O slideshow foi denunciado.
Utilizamos seu perfil e dados de atividades no LinkedIn para personalizar e exibir anúncios mais relevantes. Altere suas preferências de anúncios quando desejar.

Interacionismo Social e Novas Tecnologias da Comunicação no Processo Educativo Contemporâneo

376 visualizações

Publicada em

Palestra apresentada no encontro nacional da ANEC - Associação Nacional das Escolas Católicas, expõe os processos didático-pedagógicos do interacionismo social na sociedade em redes contemporânea, destacando a importância dos valores católicos para a formação da cidadania.

Publicada em: Educação
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Interacionismo Social e Novas Tecnologias da Comunicação no Processo Educativo Contemporâneo

  1. 1. Antônio Diomário de Queiroz Presidente Interacionismo Social e Novas Tecnologias da Comunicação no Processo Educativo Contemporâneo
  2. 2. Brasília, 22 de julho de 2010.
  3. 3. 1. A emergência da sociedade em redes 2. Os novos modelos pedagógicos de ensino- aprendizagem 3. Valores cristãos da educação católica na formação dos cidadãos na sociedade em redes Plano da Apresentação Img.computador
  4. 4. Adaptado de Kelvin KellyAdaptado de Kelvin Kelly O símbolo deste século é a NET, isto é, a Rede A dinâmica de nossa sociedade obedece progressivamente à lógica das redes. Entender como funcionam as redes é a chave para entender como funciona a educação.
  5. 5. Teste Adamo
  6. 6. Conhecimento é fator de produção determinante da formação do valor e do sucesso na nova economia.
  7. 7. Chaui, 1997 Conjunto organizado dos conhecimentos relativos a um determinado objeto. Ciência
  8. 8. Tecnologia Processo contínuo através do qual a humanidade molda, modifica e gera a sua qualidade de vida. Bueno, Natalia de Lima CEFET-PR. 1999)
  9. 9. A inovação é a convergência da história de diversas pessoas para encontrar uma solução de futuro. 2003. Queiroz, Diomário
  10. 10. Criatividade é uma habilidade humana, a qual permite chegar a soluções novas para problemas a partir de associação de informações anteriores. CRIATIVIDADECRIATIVIDADE
  11. 11. Inovação e Criatividade Inovar éInovar é introduzirintroduzir algo novo naalgo novo na realidade.realidade. A ImaginaçãoA Imaginação prepara essaprepara essa introdução.introdução. Marc GigetMarc Giget Das idéias à realização Generalização de idéias Fusão Seleção Enriqueci- mento Pitch Lançamento Brief Projetos Realização Adaptado de Marc Giget
  12. 12. ImaginaImaginaçção, Criatividade eão, Criatividade e InovaInovaççãoão Inteligência e imaginação criadora são essenciais para a Ciência. Mas somente o trabalho organizado leva a Ciência aos seus resultados. Albert Einstein
  13. 13. Ciência Resolvem Problemas Científicos Geram Inovações Método Tecnologia IDÉIAS CRIATIVASIDÉIAS CRIATIVAS
  14. 14. RESULTADOS DA PESQUISARESULTADOS DA PESQUISA Publicações novo conhecimento Protótipos Sistemas inovadores Modelos Artigos Dissertações CD-rom Livros Teses
  15. 15. “Inovação é a implementação com êxito de idéias criativas” Marc Adam vice presidente de marketing da 3M Importância da Inovação
  16. 16. ETAPAS DE TRIAGEM E DESENVOLVIMENTO geração de idéias produto inovador $ $ $ $ $ $ $ Novas tecnologias Custo Prazo Qualidade EFICIÊNCIA Qualidade das Idéias EFICÁCIA OTIMIZAÇÃO DO PROJETO DE PRODUTOS IMPORTÂNCIA DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA http://www.eps.ufsc.br/disserta99/queiroz Alexandre Hering de Queiroz
  17. 17. "A inovação é o instrumento específico dos empreendedores, o processo pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente ou um serviço diferente". INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO Drucker (1987)
  18. 18. O grande problema da empresa brasileira é que geralmente ela é simples reprodutora de conhecimentos alienígenas. Jornal de Santa Catarina, 1995 A Valorização das Potencialidades Regionais pela Pesquisa
  19. 19. A Valorização das Potencialidades Regionais pela Pesquisa No exterior as empresas são concebidas como núcleos de desenvolvimento. Aqui freqüentemente só se atêm à função de fabricação, negligenciando-se a pesquisa e a inovação. Jornal de Santa Catarina, 1995
  20. 20. “É imperativo reconhecer que a inovação é elemento essencial para consolidar a funcionalidade do trinômio ”. Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia.LIVRO BRANCO : CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO;Brasília : Ministério da Ciência e Tecnologia, 2002. Calendula officinalis Inovação Tecnologi a Ciênci a Educação
  21. 21. Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação Desenvolvimento científico e tecnológico Desenvolvimento econômico e social com sustentabilidade, distribuição justa de
  22. 22. Engº Sérgio Roberto Arruda Conteúdo do Trabalho recepcionistas, guarda livros, digitadores, arquivistas, mestres e contramestres, supervisores e gerentes médios.  Diminuição de ocupações tradicionaisDiminuição de ocupações tradicionais como:como: Adaptado de Engº Sérgio Roberto Arruda
  23. 23. NOVAS FORMAS DE TRABALHO Engº Sérgio Roberto Arruda  Crescimento da prestação de serviços.  Exigência de maior qualificação e maior compreensão do processo produtivo total e uma grande disposição para mudanças.
  24. 24. Adaptado de Engº Sérgio Roberto Arruda  Competências e conhecimentos alinhados com a necessidade das pessoas  Flexibilidade  Motivação para continuar os estudos O Perfil Técnico do Novo Profissional
  25. 25. Em todos os campos de conhecimento, o ensino de qualidade se definirá pela formação do profissional crítico, agente transformador da sociedade, consciente de sua cidadania, capaz de enfrentar e solucionar problemas, a mente aberta para um processo contínuo de educação. Painel: O ensino, a universidade e o mundo novo, 1994 O Profissional do Mundo NovoO Profissional do Mundo Novo
  26. 26. O advento das novas tecnologias daO advento das novas tecnologias da informação e da comunicaçãoinformação e da comunicação proporciona o repensar do processoproporciona o repensar do processo ensino-aprendizagem.ensino-aprendizagem. Diomário Queiroz – 2005Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundoArtigo: Uma nova escola para o novo mundo
  27. 27. Como educa r
  28. 28. Concepções Educacionais Quais são as concepçõesQuais são as concepções político-pedagógicaspolítico-pedagógicas que norteiam a construçãoque norteiam a construção de um dado modelode um dado modelo educacional?educacional?
  29. 29. Modelos Educacionais HOMEM MUNDOMUNDO EDUCAÇÃOEDUCAÇÃO VISÃO
  30. 30. CRIAR APRENDER CONSTRUIR REPRODUZIR (RE)ELABORAR INOVAR 1ª ONDA 2ª ONDA 3ª ONDA A EDUCAÇÃO EM ONDAS
  31. 31. A PRIMEIRA ONDAA PRIMEIRA ONDA APRENDERAPRENDER REPRODUZIRREPRODUZIR 1ª ONDA 1ª ONDA AuditórioAuditórioAuditórioAuditório BancosBancos PúlpitoPúlpito PROCESSO:PROCESSO: MEMORIZAÇÃOMEMORIZAÇÃO FUNÇÃO:FUNÇÃO: ENSINAR =ENSINAR = TRANSFERIR VERDADESTRANSFERIR VERDADES
  32. 32. MAGISTER DIXITMAGISTER DIXIT OUVEOUVE CÁTEDRACÁTEDRA FALA.... DITA... FALA.... DITA... COPIACOPIA DISCIPLINASDISCIPLINAS
  33. 33. A sala de aula escolástica foi construída para proteger aA sala de aula escolástica foi construída para proteger a relativa ignorância do mestre medieval.relativa ignorância do mestre medieval. Não há como esconder dentro do espaço da sala de aula asNão há como esconder dentro do espaço da sala de aula as limitações do conteúdo de um professor por mais bemlimitações do conteúdo de um professor por mais bem formado e preparado que seja.formado e preparado que seja. A sala de aula escolástica foi construída para proteger aA sala de aula escolástica foi construída para proteger a relativa ignorância do mestre medieval.relativa ignorância do mestre medieval. Não há como esconder dentro do espaço da sala de aula asNão há como esconder dentro do espaço da sala de aula as limitações do conteúdo de um professor por mais bemlimitações do conteúdo de um professor por mais bem formado e preparado que seja.formado e preparado que seja. Diomário Queiroz – 2005Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundoArtigo: Uma nova escola para o novo mundo Diomário Queiroz – 2005Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundoArtigo: Uma nova escola para o novo mundo
  34. 34. A SEGUNDA ONDAA SEGUNDA ONDA CONSTRUIRCONSTRUIR (RE)ELABORAR(RE)ELABORAR 2ª ONDA 2ª ONDA BibliotecaBiblioteca Laboratório de Ciências Laboratório de Ciências Sala de AulaSala de AulaSala de AulaSala de Aula QuadroQuadro NegroNegro QuadroQuadro NegroNegro CarteirasCarteirasCarteirasCarteiras FUNÇÃO:FUNÇÃO: INSTRUIRINSTRUIR Material Escolar Material Escolar PROCESSO:PROCESSO: HABILITAÇÃO CURRICULARHABILITAÇÃO CURRICULAR INFORMAÇÕESINFORMAÇÕES MATÉRIASMATÉRIAS PROFISSÕESPROFISSÕES
  35. 35. ENFOQUE PROCESSO-PRODUTOENFOQUE PROCESSO-PRODUTO Procura-se avaliar e melhorar a eficácia do ensinoProcura-se avaliar e melhorar a eficácia do ensino estudando as relações (expressas em forma deestudando as relações (expressas em forma de correlações) entre acorrelações) entre a medida dos comportamentosmedida dos comportamentos dos professores em classedos professores em classe ((os processosos processos)) e ae a aprendizagem dos alunosaprendizagem dos alunos ((produtosprodutos))..
  36. 36. “Ensino não é a transferência do conhecimento, mas a criação das possibilidades para a sua produção ou para sua construção”. Paulo Freire
  37. 37. Gauthier, C. et all – Por uma Teoria da Pedagogia – UNIJUÍ - 1998 O cognitivismo veicula uma visãoO cognitivismo veicula uma visão técnica e instrumental do ensino.técnica e instrumental do ensino. Analisa as condiçõesAnalisa as condições de ensino e dede ensino e de aprendizagem queaprendizagem que criam as maiscriam as mais elevadaselevadas probabilidades deprobabilidades de provocar e de facilitar,provocar e de facilitar, ao mesmo tempo, aao mesmo tempo, a aquisição, aaquisição, a integração e aintegração e a reutilização dosreutilização dos conhecimentos porconhecimentos por aqueles queaqueles que aprendem.aprendem. Construção do conhecimentoConstrução do conhecimento pelo aluno.pelo aluno. ENFOQUE COGNITIVISTAENFOQUE COGNITIVISTA
  38. 38. A TERCEIRA ONDAA TERCEIRA ONDA CRIARCRIAR INOVARINOVAR 3ª ONDA3ª ONDA BibliotecaBiblioteca Laboratório de Ciências Laboratório de Ciências Sala de AulaSala de AulaSala de AulaSala de Aula QuadroQuadro NegroNegro QuadroQuadro NegroNegro CarteirasCarteirasCarteirasCarteiras FUNÇÃO:FUNÇÃO: EDUCAREDUCAR Material Escolar Material Escolar Sala Informatizada Sala Informatizada Quadra Esporte Quadra Esporte Ginásio Coberto Ginásio Coberto PROCESSO:PROCESSO: APRENDIZAGEMAPRENDIZAGEM INTERATIVAINTERATIVA
  39. 39. Gauthier, C. et all – Por uma Teoria da Pedagogia – UNIJUÍ - 1998 ENFOQUE INTERACIONISTA SOCIAL O ensino não se reduz somente à relação de um para um (o professor e o aluno), mas é determinado por um contexto de grupo. POSTULADO DO INTERATIVISMO SOCIAL:
  40. 40. Gauthier, C. et all – Por uma Teoria da Pedagogia – UNIJUÍ - 1998 ENFOQUE INTERACIONISTA SUBJETIVISTA POSTULADO GERAL: As realidades objetivas incorporam sempre elementos subjetivos. Assim, só temos acesso ao mundo por meio das representações. Imagem...introspecção
  41. 41. Gauthier, C. et all – Por uma Teoria da Pedagogia – UNIJUÍ - 1998 A fenomenologia é um estudo do mundo objetal tal como ele se apresenta à consciência do sujeito. Ele se opõe radicalmente à idéia da existência de uma realidade objetiva. O postulado primeiro da fenomenologia é que o único mundo que nos é acessível – o único mundo que existe, na realidade – é aquele que nasce da consciência do indivíduo. FENOMENOLOGIA
  42. 42. Subjetivista, porque mesmo o conhecimento coletivo se dá a partir do aprendizado individual; e social, porque o processo de comunicação que favorece o novo conhecimento pressupõe no mínimo o diálogo de duas pessoas e se enriquece exponencialmente pela interação de um número maior de atores. Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundo Os avançados sistemas de ensino-aprendizagem intensificam a prática do interacionismo subjetivista e social.
  43. 43. Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundo O ensino circunscrito à sala de aula,O ensino circunscrito à sala de aula, pressupondo o domínio pelopressupondo o domínio pelo professor de uma determinadaprofessor de uma determinada disciplina ou área do conhecimento,disciplina ou área do conhecimento, avança na direção de um processoavança na direção de um processo aberto de aprendizagem em queaberto de aprendizagem em que todos os atores têm oportunidadestodos os atores têm oportunidades quase infinitas de acessar bases dequase infinitas de acessar bases de informações e experiências queinformações e experiências que fluem de todas as partes do mundofluem de todas as partes do mundo pela rede informatizada depela rede informatizada de comunicações.comunicações.
  44. 44. Diomário Queiroz – 2005Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundoArtigo: Uma nova escola para o novo mundo Hoje o mestre convive com alunos que acessam pela televisão, pelo computador, pelo telefone, por livros, bases de informação abertas, o que torna impossível dominar todas elas. Os alunos trazem também as vivências do cotidiano. É impraticável uma só pessoa acessar o conjunto de saberes transmitidos pela tradição e pelos meios de comunicação da atualidade.
  45. 45. Os jovens e as crianças de hoje sãoOs jovens e as crianças de hoje são sujeitos de aprendizagem ativos esujeitos de aprendizagem ativos e rebeldes a uma prática pedagógicarebeldes a uma prática pedagógica unidirecionada ao aluno. Cabeunidirecionada ao aluno. Cabe então ao professor de sucessoentão ao professor de sucesso exercer o importante papel de líderexercer o importante papel de líder e facilitador do processo interativoe facilitador do processo interativo de ensino-aprendizagem.de ensino-aprendizagem.Diomário Queiroz – 2005Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundoArtigo: Uma nova escola para o novo mundo
  46. 46. Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundo A utilização didática das novas tecnologias da informação e da comunicação favorece o processo pedagógico da proposta curricular no mundo novo. É, pois, obrigação ética de uma política pública de educação ampliar as possibilidades de utilização desse poderoso meio didático.
  47. 47. A relação de mútuaA relação de mútua aprendizagem éaprendizagem é normalmentenormalmente prazerosa, já queprazerosa, já que pressupõepressupõe participantes ativos noparticipantes ativos no processo.processo. Diomário Queiroz – 2005Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundoArtigo: Uma nova escola para o novo mundo
  48. 48. O esforço interativoO esforço interativo de aprendizagemde aprendizagem confere caráterconfere caráter social à educação. Osocial à educação. O conhecimento se dáconhecimento se dá em benefício deem benefício de todos.todos. Diomário Queiroz – 2005Diomário Queiroz – 2005 Artigo: Uma nova escola para o novo mundoArtigo: Uma nova escola para o novo mundo
  49. 49. Qual a Perspectiva da Educação Católica na Sociedade em Redes?
  50. 50. NNuma época que exigeuma época que exige dos cidadãos e dasdos cidadãos e das organizações cultivarorganizações cultivar permanente atitude depermanente atitude de flexibilidade eflexibilidade e adaptabilidade àsadaptabilidade às mudanças, em que asmudanças, em que as dimensões de tempo edimensões de tempo e espaço se tornam virtuais,espaço se tornam virtuais, o caráter das pessoas,o caráter das pessoas, sua espiritualidade, seusua espiritualidade, seu comportamento ético ecomportamento ético e moral constituem o quemoral constituem o que há de mais confiável parahá de mais confiável para fazer face aos riscos efazer face aos riscos e incertezas.incertezas.
  51. 51. O Poder da Comunicação Domenico De Masi, 2007. A Alma da Empresa. “A palavra é feita para expressar o que é benéfico e o que é nocivo e, conseqüentemente, o justo e o injusto... e os outros valores.” Aristóteles, em Política Aristóteles (384 a.C. - 322 a.C.)
  52. 52. ETCHEGOYEN, Alain. 1991. La valse des éthiques. A transição da moral singular para as éticas plurais é um sinal dos tempos de hoje.
  53. 53. A obscuridade triunfa quando os atores sociais se investem de nova legitimidade em múltiplos lugares: propõem então sua ética àqueles que dominam, comandam ou controlam. ETCHEGOYEN, Alain. 1991. La valse des éthiques.
  54. 54. O indivíduo, vagando entre essas esferas, não reconhece mais a voz da consciência. Ei-lo envolvido por uma valsa das éticas no ritmo dissonante de partituras heterogêneas cada vez orquestradas de modo diferente.(...) ETCHEGOYEN, Alain. 1991. La valse des éthiques.
  55. 55. A Recuperação da Alma da Empresa Precisa-se recuperar a alma da empresa? Em caso afirmativo, como fazê-lo? Se a alma de uma empresa preside a felicidade de quem nela trabalha, é preciso recuperar aquela alma que a organização pós-industrial mortificou em favor da mente. Fonte: 2007. Domenico De Masi. A Alma da Empresa.
  56. 56. Espaço de Oportunidades Sistemas de Crenças e Valores Sistemas de Limites Sistema Diagnóstico Estratégias Intencionais Estratégias RealizadasSistema Interativo Estratégias Emergentes Valores Éticos e Morais nas OrganizaçõesValores Éticos e Morais nas Organizações MONS, R. 1995. As 4 Alavancas de Controle Estratégico.
  57. 57. Steven Covey
  58. 58. CCaridade, esperança,aridade, esperança, justiça social, paz, amorjustiça social, paz, amor ao próximo, bondade, eao próximo, bondade, e outros valores moraisoutros valores morais cristãos preparam para acristãos preparam para a liderança, o trabalho, aliderança, o trabalho, a cidadania, e afirmam acidadania, e afirmam a cultura do espírito.cultura do espírito.
  59. 59. ÉÉ nesta perspectiva danesta perspectiva da educação plena, em que oeducação plena, em que o processo de aprendizagemprocesso de aprendizagem ocorre no contexto doocorre no contexto do interacionismo social e dainteracionismo social e da vivência dos valoresvivência dos valores cristãos, que se afirma acristãos, que se afirma a educação católica.educação católica.

×