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O Pentateuco: Estudo 13 – Números cap . 1 ao 14
1
EBD - ESCOLA BÍBLICA DISCIPULADORA – 2ºsem/2023
Facilitadores: Yuri Eloi e Francisco Tudela
NÚMEROS
A PRESENÇA DE DEUS NO DESERTO
... "Estamos partindo para o lugar a respeito do qual o Senhor disse: ... 'Eu o darei a
vocês’... Nm 10.19
Autoria: Moisés-33.2 “Por ordem do Senhor Moisés registrou as etapas da jornada
deles...” Datação: Entre 1450 e 1400 a.C.
2
O livro de Números transcorre de uma maneira ordenada e planejada, seguindo o
padrão do pensamento hebreu, do geral ao específico, do inteiro às partes.
1.Cap 1 trata da ordem dos acampamentos.
2.Cap 2 trata dos deveres sacerdotais e das famílias levíticas
3.Cap 3 trata do resgate dos primogênitos
4.Cap 4 trata das funções das tribos levíticas.
O livro cobre um período de quase 39 anos de acontecimentos.
1.1 “... segundo ano depois da saída do Egito...” e 33.38 “...quadragésimo ano...”.
Devemos fazer o serviço do Senhor de maneira organizada
Jr 48.10a “Maldito o que faz com negligência o trabalho do Senhor!”
Ninguém entre os israelitas ficou livre para seguir a sua própria vontade.
Obediência traria bênçãos, mas desobediência traria dificuldades e tragédias.
Cada pessoa foi contada, teve reconhecido seu lugar numa família e instruída sobre
o que deveria fazer na comunidade.
O NOME NÚMEROS FOI DADO NA SEPTUAGINTA
DEVIDO AOS DOIS CENSOS REALIZADOS
De malas prontas Deus manda fazer as contas:
1º SOMA: 1.2,3;1.46 Homens acima de 20 anos: 603.550.
3.40 Levitas: 22.000
3.43 Primogênitos: 22.273
2ª SOMA: 26.2;26.51 Contar os homens de novo: 601.730.
A 1ª soma do povo foi no Monte Sinai, da geração que saiu do Egito e morreu no
deserto, a 2ª soma, após 40 anos, foi da geração nova, a que entraria em Canaã.
No início eram 70 pessoas Gn 46.27
Após 215 anos já eram aprox. 2.000.000 pessoas.(10.36)
Dos 27 caps. 14 caps. tratam dos censos 1.1 ao 16
4
2.2 "Os israelitas acamparão ao redor da Tenda do Encontro, a certa distância,
cada homem junto à sua bandeira com os emblemas da sua família”
TRIBO LÍDER Censo cap 1 Censo cap 26 Variação
Judá Naassom, filho de Aminadabe. 74.600 76.500 +2,5%
Issacar Natanael, filho de Zuar 54.400 64.300 +18%
Zebulom Eliabe, filho de Helom 57.400 60.500 +5,5%
Rúben Elizur, filho de Sedeur. 46.500 43.730 -6%
Simeão Selumiel, filho de Zurisadai. 59.300 22.200 -63%
Gade Eliasafe, filho de Deuel. 45.650 40.500 -11%
Efraim Elisama, filho de Amiúde 40.500 32.500 -20%
Manassés Gamaliel, filho de Pedazur. 32.200 52.700 +64%
Benjamim Abidã, filho de Gideoni 35.400 45.600 +29%
Dã Aieser, filho de Amisadai. 62.700 64.400 +2,5%
Aser Pagiel, filho de Ocrã 41.500 53.400 +28%
Naftali Aira, filho de Enã 53.400 45.400 -15%
TOTAL 603.550 601.730 -0,3
Divisão do livro de Números
Trajetória dos
Israelitas
1ª parte: recenseamento do povo no Sinai e os
preparativos para retomar a marcha (1 a 10).
2ª parte: a jornada do Sinai até Moabe,
no deserto; o envio dos espiões à Terra de
Canaã e seu relatorio, as murmurações
(oito vezes) devido as dificuldades do
caminho (10.11 a 22.1).
3ª parte: os eventos na planície de Moabe,
antes da travessia do Jordão (22.2 a 39.13).
6
ETAPAS DA VIAGEM
A distância de 350 Km que
durou uma vida (38 anos).
1) Do Egito até o Sinai 33.3-15
(início no ano 1448 a.C.)
2) Do Sinai até Cades 33.16-36
3) De Cades até Moabe (em
frente a Jericó) - 33.37-49
Foram 40 acampamentos e na
maioria (22) com algum
conflito, sofrimento, milagre ou
para receber instruções de
Deus.
ESBOÇO - A sequência dos acontecimentos segue assim:
 Do Sinai, viajaram para o norte até o Deserto de Parã onde os espiões trazem um
"mau relatório“ e o povo amedrontado se recusa a entrar na terra prometida.
 Peregrinam pelo deserto por mais trinta e oito anos.
 Viajam até as planícies de Moabe, vencem e ocupam toda a Transjordânia que
fica ao norte do rio Amom.
 Ali caíram em pecado com as mulheres moabitas e midianitas e passam a adorar
seus deuses.
 É feito outro censo e guiados por Deus vencem os midianitas.
 Gade e Rúben e a meia tribo de Manassés recebem as terras ao leste do Jordão, e
Moisés designa Josué seu sucessor.
 Do cap. 20 ao 36, o livro trata de acontecimentos do quadragésimo ano (36.13).
O nº 40
Número 40 - Indica um tempo de preparação:
 40 dias e noites do dilúvio (Gn 7.4-12);
 40 dias e noites Moisés passa no Monte (Ex 24.18; 34.28; Dt 9.9-11; 10.10);
 40 anos foi o tempo da peregrinação pelo deserto (14.33; 32.13; Dt 8.2; 29.5,...);
 Jesus jejuou 40 dias antes de começar seu ministério (Mt 4.2; Lc 4.2);
 A ascensão de Jesus 40 dias após a Ressurreição (At 1.3).
8
1.2,3 “Façam um recenseamento de toda a comunidade de Israel, pelos seus clãs e
famílias, alistando todos os homens, um a um, pelo nome. Você e Arão
contarão todos os homens que possam servir no exército, de vinte anos para
cima, organizados segundo as suas divisões.”
O segundo mês corresponde a abril, uma época que mais tarde seria conhecida
em Canaã como o mês das colheitas gerais, entre as primícias e o Pentecostes.
O censo de Números é, de certo modo, “a colheita de Deus”
O propósito do censo era ser um alistamento militar, não tinha um objetivo social,
político ou econômico, visava preparar os exércitos para a tomada de Canaã, daí só
contar os homens fisicamente capazes, e acima de 20 anos.
1.18 “Os homens de vinte anos para cima inscreveram-se conforme os seus clãs e
as suas famílias, um a um, pelo nome,”
A história familiar de um indivíduo “de onde venho” é essencial para
sua identidade dentro da sociedade: “Eu sou da família PIB Penha”
1.20-43 — “Dos descendentes de Simeão...”
 Cada um dos 12 mini parágrafos segue o mesmo padrão desta expressão, com
exceção dos vs. 32 a 35, que tratam de Efraim e Manassés, filhos de José (v. 10)
que terão sua partilha em dobro em Canaã.
Disposição do Acampamento. 2.1-34
2.2 "Os israelitas acamparão ao redor da Tenda do Encontro, a certa distância, cada
homem junto à sua bandeira com os emblemas da sua família".
 Deus instrui para que o arraial não fosse tumultuado e caótico
 Eram quatro bandeiras, indicando os quatro acampamentos à volta do
Tabernáculo (vs. 3, 10, 18, 25).
 Havia também outras bandeiras, chamadas de emblemas da sua família,
indicando famílias.
11
Disposição das tribos quando acampadas – Cap. 2
Nosso Deus é organizado e estratégico
12
QUAL O MEU LUGAR NO CORPO DE CRISTO? COMO POSSO SERVIR?
Na PIB Penha existem seis áreas ministeriais (valores)*, cada uma com muitas
possibilidades de atuação:
ADORAÇÃO - desafia seus membros a viverem a adoração como estilo de vida
ENSINO - desafia a igreja a crescer de forma equilibrada e na direção certa
COMUNHÃO - desafia a igreja a ser uma comunidade amorosa, acolhedora e generosa
sinalizando a presença de Jesus Cristo através do amor evidenciado em nossos
relacionamentos.
SERVIÇO - desafia a uma atitude prática de doação, exercida pelo uso dos dons espirituais,
que promove edificação da igreja (para dentro), da comunidade (para fora) e glorifica a
Deus (para o alto).
PROCLAMAÇÃO - nos desafia a comunicar através da nossa vida, das nossas palavras e do
nosso estilo pessoal o evangelho de Jesus Cristo que transforma pessoas, sociedade e
cultura.
COMPAIXÃO - desafia a olhar para o próximo com as lentes de Cristo, sendo canal do amor
e do cuidado aos que sofrem.* https://pibpenha.com.br/pagina/7483/areas
O cap 3 trata dos sacerdotes e das famílias da tribo de Levi
1) A Função Sacerdotal dos Filhos de Arão. 3.1-4
2) Obrigações e Recenseamento dos Levitas. 3.5-39
Os levitas e os sacerdotes acampavam ao lado do Tabernáculo:
3.10,38 “qualquer pessoa não autorizada que se aproximar do santuário terá que
ser executada.... em frente da Tenda do Encontro, Moisés, Arão e seus filhos.”
Uma troca foi realizada: a tribo de Levi no lugar do primogênito de cada família.
3.12,13 "Eu mesmo escolho os levitas dentre os israelitas em lugar do primeiro filho
de cada mulher israelita. Os levitas são meus, pois todos os primogênitos
são meus. Quando feri todos os primogênitos no Egito, separei para mim
mesmo todo primogênito de Israel, tanto entre os homens como entre os
rebanhos. Serão meus. Eu sou o Senhor".
Após o censo verificou-se que havia menos levitas do que primogênitos, daí a
necessidade de resgatar/dispensar o excesso de contingente. 13
3.39 “O número total de levitas contados.....foi 22. 000.”
3.43 “O número total dos primeiros filhos...relacionados pelo nome, foi 22. 273.”
3.46,47 “Para o resgate dos primeiros 273 filhos dos israelitas que excedem o
número de levitas, recolha sessenta gramas de prata, com base no peso
padrão do santuário, que são doze gramas.”
 Moisés, Arão e os filhos de Arão acampavam no lado oriental do Tabernáculo, na
frente do santuário.
 Os ramos levíticos de Gerson, Coate e Merari, com obrigações específicas
acampavam nos três lados do Tabernáculo.
3.22-26 — A tribo de Gérson: cortinas, cobertura ...
3.27-32 — A tribo de Coate: móveis e utensílios sagrados...
3.33-37 — A tribo de Merari: estrutura, tábuas, varais, colunas, bases, cordas...
14
15
OS CONTADOS ENTRE OS LEVITAS
TRIBO LÍDER Censo
cap 1
Censo
cap 26
Serviço
Eliazar, filho
de Arão,.
supervisionava os encarregados do santuário
Gersonitas Eliasafe, filho
de Lael
7.500 Cuidava do tabernáculo: cortinas, cobertura
3.22-26
Coatitas Elisafã, filho
de Uziel
8.600 Cuidavam do santuário, dos móveis e utensílios
do tabernáculo, incluindo a arca) 3.27-32
Meraritas Zuriel, filho
de Abiail
6.200 Cuidavam das armações e estacas do
tabernáculo e do pátio 3.33-37
TOTAL 22 mil 23 mil
4.27 “Todo o serviço deles, tudo o que devem fazer e carregar estará sob a direção
de Arão e de seus filhos. Designe como responsabilidade deles tudo o que
tiverem que carregar.”
4.49 “Conforme a ordem do Senhor anunciada por Moisés, a cada um foi designado
o seu trabalho e foi dito o que deveria carregar.”
4.15 “Quando Arão e os seus filhos terminarem de cobrir os utensílios sagrados e
todos os artigos sagrados, e o acampamento estiver pronto para partir, os coatitas
virão carregá-los. Mas não tocarão nas coisas sagradas; se o fizerem, morrerão”
16
1Cr 13.9,10 “Quando chegaram à eira de Quidom,
Uzá esticou o braço e segurou a arca, porque os
bois haviam tropeçado. A ira do Senhor acendeu-
se contra Uzá, e Ele o feriu por ter tocado na
arca. Uzá morreu ali mesmo, diante de Deus.”
 Uza era da casa de Abinadabe, não se sabe se era
um coatita, ou se foi morto por ter tocado a arca.
Os cap 5 a 10 tratam da purificação dos israelitas como nação.
 Não seria apenas uma viagem rumo a um destino, mas uma jornada para
exercitar / dedicar seu modo de viver a Deus.
Orientações sobre as relações na comunidade:
5.6-8 "Diga aos israelitas: Quando um homem ou uma mulher prejudicar outra
pessoa e, portanto, ofender ao Senhor, será culpado. Confessará o pecado que
cometeu, fará restituição total, acrescentará um quinto a esse valor e
entregará tudo isso a quem ele prejudicou. Mas, se o prejudicado não tiver
nenhum parente próximo para receber a restituição, esta pertencerá ao
Senhor e será entregue ao sacerdote.”
 Se a pessoa a ser compensada tiver falecido e não houver parente-remidor (go'el)
a restituição irá para o sacerdote.
PF Prejudicar pessoas é uma ofensa a Deus
17
18
1.4 As regras para os nazireus (cap 6.1-21).
6.2"Diga o seguinte aos israelitas: Se um homem ou uma mulher fizer um voto
especial, um voto de separação para o Senhor como nazireu, 3terá que se abster
de vinho e de outras bebidas fermentadas e não poderá beber vinagre feito de
vinho ou de outra bebida fermentada. Não poderá beber suco de uva nem comer
uvas nem passas. 4Enquanto for nazireu, não poderá comer nada que venha da
videira, nem mesmo as sementes ou as cascas. 5"Durante todo o período de seu
voto de separação, nenhuma lâmina será usada em sua cabeça. Até que termine
o período de sua separação para o Senhor ele estará consagrado e deixará
crescer o cabelo de sua cabeça.
Quando uma pessoa assumia o voto de nazireu estava
declarando publicamente, de maneira irreversível, sua
consagração para um serviço especial a Deus tanto
homem como mulher podiam assumi-lo. (Isaltino)
19
Sacerdote X Narizeu – Ambos requeriam alto grau de santidade –
O sacerdócio era condição de vida, baseava-se no seu ofício hereditário.
O voto do nazireado era tomado de livre e espontânea vontade e só por um certo
período de tempo
Dois nazireus de destaque:
. Sassão, que quebrou todos os votos;
. Samuel com comprometimento dos votos.
 PA – Quem quiser se consagrar para obra de Deus precisa de uma vida limpa, sem
áreas impuras, e deve deixar isto bem claro para que todos vejam. E não deve
recuar nunca.
A Bênção Sacerdotal.
6.24-26 "O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto
sobre ti e te conceda graça; o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz.”
 A 1ª parte da bênção trata da posteridade, a dádiva da terra e a segurança
durante a marcha, abençoe e te guarde (6.24).
 A 2ª parte da bênção pede que o Senhor faça resplandecer o rosto sobre os
israelitas (6.25); quando uma pessoa ia a uma audiência com o rei e ele não o
olhava era sinal de desprezo total, ou poderia olhar com ira/satisfação, é esse o
pedido: que Deus mostre a sua face e assim saibamos se nossos atos lhe dão
prazer ou ira .
 A 3ª parte da bênção identifica a relação com Deus que dá paz (6.26)
No NT temos a benção apostólica:
2Co 13.14 “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do
Espírito Santo sejam com todos vocês.”
20
O cap 8 trata da:
(1) Fabricação do Candelabro de Ouro. 8. 1-4
(2) Consagração dos Levitas e Sua Aposentadoria. 8.5-26
Vemos o candelabro em uso, derramando sua sagrada luz cerimonial diante do
Senhor continuamente.
Jo 8.12 "Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá
a luz da vida".
 Os levitas começavam a servir a partir dos 25 anos (8.24), supõe-se que com essa
idade estavam maduros para saber como se comportar e ter discernimento.
 Com 30 anos eram considerados aptos para as tarefas de carregar o tabernáculo
e seus utensílios (4.3 “conte todos os homens entre trinta e cinqüenta anos, aptos
para servir, para que façam o serviço da Tenda do Encontro.”).
 Jesus começou seu ministério com essa idade (Lc 3.23)
21
 Aposentavam com 50 anos de idade e passavam a ser auxiliares.
8.25,26 “mas aos cinquenta anos deverão afastar-se do serviço regular e nele não
mais trabalharão. Poderão ajudar seus companheiros de ofício na responsabilidade
de cuidar da Tenda do Encontro, mas eles mesmos não deverão fazer o trabalho.”
 Os mais jovens realizariam o trabalho com energia para fazê-lo bem, e ao mesmo
tempo, os aposentados ainda com vigor, seriam os conselheiros.
 Temos líderes que assumem seu cargo e acham que devem mantê-lo até a morte,
como se ninguém mais fosse capaz de liderar ou servir a igreja como eles.
 Novas tecnologias, expressões, estilo de vida, alimentação, lazer, comunicação,
conhecimento político e social do mundo, requer líderes que as dominem: líderes
novos.
22
9.1-14 A celebração da Páscoa
 O propósito desta seção não é tratar da Páscoa, mas de uma provisão por aqueles
que não foram puderam comemorá-la.
 Israelitas fiéis que tinha se isolado devido à contaminação por causa de um morto
ou que estivessem de viagem durante a comemoração regular da Páscoa,
pediram a Moisés permissão para fazer esta oferta ao Senhor
9.13 “Se, porém, um homem estiver puro e não estiver distante por motivo de
viagem e ainda assim não celebrar a Páscoa, ele será eliminado do meio do seu
povo porque não apresentou a oferta do Senhor na ocasião própria. Ele sofrerá
as consequências do seu pecado.”
 Ser separado de Deus é ser condenado a existir eternamente sem o favor, o amor,
a graça e a misericórdia de Deus
23
 Podemos aprender da maneira como Moisés tratou os problemas decorrentes de
mudanças nas circunstâncias ou na aplicação das leis. Quando não soube sanar as
dúvidas do povo, consultou Deus:
9.8 “Moisés respondeu-lhes: "Esperem até que eu saiba o que o Senhor ordena a
respeito de vocês".”
 A igreja também não deve impor incondicionalmente as leis existentes, antes,
mantendo-se fiel ao ensino bíblico, deve refletir e orar sobre possíveis mudanças
necessárias, para não criar dificuldades indevidas.
PF Tendo em vista a rapidez com que as circunstâncias têm mudado na
sociedade não seria imprudente aplicar literalmente regras antigas aos dias de
hoje, no entanto, devemos ter o cuidado de buscar sempre a orientação de Deus
ao tratar das questões que afetam nossa igreja
24
A Nuvem sobre o Tabernáculo. 9.15-23
 A nuvem (Ex 13.21) era a real presença de Deus, pois cobria com proteção, guiava
na direção certa e aproximava-se como fogo durante a noite para dar conforto na
escuridão.
 A nuvem e o fogo eram manifestações da vontade e direção de Deus; não
havia nada de previsível nos movimentos que a nuvem realizava, tudo dependia
da soberania de Deus.
 As pessoas sabiam a vontade do Senhor nas ações da nuvem.
9.23 “Conforme a ordem do Senhor acampavam, e conforme a ordem do Senhor
partiam. Nesse meio tempo, cumpriam suas responsabilidades para com o
Senhor, de acordo com as suas ordens, anunciadas por Moisés.”
 Em Mt 17.5 -Enquanto ele ainda estava falando, uma nuvem resplandecente os
envolveu, e dela saiu uma voz, que dizia: "Este é o meu Filho amado de quem me
agrado. Ouçam-no!"
 Ap 1.7 “Eis que ele (JC) vem com as nuvens, e todo olho o verá ...” 25
26
As duas trombetas de prata (cap 10.1-10)
10.3 “Quando as duas cornetas tocarem, a comunidade inteira se reunirá diante de
você (Moisés), à entrada da Tenda do Encontro. 4Se apenas uma tocar, os líderes,
chefes dos clãs de Israel, se reunirão diante de você. 9Quando em sua terra
vocês entrarem em guerra contra um adversário que os esteja oprimindo,
toquem as cornetas; e o Senhor, o Deus de vocês, se lembrará de vocês e os
libertará dos seus inimigos.”
 Havia distinção entre o toque de reunir o povo, reunir os príncipes (liderança),
para seguir viagem, guerrear, festas.
1Co 14.6-9 “Agora, irmãos, se eu for visitá-los e falar em línguas, em que lhes serei
útil, a não ser que lhes leve alguma revelação, ou conhecimento, ou
profecia, ou doutrina?...Se a trombeta não emitir um som claro, quem
se preparará para a batalha? Assim acontece com vocês. Se não
proferirem palavras compreensíveis com a língua, como alguém saberá
o que está sendo dito? Vocês estarão simplesmente falando ao ar.”.
Do Deserto do Sinai ao Deserto de Parã
(Cades). 10.11 – 14.45
10.11-12 A partida do monte Sinai, 3
semanas após o censo.
Um grande deserto:
Jr 2.6 “Onde está o Senhor, que nos trouxe
do Egito e nos conduziu pelo deserto,
por uma terra árida e cheia de covas,
terra de seca e de trevas, terra pela qual
ninguém passa e onde ninguém vive”.
27
10.28-33 “Essa era a ordem que os exércitos israelitas seguiam quando se punham
em marcha. Então Moisés disse a Hobabe, filho do midianita Reuel, sogro
de Moisés: "Estamos partindo para o lugar sobre o qual o Senhor disse: ‘Eu
o darei a vocês’. Venha conosco e lhe trataremos bem, pois o Senhor
prometeu boas coisas para Israel". Ele respondeu: "Não, não irei; voltarei
para a minha terra e para o meu povo". Moisés, porém, disse: "Por favor,
não nos deixe. Você sabe onde devemos acampar no deserto e pode ser o
nosso guia. Se vier conosco, partilharemos com você todas as coisas boas
que o Senhor nos der". Então eles partiram do monte do Senhor e viajaram
três dias. A arca da aliança do Senhor foi à frente deles durante aqueles
três dias para encontrar um lugar para descansarem.”
Por um lado Moisés convidou um parente, Hobabe (Jetro), para os guiar, e por outro
seguia a nuvem de Deus, uma combinação de orientação divina e humana para
liderar Israel até a Terra Prometida.
28
A nuvem, as tábuas da Lei e outros tipos de comunicação vindos de Deus eram os
meios de orientação, entretanto, para as decisões cotidianas o julgamento humano
e a sabedoria, como o conhecimento de Hobabe sobre o deserto, são necessárias.
Pode ser que Hobabe tenha retornado à sua terra natal e ao seu povo, mesmo
assim a combinação da liderança divina e humana permaneceu, pois Moisés, Arão,
Miriam e os líderes tribais continuaram a tomar decisões, o que mostra que Deus
usa várias formas para guiar o Seu povo.
PA Buscamos por orientação na Bíblia, a Palavra de Deus escrita, mas também
necessitamos considerar e ouvir aqueles a quem Deus presenteou com o
discernimento e a liderança.
Capítulo 12: Miriã e Arão se opõem a Moisés
Neste capítulo consta que Moisés era “mui manso” (v. 3).
Jesus, com todo o poder do céu em suas mãos, era “manso”, e disse: “Bem-
aventurados os mansos”, Mt 5:5; 11:29.
29
Capítulos 13 e 14. Missão de reconhecimento a Canaã
Moisés planejava ir diretamente do Sinai a Canaã.
Dirigiu-se em linha reta a Cades, 241 km ao norte do Sinai, 80 km ao sul de Berseba,
que dava acesso a Canaã pelo Sul.
Mas os espias trouxeram um relatório desanimador, e o povo temeu.
Recusaram-se a prosseguir e teriam apedrejado Moisés se Deus milagrosamente
não interviesse.
Este foi o ponto crucial da viagem.
À vista da Terra Prometida, recuaram e nunca mais tiveram outra oportunidade.
Calebe e Josué, os dois espias que quiseram prosseguir, foram os únicos, de 600.000
homens maiores de 20 anos, que viveram para entrar em Canaã.
30
 O deserto, na linguagem bíblica, significa: lugar de sofrimento, dificuldade,
solidão, tristeza, angústia, aflições, temor, confronto, lutas, tentação e
despojamento.
 Lugar onde os valores humanos são confrontados.
 Jesus foi levado ao deserto para lá ser tentado.
31
 Em Números a vida do povo de Deus está
identificada com os desafios do deserto e é também
no “deserto espiritual” que os crentes veem a
providência do Senhor que governa soberanamente
todas as coisas.
BOM DOMINGO
BIBLIOGRAFIA
1. Bíblia Sagrada NVI - Editora Vida – 2000.
2. O Pentateuco e sua Contemporaneidade. Coelho Filho, Isaltino Gomes. RJ, JUERP, 2007.
3. Panorama do Antigo Testamento. Hill, Andrew E. e Walton, J.H., BH, Vida, 2000.
4. Revista Compromisso - Convicção Editora.
5. Estudo Panorâmico da Bíblia. Mears, Henrietta C.- São Paulo: Editora Vida, 2006.
6. Comentário Bíblico Moody - Charles F Pfieffer – Ed. Batista Regular,2017
7. Passo a Passo pelo AT - Wailon B & Tom H.- Ed. LifeWay Brasil – SP - 2004
8. Portal Bible Project - https://bibleproject.com/portugues/.
9. ROTA 66-Rádio Transmundial. Sayão, Luiz - https://www.rtmbrasil.org.br/radio/programas/rota-66/pagina/1
10.Reflexões extraídas da World Wide Web
11.Comentário Bíblico NVI - BRUCCE, F. F, SP, Ed. Vida, 1ª edição, 2008
12.Comentário Bíblico Popular - MacDonald, Willian, SP, Ed. Mundo Cristão, 1ª edição, 2008
13.Comentário Bíblico do professor - Editora Vida
14.Interpretação do Pentateuco - Vogt, Peter T. Editora Cultura Cristã – 2015.
15.Esta apresentação está disponível no site: www.escolabiblicavirtual.com.br
33
PRIMEIRA PARTE: ISRAEL NO DESERTO. 1.1 – 21.35.
I. Primeiro recenseamento no Deserto do Sinai. 1.1 – 4.49.
A. Recenseamento dos soldados de Israel. 1.1-54.
B. Disposição do acampamento. 2.1-34.
C. Função sacerdotal dos filhos de Arão. 3.1-4.
D. Obrigações e recenseamento dos levitas. 3.5-39.
E. Recenseamento dos primogênitos do sexo masculino. 3.40-51.
F. Recenseamento da força do trabalho levita e suas obrigações. 4. 1-49.
II. Primeira lista sacerdotal. 5.1 – 10.10.
A. Separação dos imundos. 5.1-4.
B. Compensação por ofensas e honorários sacerdotais. 5.5-10.
C. Julgamento por ciúmes. 5.11-31.
D. Lei do nazireado. 6.1-21.
E. A bênção dos sacerdotes. 6.22-27.
F. Ofertas dos príncipes tribais. 7.1-89.
G. O candelabro de ouro. 8.1-4.
H. Consagração dos levitas e sua aposentadoria. 8.5-26.
I. Primeira Páscoa comemorativa e a Páscoa suplementar. 9.1-14.
J. A nuvem sobre o Tabernáculo. 9.15-23.
K. As duas trombetas de prata. 10.1-10.
34
PRIMEIRA PARTE: ISRAEL NO DESERTO. 1.1 – 21.35. cont.
III. Do Deserto do Sinai ao Deserto de Parã. 10.11 – 14.45
A. Partida do Sinai. 10.11-36.
1. Ordem de marcha. 10.11-28.
2. Hobabe convidado para servir de guia. 10.29-32.
3. A arca da aliança. 10.33-36.
B. Taberá e Quibrote-Hataavá. 11.1-35.
1. Taberá. 11.1-3.
2. O maná é fornecido. 11.4 -9.
3. Os setenta anciãos de Moisés na função de oficiais. 11.10-30.
4. Castigo por meio de codornizes em Quibrote-Hataavá. 11.31-35.
C. Rebelião de Miriã e Arão. 12.1-16.
D. A história dos espias. 13.1 – 14.45.
1. Os espias, sua missão e seu relatório. 13.1-33.
2. O povo fica desanimado e rebela-se. 14.1-10.
3. A intercessão de Moisés. 14.11-39.
4. Fútil tentativa de invasão em Hormá. 14.40-45.
35
IV. Segunda lista sacerdotal. 15.1 – 19.22.
A. Detalhes cerimoniais. 15.1-41.
1. Quantidade de ofertas de manjares e libações. 15 -16.
2. Ofertas de bolo das primícias. 15.17-21.
3. Ofertas pelos pecados de ignorância. 15.22-31 .
4. Castigo da violação do sábado. 15.32-36.
5. Borlas. 15.37-41.
B. A rebelião de Coré, Datã e Abirão. 16.1-35.
C. Incidentes da vingança do sacerdócio araônico. 16.36 – 17:13.
D. Deveres e rendimentos dos sacerdotes e levitas. 18.1-32.
E. A água da purificação para os contaminados pelos mortos. 19.1-22.
V. Do Deserto de Zim às estepes de Moabe. 20.1 – 22.1.
A. O Deserto de Zim. 20.1-21.
1. O pecado de Moisés (perto de Cades). 20.1-13.
2. Pedido para atravessar Edom. 20.14-21.
B. A região do Monte Hor. 20.22 - 21.3.
1. Morte de Arão. 20.22-29.
2. Arade, o cananeu, derrotado em Hormá. 21.1-3.
36
C. A viagem às estepes de Moabe. 21.4 – 22.1.
1. Rebelião na viagem à volta de Edom. 21.4 -9.
2. Lugares atravessados na marcha partindo de Arabá. 21.10-20.
3. Derrota dos amorreus. 21.21-32.
4. Derrota de Ogue, rei de Basã. 21.33-35.
5. Chegada às planícies de Moabe. 22. 21-32.
4. Derrota de Ogue, rei de Basã. 21.33-35.
5. Chegada às planícies de Moabe. 22. 1.
SEGUNDA PARTE: INTRIGA ESTRANGEIRA CONTRA ISRAEL. 22.2 – 25.18.
I. Fracasso de Balaque de afastar o Senhor de Israel. 22.2 – 24.25.
A. Balaão é convocado por Balaque. 22.2-40.
B. Os oráculos de Balaão. 22:41 – 24.25.
II. O sucesso de Balaque de afastar Israel do Senhor. 25.1-18.
A. O pecado de Baal-Peor. 25.1-5.
B. O zelo de Finéias. 25.6-18.
37
TERCEIRA PARTE: PREPARATIVOS PARA A ENTRADA NA TERRA. 26.1 – 36.13.
I. Segundo recenseamento, nas Planícies de Moabe. 26.1-65.
II. A lei da herança. 27.1-11.
III. Indicação do sucessor de Moisés. 27.12-23.
lV. Terceira lista sacerdotal. 28.1 – 29.40.
A. Introdução. 28.1, 2.
B. Ofertas diárias. 28.3-8.
C. Ofertas sabáticas. 28.9, 10.
D. Ofertas mensais. 28.11-15.
E. Ofertas anuais. 28.16 – 29.40.
1. Festa dos Pães Asmos. 28.16-25.
2. Festa das Semanas. 28.26-31.
3. Festa das Trombetas. 29.1-6.
4. Dia da Expiação. 29.7-11.
5. Festa dos Tabernáculos. 29.12-40.
V. A validade dos votos das mulheres. 30.1-16.
VI. Guerra com Midiã. 31.1-54.
A. Destruição de Midiã. 31.1-18.
B. Purificação dos guerreiros. 31.19-24.
C. Divisão dos despojos de guerra. 31.25-54.
38
VII. Estabelecimento de duas tribos e meia na Transjordânia. 32.1-42.
A. A resposta de Moisés ao pedido de Gade e Rúben. 32.1-33.
B. Cidades reconstruídas por Rúben e Gade. 32.34-38.
C. Gileade tomada pelos manassitas. 32.39-42.
VIII. A rota do Egito ao Jordão. 33.1-49.
IX. Orientação para o estabelecimento em Canaã. 33.50 – 35.34.
A. Expulsão dos habitantes, estabelecimento das fronteiras, divisão da terra. 33.50 a
34.29.
B. Cidades dos levitas e cidades de refúgio. 35.1-34.
X. Casamento de herdeiras. 36.1-13.

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  • 1. O Pentateuco: Estudo 13 – Números cap . 1 ao 14 1 EBD - ESCOLA BÍBLICA DISCIPULADORA – 2ºsem/2023 Facilitadores: Yuri Eloi e Francisco Tudela NÚMEROS A PRESENÇA DE DEUS NO DESERTO ... "Estamos partindo para o lugar a respeito do qual o Senhor disse: ... 'Eu o darei a vocês’... Nm 10.19 Autoria: Moisés-33.2 “Por ordem do Senhor Moisés registrou as etapas da jornada deles...” Datação: Entre 1450 e 1400 a.C.
  • 2. 2 O livro de Números transcorre de uma maneira ordenada e planejada, seguindo o padrão do pensamento hebreu, do geral ao específico, do inteiro às partes. 1.Cap 1 trata da ordem dos acampamentos. 2.Cap 2 trata dos deveres sacerdotais e das famílias levíticas 3.Cap 3 trata do resgate dos primogênitos 4.Cap 4 trata das funções das tribos levíticas. O livro cobre um período de quase 39 anos de acontecimentos. 1.1 “... segundo ano depois da saída do Egito...” e 33.38 “...quadragésimo ano...”. Devemos fazer o serviço do Senhor de maneira organizada Jr 48.10a “Maldito o que faz com negligência o trabalho do Senhor!” Ninguém entre os israelitas ficou livre para seguir a sua própria vontade. Obediência traria bênçãos, mas desobediência traria dificuldades e tragédias. Cada pessoa foi contada, teve reconhecido seu lugar numa família e instruída sobre o que deveria fazer na comunidade.
  • 3. O NOME NÚMEROS FOI DADO NA SEPTUAGINTA DEVIDO AOS DOIS CENSOS REALIZADOS De malas prontas Deus manda fazer as contas: 1º SOMA: 1.2,3;1.46 Homens acima de 20 anos: 603.550. 3.40 Levitas: 22.000 3.43 Primogênitos: 22.273 2ª SOMA: 26.2;26.51 Contar os homens de novo: 601.730. A 1ª soma do povo foi no Monte Sinai, da geração que saiu do Egito e morreu no deserto, a 2ª soma, após 40 anos, foi da geração nova, a que entraria em Canaã. No início eram 70 pessoas Gn 46.27 Após 215 anos já eram aprox. 2.000.000 pessoas.(10.36) Dos 27 caps. 14 caps. tratam dos censos 1.1 ao 16
  • 4. 4 2.2 "Os israelitas acamparão ao redor da Tenda do Encontro, a certa distância, cada homem junto à sua bandeira com os emblemas da sua família” TRIBO LÍDER Censo cap 1 Censo cap 26 Variação Judá Naassom, filho de Aminadabe. 74.600 76.500 +2,5% Issacar Natanael, filho de Zuar 54.400 64.300 +18% Zebulom Eliabe, filho de Helom 57.400 60.500 +5,5% Rúben Elizur, filho de Sedeur. 46.500 43.730 -6% Simeão Selumiel, filho de Zurisadai. 59.300 22.200 -63% Gade Eliasafe, filho de Deuel. 45.650 40.500 -11% Efraim Elisama, filho de Amiúde 40.500 32.500 -20% Manassés Gamaliel, filho de Pedazur. 32.200 52.700 +64% Benjamim Abidã, filho de Gideoni 35.400 45.600 +29% Dã Aieser, filho de Amisadai. 62.700 64.400 +2,5% Aser Pagiel, filho de Ocrã 41.500 53.400 +28% Naftali Aira, filho de Enã 53.400 45.400 -15% TOTAL 603.550 601.730 -0,3
  • 5. Divisão do livro de Números Trajetória dos Israelitas 1ª parte: recenseamento do povo no Sinai e os preparativos para retomar a marcha (1 a 10). 2ª parte: a jornada do Sinai até Moabe, no deserto; o envio dos espiões à Terra de Canaã e seu relatorio, as murmurações (oito vezes) devido as dificuldades do caminho (10.11 a 22.1). 3ª parte: os eventos na planície de Moabe, antes da travessia do Jordão (22.2 a 39.13).
  • 6. 6 ETAPAS DA VIAGEM A distância de 350 Km que durou uma vida (38 anos). 1) Do Egito até o Sinai 33.3-15 (início no ano 1448 a.C.) 2) Do Sinai até Cades 33.16-36 3) De Cades até Moabe (em frente a Jericó) - 33.37-49 Foram 40 acampamentos e na maioria (22) com algum conflito, sofrimento, milagre ou para receber instruções de Deus.
  • 7. ESBOÇO - A sequência dos acontecimentos segue assim:  Do Sinai, viajaram para o norte até o Deserto de Parã onde os espiões trazem um "mau relatório“ e o povo amedrontado se recusa a entrar na terra prometida.  Peregrinam pelo deserto por mais trinta e oito anos.  Viajam até as planícies de Moabe, vencem e ocupam toda a Transjordânia que fica ao norte do rio Amom.  Ali caíram em pecado com as mulheres moabitas e midianitas e passam a adorar seus deuses.  É feito outro censo e guiados por Deus vencem os midianitas.  Gade e Rúben e a meia tribo de Manassés recebem as terras ao leste do Jordão, e Moisés designa Josué seu sucessor.  Do cap. 20 ao 36, o livro trata de acontecimentos do quadragésimo ano (36.13).
  • 8. O nº 40 Número 40 - Indica um tempo de preparação:  40 dias e noites do dilúvio (Gn 7.4-12);  40 dias e noites Moisés passa no Monte (Ex 24.18; 34.28; Dt 9.9-11; 10.10);  40 anos foi o tempo da peregrinação pelo deserto (14.33; 32.13; Dt 8.2; 29.5,...);  Jesus jejuou 40 dias antes de começar seu ministério (Mt 4.2; Lc 4.2);  A ascensão de Jesus 40 dias após a Ressurreição (At 1.3). 8
  • 9. 1.2,3 “Façam um recenseamento de toda a comunidade de Israel, pelos seus clãs e famílias, alistando todos os homens, um a um, pelo nome. Você e Arão contarão todos os homens que possam servir no exército, de vinte anos para cima, organizados segundo as suas divisões.” O segundo mês corresponde a abril, uma época que mais tarde seria conhecida em Canaã como o mês das colheitas gerais, entre as primícias e o Pentecostes. O censo de Números é, de certo modo, “a colheita de Deus” O propósito do censo era ser um alistamento militar, não tinha um objetivo social, político ou econômico, visava preparar os exércitos para a tomada de Canaã, daí só contar os homens fisicamente capazes, e acima de 20 anos. 1.18 “Os homens de vinte anos para cima inscreveram-se conforme os seus clãs e as suas famílias, um a um, pelo nome,” A história familiar de um indivíduo “de onde venho” é essencial para sua identidade dentro da sociedade: “Eu sou da família PIB Penha”
  • 10. 1.20-43 — “Dos descendentes de Simeão...”  Cada um dos 12 mini parágrafos segue o mesmo padrão desta expressão, com exceção dos vs. 32 a 35, que tratam de Efraim e Manassés, filhos de José (v. 10) que terão sua partilha em dobro em Canaã. Disposição do Acampamento. 2.1-34 2.2 "Os israelitas acamparão ao redor da Tenda do Encontro, a certa distância, cada homem junto à sua bandeira com os emblemas da sua família".  Deus instrui para que o arraial não fosse tumultuado e caótico  Eram quatro bandeiras, indicando os quatro acampamentos à volta do Tabernáculo (vs. 3, 10, 18, 25).  Havia também outras bandeiras, chamadas de emblemas da sua família, indicando famílias.
  • 11. 11 Disposição das tribos quando acampadas – Cap. 2 Nosso Deus é organizado e estratégico
  • 12. 12 QUAL O MEU LUGAR NO CORPO DE CRISTO? COMO POSSO SERVIR? Na PIB Penha existem seis áreas ministeriais (valores)*, cada uma com muitas possibilidades de atuação: ADORAÇÃO - desafia seus membros a viverem a adoração como estilo de vida ENSINO - desafia a igreja a crescer de forma equilibrada e na direção certa COMUNHÃO - desafia a igreja a ser uma comunidade amorosa, acolhedora e generosa sinalizando a presença de Jesus Cristo através do amor evidenciado em nossos relacionamentos. SERVIÇO - desafia a uma atitude prática de doação, exercida pelo uso dos dons espirituais, que promove edificação da igreja (para dentro), da comunidade (para fora) e glorifica a Deus (para o alto). PROCLAMAÇÃO - nos desafia a comunicar através da nossa vida, das nossas palavras e do nosso estilo pessoal o evangelho de Jesus Cristo que transforma pessoas, sociedade e cultura. COMPAIXÃO - desafia a olhar para o próximo com as lentes de Cristo, sendo canal do amor e do cuidado aos que sofrem.* https://pibpenha.com.br/pagina/7483/areas
  • 13. O cap 3 trata dos sacerdotes e das famílias da tribo de Levi 1) A Função Sacerdotal dos Filhos de Arão. 3.1-4 2) Obrigações e Recenseamento dos Levitas. 3.5-39 Os levitas e os sacerdotes acampavam ao lado do Tabernáculo: 3.10,38 “qualquer pessoa não autorizada que se aproximar do santuário terá que ser executada.... em frente da Tenda do Encontro, Moisés, Arão e seus filhos.” Uma troca foi realizada: a tribo de Levi no lugar do primogênito de cada família. 3.12,13 "Eu mesmo escolho os levitas dentre os israelitas em lugar do primeiro filho de cada mulher israelita. Os levitas são meus, pois todos os primogênitos são meus. Quando feri todos os primogênitos no Egito, separei para mim mesmo todo primogênito de Israel, tanto entre os homens como entre os rebanhos. Serão meus. Eu sou o Senhor". Após o censo verificou-se que havia menos levitas do que primogênitos, daí a necessidade de resgatar/dispensar o excesso de contingente. 13
  • 14. 3.39 “O número total de levitas contados.....foi 22. 000.” 3.43 “O número total dos primeiros filhos...relacionados pelo nome, foi 22. 273.” 3.46,47 “Para o resgate dos primeiros 273 filhos dos israelitas que excedem o número de levitas, recolha sessenta gramas de prata, com base no peso padrão do santuário, que são doze gramas.”  Moisés, Arão e os filhos de Arão acampavam no lado oriental do Tabernáculo, na frente do santuário.  Os ramos levíticos de Gerson, Coate e Merari, com obrigações específicas acampavam nos três lados do Tabernáculo. 3.22-26 — A tribo de Gérson: cortinas, cobertura ... 3.27-32 — A tribo de Coate: móveis e utensílios sagrados... 3.33-37 — A tribo de Merari: estrutura, tábuas, varais, colunas, bases, cordas... 14
  • 15. 15 OS CONTADOS ENTRE OS LEVITAS TRIBO LÍDER Censo cap 1 Censo cap 26 Serviço Eliazar, filho de Arão,. supervisionava os encarregados do santuário Gersonitas Eliasafe, filho de Lael 7.500 Cuidava do tabernáculo: cortinas, cobertura 3.22-26 Coatitas Elisafã, filho de Uziel 8.600 Cuidavam do santuário, dos móveis e utensílios do tabernáculo, incluindo a arca) 3.27-32 Meraritas Zuriel, filho de Abiail 6.200 Cuidavam das armações e estacas do tabernáculo e do pátio 3.33-37 TOTAL 22 mil 23 mil 4.27 “Todo o serviço deles, tudo o que devem fazer e carregar estará sob a direção de Arão e de seus filhos. Designe como responsabilidade deles tudo o que tiverem que carregar.”
  • 16. 4.49 “Conforme a ordem do Senhor anunciada por Moisés, a cada um foi designado o seu trabalho e foi dito o que deveria carregar.” 4.15 “Quando Arão e os seus filhos terminarem de cobrir os utensílios sagrados e todos os artigos sagrados, e o acampamento estiver pronto para partir, os coatitas virão carregá-los. Mas não tocarão nas coisas sagradas; se o fizerem, morrerão” 16 1Cr 13.9,10 “Quando chegaram à eira de Quidom, Uzá esticou o braço e segurou a arca, porque os bois haviam tropeçado. A ira do Senhor acendeu- se contra Uzá, e Ele o feriu por ter tocado na arca. Uzá morreu ali mesmo, diante de Deus.”  Uza era da casa de Abinadabe, não se sabe se era um coatita, ou se foi morto por ter tocado a arca.
  • 17. Os cap 5 a 10 tratam da purificação dos israelitas como nação.  Não seria apenas uma viagem rumo a um destino, mas uma jornada para exercitar / dedicar seu modo de viver a Deus. Orientações sobre as relações na comunidade: 5.6-8 "Diga aos israelitas: Quando um homem ou uma mulher prejudicar outra pessoa e, portanto, ofender ao Senhor, será culpado. Confessará o pecado que cometeu, fará restituição total, acrescentará um quinto a esse valor e entregará tudo isso a quem ele prejudicou. Mas, se o prejudicado não tiver nenhum parente próximo para receber a restituição, esta pertencerá ao Senhor e será entregue ao sacerdote.”  Se a pessoa a ser compensada tiver falecido e não houver parente-remidor (go'el) a restituição irá para o sacerdote. PF Prejudicar pessoas é uma ofensa a Deus 17
  • 18. 18 1.4 As regras para os nazireus (cap 6.1-21). 6.2"Diga o seguinte aos israelitas: Se um homem ou uma mulher fizer um voto especial, um voto de separação para o Senhor como nazireu, 3terá que se abster de vinho e de outras bebidas fermentadas e não poderá beber vinagre feito de vinho ou de outra bebida fermentada. Não poderá beber suco de uva nem comer uvas nem passas. 4Enquanto for nazireu, não poderá comer nada que venha da videira, nem mesmo as sementes ou as cascas. 5"Durante todo o período de seu voto de separação, nenhuma lâmina será usada em sua cabeça. Até que termine o período de sua separação para o Senhor ele estará consagrado e deixará crescer o cabelo de sua cabeça. Quando uma pessoa assumia o voto de nazireu estava declarando publicamente, de maneira irreversível, sua consagração para um serviço especial a Deus tanto homem como mulher podiam assumi-lo. (Isaltino)
  • 19. 19 Sacerdote X Narizeu – Ambos requeriam alto grau de santidade – O sacerdócio era condição de vida, baseava-se no seu ofício hereditário. O voto do nazireado era tomado de livre e espontânea vontade e só por um certo período de tempo Dois nazireus de destaque: . Sassão, que quebrou todos os votos; . Samuel com comprometimento dos votos.  PA – Quem quiser se consagrar para obra de Deus precisa de uma vida limpa, sem áreas impuras, e deve deixar isto bem claro para que todos vejam. E não deve recuar nunca.
  • 20. A Bênção Sacerdotal. 6.24-26 "O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça; o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz.”  A 1ª parte da bênção trata da posteridade, a dádiva da terra e a segurança durante a marcha, abençoe e te guarde (6.24).  A 2ª parte da bênção pede que o Senhor faça resplandecer o rosto sobre os israelitas (6.25); quando uma pessoa ia a uma audiência com o rei e ele não o olhava era sinal de desprezo total, ou poderia olhar com ira/satisfação, é esse o pedido: que Deus mostre a sua face e assim saibamos se nossos atos lhe dão prazer ou ira .  A 3ª parte da bênção identifica a relação com Deus que dá paz (6.26) No NT temos a benção apostólica: 2Co 13.14 “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vocês.” 20
  • 21. O cap 8 trata da: (1) Fabricação do Candelabro de Ouro. 8. 1-4 (2) Consagração dos Levitas e Sua Aposentadoria. 8.5-26 Vemos o candelabro em uso, derramando sua sagrada luz cerimonial diante do Senhor continuamente. Jo 8.12 "Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida".  Os levitas começavam a servir a partir dos 25 anos (8.24), supõe-se que com essa idade estavam maduros para saber como se comportar e ter discernimento.  Com 30 anos eram considerados aptos para as tarefas de carregar o tabernáculo e seus utensílios (4.3 “conte todos os homens entre trinta e cinqüenta anos, aptos para servir, para que façam o serviço da Tenda do Encontro.”).  Jesus começou seu ministério com essa idade (Lc 3.23) 21
  • 22.  Aposentavam com 50 anos de idade e passavam a ser auxiliares. 8.25,26 “mas aos cinquenta anos deverão afastar-se do serviço regular e nele não mais trabalharão. Poderão ajudar seus companheiros de ofício na responsabilidade de cuidar da Tenda do Encontro, mas eles mesmos não deverão fazer o trabalho.”  Os mais jovens realizariam o trabalho com energia para fazê-lo bem, e ao mesmo tempo, os aposentados ainda com vigor, seriam os conselheiros.  Temos líderes que assumem seu cargo e acham que devem mantê-lo até a morte, como se ninguém mais fosse capaz de liderar ou servir a igreja como eles.  Novas tecnologias, expressões, estilo de vida, alimentação, lazer, comunicação, conhecimento político e social do mundo, requer líderes que as dominem: líderes novos. 22
  • 23. 9.1-14 A celebração da Páscoa  O propósito desta seção não é tratar da Páscoa, mas de uma provisão por aqueles que não foram puderam comemorá-la.  Israelitas fiéis que tinha se isolado devido à contaminação por causa de um morto ou que estivessem de viagem durante a comemoração regular da Páscoa, pediram a Moisés permissão para fazer esta oferta ao Senhor 9.13 “Se, porém, um homem estiver puro e não estiver distante por motivo de viagem e ainda assim não celebrar a Páscoa, ele será eliminado do meio do seu povo porque não apresentou a oferta do Senhor na ocasião própria. Ele sofrerá as consequências do seu pecado.”  Ser separado de Deus é ser condenado a existir eternamente sem o favor, o amor, a graça e a misericórdia de Deus 23
  • 24.  Podemos aprender da maneira como Moisés tratou os problemas decorrentes de mudanças nas circunstâncias ou na aplicação das leis. Quando não soube sanar as dúvidas do povo, consultou Deus: 9.8 “Moisés respondeu-lhes: "Esperem até que eu saiba o que o Senhor ordena a respeito de vocês".”  A igreja também não deve impor incondicionalmente as leis existentes, antes, mantendo-se fiel ao ensino bíblico, deve refletir e orar sobre possíveis mudanças necessárias, para não criar dificuldades indevidas. PF Tendo em vista a rapidez com que as circunstâncias têm mudado na sociedade não seria imprudente aplicar literalmente regras antigas aos dias de hoje, no entanto, devemos ter o cuidado de buscar sempre a orientação de Deus ao tratar das questões que afetam nossa igreja 24
  • 25. A Nuvem sobre o Tabernáculo. 9.15-23  A nuvem (Ex 13.21) era a real presença de Deus, pois cobria com proteção, guiava na direção certa e aproximava-se como fogo durante a noite para dar conforto na escuridão.  A nuvem e o fogo eram manifestações da vontade e direção de Deus; não havia nada de previsível nos movimentos que a nuvem realizava, tudo dependia da soberania de Deus.  As pessoas sabiam a vontade do Senhor nas ações da nuvem. 9.23 “Conforme a ordem do Senhor acampavam, e conforme a ordem do Senhor partiam. Nesse meio tempo, cumpriam suas responsabilidades para com o Senhor, de acordo com as suas ordens, anunciadas por Moisés.”  Em Mt 17.5 -Enquanto ele ainda estava falando, uma nuvem resplandecente os envolveu, e dela saiu uma voz, que dizia: "Este é o meu Filho amado de quem me agrado. Ouçam-no!"  Ap 1.7 “Eis que ele (JC) vem com as nuvens, e todo olho o verá ...” 25
  • 26. 26 As duas trombetas de prata (cap 10.1-10) 10.3 “Quando as duas cornetas tocarem, a comunidade inteira se reunirá diante de você (Moisés), à entrada da Tenda do Encontro. 4Se apenas uma tocar, os líderes, chefes dos clãs de Israel, se reunirão diante de você. 9Quando em sua terra vocês entrarem em guerra contra um adversário que os esteja oprimindo, toquem as cornetas; e o Senhor, o Deus de vocês, se lembrará de vocês e os libertará dos seus inimigos.”  Havia distinção entre o toque de reunir o povo, reunir os príncipes (liderança), para seguir viagem, guerrear, festas. 1Co 14.6-9 “Agora, irmãos, se eu for visitá-los e falar em línguas, em que lhes serei útil, a não ser que lhes leve alguma revelação, ou conhecimento, ou profecia, ou doutrina?...Se a trombeta não emitir um som claro, quem se preparará para a batalha? Assim acontece com vocês. Se não proferirem palavras compreensíveis com a língua, como alguém saberá o que está sendo dito? Vocês estarão simplesmente falando ao ar.”.
  • 27. Do Deserto do Sinai ao Deserto de Parã (Cades). 10.11 – 14.45 10.11-12 A partida do monte Sinai, 3 semanas após o censo. Um grande deserto: Jr 2.6 “Onde está o Senhor, que nos trouxe do Egito e nos conduziu pelo deserto, por uma terra árida e cheia de covas, terra de seca e de trevas, terra pela qual ninguém passa e onde ninguém vive”. 27
  • 28. 10.28-33 “Essa era a ordem que os exércitos israelitas seguiam quando se punham em marcha. Então Moisés disse a Hobabe, filho do midianita Reuel, sogro de Moisés: "Estamos partindo para o lugar sobre o qual o Senhor disse: ‘Eu o darei a vocês’. Venha conosco e lhe trataremos bem, pois o Senhor prometeu boas coisas para Israel". Ele respondeu: "Não, não irei; voltarei para a minha terra e para o meu povo". Moisés, porém, disse: "Por favor, não nos deixe. Você sabe onde devemos acampar no deserto e pode ser o nosso guia. Se vier conosco, partilharemos com você todas as coisas boas que o Senhor nos der". Então eles partiram do monte do Senhor e viajaram três dias. A arca da aliança do Senhor foi à frente deles durante aqueles três dias para encontrar um lugar para descansarem.” Por um lado Moisés convidou um parente, Hobabe (Jetro), para os guiar, e por outro seguia a nuvem de Deus, uma combinação de orientação divina e humana para liderar Israel até a Terra Prometida. 28
  • 29. A nuvem, as tábuas da Lei e outros tipos de comunicação vindos de Deus eram os meios de orientação, entretanto, para as decisões cotidianas o julgamento humano e a sabedoria, como o conhecimento de Hobabe sobre o deserto, são necessárias. Pode ser que Hobabe tenha retornado à sua terra natal e ao seu povo, mesmo assim a combinação da liderança divina e humana permaneceu, pois Moisés, Arão, Miriam e os líderes tribais continuaram a tomar decisões, o que mostra que Deus usa várias formas para guiar o Seu povo. PA Buscamos por orientação na Bíblia, a Palavra de Deus escrita, mas também necessitamos considerar e ouvir aqueles a quem Deus presenteou com o discernimento e a liderança. Capítulo 12: Miriã e Arão se opõem a Moisés Neste capítulo consta que Moisés era “mui manso” (v. 3). Jesus, com todo o poder do céu em suas mãos, era “manso”, e disse: “Bem- aventurados os mansos”, Mt 5:5; 11:29. 29
  • 30. Capítulos 13 e 14. Missão de reconhecimento a Canaã Moisés planejava ir diretamente do Sinai a Canaã. Dirigiu-se em linha reta a Cades, 241 km ao norte do Sinai, 80 km ao sul de Berseba, que dava acesso a Canaã pelo Sul. Mas os espias trouxeram um relatório desanimador, e o povo temeu. Recusaram-se a prosseguir e teriam apedrejado Moisés se Deus milagrosamente não interviesse. Este foi o ponto crucial da viagem. À vista da Terra Prometida, recuaram e nunca mais tiveram outra oportunidade. Calebe e Josué, os dois espias que quiseram prosseguir, foram os únicos, de 600.000 homens maiores de 20 anos, que viveram para entrar em Canaã. 30
  • 31.  O deserto, na linguagem bíblica, significa: lugar de sofrimento, dificuldade, solidão, tristeza, angústia, aflições, temor, confronto, lutas, tentação e despojamento.  Lugar onde os valores humanos são confrontados.  Jesus foi levado ao deserto para lá ser tentado. 31  Em Números a vida do povo de Deus está identificada com os desafios do deserto e é também no “deserto espiritual” que os crentes veem a providência do Senhor que governa soberanamente todas as coisas. BOM DOMINGO
  • 32. BIBLIOGRAFIA 1. Bíblia Sagrada NVI - Editora Vida – 2000. 2. O Pentateuco e sua Contemporaneidade. Coelho Filho, Isaltino Gomes. RJ, JUERP, 2007. 3. Panorama do Antigo Testamento. Hill, Andrew E. e Walton, J.H., BH, Vida, 2000. 4. Revista Compromisso - Convicção Editora. 5. Estudo Panorâmico da Bíblia. Mears, Henrietta C.- São Paulo: Editora Vida, 2006. 6. Comentário Bíblico Moody - Charles F Pfieffer – Ed. Batista Regular,2017 7. Passo a Passo pelo AT - Wailon B & Tom H.- Ed. LifeWay Brasil – SP - 2004 8. Portal Bible Project - https://bibleproject.com/portugues/. 9. ROTA 66-Rádio Transmundial. Sayão, Luiz - https://www.rtmbrasil.org.br/radio/programas/rota-66/pagina/1 10.Reflexões extraídas da World Wide Web 11.Comentário Bíblico NVI - BRUCCE, F. F, SP, Ed. Vida, 1ª edição, 2008 12.Comentário Bíblico Popular - MacDonald, Willian, SP, Ed. Mundo Cristão, 1ª edição, 2008 13.Comentário Bíblico do professor - Editora Vida 14.Interpretação do Pentateuco - Vogt, Peter T. Editora Cultura Cristã – 2015. 15.Esta apresentação está disponível no site: www.escolabiblicavirtual.com.br
  • 33. 33 PRIMEIRA PARTE: ISRAEL NO DESERTO. 1.1 – 21.35. I. Primeiro recenseamento no Deserto do Sinai. 1.1 – 4.49. A. Recenseamento dos soldados de Israel. 1.1-54. B. Disposição do acampamento. 2.1-34. C. Função sacerdotal dos filhos de Arão. 3.1-4. D. Obrigações e recenseamento dos levitas. 3.5-39. E. Recenseamento dos primogênitos do sexo masculino. 3.40-51. F. Recenseamento da força do trabalho levita e suas obrigações. 4. 1-49. II. Primeira lista sacerdotal. 5.1 – 10.10. A. Separação dos imundos. 5.1-4. B. Compensação por ofensas e honorários sacerdotais. 5.5-10. C. Julgamento por ciúmes. 5.11-31. D. Lei do nazireado. 6.1-21. E. A bênção dos sacerdotes. 6.22-27. F. Ofertas dos príncipes tribais. 7.1-89. G. O candelabro de ouro. 8.1-4. H. Consagração dos levitas e sua aposentadoria. 8.5-26. I. Primeira Páscoa comemorativa e a Páscoa suplementar. 9.1-14. J. A nuvem sobre o Tabernáculo. 9.15-23. K. As duas trombetas de prata. 10.1-10.
  • 34. 34 PRIMEIRA PARTE: ISRAEL NO DESERTO. 1.1 – 21.35. cont. III. Do Deserto do Sinai ao Deserto de Parã. 10.11 – 14.45 A. Partida do Sinai. 10.11-36. 1. Ordem de marcha. 10.11-28. 2. Hobabe convidado para servir de guia. 10.29-32. 3. A arca da aliança. 10.33-36. B. Taberá e Quibrote-Hataavá. 11.1-35. 1. Taberá. 11.1-3. 2. O maná é fornecido. 11.4 -9. 3. Os setenta anciãos de Moisés na função de oficiais. 11.10-30. 4. Castigo por meio de codornizes em Quibrote-Hataavá. 11.31-35. C. Rebelião de Miriã e Arão. 12.1-16. D. A história dos espias. 13.1 – 14.45. 1. Os espias, sua missão e seu relatório. 13.1-33. 2. O povo fica desanimado e rebela-se. 14.1-10. 3. A intercessão de Moisés. 14.11-39. 4. Fútil tentativa de invasão em Hormá. 14.40-45.
  • 35. 35 IV. Segunda lista sacerdotal. 15.1 – 19.22. A. Detalhes cerimoniais. 15.1-41. 1. Quantidade de ofertas de manjares e libações. 15 -16. 2. Ofertas de bolo das primícias. 15.17-21. 3. Ofertas pelos pecados de ignorância. 15.22-31 . 4. Castigo da violação do sábado. 15.32-36. 5. Borlas. 15.37-41. B. A rebelião de Coré, Datã e Abirão. 16.1-35. C. Incidentes da vingança do sacerdócio araônico. 16.36 – 17:13. D. Deveres e rendimentos dos sacerdotes e levitas. 18.1-32. E. A água da purificação para os contaminados pelos mortos. 19.1-22. V. Do Deserto de Zim às estepes de Moabe. 20.1 – 22.1. A. O Deserto de Zim. 20.1-21. 1. O pecado de Moisés (perto de Cades). 20.1-13. 2. Pedido para atravessar Edom. 20.14-21. B. A região do Monte Hor. 20.22 - 21.3. 1. Morte de Arão. 20.22-29. 2. Arade, o cananeu, derrotado em Hormá. 21.1-3.
  • 36. 36 C. A viagem às estepes de Moabe. 21.4 – 22.1. 1. Rebelião na viagem à volta de Edom. 21.4 -9. 2. Lugares atravessados na marcha partindo de Arabá. 21.10-20. 3. Derrota dos amorreus. 21.21-32. 4. Derrota de Ogue, rei de Basã. 21.33-35. 5. Chegada às planícies de Moabe. 22. 21-32. 4. Derrota de Ogue, rei de Basã. 21.33-35. 5. Chegada às planícies de Moabe. 22. 1. SEGUNDA PARTE: INTRIGA ESTRANGEIRA CONTRA ISRAEL. 22.2 – 25.18. I. Fracasso de Balaque de afastar o Senhor de Israel. 22.2 – 24.25. A. Balaão é convocado por Balaque. 22.2-40. B. Os oráculos de Balaão. 22:41 – 24.25. II. O sucesso de Balaque de afastar Israel do Senhor. 25.1-18. A. O pecado de Baal-Peor. 25.1-5. B. O zelo de Finéias. 25.6-18.
  • 37. 37 TERCEIRA PARTE: PREPARATIVOS PARA A ENTRADA NA TERRA. 26.1 – 36.13. I. Segundo recenseamento, nas Planícies de Moabe. 26.1-65. II. A lei da herança. 27.1-11. III. Indicação do sucessor de Moisés. 27.12-23. lV. Terceira lista sacerdotal. 28.1 – 29.40. A. Introdução. 28.1, 2. B. Ofertas diárias. 28.3-8. C. Ofertas sabáticas. 28.9, 10. D. Ofertas mensais. 28.11-15. E. Ofertas anuais. 28.16 – 29.40. 1. Festa dos Pães Asmos. 28.16-25. 2. Festa das Semanas. 28.26-31. 3. Festa das Trombetas. 29.1-6. 4. Dia da Expiação. 29.7-11. 5. Festa dos Tabernáculos. 29.12-40. V. A validade dos votos das mulheres. 30.1-16. VI. Guerra com Midiã. 31.1-54. A. Destruição de Midiã. 31.1-18. B. Purificação dos guerreiros. 31.19-24. C. Divisão dos despojos de guerra. 31.25-54.
  • 38. 38 VII. Estabelecimento de duas tribos e meia na Transjordânia. 32.1-42. A. A resposta de Moisés ao pedido de Gade e Rúben. 32.1-33. B. Cidades reconstruídas por Rúben e Gade. 32.34-38. C. Gileade tomada pelos manassitas. 32.39-42. VIII. A rota do Egito ao Jordão. 33.1-49. IX. Orientação para o estabelecimento em Canaã. 33.50 – 35.34. A. Expulsão dos habitantes, estabelecimento das fronteiras, divisão da terra. 33.50 a 34.29. B. Cidades dos levitas e cidades de refúgio. 35.1-34. X. Casamento de herdeiras. 36.1-13.