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Faculdade de Ciências
Departamento de Ciências Biológicas
Curso: BA & ECBT
Tema: Andragogia e Pedagogia
Discentes: Docente:
Cheina Machava (BA) Dra. Josseline Fonseca
Letícia (BA)
Olga Pedro (BA)
Shélcia Freitas (BA)
Sheron Rosília (ECBT)
Xavier Mondlane (BA)
Objectivos
O presente trabalho visa abordar temas como:
• Andragogia
• Objetivos da andragogia
• Criticas
• Educação de jovens e adultos
• Pedagogia
• Processos de ensino aprendizagem na pedagogia e na educação de adultos
• Conclusão
Introdução
• Há uma necessidade de novos olhares sobre a forma de ensinar o adulto durante a alfabetização em salas de Educação de
Jovens e Adultos (Kern. M, Revista de Educação Popular 12 (1), 2013).
• A maturidade da fase adulta traz a independência. As experiências vividas pelos adultos proporcionam aprendizados e erros
que trazem vivências marcantes para toda a vida. Conclui-se assim que os adultos são, então, capazes de criar e analisar
situações, fazer paralelos com as experiências já vividas, aceitar ou não as informações que chegam. Mesmo diante de
tantas informações na vida do ser humano, os sistemas tradicionais de ensino continuam estruturados como se a mesma
pedagogia utilizada para as crianças devesse ser aplicada aos adultos. O chamado "efeito esponja", na qual a criança
absorve todas as informações não é possível de ser observado na fase adulta. O adulto desenvolve uma habilidade mais
intelectual, quer experimentar, vivenciar.
• Segundo Cavancanti e Gayo (2005, p. 3), existem diferenças significativas entre crianças e adultos, o que, naturalmente,
provoca diferentes processos de aprendizagem nos mesmos indivíduos quando em diferentes fazes da vida. Ainda de
acordo com os autores citados, o ser humano está em constante transformação, o que gera profundas alterações no homem,
estas alterações concentram-se na fase da adolescência, mas resumem-se a esta fase, ainda que em menor escala, estarão
presentes em todas em todas as fazes da vida do ser humano.
• E mesmo diante destas transformações, de acordo com Goecks (2006, p.1), os sistemas de ensino tradicionais seguem sem
rever a sua estrutura, insistindo em utilizar métodos desenvolvidos para crianças, em adultos. Nos quais a ideia do acúmulo
indiscriminado de informações já não surte efeito, uma vez que, o ser humano adulto, possuidor de habilidades intelectuais
mais desenvolvidas quer vivenciar, quer experimentar as situações descritas na sala de aula, para assim que possível,
aplica-las, o que resulta no "aprender fazendo"
• O presente trabalho visa abordar os aspectos da andragogia e pedagogia no ensino de jovens, adultos e crianças. Falar do
processo de ensino-aprendizagem, bem como a alfabetização. Trazer uma descrição sobre a educação formal, não formal e
informal.
Andragogia
• Do grego "andros" homem e "gogos" educar.
• Knowles (1970) define andragogia como a arte ou ciência de orientar adultos a aprender. O termo surgiu pela primeira vez
em 1833 na obra do pedagogo alemão Alexander Kapp, em seu livro Ideias Educacionais de Platão. Kapp é citado como
criador da andragogia, mas foi Malcolm Shepherd Knowles que espalhou o conceito de andragogia criado por Kapp, e por
isso é considerado o pai da andragogia.
• Para Furter (1973), a andragogia é um conceito amplo de educação do ser humano, em qualquer idade. A UNESCO, por
sua vez, já utilizou o termo para referir-se à educação continuada.
• "Andragogia é a arte de causar o entendimento."
Franklin Wave
• Ciência que estuda as melhores prática para orientar adultos a aprender. O modelo andragógico baseia-se nos seguintes
princípios:
• Necessidade de saber adultos precisam saber por que precisam aprender algo e qual o ganho que terão no processo.
• Autoconceito do aprendiz adultos são responsáveis por suas decisões e por sua vida, portanto querem ser vistos e tratados
pelos outros como capazes de se autodirigir.
• Papel das experiências para o adulto suas experiências são a base de seu aprendizado. As técnicas que aproveitam essa
amplitude de diferenças individuais serão mais eficazes.
Cont...
• Prontidão para aprender o adulto fica disposto a aprender quando a ocasião exige algum tipo de aprendizagem relacionada
a situações reais de seu dia-a-dia.
• Orientação para aprendizagem o adulto aprende melhor quando os conceitos apresentados estão contextualizados para
alguma aplicação e utilidade.
• Motivação adultos são mais motivados a aprender por valores intrínsecos: autoestima, qualidade de vida, desenvolvimento.
Objetivos da andragogia
• A andragogia tem como objetivo a transmissão de conhecimento do professor para um ou mais alunos. Já que para
adultos coloca o docente em contato com realidades e necessidades muito diferentes, o ponto de partida deve ser a
compreensão. O tempo é um fator decisivo nesse sentido, já que são pessoas que já trabalham, muitas vezes precisam
atender sua família, e tudo isso torna o tempo disponível mais escasso. Não só mais escasso, como também a qualidade de
tempo é outra.
• Existe todo um contexto por trás do aluno adulto, que deve ser levado em consideração na Andragogia para o docente
cumprir com o seu objetivo final de educar.
Educação de jovens e adultos
• Para (PINTO, 2010), educação é a formação do homem pela sociedade em que está inserido, ou seja, é o processo onde a
sociedade integra o indivíduo em seu modo de ser social, buscando sua aceitação para atuar em fins coletivos e não
individuais. Nessa perspectiva, "a educação é o processo pelo qual a sociedade forma os seus membros à sua imagem e em
função de seus interesses" (PINTO, 2010).
• O indivíduo que retorna aos estudos enquanto adulto está em busca de uma realização, seja ela profissional ou pessoal. É
preciso, então, que o docente entenda exatamente quais são os porquês que motivaram esse retorno para que, a partir disso,
possa estruturar seu plano de aula de acordo com a demanda.
• Cabe ao professor de Educação de Jovens e Adultos considerar cultura, espaço, angústias e prazer, afim de criar condições
que levem o aluno a refletir sobre a importância do aprendizado e sua utilização na sociedade, trazendo para a sala de aula
diferentes formas de pensar.
• A Educação de Jovens e Adultos não pode ser considerada como uma acção reparadora que necessita resgatar o tempo
perdido durante a ausência na escola do aluno.
Criticas
• Em uma crítica à obra de Knowles, se destaca que o próprio autor foi incapaz de usar um de seus princípios (o
autoconceito) com alunos adultos na extensão descrita por ele mesmo em suas práticas. Em um curso, Knowles parece
permitir "liberdade quase total na determinação dos objetivos do aluno", mas ainda "pretendia" que os alunos escolhessem
a partir de uma lista de 18 objetivos no plano de estudos. O autoconceito pode ser criticado não apenas do ponto de vista do
instrutor, mas também do ponto de vista do aluno. Nem todos os alunos adultos saberão exatamente o que desejam aprender
em um curso e podem querer buscar um esboço mais estruturado por um instrutor. Um instrutor não pode presumir que um
adulto desejará a aprendizagem autodirigida em todas as situações.
• Kidd sugeriu que construir uma teoria sobre a aprendizagem de adultos não faria sentido, pois não há uma base real para
isso. Jarvis chega a sugerir que a andragogia seria mais o resultado de uma ideologia do que uma contribuição científica
para a compreensão dos processos de aprendizagem. O próprio Knowles menciona que a andragogia é um "modelo de
suposições sobre a aprendizagem ou uma estrutura conceitual que serve como base para uma teoria emergente".
Pedagogia
• Cunha (1982, p.590) explica que o prefixo ped tem origem no latim como paedo-, que por sua vez é derivado do grego na
forma de paido-, de páis paidós, todos relativos a criança.
• "A pedagogia é o campo científico que faz uma reflexão sistemática sobre a prática educativa, a educação, que é o objeto de
estudo da pedagogia" (Libâneo, 2007 p.17). Sendo a pedagogia uma ciência aplicada e para a prática educativa
(SCHMIEDKOWARZIK, 1983), seu objeto de estudo é a educação (escolar e não escolar).
• Franco et al. (2007, p.79) diz: é a Pedagogia que pode requerer para si a investigação do campo educativo propriamente
dito, como também de seus desdobramentos práticos, e com isso constitui-se em conhecimento integrador dos aportes das
demais áreas.
• A pedagogia enquanto produtora de conhecimento científico sobre a realidade educativa, procura, para contemplar os
requisitos de cientificidade do discurso, procedimentos metodológicos que: observem descrevam, comparem, analisem,
confrontem e sistematizem os dados fenomênicos do real pedagógico (PIMENTA, 1996) para, então, poder tecer, elaborar,
produzir um conhecimento especificamente pedagógico.
• Cabe à pedagogia a preocupação com a objetividade do conhecimento, tendo em vista que: a objetividade parece ser uma
condição evidente e absoluta de todo o conhecimento científico. A objetividade é absolutamente certa. Ela é determinada
por observação e verificações concordantes, objetividade é o resultado de um processo crítico desenvolvido por uma
comunidade/sociedade científica num jogo em que ela assume plenamente as regras (MORIN, 2001b, p. 4042).
• Então como se pode caracterizar o conhecimento científico da Pedagogia para além da arte e da técnica, simplesmente? É
preciso um método científico que lhe possibilite captar a dimensão pedagógica implícita em todos os processos educativos
(escolares e não-escolares). Os processos educativos escolares envolvem sempre: os estudantes e o processo de
aprendizagem, os docentes e o processo de ensino, a instituição escolar, a gestão pedagógico-admistrativo, as instâncias
coletivas de deliberação (conselho de classe, conselho de escola), o projeto político-pedagógico e etc.
• A Andragogia, característica da aprendizagem de pessoas adultas, difere da Pedagogia por possuir uma didática voltada
especificamente para jovens e adultos com contextos educativos muito heterogêneos e diversificados.
Processos de ensino aprendizagem na
pedagogia e na educação de adultos
• Na abordagem tradicional o professor procura criar ambientes favoráveis, para aumentar a possibilidade de repetição de
respostas aprendidas pelos alunos. O ensino torna-se eficaz quando os interesses do professor coincidem com os dos
alunos.
• Para compreender os problemas de aprendizagem que surgem na sala de aula, é necessário que o professor faça uma
aproximação de história singular de seus alunos. Ensino e aprendizagem são processos independentes e complementares.
• A escola não pode conduzir sozinha o processo de ensino e aprendizagem, necessitando criar elos com a família,
acompanhar e incentivar a formação de hábitos de estudo, como é o caso da realização das tarefas escolares. Fornecer todas
as informações necessárias do educando na ocasião da matrícula, comparecer à escola apenas quando for solicitado.
• O processo de ensino-aprendizagem é um nome para um complexo sistema de interações comportamentais entre
professores e alunos.
Educação formal
• A educação formal tem objetivos claros e específicos e é representada principalmente pelas universidades e escolas. Ela é
formulada a partir de uma diretriz educacional centralizada como o currículo, estruturas hierárquicas e burocráticas,
determinadas em âmbito nacional, com órgãos fiscalizadores dos ministérios da educação. Ghon propõe que a educação
formal acontece em “[..] território das escolas, são instituições regulamentadas por lei, certificadoras, organizadas segundo
diretrizes nacionais.” (GHON, 2006, p. 26)
• A educação formal, institucionalizada possui conteúdos pré-estabelecidos ensinados por professores em ambientes que têm
normas e padrões de comportamento definidos previamente. Ghon salienta ainda que:
• Entre outros objetivos destacam-se os relativos ao ensino e aprendizagem de conteúdos historicamente sistematizados,
normatizados por leis, dentre os quais destacam-se o de formar o indivíduo como um cidadão ativo, desenvolver
habilidades e competências várias, desenvolver a criatividade, percepção, motricidade etc. (GHON, 2006, p. 26).
• A educação formal ocorre na escola e tem a participação de professores e alunos. Ela possui métodos próprios,
estabelecendo diferentes regras e possui tempo limitado. Além disso, torna a formação específica obrigatória para os
professores.
• Percebe-se, portanto, que a educação formal se dá em instituições regulamentadas por leis, segue um currículo, possui
professor com formação na área de atuação, é planejada intencionalmente e visa à aprendizagem efetiva, que é avaliada
segundo critérios normativos para que o discente receba certificação e possa continuar os estudos até os níveis mais
elevados.
Educação não-formal
• A educação não formal acontece, devido ao relacionamento do indivíduo com o ambiente em que vive. Não está
relacionada à educação ensinada pela família ou escola. Ghanem; Trilla propõe:
• Um tipo de educação que não provém da família, não consiste na influência, tão difusa quanto poderosa, que se dá no
relacionamento direto do indivíduo com “o mundo”, nem é aquela que se recebe do sistema escolar propriamente dito
(GHANEM; TRILLA, 2008, p. 16).
• Em decorrência aos fatores sociais, econômicos e tecnológicos, como: o aumento da demanda da educação, pois setores
tradicionalmente excluídos, como os adultos, os idosos, as mulheres e as minorias étnicas, passam a fazer parte do quadro
de alunos, fazendo com que a educação não formal se expanda.
Revista mais educação
• Ghon ressalta a importância do trabalho das ONGs no que diz respeito ao trabalho educativo:
• Preconiza-se o trabalho das ONGs no âmbito educativo comunitário e intrafamiliar, na área da educação fundamental junto
a comunidades, assim como programas de educação para o trabalho, principalmente em entidades que promovem
programas sobre tecnologias apropriadas, autogestão, formas alternativas para a exploração correta dos recursos naturais do
meio ambiente, de modo a preservá-lo da devastação. Destaca-se a importância das ONGs como agências que possuem
Know-how em metodologias, estratégias e programas de ação, tendo se constituído ao longo das últimas décadas como
estimuladoras do trabalho voluntário e de revalorização das culturas locais, de forma a resgatar o conhecimento existente
entre comunidades atendidas e não ignorá-lo (GOHN, 2008, p. 94).
• Percebe-se, portanto, que por meio da educação não formal, os indivíduos se tornam cidadãos do mundo e vão o
construindo, pois é aprendida no cotidiano, com o outros, por meio da experiência e em espaços de ação coletivos fora da
escola, um processo educativo, que surge como resultado dos interesses e necessidades do grupo.
Educação informal
• A educação informal tem por finalidade socializar o indivíduo, determinar o comportamento e desenvolver hábitos e
atitudes de acordo com o grupo social que pertence desde o nascimento. Possui como características a não organização, a
não sistematização dos conhecimentos, pois estes são transmitidos por meio da prática pautados em experiências passadas e
repletas de emoção e sentimentos. Ghon(2006), propõe que:
• A educação informal tem seus espaços educativos demarcados por referências de nacionalidade, localidade, idade, sexo,
religião, etnia etc. A casa onde se mora, a rua, o bairro, o condomínio, o clube que se frequenta, a igreja ou o local de culto
a que se vincula sua crença religiosa, o local onde se nasceu, etc. (GHON, 2006, p. 29).
• O caráter não intencional e não institucionalizado da educação informal não diminui a importância de sua influência no
meio social, pois está associado aos hábitos e capacidades que o homem tem de pensar e agir sobre esse meio.
• Ghanem e Trilla salientam que estamos diante da educação informal quando:
• O processo educacional ocorre indiferenciada e subordinadamente a outros processos sociais, quando aquele está
indissociavelmente mesclado a outras realidades culturais, quando não emerge como algo diferente e predominante no
curso geral da ação em que o processo se verifica, quando é imanente a outros propósitos, quando carece de um contorno
nítido, quando se dá de maneira difusa (GHANEM; TRILLA, 2008, p. 37).
• Percebe-se, portanto, que a educação informal é aquela aprendida em diferentes centros sociais durante o processo de
socialização produzidas nas relações entre famílias ou conhecidos. Nela vêm embutidos valores, regras e normas de uma
determinada cultura. Nesse caso, os professores são os membros da família em geral, os amigos do clube, da escola, da
igreja.
Alfabetização
• A alfabetização consiste no aprendizado do alfabeto e de sua utilização como código de comunicação, e apropriação do
sistema de escrita, e pressupõe a compreensão do princípio alfabético, indispensável ao domínio da leitura e escrita. De um
modo mais abrangente, a alfabetização é definida como um processo no qual o indivíduo constrói a gramática e em suas
variações, sendo chamada de alfabetismo a capacidade de ler, compreender, e escrever textos, e operar números. Esse
processo não se resume apenas na aquisição dessas habilidades mecânicas (codificação e decodificação) do ato de ler, mas
na capacidade de interpretar, compreender, criticar, ressignificar e produzir conhecimento. Todas essas capacidades citadas
anteriormente só serão concretizadas se os alunos tiverem acesso a todos os tipos de portadores de textos. O aluno precisa
encontrar os usos sociais da leitura e da escrita. A alfabetização envolve também o desenvolvimento de novas formas de
compreensão e uso da linguagem de uma maneira geral.
• A incapacidade de ler e escrever é denominada analfabetismo ou iliterácia, enquanto que a incapacidade de interpretar
textos simples é chamada analfabetismo funcional ou semianalfabetismo. No período pós-guerra o alfabetismo era visto
sob uma perspectiva simplista de «saber ler, escrever e contar» [...] A partir da década de 60 esta visão alterou-se e passou a
predominar uma visão mais funcional do conceito.
• A alfabetização de um indivíduo promove sua socialização, já que possibilita o estabelecimento de novos tipos de trocas
simbólicas com outros indivíduos, acesso a bens culturais e a facilidades oferecidas pelas instituições sociais. A
alfabetização é um fator propulsor do exercício consciente da cidadania e do desenvolvimento da sociedade como um todo.
Conclusão
• Ferraz et. al. (2004, p. 5) afirma que Malcolm Knowles sistematizou toda a abordagem andragógica e tornou-se um
defensor desta ideia, tendo proposto ainda os Contratos de Aprendizagem.
• Os processos de ensino e aprendizagem diferem de acordo com a fase de desenvolvimento do indivíduo em causa. Há ainda
uma certa confusão na andragogia, pelo fato de se tratar de jovens e adultos, nos quais se acredita o método tradicional não
gera o efeito desejado. Confusão esta verificada em alguns dos princípios da andragogia: liberdade do jovem e adulto guiar
ter controle sobre o que aprender e como, e a necessidade de o professor orientar o estudante acabando por aplicar os
métodos tradicionais.
• A relação entre as ciências da Androgogia e da Pedagogia deve ser entendida como uma relação de completude e não de
rompimento. O papel da Andragogia deve ser o de municiar o professor de alternativas inteligentes e eficazes para a
obtenção de melhores resultados, mas sem renegar os princípios da pedagogia.
Referências
• LIBÂNEO, J. C. Que destino os educadores darão à pedagogia? In: PIMENTA, S.G. (Org.). et al. Pedagogia, ciência da educação? São
Paulo: Cortez, 1996.
• ______. Pedagogia e pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez, 1998.
• ______. Diretrizes curriculares da pedagogia: imprecisões teóricas e concepção estreita da formação profissional de educadores. Educação e
Sociedade, Campinas, v. 27, n. 96 (especial), p.843-876, out. 2006. Disponível em: <http://www.cedes.unicamp.br>
• ______. A pedagogia em questão: entrevista com José Carlos Libâneo. Olhar de Professor, Ponta Grossa, n. 10(1), p.11-33, 2007.
• CAVANCANTI, Roberto de Albuquerque; GAYO, Maria Alice Fernandes da Silva.
• Andragogia na educação universitária. Conceitos. Disponível em:
• <Www.adufpb.org.br/publica/conceitos/11/art05.pdf>. Acesso em: 11 nov. 2006.
• CUNHA, Antonio Geraldo da. Dicionário etmológico Nova Fronteira da língua portuguesaAntonio Geraldo da Cunha; assistentes : Cláudio
Mello Sobrinho... [et. al.]. – Rio de Janeiro :
• Nova Fronteira, 1982.
• FERRAZ, Serafim Firmo de Souza; LIMA, Tereza Cristina Batista de; SILVA, Suely
• Mendonça de Oliveira e. Contratos de aprendizagem: Princípios andragógicos e ferramenta
• de gestão da aprendizagem. In: ENCONTRO DAASSOCIAÇÃO NACIONAL DE
• PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO-ENANPAD, 28., 2004,
• Salvador. Anais…, Salvador: ANPAD, 2004. 1 CD-ROM.
• FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio século XXI : O dicionário da
• língua portuguesa. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999

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  • 1.
  • 2. Faculdade de Ciências Departamento de Ciências Biológicas Curso: BA & ECBT Tema: Andragogia e Pedagogia Discentes: Docente: Cheina Machava (BA) Dra. Josseline Fonseca Letícia (BA) Olga Pedro (BA) Shélcia Freitas (BA) Sheron Rosília (ECBT) Xavier Mondlane (BA)
  • 3. Objectivos O presente trabalho visa abordar temas como: • Andragogia • Objetivos da andragogia • Criticas • Educação de jovens e adultos • Pedagogia • Processos de ensino aprendizagem na pedagogia e na educação de adultos • Conclusão
  • 4. Introdução • Há uma necessidade de novos olhares sobre a forma de ensinar o adulto durante a alfabetização em salas de Educação de Jovens e Adultos (Kern. M, Revista de Educação Popular 12 (1), 2013). • A maturidade da fase adulta traz a independência. As experiências vividas pelos adultos proporcionam aprendizados e erros que trazem vivências marcantes para toda a vida. Conclui-se assim que os adultos são, então, capazes de criar e analisar situações, fazer paralelos com as experiências já vividas, aceitar ou não as informações que chegam. Mesmo diante de tantas informações na vida do ser humano, os sistemas tradicionais de ensino continuam estruturados como se a mesma pedagogia utilizada para as crianças devesse ser aplicada aos adultos. O chamado "efeito esponja", na qual a criança absorve todas as informações não é possível de ser observado na fase adulta. O adulto desenvolve uma habilidade mais intelectual, quer experimentar, vivenciar. • Segundo Cavancanti e Gayo (2005, p. 3), existem diferenças significativas entre crianças e adultos, o que, naturalmente, provoca diferentes processos de aprendizagem nos mesmos indivíduos quando em diferentes fazes da vida. Ainda de acordo com os autores citados, o ser humano está em constante transformação, o que gera profundas alterações no homem, estas alterações concentram-se na fase da adolescência, mas resumem-se a esta fase, ainda que em menor escala, estarão presentes em todas em todas as fazes da vida do ser humano. • E mesmo diante destas transformações, de acordo com Goecks (2006, p.1), os sistemas de ensino tradicionais seguem sem rever a sua estrutura, insistindo em utilizar métodos desenvolvidos para crianças, em adultos. Nos quais a ideia do acúmulo indiscriminado de informações já não surte efeito, uma vez que, o ser humano adulto, possuidor de habilidades intelectuais mais desenvolvidas quer vivenciar, quer experimentar as situações descritas na sala de aula, para assim que possível, aplica-las, o que resulta no "aprender fazendo" • O presente trabalho visa abordar os aspectos da andragogia e pedagogia no ensino de jovens, adultos e crianças. Falar do processo de ensino-aprendizagem, bem como a alfabetização. Trazer uma descrição sobre a educação formal, não formal e informal.
  • 5. Andragogia • Do grego "andros" homem e "gogos" educar. • Knowles (1970) define andragogia como a arte ou ciência de orientar adultos a aprender. O termo surgiu pela primeira vez em 1833 na obra do pedagogo alemão Alexander Kapp, em seu livro Ideias Educacionais de Platão. Kapp é citado como criador da andragogia, mas foi Malcolm Shepherd Knowles que espalhou o conceito de andragogia criado por Kapp, e por isso é considerado o pai da andragogia. • Para Furter (1973), a andragogia é um conceito amplo de educação do ser humano, em qualquer idade. A UNESCO, por sua vez, já utilizou o termo para referir-se à educação continuada. • "Andragogia é a arte de causar o entendimento." Franklin Wave • Ciência que estuda as melhores prática para orientar adultos a aprender. O modelo andragógico baseia-se nos seguintes princípios: • Necessidade de saber adultos precisam saber por que precisam aprender algo e qual o ganho que terão no processo. • Autoconceito do aprendiz adultos são responsáveis por suas decisões e por sua vida, portanto querem ser vistos e tratados pelos outros como capazes de se autodirigir. • Papel das experiências para o adulto suas experiências são a base de seu aprendizado. As técnicas que aproveitam essa amplitude de diferenças individuais serão mais eficazes.
  • 6. Cont... • Prontidão para aprender o adulto fica disposto a aprender quando a ocasião exige algum tipo de aprendizagem relacionada a situações reais de seu dia-a-dia. • Orientação para aprendizagem o adulto aprende melhor quando os conceitos apresentados estão contextualizados para alguma aplicação e utilidade. • Motivação adultos são mais motivados a aprender por valores intrínsecos: autoestima, qualidade de vida, desenvolvimento.
  • 7. Objetivos da andragogia • A andragogia tem como objetivo a transmissão de conhecimento do professor para um ou mais alunos. Já que para adultos coloca o docente em contato com realidades e necessidades muito diferentes, o ponto de partida deve ser a compreensão. O tempo é um fator decisivo nesse sentido, já que são pessoas que já trabalham, muitas vezes precisam atender sua família, e tudo isso torna o tempo disponível mais escasso. Não só mais escasso, como também a qualidade de tempo é outra. • Existe todo um contexto por trás do aluno adulto, que deve ser levado em consideração na Andragogia para o docente cumprir com o seu objetivo final de educar.
  • 8. Educação de jovens e adultos • Para (PINTO, 2010), educação é a formação do homem pela sociedade em que está inserido, ou seja, é o processo onde a sociedade integra o indivíduo em seu modo de ser social, buscando sua aceitação para atuar em fins coletivos e não individuais. Nessa perspectiva, "a educação é o processo pelo qual a sociedade forma os seus membros à sua imagem e em função de seus interesses" (PINTO, 2010). • O indivíduo que retorna aos estudos enquanto adulto está em busca de uma realização, seja ela profissional ou pessoal. É preciso, então, que o docente entenda exatamente quais são os porquês que motivaram esse retorno para que, a partir disso, possa estruturar seu plano de aula de acordo com a demanda. • Cabe ao professor de Educação de Jovens e Adultos considerar cultura, espaço, angústias e prazer, afim de criar condições que levem o aluno a refletir sobre a importância do aprendizado e sua utilização na sociedade, trazendo para a sala de aula diferentes formas de pensar. • A Educação de Jovens e Adultos não pode ser considerada como uma acção reparadora que necessita resgatar o tempo perdido durante a ausência na escola do aluno.
  • 9. Criticas • Em uma crítica à obra de Knowles, se destaca que o próprio autor foi incapaz de usar um de seus princípios (o autoconceito) com alunos adultos na extensão descrita por ele mesmo em suas práticas. Em um curso, Knowles parece permitir "liberdade quase total na determinação dos objetivos do aluno", mas ainda "pretendia" que os alunos escolhessem a partir de uma lista de 18 objetivos no plano de estudos. O autoconceito pode ser criticado não apenas do ponto de vista do instrutor, mas também do ponto de vista do aluno. Nem todos os alunos adultos saberão exatamente o que desejam aprender em um curso e podem querer buscar um esboço mais estruturado por um instrutor. Um instrutor não pode presumir que um adulto desejará a aprendizagem autodirigida em todas as situações. • Kidd sugeriu que construir uma teoria sobre a aprendizagem de adultos não faria sentido, pois não há uma base real para isso. Jarvis chega a sugerir que a andragogia seria mais o resultado de uma ideologia do que uma contribuição científica para a compreensão dos processos de aprendizagem. O próprio Knowles menciona que a andragogia é um "modelo de suposições sobre a aprendizagem ou uma estrutura conceitual que serve como base para uma teoria emergente".
  • 10. Pedagogia • Cunha (1982, p.590) explica que o prefixo ped tem origem no latim como paedo-, que por sua vez é derivado do grego na forma de paido-, de páis paidós, todos relativos a criança. • "A pedagogia é o campo científico que faz uma reflexão sistemática sobre a prática educativa, a educação, que é o objeto de estudo da pedagogia" (Libâneo, 2007 p.17). Sendo a pedagogia uma ciência aplicada e para a prática educativa (SCHMIEDKOWARZIK, 1983), seu objeto de estudo é a educação (escolar e não escolar). • Franco et al. (2007, p.79) diz: é a Pedagogia que pode requerer para si a investigação do campo educativo propriamente dito, como também de seus desdobramentos práticos, e com isso constitui-se em conhecimento integrador dos aportes das demais áreas. • A pedagogia enquanto produtora de conhecimento científico sobre a realidade educativa, procura, para contemplar os requisitos de cientificidade do discurso, procedimentos metodológicos que: observem descrevam, comparem, analisem, confrontem e sistematizem os dados fenomênicos do real pedagógico (PIMENTA, 1996) para, então, poder tecer, elaborar, produzir um conhecimento especificamente pedagógico. • Cabe à pedagogia a preocupação com a objetividade do conhecimento, tendo em vista que: a objetividade parece ser uma condição evidente e absoluta de todo o conhecimento científico. A objetividade é absolutamente certa. Ela é determinada por observação e verificações concordantes, objetividade é o resultado de um processo crítico desenvolvido por uma comunidade/sociedade científica num jogo em que ela assume plenamente as regras (MORIN, 2001b, p. 4042). • Então como se pode caracterizar o conhecimento científico da Pedagogia para além da arte e da técnica, simplesmente? É preciso um método científico que lhe possibilite captar a dimensão pedagógica implícita em todos os processos educativos (escolares e não-escolares). Os processos educativos escolares envolvem sempre: os estudantes e o processo de aprendizagem, os docentes e o processo de ensino, a instituição escolar, a gestão pedagógico-admistrativo, as instâncias coletivas de deliberação (conselho de classe, conselho de escola), o projeto político-pedagógico e etc. • A Andragogia, característica da aprendizagem de pessoas adultas, difere da Pedagogia por possuir uma didática voltada especificamente para jovens e adultos com contextos educativos muito heterogêneos e diversificados.
  • 11. Processos de ensino aprendizagem na pedagogia e na educação de adultos • Na abordagem tradicional o professor procura criar ambientes favoráveis, para aumentar a possibilidade de repetição de respostas aprendidas pelos alunos. O ensino torna-se eficaz quando os interesses do professor coincidem com os dos alunos. • Para compreender os problemas de aprendizagem que surgem na sala de aula, é necessário que o professor faça uma aproximação de história singular de seus alunos. Ensino e aprendizagem são processos independentes e complementares. • A escola não pode conduzir sozinha o processo de ensino e aprendizagem, necessitando criar elos com a família, acompanhar e incentivar a formação de hábitos de estudo, como é o caso da realização das tarefas escolares. Fornecer todas as informações necessárias do educando na ocasião da matrícula, comparecer à escola apenas quando for solicitado. • O processo de ensino-aprendizagem é um nome para um complexo sistema de interações comportamentais entre professores e alunos.
  • 12. Educação formal • A educação formal tem objetivos claros e específicos e é representada principalmente pelas universidades e escolas. Ela é formulada a partir de uma diretriz educacional centralizada como o currículo, estruturas hierárquicas e burocráticas, determinadas em âmbito nacional, com órgãos fiscalizadores dos ministérios da educação. Ghon propõe que a educação formal acontece em “[..] território das escolas, são instituições regulamentadas por lei, certificadoras, organizadas segundo diretrizes nacionais.” (GHON, 2006, p. 26) • A educação formal, institucionalizada possui conteúdos pré-estabelecidos ensinados por professores em ambientes que têm normas e padrões de comportamento definidos previamente. Ghon salienta ainda que: • Entre outros objetivos destacam-se os relativos ao ensino e aprendizagem de conteúdos historicamente sistematizados, normatizados por leis, dentre os quais destacam-se o de formar o indivíduo como um cidadão ativo, desenvolver habilidades e competências várias, desenvolver a criatividade, percepção, motricidade etc. (GHON, 2006, p. 26). • A educação formal ocorre na escola e tem a participação de professores e alunos. Ela possui métodos próprios, estabelecendo diferentes regras e possui tempo limitado. Além disso, torna a formação específica obrigatória para os professores. • Percebe-se, portanto, que a educação formal se dá em instituições regulamentadas por leis, segue um currículo, possui professor com formação na área de atuação, é planejada intencionalmente e visa à aprendizagem efetiva, que é avaliada segundo critérios normativos para que o discente receba certificação e possa continuar os estudos até os níveis mais elevados.
  • 13. Educação não-formal • A educação não formal acontece, devido ao relacionamento do indivíduo com o ambiente em que vive. Não está relacionada à educação ensinada pela família ou escola. Ghanem; Trilla propõe: • Um tipo de educação que não provém da família, não consiste na influência, tão difusa quanto poderosa, que se dá no relacionamento direto do indivíduo com “o mundo”, nem é aquela que se recebe do sistema escolar propriamente dito (GHANEM; TRILLA, 2008, p. 16). • Em decorrência aos fatores sociais, econômicos e tecnológicos, como: o aumento da demanda da educação, pois setores tradicionalmente excluídos, como os adultos, os idosos, as mulheres e as minorias étnicas, passam a fazer parte do quadro de alunos, fazendo com que a educação não formal se expanda.
  • 14. Revista mais educação • Ghon ressalta a importância do trabalho das ONGs no que diz respeito ao trabalho educativo: • Preconiza-se o trabalho das ONGs no âmbito educativo comunitário e intrafamiliar, na área da educação fundamental junto a comunidades, assim como programas de educação para o trabalho, principalmente em entidades que promovem programas sobre tecnologias apropriadas, autogestão, formas alternativas para a exploração correta dos recursos naturais do meio ambiente, de modo a preservá-lo da devastação. Destaca-se a importância das ONGs como agências que possuem Know-how em metodologias, estratégias e programas de ação, tendo se constituído ao longo das últimas décadas como estimuladoras do trabalho voluntário e de revalorização das culturas locais, de forma a resgatar o conhecimento existente entre comunidades atendidas e não ignorá-lo (GOHN, 2008, p. 94). • Percebe-se, portanto, que por meio da educação não formal, os indivíduos se tornam cidadãos do mundo e vão o construindo, pois é aprendida no cotidiano, com o outros, por meio da experiência e em espaços de ação coletivos fora da escola, um processo educativo, que surge como resultado dos interesses e necessidades do grupo.
  • 15. Educação informal • A educação informal tem por finalidade socializar o indivíduo, determinar o comportamento e desenvolver hábitos e atitudes de acordo com o grupo social que pertence desde o nascimento. Possui como características a não organização, a não sistematização dos conhecimentos, pois estes são transmitidos por meio da prática pautados em experiências passadas e repletas de emoção e sentimentos. Ghon(2006), propõe que: • A educação informal tem seus espaços educativos demarcados por referências de nacionalidade, localidade, idade, sexo, religião, etnia etc. A casa onde se mora, a rua, o bairro, o condomínio, o clube que se frequenta, a igreja ou o local de culto a que se vincula sua crença religiosa, o local onde se nasceu, etc. (GHON, 2006, p. 29). • O caráter não intencional e não institucionalizado da educação informal não diminui a importância de sua influência no meio social, pois está associado aos hábitos e capacidades que o homem tem de pensar e agir sobre esse meio. • Ghanem e Trilla salientam que estamos diante da educação informal quando: • O processo educacional ocorre indiferenciada e subordinadamente a outros processos sociais, quando aquele está indissociavelmente mesclado a outras realidades culturais, quando não emerge como algo diferente e predominante no curso geral da ação em que o processo se verifica, quando é imanente a outros propósitos, quando carece de um contorno nítido, quando se dá de maneira difusa (GHANEM; TRILLA, 2008, p. 37). • Percebe-se, portanto, que a educação informal é aquela aprendida em diferentes centros sociais durante o processo de socialização produzidas nas relações entre famílias ou conhecidos. Nela vêm embutidos valores, regras e normas de uma determinada cultura. Nesse caso, os professores são os membros da família em geral, os amigos do clube, da escola, da igreja.
  • 16. Alfabetização • A alfabetização consiste no aprendizado do alfabeto e de sua utilização como código de comunicação, e apropriação do sistema de escrita, e pressupõe a compreensão do princípio alfabético, indispensável ao domínio da leitura e escrita. De um modo mais abrangente, a alfabetização é definida como um processo no qual o indivíduo constrói a gramática e em suas variações, sendo chamada de alfabetismo a capacidade de ler, compreender, e escrever textos, e operar números. Esse processo não se resume apenas na aquisição dessas habilidades mecânicas (codificação e decodificação) do ato de ler, mas na capacidade de interpretar, compreender, criticar, ressignificar e produzir conhecimento. Todas essas capacidades citadas anteriormente só serão concretizadas se os alunos tiverem acesso a todos os tipos de portadores de textos. O aluno precisa encontrar os usos sociais da leitura e da escrita. A alfabetização envolve também o desenvolvimento de novas formas de compreensão e uso da linguagem de uma maneira geral. • A incapacidade de ler e escrever é denominada analfabetismo ou iliterácia, enquanto que a incapacidade de interpretar textos simples é chamada analfabetismo funcional ou semianalfabetismo. No período pós-guerra o alfabetismo era visto sob uma perspectiva simplista de «saber ler, escrever e contar» [...] A partir da década de 60 esta visão alterou-se e passou a predominar uma visão mais funcional do conceito. • A alfabetização de um indivíduo promove sua socialização, já que possibilita o estabelecimento de novos tipos de trocas simbólicas com outros indivíduos, acesso a bens culturais e a facilidades oferecidas pelas instituições sociais. A alfabetização é um fator propulsor do exercício consciente da cidadania e do desenvolvimento da sociedade como um todo.
  • 17. Conclusão • Ferraz et. al. (2004, p. 5) afirma que Malcolm Knowles sistematizou toda a abordagem andragógica e tornou-se um defensor desta ideia, tendo proposto ainda os Contratos de Aprendizagem. • Os processos de ensino e aprendizagem diferem de acordo com a fase de desenvolvimento do indivíduo em causa. Há ainda uma certa confusão na andragogia, pelo fato de se tratar de jovens e adultos, nos quais se acredita o método tradicional não gera o efeito desejado. Confusão esta verificada em alguns dos princípios da andragogia: liberdade do jovem e adulto guiar ter controle sobre o que aprender e como, e a necessidade de o professor orientar o estudante acabando por aplicar os métodos tradicionais. • A relação entre as ciências da Androgogia e da Pedagogia deve ser entendida como uma relação de completude e não de rompimento. O papel da Andragogia deve ser o de municiar o professor de alternativas inteligentes e eficazes para a obtenção de melhores resultados, mas sem renegar os princípios da pedagogia.
  • 18. Referências • LIBÂNEO, J. C. Que destino os educadores darão à pedagogia? In: PIMENTA, S.G. (Org.). et al. Pedagogia, ciência da educação? São Paulo: Cortez, 1996. • ______. Pedagogia e pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez, 1998. • ______. Diretrizes curriculares da pedagogia: imprecisões teóricas e concepção estreita da formação profissional de educadores. Educação e Sociedade, Campinas, v. 27, n. 96 (especial), p.843-876, out. 2006. Disponível em: <http://www.cedes.unicamp.br> • ______. A pedagogia em questão: entrevista com José Carlos Libâneo. Olhar de Professor, Ponta Grossa, n. 10(1), p.11-33, 2007. • CAVANCANTI, Roberto de Albuquerque; GAYO, Maria Alice Fernandes da Silva. • Andragogia na educação universitária. Conceitos. Disponível em: • <Www.adufpb.org.br/publica/conceitos/11/art05.pdf>. Acesso em: 11 nov. 2006. • CUNHA, Antonio Geraldo da. Dicionário etmológico Nova Fronteira da língua portuguesaAntonio Geraldo da Cunha; assistentes : Cláudio Mello Sobrinho... [et. al.]. – Rio de Janeiro : • Nova Fronteira, 1982. • FERRAZ, Serafim Firmo de Souza; LIMA, Tereza Cristina Batista de; SILVA, Suely • Mendonça de Oliveira e. Contratos de aprendizagem: Princípios andragógicos e ferramenta • de gestão da aprendizagem. In: ENCONTRO DAASSOCIAÇÃO NACIONAL DE • PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO-ENANPAD, 28., 2004, • Salvador. Anais…, Salvador: ANPAD, 2004. 1 CD-ROM. • FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio século XXI : O dicionário da • língua portuguesa. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999