção de híbridos.
 Protandria: os estames amadurecem e liberam pólen antes da
maturação do estigma. (milho, pecã, cebola).
 Protoginia: os estigmas amadurecem antes que os estames.
(variedades de abacate, anonáceas).
Polinização
Heterostilia:
Quando numa mesma população existem flores com estames e pistilos
de tamanhos diferentes.
 Longistilia: quando o estilete é longo e filetes são curtos.
 Brevestilia: quando flores tem estilete curto (breve) e filetes longos.
Estigma
Antera
Estilo longo
Longestila
Antera
Estigma
Estilo curto
Brevestila
Unidade 02 formação e desenvolvimento das sementes
Fecundação
É o encontro do gameta masculino com o feminino, ou seja,
do núcleo espermático com a oosfera.
FUSÃO DOS NÚCLEOS SEXUAIS
Unidade 02 formação e desenvolvimento das sementes
Fecundação
Quando os grãos de pólen alcançam o estigma, aderem à sua superfície
(exina)
Absorvem o líquido estigmático e “germinam” para formar tubo polínico,
que se desenvolvem no interior do estilete até alcançar o ovário
Um deles completa seu crescimento, até atuar na fecundação.
Unidade 02 formação e desenvolvimento das sementes
Unidade 02 formação e desenvolvimento das sementes
Unidade 02 formação e desenvolvimento das sementes
Fecundação
Fecundação  fusão dos núcleos sexuais.
[núcleo espermático (n) x núcleo da oosfera (n)] = 2n
Origem ao EMBRIÃO da semente (por divisões mitóticas)
Dupla Fecundação
[núcleo espermático (n) x núcleos polares, mesocisto (n+n)] = 3n
Origem ao ENDOSPERMA (por divisões mitóticas)
- tecido nutritivo
- Específico das ANGIOSPERMAS
Fecundação
Após a FECUNDAÇÃO
ÓVULO  SEMENTE
EMBRIÃO do novo esporófito
ao GERMINAR  plântula  planta.
OVÁRIO  FRUTO.
Embriogênese
É o desenvolvimento do embrião.
Após a fertilização  OOSFERA fecundada  ZIGOTO  entra em fase
de repouso e após, inicia uma série de divisões que resultarão no
EMBRIÃO.
O plano da primeira divisão do ZIGOTO é
quase sempre transversal e resulta na
formação de duas células:
1. Célula basal (proximal): mais próxima à
micrópila  SUSPENSOR
2. Célula distal (terminal): para o centro do
megasporófito (saco embrionário)
Estabelecimento precoce da polaridade das
plantas  parte aérea e o sistema radicular
Embriogênese
PRÓ-EMBRIÃO: estrutura de formato aproximadamente cilíndrico.
SUSPENSOR: formação transitória e desempenha funções de
sustentação, de reserva e haustorial, auxiliando na nutrição e sendo
digerida com o desenvolvimento do embrião.
 “empurra” o embrião em desenvolvimento para o centro do óvulo,
desempenhando papel importante na transferência de nutrientes e de
reguladores de crescimento dos tecidos maternos para o embrião em
formação;
 Se ocorrer injúria, pode afetar o desenvolvimento do embrião;
 Forma de pedúnculo, podendo ser constituído de apenas uma célula ou
de várias e, ainda, por uma massa de células que não se distingue
facilmente do embrião.
EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em dicotiledôneas
Suspensor
Estágio duas células
Suspensor
Suspensor
Suspensor
Suspensor
Pró-embrião
Cotilédones em desenvolvimento
Cotilédones
Epicótilo
Hipocótilo
Radícula
EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em dicotiledôneas
Suspensor
Estágio duas células
Suspensor
Suspensor
Suspensor
Suspensor
Pró-embrião
Cotilédones em desenvolvimento
Cotilédones
Epicótilo
Hipocótilo
Radícula
Cotilédones: estruturas armazenadoras temporárias de reservas ou as
primeiras folhas embrionárias, em dicotiledôneas exalbuminosas, ou uma
estrutura de transferência de reservas do endosperma e de proteção ao
eixo embrionário, em monocotiledôneas.
EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em dicotiledôneas
Suspensor
Estágio duas células
Suspensor
Suspensor
Suspensor
Suspensor
Pró-embrião
Cotilédones em desenvolvimento
Cotilédones
Epicótilo
Hipocótilo
Radícula
Epicótilo: presente na plúmula, em forma meristemática, situando-se
acima do nó cotiledonar.
EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em dicotiledôneas
Suspensor
Estágio duas células
Suspensor
Suspensor
Suspensor
Suspensor
Pró-embrião
Cotilédones em desenvolvimento
Cotilédones
Epicótilo
Hipocótilo
Radícula
Hipocótilo: região de transição vascular entre raiz e caule. Eixo do
embrião situado abaixo ao nó cotiledonar (gimnospermas e dicotiledôneas)
EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em dicotiledôneas
Suspensor
Estágio duas células
Suspensor
Suspensor
Suspensor
Suspensor
Pró-embrião
Cotilédones em desenvolvimento
Cotilédones
Epicótilo
Hipocótilo
Radícula
Radícula: raiz embrionária, rudimentar.
EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em monocotiledôneas (gramínea)
Suspensor
Início do desenvolvimento do coleóptilo
Início do desenvolvimento da plúmula
Escutelo
(Cotilédone)
Coleóptilo
Plúmula
(folhas primárias)
Raízes
adventícias
seminais
Radícula
Coleorriza
EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em monocotiledôneas (gramínea)
Suspensor
Início do desenvolvimento do coleóptilo
Início do desenvolvimento da plúmula
Escutelo
(Cotilédone)
Coleóptilo
Plúmula
(folhas primárias)
Raízes
adventícias
seminais
Radícula
Coleorriza
Coleóptilo: parte do cotilédone que protege a plúmula em gramíneas; é
fotossensível, tendo crescimento paralisado quando exposto à luz;
apresenta um poro apical, de modo que a plúmula pode rompê-lo e
continuar seu desenvolvimento.
EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em monocotiledôneas (gramínea)
Suspensor
Início do desenvolvimento do coleóptilo
Início do desenvolvimento da plúmula
Escutelo
(Cotilédone)
Coleóptilo
Plúmula
(folhas primárias)
Raízes
adventícias
seminais
Radícula
Coleorriza
Plúmula: massa de células meristemáticas, constituindo a gema apical ou
broto vegetativo do embrião. A partir da plúmula se desenvolvem os
primórdios foliares, o epicótilo, o caule e as folhas do vegetal.
EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em monocotiledôneas (gramínea)
Suspensor
Início do desenvolvimento do coleóptilo
Início do desenvolvimento da plúmula
Escutelo
(Cotilédone)
Coleóptilo
Plúmula
(folhas primárias)
Raízes
adventícias
seminais
Radícula
Coleorriza
Coleorriza: camada de tecido formando uma “capa” protetora da radícula,
em várias gramíneas.
EMBRIOGÊNESE: partes do embrião
Radícula
Hipocótilo: região de transição vascular entre raiz e caule ( caulículo)
Cotilédones: dicotiledôneas e monocotiledôneas
Plúmula: gema apical
Epicótilo: presente na plúmula (acima do nó cotiledonar)
Desenvolvimento do Endosperma
Durante o desenvolvimento do embrião... Acompanhadas ou não pela formação de
paredes celulares, formando uma massa
celular que pode preencher todo o espaço
não ocupado pelo embrião.
Inclui a deposição de reservas provenientes
da transferência de MS da planta-mãe para
a sementes em desenvolvimento.
(ALBÚMEN)
- O tecido do ENDOSPERMA é triplóide (3n).
- Função: fornecer proteção e suporte nutritivo para o desenvolvimento do
embrião ou para a germinação.
Desenvolvimento do Endosperma
Quanto ao tecido de reserva:
1. Sementes Endospermáticas ou Albuminosas:
em sementes maduras, as reservas armazenadas durante a maturação
destinam-se à nutrição do embrião durante a germinação.
Ex.: sementes de gramíneas, mamona, seringueira, tomate, café,
beterraba, cebola.
Desenvolvimento do Endosperma
Quanto ao tecido de reserva:
2. Sementes Exalbuminosas ou sem endosperma
Endosperma consumido durante a formação do embrião.
A reserva é armazenada nos cotilédones.
Ex.: maioria das dicotiledôneas 
leguminosas, malváceas, cucurbitáceas, compostas.
Desenvolvimento do Endosperma
Após a fecundação  NUCELA  consumida durante o desenvolvimento
do embrião ou do endosperma.
Raramente persiste  células aumentam de volume acumulando reservas
e transformando no PERISPERMA.
Corte de uma semente de beterraba
Desenvolvimento do tecido nucelar materno
Perisperma + Endosperma
podem ocorrer juntos em sementes de
algumas espécies:
como o café e a beterraba.
Desenvolvimento do Tegumento
Tegumento: cobertura, envoltório ou casca.
Formação:
- a partir do integumentos do óvulo.
Integumento externo – PRIMINA 
Tegumento externo  TESTA
Integumento interno – SECUNDINA 
Tegumento interno  TEGMA
Desenvolvimento do Tegumento
Funções:
Desenvolvimento do Tegumento
Tegumento suplementar: estruturas especiais que podem aparecer na
superfície das sementes.
1. ARILO: excrescência carnosa formada no funículo (pedúnculo do
ovário) ou em torno do hilo.
2. CARÚNCULA: resultante da proliferação de células do tegumento
externo que se forma na região da micrópila.
Desenvolvimento do Tegumento
3. HILO: cicatriz que representa ponto de união do funículo à semente,
deixada após a abscisão do funículo.
Desenvolvimento do Tegumento
4. MICRÓPILA: abertura correspondente à micrópila do óvulo, através da
qual ocorre a protrusão da raiz primária, indicando o início da germinação.
5. RAFE: linha em ressalto, resultante da adesão do funículo ao tegumento,
em óvulos anátropos ou curvos.
Óvulo anátropo
Desenvolvimento do Tegumento
6. SARCOTESTA: material gelatinoso que protege a semente. Pode levar a
uma germinação lenta e desuniforme.
Ex: Mamão, Ingá
Fruto e Semente
Fruto: ovário maduro, incluindo uma ou mais sementes.
Partes: PERICARPO: epicarpo, mesocarpo, endocarpo
Sementes-fruto:
Milho  cariopse
Girassol  aquênio
Há digestão das camadas integumentares e
de outras camadas intermediárias durante a
formação das sementes e estas são
protegidas pelas paredes do fruto (pericarpo),
fortemente aderidas aos vestígios
tegumentares.
Fruto e Semente
Cariopse – Milho
Único fruto, pericarpo funde-se com o tegumento da semente.
Fruto e Semente
Único fruto, pericarpo funde-se com o tegumento da semente.
Fruto e Semente
Aquênio - Girassol
Semente
SEMENTE:
Tegumento: TESTA + TEGMA
Endosperma: (?)
Embrião: COTILÉDONE(s)
EIXO EMBRIONÁRIO (Plúmula, Hipocótilo, Radícula)
Semente
SEMENTE: tegumento, endosperma e embrião
Semente
SEMENTE: tegumento, endosperma e embrião
Por que estudar: Formação + Morfologia de sementes?
Por que estudar: Formação + Morfologia de sementes?
Por que estudar: Formação + Morfologia de sementes?
Unidade 02 formação e desenvolvimento das sementes

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula tecidos vegetais
Aula tecidos vegetaisAula tecidos vegetais
Aula tecidos vegetais
Ronaldo Professorr
 
Unidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementesUnidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementes
Bruno Rodrigues
 
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTESGERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
carlinhosmatos
 
Semente – Anatomia E Morfologia
Semente – Anatomia E MorfologiaSemente – Anatomia E Morfologia
Semente – Anatomia E Morfologia
profatatiana
 
Aula 02 cultura do maracujá.
Aula 02  cultura do maracujá.Aula 02  cultura do maracujá.
Aula 02 cultura do maracujá.
CETEP, FTC, FASA..
 
Normas de Produção de Sementes
Normas de Produção de SementesNormas de Produção de Sementes
Normas de Produção de Sementes
Az. O.
 
Técnicas de Propagação Vegetativa
Técnicas de Propagação Vegetativa Técnicas de Propagação Vegetativa
Técnicas de Propagação Vegetativa
Leandro A. Machado de Moura
 
Manejo Integrado de Pragas
Manejo Integrado de PragasManejo Integrado de Pragas
Manejo Integrado de Pragas
AgriculturaSustentavel
 
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de DesenvolveComo a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
Geagra UFG
 
Morfologia e fisiologia algodão
Morfologia e fisiologia algodãoMorfologia e fisiologia algodão
Morfologia e fisiologia algodão
Geagra UFG
 
Fisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantasFisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantas
Ana Carolina Boa
 
Manejo Integrado de Doenças de Plantas
Manejo Integrado de Doenças de PlantasManejo Integrado de Doenças de Plantas
Manejo Integrado de Doenças de Plantas
AgriculturaSustentavel
 
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do MilhoCultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Ítalo Arrais
 
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIROMORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
Geagra UFG
 
Importancia Sementes
Importancia SementesImportancia Sementes
Importancia Sementes
Nathalia Carvalho
 
AULA 1 Produção de mudas.ppt
AULA 1 Produção de mudas.pptAULA 1 Produção de mudas.ppt
AULA 1 Produção de mudas.ppt
UFV
 
Unidade 04 germinação das sementes
Unidade 04 germinação das sementesUnidade 04 germinação das sementes
Unidade 04 germinação das sementes
Bruno Rodrigues
 
Unidade 01 importância das sementes para a agricultura
Unidade 01 importância das sementes para a agriculturaUnidade 01 importância das sementes para a agricultura
Unidade 01 importância das sementes para a agricultura
Bruno Rodrigues
 
A cultura do Milho
A cultura do MilhoA cultura do Milho
A cultura do Milho
Killer Max
 
Seminario beneficiamento de sementes
Seminario beneficiamento de sementesSeminario beneficiamento de sementes
Seminario beneficiamento de sementes
Djeison Oliveira
 

Mais procurados (20)

Aula tecidos vegetais
Aula tecidos vegetaisAula tecidos vegetais
Aula tecidos vegetais
 
Unidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementesUnidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementes
 
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTESGERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
 
Semente – Anatomia E Morfologia
Semente – Anatomia E MorfologiaSemente – Anatomia E Morfologia
Semente – Anatomia E Morfologia
 
Aula 02 cultura do maracujá.
Aula 02  cultura do maracujá.Aula 02  cultura do maracujá.
Aula 02 cultura do maracujá.
 
Normas de Produção de Sementes
Normas de Produção de SementesNormas de Produção de Sementes
Normas de Produção de Sementes
 
Técnicas de Propagação Vegetativa
Técnicas de Propagação Vegetativa Técnicas de Propagação Vegetativa
Técnicas de Propagação Vegetativa
 
Manejo Integrado de Pragas
Manejo Integrado de PragasManejo Integrado de Pragas
Manejo Integrado de Pragas
 
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de DesenvolveComo a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
 
Morfologia e fisiologia algodão
Morfologia e fisiologia algodãoMorfologia e fisiologia algodão
Morfologia e fisiologia algodão
 
Fisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantasFisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantas
 
Manejo Integrado de Doenças de Plantas
Manejo Integrado de Doenças de PlantasManejo Integrado de Doenças de Plantas
Manejo Integrado de Doenças de Plantas
 
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do MilhoCultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
 
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIROMORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
 
Importancia Sementes
Importancia SementesImportancia Sementes
Importancia Sementes
 
AULA 1 Produção de mudas.ppt
AULA 1 Produção de mudas.pptAULA 1 Produção de mudas.ppt
AULA 1 Produção de mudas.ppt
 
Unidade 04 germinação das sementes
Unidade 04 germinação das sementesUnidade 04 germinação das sementes
Unidade 04 germinação das sementes
 
Unidade 01 importância das sementes para a agricultura
Unidade 01 importância das sementes para a agriculturaUnidade 01 importância das sementes para a agricultura
Unidade 01 importância das sementes para a agricultura
 
A cultura do Milho
A cultura do MilhoA cultura do Milho
A cultura do Milho
 
Seminario beneficiamento de sementes
Seminario beneficiamento de sementesSeminario beneficiamento de sementes
Seminario beneficiamento de sementes
 

Destaque

Sementes - Morfologia Vegetal
Sementes - Morfologia VegetalSementes - Morfologia Vegetal
Sementes - Morfologia Vegetal
José Teles Monteiro
 
Aula1. introdução e importância das sementes
Aula1. introdução e  importância das sementesAula1. introdução e  importância das sementes
Aula1. introdução e importância das sementes
Arnaldo Nonato
 
Semente historico e importância
Semente historico e importânciaSemente historico e importância
Semente historico e importância
Universidade Federal do Ceará - UFCE
 
Aula 7 Prof. Guth Berger
Aula 7 Prof. Guth BergerAula 7 Prof. Guth Berger
Aula 7 Prof. Guth Berger
Matheus Yuri
 
Germinação e Formação da semente e fruto
Germinação e Formação da semente e frutoGerminação e Formação da semente e fruto
Germinação e Formação da semente e fruto
Dayanne Joyce
 
Flor – Morfologia E Anatomia
Flor – Morfologia E AnatomiaFlor – Morfologia E Anatomia
Flor – Morfologia E Anatomia
profatatiana
 
Germinação das sementes
Germinação das sementesGerminação das sementes
Germinação das sementes
sarafaleiro
 
Desenvolvimento das plantas
Desenvolvimento das plantasDesenvolvimento das plantas
Desenvolvimento das plantas
Joseanny Pereira
 
Sementes germinacao
Sementes germinacaoSementes germinacao
Sementes germinacao
Ana Picão
 
Aula sobre Germinação - 4° Ano
Aula sobre Germinação - 4° AnoAula sobre Germinação - 4° Ano
Aula sobre Germinação - 4° Ano
jumachareth
 
Capa, contra capa, introdução ,conclusão, biografia,
Capa, contra capa, introdução ,conclusão, biografia,Capa, contra capa, introdução ,conclusão, biografia,
Capa, contra capa, introdução ,conclusão, biografia,
Jaqueline Sarges
 
Anatomia do Fruto e da Semente
Anatomia do Fruto e da SementeAnatomia do Fruto e da Semente
Anatomia do Fruto e da Semente
Diego Santos
 
Relatório de estágio curricular - Bruna Regensburger
Relatório de estágio curricular - Bruna RegensburgerRelatório de estágio curricular - Bruna Regensburger
Relatório de estágio curricular - Bruna Regensburger
Bruna Regensburger
 
Manual análise sanintária de sementes
Manual análise sanintária de sementesManual análise sanintária de sementes
Manual análise sanintária de sementes
Giselle Rodolfo
 
Germinação de Sementes
Germinação de SementesGerminação de Sementes
Germinação de Sementes
goncotrin
 
Flor
FlorFlor
Flor
Pelo Siro
 
Sementes recalcitrantes
Sementes recalcitrantesSementes recalcitrantes
Sementes recalcitrantes
Samanta Lacerda
 
Efeito materno e herança extracromossômica
Efeito materno e herança extracromossômicaEfeito materno e herança extracromossômica
Efeito materno e herança extracromossômica
Elaine Silva
 
3ª série em_aula_1_-_reino_plantae_-_gimnospermas_e_angiospermas
3ª série em_aula_1_-_reino_plantae_-_gimnospermas_e_angiospermas3ª série em_aula_1_-_reino_plantae_-_gimnospermas_e_angiospermas
3ª série em_aula_1_-_reino_plantae_-_gimnospermas_e_angiospermas
Jéssica Eichelt
 
Normas de Produção de Sementes
Normas de Produção de Sementes Normas de Produção de Sementes
Normas de Produção de Sementes
Az. O.
 

Destaque (20)

Sementes - Morfologia Vegetal
Sementes - Morfologia VegetalSementes - Morfologia Vegetal
Sementes - Morfologia Vegetal
 
Aula1. introdução e importância das sementes
Aula1. introdução e  importância das sementesAula1. introdução e  importância das sementes
Aula1. introdução e importância das sementes
 
Semente historico e importância
Semente historico e importânciaSemente historico e importância
Semente historico e importância
 
Aula 7 Prof. Guth Berger
Aula 7 Prof. Guth BergerAula 7 Prof. Guth Berger
Aula 7 Prof. Guth Berger
 
Germinação e Formação da semente e fruto
Germinação e Formação da semente e frutoGerminação e Formação da semente e fruto
Germinação e Formação da semente e fruto
 
Flor – Morfologia E Anatomia
Flor – Morfologia E AnatomiaFlor – Morfologia E Anatomia
Flor – Morfologia E Anatomia
 
Germinação das sementes
Germinação das sementesGerminação das sementes
Germinação das sementes
 
Desenvolvimento das plantas
Desenvolvimento das plantasDesenvolvimento das plantas
Desenvolvimento das plantas
 
Sementes germinacao
Sementes germinacaoSementes germinacao
Sementes germinacao
 
Aula sobre Germinação - 4° Ano
Aula sobre Germinação - 4° AnoAula sobre Germinação - 4° Ano
Aula sobre Germinação - 4° Ano
 
Capa, contra capa, introdução ,conclusão, biografia,
Capa, contra capa, introdução ,conclusão, biografia,Capa, contra capa, introdução ,conclusão, biografia,
Capa, contra capa, introdução ,conclusão, biografia,
 
Anatomia do Fruto e da Semente
Anatomia do Fruto e da SementeAnatomia do Fruto e da Semente
Anatomia do Fruto e da Semente
 
Relatório de estágio curricular - Bruna Regensburger
Relatório de estágio curricular - Bruna RegensburgerRelatório de estágio curricular - Bruna Regensburger
Relatório de estágio curricular - Bruna Regensburger
 
Manual análise sanintária de sementes
Manual análise sanintária de sementesManual análise sanintária de sementes
Manual análise sanintária de sementes
 
Germinação de Sementes
Germinação de SementesGerminação de Sementes
Germinação de Sementes
 
Flor
FlorFlor
Flor
 
Sementes recalcitrantes
Sementes recalcitrantesSementes recalcitrantes
Sementes recalcitrantes
 
Efeito materno e herança extracromossômica
Efeito materno e herança extracromossômicaEfeito materno e herança extracromossômica
Efeito materno e herança extracromossômica
 
3ª série em_aula_1_-_reino_plantae_-_gimnospermas_e_angiospermas
3ª série em_aula_1_-_reino_plantae_-_gimnospermas_e_angiospermas3ª série em_aula_1_-_reino_plantae_-_gimnospermas_e_angiospermas
3ª série em_aula_1_-_reino_plantae_-_gimnospermas_e_angiospermas
 
Normas de Produção de Sementes
Normas de Produção de Sementes Normas de Produção de Sementes
Normas de Produção de Sementes
 

Semelhante a Unidade 02 formação e desenvolvimento das sementes

Angiospermas www unifev_edu_br
Angiospermas www unifev_edu_brAngiospermas www unifev_edu_br
Angiospermas www unifev_edu_br
EduardoEmiliano
 
Plantas Angiospermas - Por Jéssica B.
Plantas Angiospermas - Por Jéssica B.Plantas Angiospermas - Por Jéssica B.
Plantas Angiospermas - Por Jéssica B.
Jéssica B.
 
3 classe gimnospermae e angiospermae
3 classe gimnospermae e angiospermae3 classe gimnospermae e angiospermae
3 classe gimnospermae e angiospermae
Pelo Siro
 
Reprodução sexuada nas fanerógamas
Reprodução sexuada nas fanerógamasReprodução sexuada nas fanerógamas
Reprodução sexuada nas fanerógamas
Colégio Estadual Padre Fernando Gomes de Melo
 
Allan smith
Allan smithAllan smith
Allan smith
colegiopacostasilva
 
Angiospermas
AngiospermasAngiospermas
Angiospermas
SEMED de Santarém/PA
 
Classificacao e reproducao das plantas
Classificacao e reproducao das plantasClassificacao e reproducao das plantas
Classificacao e reproducao das plantas
biroskaa
 
Grupos Vegetais
Grupos VegetaisGrupos Vegetais
Grupos Vegetais
ilk Sala4
 
Angiospermas
AngiospermasAngiospermas
Angiospermas
Fatima Comiotto
 
angiospermas_certo_(1).pptx
angiospermas_certo_(1).pptxangiospermas_certo_(1).pptx
angiospermas_certo_(1).pptx
DeividSilva45
 
BotâNicaquasecompleto
BotâNicaquasecompletoBotâNicaquasecompleto
Mód i botânica
Mód i  botânicaMód i  botânica
Mód i botânica
IsabelVilela
 
2º ano - Aula - Fanerógamas.ppt
2º ano - Aula - Fanerógamas.ppt2º ano - Aula - Fanerógamas.ppt
2º ano - Aula - Fanerógamas.ppt
MayaraOliveira228
 
Reprodução plantas
Reprodução plantasReprodução plantas
Reprodução plantas
MariaJoão Agualuza
 
Estratégias reprodutoras
Estratégias reprodutorasEstratégias reprodutoras
Estratégias reprodutoras
margaridabt
 
Estratégias reprodutoras
Estratégias reprodutorasEstratégias reprodutoras
Estratégias reprodutoras
margaridabt
 
Semi reino vegetal
Semi reino vegetalSemi reino vegetal
Semi reino vegetal
aulasdotubao
 
Fisiologia XII _ frutificacao
Fisiologia XII _ frutificacaoFisiologia XII _ frutificacao
Fisiologia XII _ frutificacao
Rodrigo Marques
 
Reino das plantas
Reino das plantasReino das plantas
Questões gimnospermas e angiospermas
Questões     gimnospermas e angiospermasQuestões     gimnospermas e angiospermas
Questões gimnospermas e angiospermas
diegodduarte
 

Semelhante a Unidade 02 formação e desenvolvimento das sementes (20)

Angiospermas www unifev_edu_br
Angiospermas www unifev_edu_brAngiospermas www unifev_edu_br
Angiospermas www unifev_edu_br
 
Plantas Angiospermas - Por Jéssica B.
Plantas Angiospermas - Por Jéssica B.Plantas Angiospermas - Por Jéssica B.
Plantas Angiospermas - Por Jéssica B.
 
3 classe gimnospermae e angiospermae
3 classe gimnospermae e angiospermae3 classe gimnospermae e angiospermae
3 classe gimnospermae e angiospermae
 
Reprodução sexuada nas fanerógamas
Reprodução sexuada nas fanerógamasReprodução sexuada nas fanerógamas
Reprodução sexuada nas fanerógamas
 
Allan smith
Allan smithAllan smith
Allan smith
 
Angiospermas
AngiospermasAngiospermas
Angiospermas
 
Classificacao e reproducao das plantas
Classificacao e reproducao das plantasClassificacao e reproducao das plantas
Classificacao e reproducao das plantas
 
Grupos Vegetais
Grupos VegetaisGrupos Vegetais
Grupos Vegetais
 
Angiospermas
AngiospermasAngiospermas
Angiospermas
 
angiospermas_certo_(1).pptx
angiospermas_certo_(1).pptxangiospermas_certo_(1).pptx
angiospermas_certo_(1).pptx
 
BotâNicaquasecompleto
BotâNicaquasecompletoBotâNicaquasecompleto
BotâNicaquasecompleto
 
Mód i botânica
Mód i  botânicaMód i  botânica
Mód i botânica
 
2º ano - Aula - Fanerógamas.ppt
2º ano - Aula - Fanerógamas.ppt2º ano - Aula - Fanerógamas.ppt
2º ano - Aula - Fanerógamas.ppt
 
Reprodução plantas
Reprodução plantasReprodução plantas
Reprodução plantas
 
Estratégias reprodutoras
Estratégias reprodutorasEstratégias reprodutoras
Estratégias reprodutoras
 
Estratégias reprodutoras
Estratégias reprodutorasEstratégias reprodutoras
Estratégias reprodutoras
 
Semi reino vegetal
Semi reino vegetalSemi reino vegetal
Semi reino vegetal
 
Fisiologia XII _ frutificacao
Fisiologia XII _ frutificacaoFisiologia XII _ frutificacao
Fisiologia XII _ frutificacao
 
Reino das plantas
Reino das plantasReino das plantas
Reino das plantas
 
Questões gimnospermas e angiospermas
Questões     gimnospermas e angiospermasQuestões     gimnospermas e angiospermas
Questões gimnospermas e angiospermas
 

Mais de Bruno Rodrigues

11628 37607-1-pb
11628 37607-1-pb11628 37607-1-pb
11628 37607-1-pb
Bruno Rodrigues
 
Eapt 2012-903
Eapt 2012-903Eapt 2012-903
Eapt 2012-903
Bruno Rodrigues
 
Manicoba
ManicobaManicoba
Manicoba
Bruno Rodrigues
 
832 3044-1-pb
832 3044-1-pb832 3044-1-pb
832 3044-1-pb
Bruno Rodrigues
 
Viveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerrado
Viveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerradoViveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerrado
Viveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerrado
Bruno Rodrigues
 
Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01
Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01
Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01
Bruno Rodrigues
 
Manual de análise de sementes
Manual de análise de sementesManual de análise de sementes
Manual de análise de sementes
Bruno Rodrigues
 
Guia de sementes_final_203
Guia de sementes_final_203Guia de sementes_final_203
Guia de sementes_final_203
Bruno Rodrigues
 
Documentos -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
Documentos  -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemiDocumentos  -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
Documentos -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
Bruno Rodrigues
 
Curation protocol portuguese
Curation protocol portugueseCuration protocol portuguese
Curation protocol portuguese
Bruno Rodrigues
 
12261 sementes -web
12261 sementes -web12261 sementes -web
12261 sementes -web
Bruno Rodrigues
 
2012 05-r1
2012 05-r12012 05-r1
2012 05-r1
Bruno Rodrigues
 
5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado
5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado
5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado
Bruno Rodrigues
 
Germinação e dormência de sementes florestais (1)
Germinação e dormência de sementes florestais (1)Germinação e dormência de sementes florestais (1)
Germinação e dormência de sementes florestais (1)
Bruno Rodrigues
 
Genética agropecuária
Genética agropecuáriaGenética agropecuária
Genética agropecuária
Bruno Rodrigues
 
Administração rural
Administração ruralAdministração rural
Administração rural
Bruno Rodrigues
 
Adm. rural 3
Adm. rural 3Adm. rural 3
Adm. rural 3
Bruno Rodrigues
 
Sá et al. 2011 roteiro prático da disciplina de produção e tecnologia de seme...
Sá et al. 2011 roteiro prático da disciplina de produção e tecnologia de seme...Sá et al. 2011 roteiro prático da disciplina de produção e tecnologia de seme...
Sá et al. 2011 roteiro prático da disciplina de produção e tecnologia de seme...
Bruno Rodrigues
 
Peske et al. 2003 sementes fundamentos cientificos e tecnologicos
Peske et al. 2003 sementes   fundamentos cientificos e tecnologicosPeske et al. 2003 sementes   fundamentos cientificos e tecnologicos
Peske et al. 2003 sementes fundamentos cientificos e tecnologicos
Bruno Rodrigues
 
Modelo do resumo
Modelo do resumoModelo do resumo
Modelo do resumo
Bruno Rodrigues
 

Mais de Bruno Rodrigues (20)

11628 37607-1-pb
11628 37607-1-pb11628 37607-1-pb
11628 37607-1-pb
 
Eapt 2012-903
Eapt 2012-903Eapt 2012-903
Eapt 2012-903
 
Manicoba
ManicobaManicoba
Manicoba
 
832 3044-1-pb
832 3044-1-pb832 3044-1-pb
832 3044-1-pb
 
Viveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerrado
Viveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerradoViveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerrado
Viveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerrado
 
Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01
Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01
Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01
 
Manual de análise de sementes
Manual de análise de sementesManual de análise de sementes
Manual de análise de sementes
 
Guia de sementes_final_203
Guia de sementes_final_203Guia de sementes_final_203
Guia de sementes_final_203
 
Documentos -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
Documentos  -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemiDocumentos  -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
Documentos -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
 
Curation protocol portuguese
Curation protocol portugueseCuration protocol portuguese
Curation protocol portuguese
 
12261 sementes -web
12261 sementes -web12261 sementes -web
12261 sementes -web
 
2012 05-r1
2012 05-r12012 05-r1
2012 05-r1
 
5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado
5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado
5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado
 
Germinação e dormência de sementes florestais (1)
Germinação e dormência de sementes florestais (1)Germinação e dormência de sementes florestais (1)
Germinação e dormência de sementes florestais (1)
 
Genética agropecuária
Genética agropecuáriaGenética agropecuária
Genética agropecuária
 
Administração rural
Administração ruralAdministração rural
Administração rural
 
Adm. rural 3
Adm. rural 3Adm. rural 3
Adm. rural 3
 
Sá et al. 2011 roteiro prático da disciplina de produção e tecnologia de seme...
Sá et al. 2011 roteiro prático da disciplina de produção e tecnologia de seme...Sá et al. 2011 roteiro prático da disciplina de produção e tecnologia de seme...
Sá et al. 2011 roteiro prático da disciplina de produção e tecnologia de seme...
 
Peske et al. 2003 sementes fundamentos cientificos e tecnologicos
Peske et al. 2003 sementes   fundamentos cientificos e tecnologicosPeske et al. 2003 sementes   fundamentos cientificos e tecnologicos
Peske et al. 2003 sementes fundamentos cientificos e tecnologicos
 
Modelo do resumo
Modelo do resumoModelo do resumo
Modelo do resumo
 

Unidade 02 formação e desenvolvimento das sementes

  • 2. Introdução  Conquista do Ambiente Terrestre: raízes; epiderme (cutícula); elementos traqueais; Mutações nos processos reprodutivos cada vez mais independentes da água.  Briófitas: arquegônios (oosfera) + anterídeos (anterozóides flagelados)  Geração Gametofítica mais desenvolvida que Esporofítica Pteridófitas:  Geração Esporofítica mais desenvolvida que Gametofítica (efêmera)  Gimnospermas e Angiospermas (Espermatófitas)  Independência da água  Gameta levado até a oosfera pelo tubo polínico (SIFONOGAMIA)
  • 3. Introdução Multiplicação das plantas Reprodução via SEXUADA  SEMENTES Produção de um novo organismo com intervenção de células ou núcleos sexuais  há renovação do indivíduo. Propagação  via ASSEXUADA Multiplicação de plantas sem o envolvimento de sexos. Partes vegetativas, células e tecidos da planta com capacidade de regeneração  manutenção de clones.
  • 4. Introdução Reino Vegetal: 350.000 espécies descritas 250.000 multiplicadas por sementes Florescimento Início da fase do ciclo de vida vegetal que culmina com a formação da semente.
  • 5. Representação de uma flor completa. Carpelo Estame Pétala Sépala Pedunculo floral Receptáculo floral
  • 7. Sépalas: folhas modificadas, clorofiladas. Conjunto: cálice. Sustentam as pétalas e protegem o botão floral. Flor gamossépala Flor dialissépala PARTES DA FLOR – verticilos florais externos
  • 8. PARTES DA FLOR – verticilos florais externos Pétalas: Servem para atração de agentes polinizadores. Flor dialipétala Flor gamopétala folhas modificadas, grandes, geralmente coloridas. Conjunto: corola.
  • 9. Pétalas + sépalas = perianto. Nectários: Glândulas odoríferas: produzem líquido açucarado. Atração de agentes polinizadores. produzem substâncias voláteis de odor forte. Atração de agentes polinizadores. PARTES DA FLOR – termos usuais
  • 10. Existem plantas cujas sépalas e pétalas são idênticas. Nesse caso, chamamos de tépalas.
  • 11. Androceu: conjunto de verticilos florais masculinos. Cada verticilo: estame Antera Filete Estames Conectivo Antera Filete PARTES DA FLOR – verticilos florais internos
  • 12. Gineceu: Flor unicarpelar Flor pluricarpelar conjunto de verticilos florais femininos. Cada verticilo é um carpelo ou pistilo. Estigma Estilete Ovário Receptáculo SincárpicoApocárpicoSimples PARTES DA FLOR – verticilos florais internos
  • 13. Flores Díclinas: apresentam apenas o ANDROCEU ou o GINECEU. Elementos e em flores separadas. TIPOS DE FLORES Monóica Dióica Díclina Feminina Díclina Masculina
  • 14. TIPOS DE FLORES Monóclina ou Hermafrodita Flores Monóclinas: apresentam tanto o ANDROCEU quanto o GINECEU. Elementos e na mesma flor. Maioria das Angiospermas. Mecanismos que dificultam a autofecundação   fecundação cruzada.
  • 15. Esporogênese e Gametogênese  Microsporogênese: processo que conduz à formação do grão de pólen;  Macrosporogênese: conduz à formação do saco embrionário do óvulo;  Microgametogênese: formação dos núcleos espermáticos masculinos;  Macrogametogênese: formação do gameta feminino – oosfera.
  • 19. Microsporogênese Célula vegetativa: responsável pela formação do tubo polínico. Célula geradora: responsável pela formação dos gametas masculinos – núcleos espermáticos.
  • 21. Tipos de grãos de polén
  • 22. Macrosporogênese Funículo Calaza Tegumento externo Tegumento interno Antípodas Saco embrionário Núcleos polares Oosfera Sinérgidas Micrópila
  • 24. Polinização Deiscência da antera promove a liberação dos grãos de pólen e são transferidos para o estigma.
  • 25. Polinização - tipos Autopolinização Compreende a transferência dos grãos de pólen da antera para estigmas da mesma flor. Arroz, feijão, algodão, amendoim, citros, berinjela, alface, tomate, quiabo, fumo. A progênie é praticamente idêntica à planta-mãe. Polinização cruzada Compreende a transferência dos grãos de pólen da antera para estigmas de flores de plantas diferentes. Milho, centeio, crotalaria, cebola, repolho, mamona, girassol, cucurbitáceas. A progênie apresenta ampla diversidade genética.
  • 26. Polinização – agentes polinizadores Polinização Anemófila
  • 27. Polinização – agentes polinizadores Polinização Hidrófila Vallisneria spiralis
  • 28. Polinização – agentes polinizadores ZOOFILIA: agentes polinizadores são os animais.  Atração visual: cor e forma da corola;  Odor: reações instintivas;  Pólen: fonte de alimento, rico em proteínas;  Néctar: líquido açucarado;  Óleos: glândulas ou tricomas que secretam óleos.
  • 29. Polinização – agentes polinizadores Polinização Entomófila: INSETOS
  • 30. Polinização – agentes polinizadores Polinização Quiropterófila: MORCEGOS
  • 31. Polinização – agentes polinizadores Polinização Ornitófila: PÁSSAROS
  • 32. Polinização 90% das espécies de Angiospermas apresentam flores monóclinas. Vantagem da AUTOGAMIA (autopolinização)  AUTOFECUNDAÇÃO. Mecanismos morfológicos e fisiológicos que impedem a autopolinização. Favorecendo a POLINIZAÇÃO CRUZADA
  • 33. Polinização Quando uma flor monóclina libera o grão de pólen concomitantemente à maturação do estigma = HOMOGAMIA - autocompatíveis AUTO-INCOMPATIBILIDADE Dicogamia Heterostilia
  • 34. Polinização Dicogamia: Determina diferenças na época de maturidade da antera e do estigma, exigindo ajustes na época de semeadura, especialmente para a produção de híbridos.  Protandria: os estames amadurecem e liberam pólen antes da maturação do estigma. (milho, pecã, cebola).  Protoginia: os estigmas amadurecem antes que os estames. (variedades de abacate, anonáceas).
  • 35. Polinização Heterostilia: Quando numa mesma população existem flores com estames e pistilos de tamanhos diferentes.  Longistilia: quando o estilete é longo e filetes são curtos.  Brevestilia: quando flores tem estilete curto (breve) e filetes longos.
  • 38. Fecundação É o encontro do gameta masculino com o feminino, ou seja, do núcleo espermático com a oosfera. FUSÃO DOS NÚCLEOS SEXUAIS
  • 40. Fecundação Quando os grãos de pólen alcançam o estigma, aderem à sua superfície (exina) Absorvem o líquido estigmático e “germinam” para formar tubo polínico, que se desenvolvem no interior do estilete até alcançar o ovário Um deles completa seu crescimento, até atuar na fecundação.
  • 44. Fecundação Fecundação  fusão dos núcleos sexuais. [núcleo espermático (n) x núcleo da oosfera (n)] = 2n Origem ao EMBRIÃO da semente (por divisões mitóticas) Dupla Fecundação [núcleo espermático (n) x núcleos polares, mesocisto (n+n)] = 3n Origem ao ENDOSPERMA (por divisões mitóticas) - tecido nutritivo - Específico das ANGIOSPERMAS
  • 45. Fecundação Após a FECUNDAÇÃO ÓVULO  SEMENTE EMBRIÃO do novo esporófito ao GERMINAR  plântula  planta. OVÁRIO  FRUTO.
  • 46. Embriogênese É o desenvolvimento do embrião. Após a fertilização  OOSFERA fecundada  ZIGOTO  entra em fase de repouso e após, inicia uma série de divisões que resultarão no EMBRIÃO. O plano da primeira divisão do ZIGOTO é quase sempre transversal e resulta na formação de duas células: 1. Célula basal (proximal): mais próxima à micrópila  SUSPENSOR 2. Célula distal (terminal): para o centro do megasporófito (saco embrionário) Estabelecimento precoce da polaridade das plantas  parte aérea e o sistema radicular
  • 47. Embriogênese PRÓ-EMBRIÃO: estrutura de formato aproximadamente cilíndrico. SUSPENSOR: formação transitória e desempenha funções de sustentação, de reserva e haustorial, auxiliando na nutrição e sendo digerida com o desenvolvimento do embrião.  “empurra” o embrião em desenvolvimento para o centro do óvulo, desempenhando papel importante na transferência de nutrientes e de reguladores de crescimento dos tecidos maternos para o embrião em formação;  Se ocorrer injúria, pode afetar o desenvolvimento do embrião;  Forma de pedúnculo, podendo ser constituído de apenas uma célula ou de várias e, ainda, por uma massa de células que não se distingue facilmente do embrião.
  • 48. EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em dicotiledôneas Suspensor Estágio duas células Suspensor Suspensor Suspensor Suspensor Pró-embrião Cotilédones em desenvolvimento Cotilédones Epicótilo Hipocótilo Radícula
  • 49. EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em dicotiledôneas Suspensor Estágio duas células Suspensor Suspensor Suspensor Suspensor Pró-embrião Cotilédones em desenvolvimento Cotilédones Epicótilo Hipocótilo Radícula Cotilédones: estruturas armazenadoras temporárias de reservas ou as primeiras folhas embrionárias, em dicotiledôneas exalbuminosas, ou uma estrutura de transferência de reservas do endosperma e de proteção ao eixo embrionário, em monocotiledôneas.
  • 50. EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em dicotiledôneas Suspensor Estágio duas células Suspensor Suspensor Suspensor Suspensor Pró-embrião Cotilédones em desenvolvimento Cotilédones Epicótilo Hipocótilo Radícula Epicótilo: presente na plúmula, em forma meristemática, situando-se acima do nó cotiledonar.
  • 51. EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em dicotiledôneas Suspensor Estágio duas células Suspensor Suspensor Suspensor Suspensor Pró-embrião Cotilédones em desenvolvimento Cotilédones Epicótilo Hipocótilo Radícula Hipocótilo: região de transição vascular entre raiz e caule. Eixo do embrião situado abaixo ao nó cotiledonar (gimnospermas e dicotiledôneas)
  • 52. EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em dicotiledôneas Suspensor Estágio duas células Suspensor Suspensor Suspensor Suspensor Pró-embrião Cotilédones em desenvolvimento Cotilédones Epicótilo Hipocótilo Radícula Radícula: raiz embrionária, rudimentar.
  • 53. EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em monocotiledôneas (gramínea) Suspensor Início do desenvolvimento do coleóptilo Início do desenvolvimento da plúmula Escutelo (Cotilédone) Coleóptilo Plúmula (folhas primárias) Raízes adventícias seminais Radícula Coleorriza
  • 54. EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em monocotiledôneas (gramínea) Suspensor Início do desenvolvimento do coleóptilo Início do desenvolvimento da plúmula Escutelo (Cotilédone) Coleóptilo Plúmula (folhas primárias) Raízes adventícias seminais Radícula Coleorriza Coleóptilo: parte do cotilédone que protege a plúmula em gramíneas; é fotossensível, tendo crescimento paralisado quando exposto à luz; apresenta um poro apical, de modo que a plúmula pode rompê-lo e continuar seu desenvolvimento.
  • 55. EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em monocotiledôneas (gramínea) Suspensor Início do desenvolvimento do coleóptilo Início do desenvolvimento da plúmula Escutelo (Cotilédone) Coleóptilo Plúmula (folhas primárias) Raízes adventícias seminais Radícula Coleorriza Plúmula: massa de células meristemáticas, constituindo a gema apical ou broto vegetativo do embrião. A partir da plúmula se desenvolvem os primórdios foliares, o epicótilo, o caule e as folhas do vegetal.
  • 56. EMBRIOGÊNESE: desenvolvimento de embriões em monocotiledôneas (gramínea) Suspensor Início do desenvolvimento do coleóptilo Início do desenvolvimento da plúmula Escutelo (Cotilédone) Coleóptilo Plúmula (folhas primárias) Raízes adventícias seminais Radícula Coleorriza Coleorriza: camada de tecido formando uma “capa” protetora da radícula, em várias gramíneas.
  • 57. EMBRIOGÊNESE: partes do embrião Radícula Hipocótilo: região de transição vascular entre raiz e caule ( caulículo) Cotilédones: dicotiledôneas e monocotiledôneas Plúmula: gema apical Epicótilo: presente na plúmula (acima do nó cotiledonar)
  • 58. Desenvolvimento do Endosperma Durante o desenvolvimento do embrião... Acompanhadas ou não pela formação de paredes celulares, formando uma massa celular que pode preencher todo o espaço não ocupado pelo embrião. Inclui a deposição de reservas provenientes da transferência de MS da planta-mãe para a sementes em desenvolvimento. (ALBÚMEN) - O tecido do ENDOSPERMA é triplóide (3n). - Função: fornecer proteção e suporte nutritivo para o desenvolvimento do embrião ou para a germinação.
  • 59. Desenvolvimento do Endosperma Quanto ao tecido de reserva: 1. Sementes Endospermáticas ou Albuminosas: em sementes maduras, as reservas armazenadas durante a maturação destinam-se à nutrição do embrião durante a germinação. Ex.: sementes de gramíneas, mamona, seringueira, tomate, café, beterraba, cebola.
  • 60. Desenvolvimento do Endosperma Quanto ao tecido de reserva: 2. Sementes Exalbuminosas ou sem endosperma Endosperma consumido durante a formação do embrião. A reserva é armazenada nos cotilédones. Ex.: maioria das dicotiledôneas  leguminosas, malváceas, cucurbitáceas, compostas.
  • 61. Desenvolvimento do Endosperma Após a fecundação  NUCELA  consumida durante o desenvolvimento do embrião ou do endosperma. Raramente persiste  células aumentam de volume acumulando reservas e transformando no PERISPERMA. Corte de uma semente de beterraba Desenvolvimento do tecido nucelar materno Perisperma + Endosperma podem ocorrer juntos em sementes de algumas espécies: como o café e a beterraba.
  • 62. Desenvolvimento do Tegumento Tegumento: cobertura, envoltório ou casca. Formação: - a partir do integumentos do óvulo. Integumento externo – PRIMINA  Tegumento externo  TESTA Integumento interno – SECUNDINA  Tegumento interno  TEGMA
  • 64. Desenvolvimento do Tegumento Tegumento suplementar: estruturas especiais que podem aparecer na superfície das sementes. 1. ARILO: excrescência carnosa formada no funículo (pedúnculo do ovário) ou em torno do hilo. 2. CARÚNCULA: resultante da proliferação de células do tegumento externo que se forma na região da micrópila.
  • 65. Desenvolvimento do Tegumento 3. HILO: cicatriz que representa ponto de união do funículo à semente, deixada após a abscisão do funículo.
  • 66. Desenvolvimento do Tegumento 4. MICRÓPILA: abertura correspondente à micrópila do óvulo, através da qual ocorre a protrusão da raiz primária, indicando o início da germinação. 5. RAFE: linha em ressalto, resultante da adesão do funículo ao tegumento, em óvulos anátropos ou curvos. Óvulo anátropo
  • 67. Desenvolvimento do Tegumento 6. SARCOTESTA: material gelatinoso que protege a semente. Pode levar a uma germinação lenta e desuniforme. Ex: Mamão, Ingá
  • 68. Fruto e Semente Fruto: ovário maduro, incluindo uma ou mais sementes. Partes: PERICARPO: epicarpo, mesocarpo, endocarpo Sementes-fruto: Milho  cariopse Girassol  aquênio Há digestão das camadas integumentares e de outras camadas intermediárias durante a formação das sementes e estas são protegidas pelas paredes do fruto (pericarpo), fortemente aderidas aos vestígios tegumentares.
  • 69. Fruto e Semente Cariopse – Milho Único fruto, pericarpo funde-se com o tegumento da semente.
  • 70. Fruto e Semente Único fruto, pericarpo funde-se com o tegumento da semente.
  • 72. Semente SEMENTE: Tegumento: TESTA + TEGMA Endosperma: (?) Embrião: COTILÉDONE(s) EIXO EMBRIONÁRIO (Plúmula, Hipocótilo, Radícula)
  • 75. Por que estudar: Formação + Morfologia de sementes?
  • 76. Por que estudar: Formação + Morfologia de sementes?
  • 77. Por que estudar: Formação + Morfologia de sementes?