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Memorial do Convento José Saramago
Capítulo XXIV Espera de Blimunda e posterior busca de Baltasar. Chegada de El-rei a Mafra. Grito de Blimunda ao chegar ao Monte Junto e não encontrar nem sinais da passarola nem de Baltasar. Tentativa de violação de Blimunda pelo frade dominicano e deste com um espigão pelas costas. Ansia de Blimunda após duas noites sem dormir. Aniversário de El-rei e inauguração do convento. Benção do patriarca na Benedictione. Final do primeiro dos oito dias de sagração e saída de Blimunda para procurar Baltasar.
Resumo Baltasar não regressa para casa, o que faz com que Blimunda não consiga dormir naquela noite.        Esperara que ele voltasse ao cair do dia, haveria os festejos da sagração da basílica, mas ele não voltara. Em jejum, olhando as pessoas que passavam para a festa, estava sentada numa vala e ali ficou, vendo o que os que passavam carregavam por dentro, recebendo insultos, dizendo outros. Voltou para casa, ceou com os cunhados e o sobrinho. Naquela noite não conseguiu dormir.
Resumo (continuação)       Não irá ver o rei quando ele vier a Mafra, vai esperar Baltasar pelos caminhos, certa que por aquele caminho não o irá desencontrar. Desesperadamente tentando encontrá-lo, chega até ao Monte Junto e encontra o alforge mas nem sinal de Baltasar nem da passarola, chora sem saber se ele morreu ou vive. Encontra um frade, dominicano, que tenta violá-la e mata-o com o espigão de Baltasar, enterrando-lho nas costelas. Parte em busca do seu amado. Volta a Mafra pensando que se tinham desencontrado, mas ele não estava lá.
Resumo (continuação)       À tardinha, chegam Inês António e Álvaro Diogo e encontram-na a dormir. De manhã, ela esquece-se de comer o pão e vê-os por dentro.       Estamos a vinte e dois de Outubro de 1730, D. João V faz quarenta anos. É inaugurado o convento.
Citações “Ali é o lugar, como o ninho de uma grande ave que levantou voo.” “…mais de trezentos franciscanos para assistir ao acto, por assim dizer o abrilhantando, se de dominicanos fosse a ordem, faltaria um.”
Fim Elaborado por Paulo Alves, aluno do 12ºA, Nrº12, da Escola E.B. 2,3/S Mestre Martins Correia da Golegã, no âmbito da disciliplina de Portugês

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  • 1. Memorial do Convento José Saramago
  • 2. Capítulo XXIV Espera de Blimunda e posterior busca de Baltasar. Chegada de El-rei a Mafra. Grito de Blimunda ao chegar ao Monte Junto e não encontrar nem sinais da passarola nem de Baltasar. Tentativa de violação de Blimunda pelo frade dominicano e deste com um espigão pelas costas. Ansia de Blimunda após duas noites sem dormir. Aniversário de El-rei e inauguração do convento. Benção do patriarca na Benedictione. Final do primeiro dos oito dias de sagração e saída de Blimunda para procurar Baltasar.
  • 3. Resumo Baltasar não regressa para casa, o que faz com que Blimunda não consiga dormir naquela noite. Esperara que ele voltasse ao cair do dia, haveria os festejos da sagração da basílica, mas ele não voltara. Em jejum, olhando as pessoas que passavam para a festa, estava sentada numa vala e ali ficou, vendo o que os que passavam carregavam por dentro, recebendo insultos, dizendo outros. Voltou para casa, ceou com os cunhados e o sobrinho. Naquela noite não conseguiu dormir.
  • 4. Resumo (continuação) Não irá ver o rei quando ele vier a Mafra, vai esperar Baltasar pelos caminhos, certa que por aquele caminho não o irá desencontrar. Desesperadamente tentando encontrá-lo, chega até ao Monte Junto e encontra o alforge mas nem sinal de Baltasar nem da passarola, chora sem saber se ele morreu ou vive. Encontra um frade, dominicano, que tenta violá-la e mata-o com o espigão de Baltasar, enterrando-lho nas costelas. Parte em busca do seu amado. Volta a Mafra pensando que se tinham desencontrado, mas ele não estava lá.
  • 5. Resumo (continuação) À tardinha, chegam Inês António e Álvaro Diogo e encontram-na a dormir. De manhã, ela esquece-se de comer o pão e vê-os por dentro. Estamos a vinte e dois de Outubro de 1730, D. João V faz quarenta anos. É inaugurado o convento.
  • 6. Citações “Ali é o lugar, como o ninho de uma grande ave que levantou voo.” “…mais de trezentos franciscanos para assistir ao acto, por assim dizer o abrilhantando, se de dominicanos fosse a ordem, faltaria um.”
  • 7. Fim Elaborado por Paulo Alves, aluno do 12ºA, Nrº12, da Escola E.B. 2,3/S Mestre Martins Correia da Golegã, no âmbito da disciliplina de Portugês