SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 25
Baixar para ler offline
HISTÓRIA DO CRISTIANISMO 4ª AULA
PERÍODO DE 100 ao 300
Questões teológicas e doutrinárias nas primeiras comunidades cristãs:
É importante estudar a história das controvérsias doutrinárias para
compreender a evolução do pensamento teológico cristão.
EBD - ESCOLA BÍBLICA DISCIPULADORA
1º semestre de 2023 – facilitadores: Yuri Eloi e Francisco Tudela
HERESIA, DO GREGO AIRÉO, “RETIRAR”/ “SUBTRAIR” UMA PARTE DA VERDADE
1. ADIÇÃO: o grupo adiciona algo à Bíblia como fonte de autoridade.
2. SUBTRAÇÃO: o grupo subtrai algo da Bíblia.
3. MULTIPLICAÇÃO: o grupo prega a salvação através das boas obras.
4. DIVISÃO: o grupo divide a fidelidade entre Deus e a organização / igreja.
Exemplos de SEITAS QUE SUBTRAEM algo da pessoa de Jesus na Trindade:
Os TJ, na sua bíblia Tradução do Mundo Novo, Jo 1.1“No princípio era a
Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era um deus” explica que,
antes de vir para a Terra, Jesus tinha uma natureza divina, ou semelhante a
um deus. Extraído de: https://www.jw.org/pt/ensinos-biblicos/textos-biblicos/joao-1-1/
Os KARDECISTAS “Não há um “endeusamento” ... Jesus Cristo é o espírito mais
puro que veio a terra, com isso é nosso maior guia e modelo a ser seguido”.
Extraído de: https://tvmundomaior.com.br/jesus-cristo-segundo-o-espiritismo/
NESTORIANISMO – considerado heresia no 1º Concílio de Éfeso
Havia uma questão considerada sem solução: Como pode Jesus,
sendo homem, não ser pecador já que o homem é, por natureza,
inclinado ao pecado desde a Queda?
Corpo -sentidos e faz a ação; alma -vontade, emoção; espírito -intuição, consciência.
Nestório, patriarca de Constantinopla, propôs a solução: Maria deu a luz a Jesus
sem a alma humana e o Logos divino (a Palavra), que existiu antes de Maria e do
próprio tempo, ocupou a alma humana (a parte humana manchada pela queda).
Jesus Cristo seria composto de duas pessoas distintas: uma divina e outra humana,
duas pessoas diferentes residindo no mesmo corpo, e que essas duas naturezas
estavam unidas em uma única pessoa apenas de forma moral ou funcional.
A Virgem Maria deveria ser chamada de Cristótoco (em grego significa "Portadora
do Nascimento de Cristo") e não Teótoco ("Portadora do Nascimento de Deus").
DECLARAÇÃO DOUTRINÁRIA DA CONVENÇÃO BATISTABRASILEIRA
“Na plenitude dos tempos Ele se fez carne, na pessoa real e histórica de Jesus
Cristo, gerada pelo Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, sendo, em sua
pessoa, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.”
PARTILHA 9: Qual humanidade Jesus assumiu?
Lc 1.35 “…aquele que há de nascer será...Filho de Deus.”
Jo 1.14 “Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós.”
1Co 11.1 “Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de Cristo.”
Como Jesus se fez homem tal qual Adão temos duas possibilidades:
a) Jesus se fez homem tal qual Adão antes da queda (Pré-lapsariano – lapsus=
queda), neste momento Adão não tinha a inclinação para o pecado.
b) Jesus se fez homem tal qual Adão após a queda (Pós-lapsariano), neste momento
Adão passa a: sentir frio, fome, sede, cansaço,... e inclinado para o pecado.
Dica: Adão caiu em pecado por sua própria escolha, já Jesus... (Hb 4.15)
4
EUTEQUIANISMO
O monge e teólogo Eutiques argumentava que a natureza divina de Jesus era tão
forte que absorveu a sua natureza humana, fazendo com que Jesus fosse apenas
divino, e não humano.
Um exemplo de como questões teológicas podem ser usadas para disputas
políticas e sociais:
Eutiques e sua doutrina foram apoiados pelo imperador bizantino da época, que
tentava consolidar seu poder político.
APOLINARISMO
Apolinário de Laodiceia, um bispo e teólogo ensinava que Cristo não podia ter duas
naturezas, a divina e a humana, completas e contrárias, pois a divina era eterna,
invariável, perfeita, e a humana era temporal, finita, imperfeita e corruptível.
Tomava ao pé da letra Jo 1.14 “Aquele que é a Palavra tornou-se carne...”
Se Cristo tivesse as duas naturezas, com a parte humana, composta de alma, corpo
e razão (logos), poderia ter praticado algum pecado, mas o Logos divino substituiu
ao intelecto humano.
O presbítero Ário, da igreja de Antioquia, com boas intenções, tentando explicar a
trindade, vem com uma tese herege, conhecida como ARIANISMO.
Ário dizia que Jesus era uma “criatura perfeita, criada antes de todas as eras”. :
“Deus nem sempre foi Pai... houve um tempo que estava só... Mas depois se tornou
Pai... O Filho não existiu sempre... Teve uma origem de criação... Deus fez a
certo ser e o chamou Palavra, Sabedoria e Filho, para que pudesse nos dar
uma forma por meio dele”.
Com esta declaração a Igreja se divide, e em 325, Constantino convoca, na cidade de
Nicéia, um Concílio que declarará a igualdade de natureza entre o Pai e Filho.
Subordinacionismo = Jesus era inferior ao Pai e estava subordinado à vontade dEle.
ARIANISMO
 Diante desta situação foi realizado o primeiro concílio
ecumênico da história, convocado pelo imperador
Constantino, em 325. Teve como objetivo solucionar os
problemas que dividiam a cristandade causados pelo
arianismo.
O ARIANISMO AINDA EXISTE?
Os T.J , naTradução do Novo Mundo Jo 1.1 “O Verbo era “um deus.” e os Mórmons,
“Deus mesmo já foi como nós somos agora, um homem glorificado”, têm doutrina
semelhante ao arianismo, bem como a Igreja Mundial do Poder de Deus:
“Ele é a imagem do Deus invisível, a encarnação do verbo. Mas ele não é
sempiterno, é eterno. O pai que é Deus é sempiterno, aquele que antes dele
nunca existiu como ele, nem existirá depois dele, sempre existiu e sempre
existirá. A primeira obra dele foi Jesus Cristo”. (Valdemiro Santiago.)
Qual a diferença entre ser criado e ser gerado?
Criar = fazer – dar origem a algo de natureza distinta.
Gerar = ser o pai de – dar origem a algo da mesma natureza.
O QUE O HOMEM CRIA É UMA ESTÁTUA E O QUE O HOMEM GERA É UM FILHO.
O QUE DEUS CRIA NÃO É DIVINO E O QUE DEUS GERA É UM FILHO.
(https://defendendoafe.com.br/testemunhas-de-jeova-arianos-dos-dias-modernos/ ; https://palavraprudente.com.br/apologetica/10-razoes-biblicas-porque-nao-posso-ser-mormon/)
Eram judeus cristãos, no ano 107, que para manterem o monoteísmo do AT,
negavam a divindade de Cristo e seu nascimento virginal, Jesus era o filho de José
que alcançou certo grau de divindade quando o ES desceu sobre ele no batismo.
Aprovavam o evangelho de Mateus mas rejeitavam as cartas de Paulo.
Os cristãos gentios e judeus ainda estariam sob o domínio da lei, não havia salvação
fora da circuncisão e da lei de Moisés.
Séc. I - EBIONITAS: Jesus foi um homem comum
Em grego, aparência = dokesis  Docetistas = aqueles que acreditam que o corpo
humano de Cristo era só aparente.
Jesus era a divindade fantasiada de homem, Cristo era o verdadeiro Deus mas não
um verdadeiro homem. (1Jo 1.1; 4,2e3)
 Cristo-espírito habitou o Jesus-humano após seu batismo, e o deixou antes da
morte na cruz. Negam a encarnação (Deus se fez homem), pois morrer na cruz é
escandaloso
 JESUS não era humano, parecia sê-lo, seu corpo era uma ilusão e somente
“parecia” que Cristo tinha sido crucificado.
 Jesus (o homem) morreu, mas Cristo (o messias) não morreu.
 Como o corpo é um invólucro para o espírito, nada que se faz com o corpo afeta
o espírito, logo quem está salvo não tem mais nenhum pecado.
 O corpo é a sede do pecado e do mal.
Séc. II - Docetistas: Jesus tinha apenas a natureza divina.
No séc. III, Paulo de Samósata, bispo de Antioquia, defendeu a ideia de que Cristo
era um homem que, pela justiça e por ter recebido o logos divino (ES) no batismo,
alcançou a divindade e o caráter de salvador.
Conhecida como adocionismo, ou monarquianismo (governo de uma só pessoa).
O iniciador desta doutrina foi Teódoto de Bizâncio, que dizia que um homem
comum chamado Jesus, em determinado momento de sua vida (batismo), foi
“adotado” e, assim, “ungido” como filho de Deus.
Jesus, passando a viver como Cristo, foi sendo exaltado progressivamente até
tornar-se uma divindade (após a ressurreição), quando passou a ser “semelhante” a
Deus (mas não “igual”).
O Adocionismo, portanto, tirava a plena divindade e eternidade de Jesus.
Séc. III - ADOCIONISTAS: O homem Jesus recebeu o ES no batismo
H D
EBIONISMO
Nega a Natureza
Divina
H D
DOCETISMO
Nega a Natureza
Humana
H D
H D D
ARIANISMO NESTORIANISMO
EUTIQUIANISMO APOLINARIANISMO
Nega a Natureza
Divina
Nega a União das
naturezas
Nega Haver
Duas Naturezas
Nega o Espírito
Humano
D
H
1Tm 1.19 “mantendo a fé e a boa
consciência que alguns rejeitaram
e, por isso, naufragaram na fé.
1) A fé para crer em Deus, na Sua Palavra
e a convicção de que Jesus é o Filho
de Deus e o Salvador da humanidade.
2) A boa consciência é a capacidade de
discernir o certo e o errado e viver
de acordo com os princípios cristãos.
Ao rejeitá-los surgem as falsas
concepções cristológicas e doutrinárias.
NOVACIONISMO
Um edito exigia uma oferta anual de sacrifício nos altares romanos aos deuses e à
figura do Imperador Décio (era o ano 250), e quem o oferecia recebia um
certificado que o livrava da morte.
A questão era: o que fazer com os caídos, os lapsi.
Novaciano, um padre romano, se opunha à readmissão de cristãos que haviam
abandonado sua fé durante as perseguições romanas, os chamados confessores,
aqueles que haviam apostatado para receber o certificado.
Se auto nominavam de καθαροι (do grego: "puritanos"), por não admitir misturar-se
com o que consideravam práticas frouxas de uma igreja corrupta.
MONTANISMO
Montano da Frígia, em torno de 155 d.C, com suas auxiliares Priscila e Maximila,
valorizavam o dom da profecia e o falar em línguas, criam que a volta de Cristo
estava iminente e anunciavam o fim do mundo.
Montano se dizia a encarnação do Espírito Santo e batizava em “Nome do Pai, do
Filho e de Montano”.
Não permitiam o casamento dos viúvos, o sexo era prática mundana, exaltavam a
castidade, dividiam os pecados em mortais e veniais, incentivavam o martírio.
Os cristãos deviam se reunir na Frígia onde surgiria a Jerusalém celeste.
Este movimento conviveu com a Igreja dos séculos II, III e IV.
Tertuliano tornou-se o mais importante convertido ao Montanismo.
Há escritores pentecostais que se referem ao montanismo como um movimento na
igreja antiga do Século II que se lhes assemelha pela ênfase na profecia e glossolalia.
SABELIANISMO
No ano 200, Sabélio formou a doutrina onde Deus se manifestava em três modos ou
funções diferentes, mas não como três pessoas distintas a trindade era uma
manifestação de três formas do mesmo Deus.
Deus Pai (quando criador e legislador), Deus Filho (quando redentor) e Deus Espírito
Santo (quando mediador, doador de vida e agente divino).
Ensina que há apenas uma pessoa na divindade (em vez de três pessoas distintas da
Trindade), e que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são simplesmente modos ou
manifestações diferentes de Deus.
Essa visão nega a distinção entre as três pessoas da Trindade e a doutrina da
Trindade
MANIQUEISMO
Fundado pelo babilônio Mani (216 a 276) considerava que o universo se compõe do
reino das trevas (o mal) e da luz (o bem) e ambos lutam pelo domínio do homem.
O espírito do homem, preso à matéria má, necessitava de um ascetismo rigoroso,
inclusive o sexual, para ser liberto;
O celibato era louvável e havia uma casta sacerdotal,
composta por pessoas “perfeitas” que “santificavam”
as demais.
Grupos religiosos ingleses e norte-americanos
chamados “puritanos” incorporaram em sua vida
moral muitos elementos do maniqueísmo.
18
II – Deus - O único Deus vivo e verdadeiro é Espírito pessoal, Eterno, Infinito e
Imutável; é Onipotente, Onisciente, e Onipresente; é perfeito em
Santidade, Justiça, Verdade e Amor.
1 - Ele é o Criador, Sustentador, Redentor, Juiz e Senhor da história e do universo,
que governa pelo Seu poder, dispondo de todas as coisas, de acordo com o Seu
eterno propósito e graça;
2 - Deus é infinito em santidade e em todas as demais perfeições;
3 - Por isso, a Ele devemos todo o amor, culto e obediência;
4 - Em sua triunidade, o eterno Deus se revela como Pai, Filho e Espírito Santo,
pessoas distintas mas sem divisão em sua essência.
1. Dt 6.4; Jr 10.1; Sl 139; 1Co 8.6; 1Tm 1.17; 2.5,6; Ex 3.14; 6.2,3; Is 43.15; Mt 6.9; Jo 4.24; Ml 3.6; Tg 1.17; 1Pe 1.16,17
2. Gn 1.1; 17.1; Ex 15.11-18; Is 43.3; At 17.24-26; Ef 3.11; 1Pe 1.17 / 3. Ex 15.11; Is 6.1,2; 57.15; J34.10
4. Mt 22.37; Jo 4.23,24; 1Pe 1.15,16 / 5. Mt 28.19; Mc 1.9-11; 1Jo 5.7; Rm 15.30; 2Co 13.13; Fp 3.3
5.Mt 28.19; Mc 1.9-11; 1Jo 5.7; Rm 15.30; 2Co 13.13; Fp 3.3
E NÓS, QUAL É A NOSSA DOUTRINA?
DECLARAÇÃO DOUTRINÁRIA DA CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA
19
1 - DEUS PAI
Deus, como Criador, manifesta disposição paternal para com todos os homens.
1 - Historicamente, Ele se revelou primeiro como Pai ao povo de Israel, que
escolheu consoante os propósitos de Sua graça;
2 - Ele é Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem enviou a este mundo para salvar
os pecadores e deles fazer filhos por adoção;
3 - Aqueles que aceitam a Jesus Cristo e nele creem são feitos filhos de Deus,
nascidos pelo Seu Espírito, e, assim, passam a tê-lo como Pai celestial, dele
recebendo proteção e disciplina.
1. Is 64.8; Mt 6.9; 7.11; At 17.26-29; 1Co 8.6; Hb 12.9
2. Ex 4.22,23; Dt 32.6-18; Is 1.2,3; 63.16; Jr 31.9
3. Sl 2.7; Mt 3.17; 17.5; Lc 1.35; Jo 1.12
4. Mt 23.9; Jo 1.12,13; Rm 8.14-17; Gl 3.26; 4.4-7; Hb 12.6-11
20
2 - DEUS FILHO - Jesus Cristo, um em essência com o Pai, é o eterno Filho de Deus.
1 - Nele, por Ele e para Ele foram criadas todas as coisas;
2 - Na plenitude dos tempos, Ele se fez carne, na pessoa real e histórica de Jesus
Cristo, gerada pelo Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, sendo, em Sua
pessoa, verdadeiro Deus e verdadeiro homem;
3 - Jesus é a imagem expressa do seu Pai, a revelação suprema de Deus ao homem;
4 - Ele honrou e cumpriu plenamente a lei divina e revelou e obedeceu toda a
vontade de Deus;
5 - Identificou-se perfeitamente com os homens, sofrendo o castigo e expiando a
culpa de nossos pecados, conquanto Ele mesmo não tivesse pecado;
1. Sl 2.7; 110.1; Mt 1.18-23; 3.17; 8.29; 14.33; 16.16,27; 17.5; Mc 1.1; Lc 4.41; 22.70; Jo 1.1,2; 11.27; 14.7-11; 16.28
2. Jo 1.3; 1Co 8.6; Cl 1.16,17
3. Is 7.14; Lc 1.35; Jo 1.14; Gl 4.4,5
4. Jo 14.7-9; Mt 11.27; Jo 10.30,38; 12.44-50; Cl 1.15,19; 2.9; Hb 1.3 / 5. Is 53; Mt 5.17; Hb 5.7-10
21
6 - Para salvar-nos do pecado, morreu na cruz, foi
sepultado e ao terceiro dia ressurgiu dentre os mortos
e, depois de aparecer muitas vezes a seus discípulos,
ascendeu aos céus, onde, à destra do Pai, exerce o Seu
eterno sumo sacerdócio.
7 - Jesus Cristo é o único Mediador entre Deus e os
homens e o Único e Suficiente Salvador e Senhor;
8 - Pelo seu Espírito ele está presente e habita no coração
de cada crente e na Igreja;
9 - Ele voltará visivelmente a este mundo em grande
poder e glória, para julgar os homens e consumar sua
obra redentora.
6. Rm 8.1-3; Fp 2.1-11; Hb 4.14,15; 1Pe 2.21-25
7. At 1.6-14; Jo 19.30,35; Mt 28.1-6; Lc 24.46; Jo 20.1-20; At 2.22-24; 1Co 15.4-8
8. Jo 14.6; At 4.12; 1Tm 2.4,5; At 7.55,56; Hb 4.14-16; 10.19-23
9. Mt 28.20; Jo 14.16,17; 15.26; 16.7; 1Co 6.19
10. At 1.11; 1Co 15.24-28; 1Ts 4.14-18; Tt 2.13
22
3 - DEUS ESPÍRITO SANTO - O Espírito Santo, um em essência com o Pai e com o
Filho, é pessoa divina.
1 - É o Espírito da verdade;
2 - Atuou na criação do mundo e inspirou os homens a escreverem as Sagradas
Escrituras;
3 - Ele ilumina os homens e os capacita a compreenderem a verdade divina;
4 - No dia de Pentecostes, em cumprimento final da profecia e das promessas
quanto à descida do Espírito Santo, Ele se manifestou de maneira singular,
quando os primeiros discípulos foram batizados no Espírito, passando a fazer
parte do Corpo de Cristo, que é a Igreja. Suas outras manifestações, constantes
no livro Atos dos Apóstolos, confirmam a evidência de universalidade do dom do
Espírito Santo a todos os que creem em Cristo;
1. Gn 1.2; J23.13; Sl 51.11; 139.7-12; Is 61.1-3; Lc 4.18,19 ; Jo 4.24; 14.16,17; 15.26; Hb 9.14; 1Jo 5.6,7; Mt 28.19
2. Jo 16.13; 14.17; 15.26
3. Gn 1.2; 2Tm 3.16; 2Pe 1.21
4. Lc 12.12; Jo 14.16,17,26; 1Co 2.10-14; Hb 9.8
23
5 - O recebimento do Espírito Santo sempre ocorre quando os pecadores se
convertem a Jesus Cristo, que os integra, regenerados pelo Espírito, à Igreja;
6 - Ele dá testemunho de Jesus Cristo e o glorifica;
7 - Convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo;
8 - Opera a regeneração do pecador perdido;
9 - Sela o crente para o dia da redenção final;
10 - Habita no crente;
11 - Guia-o em toda a verdade;
12 - Capacita-o a obedecer a vontade de Deus;
13 - Distribui dons aos filhos de Deus para a edificação do Corpo de Cristo e para o
ministério da Igreja no mundo;
14 - Sua plenitude e seu fruto na vida do crente constituem condições para uma
vida cristã vitoriosa e testemunhante.
5. Jl 2.28-32; At 1.5; 2.1-4; 24.29; At 2.41; 8.14-17; 10.44-47; 19.5-7; 1Co 12.12-15 / 6. At 2.38,39; 1Co 12.12-15
7. Jo 14.16,17; 16.13,14 / 8. Jo 16.8-11 / 9. Jo 3.5; Rm 8.9-11 / 10. Ef 4.30 / 11. Rm 8.9-11 / 12. Jo 16.13 / 13. Ef 5.16-25
14. 1Co 12.7,11; Ef 4.11-13 / 15. Ef 5.18-21; Gl 5.22,23; At 1.8
PARTILHA 10:
“Perca sua cabeça para entender a trindade, perca sua alma se negar a trindade”
Dt 32.39 “Vejam agora que eu sou o único, eu mesmo. Não há Deus além de mim...”
1 Tm 2.5 “Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem
Cristo Jesus.”
Mt 28.19 “...batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.”
Jo 20.17 “Estou voltando para meu Pai e Pai de vocês, para meu Deus e Deus de
vocês".
Possibilidades em ver mais de uma Pessoa em Deus:
1- Há três deuses independentes;
2- Há apenas um Deus que opera de três modos;
3- Há apenas um Deus e Cristo foi sua primeira criação;
4- Há uma Divindade existindo em três Pessoas
a) Como você acha que Deus é?
b) Como vc “percebe” a presença de Deus, de Jesus e do Espírito Santo?
P: O que de noite tem cabeça e de dia perde?
R: O travesseiro
FIM, BONS ESTUDOS
1. HISTÓRIA DO CRISTIANISMO – Shelley B. L. - Ed Shedd– 1ª Edição 2004
2. UMA HISTÓRIA ILUSTRADA DO CRISTIANISMO – Gonzales J. L. – Ed Vida Nova - 1995
3. HISTÓRIA DO CRISTIANISMO – COLLINS&MATTHEW – Ed. Loyola - 2000
4. HISTÓRIA DA IGREJA – Walton R.C. – Ed Vida História do Cristianismo, Shelley, Bruce L., 1927,
Ed. Shedd
5. Textos Bíblicos extraídos da Bíblia Sagrada NVI; São Paulo; Ed. Vida; 2001
6. BÍBLIA DE ESTUDO NVI, Barker; São Paulo; Ed. Vida; 2003
7. Reflexões extraídas da World Wide Web
8. Vídeo–aula: A Historia do Cristianismo Como Você Nunca Viu – Igreja Evangélica Batista de
Campo Grande e Seminário Batista Sul Mato-grossense - 2020
9. BIBLE PROJECT
Esta apresentação está disponível no site: www.escolabiblicavirtual.com.br

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a História do Cristianismo 4a Aula

7 o cristianismo após a queda de roma -7ª aula
7   o cristianismo após a queda de roma -7ª aula7   o cristianismo após a queda de roma -7ª aula
7 o cristianismo após a queda de roma -7ª aulaPIB Penha
 
44 1, 2 e 3 joão
44  1, 2 e 3 joão44  1, 2 e 3 joão
44 1, 2 e 3 joãoPIB Penha
 
Jesus é filho literal de deus
Jesus é filho literal de deusJesus é filho literal de deus
Jesus é filho literal de deusJose Moraes
 
Livro ebook-cristianismo-basico
Livro ebook-cristianismo-basicoLivro ebook-cristianismo-basico
Livro ebook-cristianismo-basicoEdma Simão
 
Aula de Cristologia - A Pessoa de Cristo
Aula de Cristologia - A Pessoa de CristoAula de Cristologia - A Pessoa de Cristo
Aula de Cristologia - A Pessoa de CristoSamuel A. Nunes
 
Lição 03 - a santíssima trindade, um só deus em três pessoas
Lição 03 - a santíssima trindade, um só deus em três pessoasLição 03 - a santíssima trindade, um só deus em três pessoas
Lição 03 - a santíssima trindade, um só deus em três pessoasDaniel Felipe Kroth
 
Aula02 cristologia
Aula02 cristologiaAula02 cristologia
Aula02 cristologiaDanilo Lemos
 
IBADEP BÁSICO - HERESIOLOGIA - CAPITULO 4.pptx
IBADEP BÁSICO - HERESIOLOGIA - CAPITULO 4.pptxIBADEP BÁSICO - HERESIOLOGIA - CAPITULO 4.pptx
IBADEP BÁSICO - HERESIOLOGIA - CAPITULO 4.pptxRubens Sohn
 
Leão Magno (400 – 461)
Leão Magno (400 – 461)Leão Magno (400 – 461)
Leão Magno (400 – 461)uriank
 
Aula 3 - Terceiro Período - A Igreja Imperial
Aula 3 -  Terceiro Período - A Igreja ImperialAula 3 -  Terceiro Período - A Igreja Imperial
Aula 3 - Terceiro Período - A Igreja ImperialAdriano Pascoa
 
Huberto rohden a metafísica do cristianismo
Huberto rohden   a metafísica do cristianismoHuberto rohden   a metafísica do cristianismo
Huberto rohden a metafísica do cristianismoUniversalismo Cultura
 

Semelhante a História do Cristianismo 4a Aula (20)

7 o cristianismo após a queda de roma -7ª aula
7   o cristianismo após a queda de roma -7ª aula7   o cristianismo após a queda de roma -7ª aula
7 o cristianismo após a queda de roma -7ª aula
 
44 1, 2 e 3 joão
44  1, 2 e 3 joão44  1, 2 e 3 joão
44 1, 2 e 3 joão
 
Cristologia aula04
Cristologia aula04Cristologia aula04
Cristologia aula04
 
Jesus é filho literal de deus
Jesus é filho literal de deusJesus é filho literal de deus
Jesus é filho literal de deus
 
Livro ebook-cristianismo-basico
Livro ebook-cristianismo-basicoLivro ebook-cristianismo-basico
Livro ebook-cristianismo-basico
 
09 ist - cristologia
09  ist - cristologia09  ist - cristologia
09 ist - cristologia
 
Cristologia aula03
Cristologia aula03Cristologia aula03
Cristologia aula03
 
Filosofia 04 - Filosofia Medieval
Filosofia 04 - Filosofia MedievalFilosofia 04 - Filosofia Medieval
Filosofia 04 - Filosofia Medieval
 
Aula de Cristologia - A Pessoa de Cristo
Aula de Cristologia - A Pessoa de CristoAula de Cristologia - A Pessoa de Cristo
Aula de Cristologia - A Pessoa de Cristo
 
Lição 01
Lição 01Lição 01
Lição 01
 
Lição 03 - a santíssima trindade, um só deus em três pessoas
Lição 03 - a santíssima trindade, um só deus em três pessoasLição 03 - a santíssima trindade, um só deus em três pessoas
Lição 03 - a santíssima trindade, um só deus em três pessoas
 
Testemunha de Jeová
Testemunha de JeováTestemunha de Jeová
Testemunha de Jeová
 
Aula02 cristologia
Aula02 cristologiaAula02 cristologia
Aula02 cristologia
 
407
407407
407
 
Catolicismo
CatolicismoCatolicismo
Catolicismo
 
IBADEP BÁSICO - HERESIOLOGIA - CAPITULO 4.pptx
IBADEP BÁSICO - HERESIOLOGIA - CAPITULO 4.pptxIBADEP BÁSICO - HERESIOLOGIA - CAPITULO 4.pptx
IBADEP BÁSICO - HERESIOLOGIA - CAPITULO 4.pptx
 
Encarnação
EncarnaçãoEncarnação
Encarnação
 
Leão Magno (400 – 461)
Leão Magno (400 – 461)Leão Magno (400 – 461)
Leão Magno (400 – 461)
 
Aula 3 - Terceiro Período - A Igreja Imperial
Aula 3 -  Terceiro Período - A Igreja ImperialAula 3 -  Terceiro Período - A Igreja Imperial
Aula 3 - Terceiro Período - A Igreja Imperial
 
Huberto rohden a metafísica do cristianismo
Huberto rohden   a metafísica do cristianismoHuberto rohden   a metafísica do cristianismo
Huberto rohden a metafísica do cristianismo
 

Mais de PIB Penha - SP

Início das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptx
Início das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptxInício das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptx
Início das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptxPIB Penha - SP
 
A conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igreja
A conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igrejaA conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igreja
A conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igrejaPIB Penha - SP
 
A escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de Estêvão
A escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de EstêvãoA escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de Estêvão
A escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de EstêvãoPIB Penha - SP
 
3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...
3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...
3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...PIB Penha - SP
 
4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃO
4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃO4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃO
4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃOPIB Penha - SP
 
Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2
Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2
Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2PIB Penha - SP
 
18 Deuteronômio 27 - 34.pptx
18 Deuteronômio 27 - 34.pptx18 Deuteronômio 27 - 34.pptx
18 Deuteronômio 27 - 34.pptxPIB Penha - SP
 
17 Deuteronomio 5 - 26.pptx
17 Deuteronomio 5 - 26.pptx17 Deuteronomio 5 - 26.pptx
17 Deuteronomio 5 - 26.pptxPIB Penha - SP
 
16 Deuteronomio 1 - 4.pptx
16 Deuteronomio 1 - 4.pptx16 Deuteronomio 1 - 4.pptx
16 Deuteronomio 1 - 4.pptxPIB Penha - SP
 
15 Numeros 23 - 36.ppt
15 Numeros 23 - 36.ppt15 Numeros 23 - 36.ppt
15 Numeros 23 - 36.pptPIB Penha - SP
 
14 Numeros 12 - 22.ppt
14 Numeros 12 - 22.ppt14 Numeros 12 - 22.ppt
14 Numeros 12 - 22.pptPIB Penha - SP
 
14 Numeros 1 - 14.pptx
14 Numeros 1 - 14.pptx14 Numeros 1 - 14.pptx
14 Numeros 1 - 14.pptxPIB Penha - SP
 
12 Levitico 17 - 27.ppt
12 Levitico 17 - 27.ppt12 Levitico 17 - 27.ppt
12 Levitico 17 - 27.pptPIB Penha - SP
 
11 levitico 1 - 16.pptx
11 levitico 1 - 16.pptx11 levitico 1 - 16.pptx
11 levitico 1 - 16.pptxPIB Penha - SP
 
7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptx
7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptx7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptx
7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptxPIB Penha - SP
 

Mais de PIB Penha - SP (20)

Início das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptx
Início das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptxInício das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptx
Início das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptx
 
A conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igreja
A conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igrejaA conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igreja
A conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igreja
 
A escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de Estêvão
A escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de EstêvãoA escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de Estêvão
A escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de Estêvão
 
3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...
3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...
3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...
 
4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃO
4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃO4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃO
4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃO
 
Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2
Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2
Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2
 
18 Deuteronômio 27 - 34.pptx
18 Deuteronômio 27 - 34.pptx18 Deuteronômio 27 - 34.pptx
18 Deuteronômio 27 - 34.pptx
 
17 Deuteronomio 5 - 26.pptx
17 Deuteronomio 5 - 26.pptx17 Deuteronomio 5 - 26.pptx
17 Deuteronomio 5 - 26.pptx
 
16 Deuteronomio 1 - 4.pptx
16 Deuteronomio 1 - 4.pptx16 Deuteronomio 1 - 4.pptx
16 Deuteronomio 1 - 4.pptx
 
15 Numeros 23 - 36.ppt
15 Numeros 23 - 36.ppt15 Numeros 23 - 36.ppt
15 Numeros 23 - 36.ppt
 
14 Numeros 12 - 22.ppt
14 Numeros 12 - 22.ppt14 Numeros 12 - 22.ppt
14 Numeros 12 - 22.ppt
 
14 Numeros 1 - 14.pptx
14 Numeros 1 - 14.pptx14 Numeros 1 - 14.pptx
14 Numeros 1 - 14.pptx
 
12 Levitico 17 - 27.ppt
12 Levitico 17 - 27.ppt12 Levitico 17 - 27.ppt
12 Levitico 17 - 27.ppt
 
11 levitico 1 - 16.pptx
11 levitico 1 - 16.pptx11 levitico 1 - 16.pptx
11 levitico 1 - 16.pptx
 
10 Exodo 31 -40.pptx
10 Exodo 31 -40.pptx10 Exodo 31 -40.pptx
10 Exodo 31 -40.pptx
 
9 Exodo 21 -30.pptx
9 Exodo 21 -30.pptx9 Exodo 21 -30.pptx
9 Exodo 21 -30.pptx
 
8 Exodo 13 - 20.pptx
8 Exodo 13 - 20.pptx8 Exodo 13 - 20.pptx
8 Exodo 13 - 20.pptx
 
10 Exodo 31 -40.pdf
10 Exodo 31 -40.pdf10 Exodo 31 -40.pdf
10 Exodo 31 -40.pdf
 
9 Exodo 21 -30.pdf
9 Exodo 21 -30.pdf9 Exodo 21 -30.pdf
9 Exodo 21 -30.pdf
 
7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptx
7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptx7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptx
7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptx
 

Último

AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024RaniereSilva14
 
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptxLição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptxCelso Napoleon
 
O concílio de Jerusalém Cap 14 e 15.pptx
O concílio de Jerusalém  Cap 14 e 15.pptxO concílio de Jerusalém  Cap 14 e 15.pptx
O concílio de Jerusalém Cap 14 e 15.pptxPIB Penha
 
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptxLição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptxCelso Napoleon
 
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Introdução
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - IntroduçãoEbook - Mentoria Ministério com Jovens - Introdução
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - IntroduçãoInsituto Propósitos de Ensino
 
slide da missa com leituras e oração eucarística
slide da missa com leituras e oração eucarísticaslide da missa com leituras e oração eucarística
slide da missa com leituras e oração eucarísticaFranklinOliveira30
 
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivo
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivoEbook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivo
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivoInsituto Propósitos de Ensino
 
RESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familia
RESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familiaRESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familia
RESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familiamaysa997520
 

Último (12)

AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
 
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptxLição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
 
O concílio de Jerusalém Cap 14 e 15.pptx
O concílio de Jerusalém  Cap 14 e 15.pptxO concílio de Jerusalém  Cap 14 e 15.pptx
O concílio de Jerusalém Cap 14 e 15.pptx
 
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptxLição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
 
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Introdução
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - IntroduçãoEbook - Mentoria Ministério com Jovens - Introdução
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Introdução
 
slide da missa com leituras e oração eucarística
slide da missa com leituras e oração eucarísticaslide da missa com leituras e oração eucarística
slide da missa com leituras e oração eucarística
 
O Livro dos Espiritos - Allan Kardec.pdf
O Livro dos Espiritos - Allan Kardec.pdfO Livro dos Espiritos - Allan Kardec.pdf
O Livro dos Espiritos - Allan Kardec.pdf
 
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 03
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 03Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 03
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 03
 
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 01
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 01Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 01
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 01
 
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivo
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivoEbook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivo
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivo
 
RESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familia
RESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familiaRESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familia
RESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familia
 
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 02
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 02Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 02
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 02
 

História do Cristianismo 4a Aula

  • 1. HISTÓRIA DO CRISTIANISMO 4ª AULA PERÍODO DE 100 ao 300 Questões teológicas e doutrinárias nas primeiras comunidades cristãs: É importante estudar a história das controvérsias doutrinárias para compreender a evolução do pensamento teológico cristão. EBD - ESCOLA BÍBLICA DISCIPULADORA 1º semestre de 2023 – facilitadores: Yuri Eloi e Francisco Tudela
  • 2. HERESIA, DO GREGO AIRÉO, “RETIRAR”/ “SUBTRAIR” UMA PARTE DA VERDADE 1. ADIÇÃO: o grupo adiciona algo à Bíblia como fonte de autoridade. 2. SUBTRAÇÃO: o grupo subtrai algo da Bíblia. 3. MULTIPLICAÇÃO: o grupo prega a salvação através das boas obras. 4. DIVISÃO: o grupo divide a fidelidade entre Deus e a organização / igreja. Exemplos de SEITAS QUE SUBTRAEM algo da pessoa de Jesus na Trindade: Os TJ, na sua bíblia Tradução do Mundo Novo, Jo 1.1“No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era um deus” explica que, antes de vir para a Terra, Jesus tinha uma natureza divina, ou semelhante a um deus. Extraído de: https://www.jw.org/pt/ensinos-biblicos/textos-biblicos/joao-1-1/ Os KARDECISTAS “Não há um “endeusamento” ... Jesus Cristo é o espírito mais puro que veio a terra, com isso é nosso maior guia e modelo a ser seguido”. Extraído de: https://tvmundomaior.com.br/jesus-cristo-segundo-o-espiritismo/
  • 3. NESTORIANISMO – considerado heresia no 1º Concílio de Éfeso Havia uma questão considerada sem solução: Como pode Jesus, sendo homem, não ser pecador já que o homem é, por natureza, inclinado ao pecado desde a Queda? Corpo -sentidos e faz a ação; alma -vontade, emoção; espírito -intuição, consciência. Nestório, patriarca de Constantinopla, propôs a solução: Maria deu a luz a Jesus sem a alma humana e o Logos divino (a Palavra), que existiu antes de Maria e do próprio tempo, ocupou a alma humana (a parte humana manchada pela queda). Jesus Cristo seria composto de duas pessoas distintas: uma divina e outra humana, duas pessoas diferentes residindo no mesmo corpo, e que essas duas naturezas estavam unidas em uma única pessoa apenas de forma moral ou funcional. A Virgem Maria deveria ser chamada de Cristótoco (em grego significa "Portadora do Nascimento de Cristo") e não Teótoco ("Portadora do Nascimento de Deus").
  • 4. DECLARAÇÃO DOUTRINÁRIA DA CONVENÇÃO BATISTABRASILEIRA “Na plenitude dos tempos Ele se fez carne, na pessoa real e histórica de Jesus Cristo, gerada pelo Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, sendo, em sua pessoa, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.” PARTILHA 9: Qual humanidade Jesus assumiu? Lc 1.35 “…aquele que há de nascer será...Filho de Deus.” Jo 1.14 “Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós.” 1Co 11.1 “Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de Cristo.” Como Jesus se fez homem tal qual Adão temos duas possibilidades: a) Jesus se fez homem tal qual Adão antes da queda (Pré-lapsariano – lapsus= queda), neste momento Adão não tinha a inclinação para o pecado. b) Jesus se fez homem tal qual Adão após a queda (Pós-lapsariano), neste momento Adão passa a: sentir frio, fome, sede, cansaço,... e inclinado para o pecado. Dica: Adão caiu em pecado por sua própria escolha, já Jesus... (Hb 4.15) 4
  • 5. EUTEQUIANISMO O monge e teólogo Eutiques argumentava que a natureza divina de Jesus era tão forte que absorveu a sua natureza humana, fazendo com que Jesus fosse apenas divino, e não humano. Um exemplo de como questões teológicas podem ser usadas para disputas políticas e sociais: Eutiques e sua doutrina foram apoiados pelo imperador bizantino da época, que tentava consolidar seu poder político.
  • 6. APOLINARISMO Apolinário de Laodiceia, um bispo e teólogo ensinava que Cristo não podia ter duas naturezas, a divina e a humana, completas e contrárias, pois a divina era eterna, invariável, perfeita, e a humana era temporal, finita, imperfeita e corruptível. Tomava ao pé da letra Jo 1.14 “Aquele que é a Palavra tornou-se carne...” Se Cristo tivesse as duas naturezas, com a parte humana, composta de alma, corpo e razão (logos), poderia ter praticado algum pecado, mas o Logos divino substituiu ao intelecto humano.
  • 7. O presbítero Ário, da igreja de Antioquia, com boas intenções, tentando explicar a trindade, vem com uma tese herege, conhecida como ARIANISMO. Ário dizia que Jesus era uma “criatura perfeita, criada antes de todas as eras”. : “Deus nem sempre foi Pai... houve um tempo que estava só... Mas depois se tornou Pai... O Filho não existiu sempre... Teve uma origem de criação... Deus fez a certo ser e o chamou Palavra, Sabedoria e Filho, para que pudesse nos dar uma forma por meio dele”. Com esta declaração a Igreja se divide, e em 325, Constantino convoca, na cidade de Nicéia, um Concílio que declarará a igualdade de natureza entre o Pai e Filho. Subordinacionismo = Jesus era inferior ao Pai e estava subordinado à vontade dEle. ARIANISMO
  • 8.
  • 9.  Diante desta situação foi realizado o primeiro concílio ecumênico da história, convocado pelo imperador Constantino, em 325. Teve como objetivo solucionar os problemas que dividiam a cristandade causados pelo arianismo. O ARIANISMO AINDA EXISTE? Os T.J , naTradução do Novo Mundo Jo 1.1 “O Verbo era “um deus.” e os Mórmons, “Deus mesmo já foi como nós somos agora, um homem glorificado”, têm doutrina semelhante ao arianismo, bem como a Igreja Mundial do Poder de Deus: “Ele é a imagem do Deus invisível, a encarnação do verbo. Mas ele não é sempiterno, é eterno. O pai que é Deus é sempiterno, aquele que antes dele nunca existiu como ele, nem existirá depois dele, sempre existiu e sempre existirá. A primeira obra dele foi Jesus Cristo”. (Valdemiro Santiago.) Qual a diferença entre ser criado e ser gerado? Criar = fazer – dar origem a algo de natureza distinta. Gerar = ser o pai de – dar origem a algo da mesma natureza. O QUE O HOMEM CRIA É UMA ESTÁTUA E O QUE O HOMEM GERA É UM FILHO. O QUE DEUS CRIA NÃO É DIVINO E O QUE DEUS GERA É UM FILHO. (https://defendendoafe.com.br/testemunhas-de-jeova-arianos-dos-dias-modernos/ ; https://palavraprudente.com.br/apologetica/10-razoes-biblicas-porque-nao-posso-ser-mormon/)
  • 10. Eram judeus cristãos, no ano 107, que para manterem o monoteísmo do AT, negavam a divindade de Cristo e seu nascimento virginal, Jesus era o filho de José que alcançou certo grau de divindade quando o ES desceu sobre ele no batismo. Aprovavam o evangelho de Mateus mas rejeitavam as cartas de Paulo. Os cristãos gentios e judeus ainda estariam sob o domínio da lei, não havia salvação fora da circuncisão e da lei de Moisés. Séc. I - EBIONITAS: Jesus foi um homem comum
  • 11. Em grego, aparência = dokesis  Docetistas = aqueles que acreditam que o corpo humano de Cristo era só aparente. Jesus era a divindade fantasiada de homem, Cristo era o verdadeiro Deus mas não um verdadeiro homem. (1Jo 1.1; 4,2e3)  Cristo-espírito habitou o Jesus-humano após seu batismo, e o deixou antes da morte na cruz. Negam a encarnação (Deus se fez homem), pois morrer na cruz é escandaloso  JESUS não era humano, parecia sê-lo, seu corpo era uma ilusão e somente “parecia” que Cristo tinha sido crucificado.  Jesus (o homem) morreu, mas Cristo (o messias) não morreu.  Como o corpo é um invólucro para o espírito, nada que se faz com o corpo afeta o espírito, logo quem está salvo não tem mais nenhum pecado.  O corpo é a sede do pecado e do mal. Séc. II - Docetistas: Jesus tinha apenas a natureza divina.
  • 12. No séc. III, Paulo de Samósata, bispo de Antioquia, defendeu a ideia de que Cristo era um homem que, pela justiça e por ter recebido o logos divino (ES) no batismo, alcançou a divindade e o caráter de salvador. Conhecida como adocionismo, ou monarquianismo (governo de uma só pessoa). O iniciador desta doutrina foi Teódoto de Bizâncio, que dizia que um homem comum chamado Jesus, em determinado momento de sua vida (batismo), foi “adotado” e, assim, “ungido” como filho de Deus. Jesus, passando a viver como Cristo, foi sendo exaltado progressivamente até tornar-se uma divindade (após a ressurreição), quando passou a ser “semelhante” a Deus (mas não “igual”). O Adocionismo, portanto, tirava a plena divindade e eternidade de Jesus. Séc. III - ADOCIONISTAS: O homem Jesus recebeu o ES no batismo
  • 13. H D EBIONISMO Nega a Natureza Divina H D DOCETISMO Nega a Natureza Humana H D H D D ARIANISMO NESTORIANISMO EUTIQUIANISMO APOLINARIANISMO Nega a Natureza Divina Nega a União das naturezas Nega Haver Duas Naturezas Nega o Espírito Humano D H 1Tm 1.19 “mantendo a fé e a boa consciência que alguns rejeitaram e, por isso, naufragaram na fé. 1) A fé para crer em Deus, na Sua Palavra e a convicção de que Jesus é o Filho de Deus e o Salvador da humanidade. 2) A boa consciência é a capacidade de discernir o certo e o errado e viver de acordo com os princípios cristãos. Ao rejeitá-los surgem as falsas concepções cristológicas e doutrinárias.
  • 14. NOVACIONISMO Um edito exigia uma oferta anual de sacrifício nos altares romanos aos deuses e à figura do Imperador Décio (era o ano 250), e quem o oferecia recebia um certificado que o livrava da morte. A questão era: o que fazer com os caídos, os lapsi. Novaciano, um padre romano, se opunha à readmissão de cristãos que haviam abandonado sua fé durante as perseguições romanas, os chamados confessores, aqueles que haviam apostatado para receber o certificado. Se auto nominavam de καθαροι (do grego: "puritanos"), por não admitir misturar-se com o que consideravam práticas frouxas de uma igreja corrupta.
  • 15. MONTANISMO Montano da Frígia, em torno de 155 d.C, com suas auxiliares Priscila e Maximila, valorizavam o dom da profecia e o falar em línguas, criam que a volta de Cristo estava iminente e anunciavam o fim do mundo. Montano se dizia a encarnação do Espírito Santo e batizava em “Nome do Pai, do Filho e de Montano”. Não permitiam o casamento dos viúvos, o sexo era prática mundana, exaltavam a castidade, dividiam os pecados em mortais e veniais, incentivavam o martírio. Os cristãos deviam se reunir na Frígia onde surgiria a Jerusalém celeste. Este movimento conviveu com a Igreja dos séculos II, III e IV. Tertuliano tornou-se o mais importante convertido ao Montanismo. Há escritores pentecostais que se referem ao montanismo como um movimento na igreja antiga do Século II que se lhes assemelha pela ênfase na profecia e glossolalia.
  • 16. SABELIANISMO No ano 200, Sabélio formou a doutrina onde Deus se manifestava em três modos ou funções diferentes, mas não como três pessoas distintas a trindade era uma manifestação de três formas do mesmo Deus. Deus Pai (quando criador e legislador), Deus Filho (quando redentor) e Deus Espírito Santo (quando mediador, doador de vida e agente divino). Ensina que há apenas uma pessoa na divindade (em vez de três pessoas distintas da Trindade), e que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são simplesmente modos ou manifestações diferentes de Deus. Essa visão nega a distinção entre as três pessoas da Trindade e a doutrina da Trindade
  • 17. MANIQUEISMO Fundado pelo babilônio Mani (216 a 276) considerava que o universo se compõe do reino das trevas (o mal) e da luz (o bem) e ambos lutam pelo domínio do homem. O espírito do homem, preso à matéria má, necessitava de um ascetismo rigoroso, inclusive o sexual, para ser liberto; O celibato era louvável e havia uma casta sacerdotal, composta por pessoas “perfeitas” que “santificavam” as demais. Grupos religiosos ingleses e norte-americanos chamados “puritanos” incorporaram em sua vida moral muitos elementos do maniqueísmo.
  • 18. 18 II – Deus - O único Deus vivo e verdadeiro é Espírito pessoal, Eterno, Infinito e Imutável; é Onipotente, Onisciente, e Onipresente; é perfeito em Santidade, Justiça, Verdade e Amor. 1 - Ele é o Criador, Sustentador, Redentor, Juiz e Senhor da história e do universo, que governa pelo Seu poder, dispondo de todas as coisas, de acordo com o Seu eterno propósito e graça; 2 - Deus é infinito em santidade e em todas as demais perfeições; 3 - Por isso, a Ele devemos todo o amor, culto e obediência; 4 - Em sua triunidade, o eterno Deus se revela como Pai, Filho e Espírito Santo, pessoas distintas mas sem divisão em sua essência. 1. Dt 6.4; Jr 10.1; Sl 139; 1Co 8.6; 1Tm 1.17; 2.5,6; Ex 3.14; 6.2,3; Is 43.15; Mt 6.9; Jo 4.24; Ml 3.6; Tg 1.17; 1Pe 1.16,17 2. Gn 1.1; 17.1; Ex 15.11-18; Is 43.3; At 17.24-26; Ef 3.11; 1Pe 1.17 / 3. Ex 15.11; Is 6.1,2; 57.15; J34.10 4. Mt 22.37; Jo 4.23,24; 1Pe 1.15,16 / 5. Mt 28.19; Mc 1.9-11; 1Jo 5.7; Rm 15.30; 2Co 13.13; Fp 3.3 5.Mt 28.19; Mc 1.9-11; 1Jo 5.7; Rm 15.30; 2Co 13.13; Fp 3.3 E NÓS, QUAL É A NOSSA DOUTRINA? DECLARAÇÃO DOUTRINÁRIA DA CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA
  • 19. 19 1 - DEUS PAI Deus, como Criador, manifesta disposição paternal para com todos os homens. 1 - Historicamente, Ele se revelou primeiro como Pai ao povo de Israel, que escolheu consoante os propósitos de Sua graça; 2 - Ele é Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem enviou a este mundo para salvar os pecadores e deles fazer filhos por adoção; 3 - Aqueles que aceitam a Jesus Cristo e nele creem são feitos filhos de Deus, nascidos pelo Seu Espírito, e, assim, passam a tê-lo como Pai celestial, dele recebendo proteção e disciplina. 1. Is 64.8; Mt 6.9; 7.11; At 17.26-29; 1Co 8.6; Hb 12.9 2. Ex 4.22,23; Dt 32.6-18; Is 1.2,3; 63.16; Jr 31.9 3. Sl 2.7; Mt 3.17; 17.5; Lc 1.35; Jo 1.12 4. Mt 23.9; Jo 1.12,13; Rm 8.14-17; Gl 3.26; 4.4-7; Hb 12.6-11
  • 20. 20 2 - DEUS FILHO - Jesus Cristo, um em essência com o Pai, é o eterno Filho de Deus. 1 - Nele, por Ele e para Ele foram criadas todas as coisas; 2 - Na plenitude dos tempos, Ele se fez carne, na pessoa real e histórica de Jesus Cristo, gerada pelo Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, sendo, em Sua pessoa, verdadeiro Deus e verdadeiro homem; 3 - Jesus é a imagem expressa do seu Pai, a revelação suprema de Deus ao homem; 4 - Ele honrou e cumpriu plenamente a lei divina e revelou e obedeceu toda a vontade de Deus; 5 - Identificou-se perfeitamente com os homens, sofrendo o castigo e expiando a culpa de nossos pecados, conquanto Ele mesmo não tivesse pecado; 1. Sl 2.7; 110.1; Mt 1.18-23; 3.17; 8.29; 14.33; 16.16,27; 17.5; Mc 1.1; Lc 4.41; 22.70; Jo 1.1,2; 11.27; 14.7-11; 16.28 2. Jo 1.3; 1Co 8.6; Cl 1.16,17 3. Is 7.14; Lc 1.35; Jo 1.14; Gl 4.4,5 4. Jo 14.7-9; Mt 11.27; Jo 10.30,38; 12.44-50; Cl 1.15,19; 2.9; Hb 1.3 / 5. Is 53; Mt 5.17; Hb 5.7-10
  • 21. 21 6 - Para salvar-nos do pecado, morreu na cruz, foi sepultado e ao terceiro dia ressurgiu dentre os mortos e, depois de aparecer muitas vezes a seus discípulos, ascendeu aos céus, onde, à destra do Pai, exerce o Seu eterno sumo sacerdócio. 7 - Jesus Cristo é o único Mediador entre Deus e os homens e o Único e Suficiente Salvador e Senhor; 8 - Pelo seu Espírito ele está presente e habita no coração de cada crente e na Igreja; 9 - Ele voltará visivelmente a este mundo em grande poder e glória, para julgar os homens e consumar sua obra redentora. 6. Rm 8.1-3; Fp 2.1-11; Hb 4.14,15; 1Pe 2.21-25 7. At 1.6-14; Jo 19.30,35; Mt 28.1-6; Lc 24.46; Jo 20.1-20; At 2.22-24; 1Co 15.4-8 8. Jo 14.6; At 4.12; 1Tm 2.4,5; At 7.55,56; Hb 4.14-16; 10.19-23 9. Mt 28.20; Jo 14.16,17; 15.26; 16.7; 1Co 6.19 10. At 1.11; 1Co 15.24-28; 1Ts 4.14-18; Tt 2.13
  • 22. 22 3 - DEUS ESPÍRITO SANTO - O Espírito Santo, um em essência com o Pai e com o Filho, é pessoa divina. 1 - É o Espírito da verdade; 2 - Atuou na criação do mundo e inspirou os homens a escreverem as Sagradas Escrituras; 3 - Ele ilumina os homens e os capacita a compreenderem a verdade divina; 4 - No dia de Pentecostes, em cumprimento final da profecia e das promessas quanto à descida do Espírito Santo, Ele se manifestou de maneira singular, quando os primeiros discípulos foram batizados no Espírito, passando a fazer parte do Corpo de Cristo, que é a Igreja. Suas outras manifestações, constantes no livro Atos dos Apóstolos, confirmam a evidência de universalidade do dom do Espírito Santo a todos os que creem em Cristo; 1. Gn 1.2; J23.13; Sl 51.11; 139.7-12; Is 61.1-3; Lc 4.18,19 ; Jo 4.24; 14.16,17; 15.26; Hb 9.14; 1Jo 5.6,7; Mt 28.19 2. Jo 16.13; 14.17; 15.26 3. Gn 1.2; 2Tm 3.16; 2Pe 1.21 4. Lc 12.12; Jo 14.16,17,26; 1Co 2.10-14; Hb 9.8
  • 23. 23 5 - O recebimento do Espírito Santo sempre ocorre quando os pecadores se convertem a Jesus Cristo, que os integra, regenerados pelo Espírito, à Igreja; 6 - Ele dá testemunho de Jesus Cristo e o glorifica; 7 - Convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo; 8 - Opera a regeneração do pecador perdido; 9 - Sela o crente para o dia da redenção final; 10 - Habita no crente; 11 - Guia-o em toda a verdade; 12 - Capacita-o a obedecer a vontade de Deus; 13 - Distribui dons aos filhos de Deus para a edificação do Corpo de Cristo e para o ministério da Igreja no mundo; 14 - Sua plenitude e seu fruto na vida do crente constituem condições para uma vida cristã vitoriosa e testemunhante. 5. Jl 2.28-32; At 1.5; 2.1-4; 24.29; At 2.41; 8.14-17; 10.44-47; 19.5-7; 1Co 12.12-15 / 6. At 2.38,39; 1Co 12.12-15 7. Jo 14.16,17; 16.13,14 / 8. Jo 16.8-11 / 9. Jo 3.5; Rm 8.9-11 / 10. Ef 4.30 / 11. Rm 8.9-11 / 12. Jo 16.13 / 13. Ef 5.16-25 14. 1Co 12.7,11; Ef 4.11-13 / 15. Ef 5.18-21; Gl 5.22,23; At 1.8
  • 24. PARTILHA 10: “Perca sua cabeça para entender a trindade, perca sua alma se negar a trindade” Dt 32.39 “Vejam agora que eu sou o único, eu mesmo. Não há Deus além de mim...” 1 Tm 2.5 “Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus.” Mt 28.19 “...batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.” Jo 20.17 “Estou voltando para meu Pai e Pai de vocês, para meu Deus e Deus de vocês". Possibilidades em ver mais de uma Pessoa em Deus: 1- Há três deuses independentes; 2- Há apenas um Deus que opera de três modos; 3- Há apenas um Deus e Cristo foi sua primeira criação; 4- Há uma Divindade existindo em três Pessoas a) Como você acha que Deus é? b) Como vc “percebe” a presença de Deus, de Jesus e do Espírito Santo? P: O que de noite tem cabeça e de dia perde? R: O travesseiro FIM, BONS ESTUDOS
  • 25. 1. HISTÓRIA DO CRISTIANISMO – Shelley B. L. - Ed Shedd– 1ª Edição 2004 2. UMA HISTÓRIA ILUSTRADA DO CRISTIANISMO – Gonzales J. L. – Ed Vida Nova - 1995 3. HISTÓRIA DO CRISTIANISMO – COLLINS&MATTHEW – Ed. Loyola - 2000 4. HISTÓRIA DA IGREJA – Walton R.C. – Ed Vida História do Cristianismo, Shelley, Bruce L., 1927, Ed. Shedd 5. Textos Bíblicos extraídos da Bíblia Sagrada NVI; São Paulo; Ed. Vida; 2001 6. BÍBLIA DE ESTUDO NVI, Barker; São Paulo; Ed. Vida; 2003 7. Reflexões extraídas da World Wide Web 8. Vídeo–aula: A Historia do Cristianismo Como Você Nunca Viu – Igreja Evangélica Batista de Campo Grande e Seminário Batista Sul Mato-grossense - 2020 9. BIBLE PROJECT Esta apresentação está disponível no site: www.escolabiblicavirtual.com.br