Tst aula 03

Bolivar Motta
Bolivar MottaBolivar Motta
Tst   aula 03
Classificação dos processos de fabricação
Processos de
Conformação
Processos Industriais
Conformação Mecânica
2
Define-se conformação mecânica como uma
operação onde se aplicam forças mecânicas em
metais que respondem com uma mudança
permanente de dimensões. Basicamente, o
processo causa deformação plástica de um corpo
metálico sem alterar sua massa e integridade.
Conformação é o processo mecânico onde se
obtém peças através da compressão de metais
sólidos utilizando moldes, utilizando a
deformação plástica da matéria-prima para o
preenchimento das cavidades dos moldes.
O processo pode ou não ser
executado com o
aquecimento da matéria-
prima, para facilitar o
processo ou para modificar
as características mecânicas
da peça final.
Para obter sucesso nesse
processo é necessário estudar
tanto o equipamento quantoa
deformação do metal
Temperatura: Metais e suas ligas são
comumente conformados em temperaturas que
variam desde ambiente até o seu ponto de
fusão, ambas as temperaturas são tidas em grau
Kelvin (K).
Quanto mais alta é a temperatura menor é a
resistência do material, por isso é essencial
calcular esta temperatura.
Apenas como exemplo:
Th = T/ Tf
T= Temperatura da peça
Tf= Temperatura de início da fusão do metal
Th= Temperatura homóloga
Fatores metalúrgicos na conformação
mecânica do metais
Fatores metalúrgicos na conformação
mecânica do metais
Velocidade:
Quando se deforma um material, a maior
parte da energia cedida a este material é
transformada em calor, e quanto maior a
velocidade de deformação menor é a
dissipação desse calor. Este é um problema a
ser considerado, principalmente na
deformação a quente, onde o aumento da
temperatura pode chegar ao ponto de fusão.
Influênciadas variáveis metalúrgicas
As propriedades dos metais estão
estreitamente ligadas à sua composição e
microestrutura.
Do ponto de vista de estrutura
mecânica, ligas são mais difíceis de
deformar à quente # dos metais puros, pois
a temperatura máxima com a qual podem
sertrabalhadas é maisbaixa.
Fatores metalúrgicos na conformação
mecanica do metais
Processos de conformação
FORJAMENTO
O Forjamento é um processo
térmico-mecânico que consiste em
aquecer o metal a uma temperatura
acima da temperatura de recristalização
e submetê-lo a um trabalho mecânico
produzido pela
aplicação de
cargas estáticas e
dinâmicas.
CLASSIFICAÇÃO
Forjamento a quente:
•Permite grandes
deformações;
•Menor esforço mecânico;
•Boa precisão dimensional;
• Aço, Cobre.
Forjamento a frio:
•Deformações limitadas
•Necessita maiores
esforços mecânicos
• Ótima precisão
•Alumínio,
Latão, Zinco.
Os processos de forjamento
também podem ser classificados
quanto ao método de aplicação
de força
Forjamento por impacto oupor
martelamento
É o método mais utilizado para o
forjamento. Feito através da aplicação de
uma pressão instantânea em uma área
relativamente pequena. O acionamentodo
martelo de forja pode ser mecânico ou
realizado hidraulicamente ou por ar
comprimido.
Forjamento por pressão
Nesse tipo de processo,
uma pressão contínua e
devagar é aplicada na
área a ser forjada.
Esta operação
pode ser realizada a
Quente ou a frio. O
forjamento
por pressão admite
grandes tolerâncias
dimensionais.
Enquanto o martelamento
produz deformação
principalmente nas camadas
superficiais, a
prensagem atinge as camadas
mais profundas e adeformação
resultante é mais regular do que
a que é
produzida pela ação dinâmicado
martelamento.
PROCESSOS
DE
FORJAMENTO
a) Forjamento livre ou por
matriz aberta
b)Forjamento em matriz
fechada
a) Forjamento Livre
Normalmente é uma
operação preliminar em
que, a partir de blocos,
tarugos, etc, procura-se
esboçar formas que, em
deformações posteriores
por forjamento em matriz
ou outro processo, são
transformadas em objetos
de formas mais
complexas.
O forjamento livre, pelo emprego de
ferramentas simples, manuseadas por
um operador experiente, permite uma
série de operações de natureza
elementar.
Forjamento em
matri fechada
Nesse processo, o
forjamento é
realizado em
matrizes fechadas
que conformam a
peça de acordo
com uma forma
definida e precisa.
A prensagem em matrizes
fechadas é empregada na
conformação de peças de
metais e ligas não-ferrosas,
porque esses materiais
apresentam maior grau de
plasticidade.
A deformação ocorre sob alta pressão
em uma cavidade fechada ou semi-
fechada, permitindo assim obter-se
peças com tolerâncias dimensionais
menores do que no forjamento livre.
Nos casos em que a deformação ocorre
dentro de uma cavidade totalmente
fechada, sem zona de escape, é
fundamental a precisão na quantidade
fornecida de material: uma quantidade
insuficiente implica falta de enchimento
da cavidade e falha no volume da peça.
Um excesso de material causa
sobrecarga no ferramental, com
probabilidade de danos ao mesmo
e ao maquinário.
O material excedente forma uma
faixa estreita (rebarba) em torno da
peça forjada. A rebarba exige uma
operação posterior de corte
(rebarbação) para remoção.
Tst   aula 03
Na figura anterior, podemos observar que a partir
da fase (c) o material começa a penetrar na
cavidade periférica formando a rebarba. Com isso,
facilita-se o contato completo das duas metades da
matriz e todas as peças são obtidas com altura
constante. Esse excesso de material é chamado de
rebarba e é cortada mediante a ação direta de
punção na peça apoiada na matriz de corte.
Lubrificação
É importante a lubrificação do
sistema, para evitar defeitos
característicos do processo de
forjamento.
objetivo:
Reduzir atrito.
Evitar soldagem localizada.
Reduzir a troca de calor.
Eliminar impurezas.
Laminação
Operações de
conformação
Laminação: Consiste na passagem de uma
peça entre dois cilindros que giram, de forma
a reduzir a área de uma seção transversal,
“afinar” uma peça.
a) Laminador Duo b) Laminador Duo reversível c) Laminador Trio d) Laminador Quádruo e) Laminador Sendzimir f) Laminador universal
É o processo de Conformação
mecânica que permite reduzir
drasticamente a espessura de
um material, com um aumento
considerável no comprimento,
sem maiores
alterações na
largura.
Laminar: é a operação de
conformação que força o
material deencontro a dois
cilindros distanciados
entre si, girando em sentido
opostos.
Laminador: é o
equipamento responsável
pela realização da
laminação.
ELEMENTOS DE UM LAMINADOR
Cadeira ou gaiola: é uma armação
metálica que serve de sustentação aos
cilindros e acessórios necessários.
Cilindros: são peças maciças de
material apropriado, responsáveis
pela deformação do material.
Podem apresentar superfície plana ou com
reentrâncias.
Os primeiros destinam-se
à fabricação de
materiais planos
como, por exemplo,
chapas; enquanto que o
segundo, aos perfilados
(redondo, quadrado,
sextavado).
Os cilindros laminadores apresentam
uma parte central chamada de corpo
ou mesa, a qual executa o esforço
direto de deformação. Em cada
extremidade do cilindro, ficam
localizados os pescoços, que se
apoiam nos mancais das gaiolas. Após
o pescoço, situa-se o trevo, que é a
parte que recebe oacoplamento
para rotação
Ao passar entre os cilindros, o metal
sofre deformação plástica, a
espessura é reduzida e o
comprimento e a largura são
aumentados. Pelo processo de
laminação podemos obter: vigas,
trilhos, chapas para estampagem,
tarugos para forjamentos, etc.
Laminação a quente é um
processo e laminação de metais
e ligas, que acontece acima da
temperatura de recristalização do
material (50% do ponto de fusão)
Laminação a Frio
• É normalmente utilizada para
acabamento de produtos laminados.
• Nesta fase final, as chapas finas
laminadas previamente a quente, sofrem
alguns passos a frio para melhorar
acabamento e ajustar suas dimensões.
• Como produto final, teremos chapas
finas, fitas ou folhas com excelente
acabamento superficial e com bom
controle dimensional
Tst   aula 03
TREFILAÇÃO E EXTRUSÃO
Trefilação
• Processo em que a matéria-prima é
estirada (esticada). É um processo
industrial que acarreta na redução da
secção transversal (largura) e
respectivo aumento no comprimento
do material. Consiste na Tração da
peça através de uma matriz chamada
fieira ou trefila, com forma de canal
convergente, como na fabricação de
arame e barras finas de metal.
DISPOSITIVO BÁSICO: A FIEIRA
A fieira é o dispositivo básico da trefilação, e
compõe todos os equipamentos trefiladores. Sua
geometria é dividida em quatro zonas:
• de entrada
• de redução (ά = ângulo de trefilação)
• de calibração (zona cilíndrica)
• de saída
Trefilação
MATERIAL DA FIEIRA:
O material é escolhido conforme as exigências do
processo (dimensões, esforços) e o material a ser
trefilado. Os materiais mais utilizados são:
o Aços de alto Carbono revestidos de Cromo (cromagem
dura)
o Aços especiais
o Ferro fundido branco
o Cerâmicos (pós de óxidos metálicos sinterizados)
o Diamante (p/ fios finos ou de ligas duras)
Trefilação
O material pode ser estirado e reduzido em secção
transversal mais do que com qualquer outro
processo;
A precisão dimensional obtida é maior do que em
qualquer outro processo exceto a laminação a frio,
que não é aplicável às bitolas comuns de arames;
A superfície produzida é uniformemente limpa e
polida;
O processo influi nas propriedades mecânicas do
material, permitindo, em combinação com um
tratamento térmico adequado, a obtenção de uma
gama variada de propriedades com a mesma
composição química.
Trefilação
MÉTODOS DE TREFILAÇÃO DE
TUBOS
EQUIPAMENTOS
• Classificam-se em dois grupos:
• BANCADAS DE TREFILAÇÃO – Utilizadas para produção de
componentes não bobináveis, como barras e tubos.
TREFILADORAS DE TAMBOR – Utilizadas para componentes
bobináveis, ou seja, fios e produção de arames.
.
BANCADA DE
TREFILAÇÃO
Na figura ao lado pode-se
observar o aspecto
esquemático de uma
bancada de trefilação, com
os respectivos
componentes.
Trefilação
TREFILAÇÃO
TREFILADORAS DE TAMBOR
Classificam-se em três grupos:
•Simples (um só tambor) – Para arames grossos
•Duplas – Para arames médios
•Múltiplas (contínuas) – Para arames médios e finos
TREFILAÇÃO
Os elementos das máquinas de trefilação dependem das
características de cada máquina. Existem entretanto componentes
básicos que usualmente sempre estão presentes nas trefiladoras:
o Carretel alimentador
o Porta-fieira
o Garra ou mordaça para puxar a primeira porção do arame
Tambor para enrolar o arame trefilado
TREFILAÇÃO
MÁQUINA DETREFILAÇÃO
CONTÍNUA DE FIOSLEVES
TREFILAÇÃO
MÁQUINA DE TREFILAÇÃO
CONTINUA DE FIOS
TREFILAÇÃO
O PROCESSOPRODUTIVO
• Matéria-prima: Fio-máquina (vergalhão laminado a quente)
de trefilação.
• Secagem (em estufa) - Também remove H2 dissolvido na
superfície do material.
• Trefilação -Primeiros passes a seco. Eventualmente:
recobrimento com Cobre ou Estanho.
• Descarepação:
- Mecânica(descascamento), dobramento e
escovamento.
- Química (decapagem)
• Lavagem: em águacorrente.
• Recobrimento: comumente por imersão em leite de cal a
100°C a fim de neutralizar resíduos de ácido, proteger a
superfície do arame, e servir de suporte para o lubrificante de
trefilação.
TREFILAÇÃO
DEFEITOSEM TREFILADOS
Podem resultar:
Em defeitos devido a matéria-prima
(fissuras,lascas, vazios, inclusões);
Do processo de deformação.
Exemplo de defeito:Trincas internas em ponta de
flecha ("chevrons") -veja figuraabaixo
TREFILAÇÃO
TRATAMENTO TÉRMICO
DEFIOSTREFILADOS
• RECOZIMENTO:
Indicação: principalmente para arames de baixo
carbono
Tipo: subcrítico, entre 550 a 650°C
• PATENTEAMENTO:
Indicação:aços de médio a alto carbono (C> 0,25
%)
Tipo: aquecimento acima da temperatura crítica
(região g) seguido de resfriamento controlado, ao
ar ou em banho de chumbo mantido entre 450 e
550°C. A seguir, encruamento em trefila.
Objetivo: obter uma boa combinação de
resistência e ductilidade.
TREFILAÇÃOPRODUTOSTREFILADOS:
FIOSDEAÇO
TREFILAÇÃO
PRODUTOSTREFILADOS: CONDUTORESELÉTRICOS
TUBOS
PRODUTOSTREFILADOS:
MICROTUBOS
EXTRUSÃO
HISTÓRICO
• Antecede oséculo XIX
• Inicio em Tubos deChumbo
• Auge na Segunda Guerra Mundial
• Tecnologia dasPrensas
EXTRUSÃO
A extrusãoé um processo mecânico de
produção de componentesde forma
semi automática e contínua onde o
material é forçado através
da matriz aquirindo
assim a forma
determinada
pela forma
projetada
para a peça.
EXTRUSÃO
MATERIAIS:
Quase todos os materiais. Também
materiais frágeis, como alumínio, cobre,
Aço( extrusado a quente), plásticos
diversos, mediante uso de punção com
contra- pressão.
EXTRUSÃO
O MERCADO DOS EXTRUDADOS
EXTRUSÃO
TIPOS DE
EXTRUSÃO
• Extrusão Direta
• Extrusão Indireta
EXTRUSÃO
MÉTODO DIRETO
•Matriz e recipiente fixos
O material e pressionado no sentido da força aplicada
contra a matriz.
•Melhor acabamento superficial
•Maiores valores de Atrito
Força
EXTRUSÃO
EXTRUSÃO DIRETA DE BARRA ÔCA
EXTRUSÃO
MÉTODO INDIRETO
•Recipiente fixo e matriz móvel.
•Fluxo de metal contrário ao da Força , Embolo Oco e
Móvel
• Força menor que ado método direto.
•Acabamento superficie não tão bom.
EXTRUSÃO
Os processos de extrusão podem ainda ser divididos
pela temperatura da peça:
Extrusão
a frio
Extrusão
semi-aquecida
Extrusão
a quente
•Elevada economia •Propriedades semelhantes
às dos extrudados a frio.
•Menor tensão de
escoamento
•Importância cada vez maior
•Melhora da trabalhabilidade
•Combinação com outros
processos
•Alta qualidade dimensional
e superficial.
•Fabricação de peças
complexas
•Melhores propriedades
mecânicas
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
•Tarugo
•Forno ou Aquecedores
•Matriz
• Prensa Hidráulica
•Punção ou haste do Embolo
•Disco de Apoio
•Recipiente
• Disco de Pressão
•Equipamento para Estiramento do Produto Extrudado
EXTRUSÃO
EXTRUSÃO
MATRIZ
• Influencia diretamente
na qualidade do
produto
• Perfis maciços ou
tubulares
• Polimento:
Rugosidade muito
baixa
• Alta resistênciaà
abrasão
• Alta Dureza
• Revestimentos
Superficiais
EXTRUSÃO
TARUGOS
EXTRUSÃO
PRENSA HIDRÁULICA HORIZONTAL
EXTRUSÃO
PRODUTOS EXTRUDADOS
EXTRUSÃO
PRODUTOS EXTRUDADOS
EXTRUSÃO
DEFEITOSEMPRODUTOSEXTRUDADOS
EXTRUSÃO
DEFEITOS EM PRODUTOS EXTRUDADOS
EXTRUSÃO
DEFEITOS EM PRODUTOS EXTRUDADOS
EXTRUSÃO
DEFEITOS EM PRODUTOS EXTRUDADOS
ESTAMPAGEM
• As operações sãoexecutadas
geralmente com auxílio
de ferramentas,instaladas
em prensas.
• Sendo que estas ferramentas,
excutam corte e deformação dos
materiais.
• Estampagem corresponde a um
conjunto de operações que
provoca transformações sem
arranque de cavaco.
• A operação é realizada por meio de
ferramentas (estampos) acionados
por prensas mecânicas, hidráulicas
ou pneumáticas.
• A estampagem é normalmente
realizada a frio
ESTAMPAGEM
Operações de estampagem
Operações de estampagem
• Corte:
Consiste em separar-se de uma chapa, mediante golpe de
prensa, uma porção de material com contorno
determinado, utilizando-se ferramental apropriado
denominado estampo de corte.
• Dobra:
Como seu nome indica, consiste em
obter uma peça formada por uma ou
mais dobras de uma chapa plana. Para
isto, é utilizada uma ferramenta
denominada estampo de dobra.
• Embutimento ou repuxo:
Esta operação tem como finalidade obter
peças em forma de recipientes, como
canecas, caixas e tubos; obtidas pela
deformação da chapa, a golpes de prensa e
empregando ferramental especial
denominado estampo de repuxo.
Tst   aula 03
Estampagem Profunda ou Embutimento
A distinção entre estampagem rasa e profunda
é arbitrária. A estampagem rasa geralmente se
refere à conformação de um copo com
profundidade menor do que a metade do seu
diâmetro com pequena redução de parede.
Na estampagem profunda o copo é mais
profundo do que a metade do seu diâmetro.
Estampos de corte
Características do
Processo de Estampagem
• Elevada capacidade de produção.
• Baixo custo em escalas médias e
altas.
• Intercambiabilidade facilitada.
• Ausência de cavaco.
• Precisão e leveza nas peças obtidas.
Para melhorar o rendimento do processo, é
importante que se tenha boa lubrificação. Com isto
reduzem-se os esforços de conformação e o desgaste
do ferramental.
Os óleos indicados normalmente são para extrema
pressão, devendo garantir boa proteção contra a
corrosão da chapa, ser de fácil desengraxe e não
levar à oxidação do material (devido às reações de
subprodutos dos gases formados no aquecimento
do metal).
Geralmente, são óleos minerais com uma série de
aditivos.
Operações de Deformação
Cunhagem: Obtenção de figuras em alto ou baixo
relevo, por meio do amassamento do material
1 de 88

Recomendados

Trabalho processos de fabricação por
Trabalho processos de fabricaçãoTrabalho processos de fabricação
Trabalho processos de fabricaçãoPaulo Seabra
6K visualizações59 slides
Processos de conformação por
Processos de conformaçãoProcessos de conformação
Processos de conformaçãoLais Figueiredo
10K visualizações15 slides
Forjamento por
ForjamentoForjamento
Forjamentodougyanci
21.5K visualizações7 slides
Conformação mecânica - Forjamento por
Conformação mecânica - ForjamentoConformação mecânica - Forjamento
Conformação mecânica - ForjamentoGabriel Sana
32.5K visualizações26 slides
Conformacao por
ConformacaoConformacao
ConformacaoTarcisio Lopes
4.3K visualizações2 slides
Conformação mecânica por
Conformação mecânicaConformação mecânica
Conformação mecânicaVitor Paese
10.6K visualizações13 slides

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Conformação Mecânica trefilação por
Conformação Mecânica trefilaçãoConformação Mecânica trefilação
Conformação Mecânica trefilaçãoRogger Antunes
27.5K visualizações17 slides
Forjamento por
ForjamentoForjamento
ForjamentoDirk Henning
17.8K visualizações21 slides
Processo de Trefilação por
Processo de TrefilaçãoProcesso de Trefilação
Processo de TrefilaçãoRafael Leal
15.2K visualizações50 slides
08 pf.extrusão por
08 pf.extrusão08 pf.extrusão
08 pf.extrusãoDeise Tatiana Argolo
1.9K visualizações14 slides
Apostila fabio martins por
Apostila  fabio martinsApostila  fabio martins
Apostila fabio martinsRodrigo Santos
4.4K visualizações123 slides
Aula7 materiais por
Aula7 materiaisAula7 materiais
Aula7 materiaisTiago Cruz
8.3K visualizações118 slides

Mais procurados(20)

Conformação Mecânica trefilação por Rogger Antunes
Conformação Mecânica trefilaçãoConformação Mecânica trefilação
Conformação Mecânica trefilação
Rogger Antunes27.5K visualizações
Forjamento por Dirk Henning
ForjamentoForjamento
Forjamento
Dirk Henning17.8K visualizações
Processo de Trefilação por Rafael Leal
Processo de TrefilaçãoProcesso de Trefilação
Processo de Trefilação
Rafael Leal15.2K visualizações
Apostila fabio martins por Rodrigo Santos
Apostila  fabio martinsApostila  fabio martins
Apostila fabio martins
Rodrigo Santos4.4K visualizações
Aula7 materiais por Tiago Cruz
Aula7 materiaisAula7 materiais
Aula7 materiais
Tiago Cruz8.3K visualizações
Extrusão por vanessa maria
Extrusão Extrusão
Extrusão
vanessa maria2.1K visualizações
Conformação mecânica apresentação. por Vitor Paese
Conformação mecânica apresentação.Conformação mecânica apresentação.
Conformação mecânica apresentação.
Vitor Paese707 visualizações
Extrusão por Dirk Henning
ExtrusãoExtrusão
Extrusão
Dirk Henning29.2K visualizações
Processos de conformação parte i por Maria Adrina Silva
Processos de conformação   parte iProcessos de conformação   parte i
Processos de conformação parte i
Maria Adrina Silva12.5K visualizações
Laminação por Dirk Henning
LaminaçãoLaminação
Laminação
Dirk Henning26.9K visualizações
Processos de conformação parte ii por Maria Adrina Silva
Processos de conformação   parte iiProcessos de conformação   parte ii
Processos de conformação parte ii
Maria Adrina Silva6.1K visualizações
Extrusão por Pedro Debossam
ExtrusãoExtrusão
Extrusão
Pedro Debossam1K visualizações
Extrusão.ppt 2 por Danieljllesc
 Extrusão.ppt 2 Extrusão.ppt 2
Extrusão.ppt 2
Danieljllesc7.5K visualizações
Laminacao por LucasSerra24
LaminacaoLaminacao
Laminacao
LucasSerra2492 visualizações
Laminação a quente por Kelvyn Freitas
Laminação a quenteLaminação a quente
Laminação a quente
Kelvyn Freitas4.3K visualizações
Extrusão por Virginia
ExtrusãoExtrusão
Extrusão
Virginia767 visualizações
Laminacao 3D3A por Vinícius Tetti
Laminacao  3D3ALaminacao  3D3A
Laminacao 3D3A
Vinícius Tetti91 visualizações
Slide laminacao por Andrerozendo
Slide laminacaoSlide laminacao
Slide laminacao
Andrerozendo2.5K visualizações

Similar a Tst aula 03

Trabalho sobre Laminação por
Trabalho sobre LaminaçãoTrabalho sobre Laminação
Trabalho sobre Laminaçãojohanncroce
585 visualizações14 slides
Laminação por
Laminação Laminação
Laminação Fernando Ventura
1.4K visualizações24 slides
Laminao954 por
Laminao954Laminao954
Laminao954DVAL2010
566 visualizações26 slides
Laminao954 por
Laminao954Laminao954
Laminao954DVAL2010
438 visualizações26 slides
Apresentacao forjamento por
Apresentacao forjamentoApresentacao forjamento
Apresentacao forjamentoGabrielAmancio7
88 visualizações15 slides
aula-4-forjamento-e-estampagem.pdf por
aula-4-forjamento-e-estampagem.pdfaula-4-forjamento-e-estampagem.pdf
aula-4-forjamento-e-estampagem.pdfComprasVariedades
28 visualizações31 slides

Similar a Tst aula 03(20)

Trabalho sobre Laminação por johanncroce
Trabalho sobre LaminaçãoTrabalho sobre Laminação
Trabalho sobre Laminação
johanncroce585 visualizações
Laminação por Fernando Ventura
Laminação Laminação
Laminação
Fernando Ventura1.4K visualizações
Laminao954 por DVAL2010
Laminao954Laminao954
Laminao954
DVAL2010566 visualizações
Laminao954 por DVAL2010
Laminao954Laminao954
Laminao954
DVAL2010438 visualizações
Apresentacao forjamento por GabrielAmancio7
Apresentacao forjamentoApresentacao forjamento
Apresentacao forjamento
GabrielAmancio788 visualizações
aula-4-forjamento-e-estampagem.pdf por ComprasVariedades
aula-4-forjamento-e-estampagem.pdfaula-4-forjamento-e-estampagem.pdf
aula-4-forjamento-e-estampagem.pdf
ComprasVariedades28 visualizações
Retificação por Rogger Antunes
RetificaçãoRetificação
Retificação
Rogger Antunes17.1K visualizações
Trefilacao - Grupo 2 3D3A por gabrieletec123
Trefilacao - Grupo 2 3D3ATrefilacao - Grupo 2 3D3A
Trefilacao - Grupo 2 3D3A
gabrieletec12355 visualizações
Processos de fabrico trabalho marina e rafael por Ana Loreto
Processos de fabrico trabalho marina e rafaelProcessos de fabrico trabalho marina e rafael
Processos de fabrico trabalho marina e rafael
Ana Loreto262 visualizações
AVALIAÇÃO DO DESGASTE DE BROCAS DE AÇO-RÁPIDO SUBMETIDAS AO TRATAMENTO DE END... por Emmirmec
AVALIAÇÃO DO DESGASTE DE BROCAS DE AÇO-RÁPIDO SUBMETIDAS AO TRATAMENTO DE END...AVALIAÇÃO DO DESGASTE DE BROCAS DE AÇO-RÁPIDO SUBMETIDAS AO TRATAMENTO DE END...
AVALIAÇÃO DO DESGASTE DE BROCAS DE AÇO-RÁPIDO SUBMETIDAS AO TRATAMENTO DE END...
Emmirmec73 visualizações
Conformação mecânica apresentação. (1) por Vitor Paese
Conformação mecânica apresentação. (1)Conformação mecânica apresentação. (1)
Conformação mecânica apresentação. (1)
Vitor Paese445 visualizações
USINAGEM POR FEIXE DE ELÉTRONS E APLAINAMENTO SOLDAGEM por Carlos Dias
USINAGEM POR FEIXE DE ELÉTRONS E APLAINAMENTO SOLDAGEMUSINAGEM POR FEIXE DE ELÉTRONS E APLAINAMENTO SOLDAGEM
USINAGEM POR FEIXE DE ELÉTRONS E APLAINAMENTO SOLDAGEM
Carlos Dias3.8K visualizações
Apostila-estampagem por Eduardo Melchior
Apostila-estampagemApostila-estampagem
Apostila-estampagem
Eduardo Melchior1.2K visualizações
Ferrametnas de corte rev01 por Luana Martins
Ferrametnas de corte rev01Ferrametnas de corte rev01
Ferrametnas de corte rev01
Luana Martins208 visualizações
Soldagem pro fricção e Friction Stir Welding por Jailson Alves da Nobrega
Soldagem pro fricção e Friction Stir Welding Soldagem pro fricção e Friction Stir Welding
Soldagem pro fricção e Friction Stir Welding
Jailson Alves da Nobrega6.4K visualizações

Mais de Bolivar Motta

Tst mapa conceitual (organograma) por
Tst   mapa conceitual (organograma)Tst   mapa conceitual (organograma)
Tst mapa conceitual (organograma)Bolivar Motta
889 visualizações1 slide
Tst higiene ocupacional (extra) por
Tst   higiene ocupacional (extra)Tst   higiene ocupacional (extra)
Tst higiene ocupacional (extra)Bolivar Motta
953 visualizações92 slides
Tst higiene no trabalho (extra) por
Tst   higiene no trabalho (extra)Tst   higiene no trabalho (extra)
Tst higiene no trabalho (extra)Bolivar Motta
615 visualizações192 slides
Tst fundamentos dos processos de usinagem por
Tst   fundamentos dos processos de usinagemTst   fundamentos dos processos de usinagem
Tst fundamentos dos processos de usinagemBolivar Motta
559 visualizações4 slides
Tst fratura por
Tst   fraturaTst   fratura
Tst fraturaBolivar Motta
683 visualizações26 slides
Tst fisiologia do trabalho por
Tst   fisiologia do trabalhoTst   fisiologia do trabalho
Tst fisiologia do trabalhoBolivar Motta
203 visualizações23 slides

Mais de Bolivar Motta(20)

Tst mapa conceitual (organograma) por Bolivar Motta
Tst   mapa conceitual (organograma)Tst   mapa conceitual (organograma)
Tst mapa conceitual (organograma)
Bolivar Motta889 visualizações
Tst higiene ocupacional (extra) por Bolivar Motta
Tst   higiene ocupacional (extra)Tst   higiene ocupacional (extra)
Tst higiene ocupacional (extra)
Bolivar Motta953 visualizações
Tst higiene no trabalho (extra) por Bolivar Motta
Tst   higiene no trabalho (extra)Tst   higiene no trabalho (extra)
Tst higiene no trabalho (extra)
Bolivar Motta615 visualizações
Tst fundamentos dos processos de usinagem por Bolivar Motta
Tst   fundamentos dos processos de usinagemTst   fundamentos dos processos de usinagem
Tst fundamentos dos processos de usinagem
Bolivar Motta559 visualizações
Tst fratura por Bolivar Motta
Tst   fraturaTst   fratura
Tst fratura
Bolivar Motta683 visualizações
Tst fisiologia do trabalho por Bolivar Motta
Tst   fisiologia do trabalhoTst   fisiologia do trabalho
Tst fisiologia do trabalho
Bolivar Motta203 visualizações
Tst fisiologia do trabalho - eduardo c. batiz por Bolivar Motta
Tst   fisiologia do trabalho - eduardo c. batizTst   fisiologia do trabalho - eduardo c. batiz
Tst fisiologia do trabalho - eduardo c. batiz
Bolivar Motta413 visualizações
Tst ergonomia aula 6 por Bolivar Motta
Tst   ergonomia aula 6Tst   ergonomia aula 6
Tst ergonomia aula 6
Bolivar Motta229 visualizações
Tst ergonomia aula 5 por Bolivar Motta
Tst   ergonomia aula 5Tst   ergonomia aula 5
Tst ergonomia aula 5
Bolivar Motta495 visualizações
Tst ergonomia aula 4 por Bolivar Motta
Tst   ergonomia aula 4Tst   ergonomia aula 4
Tst ergonomia aula 4
Bolivar Motta582 visualizações
Tst ergonomia aula 3 por Bolivar Motta
Tst   ergonomia aula 3Tst   ergonomia aula 3
Tst ergonomia aula 3
Bolivar Motta304 visualizações
Tst ergonomia aula 2 por Bolivar Motta
Tst   ergonomia aula 2Tst   ergonomia aula 2
Tst ergonomia aula 2
Bolivar Motta618 visualizações
Tst ergonomia aula 1 por Bolivar Motta
Tst   ergonomia aula 1Tst   ergonomia aula 1
Tst ergonomia aula 1
Bolivar Motta1.7K visualizações
Tst ergonomia - checklist por Bolivar Motta
Tst   ergonomia - checklistTst   ergonomia - checklist
Tst ergonomia - checklist
Bolivar Motta949 visualizações
Tst ergonomia - checklist couto por Bolivar Motta
Tst   ergonomia - checklist coutoTst   ergonomia - checklist couto
Tst ergonomia - checklist couto
Bolivar Motta3.1K visualizações
Tst epc - nr 06 por Bolivar Motta
Tst   epc - nr 06Tst   epc - nr 06
Tst epc - nr 06
Bolivar Motta1.2K visualizações
Tst dst manual de bolso (extra) por Bolivar Motta
Tst   dst manual de bolso (extra)Tst   dst manual de bolso (extra)
Tst dst manual de bolso (extra)
Bolivar Motta186 visualizações
Tst dst 2 cartilha (extra) por Bolivar Motta
Tst   dst 2 cartilha (extra)Tst   dst 2 cartilha (extra)
Tst dst 2 cartilha (extra)
Bolivar Motta183 visualizações
Tst dst 1 cartilha por Bolivar Motta
Tst   dst 1 cartilhaTst   dst 1 cartilha
Tst dst 1 cartilha
Bolivar Motta422 visualizações
Tst curso cipa por Bolivar Motta
Tst   curso cipaTst   curso cipa
Tst curso cipa
Bolivar Motta624 visualizações

Tst aula 03

  • 4. Conformação Mecânica 2 Define-se conformação mecânica como uma operação onde se aplicam forças mecânicas em metais que respondem com uma mudança permanente de dimensões. Basicamente, o processo causa deformação plástica de um corpo metálico sem alterar sua massa e integridade. Conformação é o processo mecânico onde se obtém peças através da compressão de metais sólidos utilizando moldes, utilizando a deformação plástica da matéria-prima para o preenchimento das cavidades dos moldes.
  • 5. O processo pode ou não ser executado com o aquecimento da matéria- prima, para facilitar o processo ou para modificar as características mecânicas da peça final. Para obter sucesso nesse processo é necessário estudar tanto o equipamento quantoa deformação do metal
  • 6. Temperatura: Metais e suas ligas são comumente conformados em temperaturas que variam desde ambiente até o seu ponto de fusão, ambas as temperaturas são tidas em grau Kelvin (K). Quanto mais alta é a temperatura menor é a resistência do material, por isso é essencial calcular esta temperatura. Apenas como exemplo: Th = T/ Tf T= Temperatura da peça Tf= Temperatura de início da fusão do metal Th= Temperatura homóloga Fatores metalúrgicos na conformação mecânica do metais
  • 7. Fatores metalúrgicos na conformação mecânica do metais Velocidade: Quando se deforma um material, a maior parte da energia cedida a este material é transformada em calor, e quanto maior a velocidade de deformação menor é a dissipação desse calor. Este é um problema a ser considerado, principalmente na deformação a quente, onde o aumento da temperatura pode chegar ao ponto de fusão.
  • 8. Influênciadas variáveis metalúrgicas As propriedades dos metais estão estreitamente ligadas à sua composição e microestrutura. Do ponto de vista de estrutura mecânica, ligas são mais difíceis de deformar à quente # dos metais puros, pois a temperatura máxima com a qual podem sertrabalhadas é maisbaixa. Fatores metalúrgicos na conformação mecanica do metais
  • 10. FORJAMENTO O Forjamento é um processo térmico-mecânico que consiste em aquecer o metal a uma temperatura acima da temperatura de recristalização e submetê-lo a um trabalho mecânico produzido pela aplicação de cargas estáticas e dinâmicas.
  • 12. Forjamento a quente: •Permite grandes deformações; •Menor esforço mecânico; •Boa precisão dimensional; • Aço, Cobre.
  • 13. Forjamento a frio: •Deformações limitadas •Necessita maiores esforços mecânicos • Ótima precisão •Alumínio, Latão, Zinco.
  • 14. Os processos de forjamento também podem ser classificados quanto ao método de aplicação de força
  • 15. Forjamento por impacto oupor martelamento É o método mais utilizado para o forjamento. Feito através da aplicação de uma pressão instantânea em uma área relativamente pequena. O acionamentodo martelo de forja pode ser mecânico ou realizado hidraulicamente ou por ar comprimido.
  • 16. Forjamento por pressão Nesse tipo de processo, uma pressão contínua e devagar é aplicada na área a ser forjada. Esta operação pode ser realizada a Quente ou a frio. O forjamento por pressão admite grandes tolerâncias dimensionais.
  • 17. Enquanto o martelamento produz deformação principalmente nas camadas superficiais, a prensagem atinge as camadas mais profundas e adeformação resultante é mais regular do que a que é produzida pela ação dinâmicado martelamento.
  • 18. PROCESSOS DE FORJAMENTO a) Forjamento livre ou por matriz aberta b)Forjamento em matriz fechada
  • 19. a) Forjamento Livre Normalmente é uma operação preliminar em que, a partir de blocos, tarugos, etc, procura-se esboçar formas que, em deformações posteriores por forjamento em matriz ou outro processo, são transformadas em objetos de formas mais complexas.
  • 20. O forjamento livre, pelo emprego de ferramentas simples, manuseadas por um operador experiente, permite uma série de operações de natureza elementar.
  • 21. Forjamento em matri fechada Nesse processo, o forjamento é realizado em matrizes fechadas que conformam a peça de acordo com uma forma definida e precisa.
  • 22. A prensagem em matrizes fechadas é empregada na conformação de peças de metais e ligas não-ferrosas, porque esses materiais apresentam maior grau de plasticidade.
  • 23. A deformação ocorre sob alta pressão em uma cavidade fechada ou semi- fechada, permitindo assim obter-se peças com tolerâncias dimensionais menores do que no forjamento livre. Nos casos em que a deformação ocorre dentro de uma cavidade totalmente fechada, sem zona de escape, é fundamental a precisão na quantidade fornecida de material: uma quantidade insuficiente implica falta de enchimento da cavidade e falha no volume da peça.
  • 24. Um excesso de material causa sobrecarga no ferramental, com probabilidade de danos ao mesmo e ao maquinário. O material excedente forma uma faixa estreita (rebarba) em torno da peça forjada. A rebarba exige uma operação posterior de corte (rebarbação) para remoção.
  • 26. Na figura anterior, podemos observar que a partir da fase (c) o material começa a penetrar na cavidade periférica formando a rebarba. Com isso, facilita-se o contato completo das duas metades da matriz e todas as peças são obtidas com altura constante. Esse excesso de material é chamado de rebarba e é cortada mediante a ação direta de punção na peça apoiada na matriz de corte.
  • 27. Lubrificação É importante a lubrificação do sistema, para evitar defeitos característicos do processo de forjamento. objetivo: Reduzir atrito. Evitar soldagem localizada. Reduzir a troca de calor. Eliminar impurezas.
  • 29. Operações de conformação Laminação: Consiste na passagem de uma peça entre dois cilindros que giram, de forma a reduzir a área de uma seção transversal, “afinar” uma peça. a) Laminador Duo b) Laminador Duo reversível c) Laminador Trio d) Laminador Quádruo e) Laminador Sendzimir f) Laminador universal
  • 30. É o processo de Conformação mecânica que permite reduzir drasticamente a espessura de um material, com um aumento considerável no comprimento, sem maiores alterações na largura.
  • 31. Laminar: é a operação de conformação que força o material deencontro a dois cilindros distanciados entre si, girando em sentido opostos.
  • 32. Laminador: é o equipamento responsável pela realização da laminação.
  • 33. ELEMENTOS DE UM LAMINADOR Cadeira ou gaiola: é uma armação metálica que serve de sustentação aos cilindros e acessórios necessários.
  • 34. Cilindros: são peças maciças de material apropriado, responsáveis pela deformação do material. Podem apresentar superfície plana ou com reentrâncias. Os primeiros destinam-se à fabricação de materiais planos como, por exemplo, chapas; enquanto que o segundo, aos perfilados (redondo, quadrado, sextavado).
  • 35. Os cilindros laminadores apresentam uma parte central chamada de corpo ou mesa, a qual executa o esforço direto de deformação. Em cada extremidade do cilindro, ficam localizados os pescoços, que se apoiam nos mancais das gaiolas. Após o pescoço, situa-se o trevo, que é a parte que recebe oacoplamento para rotação
  • 36. Ao passar entre os cilindros, o metal sofre deformação plástica, a espessura é reduzida e o comprimento e a largura são aumentados. Pelo processo de laminação podemos obter: vigas, trilhos, chapas para estampagem, tarugos para forjamentos, etc.
  • 37. Laminação a quente é um processo e laminação de metais e ligas, que acontece acima da temperatura de recristalização do material (50% do ponto de fusão)
  • 38. Laminação a Frio • É normalmente utilizada para acabamento de produtos laminados. • Nesta fase final, as chapas finas laminadas previamente a quente, sofrem alguns passos a frio para melhorar acabamento e ajustar suas dimensões. • Como produto final, teremos chapas finas, fitas ou folhas com excelente acabamento superficial e com bom controle dimensional
  • 41. Trefilação • Processo em que a matéria-prima é estirada (esticada). É um processo industrial que acarreta na redução da secção transversal (largura) e respectivo aumento no comprimento do material. Consiste na Tração da peça através de uma matriz chamada fieira ou trefila, com forma de canal convergente, como na fabricação de arame e barras finas de metal.
  • 42. DISPOSITIVO BÁSICO: A FIEIRA A fieira é o dispositivo básico da trefilação, e compõe todos os equipamentos trefiladores. Sua geometria é dividida em quatro zonas: • de entrada • de redução (ά = ângulo de trefilação) • de calibração (zona cilíndrica) • de saída Trefilação
  • 43. MATERIAL DA FIEIRA: O material é escolhido conforme as exigências do processo (dimensões, esforços) e o material a ser trefilado. Os materiais mais utilizados são: o Aços de alto Carbono revestidos de Cromo (cromagem dura) o Aços especiais o Ferro fundido branco o Cerâmicos (pós de óxidos metálicos sinterizados) o Diamante (p/ fios finos ou de ligas duras) Trefilação
  • 44. O material pode ser estirado e reduzido em secção transversal mais do que com qualquer outro processo; A precisão dimensional obtida é maior do que em qualquer outro processo exceto a laminação a frio, que não é aplicável às bitolas comuns de arames; A superfície produzida é uniformemente limpa e polida; O processo influi nas propriedades mecânicas do material, permitindo, em combinação com um tratamento térmico adequado, a obtenção de uma gama variada de propriedades com a mesma composição química. Trefilação
  • 46. EQUIPAMENTOS • Classificam-se em dois grupos: • BANCADAS DE TREFILAÇÃO – Utilizadas para produção de componentes não bobináveis, como barras e tubos. TREFILADORAS DE TAMBOR – Utilizadas para componentes bobináveis, ou seja, fios e produção de arames. . BANCADA DE TREFILAÇÃO Na figura ao lado pode-se observar o aspecto esquemático de uma bancada de trefilação, com os respectivos componentes. Trefilação
  • 47. TREFILAÇÃO TREFILADORAS DE TAMBOR Classificam-se em três grupos: •Simples (um só tambor) – Para arames grossos •Duplas – Para arames médios •Múltiplas (contínuas) – Para arames médios e finos
  • 48. TREFILAÇÃO Os elementos das máquinas de trefilação dependem das características de cada máquina. Existem entretanto componentes básicos que usualmente sempre estão presentes nas trefiladoras: o Carretel alimentador o Porta-fieira o Garra ou mordaça para puxar a primeira porção do arame Tambor para enrolar o arame trefilado
  • 51. TREFILAÇÃO O PROCESSOPRODUTIVO • Matéria-prima: Fio-máquina (vergalhão laminado a quente) de trefilação. • Secagem (em estufa) - Também remove H2 dissolvido na superfície do material. • Trefilação -Primeiros passes a seco. Eventualmente: recobrimento com Cobre ou Estanho.
  • 52. • Descarepação: - Mecânica(descascamento), dobramento e escovamento. - Química (decapagem) • Lavagem: em águacorrente. • Recobrimento: comumente por imersão em leite de cal a 100°C a fim de neutralizar resíduos de ácido, proteger a superfície do arame, e servir de suporte para o lubrificante de trefilação.
  • 53. TREFILAÇÃO DEFEITOSEM TREFILADOS Podem resultar: Em defeitos devido a matéria-prima (fissuras,lascas, vazios, inclusões); Do processo de deformação. Exemplo de defeito:Trincas internas em ponta de flecha ("chevrons") -veja figuraabaixo
  • 54. TREFILAÇÃO TRATAMENTO TÉRMICO DEFIOSTREFILADOS • RECOZIMENTO: Indicação: principalmente para arames de baixo carbono Tipo: subcrítico, entre 550 a 650°C • PATENTEAMENTO: Indicação:aços de médio a alto carbono (C> 0,25 %) Tipo: aquecimento acima da temperatura crítica (região g) seguido de resfriamento controlado, ao ar ou em banho de chumbo mantido entre 450 e 550°C. A seguir, encruamento em trefila. Objetivo: obter uma boa combinação de resistência e ductilidade.
  • 58. EXTRUSÃO HISTÓRICO • Antecede oséculo XIX • Inicio em Tubos deChumbo • Auge na Segunda Guerra Mundial • Tecnologia dasPrensas
  • 60. A extrusãoé um processo mecânico de produção de componentesde forma semi automática e contínua onde o material é forçado através da matriz aquirindo assim a forma determinada pela forma projetada para a peça.
  • 61. EXTRUSÃO MATERIAIS: Quase todos os materiais. Também materiais frágeis, como alumínio, cobre, Aço( extrusado a quente), plásticos diversos, mediante uso de punção com contra- pressão.
  • 63. EXTRUSÃO TIPOS DE EXTRUSÃO • Extrusão Direta • Extrusão Indireta
  • 64. EXTRUSÃO MÉTODO DIRETO •Matriz e recipiente fixos O material e pressionado no sentido da força aplicada contra a matriz. •Melhor acabamento superficial •Maiores valores de Atrito Força
  • 66. EXTRUSÃO MÉTODO INDIRETO •Recipiente fixo e matriz móvel. •Fluxo de metal contrário ao da Força , Embolo Oco e Móvel • Força menor que ado método direto. •Acabamento superficie não tão bom.
  • 67. EXTRUSÃO Os processos de extrusão podem ainda ser divididos pela temperatura da peça: Extrusão a frio Extrusão semi-aquecida Extrusão a quente •Elevada economia •Propriedades semelhantes às dos extrudados a frio. •Menor tensão de escoamento •Importância cada vez maior •Melhora da trabalhabilidade •Combinação com outros processos •Alta qualidade dimensional e superficial. •Fabricação de peças complexas •Melhores propriedades mecânicas
  • 68. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS •Tarugo •Forno ou Aquecedores •Matriz • Prensa Hidráulica •Punção ou haste do Embolo •Disco de Apoio •Recipiente • Disco de Pressão •Equipamento para Estiramento do Produto Extrudado EXTRUSÃO
  • 69. EXTRUSÃO MATRIZ • Influencia diretamente na qualidade do produto • Perfis maciços ou tubulares • Polimento: Rugosidade muito baixa • Alta resistênciaà abrasão • Alta Dureza • Revestimentos Superficiais
  • 78. ESTAMPAGEM • As operações sãoexecutadas geralmente com auxílio de ferramentas,instaladas em prensas. • Sendo que estas ferramentas, excutam corte e deformação dos materiais.
  • 79. • Estampagem corresponde a um conjunto de operações que provoca transformações sem arranque de cavaco. • A operação é realizada por meio de ferramentas (estampos) acionados por prensas mecânicas, hidráulicas ou pneumáticas. • A estampagem é normalmente realizada a frio ESTAMPAGEM
  • 80. Operações de estampagem Operações de estampagem • Corte: Consiste em separar-se de uma chapa, mediante golpe de prensa, uma porção de material com contorno determinado, utilizando-se ferramental apropriado denominado estampo de corte.
  • 81. • Dobra: Como seu nome indica, consiste em obter uma peça formada por uma ou mais dobras de uma chapa plana. Para isto, é utilizada uma ferramenta denominada estampo de dobra.
  • 82. • Embutimento ou repuxo: Esta operação tem como finalidade obter peças em forma de recipientes, como canecas, caixas e tubos; obtidas pela deformação da chapa, a golpes de prensa e empregando ferramental especial denominado estampo de repuxo.
  • 84. Estampagem Profunda ou Embutimento A distinção entre estampagem rasa e profunda é arbitrária. A estampagem rasa geralmente se refere à conformação de um copo com profundidade menor do que a metade do seu diâmetro com pequena redução de parede. Na estampagem profunda o copo é mais profundo do que a metade do seu diâmetro.
  • 86. Características do Processo de Estampagem • Elevada capacidade de produção. • Baixo custo em escalas médias e altas. • Intercambiabilidade facilitada. • Ausência de cavaco. • Precisão e leveza nas peças obtidas.
  • 87. Para melhorar o rendimento do processo, é importante que se tenha boa lubrificação. Com isto reduzem-se os esforços de conformação e o desgaste do ferramental. Os óleos indicados normalmente são para extrema pressão, devendo garantir boa proteção contra a corrosão da chapa, ser de fácil desengraxe e não levar à oxidação do material (devido às reações de subprodutos dos gases formados no aquecimento do metal). Geralmente, são óleos minerais com uma série de aditivos.
  • 88. Operações de Deformação Cunhagem: Obtenção de figuras em alto ou baixo relevo, por meio do amassamento do material