Maria

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Introdução ao estudo de Maria

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Maria

  1. 1. MARIA
  2. 2. NA DEVOÇÃO E LITURGIA NA BÍBLIA NOS DOGMAS MARIAMARIA
  3. 3. 1.1 NA DEVOÇÃO • Essa devoção não tem dono; • O povo divulga, o povo modifica; • Tem um aspecto comunitário e cultural muito forte;
  4. 4. ORIGEM DOS TÍTULOS: • APARIÇÕES • NECESSIDADES HUMANAS • PASSAGENS DA VIDA DE MARIA
  5. 5. RamónRamón GimenezGimenez
  6. 6. RamónRamón GimenezGimenez
  7. 7. 1.2 NA LITURGIA • O culto a Maria na Liturgia é mais definido; • mas não é fossilizada; • também vai assumindo formas diferentes , de acordo com as novas situações.
  8. 8. Hoje na liturgia temos: • Memória • Festas • Solenidades Os padres, os ministros das celebrações devem aproveitar as celebrações para ajudar o povo a conhecer mais e melhor a mãe de Jesus.
  9. 9. 2. NA BÍBLIA Maria de Nazaré e os Evangelhos:  nos Evangelhos tudo gira em torno de Jesus,  ele é o centro;  Quando fala de Maria, fazem em relação a Jesus;  cada Evangelista tem um plano teológico para sua obra;  cabe a Lucas e João o mérito de mostrar as qualidades humanas e espirituais de Maria.  Por fim, o livro do Apocalipse apresenta Maria como imagem da comunidade cristã, que experimenta nesse mundo o sofrimento, a perseguição, mas também a glória do ressuscitado.
  10. 10. 2.1 MARIA NO EVANGELHO DE LUCAS Normalmente dizemos que Maria é importante porque é a mãe de Jesus. Lucas nos mostra que Maria tem muitas outras qualidades.
  11. 11. 2.1.1 A PERFEITA DISCÍPULA DO SENHOR  Jesus chama discípulos, cooperadores da missão;  na explicação da parábola da boa semente diz: “O que está na boa terra são os que ouvem a palavra num coração leal e bom, guardam-na e produzem fruto pela perseverança” (Lc8,15) OUVIR, ACOLHER, FRUTIFICAR
  12. 12. a) A anunciação: Maria acolhe a proposta de Deus  a anunciação não só prepara o nascimento de Jesus, mas também mostra a vocação de Maria e sua resposta generosa.
  13. 13.  O anjo começa com uma saudação: Alegre-se Maria (Lc 1 , 28)  Maria recebe um nome especial: “Cheia de graça”.  A seguir, diz-se que “o Senhor está contigo”  Diante da proposta de Deus, o seu “sim” ecoa forte.  Toda disponível a Deus, Maria une a liberdade com a vontade: Eis aqui a servidora do Senhor. Faça-se em mim segundo a vossa palavra(Lc 1,37)  essa entrega do coração a Deus tem um nome muito simples: FÉ  Maria não somente ouviu, mas escutou a palavra, acolheu-a no coração.
  14. 14. b) Maria medita a palavra no coração  Maria nos ensina a cultivar a interioridade. Guardar as coisas no coração, meditar e buscar sentido nos acontecimentos e preparar-se para o que vai acontecer;  Lucas nos fala 2 vezes que Maria guarda no coração os acontecimentos e procura descobrir o seu sentido.  na primeira vez, depois do nascimento de Jesus (Lc 2,19)  na segunda, “Vocês não sabiam que devo estar junto do meu Pai?” (Lc 2, 46-49)  No começo e no fim da vida familiar de Jesus, quer dizer que isso era constante em Maria.
  15. 15. c) Maria, a árvore que dá bons frutos  Depois da Anunciação Maria sai às pressas para visitar sua parenta Isabel  A fé torna Maria fértil de corpo e alma  Quando os familiares de Jesus vão procurá-lo e não conseguem alcançá-lo por causa da multidão, Jesus diz: “A minha mãe e os meus irmãos são os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática.” (Lc8,21)  quando afirmam para Jesus: “Feliz aquela que te trouxe no útero e te amamentou.” Jesus respondeu: “Antes, bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a observam.”(Lc 11,27)
  16. 16. 2. Maria, a peregrina na fé “Eis que esse menino causará a queda e a elevação de muitas pessoas. Será um sinal de contradição, - e para você, uma espada traspassará sua alma – e assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. (Lc2,34) “Pois a palavra de Deus é viva, eficaz e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes. Julga as disposições e as intenções do coração. E não há criatura oculta à sua presença.” (Hb 4,12s)  Maria foi constantemente provocada pelas palavras e atitudes de Jesus, que eram tão diferentes das pessoas de seu tempo. Faz parte da fé aqueles momentos de escuridão, em que a razão se cala e alma se entrega a Deus.
  17. 17. 2.2 MARIA EM JOÃO  Maria aparece duas vezes no evangelho de João. Ela atua na realização do primeiro sinal de Jesus em Caná e permanece ao Pé da cruz.  ao colocar Maria no início e no final da missão de Jesus, João está dizendo que ela tem um lugar especial, pois se faz presente nos momentos mais importantes.
  18. 18. a) Maria em Caná: o vinho novo (Jo2,1-11)  Maria se dirige a Jesus, fazendo-lhe um discreto pedido: “Eles não tem mais vinho”.  Jesus acha que não é ainda o momento oportuno de começar sua missão.  Maria diz: “Façam tudo o que disser a vocês”  Segundo João, Maria não só realiza a vontade de Deus na sua vida, mas também orienta os outros a fazerem o que Deus lhes pede.  Qual o resultado da ação de Jesus, devido à intervenção de Maria? João nos fala que Jesus “manifestou sua glória e seus discípulos creram nele.  O primeiro sinal, de Caná, abre caminho para a aventura da fé.  O relato sobre Caná nos mostra Maria como a mãe da comunidade cristã, que estimula os servidores e amigos de Jesus a realizarem sua vontade.
  19. 19. b) Maria ao pé da cruz: a comunidade cristã  Maria que apareceu no início de sua missão, em Caná, ajudando seus discípulos a acreditarem nele, volta de novo à cena.  O gesto de “permanecer de pé” significa persistência, constância e adesão.  Caná e cruz não aconteceram somente uma vez. Estão se realizando ainda.
  20. 20. 2.3 Maria no apocalipse  A mulher do Apocalipse 12 era, em primeiro lugar, a comunidade cristã, perseguida pelas forças políticas e religiosas da época. Mas a Igreja, no correr do tempo, encontrou no texto muitas semelhanças com Maria. E passou a usar esse texto para mostrar como ela já participa da glória de Deus.
  21. 21. 3. Maria nos dogmas a) O dogma de “Maria, Mãe de Deus”  Concílio de Éfeso (431)  Os cristãos estavam discutindo sobre a humanidade e a divindade de Jesus e concluíram também algo a respeito de Maria. Ela não é mãe somente da parte humana de Jesus Cristo, mas de toda a sua pessoa de Filho de Deus encarnado.  3 lições: pensar que tipo de mãe foi Maria e como sua missão ajudou a missão de Jesus; compreender como Maria se relaciona com Deus; como sua missão materna diz respeito a cada um de nós
  22. 22. b) O dogma da virgindade de Maria  O dogma da virgindade de Maria tem 3 partes: → a concepção virginal → a opção celibatária de Maria → a virgindade no parto
  23. 23. Interpretações da Concepção Virginal • Literal: aconteceu conforme está contado na bíblia • Metafórica: o importante é a mensagem, o fato não interessa. A concepção de Jesus é um presente de Deus para a humanidade .• Real Simbólica: A concepção de Jesus e seu nascimento são uma nova criação, fruto do dom de Deus e da resposta humana. A concepção virginal vai além da questão sexual, mas é real.
  24. 24. c) O dogma da Imaculada Conceição  O fato de Maria ser Imaculada não lhe tira o esforço de ser peregrina na fé, pois isso faz parte da sua situação de ser humano, que necessita crescer e aprender. Maria não nasce prontinha. Também é aprendiz da vida.  O dogma da Imaculada afirma que Maria é préredimida por Cristo.
  25. 25. d) O dogma da Assunção  Cremos que Maria já está glorificada junto de Deus, toda inteira. Ela antecipa o que está prometido para cada um de nós: participar do banquete da Vida, trazendo consigo o amor e seus frutos.
  26. 26. Virgem da Conceição, Vós fostes aquela Senhora, que entrastes no Céu vestida de sol, calçada de lua, coroada de estrelas e cercada de anjos. Vós prometestes ao Anjo Gabriel que havíeis de socorrer a todo aquele que invocasse vosso Santo Nome. Agora é a ocasião. Valei-me senhora da Conceição. Bem Aventurada Nhá Chica
  27. 27. RAMÓN GIMENEZ ramonbh@ymail.com

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