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Disciplina: Design Instrucional
Professora: ARACI HACK Catapan, Dra.
Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação
Palestrante: Antônio Diomário de Queiroz, Dr.
Palestra: Integração entre o Mundo do Trabalho e a
Pesquisa Acadêmica
Florianópolis, 3 de setembro de 2015
1. O mundo do trabalho na sociedade em redes
2. A gestão do conhecimento para o
desenvolvimento sustentável
3. O Sapiens Parque, ambiente para pesquisa
acadêmica, inovação e sustentabilidade
Integração entre o Mundo
do Trabalho e a Pesquisa
Acadêmica
1. O mundo do trabalho na sociedade em redes
2. A gestão do conhecimento para o
desenvolvimento sustentável
3. O Sapiens Parque, ambiente para pesquisa
acadêmica, inovação e sustentabilidade
Integração entre o Mundo
do Trabalho e a Pesquisa
Acadêmica
Florianópolis, 19 de setembro de 2000
“A produção está na
essência da vida
empresarial, uma vez que
representa o ato de criação”.
( Nigel Slack )
A função objetivo da
engenharia de produção é
criar a riqueza para a
sociedade por meio da
agregação de valor no
processo de transformação
de insumos em produtos.
Diomário Queiroz
PRODUTIVIDADE RENTABILIDADE
O&M
Custos -
Padrões
Pesquisa
Operacional
PCP
Controle de
Qualidade
Engenharia de
Controle
TGA
Contabil.
De Custos
Ratios Econ.
Financeiros
Orçamento
Empresarial
TQC
Contabilidade
Gerencial
Emergência da Engenharia Industrial
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
DA FABRICAÇÃO AOS SISTEMAS
DE PRODUÇÃO
SIG’s e SAD’s, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
QUALIDADE TOTAL, ABM - ABC
INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, FLEXIBILIDADE
GESTÃO DO CONHECIMENTO
LOGÍSTICA, BENCHMARKING
AUTOCONTROLE, APRENDIZAGEM
GESTÃO AMBIENTAL
COMPETITIVIDADE
Emergência da Engenharia de Produção
Peter Drucker.
Peter Senge.
“O crescimento
econômico não
poderá mais ser
proveniente do
aumento de
trabalhadores ou
de demanda.
Ele só será
viável a partir de
um aumento
sensível e
contínuo da
produtividade do
conhecimento”
“Cada vez
mais, as
organizações
bem-sucedidas
estão
conseguindo
vantagem
competitiva
com a criação e
a troca contínua
de novos
conhecimentos”
Management, nº 18, novembro-dezembro
1998, p. 9
O Engenheiro de Produção do Século XXI
A nova economia, além de
afirmar os atributos
contemporâneos do
Engenheiro de Produção,
ampliará, via rede, seus
espaços de trabalhos, como
profissional do conhecimento,
responsável pela identificação
e transformação de
oportunidades inovadoras em
negócios de elevado valor
agregado, com ampla dispersão
social.
Antônio Diomário de Queiroz
Florianópolis, setembro de 2000
 É global
 Favorece coisas intangíveis:
ideias, informação,
relacionamentos
 É intensamente interligada
“Se você quer entrever onde
estará o futuro do seu setor,
imagine-o como um negócio
construído inteiramente em torno
do abstrato, mesmo que no
momento você o veja alicerçado
no concreto”.
Kelvin Kelly
A Nova Economia
Símbolo deste Século: A Rede
A dinâmica de nossa sociedade obedece progressivamente à lógica das redes. Entender
como funcionam as redes é a chave para entender como funciona a sociedade.
Adaptado de Kelvin Kelly
A rede não tem centro nem órbitas nem certeza. Ela é uma teia indefinida de causas.
Gera uma quantidade
imensa de
oportunidades
Faz abrir sistemas fechados
Promove a cultura participativa e
a integração
REDE
Impele o valor
Sociedade em Redes
Conhecimento
é fator de produção
determinante da
formação do valor
para o
desenvolvimento
regional na sociedade
contemporânea
Neri dos Santos, Dr. Ing
O conhecimento se dá
nas pessoas.
“Os sistemas tecnológicos
se produzem socialmente e a
produção social vem
determinada pela cultura”.
CASTELLS, M.2001
La Galaxia Internet (Reflexiones sobre Internet, empresa y sociedad).
Redes Sociais
São formas de
compartilhamento
de informações e
ideias entre
usuários com os
mesmos gostos e
estilos.
Fonte: http://www.mestreseo.com.br/category/redes-sociais
Redes Sociais
A inovação é a
convergência da
história de diversas
pessoas para
encontrar
uma solução
de futuro.
2003. Queiroz, Diomário
Inovação
“Inovação é a implementação com êxito
de ideias criativas”
Marc Adam
vice presidente de marketing da 3M
Importância da Inovação
Criatividade é uma
habilidade humana, a
qual permite chegar a
soluções novas para
problemas a partir de
associação
de informações
anteriores.
Criatividade
http://www.eps.ufsc.br/disserta99/queiroz
Alexandre Hering de Queiroz
Ciência
Resolvem
Problemas
Científicos
Geram
Inovações
Método
Tecnologia
Ideias Criativas
Resultados da Pesquisa
Publicações
novo
conhecimento Protótipos
Sistemas inovadores
Modelos
Artigos Dissertações
CD-rom
Livros Teses
Inovação e Criatividade
Inovar é
introduzir algo
novo na
realidade.
A Imaginação
prepara essa
introdução.
Marc Giget
Das idéias à realização
Generalização de
idéias
Fusão
Seleção
Enriqueci-
mento
Pitch
Lançamento
Brief Projetos Realização
Adaptado de Marc Giget
Criatividade direcionada
para resultados
Criatividade Produtiva
Neri dos Santos, Dr. Ing
Tecnologia
Processo contínuo po
meio do qual a
humanidade molda,
modifica e gera a sua
qualidade de vida.
Bueno, Natalia de Lima
CEFET-PR. 1999)
Tecnologias de Informação e Comunicação
A emergência e difusão de novas tecnologias vinculadas à
informática e microeletrônica, à telemática, à
biotecnologia, aos novos materiais e à química fina
provocam mudanças fundamentais nas organizações, no
trabalho e no emprego.
Engº Sérgio Roberto Arruda
Trabalho e Emprego
1. Mudanças no conteúdo do trabalho
2. Mudanças nas formas de emprego
Duas questões importantes emergem como
resultado da globalização:
Adaptado de Engº Sérgio Roberto Arruda
Conteúdo do Trabalho
 Uso de inovações
tecnológicas nos
processos produtivos
 Flexibilização de
produtos, de processos e
de pessoas
(trabalhadores
multifuncionais)
Engº Sérgio Roberto Arruda
Engº Sérgio Roberto Arruda
recepcionistas,
guarda livros,
digitadores,
arquivistas,
mestres e contramestres,
supervisores e gerentes
médios.
 Diminuição de ocupações tradicionais como:
Conteúdo do Trabalho
Novas Formas de Trabalho
 Crescimento da prestação de
serviços.
 Exigência de maior qualificação
e maior compreensão do processo
produtivo total e uma grande
disposição para mudanças.
Engº Sérgio Roberto Arruda
Perfil Técnico do Novo Profissional
Competências e
conhecimentos
alinhados com a
necessidade das pessoas
Flexibilidade
Motivação para
continuar os estudos
Engº Sérgio Roberto Arruda
 Confiança em si mesmo
 Capacidade de conviver com
pessoas de diferentes meios
 Modo de vida equilibrado e
saudável
 Conhecimento de outras línguas
 Compreensão de outros países do
mundo
Engº Sérgio Roberto Arruda
Perfil Humano do Novo Profissional
É um especialista legalmente
habilitado para a pesquisa e
desenvolvimento de sistemas
digitais que integram de
forma inovadora tecnologias
emergentes do setor
eletrônico e que atuam na
comercialização, na operação
e na manutenção de tais
sistemas.
CEFET-SC Tecnólogo em
Sistemas Digitais
CEFET-SC
Tecnólogo em
Automação Industrial
É um especialista para
desempenhar atividades no
setor industrial com
tecnologia emergente em
sistemas automatizados,
com qualificação em
sistemas eletromecânicos,
em automação da
manufatura e em controle de
processos.
CEFET-SC Tecnólogo
em Design de
Produto
É profissional habilitado a trabalhar no projeto de
objetos, de equipamentos e de sistemas industrializáveis,
da identificação da necessidade à construção do
protótipo final, podendo empregar todo o conhecimento
desenvolvido sobre materiais e processos de fabricação,
ênfase da sua formação.
Suas decisões, portanto, serão baseadas no
conhecimento do ser humano, das artes e da tecnologia.
Em todos os campos de
conhecimento, o ensino de
qualidade se definirá pela
formação do profissional
crítico, agente transformador
da sociedade, consciente
de sua cidadania, capaz de
enfrentar e solucionar
problemas, a mente aberta
para um processo contínuo de
educação.
Diomário: O ensino, a universidade e o mundo novo, 1994
O Profissional do Mundo Novo
“As profissões estão atravessando
um momento de transição.
Aqueles que se aferrarem ao
passado e resistirem às mudanças
vão se afundar na massificação.
Por outro lado, os que se
mostrarem aptos a agregar valor -
mediante a sua liderança, os seus
relacionamentos e sua criatividade
– não só transformarão o setor
como vão fortalecer seus
relacionamentos com os clientes.”
Já não é necessário que todos trabalhem
para produzir as coisas de que
precisamos, e que esse simples fato
muda praticamente tudo.(...)
Embora o ascendente "setor do
conhecimento" e novos mercados
exteriores devam gerar uma nova safra de
empregos, ela será muito reduzida para
absorver as imensas quantidades de
trabalhadores dispensados pelas novas
tecnologias. (...)
Há uma inquietante relação entre o
desemprego tecnológico intensificado
e a crescente incidência do crime e da
violência em todo o mundo. (...)
O autor alerta para o fato
de o fim dos empregos
constituir o colapso da
civilização como a
conhecemos e assinalar
os primórdios de uma
grande transformação
social e um renascimento
do espírito humano.
“Cisne Negro” é um acontecimento que, por
definição, cumpre três condições: está fora do
âmbito das expectativas porque nada no
passado indica sua possibilidade, produz forte
impacto e, apesar de não ter sido esperado,
torna-se claro e previsível em retrospectiva.(...)
A metáfora do cisne negro alude
à fragilidade de nosso
conhecimento e aos limites do
aprendizado baseado na
observação e na experiência.
Na Austrália, acreditava-se que
todos os cisnes eram brancos.
Quando foi visto pela primeira
vez um exemplar negro, ficou
demonstrada a falseabilidade do
conhecimento fundado em
milhares de anos de
observações. (...)
Somos melhores com
a desordem.
Em "Antifrágil", o
filósofo libanês
Nassim Taleb defende
que não devemos
evitar o caos para
podermos crescer.(...)
Desemprego na Europa - Domenico de Masi
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1. O mundo do trabalho na sociedade em redes
2. A gestão do conhecimento para o
desenvolvimento sustentável
3. O Sapiens Parque, ambiente para pesquisa
acadêmica, inovação e sustentabilidade
Integração entre o Mundo
do Trabalho e a Pesquisa
Acadêmica
Estabelecer e executar processos
que propiciem a geração
do conhecimento para
resolver problemas no trabalho
O que é Gestão do Conhecimento ?
Neri dos Santos, Dr. Ing
NEWMAN, Willian H., 1980
A gestão consiste em
orientar, dirigir e
controlar os esforços
de um grupo de
pessoas para um
objetivo comum.
Conceito de Gestão
NÍVEL DE
GESTÃO
OPERACIONAL ESTRATÉGICO
A POSTERIORI
MOMENTO
A PRIORI
(PROATIVO)
A
ZONA A: Prática de Ontem
Fonte: Hugues Boisvert
D
ZONA D: Prática de Amanhã
C
ZONA C: Teoria de Hoje
B
ZONA B: Prática de Hoje
Momento de Intervenção e Nível de Gestão
Sistemas de Valores
Sistemas de Limites
Sistema
Diagnóstico
Estratégias
Intencionais
Estratégias
RealizadasSistema
Interativo
Estratégias Emergentes
Sistemas de Controle da Gestão Estratégica
Espaço de Oportunidades
Robert Simons, Levers of Control, 1995
Gestão
Estratégica
Metas
Gestão por
Processos
Atividades
Visão e Valores
Objetivos Estratégicos
Necessidades de informações
Arquitetura da Informação
MelhoriaContínua
MelhoriaContínua
Estratégia
Diomário
Conceito Renovado de Gestão
Gestão da
Performance
Indicadores de
Gestão - FCS
Flexibilidade Flexibilidade
Não podendo evitar os eventos externos, a empresa se organiza com flexibilidade
e estimula internamente a adaptação da estrutura e a melhoria das atividades,
num clima favorável à aprendizagem e à mudança.
A economia da era do
conhecimento oferece recursos
ilimitados pois a capacidade
humana de gerar conhecimentos
é infinita.
O conhecimento cresce quando
é compartilhado.
Neri dos Santos, Dr. Ing
A criação do valor é
resultado de milhares de
decisões tomadas por
pessoas e entidades todo o
dia. O valor é criado e
destruído, cada decisão no
seu tempo. Assim, é
necessário constantemente
criar e controlar valor!!
Criar e Controlar Valor
Inovação e Competitividade
CRIAÇÃO DO CONHECIMENTO
CONTÍNUA INOVAÇÃO
VANTAGEM COMPETITIVA
Denise/Senai
ADQ: Resposta ao Jornal da Andes, 1994
“A Universidade tem a responsabilidade social de alimentar
continuamente com novos conhecimentos o processo de
desenvolvimento econômico e social de um país.”
Responsabilidade Social da Universidade
CAPÍTULO III
Seção I – DA EDUCAÇÃO
“As universidades gozam de
autonomia didático-científica,
administrativa e de gestão
financeira e patrimonial, e
obedecerão ao princípio de
indissociabilidade entre ensino,
pesquisa e extensão”.
A Constituição Federal dispõe em seu Art. 207:
Responsabilidade Social da Universidade
Desenvolvimento Social e Melhoria
da Qualidade de Vida
Ensino
ExtensãoPesquisaE
d
u
c
a
ç
ã
o
Capítulo IV: da Ciência e Tecnologia
Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento
científico, a pesquisa e a capacitação tecnológicas.
§ 1º - A pesquisa científica básica receberá tratamento
prioritário do Estado, tendo em vista o bem público e o
progresso das ciências.
§ 2º - A pesquisa tecnológica voltar-se-á preponderantemente
para a solução dos problemas brasileiros e para o
desenvolvimento do sistema produtivo nacional e
regional.
§ 3º - O Estado apoiará a formação de recursos humanos nas
áreas de ciência, pesquisa e tecnologia, e concederá aos que
delas se ocupem meios e condições especiais de trabalho.
Capítulo IV: da Ciência e Tecnologia
Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento
científico, a pesquisa e a capacitação tecnológicas.
.....................................................................................................
........
§ 4º - A lei apoiará e estimulará as empresas que invistam em
pesquisa, criação de tecnologia adequada ao País, formação
e aperfeiçoamento de seus recursos humanos e que
pratiquem sistemas de remuneração que assegurem ao
empregado, desvinculada do salário, participação nos
ganhos econômicos resultantes da produtividade de seu
trabalho.
VI – estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente,
em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados
à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade
CAPÍTULO IV - Da Educação Superior
Art. 43º. A educação superior tem por finalidade:
Diretrizes e Bases da Educação Nacional
Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
VII – promover a extensão, aberta à
participação da população, visando à difusão
das conquistas e benefícios resultantes da
criação cultural e da pesquisa científica e
tecnológica geradas na instituição
Objetivo Estratégico para 2010:
“…converter a União Europeia em uma economia
mundial mais dinâmica e competitiva, baseada no
conhecimento sustentável com mais e melhores
empregos e coesão social …”
Conselho Europeu de Lisboa 2000.
Pesquisa
Crescimento
e Emprego
Educação Inovação
EUROPEAN COMMISSION - Research DG
Marco Político :
Estratégia de Lisboa
Triângulo Virtuoso
Fonte:Angel Landabaso
Conselheiro C &T
Delegacao da Comissao Européia no Brasil
Novo Paradigma do Desenvolvimento
A Economia Sustentada pelo Conhecimento
DESENVOLVIMENTO
ECONÔMICO
Trabalho Capital
Produtividade
Pessoas Uso das TIC Inovacão e Ciência Impulso Emprendedor
• Nível de Formação
• Formação em C&T
• Formação em Gestão
•Inovação
•Investimento
• Uso
• Base de Ciência
• Difusão
• Ciência-Indústria
• Cultura “inovacão”
• Empresa Internacional
• Criatividade
• Capital Risco
•de Facilidade de Negociação
• Emp. Forte Crescimento
Entorno Favorável
Adaptado de Angel Landabaso
Conselheiro C & T
Delegação da Comissão Européia no Brasil
Aplicação do conhecimento
Conhecimento fundamental
Validação tecnológica
Demonstração Protótipos
Definição do produto
Desenvolv. do produto
Demonstração
Produção
Cenário pré-competitivo Cenário competitivo
CompartilhamentodePI
Escala do tempo
Modelos de Escopo de Projetos
na União Européia
Desenvolvimento Sustentável
“Desenvolvimento capaz
de suprir as necessidades
da geração atual, sem
comprometer a
capacidade de atender as
necessidades das futuras
gerações.
É o desenvolvimento que
não esgota os recursos
para o futuro.”
Definição da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e
Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas nos anos 70, para
discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento
econômico e a conservação ambiental.
“Desenvolvimento é
o processo de
transição de
determinada
estrutura econômica
e social a outras
estruturas que
possibilitem um nível
mais elevado das
forças produtivas.”Queiroz, Diomário.1971.
Une approche structurale du sous
développement et du développement. Paris.
Os sistemas vivos seguem processos naturais:
crescer, reproduzir, regenerar, reciclar, valorizar.
Os sistemas de colonização
e de industrialização do
Brasil obedecem o fluxo
linear de extrair, explorar,
vender, consumir, descartar.
Desenvolvimento: processo de mudança da
atitude de exploração à valorização!
EXPLORAÇÃO CONCENTRAÇÃO DE
RENDA
MISÉRIA
VALORIZAÇÃO MULTIPLICAÇÃO DA
RIQUEZA
MELHORIA DE VIDA
PARA TODOS
Desenvolvimento Social
O Desenvolvimento
Social pressupõe o
desenvolvimento
econômico sustentável,
com distribuição justa de
renda e inclusão social,
para o conjunto da
população
Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação
Desenvolvimento
científico e tecnológico
Desenvolvimento Social
“É imperativo reconhecer que a inovação é
elemento essencial para consolidar a
funcionalidade do trinômio ”
A educação, assim concebida, assegura a
sustentabilidade econômica, social e ambiental do
desenvolvimento do país .
Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia.LIVRO
BRANCO : CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO;Brasília
: Ministério da Ciência e Tecnologia, 2002.
Calendula officinalis
Inovação
Tecnologia
Ciência
Educação
Extensão
“A extensão significa a recuperação
da unidade do conhecimento
que fundamenta o ensino
e a pesquisa, pois recupera
sua dimensão do real.”
Queiroz, D. 1987. A Política de Extensão da UFSC:
Reflexos no Ensino de Serviço Social.
“A Universidade tende a ser cada vez mais aberta e
solidária, ter compromissos sociais, perseguir a
qualidade de vida da população como parte ativa do
processo de desenvolvimento, gerando
conhecimentos e atuando em conjunto com os demais
parceiros para a solução das grandes questões
regionais e nacionais.”
Nova Economia: Horizontes da Universidade
na Era do Conhecimento
ADQ:Indústria & Comércio, 1995
“Ou seja, uma Universidade empreendedora e que
não perca de vista tanto seu papel no ensino,
pesquisa e extensão quanto sua função libertária e
cultural, como guardiã dos princípios mais elevados
da cidadania e da relação livre entre as pessoas.”
ADQ:Indústria & Comércio, 1995
Nova Economia: Horizontes da Universidade
na Era do Conhecimento
A indústria por uma Educação Transformadora
Investir em educação reduz desigualdades
sociais.
Na indústria, promover a educação do
trabalhador não é só questão social, mas
iniciativa estratégica para a
competitividade.
Estudo da Confederação Nacional da
Indústria (CNI) aponta que quase 70% das
empresas sentem falta de trabalhadores
com formação adequada, seja ela
relacionada à educação básica ou
profissional.
Diário Catarinense
26/09/2012
Glauco José Corte - FIESC
1. O mundo do trabalho na sociedade em redes
2. A gestão do conhecimento para o
desenvolvimento sustentável
3. O Sapiens Parque, ambiente para pesquisa
acadêmica, inovação e sustentabilidade
Integração entre o Mundo
do Trabalho e a Pesquisa
Acadêmica
CAPÍTULO IV
DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Art. 177. A política científica e tecnológica
terá como princípios:
........................................................................
Parágrafo único. As universidades e demais
instituições públicas de pesquisa e as
sociedades cientificas participarão do
planejamento, da execução e da avaliação
dos planos e programas estaduais de
desenvolvimento cientifico e pesquisa
científica e tecnológica.
A Lei Catarinense da
Inovação - Lei 14.328, de 15
de janeiro de 2008 dispõe
sobre incentivos à pesquisa
científica e tecnológica e à
inovação no ambiente
produtivo no Estado de
Santa Catarina, visando à
capacitação em ciência,
tecnologia e inovação, o
equilíbrio regional e o
desenvolvimento econômico
e sustentável.
Baseada na Lei
Brasileira de Inovação
Lei 10.973, de 2004
PCCT&I
“É a síntese do passado de
trabalho competente de
muitas pessoas e
instituições, e, ao mesmo
tempo, o desafio
estratégico que une
governo, academia e
agentes econômicos e
sociais, visando à
qualidade de vida dos
habitantes e ao
desenvolvimento de
Santa Catarina, com
sustentabilidade
ambiental e equilíbrio
regional.”
Desenvolvimento Regional
Sustentável com Base em
Educação, Ciência,
Tecnologia e Inovação
Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e
Tecnológica do Estado de Santa Catarina
Tem por finalidade o apoio e o fomento à pesquisa científica e
tecnológica, para o avanço de todas as áreas do conhecimento,
para o equilíbrio regional, o desenvolvimento sustentável e a
melhoria da qualidade de vida da população do Estado de Santa
Catarina.
Rede Catarinense de Ciência
e Tecnologia - RCT
Instrumentos e Instituições de Pesquisa
RCT: Expansões 2003 e 2004
UNESC 2 – 10 Mbps
UNISUL PALHOÇA 2 – 10 Mbps
SOCIESC 512 Kbps– 10 Mbps
SOFTPÓLIS 256 - 512 Kbps
FACVEST 2 Mbps
Escola Técnica Vale do Rio do Peixe 128 – 512
Kbps
Instituto de Cardiologia 128 – 512 Kbps
Centro Administrativo do Governo
128 Kbps– 2 Mbps
CEDUP Tubarão 128 - 256 Kbps
UFSC
64 - 512 Kbps Maricultura
128 - 512 Kbps Farmacologia
2 Mbps Oficina
256 Kbps Aqüicultura
256 Kbps TV
UFSC
Colégio Agrícola
64 – 128 Kbps
Expansão da RCT
Contrato Brasil Telecom
155 Mbps – Tecnologia Gigabit
Roteador ATM
doado pela ACAFE:
R$ 258.000,00
Disseminação da Educação Superior
Leonardo da Vinci
(1452 - 1519)
Fonte: INEP 2007: http://www.inep.gov.br/superior/censosuperior/
Matrículas nas Instituições de Educação Superior em
Santa Catarina 2001-2008.
Fonte: site da UFSC, da ACAFE e da AMPESC
* associadas à AMPESC.
Galileu Galilei
(1564 - 1642)
Matrículas/ano
Sistema 2001 2005 2006 2007 2008
UFSC 17.111 18.651 22.240 25.737 24.157
Instituições do Sistema ACAFE 112.722 143.153 142.803 159.572 157.520
Instituições de Ensino Superior
Particular*
11.964 41.598 69.453 79.600 121.500
TOTAL 141.797 196.597 233.845 264.909 303.177
Disseminação da Educação Superior
Parques Tecnológicos e Incubadoras em SC
IESJ - São José
SC-Entretenimento
Florianópolis
ACITA - Itapema
2007: 35 incubadoras/pré-incubadoras
ITFETEP
São Bento do Sul
UNC CETEC
Curitibanos
G-TEC
Rio do Sul
JARAGUATEC
Pré Incubadora da Unerj
2004: 30 incubadoras/pré-incubadoras
CITEB
Biguaçu
Inc. UnivaliInc. Unifebe
ACIT/INCEVALE
Tijucas
Base Tecnológica Unisul
Software
Pré-Incubadora de São
Miguel Agronegócios
NECTAR
Informática, Biotecnologia
e Alimentos
TECNOVALE -
do Rio do Peixe
IAC – Agroindustrial
de Concórdia
Incubadora Virtual de
Empresas da Uniplac
MIDI Lages
Agronegócios - Fapeu
Software - Senai/CTAI
Eng. Biomédica
CONTESTEC - Planalto Norte
Carvão
Incubadora de Itá
INTECH Chapecó
GENE Blumenau
SOFTVILLE
BLUSOFT
MIDIVILLE
MIDISUL
MIDIOESTE
CELTA
GENESS/FEESC
MIDI Tecnológico/SEBRAE
2002: 10 incubadoras
2010: + 13 aprovadas CP 12/2009
INOVASUL
Incubadora
Ibirama
Incubadora
Luzerna
Incubadora
Caçador
2009: 44 incubadoras/pré-incubadoras
Organização Sistêmica Empresarial
SOFTVILLE
ABRADI
ACATE
ASSESPRO-SC
SUCESU-SC
BLUSOFT
CÂMARA e-NET
CDI-SC
CETIC
FECOAGRO
FIESC
FUNDAÇÃO CERTI
OCESC
SEBRAE/SC
SIESC
SEINFLO
SEPIJ
SEPROSC
Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia
Conceito
SINAPSE
PROTÓTIPO
PN
• Projetos
C&T
• Teses
• Dissertaç
ões
• TCC
MCTI
CAPES
CNPQ
FINEP
FAPs
EMPRESA
CONSOLIDADA
SUBVENÇÃOPRIME
EMPRESA
NASCENTE
SEBRAETEC
MPEs
“ TRANSFORMAR CONHECIMENTO E IDEIAS CRIATIVAS
EM EMPREENDIMENTOS DE SUCESSO ”
Verticais
ACATE – ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE EMPRESAS DE TECNOLOGIA PROJETOS
2010 – JAMILE SABATINI MARQUES
9 verticais
estabelecidas
Mais de 70 empresas
participantes
Conquista de novas
adesões
Comunicação entre
verticais
Acompanhamento nas
reuniões
Organização e controle das
empresas participantes
Equipe:
Gabriel
Kamila
2015
SC: Trajetória Estratégica da Inovação
Incubadora
1986
Projeto Sapiens
2001
Parqtec Alfa
1993
CELTA
19951991
Tecnópolis
1984
CERTI
2008
Sapiens Parque
2006
Marco Zero
Sapiens
1960
Parqtec Alfa e CELTA
Parque tecnológico
75 empresas de tecnologia instaladas
Mais de 3.000 postos de trabalho
Receitas anuais de R$ 400 milhões
Incubadora celta
42 empresas incubadas e 135 graduadas
Mais de 600 postos de trabalho
Receitas anuais de R$ 45 M (R$ 600 M
graduadas)
Parqtec Alfa e Celta
Inovação e
Empreendedorismo
em Florianópolis
• 600 empresas de tecnologia
• 3 Parques Tecnológicos
• 6 Incubadoras de Empresas
• 15 Universidades
• 8 Centros de Tecnologia
• 7 Complexos Empresariais para
Empresas de Tecnologia
• Investimentos diretos do Estado de
R$ 50 milhões ao longo de 25 anos
• Setor com maior arrecadação de
impostos – cerca de R$ 150
milhões anuais
• Mudança do perfil econômico e
cultural da região
Setor de
Tecnologia
Florianópolis
600 EBTs
R$ 72 M
ISS 2014
+20%
R$ 2,2 Bi
Receitas
(18% PIB)
R$ 500 M
demais
impostos
15.000
empregos
diretos
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C&T
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Consumo
EcoFloripa – Ecossistema de
Empreendedorismo e Inovação
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novos produtos e serviços para a sociedade,
promovendo o desenvolvimento sustentável
sócio-econômico-ambiental da região
TURISMO
PESSOAS CAPITAL
GESTÃO
PÚBLICOSERVIÇOS
ARTIS
NATURALIUM
SCIENTIA GENS
INFRA & SERVÇOS
TECNOLOGIA
GOVERNO
ACADEMIA
EMPRESAS
SOCIEDADE
Modelo Conceitual
Marco Zero e Estúdios de
Animação
Em Construção
Iniciando
Construído
Reserva p/ Permuta
Negociado
Em negociação
Disponível
Unidades de ICTs
13 mil m2 construídos
9 mil m2 em construção
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TOTAL – 36 mil m2
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GENS CVFI Museus
Virtuais
Fundo de
Sustentabilidade
Realização do Modelo
Conceitual
SCIENTIA
NATURALIUM
Parque
Natural
TURISMO
Centro de
EventosArena
Sapiens
Edital
Flat
Edital
Hotel
ARTIS Edital Centro
Design
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Águas
Escola
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Energia
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De Justiça
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Dellajustina
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Localização
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Ilha
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Arena Sapiens
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Áreas Permutadas:
• 17 unidades permutadas
• 03 tipos de produtos imobiliários – Via
Sapiens, Borda do Lago e Via Parque
• Área de uso privativo total = 43.141,73
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Infraestrutura:
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Integração entre Trabalho e Pesquisa

  • 1. Disciplina: Design Instrucional Professora: ARACI HACK Catapan, Dra. Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Palestrante: Antônio Diomário de Queiroz, Dr. Palestra: Integração entre o Mundo do Trabalho e a Pesquisa Acadêmica Florianópolis, 3 de setembro de 2015
  • 2. 1. O mundo do trabalho na sociedade em redes 2. A gestão do conhecimento para o desenvolvimento sustentável 3. O Sapiens Parque, ambiente para pesquisa acadêmica, inovação e sustentabilidade Integração entre o Mundo do Trabalho e a Pesquisa Acadêmica
  • 3. 1. O mundo do trabalho na sociedade em redes 2. A gestão do conhecimento para o desenvolvimento sustentável 3. O Sapiens Parque, ambiente para pesquisa acadêmica, inovação e sustentabilidade Integração entre o Mundo do Trabalho e a Pesquisa Acadêmica
  • 4. Florianópolis, 19 de setembro de 2000
  • 5. “A produção está na essência da vida empresarial, uma vez que representa o ato de criação”. ( Nigel Slack ) A função objetivo da engenharia de produção é criar a riqueza para a sociedade por meio da agregação de valor no processo de transformação de insumos em produtos. Diomário Queiroz
  • 6. PRODUTIVIDADE RENTABILIDADE O&M Custos - Padrões Pesquisa Operacional PCP Controle de Qualidade Engenharia de Controle TGA Contabil. De Custos Ratios Econ. Financeiros Orçamento Empresarial TQC Contabilidade Gerencial Emergência da Engenharia Industrial
  • 7. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DA FABRICAÇÃO AOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO SIG’s e SAD’s, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO QUALIDADE TOTAL, ABM - ABC INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, FLEXIBILIDADE GESTÃO DO CONHECIMENTO LOGÍSTICA, BENCHMARKING AUTOCONTROLE, APRENDIZAGEM GESTÃO AMBIENTAL COMPETITIVIDADE Emergência da Engenharia de Produção
  • 8. Peter Drucker. Peter Senge. “O crescimento econômico não poderá mais ser proveniente do aumento de trabalhadores ou de demanda. Ele só será viável a partir de um aumento sensível e contínuo da produtividade do conhecimento” “Cada vez mais, as organizações bem-sucedidas estão conseguindo vantagem competitiva com a criação e a troca contínua de novos conhecimentos”
  • 9. Management, nº 18, novembro-dezembro 1998, p. 9 O Engenheiro de Produção do Século XXI A nova economia, além de afirmar os atributos contemporâneos do Engenheiro de Produção, ampliará, via rede, seus espaços de trabalhos, como profissional do conhecimento, responsável pela identificação e transformação de oportunidades inovadoras em negócios de elevado valor agregado, com ampla dispersão social. Antônio Diomário de Queiroz Florianópolis, setembro de 2000
  • 10.  É global  Favorece coisas intangíveis: ideias, informação, relacionamentos  É intensamente interligada “Se você quer entrever onde estará o futuro do seu setor, imagine-o como um negócio construído inteiramente em torno do abstrato, mesmo que no momento você o veja alicerçado no concreto”. Kelvin Kelly A Nova Economia
  • 11. Símbolo deste Século: A Rede A dinâmica de nossa sociedade obedece progressivamente à lógica das redes. Entender como funcionam as redes é a chave para entender como funciona a sociedade. Adaptado de Kelvin Kelly A rede não tem centro nem órbitas nem certeza. Ela é uma teia indefinida de causas.
  • 12. Gera uma quantidade imensa de oportunidades Faz abrir sistemas fechados Promove a cultura participativa e a integração REDE Impele o valor Sociedade em Redes
  • 13. Conhecimento é fator de produção determinante da formação do valor para o desenvolvimento regional na sociedade contemporânea Neri dos Santos, Dr. Ing
  • 14. O conhecimento se dá nas pessoas.
  • 15. “Os sistemas tecnológicos se produzem socialmente e a produção social vem determinada pela cultura”. CASTELLS, M.2001 La Galaxia Internet (Reflexiones sobre Internet, empresa y sociedad). Redes Sociais
  • 16. São formas de compartilhamento de informações e ideias entre usuários com os mesmos gostos e estilos. Fonte: http://www.mestreseo.com.br/category/redes-sociais Redes Sociais
  • 17. A inovação é a convergência da história de diversas pessoas para encontrar uma solução de futuro. 2003. Queiroz, Diomário Inovação
  • 18. “Inovação é a implementação com êxito de ideias criativas” Marc Adam vice presidente de marketing da 3M Importância da Inovação
  • 19. Criatividade é uma habilidade humana, a qual permite chegar a soluções novas para problemas a partir de associação de informações anteriores. Criatividade http://www.eps.ufsc.br/disserta99/queiroz Alexandre Hering de Queiroz
  • 21. Resultados da Pesquisa Publicações novo conhecimento Protótipos Sistemas inovadores Modelos Artigos Dissertações CD-rom Livros Teses
  • 22. Inovação e Criatividade Inovar é introduzir algo novo na realidade. A Imaginação prepara essa introdução. Marc Giget Das idéias à realização Generalização de idéias Fusão Seleção Enriqueci- mento Pitch Lançamento Brief Projetos Realização Adaptado de Marc Giget
  • 23.
  • 24. Criatividade direcionada para resultados Criatividade Produtiva Neri dos Santos, Dr. Ing
  • 25. Tecnologia Processo contínuo po meio do qual a humanidade molda, modifica e gera a sua qualidade de vida. Bueno, Natalia de Lima CEFET-PR. 1999)
  • 26. Tecnologias de Informação e Comunicação A emergência e difusão de novas tecnologias vinculadas à informática e microeletrônica, à telemática, à biotecnologia, aos novos materiais e à química fina provocam mudanças fundamentais nas organizações, no trabalho e no emprego. Engº Sérgio Roberto Arruda
  • 27. Trabalho e Emprego 1. Mudanças no conteúdo do trabalho 2. Mudanças nas formas de emprego Duas questões importantes emergem como resultado da globalização: Adaptado de Engº Sérgio Roberto Arruda
  • 28. Conteúdo do Trabalho  Uso de inovações tecnológicas nos processos produtivos  Flexibilização de produtos, de processos e de pessoas (trabalhadores multifuncionais) Engº Sérgio Roberto Arruda
  • 29. Engº Sérgio Roberto Arruda recepcionistas, guarda livros, digitadores, arquivistas, mestres e contramestres, supervisores e gerentes médios.  Diminuição de ocupações tradicionais como: Conteúdo do Trabalho
  • 30. Novas Formas de Trabalho  Crescimento da prestação de serviços.  Exigência de maior qualificação e maior compreensão do processo produtivo total e uma grande disposição para mudanças. Engº Sérgio Roberto Arruda
  • 31. Perfil Técnico do Novo Profissional Competências e conhecimentos alinhados com a necessidade das pessoas Flexibilidade Motivação para continuar os estudos Engº Sérgio Roberto Arruda
  • 32.  Confiança em si mesmo  Capacidade de conviver com pessoas de diferentes meios  Modo de vida equilibrado e saudável  Conhecimento de outras línguas  Compreensão de outros países do mundo Engº Sérgio Roberto Arruda Perfil Humano do Novo Profissional
  • 33. É um especialista legalmente habilitado para a pesquisa e desenvolvimento de sistemas digitais que integram de forma inovadora tecnologias emergentes do setor eletrônico e que atuam na comercialização, na operação e na manutenção de tais sistemas. CEFET-SC Tecnólogo em Sistemas Digitais
  • 34. CEFET-SC Tecnólogo em Automação Industrial É um especialista para desempenhar atividades no setor industrial com tecnologia emergente em sistemas automatizados, com qualificação em sistemas eletromecânicos, em automação da manufatura e em controle de processos.
  • 35. CEFET-SC Tecnólogo em Design de Produto É profissional habilitado a trabalhar no projeto de objetos, de equipamentos e de sistemas industrializáveis, da identificação da necessidade à construção do protótipo final, podendo empregar todo o conhecimento desenvolvido sobre materiais e processos de fabricação, ênfase da sua formação. Suas decisões, portanto, serão baseadas no conhecimento do ser humano, das artes e da tecnologia.
  • 36. Em todos os campos de conhecimento, o ensino de qualidade se definirá pela formação do profissional crítico, agente transformador da sociedade, consciente de sua cidadania, capaz de enfrentar e solucionar problemas, a mente aberta para um processo contínuo de educação. Diomário: O ensino, a universidade e o mundo novo, 1994 O Profissional do Mundo Novo
  • 37. “As profissões estão atravessando um momento de transição. Aqueles que se aferrarem ao passado e resistirem às mudanças vão se afundar na massificação. Por outro lado, os que se mostrarem aptos a agregar valor - mediante a sua liderança, os seus relacionamentos e sua criatividade – não só transformarão o setor como vão fortalecer seus relacionamentos com os clientes.”
  • 38. Já não é necessário que todos trabalhem para produzir as coisas de que precisamos, e que esse simples fato muda praticamente tudo.(...) Embora o ascendente "setor do conhecimento" e novos mercados exteriores devam gerar uma nova safra de empregos, ela será muito reduzida para absorver as imensas quantidades de trabalhadores dispensados pelas novas tecnologias. (...) Há uma inquietante relação entre o desemprego tecnológico intensificado e a crescente incidência do crime e da violência em todo o mundo. (...) O autor alerta para o fato de o fim dos empregos constituir o colapso da civilização como a conhecemos e assinalar os primórdios de uma grande transformação social e um renascimento do espírito humano.
  • 39. “Cisne Negro” é um acontecimento que, por definição, cumpre três condições: está fora do âmbito das expectativas porque nada no passado indica sua possibilidade, produz forte impacto e, apesar de não ter sido esperado, torna-se claro e previsível em retrospectiva.(...) A metáfora do cisne negro alude à fragilidade de nosso conhecimento e aos limites do aprendizado baseado na observação e na experiência. Na Austrália, acreditava-se que todos os cisnes eram brancos. Quando foi visto pela primeira vez um exemplar negro, ficou demonstrada a falseabilidade do conhecimento fundado em milhares de anos de observações. (...) Somos melhores com a desordem. Em "Antifrágil", o filósofo libanês Nassim Taleb defende que não devemos evitar o caos para podermos crescer.(...)
  • 40. Desemprego na Europa - Domenico de Masi Clicar sobre a figura para ver o Vídeo
  • 41. 1. O mundo do trabalho na sociedade em redes 2. A gestão do conhecimento para o desenvolvimento sustentável 3. O Sapiens Parque, ambiente para pesquisa acadêmica, inovação e sustentabilidade Integração entre o Mundo do Trabalho e a Pesquisa Acadêmica
  • 42. Estabelecer e executar processos que propiciem a geração do conhecimento para resolver problemas no trabalho O que é Gestão do Conhecimento ? Neri dos Santos, Dr. Ing
  • 43. NEWMAN, Willian H., 1980 A gestão consiste em orientar, dirigir e controlar os esforços de um grupo de pessoas para um objetivo comum. Conceito de Gestão
  • 44. NÍVEL DE GESTÃO OPERACIONAL ESTRATÉGICO A POSTERIORI MOMENTO A PRIORI (PROATIVO) A ZONA A: Prática de Ontem Fonte: Hugues Boisvert D ZONA D: Prática de Amanhã C ZONA C: Teoria de Hoje B ZONA B: Prática de Hoje Momento de Intervenção e Nível de Gestão
  • 45. Sistemas de Valores Sistemas de Limites Sistema Diagnóstico Estratégias Intencionais Estratégias RealizadasSistema Interativo Estratégias Emergentes Sistemas de Controle da Gestão Estratégica Espaço de Oportunidades Robert Simons, Levers of Control, 1995
  • 46. Gestão Estratégica Metas Gestão por Processos Atividades Visão e Valores Objetivos Estratégicos Necessidades de informações Arquitetura da Informação MelhoriaContínua MelhoriaContínua Estratégia Diomário Conceito Renovado de Gestão Gestão da Performance Indicadores de Gestão - FCS Flexibilidade Flexibilidade
  • 47. Não podendo evitar os eventos externos, a empresa se organiza com flexibilidade e estimula internamente a adaptação da estrutura e a melhoria das atividades, num clima favorável à aprendizagem e à mudança.
  • 48. A economia da era do conhecimento oferece recursos ilimitados pois a capacidade humana de gerar conhecimentos é infinita. O conhecimento cresce quando é compartilhado. Neri dos Santos, Dr. Ing
  • 49. A criação do valor é resultado de milhares de decisões tomadas por pessoas e entidades todo o dia. O valor é criado e destruído, cada decisão no seu tempo. Assim, é necessário constantemente criar e controlar valor!! Criar e Controlar Valor
  • 50. Inovação e Competitividade CRIAÇÃO DO CONHECIMENTO CONTÍNUA INOVAÇÃO VANTAGEM COMPETITIVA Denise/Senai
  • 51. ADQ: Resposta ao Jornal da Andes, 1994 “A Universidade tem a responsabilidade social de alimentar continuamente com novos conhecimentos o processo de desenvolvimento econômico e social de um país.” Responsabilidade Social da Universidade
  • 52. CAPÍTULO III Seção I – DA EDUCAÇÃO “As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”. A Constituição Federal dispõe em seu Art. 207: Responsabilidade Social da Universidade
  • 53. Desenvolvimento Social e Melhoria da Qualidade de Vida Ensino ExtensãoPesquisaE d u c a ç ã o
  • 54. Capítulo IV: da Ciência e Tecnologia Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico, a pesquisa e a capacitação tecnológicas. § 1º - A pesquisa científica básica receberá tratamento prioritário do Estado, tendo em vista o bem público e o progresso das ciências. § 2º - A pesquisa tecnológica voltar-se-á preponderantemente para a solução dos problemas brasileiros e para o desenvolvimento do sistema produtivo nacional e regional. § 3º - O Estado apoiará a formação de recursos humanos nas áreas de ciência, pesquisa e tecnologia, e concederá aos que delas se ocupem meios e condições especiais de trabalho.
  • 55. Capítulo IV: da Ciência e Tecnologia Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico, a pesquisa e a capacitação tecnológicas. ..................................................................................................... ........ § 4º - A lei apoiará e estimulará as empresas que invistam em pesquisa, criação de tecnologia adequada ao País, formação e aperfeiçoamento de seus recursos humanos e que pratiquem sistemas de remuneração que assegurem ao empregado, desvinculada do salário, participação nos ganhos econômicos resultantes da produtividade de seu trabalho.
  • 56. VI – estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade CAPÍTULO IV - Da Educação Superior Art. 43º. A educação superior tem por finalidade: Diretrizes e Bases da Educação Nacional Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. VII – promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição
  • 57. Objetivo Estratégico para 2010: “…converter a União Europeia em uma economia mundial mais dinâmica e competitiva, baseada no conhecimento sustentável com mais e melhores empregos e coesão social …” Conselho Europeu de Lisboa 2000. Pesquisa Crescimento e Emprego Educação Inovação EUROPEAN COMMISSION - Research DG Marco Político : Estratégia de Lisboa Triângulo Virtuoso Fonte:Angel Landabaso Conselheiro C &T Delegacao da Comissao Européia no Brasil
  • 58. Novo Paradigma do Desenvolvimento A Economia Sustentada pelo Conhecimento DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Trabalho Capital Produtividade Pessoas Uso das TIC Inovacão e Ciência Impulso Emprendedor • Nível de Formação • Formação em C&T • Formação em Gestão •Inovação •Investimento • Uso • Base de Ciência • Difusão • Ciência-Indústria • Cultura “inovacão” • Empresa Internacional • Criatividade • Capital Risco •de Facilidade de Negociação • Emp. Forte Crescimento Entorno Favorável Adaptado de Angel Landabaso Conselheiro C & T Delegação da Comissão Européia no Brasil
  • 59. Aplicação do conhecimento Conhecimento fundamental Validação tecnológica Demonstração Protótipos Definição do produto Desenvolv. do produto Demonstração Produção Cenário pré-competitivo Cenário competitivo CompartilhamentodePI Escala do tempo Modelos de Escopo de Projetos na União Européia
  • 60. Desenvolvimento Sustentável “Desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.” Definição da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas nos anos 70, para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.
  • 61. “Desenvolvimento é o processo de transição de determinada estrutura econômica e social a outras estruturas que possibilitem um nível mais elevado das forças produtivas.”Queiroz, Diomário.1971. Une approche structurale du sous développement et du développement. Paris.
  • 62. Os sistemas vivos seguem processos naturais: crescer, reproduzir, regenerar, reciclar, valorizar.
  • 63. Os sistemas de colonização e de industrialização do Brasil obedecem o fluxo linear de extrair, explorar, vender, consumir, descartar.
  • 64. Desenvolvimento: processo de mudança da atitude de exploração à valorização! EXPLORAÇÃO CONCENTRAÇÃO DE RENDA MISÉRIA VALORIZAÇÃO MULTIPLICAÇÃO DA RIQUEZA MELHORIA DE VIDA PARA TODOS
  • 65. Desenvolvimento Social O Desenvolvimento Social pressupõe o desenvolvimento econômico sustentável, com distribuição justa de renda e inclusão social, para o conjunto da população
  • 66. Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação Desenvolvimento científico e tecnológico Desenvolvimento Social
  • 67. “É imperativo reconhecer que a inovação é elemento essencial para consolidar a funcionalidade do trinômio ” A educação, assim concebida, assegura a sustentabilidade econômica, social e ambiental do desenvolvimento do país . Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia.LIVRO BRANCO : CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO;Brasília : Ministério da Ciência e Tecnologia, 2002. Calendula officinalis Inovação Tecnologia Ciência Educação
  • 68. Extensão “A extensão significa a recuperação da unidade do conhecimento que fundamenta o ensino e a pesquisa, pois recupera sua dimensão do real.” Queiroz, D. 1987. A Política de Extensão da UFSC: Reflexos no Ensino de Serviço Social.
  • 69. “A Universidade tende a ser cada vez mais aberta e solidária, ter compromissos sociais, perseguir a qualidade de vida da população como parte ativa do processo de desenvolvimento, gerando conhecimentos e atuando em conjunto com os demais parceiros para a solução das grandes questões regionais e nacionais.” Nova Economia: Horizontes da Universidade na Era do Conhecimento ADQ:Indústria & Comércio, 1995
  • 70. “Ou seja, uma Universidade empreendedora e que não perca de vista tanto seu papel no ensino, pesquisa e extensão quanto sua função libertária e cultural, como guardiã dos princípios mais elevados da cidadania e da relação livre entre as pessoas.” ADQ:Indústria & Comércio, 1995 Nova Economia: Horizontes da Universidade na Era do Conhecimento
  • 71. A indústria por uma Educação Transformadora Investir em educação reduz desigualdades sociais. Na indústria, promover a educação do trabalhador não é só questão social, mas iniciativa estratégica para a competitividade. Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que quase 70% das empresas sentem falta de trabalhadores com formação adequada, seja ela relacionada à educação básica ou profissional. Diário Catarinense 26/09/2012 Glauco José Corte - FIESC
  • 72. 1. O mundo do trabalho na sociedade em redes 2. A gestão do conhecimento para o desenvolvimento sustentável 3. O Sapiens Parque, ambiente para pesquisa acadêmica, inovação e sustentabilidade Integração entre o Mundo do Trabalho e a Pesquisa Acadêmica
  • 73. CAPÍTULO IV DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Art. 177. A política científica e tecnológica terá como princípios: ........................................................................ Parágrafo único. As universidades e demais instituições públicas de pesquisa e as sociedades cientificas participarão do planejamento, da execução e da avaliação dos planos e programas estaduais de desenvolvimento cientifico e pesquisa científica e tecnológica.
  • 74. A Lei Catarinense da Inovação - Lei 14.328, de 15 de janeiro de 2008 dispõe sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo no Estado de Santa Catarina, visando à capacitação em ciência, tecnologia e inovação, o equilíbrio regional e o desenvolvimento econômico e sustentável. Baseada na Lei Brasileira de Inovação Lei 10.973, de 2004
  • 75. PCCT&I “É a síntese do passado de trabalho competente de muitas pessoas e instituições, e, ao mesmo tempo, o desafio estratégico que une governo, academia e agentes econômicos e sociais, visando à qualidade de vida dos habitantes e ao desenvolvimento de Santa Catarina, com sustentabilidade ambiental e equilíbrio regional.”
  • 76. Desenvolvimento Regional Sustentável com Base em Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação
  • 77. Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina Tem por finalidade o apoio e o fomento à pesquisa científica e tecnológica, para o avanço de todas as áreas do conhecimento, para o equilíbrio regional, o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população do Estado de Santa Catarina.
  • 78. Rede Catarinense de Ciência e Tecnologia - RCT Instrumentos e Instituições de Pesquisa
  • 79. RCT: Expansões 2003 e 2004 UNESC 2 – 10 Mbps UNISUL PALHOÇA 2 – 10 Mbps SOCIESC 512 Kbps– 10 Mbps SOFTPÓLIS 256 - 512 Kbps FACVEST 2 Mbps Escola Técnica Vale do Rio do Peixe 128 – 512 Kbps Instituto de Cardiologia 128 – 512 Kbps Centro Administrativo do Governo 128 Kbps– 2 Mbps CEDUP Tubarão 128 - 256 Kbps UFSC 64 - 512 Kbps Maricultura 128 - 512 Kbps Farmacologia 2 Mbps Oficina 256 Kbps Aqüicultura 256 Kbps TV UFSC Colégio Agrícola 64 – 128 Kbps Expansão da RCT Contrato Brasil Telecom 155 Mbps – Tecnologia Gigabit Roteador ATM doado pela ACAFE: R$ 258.000,00
  • 80. Disseminação da Educação Superior Leonardo da Vinci (1452 - 1519) Fonte: INEP 2007: http://www.inep.gov.br/superior/censosuperior/
  • 81. Matrículas nas Instituições de Educação Superior em Santa Catarina 2001-2008. Fonte: site da UFSC, da ACAFE e da AMPESC * associadas à AMPESC. Galileu Galilei (1564 - 1642) Matrículas/ano Sistema 2001 2005 2006 2007 2008 UFSC 17.111 18.651 22.240 25.737 24.157 Instituições do Sistema ACAFE 112.722 143.153 142.803 159.572 157.520 Instituições de Ensino Superior Particular* 11.964 41.598 69.453 79.600 121.500 TOTAL 141.797 196.597 233.845 264.909 303.177 Disseminação da Educação Superior
  • 82. Parques Tecnológicos e Incubadoras em SC IESJ - São José SC-Entretenimento Florianópolis ACITA - Itapema 2007: 35 incubadoras/pré-incubadoras ITFETEP São Bento do Sul UNC CETEC Curitibanos G-TEC Rio do Sul JARAGUATEC Pré Incubadora da Unerj 2004: 30 incubadoras/pré-incubadoras CITEB Biguaçu Inc. UnivaliInc. Unifebe ACIT/INCEVALE Tijucas Base Tecnológica Unisul Software Pré-Incubadora de São Miguel Agronegócios NECTAR Informática, Biotecnologia e Alimentos TECNOVALE - do Rio do Peixe IAC – Agroindustrial de Concórdia Incubadora Virtual de Empresas da Uniplac MIDI Lages Agronegócios - Fapeu Software - Senai/CTAI Eng. Biomédica CONTESTEC - Planalto Norte Carvão Incubadora de Itá INTECH Chapecó GENE Blumenau SOFTVILLE BLUSOFT MIDIVILLE MIDISUL MIDIOESTE CELTA GENESS/FEESC MIDI Tecnológico/SEBRAE 2002: 10 incubadoras 2010: + 13 aprovadas CP 12/2009 INOVASUL Incubadora Ibirama Incubadora Luzerna Incubadora Caçador 2009: 44 incubadoras/pré-incubadoras
  • 83. Organização Sistêmica Empresarial SOFTVILLE ABRADI ACATE ASSESPRO-SC SUCESU-SC BLUSOFT CÂMARA e-NET CDI-SC CETIC FECOAGRO FIESC FUNDAÇÃO CERTI OCESC SEBRAE/SC SIESC SEINFLO SEPIJ SEPROSC
  • 84. Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia
  • 85. Conceito SINAPSE PROTÓTIPO PN • Projetos C&T • Teses • Dissertaç ões • TCC MCTI CAPES CNPQ FINEP FAPs EMPRESA CONSOLIDADA SUBVENÇÃOPRIME EMPRESA NASCENTE SEBRAETEC MPEs “ TRANSFORMAR CONHECIMENTO E IDEIAS CRIATIVAS EM EMPREENDIMENTOS DE SUCESSO ”
  • 86. Verticais ACATE – ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE EMPRESAS DE TECNOLOGIA PROJETOS 2010 – JAMILE SABATINI MARQUES 9 verticais estabelecidas Mais de 70 empresas participantes Conquista de novas adesões Comunicação entre verticais Acompanhamento nas reuniões Organização e controle das empresas participantes Equipe: Gabriel Kamila
  • 87. 2015 SC: Trajetória Estratégica da Inovação Incubadora 1986 Projeto Sapiens 2001 Parqtec Alfa 1993 CELTA 19951991 Tecnópolis 1984 CERTI 2008 Sapiens Parque 2006 Marco Zero Sapiens 1960
  • 88. Parqtec Alfa e CELTA Parque tecnológico 75 empresas de tecnologia instaladas Mais de 3.000 postos de trabalho Receitas anuais de R$ 400 milhões Incubadora celta 42 empresas incubadas e 135 graduadas Mais de 600 postos de trabalho Receitas anuais de R$ 45 M (R$ 600 M graduadas) Parqtec Alfa e Celta
  • 89. Inovação e Empreendedorismo em Florianópolis • 600 empresas de tecnologia • 3 Parques Tecnológicos • 6 Incubadoras de Empresas • 15 Universidades • 8 Centros de Tecnologia • 7 Complexos Empresariais para Empresas de Tecnologia • Investimentos diretos do Estado de R$ 50 milhões ao longo de 25 anos • Setor com maior arrecadação de impostos – cerca de R$ 150 milhões anuais • Mudança do perfil econômico e cultural da região
  • 90. Setor de Tecnologia Florianópolis 600 EBTs R$ 72 M ISS 2014 +20% R$ 2,2 Bi Receitas (18% PIB) R$ 500 M demais impostos 15.000 empregos diretos R$ 150 M Eventos Negócios em C&T R$ 210 M Moradia/con strução civil R$ 700M Renda / Consumo EcoFloripa – Ecossistema de Empreendedorismo e Inovação
  • 92. O que é o Sapiens Parque ... Parque de Inovação e Sustentabilidade Um ambiente dotado de infraestrutura e sistemas para atrair/formar talentos e empreendimentos capazes de gerar ideias e conhecimentos e transformá-los em novos produtos e serviços para a sociedade, promovendo o desenvolvimento sustentável sócio-econômico-ambiental da região
  • 93. TURISMO PESSOAS CAPITAL GESTÃO PÚBLICOSERVIÇOS ARTIS NATURALIUM SCIENTIA GENS INFRA & SERVÇOS TECNOLOGIA GOVERNO ACADEMIA EMPRESAS SOCIEDADE Modelo Conceitual
  • 94. Marco Zero e Estúdios de Animação
  • 95.
  • 96. Em Construção Iniciando Construído Reserva p/ Permuta Negociado Em negociação Disponível Unidades de ICTs 13 mil m2 construídos 9 mil m2 em construção 14 mil m2 em fase inicial TOTAL – 36 mil m2 Investimentos – R$ 60 M Unidades “Públicas” 5 mil m2 construídos 4 mil m2 em construção 23 mil m2 em negociação TOTAL – 32 mil m2 Investimentos – R$ 64 M Unidades Privadas 2 mil m2 construídos 41 mil m2 em construção 46 mil m2 “vendidos” TOTAL – 119 mil m2 Investimentos – R$ 260 M 187 mil m2 – R$ 384 milhões de investimentos - 6 mil pessoas
  • 97. GENS CVFI Museus Virtuais Fundo de Sustentabilidade Realização do Modelo Conceitual SCIENTIA NATURALIUM Parque Natural TURISMO Centro de EventosArena Sapiens Edital Flat Edital Hotel ARTIS Edital Centro Design PÚBLICO Centro Pesq. Águas Escola Modelo Centro Pesq. Energia Tribunal De Justiça SERVIÇOS Edital Escola Edital Centro Comercial Restaurante Edital Via Sapiens Edital Centro de Serviços TECNOLOGIA Ahgora Permuta Infra 80 mil m2 Dellajustina
  • 98. InovaLab: Centro de Inovação
  • 100.
  • 102. Projetos Inovação SENAI Instituto Senai de Inovação na área de Sistemas Embarcados Escola do Futuro
  • 103. Centro de Inovação de Educação Básica Projeto da PMF para a inovação na educação básica Atividades artísticas-culturais, científicas, desportivas, informática, ciência e inovação voltadas para o desenvolvimento da comunicação, sociabilidade, raciocínio, disciplina e senso crítico para os alunos. Localização CIEB – Norte da Ilha
  • 105. Eventos, Cultura, Esportes, Lazer e Meio Ambiente Arena Sapiens
  • 106. Operação Permuta Áreas Permutadas: • 17 unidades permutadas • 03 tipos de produtos imobiliários – Via Sapiens, Borda do Lago e Via Parque • Área de uso privativo total = 43.141,73 • Potencial construtivo total = 81.828,29 m2 • Valor de Avaliação = R$ 28.445.000,00 • Potencial Construtivo viabilizado = 162.032,05 m2 (sendo 54.276,24 m2 já operacionalizados) • Valor do Pot. Const. Viab. = R$ 55,8 milhões (sem os operacionalizados) Infraestrutura: • 3,4 km de infraestrutura com pavimentação, iluminação pública, fornecimento de energia elétrica e abastecimento de água com reuso. • Estação de tratamento de esgoto com capacidade para até 7.200 pessoas • unidades permutadas • Investimento de R$ 33.854.486,89
  • 107. UFSC no Sapiens Parque Bio☼Santa
  • 109. CIEnP: CI e Ensaios Pré-Clínicos
  • 111. Novo Marco Legal de Cooperação Estratégia: Implantação do Parque Científico e Tecnólogico da UFSC no Sapiens Parque Florianópolis, 13 de Agosto de 2015
  • 112. Estimativa de Resultados - 2025 • 30 mil postos de trabalho • 260 unidades para edificações • 1,3 milhões de m2 construídos • R$ 1,6 bilhões de investimentos nos Empreendimentos • R$ 150 milhões de investimento na infra-estrutura básica • 400 empresas inovadoras • R$ 2,5 bilhões/ano de receitas das empresas • R$ 450 milhões/ano em impostos • Entre 20 e 40 mil empregos indiretos