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Palestra:
Sustentabilidade Econômica,
Social e Ambiental pela Educação,
Ciência, Tecnologia e Inovação
Palestrante:
Antôni...
Programa Educacional
Curso:
Gestor de Territórios Inovadores
Módulo 3: territórios inovadores
Florianópolis, Santa Catarin...
1. Educação, C&T&I para o desenvolvimento econômico,
social e ambiental
2. Política de desenvolvimento sustentável, mecani...
Sustentabilidade Econômica, Social e
Ambiental
Sustentabilidade: consciência da responsabilidade de manter em
equilíbrio a...
Desenvolvimento Sustentável
“Desenvolvimento
capaz de suprir as
necessidades da
geração atual, sem
comprometer a
capacidad...
“Desenvolvimento
é o processo de
transição de
determinada
estrutura
econômica e social
a outras estruturas
que possibilite...
Os sistemas vivos seguem processos naturais:
crescer, reproduzir, regenerar, reciclar, valorizar.
Os sistemas de colonização
e de industrialização do
Brasil obedecem o fluxo
linear de extrair, explorar,
vender, consumir,...
Desenvolvimento: processo de mudança da
atitude de exploração à valorização!
EXPLORAÇÃO CONCENTRAÇÃO
DE RENDA
MISÉRIA
VALO...
Desenvolvimento Social
O Desenvolvimento
Social pressupõe o
desenvolvimento
econômico
sustentável, com
distribuição justa ...
Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação
Desenvolvimento
científico e
tecnológico
Desenvolvimento
Social
O novo paradigma do desenvolvimento
A economia sustentada pelo conhecimento
DESENVOLVIMENTO
ECONÔMICO
Trabalho Capital
Pro...
Conhecimento
é fator de produção
determinante da
formação do valor
para o
desenvolvimento
regional na sociedade
contemporâ...
ADQ: Resposta ao Jornal da Andes, 1994
“A Universidade tem a responsabilidade social de alimentar
continuamente com novos ...
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Sistemas inovadores
Modelos
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CD-rom
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Ciência
Resolvem
Problemas
Científicos
Geram
Inovações
Método
Tecnologia
Ideias Criativas
Tecnologia
Processo contínuo por
meio do qual a
humanidade molda,
modifica e gera a sua
qualidade de vida.
Bueno, Natalia ...
A inovação é a
convergência da
história de
diversas
pessoas para
encontrar
uma solução
de futuro.
2003. Queiroz, Diomário
“É imperativo reconhecer que a inovação é
elemento essencial para consolidar a
funcionalidade do trinômio ”
A educação, as...
CAPÍTULO III
Seção I – DA EDUCAÇÃO
“As universidades gozam de
autonomia didático-científica,
administrativa e de gestão
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Desenvolvimento Social e
Melhoria da Qualidade de Vida
Ensino
ExtensãoPesquisa
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Capítulo IV: da Ciência e Tecnologia
Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento
científico, a pesquisa e...
Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o
desenvolvimento científico, a pesquisa e a capacitação
tecnológicas.
...........
Título VIII
Da ordem econômica e
financeira
CAPÍTULO I
PRINCÍPIOS GERAIS DA ECONOMIA
CATARINENSE
Art. 136. Para incrementa...
CAPÍTULO IV
DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Art. 177. A política científica e
tecnológica terá como princípios:
.....................
VI – estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente,
em particular os nacionais e regionais, prestar serviços es...
Extensão
“A extensão significa a recuperação
da unidade do conhecimento
que fundamenta o ensino
e a pesquisa, pois recuper...
Extensão
Queiroz, D. 1987.
A Política de Extensão da UFSC:
Reflexos no Ensino de Serviço Social.
“Pela Extensão, a Univers...
“A qualidade da instituição se mede
pelos resultados junto à sociedade.”
ADQ: Diário Indústria & Comércio, 1995
A eficácia...
“A Universidade tende a ser cada vez mais aberta e
solidária, ter compromissos sociais, perseguir a
qualidade de vida da p...
“Ou seja, uma Universidade empreendedora e que não
perca de vista tanto seu papel no ensino, pesquisa e
extensão quanto su...
Em todos os campos de
conhecimento, o ensino de
qualidade se definirá pela
formação do profissional
crítico, agente transf...
Desafios da Inovação: a prática na
universidade, empresa e sociedade
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Secretário de Desenvolvimen...
Fonte: BNDES, Visão de Desenvolvimento, nº 36, 2007
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naturais na export...
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tecnologia diferenciada e baseada em Ciência,
na exportação dos países, 2005
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Principais Produtos Exportados Brasil
(2011)
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Ciência e Tecnologia...
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desenvolvim...
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CAPÍTULO II
DA POLÍTICA NACIONAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA
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CAPÍTULO III
DA ATUALIZAÇÃO DOS INCENTIVOS À INOVAÇÃO E À PESQUISA CIENTÍFICA E
TECNOLÓGICA NO AMBIENTE PRODUTIVO
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social e ambiental
2. Política de desenvolvimento sustentável, mecani...
A Lei Catarinense da
Inovação - Lei no 14.328, de
15 de janeiro de 2008 dispõe
sobre incentivos à pesquisa
científica e te...
PCCT&I
“É a síntese do passado
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6: As três dimensões básicas do desenvolvimento
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Eixos estratégicos
I. EXPANSÃO E CONSOLIDAÇÃO DO SISTEMA
CATARINENSE DE CT&I
1.1 Consolidação do Sistema Catarinense de CT...
II. PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
2.1. Pesquisa Científica e Tecnológica
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III. INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO
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empresas e outras organizações pública...
IV. DESENVOLVIMENTO SOCIAL E REGIONAL
SUSTENTÁVEL4.1 Promoção da inclusão digital
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com ...
Disseminação da educação superior
Leonardo da Vinci
(1452 - 1519)
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Disseminação da educação superior
Matrículas nas Instituições de Educação Superior
em Santa Catarina 2001-2008.
Fonte: sit...
Rede Catarinense de Ciência e
Tecnologia - RCT
Instrumentos e instituições de pesquisa
Arranjos Produtivos
Malacocultura
FAPESC: R$ 485.032,32
Finep: R$ 479.977,36
Processos Têxteis
FAPESC:R$ 200.000,00
Finep:...
Programa estruturante do sistema catarinense de
C&T&I
Inovação Têxtil
P&D
em Fitoterápicos
P&D em
madeira e móveis
P&D em ...
Regionais da EPAGRI e da
EMBRAPA
Instrumentos e instituições de pesquisa
Organização sistêmica empresarial
SOFTVILLE
ABRADI
ACATE
ASSESPRO-SC
SUCESU-SC
BLUSOFT
CÂMARA e-NET
CDI-SC
CETIC
FECOAGRO
...
Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia
Institucional
Entidade privada, sem fins lucrativos, fundada em 1986
com intuito de representar as empresas catarinenses d...
Áreas de Atuação
Fortalecimento do Setor
Apoio a captação de recursos;
Ações de acesso à mercado;
Projetos de Subvenção;
A...
Áreas de Atuação
Mercado
Projeto Setorial de Integração para
Exportação de Software
Verticais
Inovação
MIDI Tecnológico
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Verticais
Acate – Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia
Projetos 2010 – Jamile Sabatini Marques
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Objetivo: Apoio a projetos de C,T&I, que visem o
desenvolvimento sustentável da SDRs do
Estado de Santa Catarina, e que po...
Chamada Pública 12/2009
C&T&I para o Desenvolvimento Regional do
Estado de Santa Catarina
312 PRÉ-SELECIONADOS PELAS SDRS
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Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia
EDITAL MCT/CNPq Nº 15/2008
 Convergência Digital
Total: R$ 4.200.000,00 - (1...
Principais programas e projetos
Aporte financeiro em 2014
Fundação de Amparo à Pesquisa e
Inovação do Estado de Santa Cata...
 Chamada Pública N° 04/2013
 Divulgação do resultado: 07/02/2014
 Total: 22,5 milhões
(15 milhões FINEP; 7,5 milhões FA...
 Propostas submetidas: 210 (demanda: 90 milhões)
 Propostas por mesorregião:
Grande Florianópolis - 116
Norte Catarinens...
 Chamada Pública 2013
 Total: 2,5 milhões
 Parceiros: Ministério da Saúde (R$1,5
milhão), Secretaria de Saúde/SC (R$
50...
 Inscritos: 5.986
 Total: 3,5 milhões (fonte: Pró-emprego)
 Municípios atendidos: Blumenau, Brusque, Chapecó,
Criciúma,...
Chamada Pública lançada em 2013
Total da Chamada Pública: até 7,9 milhões
Por empresa selecionada: 50 mil da
FAPESC e até ...
Retorno
Tempo
Investimentos
Ciência
Tecnologia
Inovação
Resultados
Projeto de
EBT
Empreendedorismo Inovador
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Idéias
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difunde
articula
avalia
guia
a criação de EBTs
Idéia de produto
Processo Inovador
O processo SIN...
Sinapse da inovação sc 2009
Sinapse da inovação sc 2010
 Operações já realizadas:
 Piloto Grande Florianópolis - 2008
 Estado de Santa Catarina – 2009
 Estado de Santa Catari...
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SC-Entretenimento
Florianópolis
ACITA - Itapema
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Parques Tecnológicos e Incubadoras em SC
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MIDI Tecnológico/SEBRAE
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“Da Ciência ao Empreendedorismo”
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e Gabriel Bottós,
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em Florianópolis
• 550 empresas de tecnologia
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Parque de
Inovação
Incubadora de
EmpresasInstituto de
Tecnologia
Programa de
Empreendedorismo
Fundos de
Seed e Venture
Par...
2014
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Incubadora
1986
Projeto Sapiens
2001
Parqtec Alfa
1993
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Parqtec Alfa e CELTA
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75 empresas de tecnologia instaladas
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Inovação & Sustentabilidade
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Um ambiente dotado de infraestrutura e sistemas
para tal...
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Ambiente
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Tecnologia
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Arte e
Cultura
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Comunidade
Sociedade
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Turismo
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Um espaço único ...
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Empreendimentos Empresariais
Empreendimentos de Universidades
Infra bancada pelo Sapiens em 2012
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INPetro:
Instituto de Petróleo, Gás e Energia
CIEnP: CI e Ensaios Pré-Clínicos
Centro Empresarial - ACATE
Softplan
Projetos Inovação SENAI
Instituto Senai de Inovação na
área de Sistemas Embarcados
Escola do Futuro
Centro de Inovação de Educação Básica
Projeto da PMF para a inovação na educação básica
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Centro Integrado Multiusuário:
CIM SOLAR
UFSC no Sapiens Parque
UFSC - FLORIANÓPOLIS
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Smart Region - “Espaço de Intervenção”
Referências para concepção da Smart Region
Smart Region – Dimensões de Pesquisa
Macro Conceitual
Sistêmico
Urbanístico &
Arquitetônico
Infraestrutura e
Engenharia
Co...
Smart Region – “Exemplo de Projetos”
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1. Educação, C&T&I para o desenvolvimento econômico,
social e ambiental
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ANÁLISE PRELIMINAR
DE ALTERNATIVAS
PARA A VALORIZAÇÃO
DO CARVÃO MINERAL
NO ESTADO DE
SANTA CATARINA
Setembro de 2003
Terri...
Da exploração à valorização do carvão
mineral catarinense
Orientação Estratégica:
Resumo do Documento
Definição do ProblemaIndústria
Carboquímica
Pirólise e
Gaseificação
Geração
Termelétrica
Uso de Resíduos e
Gestão Ambiental
EXEMPLO
USITESC – 440
MW
Treviso/SC
Tecnologia: Leito Fluidizado
Circulante (CFB).
Combustível: 70% de carvão ROM
(bruto) ...
USITESC - Projeto – 440 MW
Termelétrica
USITESC
Criciúma
Carvão-ROM
Metropolitana
Carvão- ROM
Produção de
rejeitos
Rejeito...
Pirólise e
Gaseificação
Situação Atual
A totalidade do coque destinado às usinas siderúrgicas
nacionais é produzida a partir do carvão metalúrgico...
Oportunidades e Perspectivas
 Implantação de usinas de gaseificação do carvão.
 Implantação de coquerias modernas com ba...
Indústria
Carboquímica
Situação Atual
Não existe indústria carboquímica em
Santa Catarina.
No Brasil, a produção anual de alcatrão
provém do proc...
Oportunidades e Perspectivas
 Implantação de modernas plantas carboquímicas para
produção de insumos químicos de alto val...
 Produção de fertilizantes a partir do sulfato de amônio.
 Obtenção de produtos a partir de outros processos
primários d...
Indústria Carboquímica Catarinense - ICC
1979 a 1992
Indústria Carboquímica
Conceito
Carvão de SC com elevado teor de enxofre -
pirita - FeS2
Brasil importador de enxofre e fertilizante
Disponibilid...
Resultados
 Em 13 anos de operação consumiu 2,3
milhões de toneladas de pirita
 Em 1985 e 88 atingiu a 15 % da demanda
b...
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Situação Atual
O impacto ambiental causado pela carga
poluidora dos resíduos do carvão inseriu a região
sul como uma das 1...
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lançados, ao meio ambiente...
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geológicos, associados à camada de carvão,
ainda não foram profundamente pesquis...
Oportunidades e Perspectivas
 Aproveitamento de resíduos para a geração de
atividades econômicas associadas à valorização...
Gestão Ambiental
Uso e Valorização do Carvão
Carvão ROM
(Run of Mine)
Centrais de Gaseificação
e Coqueificação
Gás Combust...
Gestão Ambiental
Carvão ROM
(Run of Mine) Usina Termelétrica
Rede Elétrica Energia Elétrica
Empresas Vapor de Cogeração
Fe...
Produtos da Gestão Ambiental
Tratamento
de Água
Fracionamento
de Rejeitos
Água Tratamento
do Lodo
Enxofre
Produtos
Produto...
Chamada Pública 005/2008 - Valorização do
Carvão Mineral Catarinense
Visa apoiar programas e projetos estratégicos de pesq...
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Seis projetos selecionados:
 Centro Tecnológico de Carvão Limpo - SATC
 Estudo da atividade catalítica - UNIS...
Centro Tecnológico de Carvão Limpo
CTCL Criciúma - Santa Catarina
Energia Brasileira:
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Diomário Queiroz
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Sustentabilidade econômica, social e ambiental pela educação, ciência, tecnologia e inovação
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Sustentabilidade econômica, social e ambiental pela educação, ciência, tecnologia e inovação

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Apresenta a educação, ciência, tecnologia e inovação como principal base de sustentação do desenvolvimento econômico, social e ambiental. Após conceituar o desenvolvimento sustentável e sua fundamentação na legislação brasileira, apresenta o exemplo de Santa Catarina, a partir da Lei Catarinense de Inovação, da Política de Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação, os diversos instrumentos, programas, processos e organização sistêmicas para o desenvolvimento equilibrado e com justiça social do território, concluindo pelo estudo de valorização do carvão mineral do Sul do Estado.

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Sustentabilidade econômica, social e ambiental pela educação, ciência, tecnologia e inovação

  1. 1. Palestra: Sustentabilidade Econômica, Social e Ambiental pela Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação Palestrante: Antônio Diomário de Queiroz Diretor de Ciência,Tecnologia e Inovação Florianópolis, 29 de outubro de 2014
  2. 2. Programa Educacional Curso: Gestor de Territórios Inovadores Módulo 3: territórios inovadores Florianópolis, Santa Catarina, outubro de 2014 Parceria
  3. 3. 1. Educação, C&T&I para o desenvolvimento econômico, social e ambiental 2. Política de desenvolvimento sustentável, mecanismos e ambientes do Ecossistema de Inovação em Santa Catarina 3. Exemplo de territórios inovadores: valorização do carvão mineral no Estado de Santa Catarina Sustentabilidade Econômica, Social e Ambiental pela Educação, C&T&I
  4. 4. Sustentabilidade Econômica, Social e Ambiental Sustentabilidade: consciência da responsabilidade de manter em equilíbrio a produção, distribuição e consumo de bens para o atendimento das necessidades das pessoas e a preservação do meio ambiente natural do planeta.
  5. 5. Desenvolvimento Sustentável “Desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.’ Definição da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas nos anos 70, para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.
  6. 6. “Desenvolvimento é o processo de transição de determinada estrutura econômica e social a outras estruturas que possibilitem um nível mais elevado das forças produtivas.” Queiroz, Diomário.1971. Une approche structurale du sous développement et du développement. Paris.
  7. 7. Os sistemas vivos seguem processos naturais: crescer, reproduzir, regenerar, reciclar, valorizar.
  8. 8. Os sistemas de colonização e de industrialização do Brasil obedecem o fluxo linear de extrair, explorar, vender, consumir, descartar.
  9. 9. Desenvolvimento: processo de mudança da atitude de exploração à valorização! EXPLORAÇÃO CONCENTRAÇÃO DE RENDA MISÉRIA VALORIZAÇÃO MULTIPLICAÇÃO DA RIQUEZA MELHORIA DE VIDA PARA TODOS
  10. 10. Desenvolvimento Social O Desenvolvimento Social pressupõe o desenvolvimento econômico sustentável, com distribuição justa de renda e inclusão social, para o conjunto da população
  11. 11. Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação Desenvolvimento científico e tecnológico Desenvolvimento Social
  12. 12. O novo paradigma do desenvolvimento A economia sustentada pelo conhecimento DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Trabalho Capital Produtividade Pessoas Uso das TIC Inovacão e Ciência Impulso Emprendedor • Nível de formação • Formação em C&T • Formação em Gestão •Inovação •Investimento • Uso • Base de Ciência • Difusão • Ciência-Indústria • Cultura “inovacão” • Empresa Internacional • Criatividade • Capital de Risco • Facilidade de Negociação • Emp. forte crescimento Entorno Favorável Adaptado de Angel Landabaso Conselheiro C & T Delegação da Comissão Européia no Brasil
  13. 13. Conhecimento é fator de produção determinante da formação do valor para o desenvolvimento regional na sociedade contemporânea
  14. 14. ADQ: Resposta ao Jornal da Andes, 1994 “A Universidade tem a responsabilidade social de alimentar continuamente com novos conhecimentos o processo de desenvolvimento econômico e social de um país.” Responsabilidade Social da Universidade
  15. 15. Resultados da Pesquisa Publicações novos conhecimentos Protótipos Sistemas inovadores Modelos Artigos Dissertações CD-rom Livros Teses
  16. 16. Ciência Resolvem Problemas Científicos Geram Inovações Método Tecnologia Ideias Criativas
  17. 17. Tecnologia Processo contínuo por meio do qual a humanidade molda, modifica e gera a sua qualidade de vida. Bueno, Natalia de Lima CEFET-PR. 1999
  18. 18. A inovação é a convergência da história de diversas pessoas para encontrar uma solução de futuro. 2003. Queiroz, Diomário
  19. 19. “É imperativo reconhecer que a inovação é elemento essencial para consolidar a funcionalidade do trinômio ” A educação, assim concebida, assegura a sustentabilidade econômica, social e ambiental do desenvolvimento do país . Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia.LIVRO BRANCO : CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO;Brasília : Ministério da Ciência e Tecnologia, 2002. Calendula officinalis Inovação Tecnologia Ciência Educação
  20. 20. CAPÍTULO III Seção I – DA EDUCAÇÃO “As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”. A Constituição Federal dispõe em seu Art. 207: Responsabilidade Social da Universidade
  21. 21. Desenvolvimento Social e Melhoria da Qualidade de Vida Ensino ExtensãoPesquisa E d u c a ç ã o
  22. 22. Capítulo IV: da Ciência e Tecnologia Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico, a pesquisa e a capacitação tecnológicas. § 1º - A pesquisa científica básica receberá tratamento prioritário do Estado, tendo em vista o bem público e o progresso das ciências. § 2º - A pesquisa tecnológica voltar-se-á preponderantemente para a solução dos problemas brasileiros e para o desenvolvimento do sistema produtivo nacional e regional. § 3º - O Estado apoiará a formação de recursos humanos nas áreas de ciência, pesquisa e tecnologia, e concederá aos que delas se ocupem meios e condições especiais de trabalho. .......................................................................................................... ...
  23. 23. Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico, a pesquisa e a capacitação tecnológicas. .................................................................................................. ........... § 4º - A lei apoiará e estimulará as empresas que invistam em pesquisa, criação de tecnologia adequada ao País, formação e aperfeiçoamento de seus recursos humanos e que pratiquem sistemas de remuneração que assegurem ao empregado, desvinculada do salário, participação nos ganhos econômicos resultantes da produtividade de seu trabalho. Capítulo IV: da Ciência e Tecnologia
  24. 24. Título VIII Da ordem econômica e financeira CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS DA ECONOMIA CATARINENSE Art. 136. Para incrementar o desenvolvimento econômico, o Estado tomará, entre outras, as seguintes providências: ............................................................... II - estímulo à pesquisa científica e tecnológica;
  25. 25. CAPÍTULO IV DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Art. 177. A política científica e tecnológica terá como princípios: ................................................................. ....... Parágrafo único. As universidades e demais instituições públicas de pesquisa e as sociedades cientificas participarão do planejamento, da execução e da avaliação dos planos e programas estaduais de desenvolvimento cientifico e pesquisa científica e tecnológica.
  26. 26. VI – estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade CAPÍTULO IV - Da Educação Superior Art. 43º. A educação superior tem por finalidade: Diretrizes e Bases da Educação Nacional Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. VII – promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição
  27. 27. Extensão “A extensão significa a recuperação da unidade do conhecimento que fundamenta o ensino e a pesquisa, pois recupera sua dimensão do real.” Queiroz, D. 1987. A Política de Extensão da UFSC: Reflexos no Ensino de Serviço Social.
  28. 28. Extensão Queiroz, D. 1987. A Política de Extensão da UFSC: Reflexos no Ensino de Serviço Social. “Pela Extensão, a Universidade assume plenamente sua responsabilidade social de agente do desenvolvimento. Ela ajuda a compreender a dinâmica do meio físico, econômico e social que a envolve. E difundindo conhecimento, dá sua contribuição às mudanças que assegurem às populações a transição a níveis mais elevados de qualidade de vida.”
  29. 29. “A qualidade da instituição se mede pelos resultados junto à sociedade.” ADQ: Diário Indústria & Comércio, 1995 A eficácia social da Universidade
  30. 30. “A Universidade tende a ser cada vez mais aberta e solidária, ter compromissos sociais, perseguir a qualidade de vida da população como parte ativa do processo de desenvolvimento, gerando conhecimentos e atuando em conjunto com os demais parceiros para a solução das grandes questões regionais e nacionais.” Nova economia: horizontes da era da informação e do conhecimento ADQ:Indústria & Comércio, 1995
  31. 31. “Ou seja, uma Universidade empreendedora e que não perca de vista tanto seu papel no ensino, pesquisa e extensão quanto sua função libertária e cultural, como guardiã dos princípios mais elevados da cidadania e da relação livre entre as pessoas.” ADQ:Indústria & Comércio, 1995 Nova economia: horizontes da era da informação e do conhecimento
  32. 32. Em todos os campos de conhecimento, o ensino de qualidade se definirá pela formação do profissional crítico, agente transformador da sociedade, consciente de sua cidadania, capaz de enfrentar e solucionar problemas, a mente aberta para um processo contínuo de educação. Diomário: O ensino, a universidade e o mundo novo, 1994 O profissional do mundo novo
  33. 33. Desafios da Inovação: a prática na universidade, empresa e sociedade Prof. Álvaro Toubes Prata Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação - MCTI IV CONFERÊNCIA ESTADUAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO Universidade do Extremo Sul Catarinense Criciúma, 06 de dezembro de 2012
  34. 34. Fonte: BNDES, Visão de Desenvolvimento, nº 36, 2007 Participação (%) dos setores intensivos em recursos naturais na exportação dos países, 2005 9.3% 15.0% 23.0% 26.0% 29.0% 42.0% 48.0% 56.0% 62.0% 68.0% 71.0% 0.0% 10.0% 20.0% 30.0% 40.0% 50.0% 60.0% 70.0% 80.0% China Estados Unidos México Total Índia Canadá Brasil Chile Austrália Argentina Rússia Agropecuária Madeira Extração mineral Papel e celulose Petróleo e álcool Prod. de Min. Ñ Met. Alimentos e bebidas
  35. 35. Participação (%) dos setores intensivos em tecnologia diferenciada e baseada em Ciência, na exportação dos países, 2005 Fonte: BNDES, Visão de Desenvolvimento, nº 36, 2007 3.9% 3.9% 8.3% 8.5% 11.0% 17.0% 33.0% 38.0% 43.0% 47.0% 48.0% 51.0% 0.0% 10.0% 20.0% 30.0% 40.0% 50.0% 60.0% Argentina Rússia Austrália Índia África do Sul Brasil Total Alemanha México Estados Unidos China Japão Máq. e equipamentos Mat. Eletrônico/Comunicações Máq. Escritório e informática Instr. Médicos e ópticos Aparelhos elétricos Aviação/Ferrov./Emb./Malas
  36. 36. Principais Produtos Exportados Brasil (2011) Fonte: Anuário Estatístico 2012 - MDIC  Minérios de Ferro e Concentrados 16,3 %  Soja (Grão e Óleo) 8,6 %  Óleos Brutos de Petróleo 8,4 %  Açúcar (Bruto e Refinado) 5,8 %  Carnes (Frango e Boi) 4,4 %  Café 3,1 % Total:46,6 % Exportações de Aviões:1,5 %
  37. 37. 0.19 0.34 0.67 0.52 0.54 0.55 0.62 0.54 0.36 0.60 0.80 0.74 0.70 0.80 0.75 0.54 0.86 0.17 0.15 0.30 0.50 0.57 0.58 0.59 0.80 1.10 0.88 1.02 1.15 1.72 1.70 1.86 2.68 2.46 0.0 0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 México (2007) Argentina (2007) Rússia (2008) Itália (2007) Brasil (2010*) Portugal (2007) Espanha (2007) Reino Unido (2008) China (2008) Canadá (2008) França (2008) Austrália (2006) Alemanha (2007) Cingapura (2008) EUA (2008) Japão (2008) Coréia (2008) Fonte: www.mct.gov.br/indicadores. Inovação: Falta de protagonismo da empresa Dispêndio Público e Privado em P&D (% PIB) Empresas Governo 2010* estimativa
  38. 38. Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Ministério da Ciência e Tecnologia Plano de Ação 2007-2010 Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional Investir e inovar para crescer
  39. 39. Principais atores institucionais EmpresasUniversidades Institutos Tecnológicos Centros de P&D $ $ $ Inovação P&D produtos novos, patentes Formação de RH Pesquisa básica e aplicada publicações conhecimento Política Financiamento Pesquisa & Serviço Governo Política de Estado Plano de Ação 2007-2010 Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional
  40. 40. Diretrizes do Governo Federal 1. Expandir e Fortalecer a Democracia 2. Crescimento Econômico 3. Desenvolvimento Sustentável 4. Defender o Meio Ambiente 5. Erradicar a Pobreza e Reduzir as Desigualdades 6. Governo de Todos 7. Educação 8. Prover as Cidades de Infraestrutura Adequada 9. Universalizar a Saúde 10. Garantir a Segurança e Combater o Crime 11. Valorizar a Cultura 12. Defender a Soberania Naciona; 13. Transformar o Brasil em Potência Científica, Tecnológica e Inovadora.
  41. 41. Desafios a superar  Grande parte dos pesquisadores e cientistas estão nas Universidades  O Setor Industrial investe pouco em P&D  Há pouca interação entre as Universidades e as empresas  A cultura científica e inovadora é pouco difundida  A atitude empreendedora é incipiente
  42. 42. (Pre) conceito tradicional PRIVADO X PÚBLICO Propriedade Estatal Governo Gratuidade Convênio Propriedade Privada Empresa Lucro Contrato
  43. 43. "A Lei da Inovação passa a vigorar em um contexto de desafios e de esperanças. Com ela, avançam a ciência, a tecnologia e a inovação brasileiras. E o governo cumpre, mais uma vez, o seu compromisso de mudar esse País, na perspectiva de suas maiorias excluídas e da construção de um desenvolvimento soberano, com justiça social". Ministro Eduardo Campos 02/12/2004 Lei 10.973, de 2.12.2004 Lei Brasileira de Inovação
  44. 44.  Estabelece as normas de incentivo à pesquisa científica e tecnológica.  Viabiliza a pesquisa na iniciativa privada e institui o acesso das empresas aos recursos dos fundos setoriais.  Permissão para as empresas utilizem os laboratórios, equipamentos, instrumentos e materiais existentes nas universidades e nos institutos de pesquisa. Lei Brasileira da Inovação
  45. 45. A Lei 11.196/05 cria a concessão de incentivos fiscais às pessoas jurídicas que realizarem pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica.
  46. 46. Novo marco legal para Ciência e Tecnologia Proposta de Emenda à Constituição : PEC 290/13 da Deputada Margarida Salomão (PT-MG) - Relato e substitutivo do Deputado Izalci (PSDB- DF). Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação: Projeto de Lei 2177/11, proposto pelo Deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) e outros nove deputados, sendo relator o Deputado Sibá Machado (PT-AC)
  47. 47. Justificação do PEC 290/13 Deputada Margarida Salomão Esgotamento das estratégias convencionais de estímulo ao desenvolvimento econômico e social Persistente estagnação da produtividade no setor produtivo brasileiro Constitucionalizar o conceito de Inovação de modo a fundamentar as ações articuladas entre academia e setor produtivo, para retomar o ímpeto da pesquisa nacional e da criação de soluções tecnológicas adequadas aos desafios econômicos e sociais do país. Formalização constitucional de um Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Melhoria da eficácia do SNCTI, desburocratizando procedimentos e viabilizando novas formas de trabalho
  48. 48. Substitutivo ao Projeto de Lei 2177/2011 Deputado Sibá Machado CAPÍTULO II DA POLÍTICA NACIONAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO Art. 2º A Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação tem por objetivo o desenvolvimento sustentável e soberano do País, o bem-estar da população, a preservação do meio-ambiente e o progresso econômico, social, científico e tecnológico (...)
  49. 49. CAPÍTULO III DA ATUALIZAÇÃO DOS INCENTIVOS À INOVAÇÃO E À PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA NO AMBIENTE PRODUTIVO Art. 5º A Lei nº 10.973, de 2 de dezembro de 2004, passa a vigorar com a seguinte redação (...) CAPÍTULO IV AO CAPÍTULO VIII DA CONCESSÃO DE BOLSAS PARA SUPORTE À INOVAÇÃO, DO PESQUISADOR VISITANTE, DAS CONTRATAÇÕES E AQUISIÇÕES, DAS PREFERÊNCIAS NA AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Substitutivo ao Projeto de Lei 2177/2011 Deputado Sibá Machado
  50. 50. 1. Educação, C&T&I para o desenvolvimento econômico, social e ambiental 2. Política de desenvolvimento sustentável, mecanismos e ambientes do Ecossistema de Inovação em Santa Catarina 3. Exemplo de territórios inovadores: valorização do carvão mineral no Estado de Santa Catarina Sustentabilidade Econômica, Social e Ambiental pela Educação, C&T&I
  51. 51. A Lei Catarinense da Inovação - Lei no 14.328, de 15 de janeiro de 2008 dispõe sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo no Estado de Santa Catarina, visando à capacitação em ciência, tecnologia e inovação, o equilíbrio regional e o desenvolvimento econômico e sustentável. Baseada na Lei Brasileira de Inovação Lei 10.973, de 2.12.2004
  52. 52. PCCT&I “É a síntese do passado de trabalho competente de muitas pessoas e instituições, e, ao mesmo tempo, o desafio estratégico que une governo, academia e agentes econômicos e sociais, visando à qualidade de vida dos habitantes e ao desenvolvimento de Santa Catarina, com sustentabilidade ambiental e equilíbrio regional.”
  53. 53. Desenvolvimento Regional Sustentável com Base em Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação
  54. 54. P C C T & I CONHECIMENTO Princípios Eixos Estratégicos Linhas de Ação Prioridades Objetivo Desenvolvimento Sustentável e Qualidade de Vida da População, com Equilíbrio Regional
  55. 55. 6: As três dimensões básicas do desenvolvimento sustentável: melhoria das condições econômicas, ambientais e sociais para todos - equidade intrageracional - sem desconsiderar as possibilidades para as próximas gerações - equidade intergeracional. Pressuposto da sustentabilidade Isaac Newton (1642 - 1727 )
  56. 56. Eixos estratégicos I. EXPANSÃO E CONSOLIDAÇÃO DO SISTEMA CATARINENSE DE CT&I 1.1 Consolidação do Sistema Catarinense de CT&I 1.2 Formação de Recursos Humanos para CT&I 1.3 Infraestrutura para a Pesquisa Científica e Tecnológica Santos Dumont 1873-1932
  57. 57. II. PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA 2.1. Pesquisa Científica e Tecnológica 2.2. Pesquisas em Ciências Agrárias e Meio Ambiente Eixos estratégicos Burle Max (1909 - 1994)
  58. 58. III. INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO 3.1 Apoio ao avanço tecnológico e às inovações nas empresas e outras organizações públicas e privadas 3.2 Incentivo à Criação e Consolidação de Empresas Intensivas em Tecnologia Ozires Silva (1931) Eixos estratégicos
  59. 59. IV. DESENVOLVIMENTO SOCIAL E REGIONAL SUSTENTÁVEL4.1 Promoção da inclusão digital 4.2 Fomento à disseminação da C&T&I com enfoque em desenvolvimento local e APLs 4.3 Apoio à P&D aplicado à saúde e à segurança alimentar e nutricional 4.4 Pesquisa, desenvolvimento agropecuário e agroindustrial para inserção social 4.5 Fomento a pesquisas para melhoria da habitação e do saneamento básico ..................................................................................................... .......... Eixos estratégicos Celso Furtado (1920 – 2004)
  60. 60. Disseminação da educação superior Leonardo da Vinci (1452 - 1519) Fonte: INEP 2007: http://www.inep.gov.br/superior/censosuperior/
  61. 61. Disseminação da educação superior Matrículas nas Instituições de Educação Superior em Santa Catarina 2001-2008. Fonte: site da UFSC, da ACAFE e da AMPESC * associadas à AMPESC. Galileu Galilei (1564 - 1642) Matrículas/ano Sistema 2001 2005 2006 2007 2008 UFSC 17.111 18.651 22.240 25.737 24.157 Instituições do Sistema ACAFE 112.722 143.153 142.803 159.572 157.520 Instituições de Ensino Superior Particular* 11.964 41.598 69.453 79.600 121.500 TOTAL 141.797 196.597 233.845 264.909 303.177
  62. 62. Rede Catarinense de Ciência e Tecnologia - RCT Instrumentos e instituições de pesquisa
  63. 63. Arranjos Produtivos Malacocultura FAPESC: R$ 485.032,32 Finep: R$ 479.977,36 Processos Têxteis FAPESC:R$ 200.000,00 Finep: R$ 249.599,92 Empresas:R$ 93.600,00 Existentes Novos Arranjos Cerâmica Vermelha FAPESC: R$ 746.620,00 Empresas:R$ 192.000,00 Finep:R$ 655.300,80 TIC FAPESC : R$ 904.500,00 Finep: R$ 786.000,00 Empresas:R$ 400.000,00 Carvão Madeira e Móveis FAPESC : R$ 699.357,00 Finep: R$ 915.700,00 Suinocultura FAPESC:R$ 619.030,00 Finep: R$ 804.959,00 Perdigão:R$ 608.000,00 Continuidade do APL FINEP: R$ 500.000,00
  64. 64. Programa estruturante do sistema catarinense de C&T&I Inovação Têxtil P&D em Fitoterápicos P&D em madeira e móveis P&D em recuperação ambiental pela exploração do carvão P&D em manejo dos solos Diversidade genética de espécies vegetais Inovação tecnológica da fruticultura de clima temperado Rede de Pesquisa na área de software Grande Florianópolis Sul Serrana Oeste Norte Vale do Itajaí
  65. 65. Regionais da EPAGRI e da EMBRAPA Instrumentos e instituições de pesquisa
  66. 66. Organização sistêmica empresarial SOFTVILLE ABRADI ACATE ASSESPRO-SC SUCESU-SC BLUSOFT CÂMARA e-NET CDI-SC CETIC FECOAGRO FIESC FUNDAÇÃO CERTI OCESC SEBRAE/SC SIESC SEINFLO SEPIJ SEPROSC
  67. 67. Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia
  68. 68. Institucional Entidade privada, sem fins lucrativos, fundada em 1986 com intuito de representar as empresas catarinenses do setor de tecnologia Comandada por empresários associados, eleitos para mandatos de dois anos, sem remuneração Possui 300 empresas associadas em diversas cidades de Santa Catarina Gerencia a Incubadora MIDI Tecnológico, mantida pelo SEBRAE-SC
  69. 69. Áreas de Atuação Fortalecimento do Setor Apoio a captação de recursos; Ações de acesso à mercado; Projetos de Subvenção; Apoio a elaboração de Projetos; Divulgação de eventos; Ações Setoriais junto aos órgãos de fomento; Projetos Estruturantes. Marco Regulatório Decreto Estadual nº 2.024/04 Lei de Inovação Federal Lei de Inovação SC ISS MCT / Abes / Brasscom SOFTEX - Governo Estado - Prefeitura
  70. 70. Áreas de Atuação Mercado Projeto Setorial de Integração para Exportação de Software Verticais Inovação MIDI Tecnológico Programa Juro Zero Santa Catarina Fundos de investimento Educação, Capacitação e Pesquisa Projeto de formação de Recursos Humanos Universidade Setorial Empreendedorismo
  71. 71. Verticais Acate – Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia Projetos 2010 – Jamile Sabatini Marques 9 verticais estabelecidas Mais de 70 empresas participantes Conquista de novas adesões Comunicação entre verticais Acompanhamento nas reuniões Organização e controle das empresas participantes Equipe: Gabriel Kamila
  72. 72. Conceito SINAPSE PROTÓTIPO PN • Projetos C&T • Teses • Disserta ções • TCC MCTI CAPES CNPQ FINEP FAPs EMPRESA CONSOLIDADA SUBVENÇÃOPRIME EMPRESA NASCENTE SEBRAETEC MPEs “ TRANSFORMAR CONHECIMENTO E IDEIAS CRIATIVAS EM EMPREENDIMENTOS DE SUCESSO ”
  73. 73. P C I
  74. 74. Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina Tem por finalidade o apoio e o fomento à pesquisa científica e tecnológica, para o avanço de todas as áreas do conhecimento, para o equilíbrio regional, o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população do Estado de Santa Catarina.
  75. 75. Objetivo: Apoio a projetos de C,T&I, que visem o desenvolvimento sustentável da SDRs do Estado de Santa Catarina, e que possam promover relevantes impactos sociais, ambientais e econômicos para a sociedade local. Recursos: R$ 18 milhões Ciência, Tecnologia e Inovação para o desenvolvimento regional do estado de Santa Catarina Chamada pública nº 12/2009
  76. 76. Chamada Pública 12/2009 C&T&I para o Desenvolvimento Regional do Estado de Santa Catarina 312 PRÉ-SELECIONADOS PELAS SDRS  R$ 44.896.227,24 212 RECOMENDADOS PELA FAPESC  R$ 30.604.799,13 132 APROVADOS PELAS SDRs 39 Termos de Outorga, 80 Convênios e 14 Termos de Subvenção Econômica  R$ 17.596.950,24 PROJETOS
  77. 77. Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia EDITAL MCT/CNPq Nº 15/2008  Convergência Digital Total: R$ 4.200.000,00 - (1:1Fapesc/CNPq)  Refrigeração e Termofísica Total: R$ 4.789.922,88 - (1:1Fapesc/CNPq)  Catálise em Sistemas Moleculares e Nanoestruturados Total: R$ 4.799.414,53 - (1:1Fapesc/CNPq)  Brasil Plural Total: R$ 2.400.000,00 Fapesc/Fapeam: R$ 1.200.000,00 CNPq: R$ 1.200.000,00
  78. 78. Principais programas e projetos Aporte financeiro em 2014 Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina Presidente: Dr. Sergio Gargioni
  79. 79.  Chamada Pública N° 04/2013  Divulgação do resultado: 07/02/2014  Total: 22,5 milhões (15 milhões FINEP; 7,5 milhões FAPESC) Programa tecnova De 210 propostas foram selecionadas 49 empresas, inclusive a Voxter Soluções em Manutenção Industrial Ltda de Jaraguá
  80. 80.  Propostas submetidas: 210 (demanda: 90 milhões)  Propostas por mesorregião: Grande Florianópolis - 116 Norte Catarinense - 31 Oeste Catarinense - 23 Sul Catarinense - 6 Vale do Itajaí - 34 Programa tecnova
  81. 81.  Chamada Pública 2013  Total: 2,5 milhões  Parceiros: Ministério da Saúde (R$1,5 milhão), Secretaria de Saúde/SC (R$ 500 mil) e FAPESC (R$ 500 mil)  Divulgação dos resultados: 23/01/2014 : selecionados 37 projetos Equipamento criado com apoio do PPSUS PPSUS - Programa de Pesquisa para o SUS
  82. 82.  Inscritos: 5.986  Total: 3,5 milhões (fonte: Pró-emprego)  Municípios atendidos: Blumenau, Brusque, Chapecó, Criciúma, Grande Florianópolis, Itajaí, Joinville, Lages, Nova Veneza, São Bento do Sul e Tubarão.
  83. 83. Chamada Pública lançada em 2013 Total da Chamada Pública: até 7,9 milhões Por empresa selecionada: 50 mil da FAPESC e até 29 mil do SEBRAETEC Dos 1226 inscritos foram selecionados 93 projetos
  84. 84. Retorno Tempo Investimentos Ciência Tecnologia Inovação Resultados Projeto de EBT Empreendedorismo Inovador intenso em C&T Empresa Nascente Idéia + Conhecimento Empresa consolidada P&D Geração de Idéias Pré-Incubação Incubação Crescimento NITs © COPYRIGHT 2008 - Fundação CERTI
  85. 85. 1000 Idéias Cada operação difunde articula avalia guia a criação de EBTs Idéia de produto Processo Inovador O processo SINAPSE de Inovação Mercado Existente Potencial Primeiro projeto de Inovação Primeira proposta de plano de negócios Pré - incubação Empreendedores 200 Propostas 61 empresas inovadoras1174 Idéias Operação SC:2009
  86. 86. Sinapse da inovação sc 2009
  87. 87. Sinapse da inovação sc 2010
  88. 88.  Operações já realizadas:  Piloto Grande Florianópolis - 2008  Estado de Santa Catarina – 2009  Estado de Santa Catarina – 2010 2008 2009 2010 Acessos ao Portal 7.954 51.000 53.675 Participantes Cadastrados 496 9.800 13.349 Ideias Inscritas 151 1.174 1.158 Projetos apoiados 10 61 50 TOTAL Empreendimentos 121 HISTÓRICO Em 2009 recebeu o Prêmio Nacional ANPROTEC “Melhor Programa de Empreendedorismo Inovador” Empresas criadas pelo Sinapse da Inovação 2014: 93 empresas
  89. 89. Parques Tecnológicos e Incubadoras em SC IESJ - São José SC-Entretenimento Florianópolis ACITA - Itapema 2007: 35 incubadoras/pré-incubadoras ITFETEP São Bento do Sul UNC CETEC Curitibanos G-TEC Rio do Sul JARAGUATEC Pré Incubadora da Unerj 2004: 30 incubadoras/pré-incubadoras CITEB Biguaçu Inc. UnivaliInc. Unifebe ACIT/INCEVALE Tijucas Base Tecnológica Unisul Software Pré-Incubadora de São Miguel Agronegócios NECTAR Informática, Biotecnologia e Alimentos TECNOVALE - do Rio do Peixe IAC – Agroindustrial de Concórdia Incubadora Virtual de Empresas da Uniplac MIDI Lages Agronegócios - Fapeu Software - Senai/CTAI Eng. Biomédica CONTESTEC - Planalto Norte Carvão Incubadora de Itá INTECH Chapecó GENE Blumenau SOFTVILLE BLUSOFT MIDIVILLE MIDISUL MIDIOESTE CELTA GENESS/FEESC MIDI Tecnológico/SEBRAE 2002: 10 incubadoras 2010: + 13 aprovadas CP 12/2009 INOVASUL Incubadora Ibirama Incubadora Luzerna Incubadora Caçador 2009: 44 incubadoras/pré-incubadoras
  90. 90. Parques Tecnológicos e Incubadoras em SC • Florianópolis: CELTA, GENESIS/FEESC, MIDI Tecnológico/SEBRAE • Blumenau: BLUSOFT, GENE Blumenau • Joinville: SOFTVILLE, MIDIVILLE,INOVAPARQ • Criciúma: MIDISUL • Rio do Sul: TECNOPARK • Chapecó: MIDIOESTE • OBS: Existiam outras iniciativas em fase de desenvolvimento.
  91. 91. “Da Ciência ao Empreendedorismo” “Ousadia, coragem e persistência fazem parte do empreendedorismo”: Dra Betina Zanetti Ramos Tecnologia e inovação A Nanovetores é uma empresa inovadora, desenvolvedora de insumos industriais encapsulados de alta tecnologia. “Aproveitar profissionais com título de doutor... pode gerar um novo perfil de empresas no Brasil, muito mais inovadoras e que aplicam ciência e tecnologia voltadas às necessidades do mercado.” Diário Catarinense, 11 de agosto 2014
  92. 92. “Empresa Catarinense é Líder em ranking de crescimento no Brasil” Empresa dos irmãos Rafael e Gabriel Bottós, Fabricante de Máquinas que utilizam tecnologia laser, instalada na incubadora do Parctec Alfa, cresceu 1525% em três anos e ganhou o topo do estudo realizado no país pela consultoria Delloite em parceria com Exame. Diário Catarinense, 16 de agosto de 2014 Das19 empresas catarinenses classificadas, 3 são da Indústria Qímica: Farben S/A, Anjo Qímica do Brasil Ltda e Ekotexquímica Ltda WELLE Tecnologia Laser LTDA.
  93. 93. Inovação e Empreendedorismo em Florianópolis • 550 empresas de tecnologia • 3 Parques Tecnológicos • 6 Incubadoras de Empresas • 15 Universidades • 8 Centros de Tecnologia • 7 Complexos Empresariais para Empresas de Tecnologia • Investimentos diretos do Estado de R$ 50 milhões ao longo de 25 anos • Setor com maior arrecadação de impostos – cerca de R$ 150 milhões anuais • Mudança do perfil econômico e cultural da região
  94. 94. Parque de Inovação Incubadora de EmpresasInstituto de Tecnologia Programa de Empreendedorismo Fundos de Seed e Venture Parque Tecnológico Parqtec Alfa Ecossistema Instituto de Tecnologia
  95. 95. 2014 SC: trajetória estratégica da Inovação Incubadora 1986 Projeto Sapiens 2001 Parqtec Alfa 1993 CELTA 19951991 Tecnópolis 1984 CERTI 2008 Sapiens Parque 2006 Marco Zero Sapiens 1960
  96. 96. Parqtec Alfa e CELTA Parque tecnológico 75 empresas de tecnologia instaladas Mais de 3.000 postos de trabalho Receitas anuais de R$ 400 milhões Incubadora celta 42 empresas incubadas e 65 graduadas Mais de 600 postos de trabalho (2500 graduadas) Receitas anuais de R$ 45 M (R$ 600 M graduadas) Parqtec Alfa e Celta
  97. 97. ApoioRealização Inovação & Sustentabilidade
  98. 98. O que é o Sapiens Parque... Parque de Inovação & Sustentabilidade Um ambiente dotado de infraestrutura e sistemas para talentos e empreendimentos capazes de gerar ideias e conhecimentos e transformá-los em novos produtos e serviços para a sociedade, promovendo o desenvolvimento sustentável sócio-econômico-ambiental da região
  99. 99. Naturallium Meio Ambiente Scientia Ciência e Tecnologia Artis Arte e Cultura Gens Comunidade Sociedade Cluster de Turismo Cluster de Tecnologia Cluster de Serviços Cluster Público Governo Empresas Academia Sociedade Infraestrutur a do Parque Infraestrutur a da Região Pessoas Capital PROJETO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL Centro de Convenções para Eventos, Equipamentos para esportes Jardim Botânico Energia & Clean Tech Life Sciences & Biotech TIC & Mecatrônica Economia Criativa Centros Corporativos para Serviços empresariais Saúde, Educação Unidades de pesquisa e inovação de órgãos de governo (executivo, legislativo e judiciário) Modelo Conceitual do Sapiens Melhoria do sist . viário, saneamento , Inovações em mobilidade, energia, etc Investimento público e privado Formação e Qualificação Profissional Projetos de interação c/ o entorno Museus, centros de arte, espaços de cultura 3 milhões de m2 de área verde 50 módulos para centros de P&D e UniversidadesPARQUE TURÍSTICO E COMERCIAL PARQUE TECNOLÓGICO COMPLEXO DE SERVIÇOS DE CONHECIMENTO COMPLEXO DE EMPREENDIMENTO S PÚBLICOS PROJETO SOCIAL PARQUE CIENTÍFICO PARQUE DE ARTE E CULTURA PARQUE AMBIENTAL Projeto de Infra regional Projeto de “Urban Lab” Projeto de Investimento Projeto de Qualificação e Formação Sapiens Inovação e Sustentabilidade
  100. 100. Um espaço único ...
  101. 101. Acif Kart Senai MP/SC Casarão InovaLa b Inpetr o FATMA NeoWa y Softpla n Fármaco s CERTI Vivariu m Reason ACATE Emp. Tec. LPE DesignLab Unidades de ICTs 10 mil m2 construídos 7 mil m2 em construção 14 mil m2 em fase inicial TOTAL – 31 mil m2 Investimentos – R$ 53 M Centro de Eventos Unidades Públicas 5 mil m2 construídos 15 mil m2 em construção 13 mil m2 em negociação TOTAL – 33 mil m2 Investimentos – R$ 70 M Unidades Privadas 2 mil m2 construídos 21 mil m2 em construção 48 mil m2 “vendidos” TOTAL – 71 mil m2 Investimentos – R$ 106 M Estado Atual do Sapiens Parque 135 mil m2 – R$ 229 investimentos - 6 mil pessoas
  102. 102. Empreendimentos Empresariais Empreendimentos de Universidades Infra bancada pelo Sapiens em 2012 Infra bancada pelo Sapiens até 2014 Infra bancada pelo setor privado Sapiens Parque em 2014
  103. 103. InovaLab:Centro de Inovação
  104. 104. INPetro: Instituto de Petróleo, Gás e Energia
  105. 105. CIEnP: CI e Ensaios Pré-Clínicos
  106. 106. Centro Empresarial - ACATE
  107. 107. Softplan
  108. 108. Projetos Inovação SENAI Instituto Senai de Inovação na área de Sistemas Embarcados Escola do Futuro
  109. 109. Centro de Inovação de Educação Básica Projeto da PMF para a inovação na educação básica Atividades artísticas-culturais, científicas, desportivas, informática, ciência e inovação voltadas para o desenvolvimento da comunicação, sociabilidade, raciocínio, disciplina e senso crítico para os alunos. Localização CIEB – Norte da Ilha
  110. 110. Centro Integrado Multiusuário: CIM SOLAR
  111. 111. UFSC no Sapiens Parque UFSC - FLORIANÓPOLIS Instituto do Petróleo, Gás e Energia Universidade Federal de Santa CatarinaUFSC - FLORIANÓPOLIS Instituto do Petróleo, Gás e Energia Universidade Federal de Santa Catarina INEP Bio☼Santa
  112. 112. Smart Region - “Espaço de Intervenção”
  113. 113. Referências para concepção da Smart Region
  114. 114. Smart Region – Dimensões de Pesquisa Macro Conceitual Sistêmico Urbanístico & Arquitetônico Infraestrutura e Engenharia Comando e Controle Ambiental e Biodiversidade Energia Sustentável
  115. 115. Smart Region – “Exemplo de Projetos” 5 2 3 8 9 6 4 1 10 7 5 2 3 7 9 6 4 1 10 9 SC 401 Centro Eventos Sapiens Parque SC 403 Elevado Canasvieiras Perimetral Leste Equipamentos Sociais Drenagem/Saneam. Balneabilidade Sarah Kubitschek
  116. 116. 1. Educação, C&T&I para o desenvolvimento econômico, social e ambiental 2. Política de desenvolvimento sustentável, mecanismos e ambientes do Ecossistema de Inovação em Santa Catarina 3. Exemplo de territórios inovadores: valorização do carvão mineral no Estado de Santa Catarina Sustentabilidade Econômica, Social e Ambiental pela Educação, C&T&I
  117. 117. ANÁLISE PRELIMINAR DE ALTERNATIVAS PARA A VALORIZAÇÃO DO CARVÃO MINERAL NO ESTADO DE SANTA CATARINA Setembro de 2003 Territórios Inovadores - Exemplo
  118. 118. Da exploração à valorização do carvão mineral catarinense Orientação Estratégica: Resumo do Documento
  119. 119. Definição do ProblemaIndústria Carboquímica Pirólise e Gaseificação Geração Termelétrica Uso de Resíduos e Gestão Ambiental
  120. 120. EXEMPLO USITESC – 440 MW Treviso/SC Tecnologia: Leito Fluidizado Circulante (CFB). Combustível: 70% de carvão ROM (bruto) e 30% de rejeitos já existentes, produzidos por beneficiamentos anteriores, resultando na diminuição do passivo ambiental. Geração Termelétrica
  121. 121. USITESC - Projeto – 440 MW Termelétrica USITESC Criciúma Carvão-ROM Metropolitana Carvão- ROM Produção de rejeitos Rejeitos Existentes Cinzas Uso Industrial Uso Agricultura Recuperação ambiental Produção de Fertilizante Amônia Sulfato de Amônia (Fertilizante) Calcário Distribuição Fertilizante Disposição ENERGIA Água Investimento: 654 USD milhões Empregos: Diretos – 860 / Indiretos (FGV) – 5.000 307 mil (t/ano) 148 mil(t/ano) 2,4 milhões (t/ano)
  122. 122. Pirólise e Gaseificação
  123. 123. Situação Atual A totalidade do coque destinado às usinas siderúrgicas nacionais é produzida a partir do carvão metalúrgico importado. No Brasil se produz apenas pequena quantidade de coque em fornos do tipo colméia (Beehive Ovens). Não existem centrais de gaseificação em Santa Catarina. Pirólise e Gaseificação
  124. 124. Oportunidades e Perspectivas  Implantação de usinas de gaseificação do carvão.  Implantação de coquerias modernas com base em fornos de câmara.  Otimização do aproveitamento dos sub-produtos da coqueificação e da gaseificação. Pirólise e Gaseificação
  125. 125. Indústria Carboquímica
  126. 126. Situação Atual Não existe indústria carboquímica em Santa Catarina. No Brasil, a produção anual de alcatrão provém do processamento do carvão metalúrgico importado. Indústria Carboquímica
  127. 127. Oportunidades e Perspectivas  Implantação de modernas plantas carboquímicas para produção de insumos químicos de alto valor agregado a partir de sub-produtos da pirólise e gaseificação. Indústria Carboquímica
  128. 128.  Produção de fertilizantes a partir do sulfato de amônio.  Obtenção de produtos a partir de outros processos primários de transformação do carvão mineral. Indústria Carboquímica Oportunidades e Perspectivas
  129. 129. Indústria Carboquímica Catarinense - ICC 1979 a 1992 Indústria Carboquímica
  130. 130. Conceito Carvão de SC com elevado teor de enxofre - pirita - FeS2 Brasil importador de enxofre e fertilizante Disponibilidade de rocha fosfática em Anitápolis Imbituba : porto melhor localizado De 1934 a 1965 – estudos de viabilidade De 1965 a 1979 – implantação do projeto de produção de ácido sulfúrico e fosfórico Indústria Carboquímica
  131. 131. Resultados  Em 13 anos de operação consumiu 2,3 milhões de toneladas de pirita  Em 1985 e 88 atingiu a 15 % da demanda brasileira de ácido fosfórico  Não implantação da mina de fosfato em Anitápolis, alto custo de produção, baixo preço de fertilizante no mercado externo  Politica do Governo Collor de privatização, em 1992 encerrou as atividades produtivas. Indústria Carboquímica
  132. 132. Uso de Resíduos e Gestão Ambiental
  133. 133. Situação Atual O impacto ambiental causado pela carga poluidora dos resíduos do carvão inseriu a região sul como uma das 14 áreas críticas de poluição do país, conforme Decreto Federal nº 85.206, de 25/09/1980. Uso de Resíduos e Gestão Ambiental
  134. 134. Resíduos do carvão, que poderiam substituir a matéria-prima importada, são considerados lixos e lançados, ao meio ambiente, provocando danos incalculáveis. Uso de Resíduos e Gestão Ambiental Situação Atual
  135. 135. Valiosos elementos químicos e componentes geológicos, associados à camada de carvão, ainda não foram profundamente pesquisados. Uso de Resíduos e Gestão Ambiental Situação Atual
  136. 136. Oportunidades e Perspectivas  Aproveitamento de resíduos para a geração de atividades econômicas associadas à valorização do carvão.  Recuperação da bacia hidrográfica regional.  Utilização de resíduos para correção do solo. Uso de Resíduos e Gestão Ambiental
  137. 137. Gestão Ambiental Uso e Valorização do Carvão Carvão ROM (Run of Mine) Centrais de Gaseificação e Coqueificação Gás Combustível Gasoduto Eng. Térmica e Elétrica Coque Metalurgia Ferro e Aço Alcatrão Carboquímica Insumos Químicos Sulfato de Amônio Fertilizantes Agricultura Cinzas Cimento Construção Civil Recuperação Ambiental (...)
  138. 138. Gestão Ambiental Carvão ROM (Run of Mine) Usina Termelétrica Rede Elétrica Energia Elétrica Empresas Vapor de Cogeração Fertilizantes Sulfato de Amônio Cimento Cinzas Recuperação Ambiental (...) Ind. Têxtil Alimentícia Papel e Celulose... Construção Civil Agricultura Uso e Valorização do Carvão
  139. 139. Produtos da Gestão Ambiental Tratamento de Água Fracionamento de Rejeitos Água Tratamento do Lodo Enxofre Produtos Produtos Finais (Sensores de Luz, LED, medicamentos, rações, etc. Química Mineral (Ind. Carboquímica) Elementos
  140. 140. Chamada Pública 005/2008 - Valorização do Carvão Mineral Catarinense Visa apoiar programas e projetos estratégicos de pesquisa científica, que visem o desenvolvimento sustentável, tecnológico e de inovação tecnológica do setor de mineração do carvão no Estado. Linhas de Apoio – R$ 3,2 milhões (3 anos)  Linha I - Instalação de centros de excelência e difusão de pesquisa, tecnologia e inovação R$ 2.500.000,00  Linha II - projetos que contribuam para o desenvolvimento sustentável, tecnológico e de inovação tecnológica do setor R$ 700.000,00. Pesquisa Científica e Tecnológica
  141. 141. Resultados Seis projetos selecionados:  Centro Tecnológico de Carvão Limpo - SATC  Estudo da atividade catalítica - UNISUL  Fitorremediação e monitoramento de áreas degradadas - UNESC  Inertização das cinzas - UNESC  Desenvolvimento de novos materiais a partir da cinza - UFSC  Tratamento conjunto de drenagem ácida e esgoto doméstico - SATC Recursos liberados em 2008: R$ 1.062.000,00 Chamada Pública 005/2008 - Valorização do Carvão Mineral Catarinense Pesquisa Científica e Tecnológica
  142. 142. Centro Tecnológico de Carvão Limpo CTCL Criciúma - Santa Catarina Energia Brasileira: Precisamos rever Conceitos “Usinas térmicas não são caras... As térmicas a carvão nacional não têm subsídio, mantêm um custo de combustível e um custo operacional de cerca de 10% do custo de uma térmica a óleo combustível” Fernandodo Luiz Zancan Pres. AB de Carvão Mineral Diário Catarinense, 12 de agosto de 2014
  143. 143. Diomário Queiroz Palestra disponível em: diomarioq@terra.com.br Obrigado!

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