O slideshow foi denunciado.
Utilizamos seu perfil e dados de atividades no LinkedIn para personalizar e exibir anúncios mais relevantes. Altere suas preferências de anúncios quando desejar.

A importância da Engenharia de Processos para o Desenvolvimento Sustentável na Sociedade em Redes

1.564 visualizações

Publicada em

A palestra enfatiza a importância das engenharias de processos e de produção para o desenvolvimento sustentável na sociedade em redes que evolui na direção da civilização empática. Exemplifica os processos de sustentabilidade com a evolução da indústria química e suas potencialidades em Santa Catarina.

Publicada em: Educação
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

A importância da Engenharia de Processos para o Desenvolvimento Sustentável na Sociedade em Redes

  1. 1. Aula Inaugural do Curso de Mestrado em Engenharia de Processos Joinville, 02 de março de 2015
  2. 2. A importância da Engenharia de Processos para o Desenvolvimento Sustentável na Sociedade em Redes PALESTRANTE: Dr. Antônio Diomário de Queiroz
  3. 3. Processo • Processo é uma palavra derivada do latim (procedere) verbo que indica a ação de avançar, ir para frente (pro+cedere) e é um conjunto sequencial e particular de ações com objetivo comum. • O processo pode ter os mais variados propósitos: criar, inventar, projetar, transformar, produzir, controlar, manter e usar produtos ou sistemas.
  4. 4. Mestrado em Engenharia de Processos OBJETIVOS • Produzir e disseminar conhecimento voltado ao desenvolvimento e ao ambiente, no âmbito dos grandes paradigmas ambientais, das relações entre tecnologia, ambiente e competitividade e das formas de adoção de tecnologias limpas em empresas e cadeias produtivas • Formar profissionais qualificados e aptos a atuar nas áreas industrial, acadêmica e científica, capazes de absorver e desenvolver tecnologias inovadoras, novos materiais, produtos e processos menos poluentes e ecologicamente corretos
  5. 5. 1. O conhecimento voltado ao desenvolvimento sustentável 2. O Engenheiro de Processos na Sociedade em Redes 3. Oportunidades para a Engenharia de Processos em Santa Catarina. Plano de Aula A importância da Engenharia de Processos para o Desenvolvimento Sustentável na Sociedade em Redes
  6. 6. 1. O conhecimento voltado ao desenvolvimento sustentável 2. O Engenheiro de Processos na Sociedade em Redes 3. Oportunidades para a Engenharia de Processos em Santa Catarina. Plano de Aula A importância da Engenharia de Processos para o Desenvolvimento Sustentável na Sociedade em Redes
  7. 7. Sustentabilidade Econômica, Social e Ambiental Sustentabilidade: consciência da responsabilidade de manter em equilíbrio a produção, distribuição e consumo de bens para o atendimento das necessidades das pessoas e a preservação do meio ambiente natural do planeta.
  8. 8. Desenvolvimento Sustentável Definição da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas nos anos 70, para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental. “Desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.”
  9. 9. “Desenvolvimento é o processo de transição de determinada estrutura econômica e social a outras estruturas que possibilitem um nível mais elevado das forças produtivas.” Queiroz, Diomário.1971. Une approche structurale du sous développement et du développement. Paris. Conceito de Desenvolvimento
  10. 10. Os sistemas vivos seguem processos naturais: crescer, reproduzir, regenerar, reciclar, valorizar.
  11. 11. Os sistemas de colonização e de industrialização do Brasil obedecem o fluxo linear de extrair, explorar, vender, consumir, descartar.
  12. 12. Desenvolvimento: processo de mudança da atitude de exploração à valorização! EXPLORAÇÃO CONCENTRAÇÃO DE RENDA MISÉRIA VALORIZAÇÃO MULTIPLICAÇÃO DA RIQUEZA MELHORIA DE VIDA PARA TODOS
  13. 13. Desenvolvimento Social O Desenvolvimento Social pressupõe o desenvolvimento econômico sustentável, com distribuição justa de renda e inclusão social, para o conjunto da população
  14. 14. Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação Desenvolvimento científico e tecnológico Desenvolvimento Social
  15. 15. Conhecimento é fator de produção determinante da formação do valor para o desenvolvimento regional na sociedade contemporânea
  16. 16. O novo paradigma do desenvolvimento A economia sustentada pelo conhecimento DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Trabalho Capital Produtividade Pessoas Uso das TIC Inovacão e Ciência Impulso Emprendedor • Nível de formação • Formação em C&T • Formação em Gestão •Inovação •Investimento • Uso • Base de Ciência • Difusão • Ciência-Indústria • Cultura “inovacão” • Empresa Internacional • Criatividade • Capital de Risco • Facilidade de Negociação • Emp. forte crescimento Entorno Favorável Adaptado de Angel Landabaso Conselheiro C & T Delegação da Comissão Européia no Brasil
  17. 17. Aplicação do conhecimento Conhecimento fundamental Validação tecnológica Demonstração Protótipos Definição do produto Desenvolv. do produto Demonstração Produção Cenário pré-competitivo Cenário competitivo CompartilhamentodePI Escala do tempo Modelos de escopos de projetos na União Européia
  18. 18. ADQ: Resposta ao Jornal da Andes, 1994 “A Universidade tem a responsabilidade social de alimentar continuamente com novos conhecimentos o processo de desenvolvimento econômico e social de um país.” Responsabilidade Social da Universidade
  19. 19. Desenvolvimento Social e Melhoria da Qualidade de Vida Ensino ExtensãoPesquisa E d u c a ç ã o
  20. 20. Capítulo IV: da Ciência e Tecnologia Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico, a pesquisa e a capacitação tecnológicas. § 1º - A pesquisa científica básica receberá tratamento prioritário do Estado, tendo em vista o bem público e o progresso das ciências. § 2º - A pesquisa tecnológica voltar-se-á preponderantemente para a solução dos problemas brasileiros e para o desenvolvimento do sistema produtivo nacional e regional. § 3º - O Estado apoiará a formação de recursos humanos nas áreas de ciência, pesquisa e tecnologia, e concederá aos que delas se ocupem meios e condições especiais de trabalho. .......................................................................................................... ...
  21. 21. “É imperativo reconhecer que a inovação é elemento essencial para consolidar a funcionalidade do trinômio ” A educação, assim concebida, assegura a sustentabilidade econômica, social e ambiental do desenvolvimento do país . Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia.LIVRO BRANCO : CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO;Brasília : Ministério da Ciência e Tecnologia, 2002. Calendula officinalis Inovação Tecnologia Ciência Educação
  22. 22. Tecnologia Processo contínuo por meio do qual a humanidade molda, modifica e gera a sua qualidade de vida. Bueno, Natalia de Lima CEFET-PR. 1999
  23. 23. A inovação é a convergência da história de diversas pessoas para encontrar uma solução de futuro. 2003. Queiroz, Diomário
  24. 24. Inovação e Criatividade Das idéias à realização Generalização de idéias Fusão Seleção Enriqueci- mento Pitch Lançamento Brief Projetos Realização Adaptado de Marc Giget Inovar é introduzir o novo na realidade Imaginação prepara essa introdução Marc Giget
  25. 25. Criatividade é uma habilidade humana, a qual permite chegar a soluções novas para problemas a partir de associação de informações anteriores. Criatividade http://www.eps.ufsc.br/disserta99/queiroz Alexandre Hering de Queiroz
  26. 26. Imaginação, Criatividade e Inovação “A apresentação de novas dúvidas ou possibilidades, e o estudo de antigos problemas baseado em novos pontos de vista, requerem uma imaginação fértil e trazem real progresso para a ciência". Albert Einstein e Leopold Infeld. Evolution of Physics, Simon & Schuster, New York.
  27. 27. Ciência Resolvem Problemas Científicos Geram Inovações Método Tecnologia Ideias Criativas
  28. 28. Resultados da Pesquisa Publicações novos conhecimentos Protótipos Sistemas inovadores Modelos Artigos Dissertações CD-rom Livros Teses
  29. 29. Criatividade direcionada para resultados Criatividade Produtiva Neri dos Santos, Dr. Ing
  30. 30. geração de ideias produto inovador $ $ $ $ $ $ $ Novas tecnologias Custo Prazo Qualidade EFICIÊNCIA Qualidade das Ideias EFICÁCIA Otimização do projeto de produtos Importância da Inovação Tecnológica http://www.eps.ufsc.br/disserta99/queiroz Alexandre Hering de Queiroz Etapas de triagem e desenvolvimento
  31. 31. Inovação no contexto empresarial Inovação de Negócio Inovação de Gestão Inovação de Processo Inovação de Produto Empresa INOVADORA faz:
  32. 32. Inovação = Progresso Tecnológico A inovação é um estágio do desenvolvimento no qual é produzida uma nova idéia, desenho ou modelo para um novo ou melhor produto, processo ou sistema. PINTO, CARLOS S.M.Conceitos Básicos de Ciência e Tecnologia.Disponível em: http://www.esg.br/dactec/leitura/cbct.html, 2003
  33. 33. Empatia nicho mercado EMPATIA OPORTUNIDADES DE MERCADO Alexandre Hering de Queiroz http://www.eps.ufsc.br/disserta99/queiroz
  34. 34. Conceito de Empatia • “Propriedade de reviver as vivências de outras pessoas, especialmente seu estado emocional; capacidade de situar-se em seu lugar, de compartilhar seus sentimentos através da percepção de sua expressão...” Friedrich Dorsch, 1976
  35. 35. Metodologia de Geração de Idéias nicho mercado Compreensão Empática do Nicho de Mercado representantes do nicho de mercado Identificação de necessidades de produtos Oportunidade de novos produtos para o nicho de mercado Alexandre Hering de Queiroz http://www.eps.ufsc.br/disserta99/queiroz
  36. 36. "A inovação é o instrumento específico dos empreendedores, o processo pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente ou um serviço diferente". Inovação e Empreendedorismo Drucker (1987)
  37. 37. O Campo da Engenharia de Processos • A Engenharia de Processos é um ramo da engenharia que se concentra na produção e nos processos industriais, mas também pode abranger a área de processos de negócios. Os profissionais desta área combinam princípios da física, da bioquímica e da matemática para desenvolver processos de produção mais eficazes Fonte: http://www.manutencaoesuprimentos.com.br/conteudo/4373-carreira-em-engenharia-de- processos/
  38. 38. Qualquer atividade ou grupo de atividades que a partir de uma entrada, incorpora valor e fornece uma saída para um cliente interno ou externo. Para isso, utiliza-se de recursos da organização. (Harrignton, 1997) Processo
  39. 39. Aperfeiçoando processos empresariais “Desde o início da década de 50 sabíamos que 80% dos problemas empresariais não poderiam ser corrigidos pela administração gerencial” (Harrington, 1993) “(...) a maioria dos problemas e das possibilidades de aperfeiçoamento têm a origem no sistema (processo), numa proporção em torno de 94% contra 6% oriundos de causas especiais.” (Deming apud Harrington, 1993)
  40. 40. Gestão Estratégica Metas Gestão por Processos Atividades Visão e Valores Objetivos Estratégicos Gestão da Performance Indicadores de Gestão - FCS Necessidades de informações Arquitetura da Informação MelhoriaContínua MelhoriaContínua Estratégia Diomário Conceito Renovado de Gestão
  41. 41. Gestão Estratégica •Flexibilidade •Ênfase na informação •Conhecimento como recurso crítico •Integração de processos, pessoas e recursos Integrar estratégia e organização Maior complexibilidade de abordagem Planejamento Estratégico •Pensamento estratégico •Análise da mudanças no ambiente •Análise das forças e fraquezas da organização Definir a estratégia Dissociação entre planejamento e implementação Planejamento a Longo Prazo •Projeção de tendências •Análise de lacunas Projetar o futuro Não previsão de mudanças Planejamento Financeiro • Orçamento Cumprimento do orçamento Orientada pela disponibilidade financeira ÊNFASE PROBLEMA ABRANGÊNCIA Anos 50 e 60 Anos 70 Anos 80 Anos 90 EVOLUÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA TAVARES, Mauro C.
  42. 42. O grande problema da empresa brasileira é que geralmente ela é simples reprodutora de conhecimentos alienígenas. Jornal de Santa Catarina, 1995 A valorização das potencialidades regionais pela pesquisa
  43. 43. A valorização das potencialidades regionais pela pesquisa No exterior, as empresas são concebidas como núcleos de desenvolvimento. No Brasil, frequentemente só se atêm à função de fabricação, negligenciando-se a pesquisa e a inovação. Jornal de Santa Catarina, 1995
  44. 44. Estamos convencidos que qualidade e produtividade são fundamentais para a abertura do País para os mercados internacionais. Jornal de Santa Catarina, 1995 Desenvolvimento tecnológico e inovação
  45. 45. Mas isso não se alcança da noite para o dia, é necessário sustentação científica e tecnológica, e aí está o papel da educação. Jornal de Santa Catarina, 1995 Desenvolvimento tecnológico e inovação
  46. 46. Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Ministério da Ciência e Tecnologia Plano de Ação 2007-2010 Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional Investir e inovar para crescer
  47. 47. Principais atores institucionais EmpresasUniversidades Institutos Tecnológicos Centros de P&D $ $ $ Inovação P&D produtos novos, patentes Formação de RH Pesquisa básica e aplicada publicações conhecimento Política Financiamento Pesquisa & Serviço Governo Política de Estado Plano de Ação 2007-2010 Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional
  48. 48. Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Construindo o Brasil do Futuro diomario.queiroz@funcitec.rct-sc.br
  49. 49. Opções Estratégicas Semicondutores Software Fármacos e Medicamentos Bens de capital Nanotecnologia Biotecnologia Biomassa Portadores de Futuro
  50. 50. Síntese A Política industrial baseia-se em: Inovação de produto, processo e gestão Integração das ações governamentais e interação com o setor privado e a comunidade cientifica e tecnológica Aumento da eficiência produtiva e da competitividade das empresas brasileiras Capacitação tecnológica do País em áreas de futuro
  51. 51. "A Lei da Inovação passa a vigorar em um contexto de desafios e de esperanças. Com ela, avançam a ciência, a tecnologia e a inovação brasileiras. E o governo cumpre, mais uma vez, o seu compromisso de mudar esse País, na perspectiva de suas maiorias excluídas e da construção de um desenvolvimento soberano, com justiça social". Ministro Eduardo Campos 02/12/2004 Lei 10.973, de 2.12.2004 Lei Brasileira de Inovação
  52. 52.  Estabelece as normas de incentivo à pesquisa científica e tecnológica.  Viabiliza a pesquisa na iniciativa privada e institui o acesso das empresas aos recursos dos fundos setoriais.  Permissão para as empresas utilizem os laboratórios, equipamentos, instrumentos e materiais existentes nas universidades e nos institutos de pesquisa. Lei Brasileira da Inovação
  53. 53. Lei do Bem A Lei 11.196/05 cria a concessão de incentivos fiscais às pessoas jurídicas que realizarem pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica.
  54. 54. Novo marco legal para Ciência e Tecnologia Proposta de Emenda à Constituição : PEC 290/13 da Deputada Margarida Salomão (PT-MG) - Relato e substitutivo do Deputado Izalci (PSDB-DF). Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação: Projeto de Lei 2177/11, proposto pelo Deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) e outros nove deputados, sendo relator o Deputado Sibá Machado (PT-AC)
  55. 55. Justificação do PEC 290/13 Deputada Margarida Salomão Esgotamento das estratégias convencionais de estímulo ao desenvolvimento econômico e social Persistente estagnação da produtividade no setor produtivo brasileiro Constitucionalizar o conceito de Inovação de modo a fundamentar as ações articuladas entre academia e setor produtivo, para retomar o ímpeto da pesquisa nacional e da criação de soluções tecnológicas adequadas aos desafios econômicos e sociais do país. Formalização constitucional de um Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Melhoria da eficácia do SNCTI, desburocratizando procedimentos e viabilizando novas formas de trabalho
  56. 56. Substitutivo ao Projeto de Lei 2177/2011 Deputado Sibá Machado CAPÍTULO II DA POLÍTICA NACIONAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO Art. 2º A Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação tem por objetivo o desenvolvimento sustentável e soberano do País, o bem-estar da população, a preservação do meio-ambiente e o progresso econômico, social, científico e tecnológico (...)
  57. 57. A Lei Catarinense da Inovação - Lei no 14.328, de 15 de janeiro de 2008 dispõe sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo no Estado de Santa Catarina, visando à capacitação em ciência, tecnologia e inovação, o equilíbrio regional e o desenvolvimento econômico e sustentável. Baseada na Lei Brasileira de Inovação Lei 10.973, de 2.12.2004
  58. 58. PCCT&I “É a síntese do passado de trabalho competente de muitas pessoas e instituições, e, ao mesmo tempo, o desafio estratégico que une governo, academia e agentes econômicos e sociais, visando à qualidade de vida dos habitantes e ao desenvolvimento de Santa Catarina, com sustentabilidade ambiental e equilíbrio regional.”
  59. 59. Desenvolvimento Regional Sustentável com Base em Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação
  60. 60. P C C T & I CONHECIMENTO Princípios Eixos Estratégicos Linhas de Ação Prioridades Objetivo Desenvolvimento Sustentável e Qualidade de Vida da População, com Equilíbrio Regional
  61. 61. 6: As três dimensões básicas do desenvolvimento sustentável: melhoria das condições econômicas, ambientais e sociais para todos - equidade intrageracional - sem desconsiderar as possibilidades para as próximas gerações - equidade intergeracional. Pressuposto da sustentabilidade Isaac Newton (1642 - 1727 )
  62. 62. Eixos estratégicos I. EXPANSÃO E CONSOLIDAÇÃO DO SISTEMA CATARINENSE DE CT&I 1.1 Consolidação do Sistema Catarinense de CT&I 1.2 Formação de Recursos Humanos para CT&I 1.3 Infraestrutura para a Pesquisa Científica e Tecnológica Santos Dumont 1873-1932
  63. 63. II. PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA 2.1. Pesquisa Científica e Tecnológica 2.2. Pesquisas em Ciências Agrárias e Meio Ambiente Eixos estratégicos Burle Max (1909 - 1994)
  64. 64. III. INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO 3.1 Apoio ao avanço tecnológico e às inovações nas empresas e outras organizações públicas e privadas 3.2 Incentivo à Criação e Consolidação de Empresas Intensivas em Tecnologia Ozires Silva (1931) Eixos estratégicos
  65. 65. IV. DESENVOLVIMENTO SOCIAL E REGIONAL SUSTENTÁVEL 4.1 Promoção da inclusão digital 4.2 Fomento à disseminação da C&T&I com enfoque em desenvolvimento local e APLs 4.3 Apoio à P&D aplicado à saúde e à segurança alimentar e nutricional 4.4 Pesquisa, desenvolvimento agropecuário e agroindustrial para inserção social 4.5 Fomento a pesquisas para melhoria da habitação e do saneamento básico ......................................................................... Eixos estratégicos Celso Furtado (1920 – 2004)
  66. 66. Retorno Tempo Investimentos Ciência Tecnologia Inovação Resultados Projeto de EBT Empreendedorismo Inovador intenso em C&T Empresa Nascente Idéia + Conhecimento Empresa consolidada P&D Geração de Idéias Pré-Incubação Incubação Crescimento NITs © COPYRIGHT 2008 - Fundação CERTI
  67. 67. 1000 Idéias Idéia de produto Processo Inovador O processo SINAPSE de Inovação Mercado Existente Potencial Primeiro projeto de Inovação Primeira proposta de plano de negócios Empreendedores Cada operação difunde articula avalia guia a criação de EBTs Pré - incubação 200 Propostas 1174 Idéias Operação SC:2009 61 empresas inovadoras
  68. 68. Sinapse da inovação sc 2010
  69. 69.  Operações já realizadas:  Piloto Grande Florianópolis - 2008  Estado de Santa Catarina – 2009  Estado de Santa Catarina – 2010 2008 2009 2010 Acessos ao Portal 7.954 51.000 53.675 Participantes Cadastrados 496 9.800 13.349 Ideias Inscritas 151 1.174 1.158 Projetos apoiados 10 61 50 TOTAL Empreendimentos 121 Em 2009 recebeu o Prêmio Nacional ANPROTEC “Melhor Programa de Empreendedorismo Inovador” Empresas criadas pelo Sinapse da Inovação 2014: 93 empresas
  70. 70. “Empresa Catarinense é Líder em ranking de crescimento no Brasil” Empresa dos irmãos Rafael e Gabriel Bottós, Fabricante de Máquinas que utilizam tecnologia laser, instalada na incubadora do Parctec Alfa, cresceu 1525% em três anos e ganhou o topo do estudo realizado no país pela consultoria Delloite em parceria com Exame. Das19 empresas catarinenses classificadas, 3 são da Indústria Química: Farben S/A, Anjo Química do Brasil Ltda e Ekotexquímica Ltda WELLE Tecnologia Laser LTDA. Diário Catarinense, 16 de agosto de 2014
  71. 71. “Da Ciência ao Empreendedorismo” “Ousadia, coragem e persistência fazem parte do empreendedorismo”: Dra Betina Zanetti Ramos •Tecnologia e inovação •A Nanovetores é uma empresa inovadora, desenvolvedora de insumos industriais encapsulados de alta tecnologia. “Aproveitar profissionais com título de doutor... pode gerar um novo perfil de empresas no Brasil, muito mais inovadoras e que aplicam ciência e tecnologia voltadas às necessidades do mercado.” Diário Catarinense, 11 de agosto 2014
  72. 72. • Desenvolvimento de fixadores que mudam de cor quando submetidos a estresse térmico e mecânico. • Instituições Envolvidas: UFSC, UDESC e CISER Fixadores Inteligentes
  73. 73. INCT em Refrigeração e Termofísica
  74. 74. Pesquisa e Desenvolvimento no Laboratório Polo
  75. 75. Wisemotion:primeiro compressor sem óleo do mundo Com a tecnologia Wisemotion, os fabricantes poderão pensar em designs inovadores para a produção de sistemas de refrigeração”, explica Roberto H. Campos, presidente da Embraco. “Estamos tornando possível um sonho dos nossos clientes: desenvolver o refrigerador do futuro. O mercado da refrigeração doméstica irá dar um salto tecnológico com esta nova solução”, afirma Campos. “O wisemotion é o primeiro compressor sem óleo do mundo para refrigeradores, que traz uma série de benefícios para a qualidade de vida das pessoas,”, afirmou o vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento e Operações da Embraco, Lainor Driessen.
  76. 76. Transferência do conhecimento O Microcompressor utiliza o fluido refrigerante R-600a (Isobutano), que é um fluido natural que não agride o meio-ambiente. Aplicações médicas Coolers portáteis Refrigeração automotiva Resfriamento de componentes eletrônicos Roupas refrigeradas para atividades especiais
  77. 77. 1. O conhecimento voltado ao desenvolvimento sustentável 2. O Engenheiro de Processos na Sociedade em Redes 3. Oportunidades para a Engenharia de Processos em Santa Catarina. Plano de Aula A importância da Engenharia de Processos para o Desenvolvimento Sustentável na Sociedade em Redes
  78. 78. Sociedade do conhecimento A Sociedade do Milênio Sociedade do acesso Economia do hidrogênio Nova economia A terceira onda Sociedade da informação
  79. 79. O símbolo do novo mundo é a NET, isto é, a Rede A dinâmica de nossa sociedade, e particularmente de nossa economia, obedece progressivamente à lógica das redes. Entender como funcionam as redes é a chave para entender como funciona a sociedade. Kelvin Kelly
  80. 80. Gera uma quantidade imensa de oportunidades Faz abrir sistemas fechados Promove a cultura participativa e a integração REDE Impele o valor A Sociedade em Rede
  81. 81. Management, nº 18, novembro-dezembro 1998, p. 9 A economia do conhecimento consiste num fluxo imenso de oportunidades inovadoras de elevado valor agregado, com ampla dispersão social.
  82. 82. A nova economia consiste na identificação, mensuração e apuração da riqueza que flui, via rede, na forma de oportunidades inovadoras de negócios de elevado valor agregado, com ampla dispersão e legitimidade social. Management, nº 18, novembro-dezembro 1998, p. 9
  83. 83. A nova racionalidade política da inovação “A Inovação surge da formulação explícita ou implícita de pactos de controle público do processo de tomada de decisões e da definição concomitante dos mecanismos institucionais que assegurem a vigência de tais pactos”. Renato de Oliveira. Ética, Política e Desenvolvimento
  84. 84. Adaptado - Engº Sérgio Roberto Arruda Inovações Científicas e Tecnológicas A emergência e difusão de novas tecnologias vinculadas à informática e microeletrônica, à telemática, à biotecnologia, aos novos materiais e à química fina estão provocando a globalização e mudanças fundamentais nas organizações, no trabalho e no emprego.
  85. 85.  Uso de inovações tecnológicas nos processos produtivos  Flexibilização de produtos, de processos e de pessoas (trabalhadores multifuncionais) Engº Sérgio Roberto Arruda Conteúdo do Trabalho
  86. 86. Novas formas de trabalho  Crescimento da prestação de serviços.  Exigência de maior qualificação e maior compreensão do processo produtivo total e uma grande disposição para mudanças. Engº Sérgio Roberto Arruda
  87. 87. Em todos os campos de conhecimento, o ensino de qualidade se definirá pela formação do profissional crítico, agente transformador da sociedade, consciente de sua cidadania, capaz de enfrentar e solucionar problemas, a mente aberta para um processo contínuo de educação. Diomário: O ensino, a universidade e o mundo novo, 1994 O profissional do mundo novo
  88. 88. Perfil do Engenheiro que o Brasil deve formar 1 - Sólida formação básica específica. 2 - Emprego da informática como ferramenta usual e rotineira. 3 - Profunda cultura humanista, calcada na ética e na solidariedade humana. 4 - Conhecimento de uma língua aceita universalmente. 5 - Espírito de pesquisa e desenvolvimento. 6 - Capacidade de criar e operar sistemas complexos. 7 - Pré- Disposição para trabalhar em equipe interdisciplinar. 8 - Compreensão dos problemas administrativos, sócio-econômicos e do meio ambiente. 9 - Disposição para receber novos conhecimentos ( educação continuada). 10 - Utilização plena do controle da qualidade total. Seminário sobre o Perfil do Engenheiro do Século XXI, São Paulo, 1994
  89. 89. Macro-emergências contemporâneas  Planos de Estabilização Econômica  Meios de Transporte para Nova Realidade  Meios de Comunicação de Massa  Atualização Tecnológica do Parque Industrial  Produtividade, Qualidade e Competitividade  Preservação do Meio-Ambiente e Desenvolvimento Sustentado
  90. 90. Peter Drucker. Produtividade do Conhecimento “O crescimento econômico não poderá mais ser proveniente do aumento de trabalhadores ou de demanda. Ele só será viável a partir de um aumento sensível e contínuo da produtividade do conhecimento”
  91. 91. Na nova era, fazer a próxima coisa que for exatamente a certa é muito mais proveitoso do que fazer melhor a mesma coisa. Oportunidades e produtividade trabalham de mãos dadas. Eficiência Produtividade Rentabilidade Competitividade Oportunidade Há mais a ganhar com a geração de mais oportunidades do que com a otimização de oportunidades existentes. O principal papel que a produtividade desempenha na economia de rede é o da dispersão de tecnologias. Oportunidades da Sociedade do Conhecimento Kevin Kelly
  92. 92. A Química Desenha o Futuro Química é uma ciência que constantemente amplia a fronteira do conhecimento. Fonte: http://www.abiquim.org.br/estudante/vida_frame.html. Acessado em: 15/06/2009.
  93. 93. Química Pesquisa C, T & I Química Articulação Necessidades das pessoas Conhecimento ? Integração
  94. 94. C, T & I Química Articulação externa Agricultura Meio Ambiente Engenharias e novos materiais Saúde Química Desenvolvimento Social Pesquisa Cidades Educação
  95. 95. Analítica Orgânica Inorgânica Compõem o campo da pesquisa em Química os conhecimentos, tecnologias e inovações transformadoras dos elementos presentes na natureza em produtos úteis às pessoas. Campos tradicionais de pesquisa em Química
  96. 96. C & T & I CONHECIMENTO Princípios Transversalidade Atuação Responsável Sustentabilidade Objetivo Desenvolvimen to Sustentável e Qualidade de Vida da População Direcionamento estratégico da pesquisa
  97. 97. Conceito chave: Controlar acidentes e doenças ocupacionais, com uso de equipamentos de proteção. Adaptado de: Campos, Marcelo K.S. ABIQUIM A Primeira Onda
  98. 98. Conceito chave: Um bom projeto de fábrica e processos seguros e confiáveis de produção. Adaptado de: Campos, Marcelo K.S. ABIQUIM A Segunda Onda
  99. 99. Os produtos:  São tóxicos, fazem mal à minha saúde e de minha família?  Agridem a natureza?  São necessários? ? ? Adaptado de: Campos, Marcelo K.S. ABIQUIM A Terceira Onda
  100. 100. Conceito chave: Um bom projeto de molécula e processos confiáveis de fabricação e utilização do produto, que deve ser uma solução provida pela empresa à sociedade. Adaptado de: Campos, Marcelo K.S. ABIQUIM A Terceira Onda
  101. 101. O futuro conceito chave: Projeto de molécula, de processos de fabricação, utilização do produto e de seu aproveitamento pós consumo, desenvolvidos em conjunto pela cadeia de valor e pela sociedade, buscando a sustentabilidade. Adaptado de: Campos, Marcelo K.S. ABIQUIM A Quarta Onda
  102. 102. Um caminhar que permite à humanidade, no presente, encontrar o bem-estar humano e ambiental e satisfazer suas necessidades econômicas e sociais, sem comprometer o progresso e o sucesso das futuras gerações.Quim. Nova, Vol. 32, No. 3, 567-570, 2009. Desafio da Sustentabilidade
  103. 103. Situação Atual Situação Ideal Grande consumo de matéria-prima Uso de combustíveis fósseis Controle de efluentes  Reduzir o uso de energia  Manejo do carbono  Análise do ciclo de vida  Toxicologia  Química Verde Reciclagem Energia renovável Economia de átomos Desafio da Sustentabilidade Quim. Nova, Vol. 32, No. 3, 567-570, 2009.
  104. 104. Desafios previstos para a indústria química nos próximos anos Desenvolver processos, produtos e serviços sustentáveis, com base em química verde Fazer a gestão integrada de todas as dimensões do negócio Meio ambiente Qualidade Segurança do Trabalho Transporte Tecnologia Conhecimento Segurança de Produtos Financeira Social Adaptar-se a novos registros de produtos e de suas aplicações Adaptado de: Campos, Marcelo K.S. ABIQUIM
  105. 105. Áreas de Interesse em PD&I  Nanomateriais  Bioquímica (uso de matérias primas de base renovável e novos materiais)  Catálises voltadas a economia de energia nos processos  Toxicologia Adaptado de: Campos, Marcelo K.S. ABIQUIM
  106. 106. 1. O conhecimento voltado ao desenvolvimento sustentável 2. O Engenheiro de Processos na Sociedade em Redes 3. Oportunidades para a Engenharia de Processos em Santa Catarina. Plano de Aula A importância da Engenharia de Processos para o Desenvolvimento Sustentável na Sociedade em Redes
  107. 107. ANÁLISE PRELIMINAR DE ALTERNATIVAS PARA A VALORIZAÇÃO DO CARVÃO MINERAL NO ESTADO DE SANTA CATARINA Setembro de 2003
  108. 108. Da exploração à valorização do carvão mineral catarinense Orientação Estratégica: Resumo do Documento
  109. 109. Definição do ProblemaIndústria Carboquímica Pirólise e Gaseificação Geração Termelétrica Uso de Resíduos e Gestão Ambiental
  110. 110. EXEMPLO USITESC – 440 MW Treviso/SC Tecnologia: Leito Fluidizado Circulante (CFB). Combustível: 70% de carvão ROM (bruto) e 30% de rejeitos já existentes, produzidos por beneficiamentos anteriores, resultando na diminuição do passivo ambiental. Geração Termelétrica
  111. 111. USITESC - Projeto – 440 MW Termelétrica USITESC Criciúma Carvão-ROM Metropolitana Carvão- ROM Produção de rejeitos Rejeitos Existentes Cinzas Uso Industrial Uso Agricultura Recuperação ambiental Produção de Fertilizante Amônia Sulfato de Amônia (Fertilizante) Calcário Distribuição Fertilizante Disposição ENERGIA Água Investimento: 654 USD milhões Empregos: Diretos – 860 / Indiretos (FGV) – 5.000 307 mil (t/ano) 148 mil(t/ano) 2,4 milhões (t/ano)
  112. 112. Pirólise e Gaseificação
  113. 113. Pirólise e Gaseificação Situação Atual A totalidade do coque destinado às usinas siderúrgicas nacionais é produzida a partir do carvão metalúrgico importado. No Brasil se produz apenas pequena quantidade de coque em fornos do tipo colméia (Beehive Ovens). Não existem centrais de gaseificação em Santa Catarina.
  114. 114. Oportunidades e Perspectivas  Implantação de usinas de gaseificação do carvão.  Implantação de coquerias modernas com base em fornos de câmara.  Otimização do aproveitamento dos sub-produtos da coqueificação e da gaseificação. Pirólise e Gaseificação
  115. 115. Indústria Carboquímica
  116. 116. Indústria Carboquímica Situação Atual Não existe indústria carboquímica em Santa Catarina. No Brasil, a produção anual de alcatrão provém do processamento do carvão metalúrgico importado.
  117. 117. Indústria Carboquímica Oportunidades e Perspectivas  Implantação de modernas plantas carboquímicas para produção de insumos químicos de alto valor agregado a partir de sub-produtos da pirólise e gaseificação.
  118. 118. Indústria Carboquímica  Produção de fertilizantes a partir do sulfato de amônio.  Obtenção de produtos a partir de outros processos primários de transformação do carvão mineral. Oportunidades e Perspectivas
  119. 119. Uso de Resíduos e Gestão Ambiental
  120. 120. Uso de Resíduos e Gestão Ambiental Situação Atual O impacto ambiental causado pela carga poluidora dos resíduos do carvão inseriu a região sul como uma das 14 áreas críticas de poluição do país, conforme Decreto Federal nº 85.206, de 25/09/1980.
  121. 121. Uso de Resíduos e Gestão Ambiental Resíduos do carvão, que poderiam substituir a matéria-prima importada, são considerados lixos e lançados, ao meio ambiente, provocando danos incalculáveis. Situação Atual
  122. 122. Uso de Resíduos e Gestão Ambiental Valiosos elementos químicos e componentes geológicos, associados à camada de carvão, ainda não foram profundamente pesquisados. Situação Atual
  123. 123. Uso de Resíduos e Gestão Ambiental Oportunidades e Perspectivas  Aproveitamento de resíduos para a geração de atividades econômicas associadas à valorização do carvão.  Recuperação da bacia hidrográfica regional.  Utilização de resíduos para correção do solo.
  124. 124. Gestão Ambiental Uso e Valorização do Carvão Carvão ROM (Run of Mine) Centrais de Gaseificação e Coqueificação Gás Combustível Gasoduto Eng. Térmica e Elétrica Coque Metalurgia Ferro e Aço Alcatrão Carboquímica Insumos Químicos Sulfato de Amônio Fertilizantes Agricultura Cinzas Cimento Construção Civil Recuperação Ambiental (...)
  125. 125. Gestão Ambiental Carvão ROM (Run of Mine) Usina Termelétrica Rede Elétrica Energia Elétrica Empresas Vapor de Cogeração Fertilizantes Sulfato de Amônio Cimento Cinzas Recuperação Ambiental (...) Ind. Têxtil Alimentícia Papel e Celulose... Construção Civil Agricultura Uso e Valorização do Carvão
  126. 126. Produtos da Gestão Ambiental Tratamento de Água Fracionamento de Rejeitos Água Tratamento do Lodo Enxofre Produtos Produtos Finais (Sensores de Luz, LED, medicamentos, rações, etc. Química Mineral (Ind. Carboquímica) Elementos
  127. 127. Centro Tecnológico de Carvão Limpo CTCL Criciúma - Santa Catarina Energia Brasileira: Precisamos rever Conceitos “Usinas térmicas não são caras... As térmicas a carvão nacional não têm subsídio, mantêm um custo de combustível e um custo operacional de cerca de 10% do custo de uma térmica a óleo combustível” Fernando Luiz Zancan Pres. AB de Carvão Mineral Diário Catarinense, 12 de agosto de 2014
  128. 128. ApoioRealização Inovação & Sustentabilidade
  129. 129. 2014 SC: trajetória estratégica da Inovação Incubadora 1986 Projeto Sapiens 2001 Parqtec Alfa 1993 CELTA 19951991 Tecnópolis 1984 CERTI 2008 Sapiens Parque 2006 Marco Zero Sapiens 1960
  130. 130. Um espaço único ...
  131. 131. O que é o Sapiens Parque... Parque de Inovação & Sustentabilidade Um ambiente dotado de infraestrutura e sistemas para talentos e empreendimentos capazes de gerar ideias e conhecimentos e transformá-los em novos produtos e serviços para a sociedade, promovendo o desenvolvimento sustentável sócio-econômico-ambiental da região
  132. 132. Modelo Conceitual do Sapiens Parque Naturallium Meio Ambiente Scientia Ciência e Tecnologia Artis Arte e Cultura Gens Comunidade Sociedade Cluster de Turismo Cluster de Tecnologia Cluster de Serviços Cluster Público Governo Empresas Academia Sociedade Infraestrutur a do Parque Infraestrutur a da Região Pessoas Capital PROJETO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL Projetos de interação c/ o entorno Museus, centros de arte, espaços de cultura 3 milhões de m2 de área verde 50 módulos para centros de P&D e UniversidadesPARQUE TURÍSTICO E COMERCIAL PARQUE TECNOLÓGICO COMPLEXO DE SERVIÇOS DE CONHECIMENTO COMPLEXO DE EMPREENDIMENTO S PÚBLICOS PROJETO SOCIAL PARQUE CIENTÍFICO PARQUE DE ARTE E CULTURA PARQUE AMBIENTAL Sapiens Inovação e Sustentabilidade
  133. 133. Acif Kart Senai MP/SC Casarão InovaLa b Inpetr o FATMA NeoWa y Softpla n Fármaco s CERTI Vivariu m Reason ACATE Emp. Tec. LPE DesignLab Unidades de ICTs 10 mil m2 construídos 7 mil m2 em construção 14 mil m2 em fase inicial TOTAL – 31 mil m2 Investimentos – R$ 53 M Centro de Eventos Unidades Públicas 5 mil m2 construídos 15 mil m2 em construção 13 mil m2 em negociação TOTAL – 33 mil m2 Investimentos – R$ 70 M Unidades Privadas 2 mil m2 construídos 21 mil m2 em construção 48 mil m2 “vendidos” TOTAL – 71 mil m2 Investimentos – R$ 106 M Estado Atual do Sapiens Parque 135 mil m2 – R$ 229 investimentos - 6 mil pessoas
  134. 134. InovaLab:Centro de Inovação
  135. 135. INPetro: Instituto de Petróleo, Gás e Energia
  136. 136. CIEnP: CI e Ensaios Pré-Clínicos
  137. 137. Centro Empresarial - ACATE
  138. 138. Softplan
  139. 139. Projetos de Inovação SENAI Instituto Senai de Inovação na área de Sistemas Embarcados Escola do Futuro
  140. 140. Centro Integrado Multiusuário: CIM SOLAR
  141. 141. Conclusão Jeremy Rifkin CIVILIZAÇÃO EMPÁTICA é a nova civilização que Rifkin acredita deverá surgir a partir do processo de transição pelo qual estamos passando. Trata-se de uma mentalidade não mais adaptada ao capitalismo, mas à economia do compartilhamento. É uma visão que concebe a humanidade como uma única família e o planeta ou a biosfera como a comunidade que se compartilha. Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2015/02/como-internet- das-coisas-vai-atropelar-o-capitalismo.html
  142. 142. A Engenharia de Processos é uma engenharia contemporânea portadora de futuro! Pela qualificação pós-graduada no Mestrado da Univille, abre-se a possibilidade acadêmica da pesquisa responsável pela geração de novos conhecimentos para compartilhamento no exercício profissional por meio de redes que hão de configurar uma sociedade empática e sustentável. Muitas felicidades e sucesso a todos! Conclusão
  143. 143. Obrigado, Diomário Queiroz diomarioq@terra.com.br Palestra disponível em:

×