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DIFERENTES FACES DE UM MESMO PROBLEMA
PORQUE?
Violência por Atos, Palavras e Pensamentos
A
VIOLÊNCIA
21/Set/1981
27/Out/1986
30/Jan/1948
AS INSTITUIÇÕES,
(....), neste
momento
EXPERIMENTAM
DESEQUILÍBRIO, e o
respeito pelo
homem, pela sua
dignidade, pela
vida, CEDE LUGAR À
AGRESSÃO, aos
desajustes, ao
crime, à desonra,
que assumem
proporções
perturbadoras.
Vianna de Carvalho –
Atualidade do Pensamento Espírita
– Cap. 1.1 – Perg. 2
A VIOLÊNCIA NA SOCIEDADE
A VIOLÊNCIA x BULLYING
NO CONTEXTO FAMILIAR
NO CONTEXTO PROFISSIONAL
Os bullies crescidos e mais experientes podem ser identificados na
figura de :
PAIS,
CÔNJUGES OU
IRMÃOS DOMINADORES, manipuladores e perversos, capazes de
destruir a saúde física e mental, e a autoestima de seus alvos
prediletos.
Costumam ser:
CHEFES OU COLEGAS TIRANOS, “mascarados” e impiedosos.
PROFISSIONAIS NEGLIGENTES E INSENSÍVEIS com os seus enfermos.
Ana Beatriz Barbosa Silva – Bullying – mentes perigosas nas Escolas – Cap. 1
COMO QUEM
ONDE
Crianças
Jovens
Adultos
Idosos
Pessoas com necessidades
especiais
Verbal
Físico+Material
Psicológico+Moral+Social
Sexual
Virtual
BULLYING – MULTI FACES
Na Escola
No Trabalho
Em Casa
No caminho para a
Escola
Na Comunidade
No Cyberespaço
PORQUE
O QUE É
O QUE FAZER
CONSEQUÊNCIAS
ASSÉDIO x BULLYING
Intimidação sistemática, quando há
violência física ou psicológica em atos de
humilhação ou discriminação
Ameaça àqueles que defendem o
ecossistema ou reivindicam direitos
relativos ao meio ambiente.
Pressão relacionada à venda de imóveis e
modificação de contratos com o objetivo
de apoderar-se de uma área.
Intromissão ilícita e abusiva na
intimidade de uma pessoa feita por
profissionais de imprensa.
Coerção de natureza sexual que
pode se dar por qualquer forma:
palavras, escritos, gestos
Insistente comunicação publicitária
realizada por meio de Telefônico
Insistente comunicação publicitária
realizada por meio de E-mails
Domínio emocional estabelecido
por um adulto na relação com uma
criança com intensão de abuso
sexual
Perseguição decorrente de uma
obsessão que invade a intimidade
da vítima, incluindo insistente
contato telefônico, etc.
Estresse forçado imposto a trabalhadores
por meio de comportamentos humilhantes
e ameaçadores
Pressão de um grupo de pessoas que se
reúnem em frente ao domicílio da vítima
com o objetivo de denunciar injustiças
cometidas.
Ivanira Pancheri - O Assédio Laboral – Mobbing - USP
Assédio Escolar/Bullying Assédio Ambiental Assédio Imobiliário
Assédio Midiático Assédio Sexual Assédio Telemático
Spam Grooming Stalking
Straining Scratching
Ataque CONTÍNUO a determinado indivíduo –
ENTRE PARES
Ataque DIRETO OU INDIRETO
ISOLAMENTO Social (mobilização de opinião de
outras pessoas contra a vítima)
DESEQUILÍBRIO DE FORÇAS entre as partes
envolvidas
Agressões CAMUFLADAS por brincadeiras
BULLYING - O QUE É / CARACTERÍSTICAS GERAIS
INTENCIONALIDADE de causar danos
PERSISTÊNCIA e continuidade das agressões
contra o mesmo alvo
AUSÊNCIA DE MOTIVOS que justifiquem os
maus-tratos
DESIQUALDADE DE FORÇA ou poder entre
as partes
PREJUÍZOS resultantes às vítimas
Chamar nomes, fazer pouco, ameaçar os colegas;
Bater, empurrar, dar pontapés, tirar ou estragar as tuas coisas
Pôr de parte e ignorar os outros
O que o distingue das brincadeiras próprias do
desenvolvimento infanto-juvenil e regras de boa
convivência É A CRUELDADE com que é exercido.
INTIMIDAÇÃO
VEXATÓRIA SISTEMÁTICA
BULL  BULLY  BULLYING ⇒
Brutalizar, tiranizar, amedrontar
Valentão, tirano
Touro
“Violência no Ambiente Escolar” Profa. Dra. Cléo Fante
Dan Olweus
Massacre de
Columbine
Massacre do
Realengo
 Sueco - pioneiro e fundador da pesquisa sobre problemas de bullying.
1993/ Bullying at School
 Noruega/1978 - Universidade de Bergen
1978
1999
2011
2015
 Vítimas: 12 alunos + 1 Professor + 21 feridos.
 Agressores: 2 Alunos
 Vítimas: 12 alunos + 22 feridos.
 Agressor: 1 Ex Aluno
 Lei 13.185/2015
Lei de Combate a
Intimidação Sistemática
BULLYING – HISTÓRIA - MARCOS
 PeNSE – Pesquisa Nacional de Saúde Escolar/MEC/IBGE
 2009/2012/2015/2019
 2009 = SP – Lei 14.957
 2009 = RJ – Lei 5.089
 2000 = Pesquisa/São José do Rio Preto – Vítimas = 22%(2000 alunos)
 2002 = Pesquisa/Rio de Janeiro – Vítimas = 17%(5875 alunos)
Nos 66 ataques em
escolas que ocorreram
no mundo de 1966 a
2011, 87% dos
atiradores sofriam
bullying e foram
movidos pelo desejo de
vingança.
BULLYING – FORMAS/TIPOS
insultar, ofender, falar mal,
colocar apelidos pejorativos,
“zoar”
humilhar, amedrontar,
excluir, discriminar,
chantagear, intimidar,
difamar
bater, empurrar, beliscar,
roubar, furtar ou destruir
pertences da vítima
abusar, violentar, assediar,
insinuar
bullying realizado por meio
de ferramentas tecnológicas:
celulares, filmadoras,
internet.
VERBAL
FÍSICO/MATERIAL
PSICOLÓGICO/MORAL/SOCIA
L
SEXUAL
CYBERBULLYING
Ana Beatriz Barbosa Silva – Bullying – mentes perigosas nas Escolas – Cap. 1
BULLYCIDE – O QUE É
Psychology Today – Deborah Serani – Jun 02, 2018
 O maior risco de bullycide ocorre em crianças de 10 a 14 anos.
 Os estudantes que sofrem bullying têm 2,2 vezes mais chances de ter ideação
suicida e 2,6 vezes mais chances de tentar suicídio do que os que não sofrem
bullying.
 As meninas que sofrem bullying na escola a partir dos 8 anos correm um risco
significativamente maior de ideação suicida do que os meninos.
 Bullycide foi cunhado em 2001 pelo jornalista Neil Marr e Tim Field no livro
Bullycide: Death at Playtime .
 O bullycide geralmente ocorre com crianças que não conseguem lidar com o
abuso crônico do bullying e, não vendo outra maneira de escapar, morrem por
suicídio para acabar com o sofrimento.
CIBERBULLYING – CARACTERÍSTICAS
IBERDROLA – Cyberbullying:
o assédio nas redes sociais
EM GRUPO:
Na maioria dos casos, a
intimidação é feita por várias
pessoas.
ENTRE CONHECIDOS:
O mais comum é que o agressor e o
agredido sejam colegas de sala de
aula ou de mesma escola.
CAUSA DANO:
Gera problemas psicológicos e
sociais por meio de humilhações,
xingamentos, disseminação de
mentiras, etc.
COTIDIANO:
Os ataques não são pontuais. Eles
ocorrem com frequência.
ONLINE:
As redes sociais são as ferramentas
mais usadas para promover os
assédios, mas eles podem ser feitos
também via E-mail, etc.
CIBERBULLYING – O QUE FAZER
1) NÃO RESPONDA quando estiver com raiva.
2) PEÇA AJUDA de alguém que você confia, um colega, um amigo, seus Pais
ou um professional.
3) GUARDE EVIDÊNCIAS. Salve conversas, ofensas e agressões. Você pode
precisar.
4) Informações pessoais devem ser vistas por pessoas de confiança. SEJA
SELETIVO COM O QUE POSTA e compartilha.
5) NÃO ENVIE MENSAGENS quando está IRRITADO com alguém.
6) BLOQUEIE o agressor.
7) DENUNCIE para a própria rede social o usuário e o conteúdo postado.
8) DELETE/troque seu perfil.
9) Encare o assunto com SERIEDADE.
10)NÃO se torne um AGRESSOR.
Liga Acadêmica de Prevenção e Intervenção a Violência (Lapiv), da
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
BULLYING – QUEM VAI SABER
NINGUÉM
30%
Professor
10%
Amigo ou Irmão
30%
Adultos
30%
Agem assim, dominadas pela
falsa crença de que essa
postura é capaz de evitar
possíveis retaliações dos
agressores e
por acreditarem que, ao sofrerem
sozinhos e calados, pouparão
seus Pais da decepção de ter
um filho frágil, covarde e não
popular na escola.
A identificação precoce do bullying pelos responsáveis (pais e professores) é de suma importância.
A observação do comportamento dos filhos pelos Pais é fundamental, bem como o diálogo franco
entre eles.
Violência escolar e bullying - UNESCO - 2017
BULLYING – SINAIS DE ALERTA – Sofrendo o Bullying
ESCOLA
LAR
 NO RECREIO encontram-se isoladas do grupo.
 NA SALA DE AULA apresentam postura retraída.
 Faltam frequentemente às aulas.
 Mostram-se comumente TRISTES, DEPRIMIDAS OU AFLITAS.
 Nos jogos ou atividades em grupo sempre SÃO AS ÚLTIMAS A SEREM ESCOLHIDAS ou são
excluídas, aos poucos vão se desinteressando das atividades e tarefas escolares.
 MACHUGADOS PELO CORPO: apresentam hematomas, arranhões, cortes.
 MATERIAL ESCOLAR DANIFICADO: cadernos com folhas rasgadas, mochila danificada, lápis
quebrados, etc.
 QUEDA REPENTINA NO RENDIMENTO: o aproveitamento escolar cai, por vezes, drasticamente.
 DESAJUSTES ORGÂNICOS: frequentemente se queixam de dores de cabeça, enjoo, dor de
estômago, tonturas, vômitos, perda de apetite, insônia.
 MUDANÇAS DE COMPORTAMENTO: frequentes e intensas de estado de humor, com explosões
repentinas de irritação ou raiva.
 ISOLAMENTO: São escassos os telefonemas, e-mails, torpedos, convites para festas, passeios ou
viagens com o grupo escolar.
 GASTOS EXTEMPORÂNEOS: passam a gastar mais dinheiro do que o habitual na cantina ou
com a compra de objetos diversos com o intuito de presentear os outros.
 RESISTÊNCIA EM IR A ESCOLA: apresentam diversas desculpas (inclusive doenças físicas) para
faltar às aulas.
BULLYING – SINAIS DE ALERTA
 Pergunte sobre lesões físicas (arranhões, crostas, marcas etc.) que você
notou em seu filho.
 Lembre-se de itens perdidos ou destruídos e informe-se mais sobre como
isso aconteceu.
 Acompanhe o dinheiro que seu filho tem e onde é gasto.
 Observe a frequência de doenças, dores de cabeça ou dores de estômago e
pergunte sobre elas.
 Com que frequência seu filho frequenta a escola? Existe um padrão?
 Seu filho evita uma determinada classe, amigo, treinador ou professor?
 Existem mudanças nos hábitos alimentares?
 Há dificuldade para dormir ou dormir demais?
 Seu filho está tendo pesadelos ?
 O seu filho está passando por notas decrescentes?
 Seu filho evita ir de ônibus? Se sim, descubra o porquê.
Psychology Today – Deborah Serani – Jun 02, 2018
BULLYING – SINAIS DE ALERTA
 Existe uma perda de interesse na escola, acampamento, trabalho ou com
amigos?
 Que tal uma perda repentina de um grupo de amigos, discussões ou uma
briga?
 Seu filho evita situações sociais? Se sim, onde e quando isso está
acontecendo?
 Seu filho está expressando sentimentos de desamparo?
 Como é a linguagem não verbal do seu filho? Ele ou ela parece temeroso,
constrangido ou escondido à vista de todos?
 Você percebe alguma retirada ou isolamento?
 Você está preocupado com a auto-estima do seu filho ?
 Você notou uma conversa mais negativa, como "Não posso mais lidar com a
escola". "Eu odeio acampamento e desejo nunca ter ido para lá." "Eu queria
estar morto." " O mundo está melhor sem mim. "
Psychology Today – Deborah Serani – Jun 02, 2018
BULLYING – SINAIS DE ALERTA
Seu filho mostra sentimentos excessivos de vergonha ou culpa ?
Seu filho está mais irritado do que o habitual?
Existe uso de álcool ou substância?
Você notou algum comportamento excessivo de correr riscos ?
Você notou algum dano ou corte pessoal?
Seu filho está distribuindo itens?
Seu filho não está mais pensando no futuro?
Você notou uma súbita calma ou resignação em seu filho?
Psychology Today – Deborah Serani – Jun 02, 2018
BULLYING – SINAIS DE ALERTA – Fazendo o Bullying
 EGO INFLADO: crianças e adolescentes que se acham
superiores aos seus colegas tem mais chance de praticar o
bullying.
 FALTA DE EMPATIA: demonstrar falta de compreensão com
o sofrimento ou as diferenças dos outros.
 TER SIDO VÍTIMA DE BULLYING: pode acontecer de
crianças ou adolescentes que já foram vítimas de bullying
“passarem para frente” as agressões que sofreram.
 SER MANDÃO: nem sempre ter um temperamento forte é
sinônimo de liderança, quem pratica bullying usa estratégias
coercitivas para dominar e controlar os outros.
Será que o bullying ronda a sua casa? - JCNET
BULLYING – O TRIÂNGULO DE PROTAGONISTAS
AGRESSOR
VÍTIMA
TESTEMUNHA
Expectadores ativos
Expectadores neutros
Passiva/Típica
Agressiva
Físico
Virtual
Há vítimas passivas,
que nada fazem
para se defender.
Há vítimas
agressivas, cujas
ações para se
defender são as
mesmas que as
fazem se tornar
vítimas.
70 a 80% dos envolvidos são os que assistem as
cenas de bullying...
“Provocadora”
Expectadores passivos
Expectadores Defensores Vencedoras
BULLYING – A TESTEMUNHA – COMPORTAMENTOS
“A compreensão do fenômeno bullying e as estratégias de prevenção
ao problema” - Faculdade de Ciências e Letras - UNESP
 INDIFERENÇA: grande parte dos que veem os seus colegas serem
maltratados acreditam que o está acontecendo não é de sua conta.
 MEDO: de serem a próxima vítima, de sofrerem uma punição do agressor.
Zomba ou ri da crueldade feita a alguém, não porque concorda com ela, mas
por temor de se tornar a próxima vítima.
 INTIMIDADOS: Os espectadores de bullying podem sofrer por também se
sentirem intimidados, apresentando um baixo rendimento escolas e, até
mesmo, isolamento, pois temem que sua imagem seja vinculada ao colega que
sofre com a violência.
 CONIVÊNCIA: algumas testemunhas não só não saem em defesa das vítimas,
mas também pensam que o agressor age de acordo com o poder que que tem
no grupo.
 INDIGNAÇÃO: Caso as testemunhas se indignem diante de uma cena de
Bullying elas estarão consequentemente apoiando a vítima, com atitudes
positivas como a denúncia, ajuda mútua e trabalhos coletivos de cooperação.
BULLYING – TESTEMUNHA – CONSEQUÊNCIAS
Ansiedade, insegurança, aflição, tensão,
irritabilidade
Medo de se tornar a “próxima vítima”
Prejuízos no processo de aprendizagem e
socialização
Desenvolvimento de atitudes de conivência,
intolerância, desrespeito, individualismo e
dificuldade de empatia
O fenômeno bullying - Daniel Henrique Gonçalves
BULLYING – O AGRESSOR – O CICLO NEGATIVO
BULLYING
Família
Valores
Caráter
Comportamento
Expressão de
inferioridade
Agressivo/Hostil
Insensível/ sádico
Complexados / a perpetuação dar dor
Justiceiros / A culpa é da Vítima
Deseducados / educação permissiva
Pertencem a Famílias com pouco
envolvimento afetivo.
Situação social traumática /
separação/doenças, etc.
Envolvimento Espiritual Negativo
Passado Espiritual problemático
PERFIL DOS AGRESSORES
(https://www.nucleodemedicinaespiritual.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Picture1.png)
BULLYING – O AGRESSOR – CONSEQUÊNCIAS
Dificuldade de adaptação às regras escolares e
sociais
Supervalorização da conduta violenta, como
forma de obtenção de poder
Consolidação de condutas autoritárias e abusivas
Desenvolvimento de futuras condutas delituosas
Manifestação de condutas agressivas e violentas
na vida adulta, como o assédio moral e a violência
doméstica
O fenômeno bullying - Daniel Henrique Gonçalves
BULLYING – A VÍTIMA - O CICLO PERNICIOSO
Ofensas
Exclusão
Assédios
Agressão
Ansiedade/Tensões
Medo/Fobias
Tristezas/Desgosto
Mágoas/Ódio
FLAGILIZADA
SOFRE
IMPACTA
Tímidas/Introspectivas
“Nerds”
Muito “magras” ou “gordas”
Credos religiosos diferentes
Raça diferentes
Orientação sexual diferente
PERFIL DAS VÍTIMAS
As vítimas passivas, normalmente
ocultas aos olhos da autoridade,
podem, como resposta às
constantes e degradantes
agressões sofridas, encontrar na
agressão uma forma de tentar se
defender.
BULLYING – A VÍTIMA - AS FASES PERNICIOSAS
FASES REFLEXÃO ÍNTIMA STATUS EMOCIONAL
NEGAÇÃO Não é tão ruim Estável, mas
progressivamente se torna
traumatizado
ACOMODAÇÃO Isto é ruim, mas não há
nada que eu possa fazer
Grande desconforto íntimo
RESIGNAÇÃO Eu estou só. Eu não tenho
futuro. Todos estão contra
mim.
Desesperança
CAPITULAÇÃO Eu não suporto mais isso.
Eu tenho de dar um fim a
isso.
Julgamento e raciocínio
comprometidos.
Abandono
“Síndrome do Abandono” - Bullycídio
Psychology Today – Deborah Serani – Jun 02, 2018
BULLYING – A VÍTIMA - VENCEDORA
Marina Rui Barbosa
Ruiva = ferrugem
Lady Gaga
Nariz grande
Alinne Moraes
Lábios carnudos = bocão
Michael Phelps
Orelhas grandes
Gisele Bündchen
Magra e alta = palito
Beyoncé
Orelhas grandes = Dumbo
Grazi Massafera
Magreza = lombriga
Demi Lovato
Sobrepeso = gordinha
Bruna Marquezine
Tímida = bobona
Justin Timberlake
Não gostava de futebol
americano = maricas
BULLYING – AÇÕES - ESCOLA
Cléo Fante e José Augusto Pedra - Bullying Escolar
 Incentivar a solidariedade, a generosidade e o respeito às
diferenças por meio de conversas,
 Instituir campanhas de incentivo à paz e à tolerância,
 Executar trabalhos didáticos, como atividades de cooperação e
interpretação de diferentes papéis em um grupo,
 Desenvolver em sala de aula um ambiente favorável à
comunicação entre alunos;
 Quando um estudante reclamar de algo ou denunciar o bullying,
procurar imediatamente a direção da escola.
 A escola não pode legitimar a atuação do autor da agressão nem
humilhá-lo ou puni-lo com medidas não relacionadas ao mal
causado, como proibi-lo de frequentar o intervalo
Cléo Fante e José Augusto Pedra - Bullying Escolar
 Nunca ameaçar uma pessoa na frente do Filho.
 Os Pais devem ser mais próximos aos Filhos e não resolver os
problemas com agressividade e brigas.
 Devem ir à Escola com frequência para se informar das atitudes
do seu filho.
 Quando o filho faz algo errado não resolver com agressividade.
 Jamais incentivar o filho a brigar ou humilhar outra pessoa.
 Nunca humilhar os filhos pois os mesmos podem reproduzir este
comportamento com colegas.
 Estabelecer um diálogo com o filho para ele se abra e conte
seus problemas.
 Devem agir de maneira educada frente ao Professor, pois ele
está ali para ajudar.
 Devem saber que Bullying é crime e podem responder pelos
atos de seus filhos.
BULLYING – AÇÕES - FAMILIARES
• Educação à luz do Evangelho sem
disfarces nem distorções, desde à
gestação.
• Família Espiritual
EDUCAÇÃO MORAL
Emocional desajustado
• Conscientização espiritual sem alardes.
• Reencarnação/Imortalidade
ESCLARECIMENTO
ESPÍRITA
Materialismo /Espírito
conturbado
• Liberdade e orientação com base na
responsabilidade.
• Limitações da Vida
CULTIVO DO
DISCERNIMENTO
Falência da ética/meio
• Vigilância carinhosa dos Pais e Mestres
cautelosos.
• Amor vigilante
ATENÇÃO
PERMANENTE
Família displicente
BULLYING– TRABALHO FAMILIAR ESPÍRITA
NÃO SÃO CRIADOS NOVINHOS
• Eles já existiam antes, em algum lugar, têm uma
biografia pessoal, trazem vivências e experiências e
aqui aportam para reviver e não para viver.
NÃO SÃO INOCENTES
• As Almas ou Espíritos designados para animar os
corpos físicos de nossos filhos são seres em
evolução.
NÃO HERDAM CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS
• Cada ser é único, em sua estrutura psicológica,
preferências, inclinações e idiossincrasias.
BULLYING – FILHOS – COISAS A DESAPRENDER
Hermínio de Miranda – Nossos Filhos são Espíritos
• Discutir com os jovens (nas mocidades, Pré-mocidades, infância,
etc.,) os problemas que envolvem a vida do espírito encarnado
(violência urbana, violência familiar, violência nas escolas, as
drogas, etc.).
PROMOVER
PALESTRAS/DEBATES
• Procurar integrar os envolvidos em Bullying nas atividades da casa,
em vez de discriminar e rejeitar.
INTEGRAR O JOVEM
• Encaminhá-los para a assistência espiritual, quando houver
processos obsessivos.
TRATAR O ESPÍRITO
• Estimular seus frequentadores, em particular a família do
envolvido no Bullying, à prática do evangelho no lar.
EVANGELIZAÇÃO
FAMILIAR
• Criar, no trabalho assistencial da casa, uma atividade que enseje o
diálogo, a orientação, o acompanhamento e o esclarecimento,
com fundamentação doutrinária, ao envolvido no Bullying e a seus
familiares.
SUPORTE AO JOVEM E A
FAMÍLIA
BULLYING – APOIO DA CASA ESPÍRITA
BULLYING – O QUE FAZER ?
DENUNCIE! / PEÇA AJUDA
O silêncio é a pior forma de tentar resolver o problema.
MANTENHA A CALMA / AJA E NÃO REAJA
Um dos objetivos do bully é causar irritação e raiva no agredido. Demonstrar tais sentimentos só
alimenta ainda mais o problema.
APOIE OUTROS COLEGAS/AMIGOS / COMPARTILHE AS DORES
A probabilidade de sofrer bullying quando se está com alguém é bem menor do que quando se está
sozinho.
DEMONSTRE AUTOCONFIANÇA / NÃO SE AMEDRONTRE / NÃO SE DIMINUA
Pessoas que não demonstram segurança ou autoconfiança são alvos mais fáceis para os bullies.
TENHA ESPERANÇA / ORE
Quando sofremos bullying e nada é feito para intervir, acabamos deixando a desesperança tomar
conta de nós.
Fonte: Bullying, Ética e Direitos Humanos, (2018)
Ora em Silêncio e confia em Deus, esperando pela Divina Providência, porque
Deus tem estradas, onde o mundo não tem caminhos. (Meimei)
Esperança é aquela força “mágica”, que no tempo, desata os “nós” que a Vida
as vezes nos apresenta. (Jácome Góes)
BULLYING – AÇÕES - PESSOAIS
 Denuncie! O silêncio é a pior forma de tentar resolver o problema.
 Mantenha a calma: Um dos objetivos do bully é causar irritação e
raiva no agredido. Demonstrar tais sentimentos só alimenta ainda
mais o problema.
 Apoie outros colegas e mantenham-se unidos: a probabilidade de
sofrer bullying quando se está com alguém é bem menor do que
quando se está sozinho.
 Demonstre autoconfiança: pessoas que não demonstram segurança ou
autoconfiança são alvos mais fáceis para os bullies, pois aparentam
vulnerabilidade.
 Tenha esperança: por pior que pareça a situação na escola, mantenha
boas expectativas. Quando sofremos bullying e nada é feito para
intervir, acabamos deixando a desesperança tomar conta de nós, o
que pode aumentar o sentimento de angústia e fazer com que as
coisas percam sentido. Fonte: Bullying, Ética e Direitos Humanos, (2018)
BULLYING – AÇÕES - PESSOAIS
 Sair do mundinho das panelinhas;
 Não embarcar na onda dos bullies;
 Enturmar os novos colegas desde o primeiro dia de aula;
 Se colocar no lugar dos colegas;
 Não ter vergonha de si mesmo;
 Reconhecer que todos temos defeitos;
 Ter amizade com todos;
 Ajudar a própria escola a combater o bullying;
 Respeitar as diferenças culturais e religiosas;
 Conversar para evitar brigas;
 Deixar os colegas à vontade no novo ambiente.
Quando alguém age com bullying, não nos colocamos ao nível deles.
O nosso lema é, quando eles descem, nós subimos.
Michelle Obama
BULLYING – SÍNTESE
A VIOLÊNCIA É UMA DOENÇA DA ALMA e deve ser
tratada na alma, tanto do ponto de vista espiritual
quanto de natureza psíquica.
Quando alguém o AGRIDA ou O AME, A SI PRÓPRIO SE
VIOLENTA OU SE ESTIMA. Você é apenas o móvel daquela
manifestação que está latente nele.
O Termo Bullying pode ser adotado para explicar TODO O
TIPO DE COMPORTAMENTO AGRESSIVO, cruel,
proposital e sistemático inerente às relações interpessoais.
Marco Prisco - Luz Viva - Cap. 17
Ana Beatriz Barbosa Silva – Bullying – mentes
perigosas nas Escolas – Cap. 1
Divaldo Franco – Jornal Zero Hora – Entrevista – 27/08/2016
BULLYING – BIBLIOGRAFIA
MATERIAL
DE
SUPORTE
Apresentação
Vídeo
Texto
Arquivo pdf
Link
Arquivo pdf
Chorei, não procurei esconder
Todos viram, fingiram
Pena de mim, não precisava
Ali onde eu chorei
Qualquer um chorava.
Dar a volta por cima que eu dei
Quero ver quem dava.
(...)
Levanta, sacode a poeira
E dá a volta por cima.
NOITE ILUSTRADA – Volta por Cima(1962)
NOITE ILUSTRADA
Mário de Souza Marques
Filho
 10/04/1928/MG
+ 28/07/2003/SP
Violonista/Compositor
O Bullying se torna as vezes uma tragédia, mas antes disso é
um DESAFIO.
E-mail : adalberto.acsjr@gmail.com
YouTube – O Escriba Espírita : https://www.youtube.com/channel/UCj39fLNXa2nKXfVTNlZ_JGw
Blog – O Escriba Espírita : https://escribaespirita.blogspot.com/
Instagram: https://www.instagram.com/adalberto.coelho.silva/?hl=pt-br
Evita, em qualquer lugar,
O gesto escuro ou violento.
Mais vale simples cautela
Que nobre arrependimento.
Casimiro Cunha
Gotas de Luz– Cap. 30 – Recados
Toda violência é explosão de energia, cujos resultados ninguém pode prever.
Emmanuel – Semeador em tempos novos – Cap. 13

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Bullying - diferentes faces de um mesmo problema

  • 1. 1 2 3 4 5 DIFERENTES FACES DE UM MESMO PROBLEMA PORQUE?
  • 2. Violência por Atos, Palavras e Pensamentos A VIOLÊNCIA 21/Set/1981 27/Out/1986 30/Jan/1948 AS INSTITUIÇÕES, (....), neste momento EXPERIMENTAM DESEQUILÍBRIO, e o respeito pelo homem, pela sua dignidade, pela vida, CEDE LUGAR À AGRESSÃO, aos desajustes, ao crime, à desonra, que assumem proporções perturbadoras. Vianna de Carvalho – Atualidade do Pensamento Espírita – Cap. 1.1 – Perg. 2 A VIOLÊNCIA NA SOCIEDADE
  • 3. A VIOLÊNCIA x BULLYING NO CONTEXTO FAMILIAR NO CONTEXTO PROFISSIONAL Os bullies crescidos e mais experientes podem ser identificados na figura de : PAIS, CÔNJUGES OU IRMÃOS DOMINADORES, manipuladores e perversos, capazes de destruir a saúde física e mental, e a autoestima de seus alvos prediletos. Costumam ser: CHEFES OU COLEGAS TIRANOS, “mascarados” e impiedosos. PROFISSIONAIS NEGLIGENTES E INSENSÍVEIS com os seus enfermos. Ana Beatriz Barbosa Silva – Bullying – mentes perigosas nas Escolas – Cap. 1
  • 4. COMO QUEM ONDE Crianças Jovens Adultos Idosos Pessoas com necessidades especiais Verbal Físico+Material Psicológico+Moral+Social Sexual Virtual BULLYING – MULTI FACES Na Escola No Trabalho Em Casa No caminho para a Escola Na Comunidade No Cyberespaço PORQUE O QUE É O QUE FAZER CONSEQUÊNCIAS
  • 5. ASSÉDIO x BULLYING Intimidação sistemática, quando há violência física ou psicológica em atos de humilhação ou discriminação Ameaça àqueles que defendem o ecossistema ou reivindicam direitos relativos ao meio ambiente. Pressão relacionada à venda de imóveis e modificação de contratos com o objetivo de apoderar-se de uma área. Intromissão ilícita e abusiva na intimidade de uma pessoa feita por profissionais de imprensa. Coerção de natureza sexual que pode se dar por qualquer forma: palavras, escritos, gestos Insistente comunicação publicitária realizada por meio de Telefônico Insistente comunicação publicitária realizada por meio de E-mails Domínio emocional estabelecido por um adulto na relação com uma criança com intensão de abuso sexual Perseguição decorrente de uma obsessão que invade a intimidade da vítima, incluindo insistente contato telefônico, etc. Estresse forçado imposto a trabalhadores por meio de comportamentos humilhantes e ameaçadores Pressão de um grupo de pessoas que se reúnem em frente ao domicílio da vítima com o objetivo de denunciar injustiças cometidas. Ivanira Pancheri - O Assédio Laboral – Mobbing - USP Assédio Escolar/Bullying Assédio Ambiental Assédio Imobiliário Assédio Midiático Assédio Sexual Assédio Telemático Spam Grooming Stalking Straining Scratching
  • 6. Ataque CONTÍNUO a determinado indivíduo – ENTRE PARES Ataque DIRETO OU INDIRETO ISOLAMENTO Social (mobilização de opinião de outras pessoas contra a vítima) DESEQUILÍBRIO DE FORÇAS entre as partes envolvidas Agressões CAMUFLADAS por brincadeiras BULLYING - O QUE É / CARACTERÍSTICAS GERAIS INTENCIONALIDADE de causar danos PERSISTÊNCIA e continuidade das agressões contra o mesmo alvo AUSÊNCIA DE MOTIVOS que justifiquem os maus-tratos DESIQUALDADE DE FORÇA ou poder entre as partes PREJUÍZOS resultantes às vítimas Chamar nomes, fazer pouco, ameaçar os colegas; Bater, empurrar, dar pontapés, tirar ou estragar as tuas coisas Pôr de parte e ignorar os outros O que o distingue das brincadeiras próprias do desenvolvimento infanto-juvenil e regras de boa convivência É A CRUELDADE com que é exercido. INTIMIDAÇÃO VEXATÓRIA SISTEMÁTICA BULL  BULLY  BULLYING ⇒ Brutalizar, tiranizar, amedrontar Valentão, tirano Touro “Violência no Ambiente Escolar” Profa. Dra. Cléo Fante
  • 7. Dan Olweus Massacre de Columbine Massacre do Realengo  Sueco - pioneiro e fundador da pesquisa sobre problemas de bullying. 1993/ Bullying at School  Noruega/1978 - Universidade de Bergen 1978 1999 2011 2015  Vítimas: 12 alunos + 1 Professor + 21 feridos.  Agressores: 2 Alunos  Vítimas: 12 alunos + 22 feridos.  Agressor: 1 Ex Aluno  Lei 13.185/2015 Lei de Combate a Intimidação Sistemática BULLYING – HISTÓRIA - MARCOS  PeNSE – Pesquisa Nacional de Saúde Escolar/MEC/IBGE  2009/2012/2015/2019  2009 = SP – Lei 14.957  2009 = RJ – Lei 5.089  2000 = Pesquisa/São José do Rio Preto – Vítimas = 22%(2000 alunos)  2002 = Pesquisa/Rio de Janeiro – Vítimas = 17%(5875 alunos) Nos 66 ataques em escolas que ocorreram no mundo de 1966 a 2011, 87% dos atiradores sofriam bullying e foram movidos pelo desejo de vingança.
  • 8. BULLYING – FORMAS/TIPOS insultar, ofender, falar mal, colocar apelidos pejorativos, “zoar” humilhar, amedrontar, excluir, discriminar, chantagear, intimidar, difamar bater, empurrar, beliscar, roubar, furtar ou destruir pertences da vítima abusar, violentar, assediar, insinuar bullying realizado por meio de ferramentas tecnológicas: celulares, filmadoras, internet. VERBAL FÍSICO/MATERIAL PSICOLÓGICO/MORAL/SOCIA L SEXUAL CYBERBULLYING Ana Beatriz Barbosa Silva – Bullying – mentes perigosas nas Escolas – Cap. 1
  • 9. BULLYCIDE – O QUE É Psychology Today – Deborah Serani – Jun 02, 2018  O maior risco de bullycide ocorre em crianças de 10 a 14 anos.  Os estudantes que sofrem bullying têm 2,2 vezes mais chances de ter ideação suicida e 2,6 vezes mais chances de tentar suicídio do que os que não sofrem bullying.  As meninas que sofrem bullying na escola a partir dos 8 anos correm um risco significativamente maior de ideação suicida do que os meninos.  Bullycide foi cunhado em 2001 pelo jornalista Neil Marr e Tim Field no livro Bullycide: Death at Playtime .  O bullycide geralmente ocorre com crianças que não conseguem lidar com o abuso crônico do bullying e, não vendo outra maneira de escapar, morrem por suicídio para acabar com o sofrimento.
  • 10. CIBERBULLYING – CARACTERÍSTICAS IBERDROLA – Cyberbullying: o assédio nas redes sociais EM GRUPO: Na maioria dos casos, a intimidação é feita por várias pessoas. ENTRE CONHECIDOS: O mais comum é que o agressor e o agredido sejam colegas de sala de aula ou de mesma escola. CAUSA DANO: Gera problemas psicológicos e sociais por meio de humilhações, xingamentos, disseminação de mentiras, etc. COTIDIANO: Os ataques não são pontuais. Eles ocorrem com frequência. ONLINE: As redes sociais são as ferramentas mais usadas para promover os assédios, mas eles podem ser feitos também via E-mail, etc.
  • 11. CIBERBULLYING – O QUE FAZER 1) NÃO RESPONDA quando estiver com raiva. 2) PEÇA AJUDA de alguém que você confia, um colega, um amigo, seus Pais ou um professional. 3) GUARDE EVIDÊNCIAS. Salve conversas, ofensas e agressões. Você pode precisar. 4) Informações pessoais devem ser vistas por pessoas de confiança. SEJA SELETIVO COM O QUE POSTA e compartilha. 5) NÃO ENVIE MENSAGENS quando está IRRITADO com alguém. 6) BLOQUEIE o agressor. 7) DENUNCIE para a própria rede social o usuário e o conteúdo postado. 8) DELETE/troque seu perfil. 9) Encare o assunto com SERIEDADE. 10)NÃO se torne um AGRESSOR. Liga Acadêmica de Prevenção e Intervenção a Violência (Lapiv), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
  • 12. BULLYING – QUEM VAI SABER NINGUÉM 30% Professor 10% Amigo ou Irmão 30% Adultos 30% Agem assim, dominadas pela falsa crença de que essa postura é capaz de evitar possíveis retaliações dos agressores e por acreditarem que, ao sofrerem sozinhos e calados, pouparão seus Pais da decepção de ter um filho frágil, covarde e não popular na escola. A identificação precoce do bullying pelos responsáveis (pais e professores) é de suma importância. A observação do comportamento dos filhos pelos Pais é fundamental, bem como o diálogo franco entre eles. Violência escolar e bullying - UNESCO - 2017
  • 13. BULLYING – SINAIS DE ALERTA – Sofrendo o Bullying ESCOLA LAR  NO RECREIO encontram-se isoladas do grupo.  NA SALA DE AULA apresentam postura retraída.  Faltam frequentemente às aulas.  Mostram-se comumente TRISTES, DEPRIMIDAS OU AFLITAS.  Nos jogos ou atividades em grupo sempre SÃO AS ÚLTIMAS A SEREM ESCOLHIDAS ou são excluídas, aos poucos vão se desinteressando das atividades e tarefas escolares.  MACHUGADOS PELO CORPO: apresentam hematomas, arranhões, cortes.  MATERIAL ESCOLAR DANIFICADO: cadernos com folhas rasgadas, mochila danificada, lápis quebrados, etc.  QUEDA REPENTINA NO RENDIMENTO: o aproveitamento escolar cai, por vezes, drasticamente.  DESAJUSTES ORGÂNICOS: frequentemente se queixam de dores de cabeça, enjoo, dor de estômago, tonturas, vômitos, perda de apetite, insônia.  MUDANÇAS DE COMPORTAMENTO: frequentes e intensas de estado de humor, com explosões repentinas de irritação ou raiva.  ISOLAMENTO: São escassos os telefonemas, e-mails, torpedos, convites para festas, passeios ou viagens com o grupo escolar.  GASTOS EXTEMPORÂNEOS: passam a gastar mais dinheiro do que o habitual na cantina ou com a compra de objetos diversos com o intuito de presentear os outros.  RESISTÊNCIA EM IR A ESCOLA: apresentam diversas desculpas (inclusive doenças físicas) para faltar às aulas.
  • 14. BULLYING – SINAIS DE ALERTA  Pergunte sobre lesões físicas (arranhões, crostas, marcas etc.) que você notou em seu filho.  Lembre-se de itens perdidos ou destruídos e informe-se mais sobre como isso aconteceu.  Acompanhe o dinheiro que seu filho tem e onde é gasto.  Observe a frequência de doenças, dores de cabeça ou dores de estômago e pergunte sobre elas.  Com que frequência seu filho frequenta a escola? Existe um padrão?  Seu filho evita uma determinada classe, amigo, treinador ou professor?  Existem mudanças nos hábitos alimentares?  Há dificuldade para dormir ou dormir demais?  Seu filho está tendo pesadelos ?  O seu filho está passando por notas decrescentes?  Seu filho evita ir de ônibus? Se sim, descubra o porquê. Psychology Today – Deborah Serani – Jun 02, 2018
  • 15. BULLYING – SINAIS DE ALERTA  Existe uma perda de interesse na escola, acampamento, trabalho ou com amigos?  Que tal uma perda repentina de um grupo de amigos, discussões ou uma briga?  Seu filho evita situações sociais? Se sim, onde e quando isso está acontecendo?  Seu filho está expressando sentimentos de desamparo?  Como é a linguagem não verbal do seu filho? Ele ou ela parece temeroso, constrangido ou escondido à vista de todos?  Você percebe alguma retirada ou isolamento?  Você está preocupado com a auto-estima do seu filho ?  Você notou uma conversa mais negativa, como "Não posso mais lidar com a escola". "Eu odeio acampamento e desejo nunca ter ido para lá." "Eu queria estar morto." " O mundo está melhor sem mim. " Psychology Today – Deborah Serani – Jun 02, 2018
  • 16. BULLYING – SINAIS DE ALERTA Seu filho mostra sentimentos excessivos de vergonha ou culpa ? Seu filho está mais irritado do que o habitual? Existe uso de álcool ou substância? Você notou algum comportamento excessivo de correr riscos ? Você notou algum dano ou corte pessoal? Seu filho está distribuindo itens? Seu filho não está mais pensando no futuro? Você notou uma súbita calma ou resignação em seu filho? Psychology Today – Deborah Serani – Jun 02, 2018
  • 17. BULLYING – SINAIS DE ALERTA – Fazendo o Bullying  EGO INFLADO: crianças e adolescentes que se acham superiores aos seus colegas tem mais chance de praticar o bullying.  FALTA DE EMPATIA: demonstrar falta de compreensão com o sofrimento ou as diferenças dos outros.  TER SIDO VÍTIMA DE BULLYING: pode acontecer de crianças ou adolescentes que já foram vítimas de bullying “passarem para frente” as agressões que sofreram.  SER MANDÃO: nem sempre ter um temperamento forte é sinônimo de liderança, quem pratica bullying usa estratégias coercitivas para dominar e controlar os outros. Será que o bullying ronda a sua casa? - JCNET
  • 18. BULLYING – O TRIÂNGULO DE PROTAGONISTAS AGRESSOR VÍTIMA TESTEMUNHA Expectadores ativos Expectadores neutros Passiva/Típica Agressiva Físico Virtual Há vítimas passivas, que nada fazem para se defender. Há vítimas agressivas, cujas ações para se defender são as mesmas que as fazem se tornar vítimas. 70 a 80% dos envolvidos são os que assistem as cenas de bullying... “Provocadora” Expectadores passivos Expectadores Defensores Vencedoras
  • 19. BULLYING – A TESTEMUNHA – COMPORTAMENTOS “A compreensão do fenômeno bullying e as estratégias de prevenção ao problema” - Faculdade de Ciências e Letras - UNESP  INDIFERENÇA: grande parte dos que veem os seus colegas serem maltratados acreditam que o está acontecendo não é de sua conta.  MEDO: de serem a próxima vítima, de sofrerem uma punição do agressor. Zomba ou ri da crueldade feita a alguém, não porque concorda com ela, mas por temor de se tornar a próxima vítima.  INTIMIDADOS: Os espectadores de bullying podem sofrer por também se sentirem intimidados, apresentando um baixo rendimento escolas e, até mesmo, isolamento, pois temem que sua imagem seja vinculada ao colega que sofre com a violência.  CONIVÊNCIA: algumas testemunhas não só não saem em defesa das vítimas, mas também pensam que o agressor age de acordo com o poder que que tem no grupo.  INDIGNAÇÃO: Caso as testemunhas se indignem diante de uma cena de Bullying elas estarão consequentemente apoiando a vítima, com atitudes positivas como a denúncia, ajuda mútua e trabalhos coletivos de cooperação.
  • 20. BULLYING – TESTEMUNHA – CONSEQUÊNCIAS Ansiedade, insegurança, aflição, tensão, irritabilidade Medo de se tornar a “próxima vítima” Prejuízos no processo de aprendizagem e socialização Desenvolvimento de atitudes de conivência, intolerância, desrespeito, individualismo e dificuldade de empatia O fenômeno bullying - Daniel Henrique Gonçalves
  • 21. BULLYING – O AGRESSOR – O CICLO NEGATIVO BULLYING Família Valores Caráter Comportamento Expressão de inferioridade Agressivo/Hostil Insensível/ sádico Complexados / a perpetuação dar dor Justiceiros / A culpa é da Vítima Deseducados / educação permissiva Pertencem a Famílias com pouco envolvimento afetivo. Situação social traumática / separação/doenças, etc. Envolvimento Espiritual Negativo Passado Espiritual problemático PERFIL DOS AGRESSORES (https://www.nucleodemedicinaespiritual.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Picture1.png)
  • 22. BULLYING – O AGRESSOR – CONSEQUÊNCIAS Dificuldade de adaptação às regras escolares e sociais Supervalorização da conduta violenta, como forma de obtenção de poder Consolidação de condutas autoritárias e abusivas Desenvolvimento de futuras condutas delituosas Manifestação de condutas agressivas e violentas na vida adulta, como o assédio moral e a violência doméstica O fenômeno bullying - Daniel Henrique Gonçalves
  • 23. BULLYING – A VÍTIMA - O CICLO PERNICIOSO Ofensas Exclusão Assédios Agressão Ansiedade/Tensões Medo/Fobias Tristezas/Desgosto Mágoas/Ódio FLAGILIZADA SOFRE IMPACTA Tímidas/Introspectivas “Nerds” Muito “magras” ou “gordas” Credos religiosos diferentes Raça diferentes Orientação sexual diferente PERFIL DAS VÍTIMAS As vítimas passivas, normalmente ocultas aos olhos da autoridade, podem, como resposta às constantes e degradantes agressões sofridas, encontrar na agressão uma forma de tentar se defender.
  • 24. BULLYING – A VÍTIMA - AS FASES PERNICIOSAS FASES REFLEXÃO ÍNTIMA STATUS EMOCIONAL NEGAÇÃO Não é tão ruim Estável, mas progressivamente se torna traumatizado ACOMODAÇÃO Isto é ruim, mas não há nada que eu possa fazer Grande desconforto íntimo RESIGNAÇÃO Eu estou só. Eu não tenho futuro. Todos estão contra mim. Desesperança CAPITULAÇÃO Eu não suporto mais isso. Eu tenho de dar um fim a isso. Julgamento e raciocínio comprometidos. Abandono “Síndrome do Abandono” - Bullycídio Psychology Today – Deborah Serani – Jun 02, 2018
  • 25. BULLYING – A VÍTIMA - VENCEDORA Marina Rui Barbosa Ruiva = ferrugem Lady Gaga Nariz grande Alinne Moraes Lábios carnudos = bocão Michael Phelps Orelhas grandes Gisele Bündchen Magra e alta = palito Beyoncé Orelhas grandes = Dumbo Grazi Massafera Magreza = lombriga Demi Lovato Sobrepeso = gordinha Bruna Marquezine Tímida = bobona Justin Timberlake Não gostava de futebol americano = maricas
  • 26. BULLYING – AÇÕES - ESCOLA Cléo Fante e José Augusto Pedra - Bullying Escolar  Incentivar a solidariedade, a generosidade e o respeito às diferenças por meio de conversas,  Instituir campanhas de incentivo à paz e à tolerância,  Executar trabalhos didáticos, como atividades de cooperação e interpretação de diferentes papéis em um grupo,  Desenvolver em sala de aula um ambiente favorável à comunicação entre alunos;  Quando um estudante reclamar de algo ou denunciar o bullying, procurar imediatamente a direção da escola.  A escola não pode legitimar a atuação do autor da agressão nem humilhá-lo ou puni-lo com medidas não relacionadas ao mal causado, como proibi-lo de frequentar o intervalo
  • 27. Cléo Fante e José Augusto Pedra - Bullying Escolar  Nunca ameaçar uma pessoa na frente do Filho.  Os Pais devem ser mais próximos aos Filhos e não resolver os problemas com agressividade e brigas.  Devem ir à Escola com frequência para se informar das atitudes do seu filho.  Quando o filho faz algo errado não resolver com agressividade.  Jamais incentivar o filho a brigar ou humilhar outra pessoa.  Nunca humilhar os filhos pois os mesmos podem reproduzir este comportamento com colegas.  Estabelecer um diálogo com o filho para ele se abra e conte seus problemas.  Devem agir de maneira educada frente ao Professor, pois ele está ali para ajudar.  Devem saber que Bullying é crime e podem responder pelos atos de seus filhos. BULLYING – AÇÕES - FAMILIARES
  • 28. • Educação à luz do Evangelho sem disfarces nem distorções, desde à gestação. • Família Espiritual EDUCAÇÃO MORAL Emocional desajustado • Conscientização espiritual sem alardes. • Reencarnação/Imortalidade ESCLARECIMENTO ESPÍRITA Materialismo /Espírito conturbado • Liberdade e orientação com base na responsabilidade. • Limitações da Vida CULTIVO DO DISCERNIMENTO Falência da ética/meio • Vigilância carinhosa dos Pais e Mestres cautelosos. • Amor vigilante ATENÇÃO PERMANENTE Família displicente BULLYING– TRABALHO FAMILIAR ESPÍRITA
  • 29. NÃO SÃO CRIADOS NOVINHOS • Eles já existiam antes, em algum lugar, têm uma biografia pessoal, trazem vivências e experiências e aqui aportam para reviver e não para viver. NÃO SÃO INOCENTES • As Almas ou Espíritos designados para animar os corpos físicos de nossos filhos são seres em evolução. NÃO HERDAM CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS • Cada ser é único, em sua estrutura psicológica, preferências, inclinações e idiossincrasias. BULLYING – FILHOS – COISAS A DESAPRENDER Hermínio de Miranda – Nossos Filhos são Espíritos
  • 30. • Discutir com os jovens (nas mocidades, Pré-mocidades, infância, etc.,) os problemas que envolvem a vida do espírito encarnado (violência urbana, violência familiar, violência nas escolas, as drogas, etc.). PROMOVER PALESTRAS/DEBATES • Procurar integrar os envolvidos em Bullying nas atividades da casa, em vez de discriminar e rejeitar. INTEGRAR O JOVEM • Encaminhá-los para a assistência espiritual, quando houver processos obsessivos. TRATAR O ESPÍRITO • Estimular seus frequentadores, em particular a família do envolvido no Bullying, à prática do evangelho no lar. EVANGELIZAÇÃO FAMILIAR • Criar, no trabalho assistencial da casa, uma atividade que enseje o diálogo, a orientação, o acompanhamento e o esclarecimento, com fundamentação doutrinária, ao envolvido no Bullying e a seus familiares. SUPORTE AO JOVEM E A FAMÍLIA BULLYING – APOIO DA CASA ESPÍRITA
  • 31. BULLYING – O QUE FAZER ? DENUNCIE! / PEÇA AJUDA O silêncio é a pior forma de tentar resolver o problema. MANTENHA A CALMA / AJA E NÃO REAJA Um dos objetivos do bully é causar irritação e raiva no agredido. Demonstrar tais sentimentos só alimenta ainda mais o problema. APOIE OUTROS COLEGAS/AMIGOS / COMPARTILHE AS DORES A probabilidade de sofrer bullying quando se está com alguém é bem menor do que quando se está sozinho. DEMONSTRE AUTOCONFIANÇA / NÃO SE AMEDRONTRE / NÃO SE DIMINUA Pessoas que não demonstram segurança ou autoconfiança são alvos mais fáceis para os bullies. TENHA ESPERANÇA / ORE Quando sofremos bullying e nada é feito para intervir, acabamos deixando a desesperança tomar conta de nós. Fonte: Bullying, Ética e Direitos Humanos, (2018) Ora em Silêncio e confia em Deus, esperando pela Divina Providência, porque Deus tem estradas, onde o mundo não tem caminhos. (Meimei) Esperança é aquela força “mágica”, que no tempo, desata os “nós” que a Vida as vezes nos apresenta. (Jácome Góes)
  • 32. BULLYING – AÇÕES - PESSOAIS  Denuncie! O silêncio é a pior forma de tentar resolver o problema.  Mantenha a calma: Um dos objetivos do bully é causar irritação e raiva no agredido. Demonstrar tais sentimentos só alimenta ainda mais o problema.  Apoie outros colegas e mantenham-se unidos: a probabilidade de sofrer bullying quando se está com alguém é bem menor do que quando se está sozinho.  Demonstre autoconfiança: pessoas que não demonstram segurança ou autoconfiança são alvos mais fáceis para os bullies, pois aparentam vulnerabilidade.  Tenha esperança: por pior que pareça a situação na escola, mantenha boas expectativas. Quando sofremos bullying e nada é feito para intervir, acabamos deixando a desesperança tomar conta de nós, o que pode aumentar o sentimento de angústia e fazer com que as coisas percam sentido. Fonte: Bullying, Ética e Direitos Humanos, (2018)
  • 33. BULLYING – AÇÕES - PESSOAIS  Sair do mundinho das panelinhas;  Não embarcar na onda dos bullies;  Enturmar os novos colegas desde o primeiro dia de aula;  Se colocar no lugar dos colegas;  Não ter vergonha de si mesmo;  Reconhecer que todos temos defeitos;  Ter amizade com todos;  Ajudar a própria escola a combater o bullying;  Respeitar as diferenças culturais e religiosas;  Conversar para evitar brigas;  Deixar os colegas à vontade no novo ambiente. Quando alguém age com bullying, não nos colocamos ao nível deles. O nosso lema é, quando eles descem, nós subimos. Michelle Obama
  • 34. BULLYING – SÍNTESE A VIOLÊNCIA É UMA DOENÇA DA ALMA e deve ser tratada na alma, tanto do ponto de vista espiritual quanto de natureza psíquica. Quando alguém o AGRIDA ou O AME, A SI PRÓPRIO SE VIOLENTA OU SE ESTIMA. Você é apenas o móvel daquela manifestação que está latente nele. O Termo Bullying pode ser adotado para explicar TODO O TIPO DE COMPORTAMENTO AGRESSIVO, cruel, proposital e sistemático inerente às relações interpessoais. Marco Prisco - Luz Viva - Cap. 17 Ana Beatriz Barbosa Silva – Bullying – mentes perigosas nas Escolas – Cap. 1 Divaldo Franco – Jornal Zero Hora – Entrevista – 27/08/2016
  • 37. Chorei, não procurei esconder Todos viram, fingiram Pena de mim, não precisava Ali onde eu chorei Qualquer um chorava. Dar a volta por cima que eu dei Quero ver quem dava. (...) Levanta, sacode a poeira E dá a volta por cima. NOITE ILUSTRADA – Volta por Cima(1962) NOITE ILUSTRADA Mário de Souza Marques Filho  10/04/1928/MG + 28/07/2003/SP Violonista/Compositor O Bullying se torna as vezes uma tragédia, mas antes disso é um DESAFIO.
  • 38. E-mail : adalberto.acsjr@gmail.com YouTube – O Escriba Espírita : https://www.youtube.com/channel/UCj39fLNXa2nKXfVTNlZ_JGw Blog – O Escriba Espírita : https://escribaespirita.blogspot.com/ Instagram: https://www.instagram.com/adalberto.coelho.silva/?hl=pt-br Evita, em qualquer lugar, O gesto escuro ou violento. Mais vale simples cautela Que nobre arrependimento. Casimiro Cunha Gotas de Luz– Cap. 30 – Recados Toda violência é explosão de energia, cujos resultados ninguém pode prever. Emmanuel – Semeador em tempos novos – Cap. 13