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Medal mer

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ANDRAGOGIA POLICIAL palestra

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Medal mer

  1. 1. “Ouço e esqueço. Vejo e me lembro. Faço e compreendo” (CONFÚCIO).
  2. 2. A ARTE DA EDUCAÇÃO DE ADULTOS (DO GREGO: ANDROS = HOMEM)
  3. 3. INSTRUÇÃO GERAL INSTRUÇÃO ESPECIALIZADA ESPECIALIZAÇÃO ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL GLOBALIZAÇÃO O QUE O PROFESSORE ESPERA QUANDO ASSUME ? ????????
  4. 4. TRADICIONAIS (até 1945) BABY-BOOMERS (1946 a 1964) GERAÇÃO X (1965 a 1977) GERAÇÃO Y ( 1978 a 1997) GERAÇÃO Z (a partir de 1998) Possibilidades na sala de aula ... ????????
  5. 5. • ANDRAGOGIA: A ARTE DA EDUCAÇÃO DE ADULTOS (DO GREGO: ANDROS = HOMEM) • OS ADULTOS SE ENCONTRAM MUITO ALÉM DO QUE PODE OFERECER AO EDUCADOR UM TRATADO DE PEDAGOGIA ( DO GREGO; PEDA = CRIANÇA).
  6. 6. CARACTERÍSTICAS DO ADULTO NA APRENDIZAGEM • AUTO-DIRETIVIDADE • PREDOMÍNIO DA RAZÃO • NÍVEL DE PRONTIDÃO • EXPERIÊNCIA • APRENDIZAGEM EM GRUPO
  7. 7. HEUTAGOGIA PRÓXIMO PASSO: ENSINAR A SI MESMO – EXPLOSÃO DE INFORMAÇÃO – O APRENDIZ ESCOLHE O QUE VAI APRENDER: É AUTO-DIRETIVO
  8. 8. “EM VEZ DE DAR O PEIXE, ENSINE A PESCAR”: A HEUTAGOGIA E A SUA RELAÇÃO COM OS MÉTODOS DE APRENDIZAGEM EM CURSOS EAD NO BRASIL. RESUMO: No Brasil e no mundo, os últimos anos presenciaram o crescimento acelerado do EaD nas universidades públicas e privadas. Nesta modalidade o discente é responsável por sua aprendizagem denominando este processo como Heutagogia (HANSE; KENYON, 2000).
  9. 9. Dentre os diversos métodos de aprendizagem pode se destacar os fóruns, chats e aulas transmitidas via teleconferência ou vídeo. Conclui-se que a Heutagogia esta se tornando uma abordagem importante no aprendizado já que a mesma visa à individualidade do discente.
  10. 10. Analisando os conceitos ... Heutagogia - Aprendizagem autodirigida e autodeterminada (conhecimento compartilhado), em que o estudante é quem determina o que e o como aprender (LITTO, 2011) - Processo de aprendizagem pelo qual o estudante é o responsável pela aprendizagem (modelo alinhado às Tecnologias da Informação e Comunicação – TICs, e às inovações do e- learning) . (HASE; KENYON, 2000)
  11. 11. - Reconhece as experiências cotidianas como fonte de saber necessárias à autodireção da aprendizagem . - Incentiva a reflexão pessoal, a interação com os outros e a valorização das experiências pessoais. Características da Aprendizagem/Heutagogia - Considera a necessidade de rapidez na assimilação de conhecimento e habilidades para acompanhar as mudanças sociais e a comunicação no seu ritmo acelerado.
  12. 12. O FOCO PEDAGÓGICO DE TRANSMITIR SE DESLOCA PARA FACILITAR QUESTIONAR ARGUMENTAR CRIAR SITUAÇÕES PROBLEMATIZAR ORIENTAR CONSTRUIR AMBIENTES DE APRENDIZAGEM ETC O PROFESSOR ATUA COMO MEDIADOR, ORIENTANDO AS ESCOLHAS DOS APRENDIZES E DISPONIBILIZANDO MEIOS E INSTRUMENTOS ADEQUADOS PARA A EFICÁCIA DESSE PROCESSO. CARACTERÍSTICAS DA APRENDIZAGEM ANDRAGOGIA E HEUTAGOGIA
  13. 13. APRENDENDO EM COMUNIDADE OBJETO EXPERT AMADOR AMADOR AMADOR AMADOR AMADOR
  14. 14. ASSUNTO CONHECEDOR CONHECEDOR CONHECEDOR CONHECEDOR CONHECEDOR CONHECEDOR
  15. 15. APRENDIZADO DO ADULTO - PRINCÍPIOS • OS ADULTOS DEVEM TER O DESEJO DE APRENDER • OS ADULTOS APRENDERÃO SOMENTE O QUE SENTEM NECESSIDADE DE APRENDER • OS ADULTOS APRENDEM FAZENDO, VIVENCIANDO • O APRENDIZADO SE CENTRALIZA EM PROBLEMAS E OS PROBLEMAS DEVEM SER REAIS • A EXPERIÊNCIA AFETA A APRENDIZAGEM DO ADULTO
  16. 16. APRENDIZADO DO ADULTO - PRINCÍPIOS • OS ADULTOS APRENDEM MELHOR EM AMBIENTE INFORMAL • UMA VARIEDADE DE MÉTODOS DEVE SER UTILIZADA • OS ADULTOS DESEJAM ORIENTAÇÃO E NÃO NOTAS • OS ADULTOS QUEREM SENTIR-SE RESPONSÁVEIS POR SUA PRÓPRIA APRENDIZAGEM
  17. 17. PAPO SOBRE ANDRAGOGIA: COMO ESSA HISTÓRIA COMEÇOU?
  18. 18. • Em 1833, o professor alemão Alexander Kapp usou o termo pela primeira vez no seu trabalho “as idéias educacionais de Platão”, onde defendia a necessidade de continuar aprendendo durante a vida toda (“As idéias educacionais de Platão”, Alexander Kapp).
  19. 19. • Mas o conceito se popularizou muito por conta de um outro estudioso, Malcom knowles. • Foi ele que desenvolveu os conceitos de palestra, workshop e dinâmica de grupo como forma de aprendizado para adultos durante os anos 1950.
  20. 20. Conceituação: • Em meados da década de 70, surge, de maneira acadêmica, nos Estados Unidos (Malcolm Knowles), uma nova visão para pesquisar, estudar e acompanhar o processo de aprendizagem de adultos, esta nova visão denominou-se Andragogia. • As análises andragógicas, baseadas nas teorias do pensador David Kolb, para o desenvolvimento da aprendizagem associada à mudança de atitudes, a partir de vivências, abstrações, reflexões e ações modificadoras, tem no participante, o principal ator do processo enquanto sujeito ativo no processo de ensino-aprendizagem.
  21. 21. • Nesse contexto, a proposta andragógica possibilita o exercício e a ação-reflexiva sobre os elementos essenciais da aprendizagem vivencial: o conhecimento, as habilidades e a mudança de comportamento do aluno- participante. • o conceito se popularizou muito por conta de um outro estudioso, Malcom knowles.
  22. 22. Ciclo da Aprendizagem Vivencial (David Kolb)
  23. 23. Convém destacar que esse exercício propõe o “aprender fazendo” passando por uma experiência concreta, pela reflexão sobre a experiência e a transformação desta, a partir das observações em conceitos, verdades, abstrações generalistas, valores, entre outros. Fonte: ANDRAGOGIA: contribuições e desafios da aprendizagem do adulto a distância. Enilton Ferreira Rocha
  24. 24. Os programas de team building ou outdoor training respeitam as seguintes fases: • Vivência: desenvolvimento da atividade ou exercício. • Relato: expressão e compartilhamento das reações e sentimentos. • Processamento: análise do desempenho e discussão dos padrões apresentados, que correspondem a “ pedra fundamental” do aprendizado vivencial, o espaço no qual são feitas as conexões entre o que aconteceu durante a atividade e a “vida lá fora”.
  25. 25. • Generalizações: Comparações e inferências com situações reais. • Aplicação: compromisso pessoal com as mudanças e utilização dos novos conceitos no dia- a- dia da atividade profissional.
  26. 26. Principais competências abordadas nos programas: • Liderança • Motivação • Criatividade • Comunicação • Flexibilidade • Visão Sistêmica • Trabalho em Equipe • Tomada de Decisão
  27. 27. MODELO DE CIRCUITO OUTDOOR TRAINING : EXEMPLO ILUSTRATIVO O referido ciclo de aprendizado privilegia o “aprender a aprender”. Assim, garante a aplicação prática das competências pelo uso dos domínios de aprendizagem, ou seja: Cognitivo /pensar – Emocional/sentir - Psicomotor /fazer - Social /interagir.
  28. 28. Destacar que esse exercício propõe o “aprender fazendo” passando por uma experiência concreta, pela reflexão sobre a experiência e a transformação desta, a partir das observações em conceitos, verdades, abstrações generalistas, valores, entre outros. Fonte: ANDRAGOGIA: contribuições e desafios da aprendizagem do adulto a distância. Enilton Ferreira Rocha
  29. 29. KNOWLES DEFINIU 5 PREMISSAS PARA A ANDRAGOGIA: 1. Conceito do eu: mudança de uma personalidade dependente para uma crítica. 2. Experiência: acumulo crescente de experiência como recurso de aprendizado. 3. Vontade de aprender: a vontade em aprender direcionando o desenvolvimento. 4. Orientação para o aprendizado: mudança de aprendizado apenas conceitual para aprendizado prático. 5. Motivação para o aprendizado: a motivação para aprender é interna.
  30. 30. Cada uma dessas 5 premissas marcam a diferença entre pedagogia e andragogia. É a passagem de “por que” e “para que” para “o que” e “como.
  31. 31. Pedagogia ou Andragogia ANDROS Agogus PAIDOS Homem maduro Conduzir Criança
  32. 32. Essas premissas levaram a 2 “certezas”: 1. Que programas educacionais devem ser organizados com base em aplicação prática na vida. 2. Que a experiência do aprendizado deve ser organizada em categorias de desenvolvimento de competências específicas.
  33. 33. Essas 2 “certezas” são equivocadas na minha opinião por dois motivos: • Subestimam o aprendizado apenas por diversão ou interesse pessoal, que não precisa ter necessariamente aplicação prática na sua vida. • Ignoram que a experiência necessária para o aprendizado pessoal significativo é feita por associações de conhecimentos que muitas vezes não tem ligação direta entre si.
  34. 34. ANDRAGOGIA DEVE SER ENTENDIDA DE OUTRA MANEIRA. Deve dar referências para as pessoas e ajudá-las a conectar estas referências com o que elas têm a volta. Passa por 4 pontos pra mim: • 1. Diagnostico das necessidades de aprendizado • 2. Formulação de uma estratégia de aprendizado • 3. Escolha e implementação das ferramentas apropriadas para o caso • 4. Estimulo da conexão com a experiência de vida
  35. 35. • A idéia é gerar gatilhos para o aprendizado, eventos que Estimulem a pessoa a querer aprender (já que a motivação é interna). • Os adultos não seguem necessariamente um passo a passo definido de aprendizado. • Ele acontece muito mais pelas oportunidades e circunstâncias.
  36. 36. • PARA FAZER COM QUE OS COLABORADORES ENTENDAM E ASSUMAM A VISÃO DA EMPRESA. • PARA TRANSMITIR ÀS EQUIPES NOVOS PROCEDIMENTOS E NORMAS INTERNAS. • PARA ENSINAR CONHECIMENTOS TÉCNICOS NECESSÁRIOS A UMA FUNÇÃO ESPECÍFICA. • PARA GERAR CAPACITAÇÃO.
  37. 37. • EM TODOS ESSES CASOS É APLICADA A EDUCAÇÃO CORPORATIVA, QUE PODE SER ENTENDIDA COMO ANDRAGOGIA. • TRATA-SE DE UMA TEORIA QUE PESQUISA OS MÉTODOS MAIS EFICAZES PARA O ENSINO DE ADULTOS. • POR MEIO DELA, OS GESTORES CONSEGUEM TIRAR ENSINAMENTOS PRECIOSOS PARA O TREINAMENTO DE SEUS LIDERADOS.
  38. 38. • A Andragogia defende que os adultos não aprendem com as mesmas metodologias de ensino aplicadas às crianças. • Sobre isso explica Andréa Schoch, Mestre em Educação que há 15 anos atua no contexto corporativo. “Na educação de adultos, a experiência do aluno conta tanto quanto os saberes do professor. A criança aprende para descortinar a vida, já o adulto aprende aquilo que pode ajudá-lo a enfrentar os desafios e situações reais da vida. • A criança é dirigida. • O adulto precisa se auto-dirigir” .
  39. 39. • Tendo em vista essas diferenças, a Andragogia apoia que o gestor – responsável por treinar a sua equipe – motiva seus liderados quando deixa claro para eles que os conhecimentos que precisam adquirir serão fundamentais para suas atividades práticas e projetos de vida. • “É importante que a aprendizagem no contexto organizacional esteja centrada na experiência do adulto e na aplicação do que foi aprendido para solucionar problemas do próprio trabalho. • É necessário que o adulto compreenda e participe da elaboração do currículo de capacitação da empresa”, enfatiza Andréa. • Andragogia defende que os adultos não aprendem com as mesmas metodologias de ensino aplicadas às crianças. Sobre isso explica Andréa Schoch, Mestre em Educação que há 15 anos atua no contexto corporativo.
  40. 40. • A Mestre em Educação e Gestora de Conteúdo da Dtcom, ainda ressalta que a figura do treinador no contexto corporativo é bem diferente da assumida pelo professor da educação infantil que, muitas vezes, estimula a dependência da criança. • “No caso dos adultos, existe o facilitador, que é a pessoa que conduz a relação de aprendizagem. • Não há dependência do facilitador, há interação. • O conhecimento do facilitador e as experiências partilhadas pelos alunos são como uma rua de mão dupla, se integram”, esclarece Andréa Schoch.
  41. 41. PONTOS RELEVANTES NA EDUCAÇÃO DE ADULTOS O conceito de Andragogia foi desenvolvido com mais afinco pelo pesquisador americano Eduard Lindeman, durante a década de 20. Em seu trabalho, o estudioso identificou cinco pontos relevantes na educação de adultos: 1) A consciência de que seus interesses serão satisfeitos por meio da aprendizagem estimula os adultos. 2) As situações da vida e suas necessidades devem ser o ponto de partida para o programa de aprendizagem e não disciplinas isoladas.
  42. 42. 3) A análise das experiências do adulto é a mais rica fonte de aprendizagem. 4) O professor deve facilitar o processo de investigação do aluno adulto e criar condições para que ele mesmo dirija sua trajetória de aquisição de conhecimentos. 5) A educação de adultos deve considerar as profundas diferenças de perfil de cada aluno e estimular interações. Os adultos aprendem trocando experiências, dando opiniões e ouvindo os outros.
  43. 43. Sociedade da Aprendizagem Sociedade da Aprendizagem (Learning Society) 1968 – Robert Hutchins 1899-1977 1974 – Torsten Husen 1916 Sociedade do Conhecimento (Knowledge Society) 1968 – Peter Drucker 1909 - 2005 1968 – Edgar Faure 1908 – 1988 Marcos Formiga
  44. 44. Sociedade da Informação e do Conhecimento Década de 1970 Comissão Internacional sobre a Educação para o Século XXI (UNESCO) 1996 Relatório Delors Metas do Milênio (ONU) Até 2015 Limiar de uma nova realidade? Sociedade da Inovação?
  45. 45. Transformações em Curso com Características de Permanência Novos Paradigmas da Educação Da Pedagogia à Andragogia (Malcolm Knowles, 1970) 1913 - 1997 Da Andragogia à Heutagogia (Stewart Hase e Chris Kenyon 2000) Inovação e renovação permanente: Desafio da nova cultura Aprendizagem ao longo da vida: além da educação escolar Marcos Formiga
  46. 46. A Explosão da Internet e suas conseqüências: Educação a Distancia Educação Além-Fronteiras Sociedade da Informação e do Conhecimento: Software Proprietário (copyright) Fonte aberta GNU (copyleft) Linux (http://br-linux.org) Wikipédia (www.wikipediafoundation.org ) Google (http://scholar.google.com.br) Yahoo (http://br.buscaeducacao.yahoo.com/mt) Creative Commons (www.cclearn.com) Recursos Educacionais Abertos – REAs (Open Educational Resources) Creative Commons (www.cclearn.com) Intel (www.intel.com) Microsoft (www.microsoft.com) Sun (www.sun.com) Marcos Formiga IMB (www.ibm.com/br)
  47. 47. O que são Recursos Educacionais Abertos? “Materiais digitalizados oferecidos livre e gratuitamente, abertos para educadores, pesquisadores, estudantes e auto-aprendizes para uso e reuso em atividades docentes de aprendizagem e de pesquisa” (UNESCO- CERI) Marcos Formiga
  48. 48. Evolução da Universidade Primeira onda: Igreja Idade Média (Século XI) Segunda onda: Estado Pós Revolução Francesa (Século XIX); Terceira onda: Empresas Sociedade da Informação e do Conhecimento (Séculos XX e XXI). Marcos Formiga
  49. 49. A Empresa como Provedora da Aprendizagem Aparecimento da Universidade Corporativa que deverá ultrapassar em número até 2010, as Universidade tradicionais A importância das Megauniversidades que combinam Educação Superior, Educação Aberta e a Distância e contingentes superiores a 100 mil alunos A explosão das Universidades Virtuais que até 2020, devem superar os números de alunos das Universidades Acadêmicas Marcos Formiga
  50. 50. EAD 100 anos no Brasil SECULO XX: 1904 – Primeiros Cursos por Correspondência Escola Internacional - Rio de Janeiro Décadas de 20/30 – Rádio Educativo e Cinema Educativo; Décadas de 30/40 – Popularização dos Cursos por correspondência: Monitor e Universal Década de 60 – TV Educativa + Teleducação Década de 70 – Telecurso 1a. Geração: FRM + Bradesco + UnB Década de 80 – Computador Pessoal Década de 90 – RNP, ABED, Internet, Universidades Virtuais e Corporativas SECULO XXI: e-learning Consórcios Universitários Universidade Aberta do Brasil. (2006) Marcos Formiga
  51. 51. Desdobramentos: Universidade Corporativa Corporações tornam-se provedoras de educação A empresa como local de trabalho e aprendizagem Redução da vida útil do conhecimento Necessidade de renovar o conhecimento a cada dois anos e adquirir novas habilidades. Megauniversidade Universidade Virtual Surge na década de 80 Educação Superior Número mínimo de 100.000 alunos Educação Aberta e a Distância Surge nos anos 90 Avanço da Mega Universidade Centrada em EAD por computador/Internet
  52. 52. SERGIO DE MELLO QUEIROZ
  53. 53. Métodos e Técnicas de Ensino
  54. 54. Métodos de Ensino Métodos de ensino são modos de conduzir ou ministrar a aula ou o ensino, é o caminho para atingir o OBJETIVO. O bom professor não deve saber somente o que ensinar, mas como ensinar.
  55. 55. Alguns Métodos de Ensino • ORAL • VISUAL • ORAL E VISUAL
  56. 56. Técnicas de Ensino É um recurso particular que o professor usa para realizar uma parte da aprendizagem a que o método se propõe
  57. 57. Níveis de Domínio Cognitivo CONHECIMENTO COMPREENSÃO APLICAÇÃO ANÁLISE SÍNTESE AVALIAÇÃO Texto Filmes Diagramas Eventos
  58. 58. Níveis de Domínio Cognitivo CONHECIMENTO COMPREENSÃO APLICAÇÃO ANÁLISE SÍNTESE AVALIAÇÃO Tabelas Desenhos Curso Debates
  59. 59. Níveis de Domínio Cognitivo CONHECIMENTO COMPREENSÃO APLICAÇÃO ANÁLISE SÍNTESE AVALIAÇÃO Exemplos Ilustrações Construções Exposições
  60. 60. Níveis de Domínio Cognitivo CONHECIMENTO COMPREENSÃO APLICAÇÃO ANÁLISE SÍNTESE AVALIAÇÃO Questionários Gráficos Relatórios Mapas
  61. 61. Níveis de Domínio Cognitivo CONHECIMENTO COMPREENSÃO APLICAÇÃO ANÁLISE SÍNTESE AVALIAÇÃO Artigos Dramatizações Poesias Fábulas
  62. 62. Níveis de Domínio Cognitivo CONHECIMENTO COMPREENSÃO APLICAÇÃO ANÁLISE SÍNTESE AVALIAÇÃO Debates Auto-Avaliação Provas Redações
  63. 63. Recursos Audiovisuais Use com criatividade os recursos audiovisuais disponíveis, planeje bem a sua aula: é possível revolucionarmos as nossas aulas se nos aplicarmos na prática de novos métodos, técnicas.
  64. 64. Recursos Audiovisuais Todo aprendizado é um processo associativo. O cérebro usa os estímulos sensoriais para promover a associação das informações recebidas gerando APRENDIZAGEM
  65. 65. Aprendizagem por meio dos sentidos PALADAR 1% TATO 1,5% OLFATO 3,5% AUDIÇÃO 11% VISÃO 80%
  66. 66. Métodos ORAL 10% VISUAL 20% ORAL E VISUAL 65%
  67. 67. Alguns Recursos Retroprojetor Flip Chart (cavaletes) Lousa ou Quadro Branco Projetores Apostila Microfone Televisão Vídeo/DVD Equipamentos Voz ALÉM DESTES, PODEMOS CRIAR NOSSOS PRÓPRIOS RECURSOS AUDIOVISUAIS
  68. 68. Resumo Finalizando, pensemos então: Quais são os passos para o sucesso no ensino dos ADULTOS?
  69. 69. Passos para o sucesso 1. Estude seus alunos 2. Defina os objetivos de sua aula 3. Selecione o conteúdo 4. Selecione a técnica de ensino 5. Escolha os recursos audiovisuais 6. Determine o tempo da aula 7. Revise a idéia central 8. Faça a conclusão 9. Desenvolva a introdução
  70. 70. Metáfora - A História do Lápis
  71. 71. A ESTÓRIA DO LÁPIS O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou: - Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim? A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto: - Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse. O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial. - Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida! - Tudo depende do modo como você olha as coisas.
  72. 72. • Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo. • "Primeira qualidade:você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade". • "Segunda qualidade:de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.”
  73. 73. • "Terceira qualidade:o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça". • "Quarta qualidade:o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.“ • "Finalmente, a quinta qualidade do lápis:ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".

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