Capítulo XXIV - MC

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Capítulo XXIV - MC

  1. 1. Memorial do Convento<br />José Saramago<br />
  2. 2. Capítulo XXIV<br />Espera de Blimunda e posterior busca de Baltasar.<br />Chegada de El-rei a Mafra.<br />Grito de Blimunda ao chegar ao Monte Junto e não encontrar nem sinais da passarola nem de Baltasar.<br />Tentativa de violação de Blimunda pelo frade dominicano e deste com um espigão pelas costas.<br />Ansia de Blimunda após duas noites sem dormir.<br />Aniversário de El-rei e inauguração do convento.<br />Benção do patriarca na Benedictione.<br />Final do primeiro dos oito dias de sagração e saída de Blimunda para procurar Baltasar.<br />
  3. 3. Resumo<br />Baltasar não regressa para casa, o que faz com que Blimunda não consiga dormir naquela noite. <br /> Esperara que ele voltasse ao cair do dia, haveria os festejos da sagração da basílica, mas ele não voltara. Em jejum, olhando as pessoas que passavam para a festa, estava sentada numa vala e ali ficou, vendo o que os que passavam carregavam por dentro, recebendo insultos, dizendo outros. Voltou para casa, ceou com os cunhados e o sobrinho. Naquela noite não conseguiu dormir.<br />
  4. 4. Resumo (continuação)<br /> Não irá ver o rei quando ele vier a Mafra, vai esperar Baltasar pelos caminhos, certa que por aquele caminho não o irá desencontrar. Desesperadamente tentando encontrá-lo, chega até ao Monte Junto e encontra o alforge mas nem sinal de Baltasar nem da passarola, chora sem saber se ele morreu ou vive. Encontra um frade, dominicano, que tenta violá-la e mata-o com o espigão de Baltasar, enterrando-lho nas costelas. Parte em busca do seu amado. Volta a Mafra pensando que se tinham desencontrado, mas ele não estava lá.<br />
  5. 5. Resumo (continuação)<br /> À tardinha, chegam Inês António e Álvaro Diogo e encontram-na a dormir. De manhã, ela esquece-se de comer o pão e vê-os por dentro.<br /> Estamos a vinte e dois de Outubro de 1730, D. João V faz quarenta anos. É inaugurado o convento. <br />
  6. 6. Citações<br />“Ali é o lugar, como o ninho de uma grande ave que levantou voo.”<br />“…mais de trezentos franciscanos para assistir ao acto, por assim dizer o abrilhantando, se de dominicanos fosse a ordem, faltaria um.”<br />
  7. 7. Fim<br />Elaborado por Paulo Alves, aluno do 12ºA, Nrº12, da Escola E.B. 2,3/S Mestre Martins Correia da Golegã, no âmbito da disciliplina de Portugês<br />

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