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O cristão inicia dezembro sob o signo da esperança. E
o que é esperança? É possuir e ainda desejar; é ter e ainda
aguardar; é conhecer, mas não esgotar a experiência de
saber em nenhum momento da vida temporal. O mistério
do Natal alimenta essa virtude teologal que Péguy defi-
niu, com tanta ternura, ao chamá-la “a caçula das três
irmãs”. Não tem o esplendor da fé nem o fogo do amor,
mas é aquela força que sustenta o ser humano, sobretudo
nas situações adversas da vida. No Advento, ela é anun-
ciada pela liturgia do tempo, através de três magníficas
figuras bíblicas: Isaías, João
Batista e Maria. O primeiro
fez o anúncio de um novo
mundo com estas palavras:
“O lobo será hóspede do
cordeiro, a pantera se deita-
rá ao lado do cabrito... O
bebê brincará no buraco da
cobra venenosa, e a crianci-
nha enfiará a mão no escon-
derijo da serpente” (Is 11,
6-8).
Nessas palavras tão
impregnadas de poesia, está
desenhada a era messiânica
de paz e reconciliação na
ordem da Criação. Animais
inimigos por natureza convivem harmoniosamente entre
si. Uma criança não é envenenada por um animal ma-
léfico.
Arevelação, porém, mais forte, de um tempo de justi-
ça e libertação está no canto de Maria, no Magnificat.
Seria válido reproduzi-lo por inteiro. Mas, como não há
espaço para isso, nesta reflexão, fiquemos apenas com
estes versículosde Lucas sobre o projetode Jesus, comu-
nicado pela sua Mãe à prima Isabel: “Ele realiza proezas
com seu braço: dispersa os soberbos de coração, derruba
do trono os poderosos e eleva os humildes; aos famintos
enche de bens e despede os ricos de mãos vazias” (Lc 1,
51-53).
A mensagem do Magnificat é muito forte. Se viesse
de um líder social, muitos comentariam: subversão,
pregação de luta de classe. Mas foi a Mãe de Deus que se
expressou assim, num testemunho de que compreendeu
a missão do Filho, mesmo antes da sua chegada ao mun-
do. Precisamos de uma humanidade madura, de católi-
cos experimentados a fim de trazer a esperança para o
nosso tempo que atravessa
tanta turbulência. Entretan-
to, para que a nossa espera
não morra no coração dos
desiludidos que nada mais
esperam, é indispensável
alimentar o sonho da paz do
profeta Isaías, a mudança de
vida proclamada por João
Batista e a luta pela justiça
exaltada pela voz corajosa
deMaria.
No evento do Natal, a
esperança se fez carne pre-
sente no meio da humanida-
de, não só nos anos da vida
de Jesus, mas sempre e em
qualquer lugar: “Eis que estarei com vocês todos os dias,
atéofimdomundo”(Mt28,20b).
Paroquianos, paroquianas, leitores do Folha, com
esses preciosos lembretes, convoco todos a renovarem
sua esperança nesses dias de tanto desespero para con-
quistarem uma vida melhor e distribuir “a caçula das
três” entre todos que se aproximarem de vocês. Uma
bênção do Menino Jesus e um carinho de nossa Mãe
Maria.
UmSantoeFelizNatal!
Padre Aderbal Galvão de Sousa
Seguimento e serviço devem ser
prioridade para os verdadeiros
seguidores do Mestre Jesus. Leia o
artigo de Zélia Vianna na página 2
O Projeto Pastoral 2018-2020 da
nossa Paróquia nos convoca a
repensar a forma de evangelizar e de
ser Igreja. Página 4
Vivamos com intensidade o
Advento, preparando-nos para
receber Jesus no Natal!
Páginas 4, 5, 7 e 8
ABíblia ensina que Deus criou o mundo pela palavra.
Que exista a luz, que exista um firmamento (Cf. Gn 1).
Com o ser humano, porém, a criação foi diferente, espe-
cial. Com as próprias mãos, Deus moldou o ser humano
do pó da terra, soprou-lhe o fôlego da vida e ele passou a
existir. Cada ser humano é o resultado direto do sopro do
Criador. Por isso, em que pesem as diferenças raciais,
econômicas, culturais, sociais e religiosas existentes
entre as pessoas, há valores divinos que são comuns a
todas. E entre esses valores destaco o valor para o ser-
viço.
Mais tarde Jesus, a Palavra que se fez carne, veio
armar sua tenda entre nós: “Entre vós sou como aquele
que serve” (Lucas 22,27). De fato, sua vida foi uma
expressão viva do serviço em todos os momentos.
Durante os três anos de vida pública, Jesus acolheu a
todos, especialmente os mais pobres e simples, curou
doentes,alimentoufamintos,faloudoamordoPaieapon-
tou o caminho do Seu Reino. Após sua Ressurreição, a
Igreja primitiva fez do anúncio do Reino e atendimento
aos mais desprezados e necessitados a razão de ser de seu
ministério: “Tudo que vocês fizeram ao menor dos meus
irmãosfoiamimqueofizeram”(Mt25,40).
Embora os atos de misericórdia possam e devam ser
feitos porque o socorro prestado, principalmente aos
mais vulneráveis, tem um valor tão grande diante do Pai,
que levou Jesus a afirmar que “até um copo de água fres-
ca dada em Seu nome não ficaria sem recompensa”, não
há lugar, no seu projeto, para o serviço que tem como
objetivo específico cumprir ritos e obrigações, alimentar
a vaidade, massagear a consciência, promover-se social-
mente.
Se desejamos ser verdadeiros seguidores do Mestre
Jesus, não há como conjugar separadamente os verbos
servir e seguir, vez que eles constituem os dois lados de
uma mesma moeda. De fato, não há seguimento verda-
deiro sem serviço, nem serviço que não tenha origem e
sustentaçãonoseguimentodeJesus.
Servir ao Reino tem uma dimensão ampla e vai além
das coisas materiais. Faz parte desse serviço o uso dos
dons que recebemos para compartilhar a fé, ensinar a
Palavra, ajudar as pessoas a conhecerem Jesus. Daí por-
que o serviço para o qual nós, batizados, somos chama-
dos a assumir não pode entendido como gestos isolados
deajudaaoirmão,mascomoumaatitudedevida.
Para que o serviço dê frutos abundantes e o Reino de
Deus (que já está entre nós) adquira cada vez mais visibi-
lidade, São Paulo apresenta três princípios que devem
nortearavidadequemserveesegueoMestre.
A obra é de Deus, não nossa – Por isso não fazemos
um favor ao padre e muito menos a Deus quando assumi-
mos qualquer tipo de trabalho na comunidade. E porque
assim é, o serviço não pode ser visto como um peso, mas
como um privilégio. No fim, só nos resta agradecer a
honra de termos sido chamados para colaborar com a
obra do Reino e dizer: “somos servos inúteis, fizemos o
quedevíamosfazer”(Lc17,10).
Somos cooperadores uns dos outros, não concor-
rentes – Eventuais divergências podem ocorrer. Os pri-
meiros discípulos tiveram conflitos. Paulo enfrentou
Pedro no Concílio de Jerusalém; Paulo e Barnabé separa-
ram-se na segunda viagem em razão de discordâncias por
causa de João Marcos. Mas nunca faltou entre eles a ver-
dade, a lealdade e o respeito. Não podemos, contudo,
jamais esquecer que as atividades podem ser diferentes,
mas, porque temos um trabalho comum e um Senhor
comum, temos a responsabilidade de defender a Unidade
daIgreja.
A obra de Deus não depende do que sou e tenho –
Somos servos, trabalhadores a serviço do Reino. Mas a
obra é de Deus e depende essencialmente d´Ele. “Eu
plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fez crescer; de
modo que nem o que planta nem o que rega são alguma
coisa, mas unicamente Deus, que efetua o crescimento”
(1Cor6-8).
Zélia Vianna
zelia.vianna@yahoo.com.br
Venha participar das comunidades de Estudos Bíblicos e aprofunde seu conhecimento da Palavra de Deus.
Informações na secretaria paroquial.
PREPARAÇÃO DE PAIS E PADRINHOS PARA O
BATISMO DE CRIANÇAS: 1.º e 15 de dezembro, das
14h às 18h, na Igreja Nossa Senhora da Conceição da
Lapa.
BATISMO DE CRIANÇAS: 2 e 16 de dezembro, às
8h30,naIgrejadeSão Pedro.
I DOMINGO DO ADVENTO E ANIVERSÁRIO DE
CRIAÇÃO DANOSSAPARÓQUIA– 339ANOS: 2 de
dezembro, missa às 7h30, 9h30 e 11h30, na Igreja de São
Pedro.
HORA SANTA E MISSA DO SAGRADO
CORAÇÃO DE JESUS: 7 de dezembro, Hora Santa às
9hemissaàs10h,naIgrejadeSãoPedro.
FESTA DA IMACULADA CONCEIÇÃO: 8 de
dezembro, missa às 7h30, 9h30 e 11h30, na Igreja de São
Pedro.
DIADE NOSSASENHORADE GUADALUPE: 12 de
dezembro.
ENCONTRÃO DA FAMÍLIA EXCELSIOR: 16 de
dezembro, das 14h às 18h, no Campus da Universidade
Católica,naFederação.
M I S S A E M A Ç Ã O D E G R A Ç A S P E L O S
DOADORES DO BAZAR DASOLIDARIEDADE: 16
de dezembro, missa às 7h30, 9h30 e 11h30, na Igreja de
São Pedro.
ANIVERSÁRIO DE NASCIMENTO DO PAPA
FRANCISCO:17 dedezembro.
M I S S A E M A Ç Ã O D E G R A Ç A S P E L O S
DIZIMISTAS DAPARÓQUIA: 23 de dezembro, missa
às7h30, 9h30 e11h30, naIgrejadeSão Pedro.
VIGÍLIADO NATAL: 24 de dezembro, às 18h, na Igreja
deSão Pedro.
NATAL DO SENHOR: 25 de dezembro, missa às 7h30,
9h30 e11h30,naIgrejadeSão Pedro.
FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA: 30 de dezembro,
missaàs7h30,9h30e11h30, naIgrejadeSão Pedro.
01: Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus – Dia
MundialdaPazedaConfraternizaçãoUniversal;
04: Hora Santa e missa do Sagrado Coração de
Jesus;
05 e 19: Preparação de pais e padrinhos para o
batismodecrianças;
06 e20:Batismodecrianças;
06:EpifaniadoSenhor;
07:DiadaBem-aventuradaLindalva;
13:BatismodoSenhor;
20: Missa em Ação de Graças pelos doadores do
BazardaSolidariedade;
22: Aniversário de nascimento de padre Thierry
Bierlaire;
24:DiaNacionaldosAposentados;
25: Dia da Conversão de São Paulo e dia dos
Carteiros;
27: Missa em Ação de Graças pelos dizimistas da
Paróquia;
30: Aniversário de nascimento de Dom Marco
Eugênio.
Com a aproximação do final de ano, é hora de
arrumar os armários de sua casa. Doe aquilo que
você não precisa mais e esteja em bom uso.
A nossa Paróquia mantém três espaços com o Bazar
da Solidariedade, que são frutos de doações de
roupas, sapatos, objetos de decoração, móveis e
utensílios domésticos em bom uso, que são postos à
venda com o objetivo de ajudar no trabalho social
que a nossa Paróquia desenvolve.
Visite os espaços do Bazar da Solidariedade, onde
também podem ser feitas as doações. Comprando ou
doando roupas e objetos usados, você ajuda o nosso
trabalho social.
Brechó: Igreja Nossa Senhora do Rosário - Av. Sete de Setembro, 819.
Bazares: Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa - Av. Joana Angélica, 41
e Igreja Senhor Bom Jesus dos Aflitos - Largo dos Aflitos, s/n.
Informações pelo telefone: 2137-8666
A palavra Advento vem do latim “adventus”, que sig-
nifica chegada, vinda. OAdvento é um tempo de prepara-
ção para a celebração do Natal. Esse tempo litúrgico pos-
sui dupla característica: sendo um tempo de preparação
para as solenidades do Natal, em que se comemora a pri-
meira vinda do Filho de Deus entre os homens, é também
um tempo em que, por meio dessa lembrança, voltam-se
os corações para a expectativa da segunda vinda do Cristo
no fim dos tempos. Por esse duplo motivo, o Tempo do
Advento se apresenta como um tempo de piedosa e alegre
expectativa.
A duração do Advento é de quatro semanas e se com-
põe de duas partes: do primeiro Domingo do Advento até
o dia 16 de dezembro, destaca-se a parte escatológica, a
vinda do Senhor no final dos tempos. Do dia 17 a 24 de
dezembro, prepara-se a vinda de Jesus na história da vida
edo mundo,queéseu Natal.
Nas celebrações, a cor litúrgica é roxa, lembrando o
convite de João Batista, que pede conversão, mudanças
profundas na nossa vida: “Preparem o caminho do
Senhor, endireitem suas estradas” (Lucas 3,4-6). No ter-
ceiro domingo do Advento, usa-se a cor rosa, como ante-
cipação da alegria do Natal. As leituras bíblicas desse
tempo apresentam as figuras
de Isaías, João Batista e
Maria, que são os modelos
para nos preparar a vinda do
Senhor.
Um dos símbolos do
Advento é a grinalda ou
coroa, que representa o infi-
nito amor de Deus. Quatro
velas são acesas e colocadas
no círculo, uma a cada sema-
na doAdvento. Elas simboli-
zam a luz de Cristo que nasce
parailuminarnossas vidas.
A espera de Cristo é uma
das promessas messiânicas
já cumprida parcialmente.
Nossos pais na fé esperaram
e não alcançaram, mas ouvi-
rampor Isaíasqueumtempo
Neste mês de dezembro, queremos continuar nossa
reflexão sobre o Projeto Pastoral, apresentando-o, na sua
sequência, já que, no mês passado, refletimos sobre a justi-
ficativa para um projeto pastoral e sobre a urgente necessi-
dade da implantação cada vez mais eficaz e aprofundada
de uma pastoral de evangelização, que leve as pessoas ao
encontro com Cristo Ressuscitado. Essa é a principal mis-
são da Igreja e, portanto, de cada um de nós, batizados, pois
todos somos chamados a anunciar Jesus e a testemunhar
como o Evangelho é capaz de dar sentido à nossa vida e à
nossa história.
Citemos agora o objetivo geral do nosso Projeto Pasto-
ral:
“Evangelizar, a partir do anúncio do kerigma de Jesus
Cristo morto e ressuscitado para a redenção do gênero
humano, criando comunidades de cristãos adultos que
possam, pelo testemunho evangélico, dar ao mundo os
sinais da fé, quais sejam, o amor na dimensão da Cruz e a
unidade”.
Chama atenção, em primeiro plano, o verbo com o qual
começamos o objetivo. Evangelizar, palavra de raiz grega,
significa anunciar uma boa notícia, aliás, a melhor notícia
que o mundo já recebeu: Jesus Cristo, verdadeiro Deus,
veio ao encontro da humanidade, assumindo a natureza
humana, aceitou padecer na Cruz, ressuscitou dos mortos e
agora está à direita do Pai, apresentando-Lhe suas chagas
gloriosas, em intercessão por todos nós. Esse é o kerigma
da nossa fé ou anúncio fundamental, o qual devemos pro-
clamar sempre, sob a inspiração e auxílio do Espírito
Santo.
Devemos ter presente que o cristianismo é mais do que
uma religião, um conjunto de dogmas ou uma moral, mas é
uma notícia! Não é um boato ou uma fake news. Qual seria
essa notícia? Cristo ressuscitou, verdadeiramente ressus-
citou!
A Igreja vive desse anúncio, e, se deixar de fazê-lo,
perdeu completamente sua razão de ser. Paulo é para nós
esse modelo de anunciador da Boa Notícia de Jesus e deve
inspirar-nos o seu ardor pela evangelização: “Ai de mim se
eunãoanunciaroEvangelho!”(1Cor9,16).
Aqueles que acolhem essa Boa Nova se agregam em
uma comunidade, a Igreja. Renascidos do seio maternal da
Mãe Igreja pelo batismo, vamos amadurecendo na fé e
dando ao mundo os sinais de que realmente acreditamos
em Jesus Cristo. Esses sinais podem ser resumidos em
dois: o amor na dimensão da Cruz e a unidade. De fato,
Jesus falou: “Nisto todos saberão que vós sois os meus
discípulossevos amardesuns aos outros”(Jo 13,34).
PROJETO PASTORAL DA PARÓQUIA DE SÃO PEDRO 2018-2020: RENOVANDO E
REPENSANDO A FORMA DE EVANGELIZAR E DE SER IGREJA
Jorge Ricardo Valois
CELEBRANDO O TEMPO DO ADVENTO
novo de esperança
e de paz chegaria.
Todo o Antigo Testa-
mento está voltado,
pelo anúncio dos pro-
fetas, para o mistério
do Cristo que virá.
Hoje, a Igreja vive toda
esta centralidade de
Cristo na história da
salvação, celebrando o
grande mistério: vem a
nós o esperado das
nações, o anunciado
pelos profetas, o reve-
ladoporseuPai.
A espiritualidade
desses dias é um apelo
para que possamos
viver alguns comportamentos fundamentais da nossa vida
cristã: a expectativa vigilante e alegre, a esperança, a con-
versão, a pobreza. A celebração desse tempo é uma peda-
gogia para compreendermos o mistério da salvação: Jesus
é o ponto de referência não só para os sentimentos piedo-
sos e religiosos, mas para empenharmos toda a nossa exis-
têncianoanúncioetestemunhodo ReinodeDeus.
O Advento é também o tempo da Virgem Maria que se
prepara, na oração e no recolhimento, para o grande misté-
rio do nascimento de Cristo. É também tempo de oração da
Igreja, que ora e suplica para que Cristo seja conhecido
entre todos os povos, seja sinal de esperança e de salvação
para todos num mundo marcado por guerras, violências,
divisões, incredulidades, soberba, autossuficiência. É um
tempo de espiritualidade que deve comprometer-nos na
tarefapelaconstruçãode“novos céusenovasterras”.
AIgreja nos exorta a vivermos em vigília e oração para
que esse tempo da graça seja proveitoso para nós, realizan-
do-se o que reza a Liturgia: “Ó céus, que chova sobre nós,
que suas nuvens derramem a justiça. Abra-se a terra e
broteparanós asalvação”.
PREPARANDO-NOS PARA O NATAL DO SENHOR
O Natal é uma celebração que nos transmite profundas
verdades de vida. Ao contemplarmos a gruta de Belém,
descobrimos o imenso amor de Deus, que assume nossa
condição humana, vindo ao mundo para nos salvar. É
Deus quesehumanizaparadivinizaro homem.
Celebrar o Natal é descobrir, na pequenez e na pobreza
do presépio, a grandeza e a riqueza do amor divino. É per-
ceber a lição de humildade que Cristo nos veio ensinar. É
optar pelo caminho que Ele nos veio mostrar. É acolher
com sinceridade as verdades que nos veio comunicar,
vivendo-as no nosso dia a dia. É assumir o compromisso
com as causas do evangelho, lutando em defesa da vida,
colocando-nos ao lado dos pobres, excluídos e injustiça-
dos. É, a exemplo de Jesus Cristo, ser um sinal de contradi-
ção na sociedade, buscando a construção da justiça, da paz
edafraternidade.
Os cristãos devem celebrar o Natal com esse espírito.
Por ser uma comemoração tão importante, é necessário
que nos preparemos bem. Na Igreja, o Advento é o tempo
de preparação, quando somos convidados a nos converter,
mudando nossa mentalidade e nossas atitudes, para nos
identificarmos cada vez mais com a proposta de vida que o
DivinoMestrenos veioensinar.
PARTICIPE DA CELEBRAÇÃO DO NATAL
NA IGREJA MATRIZ DE SÃO PEDRO
Vigília do Natal: 24 de dezembro, às 18h.
Natal de Jesus: 25 de dezembro,
missas às 7h30, 9h30 e 11h30.
01-JOSÉ NILTON CARDOSO
01-MARLENE RODRIGUES MACIEL
02-HELIOMAR GOMES DE SOUZA
02-NIVALDO BISPO DE JESUS
02-VERA LÚCIA OLIVEIRA SANTOS
03-FRANCISCA DE BRITO SANTOS
04-BÁRBARA DA SILVA MOREIRA
04-BÁRBARA RIBEIRO GRANJA
04-GEORGINA DA SILVAARCANJO
05-HAMILTON LIMA ROCHA
05-JESUS NUNES FREIRE
05-PATRÍCIA FALCÃO DOS SANTOS
05-VALDETE DOS SANTOS DE SÃO MIGUEL
06-ANA BÁRBARA UMBURANAS
06-LEONES SILVA CARILO
07-SARAJANE BARREITO FREITAS
07-VICTÓRIA GAMA MOURA
08-ANTÔNIO MARTINS ESPÍNOLA
08-HELIJANDRO SILVA DOS SANTOS
08-MARIA MACHADO
08-NATHALIAALVES DE SOUZA
08-NILSON NERE DOS SANTOS
09-HAYSE LYRA MACHADO
09-JAIR CRAVO
09-MARIA CÁSSIA DE ANDRADE
09-MINERVINAAFONSO RAMOS
10-HELENA PALMAAZEVEDO DE SANTANA
10-IZAURINA PASSOS DE SOUZA
10-MARIA DAS GRAÇAS DA SILVA
11-CÉLIA MARIA GUEDES
11-ESTERLINA GONSALVES DOS REIS
11-TÂNIA CONCEIÇÃO S. DE M. ESPÍNOLA
12-CARLOS LEÔNCIO DO N. RAMOS
12-LOURIVAL DE SOUSA SANTANA
12-MATEUS MENDONÇA VALE
13-ANÍSIAALVES DA SILVA
13-LUZIA BARROS CERQUEIRA SANTOS
13-LUZIA MARIA DA COSTA PINTO
14-GISÉLIA BASTOS LEITE BATINGA
15-ANTONIETA MARQUES M. DE LIMA
15-EDNA PEREIRA BATISTA
15-FRANCISCO MARTINS FERRAZ
15-JÉSSICA SANTOS DA CRUZ
16-CORÁLIA DE O.IVEIRA BRAGA MACEDO
16-MARIA PIRES SANTOS
16-NEIDE OLINDA CARDOSO SOUZA
16-PAULO CÉSAR SILVA DE MATOS
17-JORGE ANTÔNIO SOUZA ZUZA
17-JOSÉ ALMIR BATISTA DOS SANTOS
17-MARLENE TEREZINHA DACROCE
18-CELINA NASCIMENTO DE JESUS
18-EDVALDO DOS SANTOS PEREIRA
18-JOSÉ OTÁVIO CORDEIRO DE OLIVEIRA
18-JUDITE ALVES DOS REIS
18-MOACIR DOS SANTOS FERREIRA
19-EDINEI ROBERTO PEREIRAATAÍDE
19-JOSÉ MURICY
19-VIVIANE ARAÚJO DOS SANTOS
20-ALBÉRICO LEÔNCIO E FRANÇA
20-JANETE SILVAALMEIDA
20-NADNALVAARAÚJO LEITE
20-PALMIRO PINTO DA SILVA
20-VANILDA LEITE LAGO
21-ELOÁ DE JESUS DOS SANTOS
21-HELENA LIMA PALMA
21-UDILÃ SALES CORTÊS UMBELINO
22-GUANACY OLIVEIRA DE SANTANA
22-JOÃO CARLOS SANTANA DA CRUZ
22-MARIA CONCEIÇÃO MORAES
22-MARIA JÚLIA DA R. CAMPOS MARINHO
22-ROMÁRIO FERREIRA DE SOUZA
23-ALOÍSIA CRISPINA DE JESUS SALES
23-AMÉLIA SANTOS DA SILVA
23-MARGARIDA G. LOPES DE MORAES
23-ZILNARA DA SILVA BRITO
24-ANTÔNIA MARIAALVES
24-LEONARDO ALESSANDRO L. MENDES
24-PATRÍCIA MARIA OLIVEIRA PRADO
25-CLOTILDES SILVA SOUZA
25-DULCE M. ª MONTEIRO BONFIM
25-M. ª DA GLÓRIA SILVA COSTA
25-NATALICE BARBOSA PESTANA
25-TELMA IRACEMAALVES ARAÚJO
26-ESTEFÂNIA DO ESPÍRITO SANTO DIAS
26-MARILENE DOS ANJOS DE FREITAS
26-TEREZA NERI REIS
27-VANDA SANTOS LIMA
28-SIOMARA BISPO DOS SANTOS
29-ALEXANDRO SALES FERREIRA
29-JAILTON JOSÉ TEIXEIRA
29-M. ª JOSÉ DE SANTANA OLIVEIRA
29-URANITA MARIA DO NASCIMENTO
30-MANELITA S. DO NASCIMENTO
31-JOSENALVA BORGES SANTOS
31-JURACY PITA FERREIRA
31-LEONARDO ALVES DOS SANTOS
31-MARTA LÚCIA R. MACIEL DE SOUZA
31-SILVIO GOMES DE SOUZA
A você, meu irmão, minha irmã, que assume esta Paróquia como dizimista e se compromete com o trabalho
pastoral, parabéns! Como presente do seu aniversário, a comunidade paroquial estará unida a você, seus amigos e
familiares, nesse dia tão especial, para celebrar esta data.
Venha participar, nesse dia, da Santa Missa, às 8h, na Igreja de São Pedro.
Caso a data seja no domingo ou Dia Santo, a missa começa às 7h30.
PARÓQUIA DE SÃO PEDRO
MOVIMENTO FINANCEIRO
OUTUBRO/2018
RECEITAS
Dízimos .................................................. 32,316,00
Espórtulas de missas ............................. 10.894,00
Espórtulas de batizados .............................. 400,00
Taxas de matrimônios ............................. 1.060,00
Taxas de certidões .................................. 105,00
Coletas ordinárias .................................. 7.297,66
Donativos ............................................... 2.500,00
Rendimento do bazar ............................. 7.572,00
Rendimento do restaurante .................... 9.023,42
Rendimento do Santo Café ................... 470,70
Rendimentos bancários ......................... 155,69
TOTAL ............................................... 71.794,47
DESPESAS
Despesas Administrativas
Material litúrgico .................................... 2.389,50
Decoração ............................................. 124,60
Côngrua ................................................. 3.000,00
Repasses à Cúria .................................. 4.758,59
Tarifas bancárias ................................... 130,60
Despesas com pessoal
Salários e férias ..................................... 21.226,01
Encargos sociais .................................... 12.963,96
Vale refeição .......................................... 8.499,04
Vale transporte ...................................... 2.390,20
Assistência odontológica ....................... 273,00
Seguro de vida ....................................... 157,70
Despesas Pastorais
Ajuda a Moradores de rua ..................... 2.000,00
Ajuda a Mulheres Marginalizadas ......... 954,00
Ajuda Social .......................................... 954,00
Serviços e utilidades
Água e esgoto ....................................... 1.623,37
Correios ................................................. 1.287,95
Energia elétrica ...................................... 4.463,78
Telefonia ................................................ 466,98
Condomínio ............................................ 301,11
Manutenção de site e programa SGCP .. 121,70
Serviços contábeis .................................. 775,00
Manutenção e conservação ............... 1.236,25
TOTAL ............................................. 70.097,34
SALDO DO MÊS 1.697,13
O dízimo é o nosso ato de fé, de
agradecimento e de amor.
SEJA DIZIMISTA
INSCREVA-SE NA SECRETARIA
PAROQUIAL
Desde o início de dezembro, nossa cidade apresenta
um rosto diferente, indicando que se prepara para uma
festa: a celebração do nascimento de Jesus. Lâmpadas
coloridas, árvores decoradas, enfeites natalinos, mensa-
gens e presentes são um ritual que nos fala de alegria,
mesmo entre as tensões que estamos vivendo. Apesar de
ser um evento anual, o Natal não perde a sua novidade.
Não cai na rotina, e mantém a sua motivação se penetrar-
mos na profundidade do seu mistério, que o evangelista
João admiravelmente resumiu em poucas palavras, no
versículo 14, do primeiro capitulo do seu evangelho: “E o
Verbosefezcarneeveiohabitarnomeiodenós”.
Fazendo parte do mistério de Deus, o Natal não é uma
tradição cultural, não é a memória de um evento do passa-
do,masumarealidadedafécujacelebraçãonãopodelimi-
tar-se a uma programação social. É uma festa essencial-
mente religiosa que nos leva a compromissos e cria desafi-
os paraos cristãosmaduros.
Se o nascimento de Jesus ocorreu num cenário de
pobreza, é válido questionarmos o nosso proceder diante
dela, a nossa solidariedade com o pobre que se traduz,
sobretudo, pelo empenho na sua libertação. Se Natal é
despojamento, até onde rejeitamos os supérfluos que se
multiplicam numa sociedade de consumo? O que se gasta
com eles, muitas vezes dá para satisfazer algumas necessi-
dades dos carentes. Se Natal é fraternidade, que opções
temos feito para que os homens não se dividam tanto, não
se discriminem por critérios inconsistentes e anticristãos?
Se Natal é amor, o que estamos fazendo para apagar da
convivência humana tantos sinais de egoísmo que alimen-
tam a violência, o fantasma da atualidade? Se Natal é soli-
dariedade, que iniciativas temos tomado para que os
homens não definhem em ilhas de solidão? Se Natal é
esperança, qual a nossa participação na história para que a
humanidade não desespere diante dos dramas que enfrenta
e do horizonte indefinido que está à sua frente? Se ele é o
nascimento do Emanuel, de um Deus que vem morar
conosco, como tem sido o nosso relacionamento pessoal
com Ele e como temos revelado aos outros a sua presença
dentrodenós?
Natal é preparado pelas quatro semanas do Advento.
Vamos aproveitar desse tempo de tanta riqueza espiritual
para avaliar a consistência da nossa fé, a coerência da
nossa vida com as lições que aprendemos com o Menino
Jesus. Os dons que ele nos traz pedem a resposta sincera de
uma vivência cristã conforme o projeto do Pai, que é um
projeto de santidade, de liberdade, de aliança e de paz. Não
é mais hora de brincarmos de ser cristãos, de diluirmos a
força da nossa verdade em meras tradições sociais, que são
válidas, mas na medida em que revelam as várias dimen-
sões do mistério natalino. A Criança de Belém nos espera
no presépio.
FELIZNATAL!
Yvette Amaral
yvettealemosmaral@gmail.com
O raquitismo e a osteomalácia são doenças que ocor-
rem pela falha na mineralização da matriz óssea por defi-
ciência do fósforo ou por baixa disponibilidade do cálcio
e/ou da vitamina D.Adiferença entre eles é que o raquitis-
mo acontece em crianças e adolescentes, ao passo que a
osteomalácia acontece em adultos depois da completa
mineralizaçãodascartilagensdecrescimento.
Essas entidades clínicas são classificadas como: hipo-
fosfatêmica (decorrente da baixa disponibilidade do fos-
fato), calciopênicas (quando ocorre baixa disponibilidade
de cálcio e/ou vitamina D) ou, ainda, com disponibilidade
normaldeminerais.
Na forma hipofostatêmica, as principais causas são:
ingestão deficiente de fósforo por má absorção ou uso
prolongado de antiácidos; perda renal de fósforo devido a
causas hereditárias; doença tubular renal; e osteomalácia
secundáriaaocâncer.
Na forma calciopênica, as causas principais são:
carência nutricional do cálcio, deficiência de vitamina D,
má absorção, doença hepática ou renal, uso de medica-
ções que diminuem o cálcio e defeitos genéticos do meta-
bolismodavitaminaD.
Na forma com disponibilidade normal de minerais, as
principais causas são: a síntese anormal da matriz óssea
devido à osteogênese imperfeita, fibrinogênese imperfei-
ta, doença renal crônica, defeitos enzimáticos e medica-
ções inibidoras da mineralização (alumínio, fluoreto e
bifosfonatos).
As manifestações clínicas do raquitismo e da osteoma-
lácia variam desde formas assintomáticas até patologias
muito graves, com falha extrema na mineralização em
recém-nascidos, dor óssea insuportável, dificuldade pro-
gressiva para deambulação, fragilidade óssea e risco
aumentadoparafraturas.
RAQUITISMO E OSTEOMALÁCIA
Dr. Getúlio Tanajura Machado
gemachado@bol.com.br - tel. 71-3328-5633
Informativo da Paróquia de São Pedro
Praça da Piedade, 11 - São Pedro - CEP: 40.060-300 - Salvador - Bahia - Brasil
Site: www.paroquiadesaopedro.org - E-mail: salvador.paroquiasaopedro@gmail.com
Direção e Coordenação: Padre Aderbal Galvão de Sousa Diagramação e Revisão: Equipe da Pastoral da Comunicação
Colaboração: Getúlio Machado, Yvette Amaral, Zélia Vianna
Ilustrações: Getúlio Machado e internet Jornalista responsável: Maria Alcina Pipolo - MTb/DRT/BA 915
Tiragem: 5 mil exemplares Distribuição Gratuita
Arquidiocese de São Salvador da Bahia - Brasil
Expediente:
Fone: (71) 3329-3280
Estamos vivendo um tempo de grandes expectativas no
coração e na mente pelo nascimento do Menino Jesus, o
Príncipe da Paz, o Filho de Deus, o Salvador da humanidade,
feitohomem,nascidodeMaria,emBelém.
Porque é Natal, a esperança se torna o motivo da nossa
vida. Somos convidados a renovar nossas atitudes com ges-
tos de solidariedade e paz. O empenho para nos aproximar
das pessoas – pequenas, humildes, pobres, marginalizadas,
excluídas, doentes, idosas – tem seu fundamento no nasci-
mento de Jesus. Ele se fez um de nós, veio habitar no meio de
nós – Mistério da Encarnação – porque nos ama infini-
tamente.
O Natal do Senhor nos faz pensar como Deus manifesta o
seu amor por nós. Ele assume o nosso jeito de ser. Iguala-se a
nós, homens e mulheres, e nos ensina o modo de ser humano.
Desde o nascimento, até a morte e ressurreição, Jesus se
revela sendo Salvação para o mundo. Ele é o Caminho, a
Verdade e a Vida que todo coração busca. Para onde iremos?
Só Tu tens palavras de vida eterna foi a resposta de Pedro a
Jesus. Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do
mundo, foi o modo de João Batista apresentar Jesus a seus
discípulos.
O Natal nos ensina como Deus leva a sério a nossa vida.
Ele nos valoriza a ponto de se fazer como um de nós. Assim
como Deus se revelou, somos também convidados a levar a
sério a nossa vida e a dos nossos semelhantes. Pelo Natal de
Jesus, a humanidade ganhou uma grande alegria; pelo Natal
de Jesus, em nosso coração, somos convidados a levar aos
nossos irmãos e irmãs motivos de alegria. Muitas iniciativas
nas comunidades, associações, empresas proporcionam
alegriaàspessoas.
Mais do que objetos materiais como brinquedos, roupas,
alimentos, que são de fato necessários, o Espírito Natalino
nos ensina o caminho da solidariedade e nos convida para
gestos voluntários em favor dos carentes. São eles: doentes
sem recursos para um tratamento digno; idosos que sofrem
com os efeitos da ingratidão dos familiares, da sociedade e
do Estado; desempregados que não conseguem o pão com o
suor do próprio rosto; crianças desamparadas sem nenhum
referencial de valores para uma vida que conduza à realiza-
ção; jovens desorientados profissional e vocacionalmente,
entregues ao imediatismo imposto por estruturas descom-
promissadascomavidahumana.
Novamente é Natal e nosso coração se completa de ver-
dadeira alegria e esperança. Deus se dispõe a nos ensinar
pelo seu Filho. Torna-se como um de nós – humanos – e nos
lembra a solidariedade a custo zero. Faz-se voluntário pelo
amorinfinitoacadaumdenós.
PadreLuísRodriguesBatista,C.Ss.R
Fonte:RevistadeAparecida
SEM JESUS NÃO HÁ NATAL
Meu irmão, minha irmã
Esta mensagem do Papa Francisco sobre o Natal é para
mim um verdadeiro presente. Por isso quero partilha-la
com você, na certeza de que ela será de grande valia para
que você prepare dignamente a celebração do nascimento
de Jesus.
“Na nossa época assistimos a uma espécie de
'desvirtuação' do Natal: em nome de um falso respeito que
não é cristão, que muitas vezes esconde a vontade de
marginalizar a fé, elimina-se da festa qualquer referência
ao nascimento de Jesus. Mas, na realidade, este acontecimento é o único verdadeiro Natal! Sem Jesus
não há Natal; há outra festa, mas não o Natal. E, se no centro estiver Ele, então também o que está à
volta, ou seja, as luzes, os sons, as várias tradições locais, inclusive os alimentos caraterísticos, tudo
concorre para criar a atmosfera da festa, mas com Jesus no centro. Se O tirarmos, a luz se apaga e tudo
se torna falso, aparente”.
Nesse espírito, desejo-lhe um Santo e Feliz Natal; e um Ano Novo de realizações, justiça e paz!
Padre Aderbal Galvão de Sousa
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  • 1. O cristão inicia dezembro sob o signo da esperança. E o que é esperança? É possuir e ainda desejar; é ter e ainda aguardar; é conhecer, mas não esgotar a experiência de saber em nenhum momento da vida temporal. O mistério do Natal alimenta essa virtude teologal que Péguy defi- niu, com tanta ternura, ao chamá-la “a caçula das três irmãs”. Não tem o esplendor da fé nem o fogo do amor, mas é aquela força que sustenta o ser humano, sobretudo nas situações adversas da vida. No Advento, ela é anun- ciada pela liturgia do tempo, através de três magníficas figuras bíblicas: Isaías, João Batista e Maria. O primeiro fez o anúncio de um novo mundo com estas palavras: “O lobo será hóspede do cordeiro, a pantera se deita- rá ao lado do cabrito... O bebê brincará no buraco da cobra venenosa, e a crianci- nha enfiará a mão no escon- derijo da serpente” (Is 11, 6-8). Nessas palavras tão impregnadas de poesia, está desenhada a era messiânica de paz e reconciliação na ordem da Criação. Animais inimigos por natureza convivem harmoniosamente entre si. Uma criança não é envenenada por um animal ma- léfico. Arevelação, porém, mais forte, de um tempo de justi- ça e libertação está no canto de Maria, no Magnificat. Seria válido reproduzi-lo por inteiro. Mas, como não há espaço para isso, nesta reflexão, fiquemos apenas com estes versículosde Lucas sobre o projetode Jesus, comu- nicado pela sua Mãe à prima Isabel: “Ele realiza proezas com seu braço: dispersa os soberbos de coração, derruba do trono os poderosos e eleva os humildes; aos famintos enche de bens e despede os ricos de mãos vazias” (Lc 1, 51-53). A mensagem do Magnificat é muito forte. Se viesse de um líder social, muitos comentariam: subversão, pregação de luta de classe. Mas foi a Mãe de Deus que se expressou assim, num testemunho de que compreendeu a missão do Filho, mesmo antes da sua chegada ao mun- do. Precisamos de uma humanidade madura, de católi- cos experimentados a fim de trazer a esperança para o nosso tempo que atravessa tanta turbulência. Entretan- to, para que a nossa espera não morra no coração dos desiludidos que nada mais esperam, é indispensável alimentar o sonho da paz do profeta Isaías, a mudança de vida proclamada por João Batista e a luta pela justiça exaltada pela voz corajosa deMaria. No evento do Natal, a esperança se fez carne pre- sente no meio da humanida- de, não só nos anos da vida de Jesus, mas sempre e em qualquer lugar: “Eis que estarei com vocês todos os dias, atéofimdomundo”(Mt28,20b). Paroquianos, paroquianas, leitores do Folha, com esses preciosos lembretes, convoco todos a renovarem sua esperança nesses dias de tanto desespero para con- quistarem uma vida melhor e distribuir “a caçula das três” entre todos que se aproximarem de vocês. Uma bênção do Menino Jesus e um carinho de nossa Mãe Maria. UmSantoeFelizNatal! Padre Aderbal Galvão de Sousa Seguimento e serviço devem ser prioridade para os verdadeiros seguidores do Mestre Jesus. Leia o artigo de Zélia Vianna na página 2 O Projeto Pastoral 2018-2020 da nossa Paróquia nos convoca a repensar a forma de evangelizar e de ser Igreja. Página 4 Vivamos com intensidade o Advento, preparando-nos para receber Jesus no Natal! Páginas 4, 5, 7 e 8
  • 2. ABíblia ensina que Deus criou o mundo pela palavra. Que exista a luz, que exista um firmamento (Cf. Gn 1). Com o ser humano, porém, a criação foi diferente, espe- cial. Com as próprias mãos, Deus moldou o ser humano do pó da terra, soprou-lhe o fôlego da vida e ele passou a existir. Cada ser humano é o resultado direto do sopro do Criador. Por isso, em que pesem as diferenças raciais, econômicas, culturais, sociais e religiosas existentes entre as pessoas, há valores divinos que são comuns a todas. E entre esses valores destaco o valor para o ser- viço. Mais tarde Jesus, a Palavra que se fez carne, veio armar sua tenda entre nós: “Entre vós sou como aquele que serve” (Lucas 22,27). De fato, sua vida foi uma expressão viva do serviço em todos os momentos. Durante os três anos de vida pública, Jesus acolheu a todos, especialmente os mais pobres e simples, curou doentes,alimentoufamintos,faloudoamordoPaieapon- tou o caminho do Seu Reino. Após sua Ressurreição, a Igreja primitiva fez do anúncio do Reino e atendimento aos mais desprezados e necessitados a razão de ser de seu ministério: “Tudo que vocês fizeram ao menor dos meus irmãosfoiamimqueofizeram”(Mt25,40). Embora os atos de misericórdia possam e devam ser feitos porque o socorro prestado, principalmente aos mais vulneráveis, tem um valor tão grande diante do Pai, que levou Jesus a afirmar que “até um copo de água fres- ca dada em Seu nome não ficaria sem recompensa”, não há lugar, no seu projeto, para o serviço que tem como objetivo específico cumprir ritos e obrigações, alimentar a vaidade, massagear a consciência, promover-se social- mente. Se desejamos ser verdadeiros seguidores do Mestre Jesus, não há como conjugar separadamente os verbos servir e seguir, vez que eles constituem os dois lados de uma mesma moeda. De fato, não há seguimento verda- deiro sem serviço, nem serviço que não tenha origem e sustentaçãonoseguimentodeJesus. Servir ao Reino tem uma dimensão ampla e vai além das coisas materiais. Faz parte desse serviço o uso dos dons que recebemos para compartilhar a fé, ensinar a Palavra, ajudar as pessoas a conhecerem Jesus. Daí por- que o serviço para o qual nós, batizados, somos chama- dos a assumir não pode entendido como gestos isolados deajudaaoirmão,mascomoumaatitudedevida. Para que o serviço dê frutos abundantes e o Reino de Deus (que já está entre nós) adquira cada vez mais visibi- lidade, São Paulo apresenta três princípios que devem nortearavidadequemserveesegueoMestre. A obra é de Deus, não nossa – Por isso não fazemos um favor ao padre e muito menos a Deus quando assumi- mos qualquer tipo de trabalho na comunidade. E porque assim é, o serviço não pode ser visto como um peso, mas como um privilégio. No fim, só nos resta agradecer a honra de termos sido chamados para colaborar com a obra do Reino e dizer: “somos servos inúteis, fizemos o quedevíamosfazer”(Lc17,10). Somos cooperadores uns dos outros, não concor- rentes – Eventuais divergências podem ocorrer. Os pri- meiros discípulos tiveram conflitos. Paulo enfrentou Pedro no Concílio de Jerusalém; Paulo e Barnabé separa- ram-se na segunda viagem em razão de discordâncias por causa de João Marcos. Mas nunca faltou entre eles a ver- dade, a lealdade e o respeito. Não podemos, contudo, jamais esquecer que as atividades podem ser diferentes, mas, porque temos um trabalho comum e um Senhor comum, temos a responsabilidade de defender a Unidade daIgreja. A obra de Deus não depende do que sou e tenho – Somos servos, trabalhadores a serviço do Reino. Mas a obra é de Deus e depende essencialmente d´Ele. “Eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fez crescer; de modo que nem o que planta nem o que rega são alguma coisa, mas unicamente Deus, que efetua o crescimento” (1Cor6-8). Zélia Vianna zelia.vianna@yahoo.com.br Venha participar das comunidades de Estudos Bíblicos e aprofunde seu conhecimento da Palavra de Deus. Informações na secretaria paroquial.
  • 3. PREPARAÇÃO DE PAIS E PADRINHOS PARA O BATISMO DE CRIANÇAS: 1.º e 15 de dezembro, das 14h às 18h, na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa. BATISMO DE CRIANÇAS: 2 e 16 de dezembro, às 8h30,naIgrejadeSão Pedro. I DOMINGO DO ADVENTO E ANIVERSÁRIO DE CRIAÇÃO DANOSSAPARÓQUIA– 339ANOS: 2 de dezembro, missa às 7h30, 9h30 e 11h30, na Igreja de São Pedro. HORA SANTA E MISSA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS: 7 de dezembro, Hora Santa às 9hemissaàs10h,naIgrejadeSãoPedro. FESTA DA IMACULADA CONCEIÇÃO: 8 de dezembro, missa às 7h30, 9h30 e 11h30, na Igreja de São Pedro. DIADE NOSSASENHORADE GUADALUPE: 12 de dezembro. ENCONTRÃO DA FAMÍLIA EXCELSIOR: 16 de dezembro, das 14h às 18h, no Campus da Universidade Católica,naFederação. M I S S A E M A Ç Ã O D E G R A Ç A S P E L O S DOADORES DO BAZAR DASOLIDARIEDADE: 16 de dezembro, missa às 7h30, 9h30 e 11h30, na Igreja de São Pedro. ANIVERSÁRIO DE NASCIMENTO DO PAPA FRANCISCO:17 dedezembro. M I S S A E M A Ç Ã O D E G R A Ç A S P E L O S DIZIMISTAS DAPARÓQUIA: 23 de dezembro, missa às7h30, 9h30 e11h30, naIgrejadeSão Pedro. VIGÍLIADO NATAL: 24 de dezembro, às 18h, na Igreja deSão Pedro. NATAL DO SENHOR: 25 de dezembro, missa às 7h30, 9h30 e11h30,naIgrejadeSão Pedro. FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA: 30 de dezembro, missaàs7h30,9h30e11h30, naIgrejadeSão Pedro. 01: Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus – Dia MundialdaPazedaConfraternizaçãoUniversal; 04: Hora Santa e missa do Sagrado Coração de Jesus; 05 e 19: Preparação de pais e padrinhos para o batismodecrianças; 06 e20:Batismodecrianças; 06:EpifaniadoSenhor; 07:DiadaBem-aventuradaLindalva; 13:BatismodoSenhor; 20: Missa em Ação de Graças pelos doadores do BazardaSolidariedade; 22: Aniversário de nascimento de padre Thierry Bierlaire; 24:DiaNacionaldosAposentados; 25: Dia da Conversão de São Paulo e dia dos Carteiros; 27: Missa em Ação de Graças pelos dizimistas da Paróquia; 30: Aniversário de nascimento de Dom Marco Eugênio. Com a aproximação do final de ano, é hora de arrumar os armários de sua casa. Doe aquilo que você não precisa mais e esteja em bom uso. A nossa Paróquia mantém três espaços com o Bazar da Solidariedade, que são frutos de doações de roupas, sapatos, objetos de decoração, móveis e utensílios domésticos em bom uso, que são postos à venda com o objetivo de ajudar no trabalho social que a nossa Paróquia desenvolve. Visite os espaços do Bazar da Solidariedade, onde também podem ser feitas as doações. Comprando ou doando roupas e objetos usados, você ajuda o nosso trabalho social. Brechó: Igreja Nossa Senhora do Rosário - Av. Sete de Setembro, 819. Bazares: Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa - Av. Joana Angélica, 41 e Igreja Senhor Bom Jesus dos Aflitos - Largo dos Aflitos, s/n. Informações pelo telefone: 2137-8666
  • 4. A palavra Advento vem do latim “adventus”, que sig- nifica chegada, vinda. OAdvento é um tempo de prepara- ção para a celebração do Natal. Esse tempo litúrgico pos- sui dupla característica: sendo um tempo de preparação para as solenidades do Natal, em que se comemora a pri- meira vinda do Filho de Deus entre os homens, é também um tempo em que, por meio dessa lembrança, voltam-se os corações para a expectativa da segunda vinda do Cristo no fim dos tempos. Por esse duplo motivo, o Tempo do Advento se apresenta como um tempo de piedosa e alegre expectativa. A duração do Advento é de quatro semanas e se com- põe de duas partes: do primeiro Domingo do Advento até o dia 16 de dezembro, destaca-se a parte escatológica, a vinda do Senhor no final dos tempos. Do dia 17 a 24 de dezembro, prepara-se a vinda de Jesus na história da vida edo mundo,queéseu Natal. Nas celebrações, a cor litúrgica é roxa, lembrando o convite de João Batista, que pede conversão, mudanças profundas na nossa vida: “Preparem o caminho do Senhor, endireitem suas estradas” (Lucas 3,4-6). No ter- ceiro domingo do Advento, usa-se a cor rosa, como ante- cipação da alegria do Natal. As leituras bíblicas desse tempo apresentam as figuras de Isaías, João Batista e Maria, que são os modelos para nos preparar a vinda do Senhor. Um dos símbolos do Advento é a grinalda ou coroa, que representa o infi- nito amor de Deus. Quatro velas são acesas e colocadas no círculo, uma a cada sema- na doAdvento. Elas simboli- zam a luz de Cristo que nasce parailuminarnossas vidas. A espera de Cristo é uma das promessas messiânicas já cumprida parcialmente. Nossos pais na fé esperaram e não alcançaram, mas ouvi- rampor Isaíasqueumtempo Neste mês de dezembro, queremos continuar nossa reflexão sobre o Projeto Pastoral, apresentando-o, na sua sequência, já que, no mês passado, refletimos sobre a justi- ficativa para um projeto pastoral e sobre a urgente necessi- dade da implantação cada vez mais eficaz e aprofundada de uma pastoral de evangelização, que leve as pessoas ao encontro com Cristo Ressuscitado. Essa é a principal mis- são da Igreja e, portanto, de cada um de nós, batizados, pois todos somos chamados a anunciar Jesus e a testemunhar como o Evangelho é capaz de dar sentido à nossa vida e à nossa história. Citemos agora o objetivo geral do nosso Projeto Pasto- ral: “Evangelizar, a partir do anúncio do kerigma de Jesus Cristo morto e ressuscitado para a redenção do gênero humano, criando comunidades de cristãos adultos que possam, pelo testemunho evangélico, dar ao mundo os sinais da fé, quais sejam, o amor na dimensão da Cruz e a unidade”. Chama atenção, em primeiro plano, o verbo com o qual começamos o objetivo. Evangelizar, palavra de raiz grega, significa anunciar uma boa notícia, aliás, a melhor notícia que o mundo já recebeu: Jesus Cristo, verdadeiro Deus, veio ao encontro da humanidade, assumindo a natureza humana, aceitou padecer na Cruz, ressuscitou dos mortos e agora está à direita do Pai, apresentando-Lhe suas chagas gloriosas, em intercessão por todos nós. Esse é o kerigma da nossa fé ou anúncio fundamental, o qual devemos pro- clamar sempre, sob a inspiração e auxílio do Espírito Santo. Devemos ter presente que o cristianismo é mais do que uma religião, um conjunto de dogmas ou uma moral, mas é uma notícia! Não é um boato ou uma fake news. Qual seria essa notícia? Cristo ressuscitou, verdadeiramente ressus- citou! A Igreja vive desse anúncio, e, se deixar de fazê-lo, perdeu completamente sua razão de ser. Paulo é para nós esse modelo de anunciador da Boa Notícia de Jesus e deve inspirar-nos o seu ardor pela evangelização: “Ai de mim se eunãoanunciaroEvangelho!”(1Cor9,16). Aqueles que acolhem essa Boa Nova se agregam em uma comunidade, a Igreja. Renascidos do seio maternal da Mãe Igreja pelo batismo, vamos amadurecendo na fé e dando ao mundo os sinais de que realmente acreditamos em Jesus Cristo. Esses sinais podem ser resumidos em dois: o amor na dimensão da Cruz e a unidade. De fato, Jesus falou: “Nisto todos saberão que vós sois os meus discípulossevos amardesuns aos outros”(Jo 13,34). PROJETO PASTORAL DA PARÓQUIA DE SÃO PEDRO 2018-2020: RENOVANDO E REPENSANDO A FORMA DE EVANGELIZAR E DE SER IGREJA Jorge Ricardo Valois CELEBRANDO O TEMPO DO ADVENTO
  • 5. novo de esperança e de paz chegaria. Todo o Antigo Testa- mento está voltado, pelo anúncio dos pro- fetas, para o mistério do Cristo que virá. Hoje, a Igreja vive toda esta centralidade de Cristo na história da salvação, celebrando o grande mistério: vem a nós o esperado das nações, o anunciado pelos profetas, o reve- ladoporseuPai. A espiritualidade desses dias é um apelo para que possamos viver alguns comportamentos fundamentais da nossa vida cristã: a expectativa vigilante e alegre, a esperança, a con- versão, a pobreza. A celebração desse tempo é uma peda- gogia para compreendermos o mistério da salvação: Jesus é o ponto de referência não só para os sentimentos piedo- sos e religiosos, mas para empenharmos toda a nossa exis- têncianoanúncioetestemunhodo ReinodeDeus. O Advento é também o tempo da Virgem Maria que se prepara, na oração e no recolhimento, para o grande misté- rio do nascimento de Cristo. É também tempo de oração da Igreja, que ora e suplica para que Cristo seja conhecido entre todos os povos, seja sinal de esperança e de salvação para todos num mundo marcado por guerras, violências, divisões, incredulidades, soberba, autossuficiência. É um tempo de espiritualidade que deve comprometer-nos na tarefapelaconstruçãode“novos céusenovasterras”. AIgreja nos exorta a vivermos em vigília e oração para que esse tempo da graça seja proveitoso para nós, realizan- do-se o que reza a Liturgia: “Ó céus, que chova sobre nós, que suas nuvens derramem a justiça. Abra-se a terra e broteparanós asalvação”. PREPARANDO-NOS PARA O NATAL DO SENHOR O Natal é uma celebração que nos transmite profundas verdades de vida. Ao contemplarmos a gruta de Belém, descobrimos o imenso amor de Deus, que assume nossa condição humana, vindo ao mundo para nos salvar. É Deus quesehumanizaparadivinizaro homem. Celebrar o Natal é descobrir, na pequenez e na pobreza do presépio, a grandeza e a riqueza do amor divino. É per- ceber a lição de humildade que Cristo nos veio ensinar. É optar pelo caminho que Ele nos veio mostrar. É acolher com sinceridade as verdades que nos veio comunicar, vivendo-as no nosso dia a dia. É assumir o compromisso com as causas do evangelho, lutando em defesa da vida, colocando-nos ao lado dos pobres, excluídos e injustiça- dos. É, a exemplo de Jesus Cristo, ser um sinal de contradi- ção na sociedade, buscando a construção da justiça, da paz edafraternidade. Os cristãos devem celebrar o Natal com esse espírito. Por ser uma comemoração tão importante, é necessário que nos preparemos bem. Na Igreja, o Advento é o tempo de preparação, quando somos convidados a nos converter, mudando nossa mentalidade e nossas atitudes, para nos identificarmos cada vez mais com a proposta de vida que o DivinoMestrenos veioensinar. PARTICIPE DA CELEBRAÇÃO DO NATAL NA IGREJA MATRIZ DE SÃO PEDRO Vigília do Natal: 24 de dezembro, às 18h. Natal de Jesus: 25 de dezembro, missas às 7h30, 9h30 e 11h30.
  • 6. 01-JOSÉ NILTON CARDOSO 01-MARLENE RODRIGUES MACIEL 02-HELIOMAR GOMES DE SOUZA 02-NIVALDO BISPO DE JESUS 02-VERA LÚCIA OLIVEIRA SANTOS 03-FRANCISCA DE BRITO SANTOS 04-BÁRBARA DA SILVA MOREIRA 04-BÁRBARA RIBEIRO GRANJA 04-GEORGINA DA SILVAARCANJO 05-HAMILTON LIMA ROCHA 05-JESUS NUNES FREIRE 05-PATRÍCIA FALCÃO DOS SANTOS 05-VALDETE DOS SANTOS DE SÃO MIGUEL 06-ANA BÁRBARA UMBURANAS 06-LEONES SILVA CARILO 07-SARAJANE BARREITO FREITAS 07-VICTÓRIA GAMA MOURA 08-ANTÔNIO MARTINS ESPÍNOLA 08-HELIJANDRO SILVA DOS SANTOS 08-MARIA MACHADO 08-NATHALIAALVES DE SOUZA 08-NILSON NERE DOS SANTOS 09-HAYSE LYRA MACHADO 09-JAIR CRAVO 09-MARIA CÁSSIA DE ANDRADE 09-MINERVINAAFONSO RAMOS 10-HELENA PALMAAZEVEDO DE SANTANA 10-IZAURINA PASSOS DE SOUZA 10-MARIA DAS GRAÇAS DA SILVA 11-CÉLIA MARIA GUEDES 11-ESTERLINA GONSALVES DOS REIS 11-TÂNIA CONCEIÇÃO S. DE M. ESPÍNOLA 12-CARLOS LEÔNCIO DO N. RAMOS 12-LOURIVAL DE SOUSA SANTANA 12-MATEUS MENDONÇA VALE 13-ANÍSIAALVES DA SILVA 13-LUZIA BARROS CERQUEIRA SANTOS 13-LUZIA MARIA DA COSTA PINTO 14-GISÉLIA BASTOS LEITE BATINGA 15-ANTONIETA MARQUES M. DE LIMA 15-EDNA PEREIRA BATISTA 15-FRANCISCO MARTINS FERRAZ 15-JÉSSICA SANTOS DA CRUZ 16-CORÁLIA DE O.IVEIRA BRAGA MACEDO 16-MARIA PIRES SANTOS 16-NEIDE OLINDA CARDOSO SOUZA 16-PAULO CÉSAR SILVA DE MATOS 17-JORGE ANTÔNIO SOUZA ZUZA 17-JOSÉ ALMIR BATISTA DOS SANTOS 17-MARLENE TEREZINHA DACROCE 18-CELINA NASCIMENTO DE JESUS 18-EDVALDO DOS SANTOS PEREIRA 18-JOSÉ OTÁVIO CORDEIRO DE OLIVEIRA 18-JUDITE ALVES DOS REIS 18-MOACIR DOS SANTOS FERREIRA 19-EDINEI ROBERTO PEREIRAATAÍDE 19-JOSÉ MURICY 19-VIVIANE ARAÚJO DOS SANTOS 20-ALBÉRICO LEÔNCIO E FRANÇA 20-JANETE SILVAALMEIDA 20-NADNALVAARAÚJO LEITE 20-PALMIRO PINTO DA SILVA 20-VANILDA LEITE LAGO 21-ELOÁ DE JESUS DOS SANTOS 21-HELENA LIMA PALMA 21-UDILÃ SALES CORTÊS UMBELINO 22-GUANACY OLIVEIRA DE SANTANA 22-JOÃO CARLOS SANTANA DA CRUZ 22-MARIA CONCEIÇÃO MORAES 22-MARIA JÚLIA DA R. CAMPOS MARINHO 22-ROMÁRIO FERREIRA DE SOUZA 23-ALOÍSIA CRISPINA DE JESUS SALES 23-AMÉLIA SANTOS DA SILVA 23-MARGARIDA G. LOPES DE MORAES 23-ZILNARA DA SILVA BRITO 24-ANTÔNIA MARIAALVES 24-LEONARDO ALESSANDRO L. MENDES 24-PATRÍCIA MARIA OLIVEIRA PRADO 25-CLOTILDES SILVA SOUZA 25-DULCE M. ª MONTEIRO BONFIM 25-M. ª DA GLÓRIA SILVA COSTA 25-NATALICE BARBOSA PESTANA 25-TELMA IRACEMAALVES ARAÚJO 26-ESTEFÂNIA DO ESPÍRITO SANTO DIAS 26-MARILENE DOS ANJOS DE FREITAS 26-TEREZA NERI REIS 27-VANDA SANTOS LIMA 28-SIOMARA BISPO DOS SANTOS 29-ALEXANDRO SALES FERREIRA 29-JAILTON JOSÉ TEIXEIRA 29-M. ª JOSÉ DE SANTANA OLIVEIRA 29-URANITA MARIA DO NASCIMENTO 30-MANELITA S. DO NASCIMENTO 31-JOSENALVA BORGES SANTOS 31-JURACY PITA FERREIRA 31-LEONARDO ALVES DOS SANTOS 31-MARTA LÚCIA R. MACIEL DE SOUZA 31-SILVIO GOMES DE SOUZA A você, meu irmão, minha irmã, que assume esta Paróquia como dizimista e se compromete com o trabalho pastoral, parabéns! Como presente do seu aniversário, a comunidade paroquial estará unida a você, seus amigos e familiares, nesse dia tão especial, para celebrar esta data. Venha participar, nesse dia, da Santa Missa, às 8h, na Igreja de São Pedro. Caso a data seja no domingo ou Dia Santo, a missa começa às 7h30. PARÓQUIA DE SÃO PEDRO MOVIMENTO FINANCEIRO OUTUBRO/2018 RECEITAS Dízimos .................................................. 32,316,00 Espórtulas de missas ............................. 10.894,00 Espórtulas de batizados .............................. 400,00 Taxas de matrimônios ............................. 1.060,00 Taxas de certidões .................................. 105,00 Coletas ordinárias .................................. 7.297,66 Donativos ............................................... 2.500,00 Rendimento do bazar ............................. 7.572,00 Rendimento do restaurante .................... 9.023,42 Rendimento do Santo Café ................... 470,70 Rendimentos bancários ......................... 155,69 TOTAL ............................................... 71.794,47 DESPESAS Despesas Administrativas Material litúrgico .................................... 2.389,50 Decoração ............................................. 124,60 Côngrua ................................................. 3.000,00 Repasses à Cúria .................................. 4.758,59 Tarifas bancárias ................................... 130,60 Despesas com pessoal Salários e férias ..................................... 21.226,01 Encargos sociais .................................... 12.963,96 Vale refeição .......................................... 8.499,04 Vale transporte ...................................... 2.390,20 Assistência odontológica ....................... 273,00 Seguro de vida ....................................... 157,70 Despesas Pastorais Ajuda a Moradores de rua ..................... 2.000,00 Ajuda a Mulheres Marginalizadas ......... 954,00 Ajuda Social .......................................... 954,00 Serviços e utilidades Água e esgoto ....................................... 1.623,37 Correios ................................................. 1.287,95 Energia elétrica ...................................... 4.463,78 Telefonia ................................................ 466,98 Condomínio ............................................ 301,11 Manutenção de site e programa SGCP .. 121,70 Serviços contábeis .................................. 775,00 Manutenção e conservação ............... 1.236,25 TOTAL ............................................. 70.097,34 SALDO DO MÊS 1.697,13 O dízimo é o nosso ato de fé, de agradecimento e de amor. SEJA DIZIMISTA INSCREVA-SE NA SECRETARIA PAROQUIAL
  • 7. Desde o início de dezembro, nossa cidade apresenta um rosto diferente, indicando que se prepara para uma festa: a celebração do nascimento de Jesus. Lâmpadas coloridas, árvores decoradas, enfeites natalinos, mensa- gens e presentes são um ritual que nos fala de alegria, mesmo entre as tensões que estamos vivendo. Apesar de ser um evento anual, o Natal não perde a sua novidade. Não cai na rotina, e mantém a sua motivação se penetrar- mos na profundidade do seu mistério, que o evangelista João admiravelmente resumiu em poucas palavras, no versículo 14, do primeiro capitulo do seu evangelho: “E o Verbosefezcarneeveiohabitarnomeiodenós”. Fazendo parte do mistério de Deus, o Natal não é uma tradição cultural, não é a memória de um evento do passa- do,masumarealidadedafécujacelebraçãonãopodelimi- tar-se a uma programação social. É uma festa essencial- mente religiosa que nos leva a compromissos e cria desafi- os paraos cristãosmaduros. Se o nascimento de Jesus ocorreu num cenário de pobreza, é válido questionarmos o nosso proceder diante dela, a nossa solidariedade com o pobre que se traduz, sobretudo, pelo empenho na sua libertação. Se Natal é despojamento, até onde rejeitamos os supérfluos que se multiplicam numa sociedade de consumo? O que se gasta com eles, muitas vezes dá para satisfazer algumas necessi- dades dos carentes. Se Natal é fraternidade, que opções temos feito para que os homens não se dividam tanto, não se discriminem por critérios inconsistentes e anticristãos? Se Natal é amor, o que estamos fazendo para apagar da convivência humana tantos sinais de egoísmo que alimen- tam a violência, o fantasma da atualidade? Se Natal é soli- dariedade, que iniciativas temos tomado para que os homens não definhem em ilhas de solidão? Se Natal é esperança, qual a nossa participação na história para que a humanidade não desespere diante dos dramas que enfrenta e do horizonte indefinido que está à sua frente? Se ele é o nascimento do Emanuel, de um Deus que vem morar conosco, como tem sido o nosso relacionamento pessoal com Ele e como temos revelado aos outros a sua presença dentrodenós? Natal é preparado pelas quatro semanas do Advento. Vamos aproveitar desse tempo de tanta riqueza espiritual para avaliar a consistência da nossa fé, a coerência da nossa vida com as lições que aprendemos com o Menino Jesus. Os dons que ele nos traz pedem a resposta sincera de uma vivência cristã conforme o projeto do Pai, que é um projeto de santidade, de liberdade, de aliança e de paz. Não é mais hora de brincarmos de ser cristãos, de diluirmos a força da nossa verdade em meras tradições sociais, que são válidas, mas na medida em que revelam as várias dimen- sões do mistério natalino. A Criança de Belém nos espera no presépio. FELIZNATAL! Yvette Amaral yvettealemosmaral@gmail.com O raquitismo e a osteomalácia são doenças que ocor- rem pela falha na mineralização da matriz óssea por defi- ciência do fósforo ou por baixa disponibilidade do cálcio e/ou da vitamina D.Adiferença entre eles é que o raquitis- mo acontece em crianças e adolescentes, ao passo que a osteomalácia acontece em adultos depois da completa mineralizaçãodascartilagensdecrescimento. Essas entidades clínicas são classificadas como: hipo- fosfatêmica (decorrente da baixa disponibilidade do fos- fato), calciopênicas (quando ocorre baixa disponibilidade de cálcio e/ou vitamina D) ou, ainda, com disponibilidade normaldeminerais. Na forma hipofostatêmica, as principais causas são: ingestão deficiente de fósforo por má absorção ou uso prolongado de antiácidos; perda renal de fósforo devido a causas hereditárias; doença tubular renal; e osteomalácia secundáriaaocâncer. Na forma calciopênica, as causas principais são: carência nutricional do cálcio, deficiência de vitamina D, má absorção, doença hepática ou renal, uso de medica- ções que diminuem o cálcio e defeitos genéticos do meta- bolismodavitaminaD. Na forma com disponibilidade normal de minerais, as principais causas são: a síntese anormal da matriz óssea devido à osteogênese imperfeita, fibrinogênese imperfei- ta, doença renal crônica, defeitos enzimáticos e medica- ções inibidoras da mineralização (alumínio, fluoreto e bifosfonatos). As manifestações clínicas do raquitismo e da osteoma- lácia variam desde formas assintomáticas até patologias muito graves, com falha extrema na mineralização em recém-nascidos, dor óssea insuportável, dificuldade pro- gressiva para deambulação, fragilidade óssea e risco aumentadoparafraturas. RAQUITISMO E OSTEOMALÁCIA Dr. Getúlio Tanajura Machado gemachado@bol.com.br - tel. 71-3328-5633
  • 8. Informativo da Paróquia de São Pedro Praça da Piedade, 11 - São Pedro - CEP: 40.060-300 - Salvador - Bahia - Brasil Site: www.paroquiadesaopedro.org - E-mail: salvador.paroquiasaopedro@gmail.com Direção e Coordenação: Padre Aderbal Galvão de Sousa Diagramação e Revisão: Equipe da Pastoral da Comunicação Colaboração: Getúlio Machado, Yvette Amaral, Zélia Vianna Ilustrações: Getúlio Machado e internet Jornalista responsável: Maria Alcina Pipolo - MTb/DRT/BA 915 Tiragem: 5 mil exemplares Distribuição Gratuita Arquidiocese de São Salvador da Bahia - Brasil Expediente: Fone: (71) 3329-3280 Estamos vivendo um tempo de grandes expectativas no coração e na mente pelo nascimento do Menino Jesus, o Príncipe da Paz, o Filho de Deus, o Salvador da humanidade, feitohomem,nascidodeMaria,emBelém. Porque é Natal, a esperança se torna o motivo da nossa vida. Somos convidados a renovar nossas atitudes com ges- tos de solidariedade e paz. O empenho para nos aproximar das pessoas – pequenas, humildes, pobres, marginalizadas, excluídas, doentes, idosas – tem seu fundamento no nasci- mento de Jesus. Ele se fez um de nós, veio habitar no meio de nós – Mistério da Encarnação – porque nos ama infini- tamente. O Natal do Senhor nos faz pensar como Deus manifesta o seu amor por nós. Ele assume o nosso jeito de ser. Iguala-se a nós, homens e mulheres, e nos ensina o modo de ser humano. Desde o nascimento, até a morte e ressurreição, Jesus se revela sendo Salvação para o mundo. Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida que todo coração busca. Para onde iremos? Só Tu tens palavras de vida eterna foi a resposta de Pedro a Jesus. Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo, foi o modo de João Batista apresentar Jesus a seus discípulos. O Natal nos ensina como Deus leva a sério a nossa vida. Ele nos valoriza a ponto de se fazer como um de nós. Assim como Deus se revelou, somos também convidados a levar a sério a nossa vida e a dos nossos semelhantes. Pelo Natal de Jesus, a humanidade ganhou uma grande alegria; pelo Natal de Jesus, em nosso coração, somos convidados a levar aos nossos irmãos e irmãs motivos de alegria. Muitas iniciativas nas comunidades, associações, empresas proporcionam alegriaàspessoas. Mais do que objetos materiais como brinquedos, roupas, alimentos, que são de fato necessários, o Espírito Natalino nos ensina o caminho da solidariedade e nos convida para gestos voluntários em favor dos carentes. São eles: doentes sem recursos para um tratamento digno; idosos que sofrem com os efeitos da ingratidão dos familiares, da sociedade e do Estado; desempregados que não conseguem o pão com o suor do próprio rosto; crianças desamparadas sem nenhum referencial de valores para uma vida que conduza à realiza- ção; jovens desorientados profissional e vocacionalmente, entregues ao imediatismo imposto por estruturas descom- promissadascomavidahumana. Novamente é Natal e nosso coração se completa de ver- dadeira alegria e esperança. Deus se dispõe a nos ensinar pelo seu Filho. Torna-se como um de nós – humanos – e nos lembra a solidariedade a custo zero. Faz-se voluntário pelo amorinfinitoacadaumdenós. PadreLuísRodriguesBatista,C.Ss.R Fonte:RevistadeAparecida SEM JESUS NÃO HÁ NATAL Meu irmão, minha irmã Esta mensagem do Papa Francisco sobre o Natal é para mim um verdadeiro presente. Por isso quero partilha-la com você, na certeza de que ela será de grande valia para que você prepare dignamente a celebração do nascimento de Jesus. “Na nossa época assistimos a uma espécie de 'desvirtuação' do Natal: em nome de um falso respeito que não é cristão, que muitas vezes esconde a vontade de marginalizar a fé, elimina-se da festa qualquer referência ao nascimento de Jesus. Mas, na realidade, este acontecimento é o único verdadeiro Natal! Sem Jesus não há Natal; há outra festa, mas não o Natal. E, se no centro estiver Ele, então também o que está à volta, ou seja, as luzes, os sons, as várias tradições locais, inclusive os alimentos caraterísticos, tudo concorre para criar a atmosfera da festa, mas com Jesus no centro. Se O tirarmos, a luz se apaga e tudo se torna falso, aparente”. Nesse espírito, desejo-lhe um Santo e Feliz Natal; e um Ano Novo de realizações, justiça e paz! Padre Aderbal Galvão de Sousa Pároco